terça-feira, 19 de novembro de 2019

Zander - Vivo (2019)...



Download: Vivo (2019).zip

A aclamada banda carioca Zander está com lançamento novo na área e trata-se do seu primeiro disco ao vivo. Com 10 anos de estrada, o grupo está lançando "Vivo", álbum onde apresenta toda energia e vigor das suas apresentações com canções como “Auto Falantes”, “Bastian Contra o Nada”, “Dialeto”, “Meia Noite” e mais. O novo disco ao vivo do Zander ainda conta com participações especiais de Cyro Sampaio (menores atos) em “Dezesseis” e João Lemos (Molho Negro) em “Depois da Enchente”... VIA
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Arquelano - Ponto EP (2019)...




Cantor, compositor e produtor cearense, Benjamin Arquelano estreia o Ponto, seu primeiro EP de estúdio. Arquelano começou a mexer com produção musical em 2014 de forma autodidata. Ponto é fruto do Laboratório de Música do Porto Iracema das Artes, onde o artista produziu o disco em parceria com a cantora e compositora Emília Schramm e o guitarrista Théo Fonseca. Projeto foi tutorado pela cantora carioca Mahmundi... VIA
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segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Karol de Souza - Grande! (2019)...




Uma das artistas mais promissoras do rap nacional, a curitibana Karol de Souza acaba de lançar o álbum “GRANDE!”. Em seu esperado disco solo, a artista se destaca por suas letras diretas e ácidas, transitando pelo trap em rimas que abordam temas como birracialidade, colorismo e privilégios, fazendo também críticas sagazes à padronização da beleza e do comportamento da mulher pela mídia e pela sociedade. “Eu sempre me enxerguei como uma pessoa negra e nunca tive nenhuma dúvida, mas quando eu vim para São Paulo eu comecei a ser apontada como uma pessoa branca várias vezes ou como “ah você não é negra, você é tipo morena” umas coisas assim, você é tipo mulata, parda, esses termos péssimos. E ai depois que eu vim morar aqui eu entendi que eu tenho uma parte branca e que eu não podia esconder isso, muito pelo contrário e agora eu estou entendendo também quem eu sou.”, conta a MC, neta de avô italiano, que tem uma tonalidade de pele mais clara, mas cresceu numa família negra e sempre se reconheceu como tal... VIA
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Irmão Victor - Mariposário (2019)...




Responsável por algumas das obras mais inventivas da produção brasileira, como Passos Simples para Transformar Gelatina em um Monstro (2016) e o ainda recente Cronópio (2018), o multi-instrumentista Marco Benvegnú está de volta com um novo álbum de estúdio como Irmão Victor. Intitulado Mariposário (2019), o trabalho gravado de forma itinerária entre Porto Alegre e Lisboa, Florianópolis e Toulouse mostra o esforço do cantor e compositor gaúcho em jogar com as possibilidades, indo do colorido psicodélico dos anos 1960 e 1970 ao mais completo experimentalismo.Marcado pelo surgimento de personagens tortos e cenas delirantes, vide o material apresentado em músicas como Qual é a opinião dos Especialistas Sobre o Assunto? e Tesoura Sem Ponta, o disco que conta com distribuição pelo selo Chupa Manga se abre para a chegada de diferentes colaboradores... VIA
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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Emicida - AmarElo (2019)...





Sabe a cena atual do rap brasileiro, que possui uma quantidade cada vez maior de artistas e que conquista cada vez mais pessoas? Se ela se encontra onde se encontra hoje, é porque devemos muito ao trabalho de Emicida.Conhecido por suas rimas “matadoras”, o rapper paulista não apenas tem uma carreira admirável como também ressignificou a nossa produção musical independente com a gravadora Laboratório Fantasma. Desde de que assumiu este nome artístico, ele lançou dois discos solos que impactaram muito a cena: O Glorioso Retorno de Quem Nunca Esteve Aqui (2013) e Sobre Crianças Quadris, Pesadelos e Lições de Casa… (2015). Além disso, lançou em 2017 o projeto Língua Franca, em parceria com Rael, Capicua e Valete... VIA
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quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Pélico - Quem Me Viu, Quem Me Vê (2019)...




"Quem Me Viu, Quem Me Vê" é o quarto disco de estúdio do Pélico. O disco foi lançado em 18 de Outubro e é o sucessor do ótimo "Euforia", um dos melhores discos nacionais de 2015.O músico abraça o rock e o pop com romantismo emplacando canções grudentas no novo disco. Se antes o samba foi um apelo recorrente em "Euforia", em seu novo disco Pélico esbanja seu lado jovem-guarda em Acerto de Contas e Descaradamente, exibe uma mpb sentimental em Não Procurava Ninguém e um breguismo contemporâneo em Machucado.Em "Quem Me Viu, Quem Me Vê", Pélico contou com a participação de Teago Oliveira nas faixas Quem Me Viu, Quem Me Vê e Pra Te Dizer e Negro Léo em Descaradamente... VIA
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nabru - porque eu prefiro falar de amor (2019)...




Jovens mulheres negras possuem imensas dificuldades em nossa sociedade e ainda assim retiram nesse contexto forças inauditas. Os dados estão aí e não é preciso pouco mais do que cinco minutos no google para confirmar todas as transversalidades problemática que lhes atravessam. Dito isso, esses diversos problemas que atingem mulheres negras periféricas em nosso país, holisticamente falando, demandam também um olhar total sobre os mesmos, e nesse quesito a jovem Nabru, vem construindo um trabalho exemplar.O poder de observação de si mesma e do entorno da jovem rapper mineira nabru é original e apresenta qualidades muito importantes e necessárias para a cena atual do rap brasileiro. Uma verdadeira mc que nos oferta o frescor da juventude, uma poesia que mescla apontamentos políticos e éticos fundamentais para o contexto acima mencionado, transbordando algo entre o ácido, o chapado e o sereno em seu estilo. A rapper vem trilhando um caminho de se auto descobrir e de tornar-se poeta/mc que vai sendo construído dentro da força, da beleza e da complexidade que foge às fórmulas fáceis... VIA
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terça-feira, 12 de novembro de 2019

Constatina - Atrópico (2019)...




“Fora da zona dos trópicos, marginal, indisposto, inquieto. O contrário de quieto. Aquieto”. A definição de dicionário sobre “Atrópico”, palavra que dá título ao disco que a Constantina lançou em 29 de outubro de 2019, é apropriada às música da obra, a despeito da primeira audição, que sugere um trabalho introspectivo e íntimo.Aquieto porque o que impulsiona a criação são momentos de desequilíbrio de uma suposta normalidade. É um desarranjo da rotina. São lutas diárias pra se manter são e seguro de que vale a pena seguir em frente. Não é fácil, pois. O que todos enfrentamos, nas nossas duras e particulares batalhas são sangrentos caminhos que só cada um nós percebe e o que torna a vida tão atribulada, insana, muitas vezes desconfortável... VIA
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MC Kevin o Chris - Flvxo do Fvtvro (Remix) (2019)...





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segunda-feira, 11 de novembro de 2019

FBC - S.C.A (2017)...



Download: S.C.A (2017).zip

No último dia 26 de Outubro o rapper FBC liberou seu aguardado álbum “S.C.A.”, o projeto é o segundo disco solo do rapper e segue o disco “C.A.O.S.” lançado há 5 anos. Fabrício FBC ganhou destaque no Duelo de MC’s e começou a despontar no cenário nacional com coletivo DV Tribo e participando de Cyphers, além de ganhar destaque em colaborações, o rapper tem 29 anos e dedicou 15 exclusivamente ao Hip Hop. “Ele (O Hip Hop) chegou até na minha casa por uma fita k7 de “Sobrevivendo no Inferno”, ouvindo ali com meu irmão mais velho uma passagem me chamou atenção, a faixa “Gênesis” quando o Brown fala que tem uma bíblia velha e uma semi automática e está tentando sobreviver no inferno, acho que foi ali que a faixa contradições surgiu” explicou. “Foi ali que o hip hop me chamou, Alguns anos depois alguém me disse que eu era bom no freestyle já que conseguia fazer paródias de maneira muito fácil e natural. Colei no duelo de MC’s e entendi que o hip hop é a cultura e o rap a música feita por um elemento, essas coisas que fazem de você um mc, bboy, DJ ou grafiteiro, que é o entendimento do “fazer parte” acho que esse foi o ponto alto da minha caminhada, entender que o hip hop é foda”... VIA
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the Parking Lots - Something New (2019)...




Depois de lançar dois singles, The Parking Lots – o duo folk-punk que nunca se encontrou pessoalmente – disponibiliza em primeira mão, no Blog n’ Roll, o EP Something New.Além de ser o primeiro EP da dupla, esse registro é a primeira parte do LP virtual Something New Must Come Out of This, que sai em 2020 via Milo Recs.Felipe Bueno (São Paulo/SP) e Heitor Lima (Goiânia/GO) dão continuidade ao projeto desenvolvido à distância com cinco músicas: Modern Revolutions e All The Things (que já tinham saído como singles), uma canção original e versões desconstruídas do Blind Pigs e Running Like Lions.É incrível notar a transformação que os dois dão aos sons de Something New. A versão de Victory, do Blind Pigs, consegue unir mundos aparentemente distantes como o punk e o sertanejo raiz.A canção, inspirada na graphic novel V for Vendetta, foi lançada originalmente em 2000, no álbum The Punks Are Alright. Aqui, Felipe Bueno e Henrike Baliú (vocalista do Armada e ex-frontman do Blind Pigs) cantam juntos... VIA
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domingo, 10 de novembro de 2019

Sudário - Lance dos Fantasmas (2019)...



Download: Lance dos Fantasmas (2019).zip (Ou vá no bandcamp acima ou no da chupa manga records)

Andar perdido tem dessas: topar com um conhecido, com um desconhecido, com a lembrança mais torpe, topar inclusive com ela, a morte aqui e agora, o ruído e a neblina da vida (que é uma roubada, segundo os bardos). O som de um violão sendo largado no chão, o contato da madeira com o piso de taco criando aí uma célula microtonal que fala tanto quanto a letra (que dizia “Eu tô me esforçando tentando provar qualquer coisa”), anuncia uma pegada do acaso, que surge de soslaio como um fantasma ou como a própria possibilidade de virar fantasma. Se um lembrete de que Bianca quer alugar um apartamento no centro, de que um baby de Augusto será fofinho, de que Tainah me viu e deu um olá, se Virna aceitar ou não o convite de sair contigo, se Lilly Anne receber ou não seu recado e mais o rolo inteiro de fotos de pessoas anônimas (tão anônimas quanto as nomeadas) não forem obras do acaso maior chamando o passado para o futuro e esquecendo os presentes do tempo, não há fantasmas que façam ruído sequer ao redor. É preciso lembrar de certas coisas que inevitavelmente vamos esquecer. Respirar debaixo do sol mais forte da América ou abrigar-se da chuva quando já não adianta evitar se molhar. Observar um retrato de uma família que não é a sua. Mandar um recado pra uma amiga antiga. Visitar uma casa abandonada e tocar uma campainha errada. Anotar assim no papel que a vida é uma roubada. Remar num instantâneo, um rolo esquecido por seus amigos. Entediar-se num domingo que anuncia ano nenhum. Jogar uma pedra no rio maior, roubar do tempo uma fagulha. Tentar provar qualquer coisa. Não fechem os olhos: os fantasmas estão ao lado. Com essa aparição fantasmática, Adriano Sudário manda um recado para quem passou e não passou, para quem é visível ou invisível, pros Asclepíades do além-Baldo, e para as ruas vazias do mundo, um recado que não diz nada além de forjar seu próprio amuleto, seu retrato roto que há de permanecer...

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quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Troá! - Eu Não Morreria Sem Dizer (2019)...




Formada por Manuella Terra (bateria) e Carolina Mathias (baixo, teclas, composições e voz), acompanhadas pelos recursos visuais de Gabriel Castilho, Troá lançou o seu disco de estreia. Intitulado Eu Não Morreria Sem Dizer, o disco traz 13 faixas que passeiam pela aflição, dúvida, raiva, força, euforia e prazer em sonoridades que permeiam entre experimentações de diversos gêneros como o Trip-hop, Folk, Reggae e até elementos sonoros da música brasileira como o Forró e a MPB. “O processo de composição foi um exercício de priorizar os sentimentos mais fortes e sinceros, sejam eles positivos ou negativos, porque acreditamos que a música é uma companhia que não pode se restringir só a determinadas ocasiões”, conta a banda.Com apoio da PWR Records, o trabalho ainda contou com a mixagem e masterização assinadas por Nathanne Rodrigues, da banda Chico de Barro, além das participações de Larissa Conforto (Ventre/ÀIYÉ), Dedé Teicher (Scracho), Cristine Ariel (El Efecto), Pedro Fadel, Marina Chuva (Sargento Pimenta) e Julianne Lima, durante o processo de criação do disco... VIA
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