domingo, 23 de setembro de 2018

Matheus Santiago - Votu (2017)...




Download: Votu (2017).zip (ou no bandcamp acima)

Votu" (2017) é o EP de estreia de Matheus Santiago, cantor e compositor cearense radicado em Minas. Foi gravado em Fortaleza-CE no Estúdio Totem - do engenheiro de som Yuri Kalil (Otto, Marcelo Jeneci, Cidadão Instigado) - e contou com a produção musical de Caio Castelo. O trabalho flerta com sonoridades que passam pelo afrobeat, reggae e ijexá.“Votu” significa vento em tupi-guarani. No EP, o vento é tomado como signo do inefável e da mudança. A poética do trabalho está ligada a uma busca por entender os movimentos tácitos da vida, como quem deixa o vento soprar no rosto simplesmente pelo gosto de senti-lo.O conceito da capa foi construído a partir do voo-queda da atriz Débora Ingrid com uma criação visual que remete ao encontro do ser humano com o vento. A tipografia criada por Felipe Góes aponta para a ancestralidade, presente nos traços tribais. Anderson Damasceno assina a fotografia.Tocaram no EP: Caio Castelo (guitarra), Carlos Hardy (baixo e voz), Fernando Lélis (saxofone e flauta transversal), Renan Ramos (trompete e flugelhorn), Eros Augustos (teclado), Thelme Sousa (percussão) e Igor Ribeiro (bateria)...
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sábado, 22 de setembro de 2018

Emerald Hill - Para Sempre Conectados, Mas Eternamente Distantes (2018)...





Enfim o dia chegou! Foi o que eu disse ao saber que a Emerald Hill de João Pessoa (PB) finalmente iria lançar seu primeiro álbum. É o resultado de um longo processo visto que eles tem lançado ao longo dos últimos anos EPs e singles soltos.Mesmo tendo alguma ideia pela tracklist, e sabendo que “Presciência” e “Nos Seus Braços” completaram 2 anos de seu lançamento em agosto, fiquei curioso para desbravar as canções que ainda não tinha tido a oportunidade de ouvir.Por mais que em seu som eles misturem emo, shoegaze, post-punk e post-rock como influências mais notáveis, eles já me confidenciaram algumas vezes se amarrar em bandas como Weezer – e claro videogames... VIA
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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Devotos - O Fim Que Nunca Acaba (2018)...




E eis que, em seu aniversário de 30 anos, o Devotos coloca na praça seu mais novo trabalho, O Fim que Nunca Acaba. Intrigante desde o título e da capa, o disco consegue um feito raro para quem está na terceira década de carreira: mantém suas raízes e ao mesmo tempo expande os horizontes da banda. Extremamente bem produzido e tocado com esmero, "O Fim que Nunca Acaba" é recheado de novas possibilidades e pode ser considerado o trabalho mais ousado da banda. O próprio Cannibal explica o enigmático título do álbum: "É pela longevidade de uma banda como a nossa em um Estado com pouca divulgação para o hardcore como Pernambuco. Aqui praticamente não existe espaço para o hardcore nas rádios e TVs locais. São poucos os festivais locais. Os editais também são raros. Acho que qualquer outra banda, no nosso lugar, já teria desistido há muito tempo. E a gente, ao invés de mudar para o Sul ou o Sudeste, onde os espaços de divulgação são maiores, optou por continuar morando aqui. É um verdadeiro trabalho de resistência".A julgar pelas 15 músicas que compõem o disco, o fim está bem longe. Com produção caprichada do próprio Devotos, mixado e masterizado por Mathias Severien, O Fim que Nunca Acaba mostra uma banda que vai muito além do hardcore que consagrou o trio. O que Cannibal (baixo e voz), Neilton (guitarra) e Celo (bateria) conseguem extrair deste álbum é algo nunca visto na carreira deles. Em "Não Fico", por exemplo, eles fazem um metal pesadão que ainda não tinha sido ouvido nos trabalhos anteriores. "Não Desista" vem embalada em um clima soturno que dá ênfase até a um violão pesado. "Incrédulo" tem uma linha de baixo forte de Cannibal, que canta com voz limpa e abre espaço para uma base de sopros de Maestro Forró e acaba desancando para, pasmem, um jazz pesado! A música vem num crescente hipnótico, explodindo do meio para o fim. Maestro Forró também conduz a banda para uma espécie de “frevo-jazz-hardcore” em “Chama Padre Quevedo”, uma das mais ousadas do álbum. Mais surpreendente ainda é "Liga da Justiça", quase acústica, com participação especial de Maciel Salú que, com sua rabeca, leva o som do Devotos até o Oriente Médio. E, surpresa, ainda aparecem mais violões na música, em que Cannibal pergunta: "Você é bandido ou artista?"."De Andada" tem uma introdução maravilhosa de bateria de Celo, para a banda logo depois entrar numa vibe pesadona, novamente flertando com o metal e com um trabalho deslumbrante de guitarra de Neilton.Duas coisas merecem ser destacadas também: a coesão do discurso de Cannibal, que continua acertando no alvo em suas letras. A temática social permanece forte, o que é uma das marcas registradas da banda. E o excepcional trabalho de guitarra de Neilton, que muitas vezes lembra os solos alucinados de Andreas Kisser, do Sepultura.E, claro, há espaço para a essência do Devotos, como no hardcore "Eu Declaro Meu Inimigo" e “ Matou Morreu”.A capa, como sempre, foi feita por Neilton Carvalho, que já tem seu trabalho como artista plástico reconhecido nacionalmente. Esta, talvez, seja a mais forte que Neilton já produziu, embora, à primeira vista, seu significado esteja nas entrelinhas e nas imagens subliminares que a obra contém. Ela é toda vermelha e traz o desenho de um negro “acorrentado” por um monstro marinho e cujos tentáculos destroem um barquinho de papel em mar de sangue na contracapa. Neilton explica qual foi sua inspiração para o desenho: “Essa capa eu deixei aparentemente leve, fugindo do óbvio do som, do estilo dito, mas tem elementos muito pesados e importantes para a história do povo do subúrbio do mundo inteiro. Com a recente história de migrações forçadas por conta das guerras religiosas, com naufrágios de famílias inteiras, morrendo tentando realizar seu sonho simples de viver em paz e pela paz. Somos todos imigrantes”, revela Neilton.Ele então relata todo o simbolismo da capa. “Quem prestar atenção verá muita coisa que vai incomodar: o negro com um semblante de aceitação de sua condição, o mar de sangue, os monstros que todos temos interna e externamente, que destroem nossos pequenos sonhos, representado por um simples barquinho de papel e significados religiosos mostrando uma proteção ancestral muito marcante, como as folhas da planta "comigo ninguém pode". Ou seja, um trabalho de significados profundos e com um tema atualíssimo, que talvez seja o maior dilema de nossos tempos: a convivência humana e nossa eterna dificuldade em nos colocar no lugar de nosso semelhante.O normal é que um artista com 30 anos de carreira se acomode, se repita. Com o Devotos é diferente. Com o passar do tempo, a banda mostra uma inquietação estética que o faz navegar por mares jamais experimentados. E o resultado mostra que o trio só ganha com isso. Trata-se de uma banda que cada vez mais consolida uma identidade muito bem definida, ainda que experimentando novas sonoridades.As participações especiais só reforçam esse modelo. Carlão Underground, vocalista do Realidade Encoberta, divide os vocais com Cannibal na urgente "Matou Morreu". Maestro Forró dimensiona o grau de alcance do Devotos em "Incrédulo" e “Chama Padre Quevedo”. E Maciel Salu viaja com a banda para a Arábia sem tirar os pés do regionalismo em "Liga da Justiça"."O Fim que Nunca Acaba" prova que o Devotos é capaz de se reinventar sem perder a identidade. Não é o começo do fim. E parece que nunca vai acabar...
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Cacá Machado - Sibilina (2018)...





Antes de ler as palavras, os sons e suas relações, comecemos por ler as imagens desse Sibilina. Na capa, o rosto de Cacá Machado duplicado, cortado em cima na altura dos olhos, e embaixo de olhos fechados, a palavra "sibilina" também duplicada, mas como que refletida numa superfície espelhada. Na contracapa, o rosto de Cacá desfocado, ao fundo um edifício com luzes acesas. Dentro do encarte, o rosto de Cacá reaparece, agora envolto em fumaça... Via
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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

M. Takara - M. Takara 3+1 (2017)...



Download: M. Takara 3+1 (2017).zip (mail no bandcamp acima ou no da desmonta)

O trio M.Takara 3, aqui também acompanhado do músico Ricardo Pereira, gravaram um sessão ao vivo no Epicentro Cultural (SP) no dia 02 de novembro de 2013.O 'disco' estará disponível as plataformas digitais a partir do dia 01 de setembro de 2017 é um co-lançamento entre os selos DESMONTA e EAEO...
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Sad Fuzz 52 - Infinitas Insônias (2018)...




Sad Fuzz (52) é um duo de rock alternativo formado em 2016 na cidade de Sorocaba-SP. A banda é composta por Sad Eyes (voz/guitarra) e Purple Fuzz (bateria) e conta com influências que vão do pós-punk ao indie, passando pelo shoegaze, 90's e garage rock nacional. The White Stripes, Jair Naves e The XX são algumas das referências citadas pelo grupo...
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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Moreati - Algum Lugar (2018)...




O disco de estreia representa a primeira experiência da banda Moreati com a exposição. Sentimentos de raiva, decepção, revolta, amor e paixão se tornam públicos nas oito faixas do disco.Cada uma das músicas mostram a Moreati de várias perspectivas, passeando pelas influências que passam por Os Mutantes, Ventre, Novos Baianos e Boogarins, entre outros.Dessas bandas, a Moreati herdou a capacidade de transformar em música as críticas à sociedade, como em “Desde Moleque”, “Cidadão de Bem” e “Moldado”.“A contestação dos moldes que o mundo tenta amarrar a gente sempre fez parte do nosso dia a dia, e do nosso jeito de ser. A teimosia e a vontade de fazer são um ponto forte em comum de nós três, é talvez o que mais faz a Moreati funcionar.Em relação a essa vontade de mostrar as coisas de outra forma, explicar que nem tudo precisa ser só de um jeito, surgiram letras e melodias de questionamento, de desabafo e de certa revolta”, conta Vitor... VIA
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Mabombe - Horizonte de Eventos (2018)...





O Horizonte de Eventos, segundo álbum da Mabombe, busca ilustrar o ponto de não retorno, fronteira com a total improbabilidade que se dá através do buraco negro. A banda usa a sinestesia, criando paisagens e texturas sonoras para que o ouvinte possa se transportar até esse universo. O novo disco, autoproduzido pela banda, traz mais fluidez em relação ao seu disco anterior, Udubio (2014), tem seis composições próprias e inéditas, permeadas por influências do rock, afrobeat, funk e da música pernambucana...
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terça-feira, 18 de setembro de 2018

Potyguara Bardo - Simulacre (2018)...




Original do Rio Grande do Norte, José Aquilino é o nome por trás de Potyguara Bardo, um dos nomes mais interessantes da cena pop e drag queen atual. No início do mês, a artista colocou no mundo o seu Simulacre, álbum de estreia que chega com a colaboração do Estúdio Dosol por meio do projeto Incubadora e produzido por Walter Nazário, Dante Augusto e Mateus Tinôco.O título do trabalho é resultado da concepção das palavras “simulacro” e “lacre”, em que a ideia de simulação é uma ficção de tudo o que vemos ao redor, mas que essa ideia imaginada pode ser “lacrante”. Pensando nisso, a obra reúne em nove faixas o que há de mais contemplativo na música atual: a diversidade de sons, letras representativas e uma experiência sensorial e holística... VIA
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Saulo Duarte - Avante Delírio (2018)...




O quarto disco de Saulo Duarte está lançado em todas as plataformas digitais. Álbum este que tem gosto de estreia, com o frescor de um primeiro disco. É o quarto, porque o cantor e compositor já lançou três junto a banda A Unidade. Mas é o seu primeiro disco 100% solo. É o álbum que desnuda Saulo Duarte como cantor, compositor e também produtor. E é sob o título Avante Delírio que ele deságua em onze canções suas ideias mais íntimas, que não cabiam nos repertórios anteriores.Mas é claro que Saulo Duarte não está sozinho. E nunca estará, já que ele é um guitarrista onipresente na música popular brasileira. Ele toca nas bandas de Céu, Russo Passapusso, Curumin, Anelis Assumpção e demais outros talentos da música brasileira atual... VIA
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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Vicente - Era Pra Ser (2018)...



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Cantor, compositor, DJ e produtor musical brasiliense, Vicente faz um pop moderno e com influências da música alternativa e clima de sensualidade no EP “Era Pra Ser”. Com produção musical de Ecologyk, o EP chega junto do clipe “Metanfetamina”. O trabalho está disponível em todas as plataformas de música digital pelo selo Asfalto Rec.Gravado em apenas quatro dias, o EP tem canções autorais e composições do artista LAN, de São Paulo, e conta com cinco faixas: “Desejo”, “Incendiar”, “Era Pra Ser”, “V.R.2D” e “Metanfetamina” – esta última se tornou o primeiro single, versando sobre a relação doentia do homem com amores, drogas e trabalho... VIA
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Hektōr - ondulações no lago do vácuo (2018)...








Download: ondulações no lago do vácuo (2018).zip (ou vá no bandcamp acima)

Heitor Martins, antes conhecido como miojo cru, assume uma nova identidade em "ondulações no lago do vácuo", e mergulha de cabeça no folk semi-experimental antes somente sugerido no primeiro lançamento, “kim gordon”, single da mixtape “Diário de Bordo Vol. 1”, do selo Pessoa que Voa, lançada em 2017. Indo de Alice in Chains a Caetano Veloso a Joanna Newsom e voltando, Hektōr mantém sempre um interesse no estrangeiro, trazendo influências de rock progressivo, jazz, post-hardcore, rock alternativo, entre outros, tudo sob uma roupagem folk, o ponto de partida e de chegada de todas essas ideias...
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domingo, 16 de setembro de 2018

Empire Negative - pǝןʇıʇun (2018)...



Download: pǝןʇıʇun (2018).zip (ou clique em ouça)

VIA ...ǝpɐpıʌıʇɐʇuǝsǝɹdǝɹ ǝ oɐɔuǝʇɐ sıɐɯ ɐpuıɐ ɹɐɥuɐb ɐɹqo ɐp oʇıǝظ ɯn ıɐ ɹǝs ǝpod ǝ 'xpɐıɟɐsǝp ǝʌ ǝs ɹopɐʇɔǝdsǝ op ǝsǝʇuıs ǝp ɹǝpod ǝ oɐɔɐuıbɐɯı ɐ 'ɐɹqo lɐʇ ɐʇɐɹʇ ǝs ǝnb op ɐɔıp ɐɯn 'oɐɔɐʇuǝıɹo ɐɯn 'ǝʇɹou ɯn ɯǝs... 'ɯǝʇɐʇıɹǝʌ ɔuɐɥ pɐsnɟuǝɟɟɐ ɯùɔ obɹǝ ;ʇɐuıɯɹǝʇǝpınb :ʇɟǝ .lıɥd xǝ ınb'ɯn&ɐ ʇıʌloʌuı ɯnllnu ɔoɥ.ɐınb 'ǝʌıʇɐbǝu ǝɹıdɯǝ qɐ ɹnʇɐuıɯɹǝʇǝp ǝnbǝu ' sìɟʇıqɐɥ ɯnpoɯ ... .ǝpɐpıʌıʇǝظqns ɐp oʇuǝɯnɐ ɯn soɯǝqǝɔɹǝd olnʇıʇ ɯǝs ɐɹqo ɐɯn ǝbɹns opuɐnb oɐʇuǝ .oɥuıɯɐɔ ou ɯɐɹʇuoɔuǝ ǝnb opnʇ ɐɹɐd sǝoɔıuıɟǝp ɹɐp ɐ ǝ ɹɐzıʇɐq ɐ ɯɐbıɹqo ǝs sɐıɹɔ sɐ.
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sábado, 15 de setembro de 2018

Juliano Gauche - Afastamento (2018)...




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Quando o compositor capixaba Juliano Gauche se associou ao termo "gauche", ele sabia exatamente o que estava fazendo. Drummond já utilizara o termo em sua poesia, mas Juliano parece ter pego a essência profunda do termo cujo significado transita entre o torto, estranho e desajeitado.Todo este apreço começou em 2013 com seu primeiro e autointiulado disco de estreia, um mergulho gélido sobre suas percepções melancólicas envoltos de uma sensibilidade crua. Depois, em 2016, Nas Estâncias de Dzyan ampliou ainda mas este oceano frio, conferindo-lhe grandeza ao mesmo tempo que desespero de nos jogar perdidos em um ambiente tão inóspito. Agora, chegamos no capítulo final desta trilogia, um que encerra uma relação intrínseca com a melancolia, mas também deixa lá no fundo (bem no fundo mesmo) uma leve chama de esperança... VIA
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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Pantaleão - Xadrez (2018)...



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Com personagens jovens e uma linguagem mais elétrica, a banda carioca Pantaleão lança seu novo EP, “Xadrez”. O trabalho é o segundo da discografia do grupo, após o EP “Labirinto” (2017), e já se encontra nas plataformas de música digital. Livro “Pantaleão e as Visitadouras”, de autoria do peruano Mario Vargas Llosa, é uma referência à mistura de signos e influências que compõem o som do grupo. Na estória, um jovem capitão se envolve em peripécias dentro da Floresta Amazônica, em muitas cores e texturas. A narrativa moderna, que une cartas e relatos a elementos sexuais e visuais da América Latina, é uma ode à cultura, que vai ao encontro dos conceitos suscitados pela banda e sentida nesse novo trabalho... VIA
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Rubinho Antunes - Expedições (2018)...




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'Expedicoes' e o segundo album autoral do trompetista Rubinho Antunes. O musico mantem a ligacao com suas raizes e incorpora influencias de musicos de diferentes etnias, absorvidas no periodo em que viveu na Franca (2011 a 2014), bem como nas expedicoes musicais que fez nos ultimos anos. 'Expedicoes' conta com a luxuosa companhia de Vinicius Gomes (gt), Fabio Leandro (p), Daniel De Paula (d), Bruno Barbosa (db) e a participacao especial da cantora francesa Camille Bertault...
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quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Növa - Keep The Tracks (2018)...




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Novo trabalho da banda de rock mais noise do Piauí! Keep The Tracks tem quatro faixas e sucede o disco homônimo da Növa lançado em 2012..
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Cólera - Acorde! Acorde! Acorde! (2018)...



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Cólera acaba de lançar o tão esperado álbum Acorde! Acorde! Acorde!, após um hiato, compreensível, para que tudo se encaixasse, após o falecimento do vocalista e guitarrista Redson Pozzi. A “bolacha” tem 13 sons inéditos, acrescida de três faixas-bônus e está tudo ali! É Cólera, do início ao fim.Lançado pelo selo EAEO Records, através de um  financiamento coletivo, sendo assim uma síntese da postura “faça você mesmo”, tão presente na cultura punk.O álbum foi produzido com materiais deixados pela metade, pela mente inquieta de Redson, que faleceu repentinamente em 2011, e a esse material foram acrescidos sentimentos, visões, impressões e leituras de quem caminhou ao lado e captou muito bem o que Redson sempre produziu enquanto esteve à frente da banda... VIA
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quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Malu Maria - Diamantes na Pista (2018)...



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O disco Diamantes na Pista contém 9 músicas compostas pela cantora e compositora Malu Maria. Os arranjos coletivos foram elaborados pela banda Diamantes composta por Carlos Gadelha na guitarra, Eristhal no baixo, Gustavo Souza na bateria e Otavio Carvalho no sintetizador. Além disso Malu convidou as cantoras Laura Wrona,Laya e Kika para participarem de algumas faixas. Gravado e mixado Por Otavio Carvalho e Caio Alarcon no estúdio Submarino Fantástico, produzido por Tatá Aeroplano e Malu Maria e masterizado por Felipe Tichauer...
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Erasmo Carlos - Amor É Isso (2018)...



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Dono de uma extensa discografia, parte expressiva dela concentrada entre o final dos anos 1960 e início da década seguinte, de tempos em tempos, Erasmo Carlos reaparece com um ou vários registros de merecido destaque. Foi assim com a sequência formada por Mulher (1981), Amar pra Viver ou Morrer de Amor (1982) e Buraco Negro (1984), no começo dos anos 1980, além da recente dobradinha composta por Rock ‘N’ Roll (2009) e Sexo (2011), obras responsáveis por apresentar o trabalho do cantor a toda uma nova geração de ouvintes.Contido quando próximo do material apresentado há quatro anos, em Gigante Gentil (2014), o recente Amor é isso (2018, Som Livre), 31º álbum de estúdio do cantor carioca, é uma dessas preciosidades na carreira do Tremendão. De essência romântica, o trabalho que conta com produção assinada por Pupillo (Nação Zumbi) e direção artística de Marcus Preto se espalha vagaroso, sussurrando versos guiados pelo romantismo agridoce de seu realizador... VIA
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