domingo, 25 de outubro de 2020

Clementina de Jesus - Marinheiro Só (1973)...


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GG fez um post massa no instagram do volume morto sobre esse clássico da música brasileira e eu lembrei dos fins de semanas com familia e agregados reunidos da minha infância, sempre rolava feijoada e um dos Lps tocados era esse aqui. Eis nosso clássico do mês...

A essência do afro-brasileiro é acesa nos registros de Clementina de Jesus. A cantora, que tem sua vida confundida com a história do samba, sempre esteve ligada tanto aos gêneros musicais próprios de sua raça, quanto à cultura e à religiosidade. Rainha Quelé, como também é conhecida, tinha 72 anos durante a gravação desse álbum, mas a idade é só um detalhe. Um autêntico LP de samba, com batucada, cuíca e cavaco, mas com particularidades que tornam o 3º de Clementina um tanto especial. A começar pela tradicional canção de capoeira Marinheiro Só, eternizada por Clementina, que dá o nome ao disco e guia todo o repertório... Leia Mais

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sábado, 24 de outubro de 2020

Renê Freire & Thelmo Cristovam - C​-​Agardh (2020)...



Download: C​-​Agardh (2020).zip (ou vá no bandcamp do Selo Fictício linkado acima)

C-Agardh, segundo álbum do duo Renê Freire + Thelmo Cristovam é um trabalho marcado pela densidade e experimentações. Piano e sax “conversam” em texturas e harmonizações provocativas, abrasivas e sombrias. No texto de divulgação do disco temos a seguinte descrição: C Agardh é o nome de um gênero de algas, o sargaço que é parte integrante da experiência de viver em Recife. Invisível porém onipresente, pequenos fragmentos que formam uma massa densa e inescapável, forrando a parte mais profundo do mar habitável. As músicas que compõem a produção, Chromalveolata e Phaeophycea, foram gravadas ao vivo durante os eventos Distimia (1) e Musicac (2)... Leia Mais na Mirada Janela

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sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Wado - A Beleza Que Deriva do Mundo Mas a Ele Escapa (2020)...




Existe uma beleza única no som produzido por Wado e ela funciona de diferentes formas. Da colisão de ritmos que embala os versáteis Terceiro Mundo Festivo (2008) e Samba 808 (2011), passando pelo reducionismo de Vazio Tropical (2013) ou rock de 1977 (2015), cada novo registro entregue pelo catarinense radicado alagoano parece transportar o ouvinte para dentro de um território particular. Canções que preservam o lirismo agridoce que há tempos define as criações do artista, porém, partindo de um remodelado direcionamento estético, estrutura que se reflete com naturalidade no econômico A Beleza que Deriva do Mundo, Mas a Ele Escapa (2020, Lab 344). Sequência ao material entregue em Precariado (2018), o registro que conta com produção assinada pelo próprio cantor nasce como um ponto de ruptura dentro da extensa discografia de Wado. Livre da percussão que tradicionalmente embala as criações do artista, o músico investe na formação de uma obra regida pelas vozes e uso calculado dos arranjos. São orquestrações sublimes e fragmentos instrumentais que se revelam ao público em uma medida própria de tempo, sem pressa, proposta que orienta a experiência do ouvinte até a derradeira Sereno Canto... Continue Lendo no Miojo Indie

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Maria Sabina & a Pêia - Brincando com Fogo (2020)...




Totalmente cantável, decorável e adorável é Brincando com Fogo, álbum es estreia de Maria Sabina & a Pêia. Com pouco mais de 25 minutos, os brasilienses reúnem mensagens políticas, um som empolgante em uma mistura de guitarras, cavaquinho e percussão que resulta no pezinho batendo no chão, doido pra levantar da cadeira e vibrar no ritmo das canções. Dançante e engajado, o disco já começa com a energia lá pra cima, se mundo livre s/a tivesse um vocal feminino, seria esse o resultado. “A Desertora” abre o trabalho com uma mescla de sons do cerrado, guitarra malandra de Bruno Sodré e a voz marcante de Maria Sabina. O quarteto também conta com Bil Detrito Federal no baixo e Éveri Sirac no violão, backing vocal e sintetizador. Eu aposto que vocês vão cantar e querer sacolejar por ai... Leia Mais no Célula Pop

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quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Camomila Chá - Reconexão (2020)...




O banda potiguar Camomila Chá lançou nesta semana o segundo álbum de estúdio do grupo. "Reconexão" conta com seis músicas que tentam dialogar com o momento atual, através de um olhar para dentro e a busca de reconexão com a essência. Para o novo trabalho, Camila Pedrassoli e Juliana Furtado tiveram convidadas especiais, como Tiquinha Rodrigues, Vitoria de Santi, Marie Gabriella, Bia Wolf e Ju Strassacapa... Continue Lendo no G1RN

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SD9 - 40˚.40 (2020)...




Aguitarra de Jorge Ben é uma epítome da beleza carioca. O suingue, a malandragem, o calor e o prazer dão o tom de uma experiência de alegria idílica no paraíso do Rio de Janeiro, já consolidada no imaginário popular nacional e internacional. 40º.40, o primeiro álbum do MC carioca SD9, é introduzido pela guitarra de estilo Jorge Ben. Mas não demora para o cenário se transformar. Escritos com forte cunho cinematográfico, os versos de SD9 são como uma câmera passeando pela cidade e mostrando os diferentes aspectos das ruas em cenas panorâmicas complexas e ambíguas entre a festa e o crime, a diversão e a violência. Na faixa de abertura “Jukebox” ele apresenta a sua versão do Rio e retrata o cenário de suas crônicas: “Amarelo do sol, azul do mar/ Cinza asfalto quente, vermelho de sangue”. Em entrevista por Zoom, SD9 diz que queria que seu álbum “contasse uma história”, assim como Good Kid, M.A.A.D. City, de Kendrick Lamar, e Ready To Die, de Notorious B.I.G. E queria ainda que mostrasse a sua visão do Rio de Janeiro. Sobre o conceito do álbum, ele explica: “É uma junção da diversão, do prazer, da luxúria, disso tudo com a violência, com o sangue e o tráfico de drogas. O Rio é isso tudo ao mesmo tempo. E é em todo lugar”... Leia a entrevista nO Volume Morto

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quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Malu Maria - Ella Terra (2020)...




MALU MARIA, cantora e compositora, nos presentou com seu segundo disco “ELLA TERRA”,  projeto, que vem sendo feito desde 2019, já com três singles-clipes no ar: “ELA TERRA”, “A MENTIRA DOS HOMENS” e “O MAR LEVOU”. O disco conversa com o planeta, exaltando a natureza de forma profunda e construtiva. A cada faixa mergulhamos em um ambiente recheado de elementos da natureza, sussurros românticos e delírios poéticos. Uma obra delicada e assertiva ao momento que estamos enfrentando nesse ano de 2020... Leia mais no O Jardim Elétrico

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Fluhe - Sobre Nós (2020)...




“Sobre Nós” é o nome do disco de estreia do Fluhe, projeto solo do músico e compositor Chico Leibholz, ex-Boom Project, Soulstripper e Os Augustos. Um frenesi sonoro explorando movimentações intensas e excessivas acerca de instrumentais tão bem ritmizados e às vezes ruidosos e poluídos com a sonoridade urbana que tira qualquer um de sua razão. Essa é “Afã”. Faixa de abertura do disco “Sobre Nós”. Uma fórmula que não é secreta, mas com sonoridade que funciona bem como um remédio extremamente relaxante tipo os psicotrópicos naturais que nos deixam calmos e fazem viajar. Penetrante, firme, resoluto. “Sobre Nós” é isso! É todo o aglomerado experimental usado para fazer música, exprimir sensações, exalar a profundidade da mente humana. Fluhe foi impecável. Capaz de trazer elementos do rock psicodélico, progressivo, stoner e jazz. Em praticamente todas as 11 faixas do disco você percebe todas essas influências, e todas garantem a viagem mental que nós gostamos de fazer ao ouvir alguma música... Leia mais no Polvo Manco

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terça-feira, 20 de outubro de 2020

Sargaço Nightclub - Istmo (2020)...



Download: Istmo (2020).rar

Se tudo eu pudesse, eu moraria em Pernambuco, eita terra de música boa, e eu aqui não vivo só de rock gaúcho. Não posso esquecer da Bahia… então fico com a opção de qualquer lugar que seja nordeste ou norte. É que nesses dias aqui no sul, em que o inverno pega até a alma da gente, ouvir esse sotaque lá de cima, com som de sol, deixa tudo melhor. Mas não melhor que bolo de rolo, nem que um xêro, convenhamos. Então, os presentes de Pernambuco são muitos e acabei de receber um, diretamente de Recife, chamado Sargaço Nightclub, com seu disco de estreia – “Istmo”. Em um instante eu já peguei meu chapéu e corri achando que encontraria a praia, a brisa e areia tudo junto, com direito a milho verde. Só que às vezes, esse combo dito perfeito, não precisa ser a fusão de todos esses elementos (sol, areia brisa e milho verde), ele pode vir mais simples, como uma areia fofa pra caminhar. Coisas simples importam. E é assim que eu entendi a Sargaço Nightclub, o bom do simples. Formada em 2016 em Recife, a banda/duo é Marcelo Rêgo e Sophia França. Neste disco de estreia eles conseguem reunir temas universais e locais em quase 37 minutos. Vale conferir pelo que é em si... Leia mais no Célula Pop

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RATPAJAMA - MALFIORE (2020)...





RATPAJAMA é um projeto experimental darkwave do Ceará. Malfiore retrata os dilemas e labutas diárias da mente e corpo como personagens antagônicos e conflituosos...

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segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Pluma - Mais do Que eu Sei Falar (2020)...




O quarteto paulistano PLUMA lançou este mês de setembro o primeiro EP da carreira, intitulado “Mais do que eu sei falar”. O trabalho foi inteiramente produzido pelo grupo, formado por Diego Vargas (teclado/synth), Guilherme Cunha (baixo), Lucas Teixeira (bateria) e Marina Reis (vocal). A banda nasceu ano passado, como projeto de TCC da Faculdade de Belas Artes de São Paulo. O projeto deu tão certo que a banda se mantém na ativa mesmo após a formatura do curso de Produção Fonográfica. As músicas que compõem o EP foram gravadas no estúdio da faculdade e pós produzidas no home-studio do tecladista Diego. A mixagem ficou por conta de Hugo Silva e a masterização é de Carlos Bechet. O título “Mais do que eu sei falar” é o nome de uma das canções, e sintetiza um pouco da naturalidade do processo de composição entre os integrantes, que estavam muito soltos durante todo o tempo de trabalho e rolou muitas trocas de referências. ”As músicas falam por si só”, comentou o baixista Gui Cunha.... Leia Mais no 4 Cantos Música

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Fabulah - Fabulah (2020)...




Primeiro álbum da banda piauiense Fabulah. O trabalho homônimo tem 6 faixas que passeiam pela música regional, mpb e pop...

 

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domingo, 18 de outubro de 2020

Wicca Surf - Ultramar (2020)....



Download: Ultramar (2020).zip (se der erro vá no bandcamp acima)

Ultramar é o segundo disco da alagoana Wicca Surf, banda formada por Smhir Garcia e Julia Soares. Carregado de beats eletrônicos, solos de guitarra e o dueto de vozes dupla, o lançamento traz sete músicas gravadas em 2019. Nelas, terremotos, temporais e a iminência do fim do mundo surgem em meio a amores de internet e festas em bares de Maceió, emulando um imaginário que faz parte da rotina de jovens que vivem no limite entre um futuro distópico e a realidade espetacularizada...

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sábado, 17 de outubro de 2020

1983 - Dissonância Sessions (2020)...



Download: Dissonância Sessions (2020).zip (se der erro vá em ouça a session)

A Paranoia Musique apresenta, em parceria com a Dissonância Magnética, o primeiro episódio da Dissonância Sessions. Gravadas no quartel general da Dissonância Magnética em São Paulo, a ideia por trás das sessions é resgatar aquelas performances de bandas ao vivo em estúdios nas rádios mundo afora (somos fãs do John Peel, ok?) e que se tornaram uma febre em tempos de pandemia. Em cada edição, transmitiremos a performance de uma banda underground nacional pelo canal do youtube da Trauminha Records e, em seguida, os áudio serão lançados pela Paranoia Musique em nossa página do Bandcamp e nas outras plataformas digitais. Daremos a largada com uma das bandas que mais gostamos do novo cenário post-punk / coldwave nacional: 1983. A 1983 é formada por Dennis Monteiro (Days Are Nights, mateamargo, Nouvelle Vie), Nill Salles (Zviet) e Thiago Halleck (Gangue Morcego, Halleck)...

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sexta-feira, 16 de outubro de 2020

A Transe - Bad Vibes de Casal (2020)...




A dupla de folk-tropical A Transe dá as caras novamente após o elogiado disco Hora Dourada. O novo projeto de Francesca Pera e Fernando Zorzal é um reflexo do tempo presente, no qual luzes e sombras são evidenciadas pelo isolamento social, a recorrência da morte e o convívio excessivo entre quem coexiste fisicamente. Bad Vibes de Casal é um EP sincero e desnudo como pede o momento. “Se no primeiro lançamento tínhamos ido até o útero para criar nossas elaborações de nascimento e morte, Bad Vibes se instaurou em outra nave, em nossa casa, em nossa convivência”, argumenta o casal de artistas. “Esse supletivo de convivência e o mundo apocalíptico que vivemos trouxeram à tona egoísmos, comportamentos tóxicos, verdades e mentiras. As músicas surgiram em um momento onde vimos que nossa parceria afetiva poderia acabar - o EP veio como uma maneira de materializar toda essa bad das relações e descarregar ela nas músicas”...

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Marcelo Callado - Saída (2020)...




Marcelo Callado é normalmente referenciado – com justiça – a partir dos projetos pelos quais fez ou faz parte (Do Amor, Banda Cê, o excelente álbum com Nina Becker), mas a verdade é que se fosse necessário buscar uma “paridade” para sua música, seria com a de Arnaldo Antunes, uma de suas grandes influências. Assim como o ex-Titã, Callado transita entre entre rock e MPB e entre a estranheza e a acessibilidade pop. Também cabe citar o cuidado com a palavra, não só nas construções poéticas como na sonoridade, e a depuração dos arranjos, que evitam o excesso sem escapar para o minimalismo. Depois de três álbuns bastante diferentes entre si (“Meu Trabalho Han Sollo Vol. II”, de 2015; “Musical Porém”, de 2017; e “Caduco”, de 2019), Callado entrega “Saída” (2020). Esse quarto lançamento não traz tanto a carga pessoal dos dois antecessores, mas mantém tanto a influência do rock brasileiro do fim dos anos 60 e começo dos 70 como as dissonâncias e idiossincrasias inspiradas por “malditos” como Jards Macalé e Walter Franco. E se, musicalmente, não recupera todo o frescor exibido em 2017, também não investe tão profundamente no universo obscuro e dolorido de 2019... Leia o faixa a faixa no Scream Yell

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quinta-feira, 15 de outubro de 2020

nabru - Hearbeat (2020)...





A autenticidade é algo fundamental, dentro do campo artístico é certamente aquilo que separa o joio do trigo, e nesse quesito o novo EP da mineira nabru é mais um tijolo fundamental na sua construção. nabru vem com uma produção muito intensa e do ano passado pra cá já lançou os EP’s Marquises e Jardins (2019) e 0701 (2020) – este em parceria com o gxtv – a mixtape Porque Prefiro Falar de Amor(2019), e um bootleg Ao vivo no @MartheFestival (2020). Heartbeat EP (2020) é um quadro que reúne ritmo e poesia construindo uma pintura, um mural onde o seu objeto de desejo é envolto por toda uma paisagem, por um horizonte que o atravessa e nos apresenta um mundo. O mundo da nabru, aquele que ela tem construído, com o qual ela luta, nesse em que ela entra no seu devir mulher negra, um acontecimento sútil como sua voz, com a força de sua poesia... Leia mais no Oganpazan

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Riegulate - JUPITER (2020)...





Download: JUPITER (2020).rar (ou baixe no bandcamp acima)

Riegulate é o projeto solo de beats do músico, compositor e produtor Rieg Wasa, que nasceu nos Estados Unidos, cresceu na Alemanha e que vive em João Pessoa à quase 20 anos, onde criou e consolidou sua carreira musical em bandas como a Rieg, o duo D_M_G  e o projeto Orijah, além de ser um dos produtores do BBS Estúdio, que tem lançado e trabalhado com diversos novos nomes da cena de João Pessoa, da Paraíba e diversos locais do Brasil. “JUPITER” é um registro solitário fruto da interação do músico com os apetrechos eletrônicos e o computador e uma vasta imaginação. Partindo de uma viagem na sua mente, Riegulate trás referências do sci-fi que permeiam todo o álbum. O trabalho conta a trajetória de um astronauta perdido no espaço indo em direção ao planeta Júpiter, com muita influencia dessa temática espacial e do cyberpunk. As 9 faixas foram criadas ou desenvolvidas dentro da primeira temporada do projeto #30dias30beats e misturam muita música eletrônica com ambiência psicodélica e cheia de Synths e beats, hora dançantes, outras experimentais...

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quarta-feira, 14 de outubro de 2020

Cat Vids - Radicalíssimo (2020)...




Radicalíssimo foi o nome escolhido pela Cat Vids para o seu primeiro álbum de estúdio. Após lançar o EP Radical (2017), a banda formada por Pedro Spadoni (voz e guitarra), Paulo Senoni (guitarra), Aecio de Souza (bateria) e Tiago França (baixo) lançou na última sexta-feira (18) o seu novo trabalho. O álbum já está disponível nas plataformas digitais e teve como pontapé inicial a minissérie Como Gravar Um Álbum de Sucesso, lançada durante o primeiro semestre. Com nove faixas, Radicalíssimo conta com os singles “Dress Code”, “Cingarro” e “Já Chorei”, lançados ao longo do ano. Alem disso, tem ainda as participações de Bruna Guimarães (BRVNKS) e Chrisley... Leia mais no Audiograma

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Marina Afares - D I S S o L V e U (2020)...




Marina Afares faz de sua voz a linha que tece uma trama cheia de texturas e cores: De temáticas alegres e tristes, de despedidas e chegadas, de sonoridades de concerto a tradições populares da percussão. De tudo isso, nasce Dissolveu, primeiro EP de sua carreira. Da composição despretensiosa sobre as placas de pousadas até canções sobre a fuga de uma mulher escravizada de um eminente estupro, Marina se firma no passado ancestral para se lançar no presente registro. Ela atualiza debates, lamenta, celebra e mostra que há todo um arsenal de ferramentas para hackear sistemas, estatísticas e estereótipos enquanto uma mulher negra no Brasil. Com produção musical de Leandro Canhete e mixagem e masterização dele em parceria com Janja Gomes, o EP é uma gravação realizada no Estúdio Medusa, em São Paulo... Leia o Papo na Noise
 

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terça-feira, 13 de outubro de 2020

Verossímio - Verossímio EP (2020)...




Explorando sonoridades que vão da nova MPB ao alternativo, passando por influências do soul ao afrobeat, Verossímio é a nova faceta artística do cantor, compositor e instrumentista carioca Cadu Marconi. No projeto, que lança seu homônimo EP de estreia, ele faz questionamentos irônicos e poéticos da vida contemporânea. O trabalho está disponível em todas as plataformas de música digital. “Esse lançamento representa uma guinada rumo a um lirismo mais pessoal, como o nome do projeto insinua. E com isso poder experimentar histórias e jeitos de contar ou cantar, com foco menos no formato banda, solos e efeitos, e mais na canção”, explica o artista... Leia Mais no Peneira Musical

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Ferne - Fernê EP (2020)...




Refrescante como um gole de fernet com coca-cola, o som da Fernê é o resultado do encontro entre amigos que estudavam em colégios próximos. Na bagagem eles contam diversas referências e isso fez com que o som da banda que se iniciou como um folk project fosse ganhando guitarras dissonantes, timbres e arranjos muitas vezes experimentais. Embora jovens, eles são bastante proativos e também participam de outros projetos. A formação conta com a vocalista Manuela Julian (Pelados), Chico Bernardes na guitarra e voz, que no ano passado lançou disco solo, Theo Ceccato (Laura Lavieri e Sophia Chablau) na bateria, Tom Caffe no baixo e Max Huszar (Dr. Carneiro) na guitarra – que acabou entrando na banda após a gravação do primeiro EP. O debut, inclusive, foi gravado na K7 no Estúdio Canoa numa Tascam de 4 canais com o produtor e engenheiro Thales Castanheira (Goldenloki e Gumes), o que definitivamente dá todo um ar vintage das referências do grupo que passam por artistas como Grizzly Bear, Dirty Projectors, My Bloody Valentine e Sonic Youth, cada um em uma dosagem diferente... Leia mais no Hits Perdidos

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segunda-feira, 12 de outubro de 2020

Arthuri - Volume de Coisas Esquecidas (2020)...




sobras, demos e coisas esquecidas do artista lo-fi potiguar Arthuri...

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Kolx & Keith - Tipos de Rochas & Minerais (2020)...





A mixtape “Tipos de Rochas & Minerais” é o tórax linguístico de kolx (Underismo) e o olhar sintetizante de Keith (Guild). O projeto de estreia dos dois artistas foi lançado no dia quatro de setembro do ano de 2020. A mixagem e masterização foram feitas pelo engenheiro de som, SE7E (Guild), a captação de voz por DeusNoBruxo (Underismo), no estúdio Kaffeína Record’s e a identidade visual geral pelo artista torajjjosu. Com 37 minutos, divididos entre “ambiências”, interlúdio e faixas, o disco abre uma rachadura no meio de seu próprio organismo para efetivar um harmônico estudo de si. A presença de vozes em variadas intensidades, expressam o tom de cada ser existente no universo da mixtape, surgindo de forma material ou imaterial. Assim como, os instrumentais hospedam os seus sentimentos, as suas vontades, as suas características. Segundo kolx, o projeto é mais do que nutrir uma história com início, meio e fim, ele apresenta ao ouvinte uma análise sobre as consequências do intemperismo humano. “É transformar-se; o corpo do ser é uma rocha, onde seus órgãos são os variados tipos de minerais.”, explica...

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domingo, 11 de outubro de 2020

ehoro - Tautologia 2 (2020)...



Download: Tautologia 2 (2020).rar (ou vá em ouça)

"Tautologia 2" é o segundo ato dos trabalhos de ehoro, alter-ego do portovelhense Ramon Alves. Em 45 minutos de força, o músico se utiliza de sintetizadores, de seu contrabaixo e de ambient recordings para construir um ambiente sonoro ruidoso, grave e meditativo. Todas essas vozes, se existem, querem dizer a mesma coisa. Ramon Alves, artista portovelhense fundador da banda Tuer Lapin e do Desmanche o Selo. Utilizando a repetição e as texturas eletrônicas como plataforma, ehoro trata-se de um projeto de exploração de um homem só....

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sábado, 10 de outubro de 2020

Zonbizarro - Redentor (2020)...



Download: Redentor (2020).zip (se der erro, bote o mail no bandcamp acima)

Redentor, EP com 3 músicas composto e gravado entre 2016 e 2018 pela banda Zonbizarro, conta com a formação já antiga da banda, uma vez que João Victor Lopes, que assumiu os baixos em 2017 com a saída de Marcelo Sponchiado, deu lugar ao retorno do mesmo em 2020. As três músicas - Erros, Tic-Tec e Ao Arder - revela uma banda menos experimental e agressiva, bastante melódica mas com as dinâmicas e peso que marcam a identidade do trio. Ao longo dos pouco menos de 16 minutos a banda entrega nas letras a importância de superar traumas, valorizar vivências e refletir sobre a distância. Coincidentemente, ele foi composto e gravado em um contexto muito similar ao atual, de isolamento, reflexão e paciência. Com baterias e baixos gravados, Rafael teve que se mudar para São Paulo, levando as tracks com ele e gravando o que faltava em casa. A vida numa cidade estranha, sem amigos e sem muito lazer pelo alto custo da de vida reflete bem o que estamos vivendo agora em plena pandemia. O lançamento já estava planejado para 2020 e a banda decidiu manter o cronograma mesmo com a situação atual do mundo, para dar vazão a este material e abrir espaço para novas criações...

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sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Lau e Eu - O Futuro Está Distante (2020)...




O que é ser artista dentro da estrutura da sociedade contemporânea? Um dos discos que chegou a encostar no tema logo em seu título foi Artista Igual Pedreiro, do Macaco Bong, que assim como o novo álbum do sergipano Lauckson, que assina seus trabalhos como Lau e Eu, disserta sobre a criação e o consumo da arte em nossos tempos. Para ilustrar isso o músico escreveu um Manifesto (confira no final da matéria). O EP O Futuro Está Distante (YB Music, Matraca Records) conta ainda com um curta-metragem conceitual e participações especiais. “Se O Nosso Amor Fosse São Paulo”, tem vocais de Laura Lavieri. Enquanto isso, Julia Valiengo (Trupe Chá de Boldo) e Marcelle participam da faixa “Fiquei Ali Pensando”. A faixa introdutória também conta com trechos de Alex Sant’Anna. Na bateria Theo Cecato, no baixo Pedro Bienemann, nas guitarras de Dreg (Phill Veras/YMA) e Bienemann também, Synths do Leon Sanchez (YMA) aparecem em faixas como “Se o Nosso Amor Fosse São Paulo” – os músicos costumam acompanhá-lo durante as apresentações ao vivo. No projeto o músico se multiplica e assina a direção de todas as atribuições e formatos explorados dentro da narrativa... Leia mais no Hits Perdidos

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Guilherme Held - Corpo Nós (2020)...

Ouça

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Proeminente em discos e shows produzidos na cena paulistana ao longo dos anos 2010, o toque pontiagudo da guitarra de Guilherme Held sempre deixou evidente que o músico paulista – nascido em Araçatuba (SP), mas há anos em cena no organizado caos cinzento da cidade de São Paulo (SP) – é discípulo de Alexander Gordin. Guitarrista made in China, Lanny Gordin – como é conhecido artisticamente no Brasil este músico fundamental na criação da identidade musical da Tropicália – é seguido por Held com devoção e também com a certeza de que ele próprio, Held, já deixou marcas na música brasileira contemporânea do século XXI com os toques psicodélicos, climáticos e/ou roqueiros da guitarra Gibson de seis cordas. Tanto que discípulo e mestre se irmanam sob os improvisos livres de Pingo d'água (Guilherme Held e Lanny Gordin), música que encerra o primeiro álbum de Held, Corpo nós, programado para chegar ao mercado fonográfico na sexta-feira, 2 de outubro. O encontro legitima a trajetória de Held, mas não espere ouvir no disco muitos solos da guitarra Gibson 335 manuseada pelo músico com metade das 12 cordas originais. Em Corpo nós, Held quer conquistar ouvintes com a rebuscada trama de timbres que encorpam repertório autoral e que vão além do universo musical de Gordin. É o compositor que pede passagem no disco, se sobrepondo ao guitarrista, por mais que haja eventuais experimentações feitas na guitarra – como na gravação de O homem triste (Guilherme Held e Romulo Fróes), música cantada por Iara Rennó – e por mais que haja também um ou outro solo, como o feito na introdução já aliciante da inspirada música que abre o álbum, Tempo de ouvir o chão (Guilherme Held e Clima), composta com evocações intencionais do cancioneiro de Milton Nascimento no Clube da Esquina... Continue Lendo no TVKWeb

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quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Bossa Noise - Flutuar (2020)...




Há quem diga que a arte é fuga. Que o mundo criado pelo artista é uma possibilidade de despressurizar as intensas forças da realidade concreta, em direção a um refúgio de leis próprias no qual o exercício de controle traz alívio e sensação de segurança. Para o paulistano Lucas Rechtman, a arte não poderia estar mais longe desta definição. Nascido em Tiradentes, extrema Zona Leste de São Paulo, e criado no Bom Retiro, o multi-instrumentista e produtor tem experienciado sua ânsia artística por meio de diferentes projetos. Foi baixista da banda Luzia entre 2016 e 2017 e enveredou por caminhos internacionais em uma residência artística em Seattle e na Califórnia, onde organizou eventos que mesclavam gastronomia e música, promovendo intercâmbio entre as culturas brasileira e americana. Assim, contrária àquela primeira definição, a arte do jovem paulistano nunca pareceu se refugiar, mas, sim, lançar-se ao mundo – reunir suas experiências e se deixar vulnerável perante o mundo. E é justamente desta vulnerabilidade, deste desejo de se colocar no mundo que Flutuar, seu primeiro disco autoral, nasce. Para isso, Lucas veste a persona de Bossa Noise, um nome que deixa clara em sua construção a existência de contradições essenciais para a composição deste disco. A “bossa” vem no sentido mais faceiro, do sentimento mais suave que permeia o termo e com direito a algum intertexto do gênero durante as composições, ressignificadas sob uma roupagem Lo-fi. O Noise, por sua vez, não vem de uma maneira explícita na sonoridade, mas como reflexo daquilo que Lucas, por meio de sua música, digere. Ao escolher usar sua arte como enfrentamento, todo o barulho de fora é internalizado, ao invés de posto de lado. O “noise” se encontra nas minúcias de Flutuar pois, apesar de um disco que explora tons mais brandos, ele é produto de muita reflexão sobre o caos... Continue lendo no Monkey Buzz

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Tukum - 22 dias a pé (2020)...





Tukum – Bando de Criação é um jovem trio multiartístico, formado pelos cariocas Bruno Olivieri e Luísa Pitta e o paranaense Flávio Cardoso, que acaba de lançar seu primeiro álbum autoral em 2020. A saber, a cada 40 dias eles lançavam um novo single nas plataformas digitais junto ao videoclipe da canção, em seu canal do YouTube. E agora, finalmente, ele está completo nas plataformas digitais. Entre milhões de poeiras estelares, essa galera se juntou para fazer esse bom trabalho artístico que vem dando frutos. Desde vozes que se complementam até aquele gosto nômade de estrada e de um Brasil mais lúdico e esperançoso. É um mar de criação num sertão criativo. A princípio, o primeiro álbum surgiu após um período de várias viagens do trio pelo Brasil com um teatro móvel. Dessa forma, inspirou uma série de composições autorais. Eles se definem, irreverentemente, como “cantatores”... Leia Mais no Vivente Andante

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quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Jovem Esco - Free Esco (2020)...




Esse ano apesar de ser um ano totalmente fora da curva devido à pandemia, a cena musical brasileira tem trabalhado bastante e tivemos diversos trabalhos ótimos até o momento. E um deles sem dúvidas é o álbum “Free Esco” do talentoso Jovem Esco, um álbum que traz diversas participações e flutua entre os gêneros e tabus do proprio rap nacional. O disco abre um leque maior sobre o Jovem Esco ele traz coisas já apresentadas do artista no seu trabalho anteriores como no “Degustando Flores” a diferença é que em Free Esco, ele consegue trazer diversos estilos e consegue manter sua identidade independente das participações. Por mais que rap com violão ou com um beat mais melódico e comercial ainda seja um tabu dentro do cenário, Jovem Esco não se importa com isso e faz uma junção de diversas coisas dentro do projeto, exemplo nas transcrições das músicas logo no começo do álbum... Leia mais no Black Pipe
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Ana Paia - vc n sabe como eu sou (2020)...


soundcloud.com/anainsuportavel

Download: vc n sabe como eu sou (2020).rar


Hoje é o lançamento do EP da Ana Paia – Você não sabe como eu sou. Esse EP foi gravado pela Ana em sua própria casa com a ajuda de sua namorada Natascha Dias. Um estilo lo-fi triste e melódico. Me lembra muito a vibe do primeiro EP da Ana, chamado Atelofobia. Escrevemos sobre esse EP e outros em 5 projetos solos que você precisa conhecer. Foi a partir daí que eu conheci a Ana, que na época era apenas Ana Paula e hoje se intitula Ana Paia, embora, ela que de “paia” não tem nada. A Ana Paia é uma artista que eu acompanho de perto sempre, seja pelos suas cachorrinhas fofas que enchem meu Instagram de alegria, mas principalmente por suas músicas que me cativam facilmente... Leia a resenha no Rebobinados

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terça-feira, 6 de outubro de 2020

Marcelo D2 - Assim Tocam os MEUS TAMBORES (2020)...




Assim Tocas os MEUS TAMBORES, novo disco de Marcelo D2, tem um paralelo bem interessante com o livro “Slumberland“. Nele, Ferguson Sowell (DJ Darky) cria um beat complexo que impressiona todos os beatmakers do seu grupo. Algumas propostas de compra chegam, mas a intenção é deixá-lo perfeito. Para isso, ele vai à Alemanha tentar encontrar um lendário jazzista, Charles Stone (Schwa) – que pode não estar vivo. Só com a ajuda dele, o DJ Darky conseguirá aperfeiçoar sua batida. Nessa jornada, ele se torna um sommelier de jukebox num bar voltado aos amantes de jazz. E então, é ali que a magia acontece. Então, o que o romance do Paul Beatty tem a ver com Assim Tocam os MEUS TAMBORES? Quase tudo! Não sei se D2 leu a história em algum momento, mas há uma conexão na busca de Ferguson e o processo de produção que o rapper escolheu. Por conta do isolamento social, o MC carioca decidiu fazer um projeto para falar do momento caótico que o mundo vive. Essa também foi a forma que ele encontrou para se “isolar” dos haters, principalmente após as críticas (no Twitter) direcionadas ao atual presidente e ao governador de São Paulo. O lugar de refúgio foi o Twitch, plataforma de streaming de vídeo ao vivo. Lá, Marcelo Peixoto se reuniu com o seu público (quem estava afim de se envolver) e em tempo real chamou beatmakers, produtores, rappers, um historiador, poetas e cantores para colaborar no álbum... Continue Lendo no PerRaps

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João Thomé - Náusea (2020)...




Testar novas coisas e a nossa própria criatividade é uma forma de dar significado aos nossos pensamentos e sentimentos, e a arte é capaz de proporcionar tal experiência sem muitos esforços. Pensando nesse meio artístico que faz surgir elementos de muito valor a todo momento, neste texto saudamos um talento notável e surpreendente e ligamos os holofotes para o projeto independente “João Thomé". O artista João Henrique, de Goiânia/GO, marca presença na primeira arte por meio de seu projeto solo, iniciado em janeiro de 2020. Com o propósito de criar um álbum influenciado pelo indie e pelo synthpop... Leia mais no Sidetrack

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segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Caio Chiarini - Caio Chiarini e a Contrabanda (2020)...




Caio Chiarini e a Contrabanda é o meu mais novo projeto do guitarrista que acaba de finalizar o primeiro disco. Formado por Caio Chiarini (guitarra e violão), Alisson Amador (vibrafone), Victor Gagete (contrabaixo) e Arnaldo Nardo (bateria). A proposta desse grupo é executar repertório autoral tendo como principal vertente a música instrumental brasileira e o jazz.  Caio Chiarini e a Contrabanda tem como influências artistas da música brasileira e internacional...

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Tamara Franklin - Fugio - Rotas de Fuga Pro Aquilombamento (2020)...




Salve, JH na área. Rap (e a arte como um todo) é, para muitos, sobre essência. Esse conceito é intrínseco na arte de Tamara Franklin, MC mineira que coloca o que ela é não no plano de fundo, mas em primeira instância, na frente de sua música: mulher afrodescendente diaspórica. Distribuindo raça, etnia e ancestralidade em cada linha e timbre a artista constrói “Fugio”, seu segundo álbum de estúdio. Esse disco é uma enorme evolução desde o primeiro álbum de Tamara, “Anônima”, lançado em 2015. O álbum de estreia deixava a desejar por soar como um grande compilado de ideias – o que é até certo ponto literal, já que ali estava um apanhado do que a MC, que rima desde os oito anos de idade, havia feito durante sua vida – e pouco conciso, passando por sonoridades e escritas muito distantes. No entanto, o projeto já fez o que possa ser talvez a coisa mais importante em um trabalho de estreia: mostrar ao mundo o talento e potencial do artista, e isso foi certamente visto, sobretudo na excelente caneta. Saindo do debut, a rapper queria construir algo mais coeso, e isso foi totalmente atingido em “Fugio”... Continue Lendo no Rap Shit

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domingo, 4 de outubro de 2020

Teto Preto - Pedra Preta REMIXES (2020)...




Como transportar para dentro de estúdio a mesma força e atmosfera caótica que embala as apresentações da Teto Preto? Ponto central do imenso turbilhão criativo que vem movimentando a cidade de São Paulo desde o início da presente década – vide diferentes festas de rua e eventos de ocupação do centro, como a Mamba Negra –, a performance do coletivo paulistano assume nova formatação em cada uma das oito faixas que marcam o primeiro álbum de estúdio do grupo, Pedra Preta (2018, Mamba Rec). Uma interpretação polida, mas não menos significativa de tudo aquilo que sintetiza a estranheza e o caráter contestador do projeto comandado por Laura Diaz (CarneOsso). Consumido pela força das batidas, vozes berradas e ruídos eletrônicos que encolhem e crescem a todo instantes, Pedra Preta reflete com naturalidade a atmosfera delirante da capital paulista, porém, sempre apontando para fora, como uma fuga desse mesmo universo. São colagens e ambientações estéticas que acabam valorizando a presença de cada integrante relacionado ao projeto, além de Diaz, completo pela presença de Loic Koutana (performance), Pedro Zopelar (sintetizadores, bateria eletrônica), Savio de Queiroz (sintetizadores, bateria eletrônica) e William Bica (percussão, trombone)... Leia Mais no Miojo Indie

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sábado, 3 de outubro de 2020

Liniker & Os Caramelows - Ao Vivo no Recbeat Festival (2020)...


www.linikereoscaramelows.com

www.recbeatfestival.com

Veja/ Ouça o Show

Download: Liniker & Os Caramelows - Recbeat Festival (2020).rar


Áudio bootleg da apresentação da cantora Liniker e sua banda Os Caramelows na edição deste ano do Recbeat Festival, que acontece dentro do carnaval de Recife. Na apresentação, Liniker e banda revisitam sons antigos e apresentam canções do álbum mais recente. Por se tratar de um bootleg, aconselho usar fones...

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sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Jonathan Tadeu - Intermitências (2020)...




Intermitências não é um álbum sobre a pandemia. É importante registrar essa informação pois, apesar de ter sido completamente produzido no período daquilo que viemos a chamar de “quarentena” (insira muitas aspas), o novo álbum de Jonathan Tadeu provoca outras feridas, levanta outras questões. Intermitências não é um álbum sobre pandemia, portanto: talvez seja sobre se encontrar ainda que na solidão, no vazio de uma vida fatigada pela rotina, na percepção de que talvez falte ânimo pra aguentar lugares e pessoas e que, sim, alguns lugares e pessoas precisam ir embora...

Amanhã (aka sábado) tem show online de lançamento no PodLixo Festival 2! Fica esperto e saca tudo sobre o evento AQUI!

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Jadsa & João Meirelles - TAXIDERMIA vol. 1 (2020)...




Taxidermia é uma antiga técnica de atulhar um animal morto com palha para conservação de suas características. Foi essa referência que Jadsa Castro e João Meirelles encontraram para batizar o EP que produziram juntos e que acaba de ser lançado. ‘Taxidermia’ serve como uma prévia de ‘Olho de Vidro’, primeiro álbum cheio da cantora, compositora e produtora baiana. Olho de vidro é também a parte fundamental da taxidermia, o que dá “vida” ao animal empalhado. A relação dos termos é parte do processo colaborativo e experimental que Jadsa e João estão criando juntos e ‘Taxidermia’ é o primeiro fruto disso. Essa construção foi iniciada em 2019 com as gravações de ‘Olho de Vidro’ no Red Bull Studios, em São Paulo. João Meirelles, que integra a banda BaianaSystem, será o produtor do álbum de Jadsa, que deve ser lançado ainda em 2020 com apoio do Natura Musical. A relação dos dois, no entanto, vem de muito antes, como eles contam nessa entrevista, em que eles falam também sobre o EP, seu processo criativo, produção e muito mais... Leia mais no El Cabong

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quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Filosofino - 1º Ato (2020)...




O Filosofino é um projeto multimídia que soma rima ao som de batidas regionais e experimentais, se apropriando da poesia de rua com características de rap, cordel e embolada. Realizando intervenções visuais baseadas em estéticas afro, futurista e cyberpunk... 

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JuPat - Nadando com Peixes que Voam (2020)...




Depois de defender seu nascimento, recriando e enfrentando o mundo como artista e mulher trans, JuPat está pronta para outros mergulhos registrados em seu segundo disco autoral, “Nadando com Peixes que Voam”. “Em 2018, quando divulguei o álbum “Toda Mulher Nasce Chovendo”, estava no meio de uma tempestade. Aquela estética, do rap, me ajudou a trazer essa força de luta e de resistência. Encerrado esse ciclo, veio a necessidade de águas mais leves, mais profundas. Agora, exploro novas camadas, conto histórias inclassificáveis, investigo as belezas das surrealidades rotineiras, faço um convite à crença do absurdo e me entrego ao encontro da poesia que mora nessas contradições naturais. Incluindo a história de peixes que voam e de corpos trans sujeitos ao amor. Aliás, esse é um registro sobre o amor e sobre a história de um amor possível”... Leia Mais no Não me Kalo

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quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Hominis Canidae - Hominis Canidae #124 - Setembro (2020​)​.​.​.




Olá, chegamos ao fim do mês de Setembro do ano que acabou em março. Tá bem complexo articular as ideias, eu sei que não é só pra mim, pra vocês também. 75% do ano já foi e a música brasileira segue soltando bons trabalhos. Essa mixtape é basicamente formada por sons lançados em 2020, a grande maioria nos últimos 2 meses (Saca o setlist aqui). O single inédito que fecha a mix, é "7 Billions Souls", o primeiro single de "JUPITER", álbum de beats do artista americano/alemão/paraibano Riegulate, que será lançado em outubro pelo nosso selo, o Hominis Canidae REC. Riegulate falou um pouco sobre a faixa: "7 billion souls foi criada no último dia da ação #30dias30beats. Tanto a música, quanto o clipe foram produzidos num dia só e bem no inicio da pandemia e o lockdown. Todo mundo inseguro e com medo do que poderia chegar a vir, as incertezas e o recorrer a tecnologia para se sentir cuidado. Do nada, temos lives todo dia, reuniões da empresa e da familia no zoom, conectados sempre em todo lugar da casa, enquanto lá fora, o mundo desmorronando. Isso é o novo normal? Isso é a frase magica que vai nos fazer nos tranquilizar?". Saca o clipe abaixo e faz o PRE-SAVE do álbum aqui!


A arte de capa da nossa #coleta124, foi feita pelo designer pernambucano Henrique Albuquerque. Ele falou um pouco da ideia e da forma como foi feita, saca ai: "É um experimento gráfico que utiliza códigos para gerar imagens e animações. Dependendo da programação isso acontece de maneira aleatória ou com mais precisão e controle."

Ele também criou uns videos que postamos em nossas redes nesse periodo pré lançamento da mixtape. O camarada ta disponível pra trampos colaborativos e projetos com bandas/artistas! Cola no instagram dele pra ver mais trabalhos e troca uma ideia!

Essa mixtape não deve ser comercializada, apenas disseminada o máximo possivel na internet! Inclusive se quiserem criar playlists nos streamings/ youtube da vida, caso estejam todas a faixas, manda pra gente que a gente dissemina! A coleta serve como um resumo do que rolou no blog esse mês e também é mais uma maneira de conhecer e sacar os novos sons feitos no Brasil, nesse momento tão complexo de nossa existência. O país tá literalmente pegando fogo, se você puder ficar em casa, tente fazer isso ao máximo!

Ouça música brasileira, apoie os artistas que você gosta como puder!
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terça-feira, 29 de setembro de 2020

Persechini - Placentário (2020)...



Download: Placentário (2020).zip (ou vá em ouça)

"Placentário" é uma bomba imersiva. É difícil ouvir os 21 minutos do EP sem se pegar hipnotizado em algum momento, sentindo apenas os graves das canções e absorvendo inconscientemente cada letra. Saindo da zona de conforto do rock mais rapidinho e do hardcore, caminho que André Persechini vem trilhando desde 2002 na cena independente, seu EP de estreia pela Rapadura Records traz melodias hipnotizantes e bem brasileiras... Via Rapadura Records

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Pinscher Attack - Paranóia Surf (2020)...



Download: Paranóia Surf (2020).zip (ou vá no bandcamp acima)

Novo EP do casal de hardore rábico Pinscher Attack, lá de Montes Azul Paulista. Mantendo a qualidade sonora em 3 faixas rápidas e acachapantes, com direito a uma versão improvavél de Arnaldo Antunes...
 

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segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Coletivo Criança Errada - criança errada vol​.​1 (2020)...



Download: criança errada vol​.​1 (2020).zip (ou vá no bamdcamp acima)

O coletivo Criança Errada está lançando o álbum Vol. 1. Com letras que abordam a violência policial e questões sociais problemáticas do Brasil, o grupo apresenta aqui uma mistura de influências que vão do punk com percussões, beat eletrônico e samba. Em "Vol. 1", são sete composições inéditas, além de uma versão da música "Os Vampiros", do compositor português José Afonso. Os integrantes que gravaram este Vol. 1 também são conhecidos por outros trabalhos autorais em Porto Alegre. A banda nesta gravação foi formada por: Daniel Hartmann (Trabalhos Espaciais Manuais); Gustavo Gaspar Almeida (Trabalhos Espaciais Manuais e La Digna Rabia); Gustavo Pflugseder; João Pedro Cé (Trabalhos Espaciais Manuais, Pretagô) e Tiago Decker Medeiros... 

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