O grupo Baile do Chamego (@chamegobaile), que tem se destacado nas noites soteropolitanas com seu forró suingado, lança seu primeiro álbum autoral, homônimo. O projeto marca um momento importante para o quarteto formado por Alexandra Pessoa, Daniel Neto, Heverton Diodé e Cândido, que apresenta uma pesquisa musical inédita construída a partir do encontro entre o forró tradicional e os ritmos afrobaianos. O álbum chega às plataformas no dia 04 de junho (quinta). Produzido de forma totalmente independente, o álbum “Baile do Chamego” reúne nove faixas autorais que traduzem uma sonoridade urbana, contemporânea e profundamente conectada às identidades culturais de Salvador. A proposta do grupo aproxima linguagens historicamente relacionadas, mas ainda pouco exploradas em conjunto, criando pontes entre o forró, o xote e o baião com ritmos afrobaianos como ijexá e samba-reggae. As canções transitam entre narrativas românticas, histórias bem-humoradas inspiradas nas relações afetivas e nas “fofocas” dos espaços de convivência popular, além de reflexões sobre as complexidades da vida urbana na capital baiana...
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sexta-feira, 3 de julho de 2026
Baile do Chamego - Baile do Chamego (2026)...
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O grupo Baile do Chamego (@chamegobaile), que tem se destacado nas noites soteropolitanas com seu forró suingado, lança seu primeiro álbum autoral, homônimo. O projeto marca um momento importante para o quarteto formado por Alexandra Pessoa, Daniel Neto, Heverton Diodé e Cândido, que apresenta uma pesquisa musical inédita construída a partir do encontro entre o forró tradicional e os ritmos afrobaianos. O álbum chega às plataformas no dia 04 de junho (quinta). Produzido de forma totalmente independente, o álbum “Baile do Chamego” reúne nove faixas autorais que traduzem uma sonoridade urbana, contemporânea e profundamente conectada às identidades culturais de Salvador. A proposta do grupo aproxima linguagens historicamente relacionadas, mas ainda pouco exploradas em conjunto, criando pontes entre o forró, o xote e o baião com ritmos afrobaianos como ijexá e samba-reggae. As canções transitam entre narrativas românticas, histórias bem-humoradas inspiradas nas relações afetivas e nas “fofocas” dos espaços de convivência popular, além de reflexões sobre as complexidades da vida urbana na capital baiana...
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