quarta-feira, 24 de abril de 2019

Santos e Neiva - Vivência (2019)...


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Dowload: Vivência (2019).zip (ou bote o mail em ouça)

Santos começa a despedida de seu projeto em EP split com Felipe Neiva “Vivência” será um dos últimos lançamentos antes de hiato Intuição e sentimento na forma pura são as marcas de Santos, projeto encabeçado pelo multi-instrumentista carioca Lucas Santos. Neste ano, para manter esse espírito, ele encerra o ciclo do projeto e parte em busca de novas ideias e desafios. O primeiro lançamento dessa fase de despedida é “Vivência”, um EP split com Felipe Neiva. O trabalho está disponível em todas as plataformas de música digital e como álbum visual no YouTube... Leia a entrevista
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Jaya - Não Foi Tempo Perdido (2019)...




Considerada uma das promessas de 2019  pelos sites especializados em Hip Hop, a baiana Jaya traz toda sua sensualidade e sentimento no primeiro disco ”Não Foi Tempo Perdido”, lançado em fevereiro.  Com beats experimentais que exploram várias vertentes, a artista passeia com dinamismo pelos estilos, mostrando seu talento tanto como MC quanto como compositora. A condução cadenciada da batera e os efeitos vocais levam Jaya de um extremo a outro, do lo-fi ao R&B, passando pela deliciosa faixa “Savage”, parceria com Rodrigo Zin (revelação de 2018 com os discos Francisco Oceano e Fazendo Grana pro Meu Filme), além de Água Viva... VIA
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terça-feira, 23 de abril de 2019

Cidade Chumbo - Pílulas Diárias de Insurgência (2019)...








A banda de punk rock carioca Cidade Chumbo lançou seu segundo EP, "Pílulas diárias de insurgência". Formada por veteranos da cena punk carioca (Vital - Jason/ Poindexter/ Alexandre Bolinho - Kopos Sujus/ Alexandre Mostarda - Anarchy Solid Sound) este é o primeiro registro com Rodrigo Barba (Los Hermanos) na bateria. O álbum traz seis músicas que transitam entre o punk tradicional, o hardcore e pitadas de post hardcore, com letras que foram escritas em meio ao turbilhão devastador que assolou o país no último ano... VIA
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Monkey Jhayam & Victor Rice - Monk Tape (2019)...



Download: Monk Tape (2019).rar (ou vá no bandcamp acima)

Um dos discos mais fortes que eu ouvi esse ano, vem da área grooventa do Reggae/Dancehall/Raggamuffin, e é responsabilidade da dupla Monkey Jhayam & Victor Rice. Uma dupla afiada que troca vibrações e muita experiência musical produzindo uma tabelinha daquelas clássicas, tipo Coutinho e Pelé. A Monk-Tape (2019) é jogo solto, nada de linhas compactadas, nada de bad de prensada, é viagem. E essa viagem para a qual nós somos conduzidos é produzida através de escalas diversificadas, mas que se unem e se tornam uma só pela força da música reggae.Um disco tomando forma de jato supersônico, onde piloto e co-piloto nos conduzem por regiões do sentimento que são estadias e passagens tão fortes que nos remetem a pensar o tempo em que vivemos, as lutas que devemos travar e mais importante: para onde devemos direcionar o nosso amor. Um roteiro de viagem necessário para o agora, que se confunde com a passagem das faixas de modo a não lhe permitir mais distinguir o que é “trilha” sonora e o que é viagem.Passei as últimas duas semanas ouvindo/viajando nesses sons e agora ao me deparar com a necessidade de escrever e convidar outros a embarcarem nessa nave, me ocorre uma questão. Um problema que na real sempre me coloco e que é simples até, mas como todas as questões simples, não encontram respostas fáceis: Porque um disco desse naipe não estourou? Onde estão as agências de viagens espaciais que não viram essa nave com excelente oferta? Enfim, convido-lhes a acompanhar a resenha de minha percepção dessa viagem, e se puderem me respondam ao final da leitura e da audição... VIA
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segunda-feira, 22 de abril de 2019

Inocentes - Cidade Solidão (2019)...




“Estamos aqui para revolucionar a música popular brasileira, para pintar de negro a Asa Branca, atrasar o Trem das Onze, pisar sobre as flores de Geraldo Vandré e fazer da Amélia uma mulher qualquer”, escreveu Clemente Nascimento em 1982, um ano depois da formação do Inocentes, grupo de performance poderosa e um dos porta-vozes do movimento punk no Brasil. O anúncio era o que estava por vir no primeiro EP, “Miséria e Fome” (1983), e de lá para cá, o Inocentes acumulou na bagagem, além da experiência de banda veterana no cenário musical, uma extensa discografia. Nesta sexta-feira (12), a banda divulgou um novo EP, intitulado “Cidade Solidão”, que segundo o vocalista e guitarrista Clemente Nascimento, “olha para o passado como inspiração para seguir em frente. É uma atualização do que seria feito no começo da carreira, com a mesma energia e criatividade, trazendo elementos novos sem se distanciar das raízes”.Lançado pela gravadora paulista Hearts Bleed Blue (HBB) em vinil 7 polegadas para comemorar o Record Store Day de 2019, o EP conta com as faixas “Donos das Ruas”, “Fortalece” e “Cidade Solidão”, além da regravação do clássico “Escombros”, lançado originalmente no álbum “Ruas”. “Na época em que ‘Escombros’ foi gravada, em 1996, a banda não tinha a rodagem que tem hoje. Agora conseguimos registrá-la da maneira que queríamos e o resultado ficou ótimo, a música ganhou vida novamente”, conta Clemente... VIA
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Sidoka - Sommelier (2019)...




Sidoka é um adolescente e faz música de adolescente; longe de ser um ataque, digo isso como elogio. Numa cena onde MC’s de 30 anos tentam fazer músicas para crianças de 15 anos curtirem, é bom que alguém novo, com 19 anos, esteja sendo um dos nomes mais interessantes a surgir tentando registrar esse snap da imagem cada vez mais efêmera da juventude dos nosso tempos. Em Sommelier, Sidoka mostra a força do seu flow característico (que ele consegue ir moldando pra caber nos diferentes tempos de cada uma das tracks), o carisma com o qual consegue envolver os beats ao redor dos seus versos, um talento pra refrões e muito potencial. No curto projeto, Doka fala daquilo que na nossa juventude é nosso foco: a roupa mais foda, a mina mais gata, se divertir com os amigos. Apreciar, degustar a adolescência, eis a mensagem do EP, virar chefe antes dos 20, viver rápido, morrer bonito: sabe, a boa e velha loucura adolescente... VIA
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domingo, 21 de abril de 2019

Marcos Valle – Mustang Côr de Sangue (1969)...




Um dos álbuns mais cultuados da discografia de Marcos Valle, Mustang Cor de Sangue também registra algumas das mais inspiradas letras do irmão do compositor, o poeta e fiel parceiro Paulo Sergio Valle. Com críticas cifradas aos excessos cometidos pelos militares, como as denúncias de tortura e desaparecimentos, o LP também escancara a alienação desenfreada da sociedade de consumo. Para além do poder lírico, o disco retrata Marcos em momento dos mais inventivos, fazendo uso de novos instrumentos elétricos e eletrônicos e extrapolando seu suingue com o amálgama de gêneros locais e estrangeiros como o funk, o samba, o baião, a soul music, a bossa, o jazz e o frevo. Alquimia que fica ainda mais sofisticada com a batuta de maestros como Lyrio Panicalli, Laércio de Freitas, Eumir Deodato e Orlando Silveira assinando os arranjos. Essencial... VIA
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sábado, 20 de abril de 2019

Pedro Lima Campos - O Carteiro, A Costureira, O Porteiro (2019)...



Download: O Carteiro, A Costureira, O Porteiro (2019).zip (Ou vá no bandcamp acima)

Pedro Lima Campos é um guitarrista e se tornei artista quando mudou para a cidade dos sinos, São João del-Rei, em Minas Gerais. Além de tocar nos bares da cidade e ter participado de 3 faixas da coletânea produzida pela Bunker Analog com artistas locais, mantenho paralelamente uma ampla produção autoral, onde busca interações da música popular com a contemporânea...
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sexta-feira, 19 de abril de 2019

Ivan Conti – Poison Fruit (2019)...





Não deveria ser uma novidade e felizmente para alguns brasileiros não é, pois são décadas de serviços prestados por Ivan Conti Mamão ao ritmo, à música do Brasil. Junto ao Azymuth, um dos maiores nomes da música instrumental brasileira, Ivan é o responsável pelas baquetas, segurando, marcando e planando-as pelo seu kit de bateria com uma genialidade reconhecida mundialmente. O Azymuth é um dos grandes arquitetos do groove brasileiro, levando nosso balanço inventivo pro mundo, e nesse espaço arquitetônico musical, as vigas de sustentação estão nas duas mãos do Ivan.No entanto, sabemos também, o quanto os músicos brasileiros, mesmo os músicos artistas, são desvalorizados. Possuímos em geral uma fixação por grandes astros, pela figura do star, e como sociedade não sabemos admirar o papel essencial dos músicos. Na bateria brasileira, Ivan Conti faz parte de uma linhagem importantíssima que conta com nomes que o precederam, como: Edson Machado, Dom Um Romão e Wilson das Neves para ficar em apenas três dos nossos vários gigantes.O lançamento de Poison Fruit (2019) seu novo disco, é uma excelente notícia assim como representa um suspiro de vida desse nosso gênio. Ivan Conti superou um grave problema de saúde recente, e passou a dedicar daí por diante o seu foco na feitura desse disco. Ouvir Poison Fruit é um exercício maravilhoso, onde o swingue dialoga com diversos estilos, mas também não perde o bom humor de vista... VIA
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Yung Buda - Músicas para Drift Vol. II (2019)...




Considerado um dos destaques na cena underground do trap, Yung Buda lançou na segunda-feira (1º de abril), o “Músicas para Drift Vol II” e encerra sua trilogia de mixtapes. Com beats mais calmos e percussivos o “MPDV.II” é lançado pelo selo SoundFood Gang.A mixtape vem de uma sequência onde a “Halloween o Ano Todo” e “Músicas para Drift Vol. I” a antecedem. Apesar de não ter ligações de em relação à temática, os trabalhos têm códigos e simbologias no estilo mais sombrio do artista, como fato de cada mixtape ter seis faixas cada (seis, seis, seis). Com uma aproximação mais intimista, menos agressiva contudo não menos pontual, o álbum é a continuação da primeira mixtape de Yung Buda, “Músicas para Drift”.Nicolas Kusanagi, ou apenas Yung Buda, shinobi no kami, como ele mesmo menciona na música “Akatsuki de Vila”, tem apenas 23 anos e muita bagagem. O artista, por meio de suas referências geeks, conseguiu traduzir seus sentimentos e críticas sociais com referências de cultura pop em beats de trap com samples de animes e games. Uma união digna de geração Y/Z. Sua relação com jogos de corrida e música veio da adolescência, quando ele mesmo realizava a trilha sonora de seus jogos. “A trilha do jogo era muito parada e sem emoção. Eu queria algo que fizesse eu me imaginar dirigindo o carro”, explica Yung Buda... VIA
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quinta-feira, 18 de abril de 2019

Nabru - Marquises e Jardins EP (2019)...




Apenas vinte anos e pouco tempo fazendo rap, mas escrevendo, observando e absorvendo o mundo ao seu redor desde a mais tenra infância, a mineira Nabru lançou um EP muito foda. Sua percepção de mundo é aqui transformada em ritmo e poesia de modo a deixar inequívoco para a audiência que estamos diante de um fato novo que precisa ser bem cuidado. Marquises e Jardins (2019) é a sua estreia com um ep que deveria fazer todos os amantes do boombap se ajoelharem e fazerem uma oração mirando essa janela acima da marquise onde a poeta consegue observar diversos aspectos do cotidiano e de sua formação estrutural.Assim, estariam cumprindo uma devoção não somente a essa nova flor que emerge aos poucos no jardim do rap nacional, como prestariam um serviço ao underground e às pautas fundamentais que compõem a luta do real hip hop. Nabru rima suave, num tom docemente chapado, o que vai aos poucos chamando nossa atenção para a força da poesia e do quanto ela carrega de luta resistente... VIA
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Lô Borges - Rio da Lua (2019)...





Após oito anos, desde o lançamento de “Horizonte Vertical” em 2011, Lô Borges presenteia agora seus fãs com mais um novo álbum de músicas inéditas: “Rio da Lua”, o décimo-primeiro de sua longa e resistente carreira.E pela primeira vez em sua carreira, Lô Borges se dedicou a compor sobre poemas previamente escritos, a partir de um reencontro com Nelson Angelo: compositor, letrista e companheiro fraterno de realizações ao longo da história do “Clube da Esquina”.O processo foi ágil. Ao longo do ano de 2018, Lô recebia de Nelson os textos, via mensagens digitais, e prontamente, ao violão, concebia as canções numa progressão coerente na sua trajetória de compositor, cantor e instrumentista, dando origem a esse conjunto apresentado em “Rio da Lua”, que funciona como uma espécie de ‘suíte’ onde as peças, entre si, dialogam e se completam... VIA
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quarta-feira, 17 de abril de 2019

Cigana - Todos os Nós (2019)...




As multiplicidades de sensações e emoções contemporâneas são representadas como uma gama de ritmos em “Todos os Nós”, álbum de estreia da banda paulista Cigana. Feito com esmero em um processo de quase três anos, o disco é uma viagem de autodescoberta e já disponível nas plataformas de streaming pelo selo Sagitta Records.Formada em 2014 em Limeira (SP), a Cigana tem em sua discografia os EPs “Sinestesia” (2014) e “A Torre” (2015). Recentemente eles lançaram o single “Natureza”, pela Laboratório Fantasma dentro do projeto "Original's Studio", da Levi's, e desde o fim do ano passado começaram a explorar as canções “Maria Fumaça”, “Lua em Escorpião” e “Maldita, Pt.2”.“Esse álbum significa duas coisas em uma: um ponto final e um ponto inicial. Um ponto final porque, depois de 5 anos de banda, inúmeros shows, festivais, gravações, parcerias e experiências que mudaram nossas vidas, conseguimos reunir 8 músicas que mostram, pelo menos no agora, o que é a Cigana. Existem músicas do disco que estão numa versão 'demo' no nosso primeiro EP (2014), e músicas que terminamos só no início de 2019. Então, são oito canções que mesclam nosso passado e nosso presente pra passar o que é o nosso agora”, reflete Matheus Pinheiro...
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Beto Cupertino - A Gente Vai Encontrar Sossego (2019)...




Novo álbum solo do músico goiano Beto Cupertino, conhecido no cenário independente pela sua banda chamada Violins. Na carreira solo, Beto experimenta novas sonoridades e retorna a sonoridades outrora deixadas para trás. Beto é um dos melhores letristas de sua geração e esse novo trabalho é mais um exemplo disso...
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terça-feira, 16 de abril de 2019

Jeza da Pedra & Kassin - Jeza Kassin (2019)...




Kassin e Jeza da Pedra são dois artistas do Rio de Janeiro de backgrounds completamente distintos. Kassin é branco, hétero, crescido na zona sul carioca e um dos produtores mais respeitados de sua geração, tendo trabalhado com gente como Caetano Veloso, Jorge Mautner, Los Hermanos e Gal Costa. Além disso, possui uma excelente carreira solo e ainda participou de projetos como Acabou La Tequila, +2 e Orquestra Imperial.Jeza da Pedra é negro, gay e crescido no Complexo da Pedreira, favela da zona norte do Rio, onde o rapper vivenciava cenários díspares como o domínio pop do funk e o boom neopentecostal. Jeza lançou o EP “Pagofunk Iluminati” em 2017 e um ótimo single chamado “Junto ao Meu Lado”, com participação de Sofia Vaz, da banda Baleia, e Migué. Em 2018, o rapper fez a sua primeira turnê na Alemanha, sendo convidado como atração na segunda maior parada LGBTQ da Europa.Essa junção improvável gerou um trabalho distinto na carreira de ambos e que é apresentado agora com o lançamento do EP “Jeza Kassin”, pelo selo LAB 344 – um prelúdio de um disco completo que deve surgir mais pra frente. Esse primeiro EP da dupla flerta com o hip-hop, o funk 150 bpm e a música eletrônica, criando um diálogo entre as batidas fortes de Kassin mescladas aos versos políticos de Jeza... VIA
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Raça - Saúde (2019)...




O Raça lançou Saúde, terceiro disco da banda paulistana formada por Popoto Martins Ferreira (guitarra e vocal), Thiago Barros (bateria), João Viegas (teclado e vocal), Santiago Mazzoli (guitarra) e Novato Calmon (guitarra e vocal).Sucessor da calmaria nostálgica de Saboroso (2016), o novo trabalho volta o olhar para a energia mais agressiva de Deu Branco (2014). Com essa decisão, a banda estufa o peito e bate de frente contra algumas das maiores tendências da música atual: a predominância de sintetizadores e a coadjuvação das guitarras.As teclas não foram extintas. Elas ainda estão presentes no som, prestando auxílio à ambientação, mas são as cordas e suas distorções que se responsabilizam pela força motora... VIA
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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Giovani Cidreira - Mix$take (2019)...




Giovani Cidreira pode ser tudo, menos um artista previsível. Depois de amadurecer criativamente durante o lançamento de Japanese Food (2017), trabalho em que dialoga de forma particular com a obra de Milton Nascimento e até Legião Urbana, o cantor e compositor baiano desconstrói a própria identidade artística nas canções de Mix$take (2019, RISCO). São sete faixas e pouco mais de 20 minutos em que o ouvinte passeia em meio a diferentes gêneros e possibilidades de forma sempre curiosa, provocativa. Frações poéticas e instrumentais que vão do pop atmosférico ao R&B em uma linguagem íntima apenas do músico.Concebido em parceira com o experiente Benke Ferraz (Boogarins), Mix$take diz a que veio logo nos primeiros minutos, em Oceano Franco. Trata-se de uma delicada reflexão sobre as incertezas da vida e uma versão para a também atmosférica Nikes, música originalmente composta por Frank Ocean para o álbum Blonde (2016). “Tem fogo em nossa porta, amor / Talvez eu não te veja, mas eu tô indo pra guerra / Me dê um beijo, estamos indo sem velas“, canta em meio a versos e ruídos eletrônicos que se completam pela presença de Jadsa Castro, parceira de longa data de Cidreira... VIA
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Black Alien - Abaixo de Zero Hello Hell (2019)...




Um dos meus rappers preferidos no Brasil, o camarada Black Alien lançou hoje o seu aguardado novo álbum “Abaixo de Zero: Hello Hell”. Trabalho todo criado em parceria com o produtor Papatinho que é, sem dúvida, um dos melhores beatmakers que temos nesse país.Dessa vez o hiato entre um álbum e outro não durou tanto tempo. Quase quatro anos após o seu triunfante retorno com “Babylon By Gus Vol. II – No Princípio Era O Verbo”, Black Alien mostra que está em plena forma. Saudável e inspirado. E tentando dar exemplo através de nove faixas onde conta histórias de seus tempos de doidera e o orgulho de estar nesta nova fase benigna... VIA
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domingo, 14 de abril de 2019

Fafá De Belém - Humana (2019)...




Ao fazer 'Humana', o álbum mais denso de sua carreira, a cantora abre uma nova porta de possibilidades sonoras e mostra sua face mais introspectiva. Seria mais fácil sorrir, como tem sido há mais de 40 anos. Uma gargalhada folgada e espaçosa, de se ouvir do lado de lá das fronteiras, que faz Fafá de Belém colher seus lírios mais vistosos. Ela surgiu assim em 1976, na novela Gabriela, cantando sem graves mas cheia de graça Filho da Bahia em um clipe no Fantástico. Cresceu entre boleros, sertanejos, fados e carimbós cantando para fora mesmo nas tristezas de Chico Buarque, nas agonias de uma Nuvem de Lágrimas ou na suntuosidade do Hino Nacional. Quando chegou 2015, Fafá, em outro momento, voltou-se para sua Belém e fez, divertindo-se, Do Tamanho Certo do Meu Sorriso, leve e criança, como se estivesse no palco de um videokê do interior do Pará... VIA
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sábado, 13 de abril de 2019

Decaer & Vulgar Débil - Mistério (2019)...



Download: Mistério (2019).zip (ou bote o mail no bandcamp acima)

Mistério é o nome do mais recente esforço colaborativo entre os artistas Erlândia Ribeiro, vulgo Decaer e João Pádua, em seu alter-ego Vulgar Débil. O álbum, queimando lento por sete faixas que encerram 35 minutos, carrega consigo uma atmosfera densa e febril. Lançado pelo selo Desmanche, o disco foi concebido e produzido a uma distância de aproximadamente 2.700km pela dupla, entre as cidades de Porto Velho e Ribeirão Preto...
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