É lindo ver como a cena independente brasileira continua revelando artistas que carregam uma identidade tão forte quanto autêntica. Em um momento em que tantas produções parecem seguir a mesma fórmula, encontrar trabalhos que realmente possuem uma personalidade própria é quase um respiro. E foi exatamente isso que aconteceu quando escutamos “Minha cidade deixa de existir”, novo álbum de Artur Miranda. Um disco diferente, sensível e profundamente honesto, onde é possível sentir a força do shoegaze, do indie e do rock alternativo que só o Brasil consegue transformar em algo tão íntimo. Existe uma melancolia muito particular em cada faixa, mas ela nunca pesa. Pelo contrário, ela acolhe... Continue Lendo no Divergentbeats
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segunda-feira, 3 de agosto de 2026
Artur Miranda - Minha Cidade Deixa de Existir (2026)...
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É lindo ver como a cena independente brasileira continua revelando artistas que carregam uma identidade tão forte quanto autêntica. Em um momento em que tantas produções parecem seguir a mesma fórmula, encontrar trabalhos que realmente possuem uma personalidade própria é quase um respiro. E foi exatamente isso que aconteceu quando escutamos “Minha cidade deixa de existir”, novo álbum de Artur Miranda. Um disco diferente, sensível e profundamente honesto, onde é possível sentir a força do shoegaze, do indie e do rock alternativo que só o Brasil consegue transformar em algo tão íntimo. Existe uma melancolia muito particular em cada faixa, mas ela nunca pesa. Pelo contrário, ela acolhe... Continue Lendo no Divergentbeats
quarta-feira, 10 de abril de 2024
Artur Miranda - Aquela Noite Passou Como um Instante (2024)...
Com apenas 20 anos de idade, o músico Lageano Artur Miranda lança, na sexta-feira (26), seu segundo trabalho autoral: o álbum ‘’Aquela Noite passou como um Instante’’. Assim como fez em seu álbum de estreia (‘’Fuja de Si Mesmo e Não Volte Nunca Mais’’, de 2022), Artur compôs, gravou e produziu sozinho todas as faixas deste novo lançamento – tendo tocado todos os instrumentos presentes no mesmo. Ele, porém, define os seus dois trabalhos como Lo-Fi (abreviação de Low-Fidelity: ‘’Baixa Fidelidade’’, em inglês), pelo fato de que os mesmos não seguem padrões profissionais de captura de som, optando por uma produção minimalista e mantendo traços mais caseiros e imperfeições como estéticas sonoras. Os dois álbuns foram gravados no quarto de Artur, e não em um estúdio profissional. Entretanto, o músico reconhece que este novo trabalho é bem superior ao seu antecessor em questões de mixagem e masterização de áudio, e alega que vem buscando evoluir como produtor musical... Continue Lendo no Folha da Serra
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