Depois do Carnaval, todo dia é quarta-feira de cinzas. É com essa premissa que a banda arapiraquense Casa da Mata lançou, em 30 de outubro, o EP Carnaval, obra que contrapõe a efervescência do festejo mais popular do país à nostalgia profunda que surge quando os últimos ecos da folia se desfazem. O lançamento marca um momento de transição criativa para um dos grupos mais consolidados do rock autoral alagoano. Conhecida por uma sonoridade marcada por riffs pesados, ecos setentistas, folk e baladas, a Casa da Mata concebeu o repertório do EP durante uma imersão de um fim de semana na remota praia de Miaí de Cima, em Coruripe, litoral de Alagoas. O encontro aconteceu na casa do guitarrista recém-integrado Nikolas França, cuja chegada ao grupo influenciou diretamente os rumos musicais do trabalho. Dessa imersão surgiram oito composições, das quais quatro foram registradas no EP: Carnaval, faixa-título; Coisas Que Já Se Apagaram; O Bote; e Filho do Dragão. A canção “Carnaval”, com letra de Ayrton Bispo (bateria) e melodia de Alan Lins (guitarra e voz), sintetiza o clima do disco ao abordar a melancolia que permanece após a festa — uma imagem que também funciona como metáfora para fim de ciclos e despedidas emocionais. As baladas “Coisas Que Já Se Apagaram” e “O Bote”, ambas de Alan, exploram afetos distintos: a primeira é um lamento sobre a partida de alguém que deixou marcas; a segunda, uma narrativa sensual sobre o encantamento dos primeiros encontros... Continue Lendo o Mira da Janela
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
Casa da Mata - Carvanal (2025)...
Download: Carvanal (2025).rar
Depois do Carnaval, todo dia é quarta-feira de cinzas. É com essa premissa que a banda arapiraquense Casa da Mata lançou, em 30 de outubro, o EP Carnaval, obra que contrapõe a efervescência do festejo mais popular do país à nostalgia profunda que surge quando os últimos ecos da folia se desfazem. O lançamento marca um momento de transição criativa para um dos grupos mais consolidados do rock autoral alagoano. Conhecida por uma sonoridade marcada por riffs pesados, ecos setentistas, folk e baladas, a Casa da Mata concebeu o repertório do EP durante uma imersão de um fim de semana na remota praia de Miaí de Cima, em Coruripe, litoral de Alagoas. O encontro aconteceu na casa do guitarrista recém-integrado Nikolas França, cuja chegada ao grupo influenciou diretamente os rumos musicais do trabalho. Dessa imersão surgiram oito composições, das quais quatro foram registradas no EP: Carnaval, faixa-título; Coisas Que Já Se Apagaram; O Bote; e Filho do Dragão. A canção “Carnaval”, com letra de Ayrton Bispo (bateria) e melodia de Alan Lins (guitarra e voz), sintetiza o clima do disco ao abordar a melancolia que permanece após a festa — uma imagem que também funciona como metáfora para fim de ciclos e despedidas emocionais. As baladas “Coisas Que Já Se Apagaram” e “O Bote”, ambas de Alan, exploram afetos distintos: a primeira é um lamento sobre a partida de alguém que deixou marcas; a segunda, uma narrativa sensual sobre o encantamento dos primeiros encontros... Continue Lendo o Mira da Janela
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