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terça-feira, 23 de junho de 2026

FBC, BAKA - TAMBORES, CAFEZAIS, FUZIS, GUARANAS E OUTRAS BRASILIDADES (2026)...




Enquanto tem gente do próprio rock tentando matar o estilo, há artistas de outros segmentos dando fôlego ao gênero que popularizou a guitarra elétrica no século passado. Vem de Minas Gerais um exemplo: o rapper FBC, que começou a fazer música tocando em bandas de rock e, em seguida, adotou o som do hip-hop para trabalhar sua verve política. Estabelecido como representante do rap, ele retoma o gosto pela urgência que aprendeu com o punk/hardcore e aplica isso com a contundência das rimas & poesias no novo álbum “Tambores, Cafezais, Fuzis, Guaranás e Outras Brasilidades” (2026). Tocando com outros músicos ao vivo desde 2023, FBC assume de vez a força estética do rock a serviço do ideário progressista no novo trampo que chegou ao mundo em 1º de maio (Dia do Trabalhador) – data escolhida propositalmente para celebrar a efeméride dedicada a quem está na batalha diária por sobrevivência. O lançamento aposta no peso das bases instrumentais tocadas organicamente, junto com um flow sagaz adaptado ao rock. Em 13 faixas. que somam pouco mais de 30 minutos, FBC costura andamentos hardcore, folclore das religiões de matriz africana (na sonoridade e na temática), groove, scratches e regionalismos (principalmente do norte brasileiro). Tudo a serviço de crítica e análise políticas ferinas... Continue Lendo no Scream Yell

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sexta-feira, 19 de junho de 2026

SUNSHRD - So Close, So Far (2026)...





A cena independente brasileira segue revelando artistas que transformam experiências pessoais em música capaz de atravessar fronteiras emocionais. É o caso de SUNSHRD, projeto solo do músico cearense Matheus Scorsafava, que apresenta em seu álbum de estreia, “So Close, So Far”, uma coleção de canções que transitam entre a introspecção, a melancolia e a esperança, embaladas por uma sonoridade que dialoga com o Indie Rock, Folk, Alt Rock e Dream Pop. Após anos de atuação na cena musical de Fortaleza, participando de bandas autorais como a Outspeak e integrando diversos projetos cover que passeavam por estilos tão distintos quanto Blues, Rock Alternativo e Thrash Metal, Matheus decidiu retomar um caminho mais pessoal. O resultado é um trabalho que reúne influências acumuladas ao longo de sua trajetória, mas que encontra uma identidade própria ao traduzir sentimentos e reflexões em atmosferas densas e envolventes... Continue Lendo no Bolsa de Discos

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quinta-feira, 18 de junho de 2026

SONIKA - COLATERAL (2026)...



A banda pernambucana SONIKA apresenta o álbum Colateral, trabalho que sintetiza o percurso do grupo desde sua formação, em 2022. O disco reúne composições autorais, releituras e faixas inéditas desenvolvidas a partir da circulação por palcos, do contato com diferentes públicos e das mudanças na formação da banda ao longo desse período. A cena recifense dos anos 1990 aparece como referência conceitual e afetiva do álbum, relida a partir de uma perspectiva atual, sem romper com os elementos que estruturam a identidade do grupo desde o início. Em Colateral, a SONIKA articula referências da música nordestina com abordagens contemporâneas. Frevo, maracatu, coco e caboclinho dialogam com rock alternativo, indie rock, punk, nu metal e música eletrônica. Guitarras, metais, percussões tradicionais e sintetizadores convivem ao longo do repertório, organizados a partir de contrastes e sobreposições que orientam a construção sonora do disco... Continue Lendo no site do Interd

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terça-feira, 16 de junho de 2026

Pulsar - Ripping Light (2026)...



Pulsar começou a ganhar forma em 2020, quando certas ideias passaram a insistir com mais força num período de recolhimento involuntário. Algumas composições nasceram ali. Nem todas chegaram a Ripping Light, mas várias seguem preservadas para um trabalho futuro. A pedra fundamental veio em setembro de 2023, quando Léo Axekiller, de Jandira, convidou Fagner Jaques, também de Jandira, para trocar riffs e expor as primeiras ideias da banda. Bastaram algumas conversas e um primeiro ensaio de cordas para que a química se tornasse evidente. A partir dali, o que ainda era intenção passou a adquirir consistência. Nos primeiros movimentos, a banda contou com o apoio de Roberto, o Cipó, baterista experiente com passagem por Crusher Force e Beermug. A formação encontrou seu eixo definitivo quando Leandro Uther, vindo de São Paulo, ingressou também a convite de Axekiller e assumiu a bateria de forma permanente, trazendo precisão, firmeza e presença. Foi nesse ponto que as composições ganharam densidade, recorte e personalidade, criando entre os integrantes a convicção de que o material já exigia registro...

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segunda-feira, 15 de junho de 2026

Juliano Gauche - A Balada do Bicho de Luz (2026)...




Depois de integrar a banda Solana e um projeto com o Duo Zebedeu (os violonistas Fábio do Carmo e Julio Santos) dedicado ao repertório de Sérgio Sampaio (1947-1994), o mineiro-capixaba Juliano Gauche teve sua estreia solo com um álbum homônimo em 2013. De lá para cá vem se firmando como um dos artistas mais interessantes de sua geração. Disponibilizado hoje nas plataformas de streaming, “A balada do bicho de luz” é permeado de dualidades — vida e morte, bem e mal, Jesus e belzebu, lucidez e loucura etc. — com sonoridade que alia rock, pós-punk, grunge, folk e psicodelia (evocada para além do som, em sua imagem colorida e fragmentada na capa do álbum), entre outros. O ofício de cantar (com ou sem autoironia) permeia todo o novo trabalho. “Terça-feira eu vou voltar a ser outro cantor/ muito mais bonito/ desses de TV/ mas todo mundo sabe que eu sou quente”, canta em “Como o vulcão que forja o anel que dá o poder de toda luz”, faixa que abre o disco... Continue Lendo no Farofafá

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sábado, 13 de junho de 2026

Onga Rupestre, Laika Não Morreu! - Mantendo o Equilíbrio (2025)...





O EP “Mantendo o Equilíbrio” é o resultado coeso de um encontro musical entre o rapper Onga Rupestre, a banda Laika Não Morreu! e a cantora Gisele Lira. Em quatro faixas, o projeto condensa o caos urbano, o cotidiano da periferia, o humor ácido e a busca por afeto, entregando uma obra que se encaixa perfeitamente na trilha sonora de quem vive a correria da cidade grande. A sonoridade do EP é definida pela união de três forças distintas. A Laika Não Morreu! contribui com seu groove rock com pegada eletrônica, um estilo lapidado em palcos que exigem presença real. Onga Rupestre, oriundo da cena de rap de Diadema, traz um olhar de cronista, com rimas sobre sobrevivência, fé e consumo, sempre com ironia fina... Continue Lendo no Jornal do Rap
 

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quinta-feira, 11 de junho de 2026

Pedro Lanches - Sementes (2026)...




“E se eu decidir parar?” – a pergunta, lançada como um desafio ao próprio destino na faixa-título do novo EP de pedro lanches, sintetiza a vulnerabilidade crua que o artista cultiva em seu mais ambicioso projeto sementes. Após o impacto sísmico de veio sem maionese, álbum de estreia que o colocou no mapa do rock autoral brasileiro, o cantor e compositor mato-grossense retorna com um trabalho que não é apenas uma continuação do que já nos foi mostrado; é uma mutação sonora que floresce no asfalto quente da maturidade adquirida na estrada. Se no primeiro disco pedro explorava o frescor do início, em sementes ele mergulha em uma arquitetura de sons ultraprocessados e texturas abstratas. O EP é um terreno fértil onde o post-rock se encontra com o shoegaze em um abraço distorcido, resultando em uma sonoridade que é, ao mesmo tempo, espacial e claustrofóbica. É a prova de que o artista não teme o ruído: ele o utiliza para esculpir sentimentos que muitas vezes fogem das palavras... Continue Lendo no TMDQA!

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terça-feira, 9 de junho de 2026

Saga Hc - Grito da Perifería (2026)...



O Saga HC apresenta “Grito da Periferia”, álbum lançado em 2025 que reafirma a trajetória do grupo pernambucano como uma das vozes marcantes do hardcore produzido nas periferias. Com sete faixas, o trabalho nasce no território de origem da banda, o bairro de Prazeres, em Jaboatão dos Guararapes (PE), e se constrói como um manifesto sonoro que transforma vivência periférica, memória coletiva e resistência cotidiana em linguagem musical. Gravado no Estúdio Alcântara Records, com produção do Saga HC em parceria com Lauro Alcântara e incentivo da Lei Paulo Gustavo (Fundarpe/PE), o disco reúne músicas que articulam denúncia social, identidade territorial e cultura como ferramenta de enfrentamento. Ao longo do álbum, o hardcore é utilizado como instrumento direto de expressão política e estética. Racismo estrutural, violência institucional, desigualdade social, intolerância e pertencimento territorial aparecem nas letras como experiências concretas vividas nas margens urbanas. O resultado é um trabalho intenso e urgente, em que a música se posiciona como espaço de voz, confronto e afirmação... Continue Lendo no Entrementes

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segunda-feira, 8 de junho de 2026

Antiga Roll & Dpeids - Enquanto o Mundo Apodrece (2026)...




Eu, particularmente, tenho o hábito de escutar splits, geralmente no carro, porque são CDs que, infelizmente, não estão nas plataformas de streaming e/ou não foram lançados em vinil. Alguns exemplos: Forgotten Boys x Motosierra; Motosierra x Culpables; e Forgotten Boys x Killer Dolls. Esses registros são maravilhosos e foram lançados nos primeiros anos dos anos 2000. Gosto da proposta: acho inteligente, econômica e, sobretudo, uma forma de conhecer o trabalho de bandas que podem (ou não), ter afinidade sonora. Mas é inegável que, em tempos digitais, o formato esteja em baixa. Eis que, hoje, 27 de fevereiro, recebo um mailing avisando sobre o lançamento digital de um split entre as bandas Antiga Roll e Dpeids, no formato já mencionado. O nome do mesmo? “Enquanto o Mundo Apodrece”. Será que fiquei empolgado? Lembrei na hora do álbum “Zumbi do Bar” estreia da banda amazonense Antiga Roll, que ouvi bastante em 2015. Nem me recordava mais da existência do grupo, mas achei bacanas as seis faixas inéditas, que vou considerar como lado A... Continue Lendo no Under Floripa

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domingo, 7 de junho de 2026

Emerson Faria - A Dança De Pensamentos (2025)...




Download: A Dança De Pensamentos (2025).zip (ou vá no bandcamp acima)

 Emerson Faria é um cantor, compositor e multi-instrumentista nascido no Rio De Janeiro. "A Dança De Pensamentos" é um trabalho solo e lo-fi, gravado mais pra colocar pra fora as canções que vieram surgindo e precisavam de um lugar, o que encaixou perfeitamente...

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sábado, 6 de junho de 2026

A Banda dos Corações Partidos - Borrada (2026)...




Download: Borrada (2026).zip (Ou vá no bandcamp acima)

 Longe da lógica acelerada dos singles feitos para algoritmos, o disco constrói uma experiência densa e teatral, que pede escuta e disposição para sair da superfície. São cinco faixas que caminham entre o colapso íntimo e a violência cotidiana, transformando sentimentos difíceis de nomear em matéria sonora. Se trabalhos anteriores dA Banda dos Corações Partidos orbitavam a melancolia romântica e o ressentimento afetivo, “Borrada” amplia esse universo para territórios mais ásperos, onde o luto aparece como presença física, e a violência doméstica deixa de ser metáfora... Continue lendo no site do Aju Fest

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sexta-feira, 5 de junho de 2026

Outros Bárbaros - Pelas Ruas das Américas (2026)...




Quatro anos após o anúncio de seu último álbum de estúdio, Interlúdio Na Beira Do Caos, os manezinhos do Outros Bárbaros chegam agora com um material fresco e repleto de canções inéditas. Gravado no Bárbaro Estúdio, Pelas Ruas Das Américas traz uma série de participações especiais, enquanto traz a banda, agora, como trio. Não se pode deixar de notar que, desde seu início imediato, a composição se deixa levar por um clima solar denotativamente radiante que embala o ouvinte com um clima praiano sedutor e irresistível... Continue Lendo no Site do Diego Pinheiro

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Guto Bellucco - Sonâmbulo (2026)...




“Sonâmbulo” é o sujeito que, durante o sono, levanta e fala. Levanta e anda. Levanta e levita em vigília num mundo onírico em que novas imagens convivem com antigas e o absurdo passeia livremente. Sonâmbulo é também o álbum que será lançado no próximo dia 27 de fevereiro e reúne gravações que cobrem um período de dez anos, entre 2015 e 2025. Sombras, delírios, espantos e memórias nebulosas que talvez ecoem nas próprias memórias e delírios de quem ouve. Esse é o mundo poético-musical do álbum de Guto Bellucco. O estilo musical de Sonâmbulo transita entre o rock e a MPB, com as guitarras dando a tônica sonora da maioria das faixas. Guto gosta de chamar seu som de “pop estranho”. As nove canções escolhidas impuseram ao autor o desafio de dar uma coerência ao conjunto. Músicas antigas pareciam pedir um novo tratamento, trechos foram incluídos e novos instrumentos foram gravados. “Essa é a vantagem de gravar com o mesmo produtor durante tanto tempo. Tanto ele quanto eu fomos mudando as perspectivas, o próprio olhar sobre cada uma daquelas músicas As mutações que o tempo traz e o amadurecimento de arranjos se torna um ótimo estímulo”, diz o autor. O estúdio citado é o de Leandro Salgueirinho, que produziu todas as faixas desde o nascimento até essa retomada. “Em alguns casos se trata de revisitar sentimentos e regurgitar sonoridades, tentar sutilmente ir além, focando nos detalhes desses arranjos refeitos ou complementados.” Guto e Salgueirinho tocam todos os instrumentos que foram gravados...

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quinta-feira, 4 de junho de 2026

Lugar Algum - Lugar Algum (2026)...




 A cena independente de Alagoas ganha novos caminhos com a estreia da primeira turnê da banda Lugar Algum, que percorre cidades do Nordeste a partir de maio, acompanhando o lançamento do álbum autointitulado “Lugar Algum”. Formado em Maceió, o trio apresenta um trabalho autoral que dialoga com o indie rock, o punk e a atmosfera da nova música alternativa brasileira. Composta por Sofia Bagetti (baixo e voz), Mateus Alencar (guitarra e voz) e Marília Melo (bateria), a Lugar Algum vem construindo sua trajetória com lançamentos que revelam diferentes momentos do grupo. O disco, que chega às plataformas digitais no dia 22 de abril, reúne oito faixas e marca uma nova fase na caminhada da banda... Continue Lendo na Eufemea

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Wilza - Wilza (2026)...




Download: Wilza (2026).rar

Essa banda paulistana – que não tem nenhuma Wilza na formação – define seu som como “punk pirulito”: é punk, é pesado, distorcido, lo-fi até, mas a busca é sempre pelo lado mais irônico de todas as situações. Só que é uma ironia cheia de raiva, porque o lance de DW Ribatski (voz e guitarra), Ligia Murakawa (baixo) e Clara do Prado (bateria – depois da gravação, Isabella Pontes, do experimentalíssimo Schlop, entrou em seu lugar) é unir ruídos, emanações que vão de Stooges a Veruca Salt e letras que pregam liberdade acima de tudo, pau nos fascistas e chutes em todos os poderosos do universo. Como diz a faixa Luigi Mangione, união de powerpop + britpop + psicodelia e ruídos: “hoje eu vou te encontrar onde for / eu vou te achar / na jacuzzi ou no jockey / o CEO tem que morrer! (…) / seu papai é um patrão machão nazista / cortaremos a cabeça do rei”... Continue Lendo no Pop Fantasma

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quarta-feira, 3 de junho de 2026

Vitor Brauer - Tréinquinumpára 08: Salvador (2026)...




Ninguém com menos de 40 anos e com mais de 30 álbuns lançados pode passar incólume de ser chamado de gênio ou louco! Em seu mais recente trabalho, o mineiro workaholic Vitor Brauer lançou, no mês passado, Tréinquinumpára 08: Salvador. Obviamente, uma loucura que começou lá atrás (lá ele!), em 2023: lançar um álbum homenageando uma cidade, com as cores e ritmos dela (dependendo do contexto). E aqui chegamos ao volume 8 da saga! O álbum passeia pelos ritmos da cidade: pagode baiano (“Ultimato”), afoxé (“Love Nagô”), e aí vem a quebra de ritmo com “A Faca, A Foice e o Martelo”, uma batida eletrônica e mais “dark”, com uma pegada mais BaianaSystem também em “Japanese Salaryman”... Continue Lendo no Under Floripa

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segunda-feira, 1 de junho de 2026

Lello Bezerra - Matéria e Memória (2026)...




Matéria e Memória (2026, Babel) é um trabalho esquisitíssimo e, por isso mesmo, fascinante. Utilizando a fragmentação da guitarra e o curioso diálogo com a produção eletrônica, o cantor, compositor, produtor e guitarrista pernambucano Lello Bezerra se aventura na elaboração de um curioso repertório que combina modernidade e ancestralidade enquanto tensiona a experiência do ouvinte de maneira nada convencional. Sequência ao material apresentado em Desde Até Então (2019), o álbum gestado ao longo dos últimos anos destaca o caráter exploratório do artista. Longe do futurismo eletrônico e dos temas jazzísticos que marcam o repertório do disco anterior, o guitarrista investe em um registro cada vez mais regionalista. Canções que vão do brega ao cavalo-marinho sem necessariamente limitar as ambientações sintéticas do instrumentista... Continue Lendo no Música Instantânea

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domingo, 31 de maio de 2026

Hominis Canidae #192 - Maio (2026)...





Fechando mais um mês com muita #musicabr no blog, em mais uma mixtape cheia de sons de trabalhos que passaram por aqui nesse mês de Maio que chega ao fim. A #coleta192 tem 17 faixas, sendo a primeira o novíssimo som do cantor e compositor mineiro João Jardel. Em "megaPOP4" termina o novo EP e finaliza o projeto iniciado no álbum anti-POP. Em meio a batidas eletrônicas pesadas, ela tem como referencia as vinganças de Xangô do livro Mitologia dos Orixás. O EP será lançado em Junho pelo nosso selo, o HCREC. Mas já rola ouvir o som aqui na mix e no nosso canal...


A bela arte desse mês é uma colagem feita pelo artista sonoro e experimental do ABC paulista Fábio Ajax, do projeto AjaxFree, que além de sons postados em nosso blog, já fez outras artes pras nossas mixtapes mensais. Ele diz que a explicação é uma afirmativa:

"prefiro o anonimato do download ilegal do que ouvir streaming sugerido por algoritimo."

Vale colar no perfil dele pra conferir outras artes bem loucas e também uns sons fodas, clica aqui!

É isso, ouça nossa coleta onde for possível e como bem entender, espero que ela te traga boas surpresas, é um resumo do mês, então se curtir algum som, vale procurar o álbum/ EP que ele faz parte pra conhecer mais! Não esquece de disseminar nas suas redes e com os amigos!

Se curte nosso trabalho, fortaleça através do nosso PIX que a chave é o nosso mail de contato: hominiscanidae@gmail.com. Ou se preferir, entre para o nosso APOIA.SE  e nos ajude a manter a firma funcionando...

Continue indo aos shows, comprando merch dos artistas que curte e disseminando a #musicabr autoral e real!
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quinta-feira, 28 de maio de 2026

O Grande Ogro - O Grande Ogro EP (2026)....




O disco da banda paulista O Grande Ogro está mais pra um single turbinadíssimo do que pra um EP – são apenas duas longas faixas. Mas vale a valorização como algo a mais que um compactinho, pelo som e pelo conceito. André Astro (guitarra), Cesar (bateria) e Marcelo Henrique (baixo e programação de bateria eletrônica) fazem um curioso som instrumental que mistura metal, progressivo, stoner e quebradas rítmicas típicas do pós-hardcore. Mesmo não tendo letras, as duas faixas fazem protestos bem atuais nos títulos, e entregam peso, caos e improviso musical como sonorização: 1500 (A vida é de quem já ganhou), com onze minutos, une blues-metal, climas lo-fi e beats que lembram mais o doom metal. A combinação entre riffs e beats volta e meia insere uma vibe caótica no arranjo... Continue Lendo no Pop Fantasma

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