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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019
Amiri - O.N.F.K. (2019)...
Download: O.N.F.K. (2019).zip
Eu, como todos vocês, estava esperando há muito tempo por esse disco do Amiri e, como era de se supor, ele não deixou a desejar. Pelo contrário, poucas vezes eu senti algo parecido ao ouvir um disco pela primeira vez; talvez quando ouvi Ordem de Despejo ou Non Ducor Duco. Para dar vida a essa obra prima Amiri se aliou ao produtor e beatmaker Deryck Cabrera, colaborador de longa data, à cantora Lilly B que imprimiu uma voz linda nos refrãos de Não Mete o Louco e Se eu Morresse Hoje, dois dos pontos altos do disco, e à MUDROI, da qual um dos sócios é o MC, beatmaker, produtor e dono dos meus ouvidos, Parteum. Como resultado dessa parceria ficamos todos nós que ouvimos o disco sorrindo ao mesmo tempo.Algo que precisa ficar claro no início dessa resenha é que em nenhum momento vocês verão uma afirmação minha de que o Amiri lançou o melhor disco do ano, o melhor disco da década ou o melhor disco desde Nó na Orelha. Pra mim, arte não se resume a técnica ou a características mensuráveis que possam servir como parâmetro de comparação entre as obras. Pra mim a arte possui aspectos de identificação, conteúdo e catarse que não são quantificáveis ou comparáveis. Acho que essas classificações, rankings e etc. funcionam bem para produtos, mas para uma obra como essa do Amiri e como tantas outras lançadas esse ano não cabe esse tipo de comparação. Dito isso, ao meu ver O. N. F. K possui três dimensões muito importantes que serão o foco dessa resenha. A primeira é o impacto que essa obra produz nos ouvintes negros, a segunda dimensão é o impacto que ela pode causar na cena de rap atual e a terceira vem no final da resenha... VIA
terça-feira, 21 de abril de 2015
Amiri - Capítulo 4 (A Caminho da Origem) EP (2015)
Download: Capítulo 4 (A Caminho da Origem) EP.zip
"Estamos acompanhando o Amiri já faz um tempo, e sempre percebemos o teor de seriedade de suas letras. Seu último trampo, "Vida de Negro", é uma crítica social fodida, que chegou com os dois pés no peito dos ignorantes que usavam aquela hashtag #somostodosmacacos, lembra?", continue lendo no Noisey.
sábado, 15 de fevereiro de 2014
Amiri - Mixtape Antes, Depois (2014)...
Download: Mixtape Antes, Depois (2014).zip
Paulistano do grupo DiQuintal e do coletivo Som Sujo, Amiri chegou a fazer um agito dos bons no cenário do rap como soberbo Êta Porra (2012), que foi lembrado por poucos como um álbum promissor nessa cena que tem mais se bagunçado do que encontrado um possível rumo. Amiri ainda não deu indícios de lançar um novo disco, mas deu uma chance aos neófitos de acompanharem a sua grandiloquência musical. Ele lançou agora a mixtape Antes, Depois, que tem um propósito bem definido: mostrar canções que não fizeram parte dos discos anteriores, mas que são antigas, e que não irão entrar em um próximo trabalho. A mixtape tem 21 canções de grande força, mesmo quando traz beats de outros rappers (como Nas)... VIA
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Amiri - Trinca EP (2013)
Download: Trinca.zip
E aos 45 do segundo tempo de 2011 eis que surge uma nova aposta pro ano que vem. A pancada “Êta Porra” é o primeiro lançamento do jovem Amiri, e quem apresentou pro mundão foi o MC (e arquiteto do hip-hop, mas isso é papo pra outro dia) Kamau na noite de sexta-feira. (Continue lendo a entrevista na VICE)
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Amiri - Êta Porra! EP (2012)
Download: Êta Porra!.zip
"Finalmente saiu o disco do rapper Amiri, integrante do grupo DiQuintal e do coletivo Som Sujo. No final do ano passado, Amiri lançou o hit “Êta porra!”, música visceral que também dá nome ao EP e teve mais de dez mil plays em sua página no SoundClound. Desta vez, Amiri vem com o pente carregado e tem em seu time de produção artistas como Hadee (Estúdio SomSujo), DJ Lucas Latif e Marcílio Grabriel, responsável pela masterizacão do EP que tem 10 faixas. Amiri produziu oito delas. Como já era de se esperar, revolta, negritude e ironia estão presentes em “Êta porra!”. Ao lado das letras, os beats que vão do rap tradicional ao som percussivo, passando por colagens e trechos de instrumentais do rap norte-americano, são o grande destaque do primeiro trabalho solo de Amiri.", Central do Hip Hop.
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