Essa banda paulistana – que não tem nenhuma Wilza na formação – define seu som como “punk pirulito”: é punk, é pesado, distorcido, lo-fi até, mas a busca é sempre pelo lado mais irônico de todas as situações. Só que é uma ironia cheia de raiva, porque o lance de DW Ribatski (voz e guitarra), Ligia Murakawa (baixo) e Clara do Prado (bateria – depois da gravação, Isabella Pontes, do experimentalíssimo Schlop, entrou em seu lugar) é unir ruídos, emanações que vão de Stooges a Veruca Salt e letras que pregam liberdade acima de tudo, pau nos fascistas e chutes em todos os poderosos do universo. Como diz a faixa Luigi Mangione, união de powerpop + britpop + psicodelia e ruídos: “hoje eu vou te encontrar onde for / eu vou te achar / na jacuzzi ou no jockey / o CEO tem que morrer! (…) / seu papai é um patrão machão nazista / cortaremos a cabeça do rei”... Continue Lendo no Pop Fantasma
quinta-feira, 4 de junho de 2026
Wilza - Wilza (2026)...
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Essa banda paulistana – que não tem nenhuma Wilza na formação – define seu som como “punk pirulito”: é punk, é pesado, distorcido, lo-fi até, mas a busca é sempre pelo lado mais irônico de todas as situações. Só que é uma ironia cheia de raiva, porque o lance de DW Ribatski (voz e guitarra), Ligia Murakawa (baixo) e Clara do Prado (bateria – depois da gravação, Isabella Pontes, do experimentalíssimo Schlop, entrou em seu lugar) é unir ruídos, emanações que vão de Stooges a Veruca Salt e letras que pregam liberdade acima de tudo, pau nos fascistas e chutes em todos os poderosos do universo. Como diz a faixa Luigi Mangione, união de powerpop + britpop + psicodelia e ruídos: “hoje eu vou te encontrar onde for / eu vou te achar / na jacuzzi ou no jockey / o CEO tem que morrer! (…) / seu papai é um patrão machão nazista / cortaremos a cabeça do rei”... Continue Lendo no Pop Fantasma
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