sábado, 20 de abril de 2019

Pedro Lima Campos - O Carteiro, A Costureira, O Porteiro (2019)...



Download: O Carteiro, A Costureira, O Porteiro (2019).zip (Ou vá no bandcamp acima)

Pedro Lima Campos é um guitarrista e se tornei artista quando mudou para a cidade dos sinos, São João del-Rei, em Minas Gerais. Além de tocar nos bares da cidade e ter participado de 3 faixas da coletânea produzida pela Bunker Analog com artistas locais, mantenho paralelamente uma ampla produção autoral, onde busca interações da música popular com a contemporânea...
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sexta-feira, 19 de abril de 2019

Ivan Conti – Poison Fruit (2019)...





Não deveria ser uma novidade e felizmente para alguns brasileiros não é, pois são décadas de serviços prestados por Ivan Conti Mamão ao ritmo, à música do Brasil. Junto ao Azymuth, um dos maiores nomes da música instrumental brasileira, Ivan é o responsável pelas baquetas, segurando, marcando e planando-as pelo seu kit de bateria com uma genialidade reconhecida mundialmente. O Azymuth é um dos grandes arquitetos do groove brasileiro, levando nosso balanço inventivo pro mundo, e nesse espaço arquitetônico musical, as vigas de sustentação estão nas duas mãos do Ivan.No entanto, sabemos também, o quanto os músicos brasileiros, mesmo os músicos artistas, são desvalorizados. Possuímos em geral uma fixação por grandes astros, pela figura do star, e como sociedade não sabemos admirar o papel essencial dos músicos. Na bateria brasileira, Ivan Conti faz parte de uma linhagem importantíssima que conta com nomes que o precederam, como: Edson Machado, Dom Um Romão e Wilson das Neves para ficar em apenas três dos nossos vários gigantes.O lançamento de Poison Fruit (2019) seu novo disco, é uma excelente notícia assim como representa um suspiro de vida desse nosso gênio. Ivan Conti superou um grave problema de saúde recente, e passou a dedicar daí por diante o seu foco na feitura desse disco. Ouvir Poison Fruit é um exercício maravilhoso, onde o swingue dialoga com diversos estilos, mas também não perde o bom humor de vista... VIA
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Yung Buda - Músicas para Drift Vol. II (2019)...




Considerado um dos destaques na cena underground do trap, Yung Buda lançou na segunda-feira (1º de abril), o “Músicas para Drift Vol II” e encerra sua trilogia de mixtapes. Com beats mais calmos e percussivos o “MPDV.II” é lançado pelo selo SoundFood Gang.A mixtape vem de uma sequência onde a “Halloween o Ano Todo” e “Músicas para Drift Vol. I” a antecedem. Apesar de não ter ligações de em relação à temática, os trabalhos têm códigos e simbologias no estilo mais sombrio do artista, como fato de cada mixtape ter seis faixas cada (seis, seis, seis). Com uma aproximação mais intimista, menos agressiva contudo não menos pontual, o álbum é a continuação da primeira mixtape de Yung Buda, “Músicas para Drift”.Nicolas Kusanagi, ou apenas Yung Buda, shinobi no kami, como ele mesmo menciona na música “Akatsuki de Vila”, tem apenas 23 anos e muita bagagem. O artista, por meio de suas referências geeks, conseguiu traduzir seus sentimentos e críticas sociais com referências de cultura pop em beats de trap com samples de animes e games. Uma união digna de geração Y/Z. Sua relação com jogos de corrida e música veio da adolescência, quando ele mesmo realizava a trilha sonora de seus jogos. “A trilha do jogo era muito parada e sem emoção. Eu queria algo que fizesse eu me imaginar dirigindo o carro”, explica Yung Buda... VIA
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quinta-feira, 18 de abril de 2019

Nabru - Marquises e Jardins EP (2019)...




Apenas vinte anos e pouco tempo fazendo rap, mas escrevendo, observando e absorvendo o mundo ao seu redor desde a mais tenra infância, a mineira Nabru lançou um EP muito foda. Sua percepção de mundo é aqui transformada em ritmo e poesia de modo a deixar inequívoco para a audiência que estamos diante de um fato novo que precisa ser bem cuidado. Marquises e Jardins (2019) é a sua estreia com um ep que deveria fazer todos os amantes do boombap se ajoelharem e fazerem uma oração mirando essa janela acima da marquise onde a poeta consegue observar diversos aspectos do cotidiano e de sua formação estrutural.Assim, estariam cumprindo uma devoção não somente a essa nova flor que emerge aos poucos no jardim do rap nacional, como prestariam um serviço ao underground e às pautas fundamentais que compõem a luta do real hip hop. Nabru rima suave, num tom docemente chapado, o que vai aos poucos chamando nossa atenção para a força da poesia e do quanto ela carrega de luta resistente... VIA
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Lô Borges - Rio da Lua (2019)...





Após oito anos, desde o lançamento de “Horizonte Vertical” em 2011, Lô Borges presenteia agora seus fãs com mais um novo álbum de músicas inéditas: “Rio da Lua”, o décimo-primeiro de sua longa e resistente carreira.E pela primeira vez em sua carreira, Lô Borges se dedicou a compor sobre poemas previamente escritos, a partir de um reencontro com Nelson Angelo: compositor, letrista e companheiro fraterno de realizações ao longo da história do “Clube da Esquina”.O processo foi ágil. Ao longo do ano de 2018, Lô recebia de Nelson os textos, via mensagens digitais, e prontamente, ao violão, concebia as canções numa progressão coerente na sua trajetória de compositor, cantor e instrumentista, dando origem a esse conjunto apresentado em “Rio da Lua”, que funciona como uma espécie de ‘suíte’ onde as peças, entre si, dialogam e se completam... VIA
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quarta-feira, 17 de abril de 2019

Cigana - Todos os Nós (2019)...




As multiplicidades de sensações e emoções contemporâneas são representadas como uma gama de ritmos em “Todos os Nós”, álbum de estreia da banda paulista Cigana. Feito com esmero em um processo de quase três anos, o disco é uma viagem de autodescoberta e já disponível nas plataformas de streaming pelo selo Sagitta Records.Formada em 2014 em Limeira (SP), a Cigana tem em sua discografia os EPs “Sinestesia” (2014) e “A Torre” (2015). Recentemente eles lançaram o single “Natureza”, pela Laboratório Fantasma dentro do projeto "Original's Studio", da Levi's, e desde o fim do ano passado começaram a explorar as canções “Maria Fumaça”, “Lua em Escorpião” e “Maldita, Pt.2”.“Esse álbum significa duas coisas em uma: um ponto final e um ponto inicial. Um ponto final porque, depois de 5 anos de banda, inúmeros shows, festivais, gravações, parcerias e experiências que mudaram nossas vidas, conseguimos reunir 8 músicas que mostram, pelo menos no agora, o que é a Cigana. Existem músicas do disco que estão numa versão 'demo' no nosso primeiro EP (2014), e músicas que terminamos só no início de 2019. Então, são oito canções que mesclam nosso passado e nosso presente pra passar o que é o nosso agora”, reflete Matheus Pinheiro...
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Beto Cupertino - A Gente Vai Encontrar Sossego (2019)...




Novo álbum solo do músico goiano Beto Cupertino, conhecido no cenário independente pela sua banda chamada Violins. Na carreira solo, Beto experimenta novas sonoridades e retorna a sonoridades outrora deixadas para trás. Beto é um dos melhores letristas de sua geração e esse novo trabalho é mais um exemplo disso...
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terça-feira, 16 de abril de 2019

Jeza da Pedra & Kassin - Jeza Kassin (2019)...




Kassin e Jeza da Pedra são dois artistas do Rio de Janeiro de backgrounds completamente distintos. Kassin é branco, hétero, crescido na zona sul carioca e um dos produtores mais respeitados de sua geração, tendo trabalhado com gente como Caetano Veloso, Jorge Mautner, Los Hermanos e Gal Costa. Além disso, possui uma excelente carreira solo e ainda participou de projetos como Acabou La Tequila, +2 e Orquestra Imperial.Jeza da Pedra é negro, gay e crescido no Complexo da Pedreira, favela da zona norte do Rio, onde o rapper vivenciava cenários díspares como o domínio pop do funk e o boom neopentecostal. Jeza lançou o EP “Pagofunk Iluminati” em 2017 e um ótimo single chamado “Junto ao Meu Lado”, com participação de Sofia Vaz, da banda Baleia, e Migué. Em 2018, o rapper fez a sua primeira turnê na Alemanha, sendo convidado como atração na segunda maior parada LGBTQ da Europa.Essa junção improvável gerou um trabalho distinto na carreira de ambos e que é apresentado agora com o lançamento do EP “Jeza Kassin”, pelo selo LAB 344 – um prelúdio de um disco completo que deve surgir mais pra frente. Esse primeiro EP da dupla flerta com o hip-hop, o funk 150 bpm e a música eletrônica, criando um diálogo entre as batidas fortes de Kassin mescladas aos versos políticos de Jeza... VIA
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Raça - Saúde (2019)...




O Raça lançou Saúde, terceiro disco da banda paulistana formada por Popoto Martins Ferreira (guitarra e vocal), Thiago Barros (bateria), João Viegas (teclado e vocal), Santiago Mazzoli (guitarra) e Novato Calmon (guitarra e vocal).Sucessor da calmaria nostálgica de Saboroso (2016), o novo trabalho volta o olhar para a energia mais agressiva de Deu Branco (2014). Com essa decisão, a banda estufa o peito e bate de frente contra algumas das maiores tendências da música atual: a predominância de sintetizadores e a coadjuvação das guitarras.As teclas não foram extintas. Elas ainda estão presentes no som, prestando auxílio à ambientação, mas são as cordas e suas distorções que se responsabilizam pela força motora... VIA
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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Giovani Cidreira - Mix$take (2019)...




Giovani Cidreira pode ser tudo, menos um artista previsível. Depois de amadurecer criativamente durante o lançamento de Japanese Food (2017), trabalho em que dialoga de forma particular com a obra de Milton Nascimento e até Legião Urbana, o cantor e compositor baiano desconstrói a própria identidade artística nas canções de Mix$take (2019, RISCO). São sete faixas e pouco mais de 20 minutos em que o ouvinte passeia em meio a diferentes gêneros e possibilidades de forma sempre curiosa, provocativa. Frações poéticas e instrumentais que vão do pop atmosférico ao R&B em uma linguagem íntima apenas do músico.Concebido em parceira com o experiente Benke Ferraz (Boogarins), Mix$take diz a que veio logo nos primeiros minutos, em Oceano Franco. Trata-se de uma delicada reflexão sobre as incertezas da vida e uma versão para a também atmosférica Nikes, música originalmente composta por Frank Ocean para o álbum Blonde (2016). “Tem fogo em nossa porta, amor / Talvez eu não te veja, mas eu tô indo pra guerra / Me dê um beijo, estamos indo sem velas“, canta em meio a versos e ruídos eletrônicos que se completam pela presença de Jadsa Castro, parceira de longa data de Cidreira... VIA
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Black Alien - Abaixo de Zero Hello Hell (2019)...




Um dos meus rappers preferidos no Brasil, o camarada Black Alien lançou hoje o seu aguardado novo álbum “Abaixo de Zero: Hello Hell”. Trabalho todo criado em parceria com o produtor Papatinho que é, sem dúvida, um dos melhores beatmakers que temos nesse país.Dessa vez o hiato entre um álbum e outro não durou tanto tempo. Quase quatro anos após o seu triunfante retorno com “Babylon By Gus Vol. II – No Princípio Era O Verbo”, Black Alien mostra que está em plena forma. Saudável e inspirado. E tentando dar exemplo através de nove faixas onde conta histórias de seus tempos de doidera e o orgulho de estar nesta nova fase benigna... VIA
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domingo, 14 de abril de 2019

Fafá De Belém - Humana (2019)...




Ao fazer 'Humana', o álbum mais denso de sua carreira, a cantora abre uma nova porta de possibilidades sonoras e mostra sua face mais introspectiva. Seria mais fácil sorrir, como tem sido há mais de 40 anos. Uma gargalhada folgada e espaçosa, de se ouvir do lado de lá das fronteiras, que faz Fafá de Belém colher seus lírios mais vistosos. Ela surgiu assim em 1976, na novela Gabriela, cantando sem graves mas cheia de graça Filho da Bahia em um clipe no Fantástico. Cresceu entre boleros, sertanejos, fados e carimbós cantando para fora mesmo nas tristezas de Chico Buarque, nas agonias de uma Nuvem de Lágrimas ou na suntuosidade do Hino Nacional. Quando chegou 2015, Fafá, em outro momento, voltou-se para sua Belém e fez, divertindo-se, Do Tamanho Certo do Meu Sorriso, leve e criança, como se estivesse no palco de um videokê do interior do Pará... VIA
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sábado, 13 de abril de 2019

Decaer & Vulgar Débil - Mistério (2019)...



Download: Mistério (2019).zip (ou bote o mail no bandcamp acima)

Mistério é o nome do mais recente esforço colaborativo entre os artistas Erlândia Ribeiro, vulgo Decaer e João Pádua, em seu alter-ego Vulgar Débil. O álbum, queimando lento por sete faixas que encerram 35 minutos, carrega consigo uma atmosfera densa e febril. Lançado pelo selo Desmanche, o disco foi concebido e produzido a uma distância de aproximadamente 2.700km pela dupla, entre as cidades de Porto Velho e Ribeirão Preto...
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sexta-feira, 12 de abril de 2019

Black Moon Riders - Black Moon Riders (2019)...




Cinco anos após sua formação, eis que a banda Black Moon Riders surge com seu primeiro EP. O trabalho autointitulado traz à tona inúmeras influências do grupo, que vão do heavy metal ao glam rock, passando pelo stoner e shock rock. As músicas são boas, o instrumental é bem executado — com destaque para o guitarrista Demi Junior, que desenvolveu riffs e solos simples e marcantes —, a produção e mixagem não estão 100%, mas não comprometem a audição e o vocalista Átila Ferrarez se sai muito bem nos timbres mais graves. Entretanto, quando parte para vocalizações mais agudas, Átila não soa tão natural e sua interpretação perde um pouco de força. Creio que seu timbre nas notas mais baixas pode ser muito bem aproveitado em lançamentos futuros, já que é um bom timbre e o músico possui uma ótima interpretação, que vai de encontro com a temática mais, digamos, teatral da banda. Vale ressaltar que no EP de estreia do Black Moon Riders a produção vocal ficou a cargo de Victor Wichmann e Iuri Sanson (ex-Hibria e um dos maiores nomes do metal nacional)... VIA
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Aventura - Amanhã Não Será Como Hoje (2019)...




Conhecidos na cena de rock independente do Recife, os integrantes também se apresentam em outros projetos, como Amandinho, Sereia Problema, Inner Kings e Cavala, e se uniram pela vontade de experimentar novas possibilidades musicais. Aventura não se limita apenas a um gênero musical. Eles caminham pelo hardcore, shoegaze e indie.Com o uso de sintetizadores e guitarras cheias de efeitos, a Aventura modula uma realidade mutante, marcadas pelo ritmo seco e acentuado da bateria e do baixo. Todo esse efeito resulta num ambiente para mensagens sobre a descoberta da vida e os primeiro desafios de uma geração que envolvem as canções cantadas por Iara... VIA
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quinta-feira, 11 de abril de 2019

Eldo Boss - Rebaianizar (2019)...




Um disco para resgatar e ressignificar a música rap baiana. Proposta ousada? Talvez!Mas nada que desmotive Eldo Boss em seu desejo de construir canções comelementos do rap e da musicalidade baiana. ‘Rebaianizar’ é o verbo que traz a açãodo músico em seu novo disco, numa tentativa de resgatar o rap soteropolitano dosanos 90 das influências sulistas da década atual...
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Deepmoon - Good Night (2019)...




O CD Good Night foi lançado nas plataformas digitais no dia 28 de fevereiro e contém 12 faixas. 4 delas fazem parte do EP Deepmoon (lançado em 2018) e vieram como bônus.  A arte da capa é assinada pela portuguesa Luísa Dias. A foto do encarte é de Régis Falcão. Gravado no Orange Studio (Teresina-PI) pelo engenheiro de som Mike Soares.Good Night, que é a quinta faixa, foi escolhida para dar nome ao CD pela sonoridade da expressão, por ser um cumprimento, por ser a música de trabalho e também por ter essa relação com a noite, assim como o nome da banda. Falando em nome da banda, os músicos explicaram que esse nome foi escolhido porque representa uma curiosidade: o que está por trás da lua? E suas letras tratam muito dessa questão de contestar fatos, de saber o que há por trás das coisas... VIA
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quarta-feira, 10 de abril de 2019

Omar - ANTILOVESONG EP (2019)...




Omar é um artista independente, estudante universitário de cinema e audiovisual, atuando profissionalmente como editor de vídeo, pacajuense, de 20 anos, nascido e criado na Zona Metropolitana do Ceará. Influenciado desde Racionais a Mr Catra, passando por Pink Floyd, Raul Seixas e, se duvidar, Banda Deja Vu. Meu som é uma lasanha com camadas ora de consciência política, ora de deboche e bagunça. A proposta não é somente a mensagem em si, mas também uma espécie de estética que se sustente enquanto originalmente híbrida, na mistura de tudo que seja audível. Vai do boombap ao batidão romântico sem perder a essência do trap. O ANTILOVESONG é uma tentativa minha de combater frontalmente todo tipo de clichê que envolva um som do tipo Lovesong. É uma mistura de sons pra estourar na pista e sons pra ouvir na janela do busão. Ele surge de uma necessidade minha de interdependência tanto financeira quanto musical e de afirmação enquanto um jovem negro que mora na Zona Metropolitana de Fortaleza. Tentei retratar desde a experiência dos geras ao confronto político do jovem negro disfarçado de música de amor.O ANTILOVESONG EP se divide em dois lados: o Lado A, que une as linhas mais ácidas da obra e o Lado B, que tem as tracks com potencialidade para atingir um público maior, os hits...
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terça-feira, 9 de abril de 2019

Alfredo Dias Gomes - Solar (2019)...




Download: Solar (2019).zip

O baterista Alfredo Dias Gomes lança seu décimo primeiro disco solo, Solar,  totalmente autoral e inédito. Uma proposta um tanto diferente dos últimos trabalhos que tinham uma roupagem bem mais jazz-rock.Aqui, resolveu mostrar, na raiz, como cria suas composições e fez toda a base deste trabalho usando teclados virtuais do ProTools. Basicamente, usou sons de fender rhodes. piano acústico, clavinete e mini moog, além das linhas de baixo usando o fingersbass, fretless e baixo dobrado uma oitava abaixo.Um convidado muito especial participou ao seu lado neste trabalho como solista, o saxofonista Widor Santiago. Um convite bastante inusitado, pois, quando feito, Alfredo simplesmente disse -"Vai ser só nós dois". Curiosamente, ao final da sessão de gravação, ainda perguntou se não era melhor chamar um baixista, para uma resposta bem sincera e humorada de Widor -"Cara, nem reparei que não tinha baixista"... VIA
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HAYZ - Não Estamos Mais em Casa (2019)...




Download: Não Estamos Mais em Casa (2019).zip (Ou vá no bandcamp acima)

Era sábado de carnaval quando cheguei ao meio-dia no ensaio da Hayz, em um estúdio no Barra Funda. Tocavam não somente as faixas do primeiro disco lançado hoje, “Não Estamos mais em Casa”, mas já começavam a ensaiar uma canção inédita, que estará no setlist dos shows que farão nos próximos meses. A bateria furiosa de Roberta Bergami, com o chimbal posicionado bem acima da caixa, fez com que ao final do ensaio ela jogasse várias baquetas quebradas no cesto mais próximo, contando alto: “Um, dois, três, quatro, cinco pares se foram hoje”.Josie e Roberta se conheceram por correspondência, na época em que se descobria bandas trocando cartas. “Josie Lucas, do Gritos Aflitos”, era o destinatário de Roberta. As duas tinham uma fanzine, e Roberta, que toca bateria desde os 16 anos, escreveu pedindo as demos da primeira banda de Josie, por volta dos anos 1996/97. Após a Gritos Aflitos, Josie conta que tocou na Cosmogonia, e no início dos anos 2000 passou a ser integrante da Sundae, até que em 2007 foi tocar na Dominatrix. Josie e Bruna se conheceram quando a banda foi para Juiz de Fora, MG, tocar no Festival Mulheres no Volante, que em 2017 completou 10 anos, e é organizado pela baixista... VIA
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