terça-feira, 7 de julho de 2020

Carnawood - Carnawood (2020)...




A Carnawood surgiu na segunda metade de 2015, na cidade de Parnaíba, Piauí, com uma proposta de buscar dentro de cada integrante aquilo que era mais significativo em termos de identidade. "Nesse sentido, a regionalidade foi abraçada para não só dar sentido a esse processo, mas para também nos re-conectarmos com nossa origem", diz a banda. A Carnaúba é o símbolo principal e que dá nome à banda. Foi escolhida por representar riqueza e beleza normalizadas e pouco reconhecidas. A planta é conhecida por ser a “árvore da vida”, e que dela tudo se aproveita. "Porém, mesmo com tantos atrativos, é muitas vezes despercebida e desprestigiada no nosso meio. Assim também nos sentimos como músicos, e a Carnawood é uma tentativa de botar pra fora tudo o que amadurecemos durante esses quase cinco anos de banda e o nosso passado como seres humanos", explica a banda... Leia mais no interdependente
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segunda-feira, 6 de julho de 2020

Flaviola - Ex Tudo (2020)...




“As pessoas falam da década de 1970 como se tivesse sido o máximo. Foi um horror”, pigarreia o cantor, compositor, poeta, diretor musical e visionário pernambucano Flavio Tadeu Rangel Lira, o Flaviola. Quando tinha 21 anos, no Recife, o artista lançou o disco independente Flaviola e o Bando do Sol (Rosenblit, 1976). Uma obra que não aconteceu no seu tempo. Era tecnicamente malfeita, o elepê tinha encarte em papel vagabundo, a capa tinha um plástico que formava bolhas, a qualidade da gravação era ruim. Mas estava predestinado à eternidade. A música era visionária e atravessou as décadas como um cult absoluto, uma lenda do chamado “udigrudi”, da contracultura dos anos 1970, a amamentar as novas gerações. O elepê foi relançado essa semana pela Polysom/Rosenblit, em 180 gramas, finamente recuperado. Custa R$ 120. Cheio de estranhezas e excentricidades, Flaviola e o Bando do Sol legou um único hit para seu tempo: Romance da Lua, Lua, que foi gravado por Amelinha e virou título do disco da cantora cearense em 1983. A gênese do artista pernambucano Flaviola foi no teatro, como ator de teatro infantil, sob direção do autor e encenador Eduardo Maia (que depois virou professor e estudioso de astrologia), na confluência entre a música e sua encenação. Flaviola não era um cultor dos experimentalismos estrangeiros, foi muito mais influenciado pelo Laboratório de Sons Estranhos (LSE), uma espécie de academia de música do Recife encabeçada por Aristides Guimarães a partir de 1966 (apelidada de tropicalismo pernambucano). Flaviola não perdia uma apresentação da banda do LSE, que se apresentava naquela época no auditório do Colégio Damas Cristãs, no Recife. “O Recife é foda. Foi o show que mais me impressionou. Era uma coisa de louco, um negócio maluco”... Continue lendo no Farofafá
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Bixarte - Faces (Remix) (2020)...




Poderosa e talentosa, a cantora e atriz trans paraibana Bixarte lança seu novo EP “Faces Remix” que trás cinco remix de grandes hits de seu álbum de estreia “Faces” que fala sobre luta, empoderamento e liberdade travesti. O lançamento do selo Nikita Music foi produzido por grandes produtores em ascensão. O DJ Aly, Furmigadub, Gabrunca e Fúria Negra foram os escolhidos pra produzirem estas versões tão bacanas. Sobre seu som, Bixarte conta, “Eu coloco um beat para as travas dançar e a mão na consciência para não deixar de reivindicar as nossas causas”... Continue Lendo Portal Me Gusta
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domingo, 5 de julho de 2020

86SEJA - Lotus Esprit Turbo Soundtrack (2020)...



Download: Lotus Esprit Turbo Soundtrack (2020).zip (ou no bandcamp)

Lotus Esprit Turbo Soundtrack - Primeiro trabalho do produtor músical 86seja (Pedro Toledo, brasileiro vivendo em Melbourne, AU.) composto entre 2018 e 2020. Influenciado pelo rap alternativo de Nova Iorque dos anos 2000, como El-p e Anti-pop consortium, mas também pela estética atual, como a do texano Mike Dean (Kanye, Travis Scott), entre outros. Podemos encarar o álbum como uma viagem que transita entre décadas tendo como o ponto de partida os anos 80 chegando aos dias de hoje com o bagageiro cheio do que o produtor acumulou em sua jornada. Mixagem por 86seja. Master por @coimbramstr. Coverart por @mightydeathw...
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sábado, 4 de julho de 2020

Em Extinção - Atrito (2020)...



Download: Atrito (2020).zip (ou vá em ouça)

A música de Rayra Costa parece tentar exprimir o inexprimível. Para além de articular uma dimensão do sensível que ultrapassa a linguagem (algo que perpassa quase toda expressão artística), o trabalho da artista sonora de São Paulo evidencia fraturas da memória e estranhamentos do tempo e da existência, aludindo a uma ideia de futuros perdidos e um “contínuo desconexo”, como diz o título de um dos seus discos.“A princípio meus experimentos com música começaram no campo da escuta”, conta Rayra, por email. Ainda adolescente, ela foi descobrindo a agressividade de “músicas desgracentas” como grindcore, noisecore, black e death metal. “Na época tocava baixo em uma banda punk, e não era nada parecido com o que eu faço hoje. Com o passar do tempo fui descobrindo um campo mais amplo na música e suas possibilidades, chegando até a música de ruído. O que me atraiu nesse campo é a infinita possibilidades de paisagens sonoras”, afirma. Em 2017, Rayra criou o seu primeiro projeto de música de ruído, o Em Extinção. “O nome vem da ideia de distopia (tema que me agrada) e suas atuais convenções sociais extrapoladas ao máximo, chegando a sua extinção”, explica... Continue lendo no Volume Morto
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sexta-feira, 3 de julho de 2020

Arthur Melo - Adeus (2020)...



Download: Adeus (2020).rar

Saudade, solidão e recordações de um passado distante. Em Adeus (2020, Sentinela Discos), terceiro e mais recente álbum de estúdio do cantor e compositor mineiro Arthur Melo, cada fragmento do disco produzido e gravado inteiramente pelo músico, estabelece em memórias empoeiradas e pequenas desilusões sentimentais a base para grande parte das faixas. São canções concebidas de forma caseira, sem pressa, como e cada componente da obra fosse trabalhado em uma medida própria de tempo. Um exercício de essência intimista, como um convite a revisitar o que há de mais doloroso e acolhedor nas experiências resgatadas pelo artista. “Hoje é segunda meu amor / A tristeza é presente / Essa canção já ficou bege / Tem gosto de carnaval do interior“, relembra em 2012, o Ano Bege, segunda faixa do trabalho e um indicativo do lirismo melancólico que serve de sustento ao disco. Instantes em que Melo perverte as ambientações ensolaradas de Agosto (2017) e Nhanderuvuçu (2018), porém, em nenhum momento sufoca pela própria tristeza, fazendo do ambiente particular detalhado ao longo do registro o estímulo para uma obra quase sensorial, sempre convidativa, como se feita para ser desvendada pelo público... Continue Lendo no Miojo Indie
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Os Últimos Escolhidos do Futebol - Os Últimos Escolhidos do Futebol (2020)...




O agito não é algo que faz parte apenas do show da Banda Larga. Os meninos não param, é fato. Agora, eles se unem para lançar um novo projeto, a banda Os Últimos Escolhidos do Futebol. O grupo já estreia na cena musical bauruense com um EP composto por cinco faixas. Em síntese, Os Últimos Escolhidos do Futebol são cinco amigos vivenciando a cena autoral no interior de São Paulo. Analogamente, as canções Deixa, Cordão, Hoje Não, Numa Tranquila, e Tão Legal formam uma breve fotonovela da vida do jovem que acabou de sair da faculdade e canta mais de mil perguntas sem respostas. Dessa forma, as faixas, embora tenham sido compostas por um ou dois integrantes, carregam um pouco de cada membro. Isso, porque todos participaram da gravação de diversas maneiras e tocando diferentes instrumentos... Continue Lendo
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quinta-feira, 2 de julho de 2020

Tristeza Tropical - Tristeza Tropical (2020)...




Fortaleza é a 5* cidade mais populosa do Brasil. Como poucas, a capital do Ceará habita o imaginário nacional por suas praias, seu sol incansável e seu povo hospitaleiro. Contudo, há outra Fortaleza. Muito além dos pacotes turísticos, dos parques aquáticos, das feiras de artesanato e dos shows de humor se descortina, diariamente, outra cidade. Um cidade prosaica, tanto na desolação habitual do indivíduo quanto em coletivos, colhendo em silêncio sua lânguida flor do tédio. Em suma, a dor não cabe em um cartão postal. Tristeza Tropical é esse outro retrato, esse outro roteiro. Passeando ao largo do exotismo caricatural, signo marcante da relação brasileira com a arte produzida no Nordeste. Bruno Rafael, Vitor Colares e Guilherme Mendonça lançam luz sobre matizes e nuances insuspeitas. Com vastas trajetórias individuais, o trio de artistas cearenses se reúnem nesse novo projeto compondo e apresentando um recorte singular de suas produções. Tristeza Tropical, álbum de estreia, é um ótimo cartão de visitas da solidão e do desassossego contemporâneos das grandes metrópoles...
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Coyote Beatz - Best Seller of Djonga (2020)...




Djonga é hoje um dos artistas de maior relevância da cena hip-hop brasileira, e ele não chegaria onde está sem o apoio do Coyote Beatz. Grande aliado do artista, o qual há anos vem trabalhando de forma estreita com ele, o produtor mineiro definitivamente é uma peça chave na sua carreira.Para celebrar o aniversário de 26 anos de Djonga, Coyote preparou uma grande surpresa para o público ao liberar álbum comemorativo de aniversário para Djonga com a melhor seleção de instrumentais produzidos por Coyote Beatz. O novo álbum intitulado “Be$t Seller of Djonga” conta com uma seleção de 20 instrumentais feitos para o rapper, os quais acredita serem os melhores produzidos e usados em participações com DV Tribo, em seus álbuns “Heresia”, “O Menino que Queria Ser Deus”, “Ladrão”, “Histórias da Minha Área” e no single “Música da Mãe”... Leia Mais
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quarta-feira, 1 de julho de 2020

Missão Lunar - Missão Lunar (2020)...




O grupo santista Missão Lunar acaba de lançar seu álbum de estreia. Com Missão Lunar, o grupo une experimentalismo, melancolia e intimismo. Com 11 faixas, o disco traz letras sobre lamentação e empatia. Todas gravadas no formato “ao vivo”, o trabalho traz a produção de Heitor Vallim. A arte da capa fica por conta de Mayra Silveira. Para Lucas Reis, o álbum é inspirado na simbologia da lua. “isso ocorre de forma metafória, à medida que as composições se colocam à procura de claridade e pureza em períodos obscuros”... Leia Mais
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Lia Lordelo - Torquatália (2020)...




Para iniciantes na obra do poeta piauiense Torquato Neto, a experiência de ouvir Lia Lordelo no seu EP de estréia Torquatália (2020), é o convite/convencimento prudente, potente e belo para que entreguemos nosso pescocinho à mordida do nosso Nosferatu Tropical. O poeta nunca morreu, ele está ali na escuridão do virtual caixão à espera do convite, do encontro, na espreita da vida, pelos bares, pelas ruas e nas praças! A ilusão da morte do poeta é apenas um artifício para nos propiciar esse ataque visceral operado por Lia e os meliantes auto nomeados com bastante seriedade de Laia Gaiata. E é na gaiatice e no rigor brincalhão que esse trabalho se coloca no risco de atualizar e oferecer uma expressiva homenagem: uma Torquatália. Composto como um bom e velho compacto duplo, as quatro faixas selecionadas pela trupe não poderiam chegar em melhor ocasião. Aliando a excelente e vital Lia Lordelo que canta canções consagradas com um novo sabor, verdadeiros clássicos da música brasileira, com arranjos arrojados que apresentam esses petardos totalmente renovados, novos de novo... Continue Lendo no Oganpazan
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terça-feira, 30 de junho de 2020

Hominis Canidae - Hominis Canidae #121 - Junho (2020)...




Chegamos ao fim do primeiro semestre de um ano que ainda não começou no Brasil. Sabemos que o carnaval passou, mas o ano tá tipo o Agilulfo Emo Bertrandino dos Guildiverni, o cavaleiro inexistente de Ítalo Calvino. É, se tem uma coisa que eu fiz nessa quarentena foi voltar a ler num nível hard. Outra coisa que rolou, foi que criamos um newsletter e se quiser receber, presta atenção nesse anúncio em GIF que fica do lado direito e dá um alo! Por lá falamos de coisas que chegam no nosso mail, mas não tem espaço aqui no blog, além de diversos outros assuntos de música e cultura.

A nossa #coleta121, deste mês de junho que chega ao fim, é feita basicamente por sons recentes. Desta vez, nenhum clássico perdido, mas a mistura ficou bacana. Tem hip hop, uns lo-fis bacanas, uns eletrônicos massa também e faixas de todas as regiões do Brasil (Sacai o Setlist). A| faixa inédita que fecha a mix, é o novo single do projeto Jardim Soma, projeto do baiano Luca Bori, que é baixista da Vivendo do Ócio."The End"tem sonoridade lo-fi, com um pé no indie e outro naquela baianidade tropicalista. O single saiu junto com um clipe cheio de animações legais, sacai:


A baita arte de capa da nossa mixtape é obra do grande multiartista piauiense José Quaresma. Chamo de multi, por que além de desenhar muito, o camarada ainda é cineasta e cantor/ compositor da banda Validuaté (tem álbum deles lá no blog). Ele falou um pouco sobre a arte, que se chama "O coração só conhece as estrelas", saca ai:

"O jogo é entre dualidades e contrastes, inclusive com as cores complementares da forma e do fundo, superfície e profundidade, água e ar/céu, razão e emoção. Para as múltiplas interpretações possíveis, a ideia é a de um corpo, que mesmo imerso, ainda guarda uma chama dentro de si. O coração seria essa motor de magma que tem estrelas como aliadas, algo muito acima da própria superfície dessa água onde o corpo está submerso. Se esta água for lida como os problemas que enfrentamos da vida, é preciso manter pelo menos a cabeça de fora, o mínimo suficiente para continuar a luta, neste caso, respirar, ver e falar. É necessário ver com clareza para além do problema. Quem vê de fora, não imagina a energia que esse corpo guarda dentro de si e dos sonhos que anseia alcançar. Porém, a força está lá, pulsando".

Muito foda, né?! Dá pra ver várias artes massas do Zé, clicando neste link!

Essa mixtape não deve ser comercializada, apenas disseminada o máximo possível na internet. Trata-se de um resumo mensal do blog pra quem nos acompanha. É mais um espaço pra divulgar a música alterna feita nos diversos cantos no Brasil e animar um pouco esse momento conturbado de confinamento/ pandemia no qual estamos vivendo! Fora isso, ainda  temos um governo federal que parece sindico de condomínio. Repasse um pouco de carinho em forma de música para seus amigos! Essa coletânea tenta ser um alento, não apenas para vocês que irão ouvir, mas pra quem faz também...

Continue ouvindo música, converse com os seus e tente apoiar os artistas que te emocionam!
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segunda-feira, 29 de junho de 2020

Trio Pó-de-Serra - Forró Abstrato (2020)...



Download: Forró Abstrato (2020).zip (ou vá em ouça)

O forró carrega a curiosa característica de ser um dos poucos tipos de música cuja qualidade é medida de acordo com o material com o que é fabricado. Durante boa parte de sua história, o forró foi consumido e apreciado em rústicas porém robustas peças de madeiras nobres encontráveis no semiárido e na região serrana dos estados nordestinos. A expansão da indústria do forró, porém, aumentou a demanda por exemplares mais leves e transportáveis, embora com um maior nível de detalhe. Peças plásticas de manufatura rápida e de alta replicabilidade se popularizaram para a exasperação dos apaixonados por madeira. Apesar da semelhança da forma, dizem, a adulteração do material produziria réplicas inautênticas e sem valor. Intrigados com essa particularidade da crítica do forró, nos propusemos um experimento: se o verdadeiro valor do forró reside no material e não na forma, testamos um projeto de escultura radical: as mesmas madeiras nobres do forró tradicional, desintegradas, pulverizadas e reduzidas a mero Pó de Serra deveriam então, de alguma forma, manter algo do encantamento original do forró. No dia de São Pedro, que marca o fim das festas juninas, oferecemos as sobras e os restos do melhor e mais autêntico forró Pé de Serra, trazendo todo o público ao estado de incapacidade fisiológica de digerir mais um prato de pamonha...
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DJ MixXxuruca - Transgênico Vol. 5 (2020)...



Download: Transgênico Vol. 5 (2020).rar (ou vá em ouça)

Em meio a uma Pandemia e ao Pandemônio DJ MixXxruca lança seu quinto volume de seu álbum de remixes, o Transgênico . Mesmo que tenha que dançar em sua sala aproveite essas 12 faixas criadas com muito carinho e não se desesperem, pois dias melhores virão...
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domingo, 28 de junho de 2020

Elza Soares - Se Acaso Você Chegasse (1960)...




Nessa semana que passou, a rainha Elza Soares completou 90 anos de vida. Como prometemos mandar alguns clássicos por aqui, achamos que era um bom motivo pra soltar o primeiro álbum dela, lançado 60 anos atrás.

“A bossa negra de Elza Soares
Elza é o morro que desceu para o asfalto…
Bateu na porta do ritmo…
E ali resolveu morar…”

É assim que a cantora está descrita na contracapa do primeiro LP que gravou: Se Acaso Você Chegasse (1960). Lançado pela Odeon, o disco traz no título o nome do presente que Lupicínio Rodrigues lhe deu. “Foi a música que me deu chance de abrir fronteiras, de abrir caminhos”, diz Elza Soares nesta entrevista. Esse disco inaugurou uma carreira que virou a mesa da música popular brasileira. O sucesso explosivo daquela jovem negra incomodou tanto que, no fim dos anos 1960, a casa onde morava com seu marido, o jogador Mané Garrincha, sofreu um atentado que motivou a fuga deles para a Itália, onde ficaram amigos do Chico Buarque e sua esposa na época, Marieta Severo... Continue Lendo no site da Revista Noize
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sábado, 27 de junho de 2020

Renê Freire + Thelmo Cristovam - Lobo Temporal (2020)...



Download: Lobo Temporal (2020).rar (se der erro, bote o mail em ouça)

Os músicos René Freire e Thelmo Cristovam improvisando ao vivo no Lesbian Bar, no Recife, em Novembro do ano passado. Rene no piano, Thelmo no sax! Ouça essa doideira...
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sexta-feira, 26 de junho de 2020

Lia Kapp - Jupiter (2019)...




Lia Kapp é uma cantora e compositora curitibana, sua carreira musical teve início aos 15 anos, quando ela começou a escrever algumas músicas, o resultado foi o primeiro EP ‘Conflito‘, Em 2018 saiu ‘Metamorphosis’, o primeiro disco que marca suas transformações musicais e pessoais durante sua trajetória de vida. Na verdade, ele funciona como uma continuação do primeiro EP ‘Conflito’ lançado lá por volta de 2015 e que deu início a sua carreira musical. Lia é responsável por todas as composições, estética e produção do álbum, agora em 2019 ela retorna com seu novo EP ‘Jupiter’, mas dessa vez acompanhada de uma banda, formada por Gustavo Mazuroski (guitarra), Erich Zimmermann (baixo e teclas) e Gabriel Bryl (bateria), além dela nos vocais... Continue Lendo no Rebobinados
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Rapadura - Universo do Canto Falado (2020)...




Conversei pela última vez com o Rapadura em abril de 2019. O cenário era outro, mas o caos político estava apenas começando. Numa tarde chuvosa, ele adiantou qual seria o direcionamento do álbum “Universo do Canto Falado”, que tinha começado a criar em 2013.“O disco vem com muitas críticas sociais. Muitas críticas políticas… por que é o que a gente tá vivendo, não tem como ser diferente. Tá tudo aí”, disse. “E é o que eu to passando, vivendo, sentindo e vendo. Não tem como falar de outra parada vivendo no Brasil que a gente está hoje. Essa é a nossa realidade.De fato, as doze músicas produzidas por Carlos Cachaça têm denúncias contra o descaso do governo com os brasileiros, a xenofobia, o racismo e as mazelas sofridas diariamente por quem está na base da pirâmide social. Mas Rapadura não usa a forma clássica do gangsta rap para expor descontentamentos. Coloca a poesia no centro. E nos versos também expõe suas dúvidas, medos e decepções... Continue Lendo no RAPresentando
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quinta-feira, 25 de junho de 2020

deepmoon - Carbon Copy (2020)...





A deepmoon é uma banda independente de Teresina/Piauí formada em 2017 influenciada pelo rock inglês dos anos 80 e 90. Possui dois álbuns lançados: o EP de 2018, autointitulado "deepmoon" e o álbum completo de 2019 "Good Night". Para 2020, o grupo já se prepara para o lançamento, em junho próximo, de seu terceiro trabalho com 12 faixas inéditas, que se chamará "Carbon Copy"...
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Luana Carvalho - Baile de Mascaras (2020)...




Nascida no icônico berço do samba, no bairro carioca da Gamboa, Elizabeth Santos Leal de Carvalho, a Beth Carvalho (1946-2019), foi criada na zona sul da cidade, onde morou em diversos bairros. Estreou na bossa nova, num compacto simples,em 1965, chancelado por uma dupla chave do movimento, Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli (“Por quem morreu de amor”). Em 1967, gravou o vinil “Muito na onda”, com o grupo 3D do pianista Antonio Adolfo e o guitarrista Helio Delmiro, emulando, entre bossas e hits internacionais, o conjunto Brasil 66, do pianista Sérgio Mendes, então estourado nos EUA. Mas Beth logo se tornaria conhecida com o sucesso da toada moderna “Andança” (Danilo Caymmi/ Edmundo Souto/ Paulinho Tapajós), terceira classificada no Festival  Internacional da Canção de 1968. Após um disco solo lançado em seguida, pela EMI/Odeon, ela abriria mão das mordomias da multinacional para abraçar o samba na pequena gravadora Tapecar, a partir do disco “Canto por um novo dia”, em 1973. A decisão corajosa e radical a transformaria numa das mais importantes intérpretes do gênero, responsável em boa parte por seu retorno ao pódio da mídia. Esta diva de sólido pedestal, um ano após sua morte, recebe homenagem de sua filha, a atriz e cantora Luana Carvalho, cujo manifesto autoral duplo (“Sul” e “Branco”), lançado em 2017, co-produzido com Moreno (filho de Caetano) Veloso, já a distinguia por uma caligrafia própria, sem decalques. Por isso, apesar de recriar repertório gravado por Beth, “Baile de máscara” (Altafonte) irradia inovação e audácia estética, em suas seletas seis faixas. Co-produzido por ela e Kassin, “com a colaboração expressiva” de VovôBebê (violão, guitarra, coro e gravação de vozes), o álbum tem participações de Pretinho da Serrinha (percussões, cavaquinho), Cristina Braga (harpa), Dedé Silva (bateria), Rodrigo Tavares (teclados), Luis Filipe de Lima (violão 7 cordas), Marlon Sette (trombone), Jorge Continentino (clarinete) e Chiara Banfi (coro), “todos gravados remotamente, em suas casinhas”, frisa ela... Continue lendo no site da Immub
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