Penúltimo dia do mês e aportamos com nosso post gringo de Julho de 2026, trazendo alguns álbuns e EPs bem interessantes e recém lançados na música esquisita do mundo pra vocês conhecerem. Desta vez, 6 trabalhos com artistas e bandas de 5 países diferentes, que vão da música erudita até a música eletrônica, passando por experimentais abstratas, lo-fi e muito mais!
Na capa deste post, o quadro "Dancers (Tänzerinnen)" (de 1911), do pintor alemão Erich Heckel (1883 -1970), que nasceu num mês de julho. Abaixo, os álbuns e EPs que curtimos muito neste mês. Todos lançados recentemente, vários lançados neste mês...
Vale ler sobre eles e ouvir na íntegra, porque música se ouve por completo e não a pedaços:
Serge Volant - Everyday is all there is (Álbum/ Libano)
Artista libanês cujo trabalho se concentra em gravações de campo e composição de música ambiente. Trabalhando predominantemente com sintetizadores modulares, ele entrelaça gravações orgânicas e texturas ambientes em arranjos eletrônicos. Sua música assume a forma de diários sonoros, documentando fases íntimas de sua vida por meio de suas viagens e dos encontros fortuitos que as acompanham. Everyday is all there is é seu trabalho mais recente, com 8 faixas experimentais que servem como um diário sonoro que documenta uma fase muito íntima da vida do artista. Gosto das texturas dos synths e também do uso do silêncio e do ruído entre as faixas, vale ouvir no seu player preferido ou no bandcamp do artista aqui:
Mazelo Nostra - Visions (Álbum/ Alemanha)
Mazelo foi DJ na cena alemã até 2006, quando resolveu começar a produzir. De lá pra cá, são 20 anos de lançamentos e trabalhos prestados a diversas marcas. Em Vision, seu trabalho mais recente com 7 faixas, ele combina a sonoridade sombria do trip-hop com uma atmosfera lo-fi, paisagens sonoras orientais, grooves de hip-hop com toque de funk e elementos de lounge. Tudo isso feito com uma bela produção e muita qualidade, por alguém experiente e que sabe bem o que está fazendo. "Um mundo cinematográfico onde emoção, memória e imaginação se fundem em uma jornada musical atmosférica", explica o produtor. O trabalho conta com a participação da cantora Stepo Del Sol em 4 faixas, o que leva o trabalho por outros caminhos e adentra a música pop com maestria. Ouça o álbum no seu streaming preferido ou no bandcamp do artista:
Quick on the Drawing - Luna (Álbum/ Bélgica)
Projeto solo do artista de Pieter Rotthier, da Antuérpia, na Bélgica. O artista apresenta uma mistura de techno, house, ambient e música eletrônica experimental, buscando frequentemente uma atmosfera mais sombria e melancólica. Uma trilha sonora dançante para filmes que ainda não existem. Luna, novo álbum de 10 faixas instrumentais do projeto, funciona como um espelho conceitual das fases da noite. É uma jornada sonora coesa e experimental, misturando batidas e percussão com *pads* atmosféricos e melodias sombrias. que explora a intersecção entre a cultura de clube e a narrativa cinematográfica. O trabalho está em todos os streamings e também no soundcloud abaixo:
Valéry Tarondeau - Somewhere Else (Álbum/ França)
Valéry é um compositor e produtor de Paris, que começou na música estudando piano e fez 10 anos de conservatório, mas que depois começou a misturar o erudito com gêneros mais alternativos e música pop. Somewhere Else é o novo trabalho do artista. Um álbum de oito faixas instrumentais que mistura exatamente essa pegada jazzística e erudita com canções de levada pop muito bem compostas e produzidas. Partindo do piano, ele mistura synths, elementos da música pop em composições que parecem trilha de filme. O trabalho está em todos os streamings ouça na playlist abaixo:
töch - lido (Álbum/ Alemanha)
Töch é um músico de Hannover, ele curte criar música instrumental mais voltada para o folk, texturas ambient e experimentação analógica. lido é seu novo trabalho com 13 faixas, que misturam violões e guitarras diversas em sonoridades que partem do folk, mas acham os caminhos mais diversos, inclusive bebendo na música pop do mundo. "Este álbum não foi composto nem escrito de forma planejada. Ele é simplesmente o que surgiu quando, após um longo período de seca criativa, a inspiração e a criatividade finalmente retornaram. Eu apenas deixei fluir", explica o compositor. É um trabalho simples, mas que serve como música para viagens, com boa produção, pegada lo-fi e belos momentos de violão. Ouça no seu streaming preferido ou no bandcamp aqui:
Lisinopril - Limitless Sky (EP / Estados Unidos)
Projeto musical do compositor e multi-instrumentista Boaz Roberts (do Switchfoot), radicado em Los Angeles. O projeto trata a música como processo e a mudança como composição — um trabalho que convida o ouvinte a desacelerar e simplesmente ouvir. Em Limitless Sky, EP com 3 faixas lançado pela gravadora Moon Machine Records, o projeto explora a música instrumental, com uma composição atmosférica e rica em texturas. É mais ou menos essa a pegada contemplativa do EP, com guitarras que guiam o caminho para os outros elementos e que caem bem numa meditação. O trabalho está em todos os streamings e no bandcamp aqui:
Curtiu os sons?! Diz pra nois seu preferido no comentários e espalha o post nas suas redes e pros seus amigs!!
Atriz, cantora e compositora, Louise França cresceu cercada pela efervescência artística familiar de Recife. Filha de Chico Science e Ana Brandão, apaixonou-se primeiro pelo teatro e, depois, pela música, especialmente pelo forró. Em suas letras, a compositora reflete sobre introspecção, a busca pela liberdade e a sensação de estar apaixonada. Sua música combina pop, R&B e trip-hop, como mostra “Insônia”, primeiro single revelado em novembro de 2025. “Separados como o rio e o mar. Eu vou desaguar em você. Corro meu leito e me ajeito. Pra poder enfim te navegar”, canta na faixa em questão. Este foi o primeiro single do EP Notívaga (2026), que saiu na semana passada... Continue Lendo no Noize
A jornada sonora da Gods & Punks ganha um novo capítulo em 3 de julho de 2026. Nesta data, a banda carioca lança seu sexto álbum de estúdio, “A Shrine By The Sea”, pela Electric Valley Records, consolidando uma trajetória marcada pela constante expansão de limites dentro do stoner, doom e rock progressivo. Concebido como uma homenagem ao mar, o novo trabalho representa um passo ousado na discografia do grupo. Em vez de seguir estruturas convencionais, o álbum foi construído a partir de duas composições monumentais: “The Lighthouse” e “Poseidon”, ambas com exatos 21 minutos e 12 segundos de duração. No formato físico em vinil, cada faixa ocupa um lado do disco, criando uma experiência contínua e imersiva. Já nas plataformas digitais, a banda optou por dividir as duas suítes em oito movimentos independentes — as chamadas “waves” — preservando a fluidez da obra sem comprometer sua descoberta e circulação nos serviços de streaming... Continue Lendo no Jornal do Bras
Há um ano atrás, quando troquei uma bela prosa com o Guilherme e o Danilo da banda Pravus, ainda estavam trabalhando incansavelmente em cada detalhe, o que resultaria em um dos lançamentos mais autênticos do underground brasileiro, o álbum “Cinis”, que estreou no dia 3 de junho desse ano nas plataformas de streaming. Horas antes do show no Espaço Music Hall, em São Paulo, tive a honra de poder realizar uma entrevista ao lado novamente do Guilherme e do Danilo, dessa vez com a adição, também, do talentoso baixista Duemd, na qual falam um pouco sobre as impressões que tiveram em relação à experiência adquirida após a gravação de dois trabalhos já na praça, troca de membros, o show realizado logo após esse papo e também a possibilidade de planos futuros para uma turnê fora de terras brasileiras... Continue Lendo o Papo no Disconecta
“Ubá”. Em tupi-guarani, é uma canoa de uma só peça escavada em tronco de árvore. É também um município de Minas Gerais, e ainda a Manga Ubá, que vem dessa mesma região. Agora, ganha mais uma correspondência: o novo disco da dupla conquistense cajupitanga, lançado no último dia 2. Com 18 faixas, “Ubá (2019-2024)” é construído por composições registradas ao longo dos primeiros seis anos do projeto, marcadas por gravações de campo, registros caseiros e proposta lo-fi, com o violão como eixo central – o que sempre permeou os trabalhos do duo formado por Candioco e Gabriel Tupy... Continue Lendo no portal do jornal Correio 24h
A banda mineira Lamparina acaba de lançar as primeiras canções do álbum “Delírio Coletivo”. O projeto é uma celebração da loucura como expressão libertadora e crítica aos padrões sociais, levantando questionamentos sobre a luta antimanicomial e sobre a importância da promoção da saúde mental. Inspirado na trajetória da vocalista Marina, que se tornou voz ativa na luta antimanicomial e pela saúde mental, o projeto mescla psicodelia dos anos 70/80 com surrealismo, propondo uma reflexão: “Tudo que é normal demais, é chato”. O título encapsula a ideia de assumir a própria identidade, transcendendo estereótipos. Musicalmente, o disco reverencia a MPB clássica, com influências de Mutantes, Secos & Molhados e da Tropicália, reinterpretadas em uma sonoridade bastante atual, evidenciando a identidade da banda. Visualmente, o álbum abraça colagem, expressionismo e surrealismo, incentivando o público a mergulhar nesse universo sem amarras, mas sempre com raízes na cultura brasileira. A capa é assinada pelo artista visual Diogo Kuriyama, e estabelece um diálogo conciso com a proposta do álbum... Continue Lendo no Pretessencias
Oriunda de São Luís (MA), a Basttardz faz um Hardcore no sentido mais cru e visceral que essa definição pode ter. Na ativa desde 2020, a banda chega ao seu terceiro trabalho de estúdio com Tramas & Traumas, disco que já nasce cercado de ótimas impressões. Não por acaso, vem sendo apontado pela crítica especializada como um dos principais lançamentos nacionais do ano. Com nítidas influências de bandas como Ratos de Porão, D.R.I. e Surra, o quarteto apresenta oito petardos em pouco mais de quinze minutos. A obra inicia com “Tramas & Traumas”, onde o peso toma conta e dá a tônica do que vem por aí. Na sequência, temos “Favela” e “Diversão”, músicas que aumentam a distorção e a velocidade. O vocal de Andrezão me lembrou bastante Matheus Kremper, da icônica The Bombers. Seguindo com o trabalho, temos “Vitrine”, que traz uma levada mais melódica, assim como “Do Culto ao Lucro”, onde, além de uma intro de triângulo, há uma mensagem direta na jugular das igrejas que lucram com a fé dos mais necessitados. Na última rajada de faixas, temos “Tarja Preta”, “Inconsciente Coletivo” (aqui a banda agrega elementos de ska) e “Desconstrução”, uma analogia inversa ao clássico de Chico Buarque... Continue Lendo no Under Floripa
O projeto The F.Ray entra em uma nova fase e disponibiliza seu novo álbum “Iniciação”! As composições de Felipe Espindola de Borba (o artista, produtor e idealizador do projeto) em Iniciação são carregadas de vivências pessoais e significados profundos, traduzindo emoções e reflexões sobre a jornada humana por meio de uma linguagem por vezes mística e pessoal, por vezes simbólica e universal. Composto por sete faixas, com beats e rimas em português, o álbum Iniciação traça uma narrativa que se inicia na dúvida e no vazio de uma tela em branco, e evolui rumo à compreensão interior, a conexão com o cosmos e à manifestação da arte como expressão da existência...
O show vai marcar a estreia oficial do segundo álbum do projeto “IMPREVISTO”, que aprofunda a pesquisa artística iniciada pela dupla no primeiro volume, lançado em 2023. O trabalho reúne influências de spoken word, jazz, rock, experimentação vocal e canção brasileira contemporânea, construindo uma proposta que transita entre música, literatura, teatro e performance. Formado por Cris Vaz e Henrique Cabral, o “IMPREVISTO” nasceu em Brumadinho, na região da Serra da Calçada, e tem como principal característica a exploração da palavra como elemento central da criação artística. No novo álbum, a dupla apresenta seis composições inéditas — “Pindorama (ou Civilização)”, “Dalí”, “Inferno”, “Milhões de Deuses”, “Estrela” e “Roupa de Domingo” — além das faixas já divulgadas “Algodão” e “Amor Imprevisto”... Continue Lendo no Site da IDL FM
Em comemoração aos dez anos de carreira, Ana Cacimba lança Luminosa Vol.1 (2025). O projeto é dividido em dois atos: Lua e Sol, partindo da espiritualidade para chegar à realização pessoal e à retomada da autoestima. O trabalho é produzido por Los Brasileros e por Dmax, com participação de Alessandra Leão, De origem quilombola, Ana Cacimba ainda traz na discografia o álbum Mergulho (2023) e a estreia com Azeviche (2022). Nos projetos, ela frequentemente explora a percussão africana e o diálogo com a cultura popular brasileira. Pop, samba-rock, MPB e afrobeat são ferramentas para contar uma história ancestral, que atravessa Ana diretamente. Na Lua, primeiro ato do projeto, o foco está na fé, com canções referenciando Orixás como Exú, Xangô, Oxóssi, Oyá, Oxalá, Preto Velho e Padê Onã... Continue Lendo no Noize
Cami Santiz fez o lançamento de seu primeiro álbum. Intitulado SALINA, o disco chegou às plataformas no próximo dia 28 de maio, às 21h, consolidando uma nova fase artística da cantora e compositora. Depois de iniciar essa transição estética com o single “Canto da Sereia”, lançado em 2025, Cami agora expande o universo marítimo, sensual e melancólico que vem construindo nos últimos anos. O álbum mistura trip-hop, synthpop, chillwave e referências da cultura de paredão nordestina. SALINA nasce como uma investigação afetiva sobre território, identidade e memória. Inspirado nas salinas de Mossoró, no imaginário costeiro do Rio Grande do Norte e nas experiências de juventude vividas à beira-mar, o disco propõe uma leitura pop do litoral nordestino a partir de uma perspectiva íntima e contemporânea... Continue Lendo no Saiba Mais
Tem artista que estreia tentando mostrar tudo ao mesmo tempo. Caio Nunez faz o contrário. Em “Nada Fica Fora do Lugar”, seu primeiro álbum, ele escolhe segurar a ansiedade, confiar no tempo e construir um trabalho ao longo de quase cinco anos. O disco amadurece junto das experiências e referências que moldam sua identidade, transitando por uma sonoridade brasileira popular e contemporânea. Com direção musical de Gabo Marinho e capa assinada por Nomoa, o álbum percorre espiritualidade, memória e afeto, transformando essas dimensões em uma linguagem musical própria. As faixas se encadeiam com naturalidade, criando um fluxo contínuo. Há um cuidado evidente na forma como os instrumentos aparecem: violões e guitarras bem posicionados, baixos firmes e uma percussão que colore sem pesar... Continue Lendo no Midia Ninja
Diretamente de Campinas, Vector Coletivo Delta lança o álbum A CHAGA em colaboração com o produtor baiano Dr. Drumah. O projeto mergulha no boombap com forte teor político, trazendo reflexões, identidade e verdades que a cena ainda precisa ouvir (Via @jazzenquadra)...
O This Lonely Crowd, quinteto paranaense que transita entre o Shoegaze, Post Rock e Metal, construiu sua identidade a partir do encontro entre atmosferas oníricas e paisagens sonoras que desafiam os limites entre delicadeza e peso. Em atividade desde 2009, a banda apresentou seu nono álbum, Eldritch Magnificence, reafirmando uma trajetória marcada pela experimentação e pela busca constante por novos territórios musicais. O disco nasceu a partir de uma reflexão sobre o chamado vale da estranheza, espaço indefinido entre aquilo que percebemos como realidade e aquilo que nossos sentidos são capazes de imaginar. Em Eldritch Magnificence, o impossível deixa de ser apenas uma ideia abstrata e ganha forma através do som... Continue Lendo TMDQA
Diretamente de São Luís do Maranhão, o artista Gugs aproxima em seu novo álbum, “Fruto da Terra”, reggae roots, rub-a-dub, dancehall, dub, afrobeat e hip hop sem perder a cadência quente e ritualística que marca a relação histórica da ilha com o gênero. “Quem nasce em São Luís cresce ouvindo reggae. É uma música que toca nas ruas, nos bairros, nos carros e dentro das casas. Fruto da Terra nasce justamente dessa vivência coletiva da Jamaica Brasileira”, explica o artista. Ao longo de 12 faixas, Gugs constrói um disco com espiritualidade, identidade, permanência e memória. Inspirado pelas “pedras”, pelos rewinds infinitos das radiolas e pela cultura sound system que moldou gerações em São Luís, o álbum equilibra tradição e contemporaneidade na mesma frequência... Continue Lendo no Groovin Mood
Antes de mais nada: o Negative Summer, uma banda de grindcore e black metal do Ceará, merecia fazer sucesso no Tik Tok com a maravilhosa faixa-título de seu novo disco. Ouvir versos como “que cena linda seria se um trator passasse por cima de você / compraria até pipoca pra ver / um caminhão de brita descarregado / devagar e sutilmente / em cima da sua cara horrorosa” acompanhados de uma base pesada e casca-grossa, é um prazer que deve ser sentido por todo mundo. Impossível não sentir nojo da sua cara, o álbum do grupo, é pesado e agressivo em letras e músicas – e rápido, com dez faixas que no máximo passam de um minuto cada uma. A faixa-título, que tem esses versos aí do primeiro parágrafo, é um dos melhores exemplos, e o disco quase inteiro fica entre Napalm Death, Pungent Stench e Ratos de Porão, com batidas ágeis, vocais guturais e letras de puro ódio... Continue Lendo no Pop Fantasma
Quando descobri a banda Schlop foi por acaso, através de um stories em um perfil de uma casa de shows. Ali tinha uma vocalista/guitarrista, no caso Bella Pontes, que me chamou a atenção e uma sonoridade instigante. Fui em streamings e descobri que a banda já tinha um álbum, intitulado Canções de Amor para o Fim do Mundo, e uns singles nas plataformas digitais. Ah, Bella, além de cabeça da banda, é uma agitadora cultural, sendo uma das autoras do projeto Mapa da Música Autoral de São Paulo. E, recentemente, Bella Pontes lançou o segundo disco da Schlop, com o sugestivo título de Cachorros e Madames no Fim do Mundo, que me surpreendeu positivamente. Nesse álbum Bella está acompanhada de Lucia Esteves (guitarra), Alexandre Lopes (baixo) e Antonio Valoto (bateria, sintetizadores e guitarra). Ah, Valoto também foi o produtor do álbum. As influências são variadas, mas inegável a lembrança ao Pavement, Guided by Voices e Veruca Salt. As faixas do álbum são, essencialmente, canções caseiras que Bella compôs e ganham uma nova roupagem, com banda, para esse álbum... Continue Lendo no Under Floripa
Pianista, compositor, arranjador e cantor, o mineiro Davi Fonseca é essencialmente um contador de histórias. Quem já assistiu um show do artista, sabe que Fonseca tem a sedução de quem nos envolve em seus causos e que torna histórias simples em narrativas envolventes, divertidas e até mesmo emocionantes, ao melhor estilo mineiro. “Viseira”, seu segundo disco, é um exemplo muito amplo de sua conexão ampla com essa oralidade e com a criação de universos narrativos que vão das experiências pessoais à ficção. Fonseca é também um instrumentista virtuoso e faz um casamento fantástico entre suas narrativas textuais e musicais, em um encontro que torna em personagens fundamentais cada nota musical e cada instrumento inserido na canção. Esses universos ganham camadas no encontro de Davi Fonseca com Lucas Filipe Oliveira, seu parceiro nas composições do disco; mas além disso há uma ficha técnica imensa que constrói esse trabalho que mais uma vez reforça essa figura agregadora do contador de histórias que é Fonseca. Em “Viseira”, o compositor e arranjador reuniu 22 músicos, sendo que cada faixa apresenta uma instrumentação distinta e uma sonoridade única. E pra completar, o trabalho também conta com participações especiais do cantor baiano Xangai, na canção “Presepeira”; o cantor, compositor e violonista mineiro Artur de Pádua em “Apocalipse à brasileira”; a mineira Luiza Brina, em “Barra Grande”; e da pernambucana Isaar, em “A Laje de Hermeto”... Continue Lendo no Scream Yell
Primeiro álbum oficial da alice medíocre. Muito carinho por esse trampo que começou a ser escrito e trabalhado entre o final de 2023 até 2024. Desse período até meados de abril de 2026 o projeto passou por regravações, adições de texturas e detalhes nas faixas, remixagens e remasterizadas. A foto da capa foi do momento exato em que eu terminei de ouvir a versão final do disco e pensei "é. Tá pronto. Finalmente."
Efusão, segundo álbum do Sistema Som Rachado, um diálogo entre tradições populares e linguagens urbanas contemporâneas. Lançado de forma independente, Efusão, o segundo álbum do projeto Sistema Som Rachado amplia a proposta apresentada no disco de estreia, transitando por territórios onde xote, forró, reggae, hip-hop, cumbia e reggaeton convivem de maneira fluida e orgânica... Continue Lendo no nanu Blog
PROMOÇÃO DE FINAL DE ANO E INICIO DO PROXIMO HOMINIS DISSEMINA!!
Pra quem não sabe, nos temos um trampo de assessoria de disseminação:
Nele nos produzimos release e conteúdos exclusivos para apresentar seu trabalho em blogs, rádios, sites por todo o país e fora dele.
Saiba mais clicando na arte...
Agora temos um PIX (Fortaleça com qualquer valor)!
Atendendo 10 gatos pingados, entramos pra essa distopia e criamos um PIX! Tá até rolando uma ação durante todo o mês de Maio, Faremos uma playlist individual pra quem contribuir!
Clica na imagem pra entender melhor e participar ou seleciona o QRCODE e fortaleça com qualquer valor.
AJUDE NA NOSSA MISSÃO DE DISSEMINAR #MUSICABR!
A partir de R$10 por mês, vocês nos ajudam a manter o blog e ter tempo pra criar mais conteudos! Para saber mais, clique na imagem!
Hominis Canidae REC
11 anos de atividades e agora temos um selo digital. Mas que ideia né?!
Para ouvir os sons do selo, clique na imagem!
Newsletter #HominisDiss
Um newsletter para falar de coisas que chegam no nosso mail e não conseguimos postar tudo aqui. É um jeito mais dedicado de enviar conteúdos legais pra vocês!
Para receber o newsletter, clique no gif.
Ajuda ai!
Temos várias ideias para por em prática, além de pagar as contas do blog! Se você quiser contribuir com os custos do site, é só clicar no botão.