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quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

Sam Nóbrega - Ponta de Dois Lados (2024)...





Nascido em Recife, Brasil, e atualmente residente em Lisboa, Sam Nóbrega é cantor e compositor, multi-instrumentista, arranjador e produtor. Influenciado pelas melodias brasileiras que seus pais cantavam e ouviam em casa e no rádio, seu som é movido pelo amor pelas canções folclóricas brasileiras, pela cultura de rua e por gêneros e movimentos como samba funk, forró, Ijexá, Manguebeat e Bossa Nova. Em 2017, depois de vários shows com vários nomes da música brasileira atual, subiu ao palco com seus primeiros shows apresentando sua música original. Seu álbum de estreia, "Ponta de Dois Lados", produzido por Sam e Pedro Diniz, foi lançado no dia 22 de novembro pela Freestyle Records. Uma rica tapeçaria sonora da cultura brasileira, misturando elementos tradicionais e populares com um toque indie e contemporâneo, criando uma fusão intrigante de sons novos e antigos...

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quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

Tangolo Mangos - Garatujas (2023)...





 Eles são jovens adultos de Salvador, cidade onde, a despeito de ter gerado Raul Seixas e Pitty (e tantos outros nomes grandiosos), o debate sobre a morte do rock se confunde com uma questão ainda mais retrógada: como é fazer rock na Bahia? Para a Tangolo Mangos, talvez, responder esta pergunta pode gerar uma ótima e bem-humorada conversa. Formada em 2017, quando nenhum de seus integrantes havia ainda chegado aos 20 anos, a banda produziu dois EPs totalmente independentes, atravessou uma pandemia com criatividade e encerra 2023 cumprindo a meta prometida: o primeiro álbum posto no mundo... Continue Lendo na Aldeia Nago

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sábado, 19 de agosto de 2023

Caetano Veloso - Transa 50 anos (ao vivo, Rio de Janeiro, 13.08.2023)...




 O lá, áudio da transmissão do showzão do Caetano Veloso cantando o álbum "Transa", com a participação dos integrantes da sua banda na época de gravação e lançamento do álbum mais de 50 anos atrás: Jards Macalé, Tutty Moreno e Áureo de Souza. Além das faixas do álbum clássico, Cae aproveita pra revisitar sua carreira na época anterior ao álbum, o período do exilio e que passou preso por conta da ditadura.

Como eu falei aqui:

"Agora que ouvi (mais que vi) o show na íntegra, me parece que Caetano aproveitou a oportunidade de tocar o "Transa" e contou um pouco da sua história (Pontual no momento antes/depois do álbum) e também um pouco da história do Brasil ditatorial, que vez por outra as pessoas tentam apagar dizendo que era um tempo bom. Tem canções no exilio, feitas antes do Transa, tem canções da época que Cae ficou preso durante a ditadura militar, tem faixas que perpassam pelas influencias e pelo momento da #musicabr no período. Só reforçou minha vontade de alguns shows pontuais deste em outras cidades e regiões do Brasil, isso se não for possível uma tour com toda essa galera massa presente no show. Um ou dois shows desse por região, não é pedir demais e dá a oportunidade de mais gente entender um Brasil que as vezes parece distante, mas que segue nas sombras e vivíssimo."

Cortesia do jornalista Eduardo Viveiros, que fez as honras de ripar o áudio do show.
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quarta-feira, 14 de junho de 2023

Abacaxepa - Perto da Boca (2023)...




A banda Abacaxepa apresenta o segundo disco de sua trajetória intitulado “Perto da Boca”. O álbum, com 11 faixas inéditas, salta das referências dos anos 70 para os anos 80, trazendo sua pesquisa para uma sonoridade mais quente e saturada e com letras mais diretas, debochadas e dançantes. Com a formação de três vocalistas e quatro instrumentistas, o grupo traz uma sonoridade nova para o trabalho mais recente do coletivo. As pinceladas do tropicalismo misturadas com a cultura popular brasileira, e uma forte influência na música latino-americana, transformam “Perto da Boca” num disco cheio de sensações e ritmos que fazem parte da memória popular. Juntando tudo isso às discussões da atualidade, fazem um ode à irreverência, à desconstrução visual e a não-protagonização de uma única voz... Continue Lendo no Portal Pepper

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segunda-feira, 29 de maio de 2023

Domenico Lancellotti - sramba- (2023)...





 Filho do compositor Ivor Lancellotti, Domenico Lancellotti cresceu cercado pelo samba, porém, sempre encontrou mecanismos para perverter o gênero. Quarto e mais recente trabalho de estúdio da cantor, compositor, percussionista e produtor carioca em carreira solo, Sramba (2023, Mais Um) funciona como uma boa representação desse resultado. Produto da imersão entre Lancelloti e o multi-instrumentista Ricardo Dias Gomes no estúdio do artista que hoje reside em Portugal, o trabalho parte de um diálogo com o estilo pré-bossa nova, porém, estabelece no uso de estruturas eletrônicas um componente de ruptura. Não por acaso, a primeira coisa que ouvimos em Sramba é a percussão sintética de Erê, composição que utiliza de uma abordagem ritualística, preparando o terreno para a inserção das guitarras sempre carregadas de efeitos e sobreposições que parecem saídas de um terreiro afrofuturista. Esse mesmo resultado fica ainda mais evidente com a canção seguinte, Um Abraço No Faust, música que referencia o homônimo grupo germânico de krautrock, mas que em nenhum momento deixa de estreitar lanços com a produção brasileira, lembrando as criações solitárias de Baden Powell ou mesmo a obra de Luiz Bonfá... Continue Lendo no Música Instantânea

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quinta-feira, 16 de março de 2023

Tagua Tagua - Tanto (2023)...




Download: Tanto (2023).rar

O cantor e compositor Felipe Puperi, que assina artisticamente como Tagua Tagua, lançou nas plataformas digitais o álbum Tanto através da gravadora americana Wonderwheel Recordings. Segundo disco na carreira do também produtor musical, o novo trabalho de estúdio apresenta dez músicas e teve divulgação fora do Brasil, como nos Estados Unidos e Europa. Antes do lançamento, Felipe antecipou os singles “Colors” e “Pra Trás”, além da faixa-título. Sobre o álbum, ele disse: O álbum fala por si, o estilo dominante acredito ser o neo soul, mas tem um pouco de RnB, dream pop e indie rock. Acredito que o fato de tudo ser cantado em português ajuda a quebrar os ritmos e deixar as coisas mais fluidas e soltas dentro desses estilos... Continue Lendo no TMDQA

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quinta-feira, 17 de novembro de 2022

Olivêra - Terceiro Mundo Transcendental (2022)...



Fazendo jus à provocativa alcunha de um artista rústico transado, movido por uma sonoridade azeitada pela divertida e paradoxal identidade démodé futurista, para além dessas abrangentes definições, o músico mineiro Olivêra é, sobretudo, um compositor. A partir desse enquadramento autoral simples e direto, o quinto disco da carreira de Olivêra, “Terceiro Mundo Transcendental” (Sandália Records / Onyá Soluções Criativas), um álbum inteiramente dedicado ao samba, fonte primária das composições do artista, e marca a continuidade de uma nova fase da carreira, que parte dos clichês brasileiros para refundar uma nova imagem nacional sobre esses mesmos clichês, como uma espécie de antropofagia musical de exaltação das possibilidades tupiniquins, embaladas por uma tropicalidade nata e apaixonada deste artista mineiro. O nome do álbum faz uma referência a uma postura otimista de subverter as caricaturas impostas à identidade brasileira. “O Terceiro Mundo Transcendental pode ser resumido como um movimento de autoestima, de assumir as limitações que temos, sociais, econômicas, políticas, de entender as limitações, e ao mesmo tempo dar uma resposta à altura sobre tudo e todos que tentam nos diminuir”, explica Olivêra...

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domingo, 13 de novembro de 2022

Gal Costa - Legal (1970)...




Me perguntaram essa semana: “Como é possível alimentar a criatividade em meio ao caos sociopolítico que o país está enfrentando?” Eu respondi que tudo é matéria prima para um artista, até mesmo os tempos sombrios. Em 1970, enquanto seus parceiros Gil e Caetano estavam exilados em Londres, Gal Costa lançou seu terceiro disco, Legal, em um dos períodos mais obscuros da tenebrosa Ditadura Militar brasileira. O álbum faz 50 anos em 2020, e chama atenção por sua narrativa perspicaz e por seu teor de atualidade assustador. “Eu te entendo Migliaccio...Agora, quando sentimos o hálito putrefato de 64 e o bafio terrível de 68...” disse Lima Duarte, recentemente em um vídeo dedicado ao seu amado e falecido amigo, denunciando os fantasmas que assombram, hoje, a tão jovem democracia brasileira. É por essas e outras que é preciso chamar atenção para essa arrojada e atual obra-prima de Gal Costa... Continue Lendo no site da Vogue

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domingo, 2 de outubro de 2022

Gilberto Gil - Expresso 2222 (1972)...





1972 foi um ano importante para a música brasileira. Além do lançamento de Expresso 2222, Caetano Veloso vinha com seu clássico Transa, Milton Nascimento e Lô Borges criavam o Clube da Esquina e os Novos Baianos inventavam Acabou Chorare. Acabada a efervescência cultural dos anos 1960, a década seguinte foi um período de mudanças com a intensificação do regime militar e de seus mecanismos de censura. E a música da época refletia o clima de tensão vivido no país e oferecia aos artistas uma forma de responder à repressão política por meio da celebração da tradição popular brasileira. Expresso 2222 é um dos frutos mais emblemáticos dessa leva não somente por recuperar tão bem a música nordestina que formou Gilberto Gil nos anos 50 e 60, mas também por adicionar a ela ideias vindas de seu tempo de exílio na Inglaterra. O álbum é tanto um retorno triunfal ao solo em que o compositor foi criado quanto uma abertura ao novo e ao futuro. Como todo clássico do baiano, o disco traz em si um microcosmo. É um universo de temáticas e sons tão denso que merece sozinho uma análise mais detalhada... Continue Lendo no MonkeyBuzz

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domingo, 28 de agosto de 2022

Tom Zé - Língua Brasileira (2022)...




É muito difícil mensurar a importância de Tom Zé para a música brasileira. Esquecido durante boa parte da carreira, da qual criou trabalhos brilhantes como "Todos os Olhos" (1973), "Estudando o Samba" (1976), "Correio da Estação do Brás" (1978), "Jogos de Armar - Faça Você Mesmo" (2000) e outros, ele seguiu trabalhando firme até ter o reconhecimento devido e necessário. O mais recente trabalho dele é "Língua Brasileira", trilha sonora da peça de mesmo nome encenada em São Paulo no primeiro trimestre desse ano. Ele explora a língua brasileira em vários aspectos de uma maneira que só Tom Zé poderia apresentar ao público. Diferentemente de um álbum comum, o ritmo do trabalho traz a peça ao ouvinte, então é bem diferente de um disco com concepção apenas musical... Continue Lendo no Music On The Run

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domingo, 10 de julho de 2022

Novos Baianos - Acabou Chorare (1972)...




 Um clássico de 50 anos atrás, em homenagem aos 75 anos do Moraes Moreira.

A Rolling Stone Brasil publicou, em 2007, uma edição especial com os 100 maiores discos da música brasileira. No primeiro lugar figurou Acabou Chorare, disco lançado pelos Novos Baianos, em 1972. Foi uma votação sem precedentes na imprensa nacional, com estudiosos, produtores e jornalistas para encontrar o maior álbum da história da música brasileira. A cada um dos 60 eleitores, foi solicitado que escolhesse 20 discos, sem ordem de preferência. Os critérios analisados incluíram valor artístico intrínseco e importância histórica. Todos os votos foram somados e resultaram em uma lista de 100 discos essenciais. Abaixo, o texto publicado na edição impressa da Rolling Stone Brasil de outubro de 2017, assinado pelo jornalista Marcus Preto... Continue Lendo na Rolling Stone

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segunda-feira, 27 de junho de 2022

Marcio de Almeida Bueno - Ando Sumido (2022)...




O disco 'Ando sumido' é o primeiro trabalho totalmente instrumental do músico Marcio de Almeida Bueno, multi-instrumentista e compositor radicado em Porto Alegre, RS. São 21 faixas autorais, baseadas em piano solo, com acompanhamento sutil de bateria, baixo e guitarra - tudo executado por Marcio de Almeida Bueno. Com clima introspectivo, o álbum tem influências de Phillip Glass, Thelonious Monk, Pedrinho Mattar, Bach, Arnaldo Baptista, trip hop e experimentalismo...

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quinta-feira, 23 de junho de 2022

Ultrópico Solar - Samba Para-Raio (2022)...




 Novo álbum do coletivo/ banda Ultrópico Solar, de Parnaíba, litoral do Piauí. "Samba Para-Raio" tem 10 músicas e exala criatividade de um dos projetos mais interessante do estado. Vale ouvir e conhecer...

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domingo, 20 de fevereiro de 2022

Pepeu Gomes - Geração de som (1978)...




No começo de fevereiro o baiano Pepeu Gomes fez 70 anos de vida! Postei um video da época do lançamento desse álbum e vi que uma galera não sacava ele. Então estamos disponibilizando aqui como clássico do mês!

Em 1977, com o fim do grupo Novos Baianos, Pepeu Gomes resolveu seguir sua carreira solo, lançando este disco que ora eu teço algumas palavras. Geração de Som é um álbum em que Pepeu Gomes esbanja toda a sua criatividade, sendo livre para expor as suas ideias ao público. Público este diferente do Grupo Novos Baianos, uma vez que notamos um som calcado no Jazz Rock, porém com influências de outros ritmos que o Pepeu Gomes estudou ao longo da sua formação musical, tais como samba, frevo, choro e maracatu, e ainda, aprendendo também a tocar bandolim. Com todo este ecletismo musical este disco é uma verdadeira aula de guitarra, além de uma demonstração da riqueza da música brasileira, (que muitos automaticamente remetem, em um primeiro momento, a ritmos como Axé, Pagode, Funk Carioca etc., esquecendo do outros ritmos mencionados acima, que embora não satisfaçam o gosto de uma grande maioria, são estilos musicais que merecem um pouco mais de respeito, uma vez, que ao meu ver, possui uma identidade muito marcante, mostrando, em dado momento, a cultura de determinada região do nosso país, que por sua vez é rico em cultura) tornando o disco bastante interessante de se ouvir... Continue lendo no Iron Man Music

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sexta-feira, 5 de novembro de 2021

ESPELHOS DE OKÊ - Vista Sua Armadura Mais Bonita (2021)...




Há um ditado que diz “A flor que desabrocha na adversidade é a mais bela de todas” e assim é a criação da Espelhos de Okê, banda mineira que une tropicalismo e afrobeat e hoje lança o disco de estreia: “Vista Sua Armadura Mais Bonita”, via selo Alcalina Records. As músicas inspiram o olhar para si, em busca de um caminho que desperte a espiritualidade por meio do autoconhecimento. Como alcançar este resultado? Músicas dançantes, ritmos marcantes influenciados pela música brasileira e negra mundial. O disco já está disponível nas principais plataformas de streaming. “O disco é o primeiro da banda, representa o nascimento do projeto, que traz em suas músicas a densidade que sentimos durante os tempos pandêmicos. Surgiu da necessidade de romper com a inércia e entrar em movimento, canalizando os sentimentos de angústia, desespero e questionamentos. Em meio ao processo percebemos que as músicas iam muito além desse tempo, porque tais sentimentos são sentidos diariamente e a busca por amor, empatia e esperança é constante.”, analisa Flaviany Matos, vocalista... Leia mais no Midiorama

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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Echorec Face - Um Pé no Hip Hop e Outro na Tropicalia (2021)...




Echorec Face é o (ou um dos, pra ser mais preciso) alias beatmaker do mano Caio Bosco, idealizador da Radiola Santa Rosa — um projeto que surgiu há uns 15 anos lá no Guarujá, e até hoje é tido por mim como um dos grandes sopros de criatividade dados pelo rap em terra brasilis. E até onde eu sei, parece que a RSR está oficialmente de volta à ativa, e vai chegar com novidade em 2021. Mas isso é papo pro futuro. Por ora, vale conferir com atenção essa ótima beat tape intitulada Um Pé No Hip Hop E Outro Na Tropicália; são vinte e sete faixas que, assim como já nos foi entregue no título, misturam boom bap da melhor qualidade — uma das assinaturas do som do Caio, o glorioso Echorec Face — e música brasileira. Uma referência que vem à mente são os nove volumes da beat tape Special Herbs, do falecido MF Doom. Batidas cruas, mas cheias de colagens densas, muitas vezes tensas, de pique sombrio, que remetem aos anos 90 sem parecer datadas... Continue Lendo no Original Pinheiros Style

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domingo, 29 de novembro de 2020

Os Mutantes - A Divina Comédia Ou Ando Meio Desligado (1970)...




Nunca rolou um álbum da banda Os Mutantes por aqui, já soltamos albuns da carreira solo dos envolvidos, mas nunca um da banda de São Paulo. Mas VAMOS VIRAR O JOGO e aproveitar o último domingo de novembro pra homenagear os 50 anos desse álbum da banda paulista (Eu disse 50 São Paulo)! Abaixo um textão do Hugo Morais que saiu recentemente:

Ainda lembro a primeira vez que ouvi Os Mutantes. Foi em uma festa em Neópolis, a música era “Ando Meio Desligado”, que abre o álbum A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado. Não sei precisar o ano, mas creio que era 2000. Ou seja, o álbum já tinha 30 anos e portanto era mais velho que eu. Os Mutantes (1968), álbum de estreia do trio Rita Lee, Sérgio Dias e Arnaldo Baptista, deve ter sido o que ouvi por último. E nele tem as deliciosas “Panis Et Circenses” e “Bat Macumba”, mas a minha preferida é “Trem Fantasma”. A estreia já foi de forma grandiosa com a ajuda do maestro Rogério Duprat. Estilos diversos se misturam no disco e se hoje um computador, ou sintetizador, pode fazer todo o trabalho pesado, naquela época era tudo na mão, construído muitas vezes com colagens. Lançado no ano seguinte, Mutantes (1969) segue com invencionismos, misturas inusitadas que fariam escola, como a pegada caipira com o rock em “2001 (Dois Mil e Um)”, assombros sonoros como em “Dia 36” e pegadas pop grudentas como “Não Vá Se Perder Por Aí”. O disco passeia pelo pop, pelo psicodélico e pelo experimental de forma coesa. A preferida é “Qualquer Bobagem”, que ouvi a primeira vez através da versão do Pato Fu. Uma música lenta, gaguejada, um convite ao amor... Leia Mais no O Inimigo

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quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Thiago Nassif - Mente (2020)...



Download: Mente (2020).rar

Uma mente em rotação…em busca por novas frequências e experimentações. O novo álbum do Thiago Nassif ironiza até mesmo o conceito de tentar se encaixar para agradar um público. Na sombra ainda tem a fase de Berlim de Bowie, a produção do icônico Arto Lindsey, diversas colaborações, um magnetismo e um espírito sem amarras de uma mente pulsante. Passeia por estilos da mesma forma que apresenta cenários e perspectivas. Tem política, tem drama, tem contornos, experimentalismo e uma mistura interessante que vem para agregar. Ritmos como o No-Wave, Música Eletrônica, Tropicalismo, Jazz e Rock, Funk Carioca e a Bossa Nova acabam se fazendo presentes em seu quarto álbum, Mente. O cartão de visitas para o novo disco foi o videoclipe para o single “Soar Estranho” em que teve a companhia de amigos como o cinegrafista Geraldine Paztor, Jonas Sá, o guitarrista Pedro Sá (e seu filho, Nino) e a cantora Luiza Casé... Continue Lendo no Hits Perdidos
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quarta-feira, 1 de julho de 2020

Lia Lordelo - Torquatália (2020)...




Para iniciantes na obra do poeta piauiense Torquato Neto, a experiência de ouvir Lia Lordelo no seu EP de estréia Torquatália (2020), é o convite/convencimento prudente, potente e belo para que entreguemos nosso pescocinho à mordida do nosso Nosferatu Tropical. O poeta nunca morreu, ele está ali na escuridão do virtual caixão à espera do convite, do encontro, na espreita da vida, pelos bares, pelas ruas e nas praças! A ilusão da morte do poeta é apenas um artifício para nos propiciar esse ataque visceral operado por Lia e os meliantes auto nomeados com bastante seriedade de Laia Gaiata. E é na gaiatice e no rigor brincalhão que esse trabalho se coloca no risco de atualizar e oferecer uma expressiva homenagem: uma Torquatália. Composto como um bom e velho compacto duplo, as quatro faixas selecionadas pela trupe não poderiam chegar em melhor ocasião. Aliando a excelente e vital Lia Lordelo que canta canções consagradas com um novo sabor, verdadeiros clássicos da música brasileira, com arranjos arrojados que apresentam esses petardos totalmente renovados, novos de novo... Continue Lendo no Oganpazan
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domingo, 19 de abril de 2020

Moraes Moreira - Moraes Moreira (1975)...




Segue a nossa singela homenagem ao músico baiano Moraes Moreira. Nós somos meio relapsos em disponibilizar sons antigos do Brasil por aqui, e por isso pedimos desculpas. Este álbum é um dos melhores do artista na nossa opinião. Ouça alto e fique em casa!

Esse álbum marca o início da carreira solo de Moraes Moreira, um dos principais nomes da música brasileira, que também integra o sempre empolgante grupo Novos Baianos. Lançado originalmente em 1975, logo após a primeira pausa da banda, este álbum apresenta 12 faixas autorais, algumas em parceria com Luiz Galvão, além de uma parceria histórica com o Rei do Baião Luiz Gonzaga, em ‘PS’ e uma versão deliciosa da canção ‘Se Você Pensa’, da dupla Roberto e Erasmo. Destaque ainda para a música "Guitarra Baiana" que, na época, virou tema da novela Gabriela...
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