Você deve se lembrar dela no The Voice Kids. Em 2016, Bela Maria, à época com 14 anos, emocionou o Brasil com performances de "Não Vá Embora", de Marisa Monte e "Velha Infância", dos Tribalistas, eternizados no Youtube. Agora, aos 23 anos, lança o álbum Tudo Que Eu Sinto Faz Barulho (2025). “O The Voice Kids foi meu primeiro palco de verdade, e já era para o Brasil todo [risos]. Ali eu vi que ia fazer música pelo resto da minha vida. Mas o primeiro álbum é o primeiro passo para muitas coisas na carreira. Sinto que estou mais íntima dos meus ouvintes”, diz Bela. Inspirada por Alcione e ícones do R&B, a estreia de Bella é dividida em Lado A e Lado B. Fã de mídia física, a artista não poderia deixar de homenagear também o vinil na produção. Na primeira parte, Bela foca no ritmo, com músicas mais dançantes e carregadas de confiança. Já no Lado B, ela é mais blues, e expõe suas vulnerabilidades... Continue Lendo na Noize
segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Bela Maria - Tudo Que Eu Sinto Faz Barulho (2025)...
Você deve se lembrar dela no The Voice Kids. Em 2016, Bela Maria, à época com 14 anos, emocionou o Brasil com performances de "Não Vá Embora", de Marisa Monte e "Velha Infância", dos Tribalistas, eternizados no Youtube. Agora, aos 23 anos, lança o álbum Tudo Que Eu Sinto Faz Barulho (2025). “O The Voice Kids foi meu primeiro palco de verdade, e já era para o Brasil todo [risos]. Ali eu vi que ia fazer música pelo resto da minha vida. Mas o primeiro álbum é o primeiro passo para muitas coisas na carreira. Sinto que estou mais íntima dos meus ouvintes”, diz Bela. Inspirada por Alcione e ícones do R&B, a estreia de Bella é dividida em Lado A e Lado B. Fã de mídia física, a artista não poderia deixar de homenagear também o vinil na produção. Na primeira parte, Bela foca no ritmo, com músicas mais dançantes e carregadas de confiança. Já no Lado B, ela é mais blues, e expõe suas vulnerabilidades... Continue Lendo na Noize
ALEX SKULLA - O CHIP DO BILL GATES (2026)...
Seguindo a trilogia do derrame, o cantor, rapper e produtor de Mauá (ABC Paulista) Alex Skulla, lança seu segundo EP desse projeto que que contará com três Eps antecedendo o álbum previsto para dezembro, se no seu antecessor "Menu Arauto exe" o tratamento era mais polido e em tom de diagnóstico de crise existencial, aqui a aposta é mais crua, com críticas irônicas e mais ácidas, uma produção com estética shitcore, drum N bass e experimentalismo, o trabalho além de retratar o ápice do derrame social, também é uma ode a cultura club kid e raver do final dos anos 90 como na faixa "noise", é uma transição abrupta e uma abordagem mais escrachada mas com marcas e cutucadas em feridas muito reais, "o chip do Bill gates" é visceral e irônico, mas sem perder a reflexão e a pulga atrás da orelha...
domingo, 27 de setembro de 2026
Opaco Trio - Entropia (2025)...
Entropia é o EP de estreia da Opaco Trio, antes um projeto de formação variável liderado por Júlio, mas que agora se firma como um power trio a partir da nova formação fixa, com a entrada de Bernardo na guitarra e voz, e Guido na bateria. De fato se percebem diferenças a partir dessa reformulação, explorando novas sonoridades, mas mantendo as origens melódicas, assim alcançando uma identidade própria. A banda traz 5 músicas que navegam entre o hardcore melódico, o post-hardcore e o emo, sem se prender a um estilo específico, mas tirando o melhor de cada um. Guitarra e baixo melódicos se somam a vocais intensos e as vezes gritados, e sobre eles a bateria explode em ritmos complexos e altamente preenchidos, saindo do lugar comum da levada reta que marca esses gêneros musicais. O resultado é uma sonoridade altamente orgânica, sincera e intensa, entre o peso e o sentimento, que pega o ouvinte desprevenido e chacoalha suas referências, levando a um lugar novo...
sábado, 26 de setembro de 2026
Lizard Cult / lōtico - Split (2026)...
Duas das bandas mais intensas do subterrâneo paulista acabam de soltar um split conjunto com uma faixa de cada. “Samsara” é uma faixa inédita do LIZARD CULT, quarteto de sludge-doom que infelizmente encerra sua curta carreira com esse lançamento e um show de despedida. Já “Redenção” é também uma faixa inédita do LŌTICO, quinteto de post-metal que ganhou um ótimo destaque com Oran, seu álbum full de 2023. O release do split é direto: “Da calmaria à explosão, tudo o que se pode esperar de expoentes tão marcantes do sludge e post metal nacional”. Longa carreira à lōtico, e que o hiato do Lizard Cult seja breve... Via SubSensor
sexta-feira, 25 de setembro de 2026
A Olivia - Obrigado Por Perguntar ((DELUXE) (2026)...
O BOTO - Diferente de Ninguém (2026)...
A banda paulistana O Boto lançou em todas as plataformas digitais seu álbum de estreia, intitulado “Diferente de Ninguém”. O trabalho reúne 11 faixas autorais e marca o primeiro projeto de estúdio do quarteto formado por João Pedro Rydlewski (vocais), Lucas Benez (guitarra), Felipe Troccoli (baixo) e Gabriel Brantes (bateria). O disco sintetiza a identidade musical que o grupo vem construindo. Segundo o vocalista João Pedro Rydlewski, o álbum reflete parte da trajetória dos integrantes da banda, que compartilham não só a amizade, mas também o desejo de fazer da música sua principal forma de expressão. O repertório foi cuidadosamente definido após um ano de seleção, escolhendo as 11 composições que melhor representam a essência do grupo entre cerca de 40 opções. As canções abordam o amadurecimento emocional e as transformações da adolescência para a vida adulta, demonstrando como experiências pessoais podem despertar sentimentos universais... Continue Lendo no Indie Rock Brasil
quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Felipe Vaz - ATÉ ONDE MEUS PÉS ALCANÇAREM E MINHAS MÃOS PUDEREM TOCAR: (2026)...
Quatro anos de silêncio discográfico. Quatro anos de uma Baixada que ficou pra trás e de uma capital que precisava ser conquistada de novo, agora não só geograficamente, mas artisticamente. Felipe Vaz volta com tudo isso na bagagem e coloca no mundo seu terceiro álbum: “ATÉ ONDE MEUS PÉS ALCANÇAREM E MINHAS MÃOS PUDEREM TOCAR:” projeto que carrega no título a exata medida do que o disco se propõe a fazer. Natural de Duque de Caxias, nascido em setembro de 1998, Vaz não é exatamente uma novidade pra quem acompanha a cena carioca com atenção. Seu disco anterior, “Terra de Mulher Bonita” foi o trabalho que mais projetou seu nome, e acabou se desdobrando num laboratório visual e numa marca de mesmo nome. Agora, com o novo álbum, ele expande o terreno conceitual de forma ainda mais ambiciosa, contando com Noite Moderna na escrita e Buzu na produção musical geral... Continue Lendo no Rap Midia
Jhon Douglas - Jhon Douglas de Vilhena (2026)...
quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Simona Talma - Forte Como Fogo (2026)...
Uma das vozes e personalidades mais potentes e pioneiras da cultura do Rio Grande do Norte, a cantora, compositora, preparadora vocal e produtora cultural Simona Talma lança o álbum ao vivo Forte como Fogo. Gravado no emblemático palco do Teatro Alberto Maranhão (TAM), em Natal, o projeto celebra duas décadas e meia de uma carreira caracterizada pela versatilidade, ousadia e preservação da memória imaterial nordestina. Mais do que um apanhado comemorativo de sua obra, Forte como Fogo carrega um profundo significado de renovação e superação. Em 2022, Simona enfrentou um diagnóstico de câncer de mama. Já em período de remissão, a artista transformou sua vivência no EP Lado A, Lado D e, subsequentemente, na concepção deste álbum ao vivo. Em uma ação que uniu arte e conscientização, a artista realizou apresentações dedicadas a grupos de apoio a pacientes oncológicos em parceria com a Liga Contra o Câncer no Outubro Rosa, utilizando a música como ferramenta de acolhimento e alerta para a importância do diagnóstico precoce... Continue Lendo no Boomerang Music
Purple Ties - Purple Void (2026)...
terça-feira, 22 de setembro de 2026
Pete Mcee - UMBRAL (2026)...
Download: UMBRAL (2026).rar
“Não vai chegar em Aruanda sem passar pelo Umbral”, rima Pete Mcee em seu novo disco “Umbral”, que será lançado na quinta-feira (27/8), via Symphonic Brasil. Após o lançamento de “Encruzilhada”, em 2024, o artista curitibano dá sequência com o segundo volume da trilogia de álbuns que ampliam a conexão entre a música e sua religiosidade. Por definição, Umbral é um estado onde se encontram espíritos que carregam raiva, culpa, vícios ou mágoas mesmo após a morte. Pelo nome, o projeto de 16 faixas aborda um momento de depressão após uma série de conquistas na carreira de Pete Mcee. “O Umbral é como se fosse um purgatório causado pela projeção da nossa mente. Eu tenho essa tese de que isso pode ser experienciado ainda em vida. Às vezes está tudo bem, mas a nossa cabeça não está boa e então ficamos cegos para tudo. O meu Umbral foi isso.”, explica Pete Mcee sobre o conceito por trás do lançamento. Criado na umbanda, Pete é filho de uma médium com fortes relações com Exu do Lodo. Essa energia espiritual vinda direto do berço inspirou a criação de “Além da Cova”, faixa introdutória do álbum e composta em parceira com Lz das Sete, do projeto Ecos de Aruanda, como um ponto de umbanda. Ao longo das músicas, as letras e instrumentais guiam o ouvinte em uma tentativa de fuga, passando pelas experiências e contextos que dão ritmo à obra. Produzido por D’ Lucca, a sonoridade do disco foi dividida em dois estágios começando nas inseguranças da depressão até o surgimento de uma nova perspectiva...
Vitor Brauer - Tréinquinumpára 09: Fortaleza (2026)...
Depois de percorrer as cidades de Maceió (2023), Rio de Janeiro (2024), Goiânia (2024), Natal (2024), Florianópolis (2025), Porto Velho (2025), Belém (2025) e Salvador (2026), o Tréinquinumpára de Vitor Brauer chega a Fortaleza, no Ceará. São oito composições que se abrem para o criativo diálogo com diferentes artistas locais. Entre os convidados, nomes como o músico Allan Dias, com quem Brauer divide duas composições, além das bandas Maquinas e Dronedeus... Via Musica Instantânea
segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Luz Ribeiro - Úmida (2026)...
A cantora, DJ e streamer Luz Ribeiro é poeta, dramaturga, atriz e compositora paulistana, e é através da palavra que a multiartista narra suas histórias sobre enfrentamento, território e — por que não? — sobre amor. O novo disco de Luz, “Úmida”, chega ao mundo dia 04 de setembro, e é um manifesto sobre o amor e o desejo feminino, falando sem ressalvas e discrição, ao mesmo tempo em que olha com sensibilidade e ternura para o tema. Ouça nas plataformas digitais. “Úmida” surge do desejo da artista em investigar o amor entre mulheres, em uma perspectiva que não contemple a dureza, a violência ou a ausência, mas sim o prazer, a invenção, a intimidade, o desejo e a delicadeza. O disco fala sobre o que escorre, o que o corpo produz quando encontra outro corpo, a cidade e a possibilidade de existir... Continue Lendo no Zona Suburbana
Dennehy - DÜO (2026)...
domingo, 20 de setembro de 2026
Dellamud - Nebulosas (2026)...
Dellamud é o projeto instrumental do multiartista Dellani Lima, que experimenta uma mistura de timbres e ritmos da música eletrônica. Todas as composições são de Dellani, que também assina a produção musical. Cada música de "Nebulosas" carrega o eco de um grito contra a dureza do mundo, o ódio e a ignorância que parecem insistir em nos rodear. Ao mesmo tempo, olhar para o céu traz uma paz estranha. A gente entende que não é nada perto da grandiosidade do universo. E, mesmo quando o mundo parece desabar, o firmamento segue sua dança. O vazio não assusta, ele é parte do infinito...
sábado, 19 de setembro de 2026
magnólia - ternura e violência (2026)...
A mistura fina, entre a agressividade dos riffs sujos e o instrumental clean que ora sucede hora antecede as próximas camadas, o som cheio e completo de texturas e alternâncias ou contrastes dinâmicos, screamo e vocal doce, hora declamado, no meio da reza e do desespero, no caos e na dor, momentos de ternura. A brincadeira entre ser técnico e ser verdadeiro, da poesia declamada e do pranto triste, à insanidade e histeria que grita por amparo, depois se encontra de novo da doçura e na sutileza do arranjo que mistura instrumentos de peso com baixo bem marcado, bateria virtuosa e suave à guitarra hora brilhantemente limpa e melódica, ora pesada e suja com sons de teclado e violinos. O ritmo viciante das baladinhas junto dos versos de screamo, da banda que carrega na temática o emocional com uma sensibilidade madura que transcende o gênero para se tornar algo maior, a beleza melancólica indissociável a Magnólia... Continue Lendo no Under Floripa
sexta-feira, 18 de setembro de 2026
Camarones Orquestra Guitarrística - Samburá (2026)...
Existe uma diferença brutal entre uma banda saber tocar e saber exatamente o que quer fazer com aquilo que toca. Depois de quase duas décadas de estrada, a Camarones Orquestra Guitarrística parece cada vez mais fazer parte do segundo grupo. E Samburá, novo trabalho da trupe, é uma bela demonstração disso. Com nove faixas e pouco mais de 20 minutos, o álbum mostra uma banda madura, mas que, felizmente, não perdeu a diversão pelo caminho. Tem rock, psicodelia, surf music, guitarrada, ritmos nordestinos e latinos, tudo misturado com a naturalidade de quem já incorporou essas referências ao próprio DNA... Continue Lendo no Under Floripa
DØBRØ - Eon / Blu (2026)...
Eon / Blu é um EP do artista brasileiro DØBRØ (projeto musical de Guilherme Costa Dobrowisch), originalmente gravado em 2016 e lançado oficialmente nas plataformas digitais em agosto de 2026. O produtor paulista revelou que as faixas deste trabalho "estavam na gaveta" há uma década e representam o primeiro de uma série de lançamentos planejados para o ano de 2026...
quinta-feira, 17 de setembro de 2026
melissun - ESSENCE (2026)...
A artista carioca Melissun lançou no dia 3 de setembro, seu primeiro EP “ESSENCE”, em todas as plataformas de streaming, projeto que nasce como um retrato de suas experiências, reflexões e transformações pessoais. Entre o pop e o trap, o trabalho combina rimas rápidas e afiadas com melodias e sonoridades mais leves para construir uma narrativa sobre autoconhecimento e autodeterminação. Mais do que um conjunto de músicas, “ESSENCE” foi pensado por Melissun como um espelho. Cada faixa representa um fragmento de sua trajetória, passando por forças, vontades e versões de si mesma que ficaram para trás. O EP nasce da compreensão de que nada é permanente e de que a energia, as escolhas e a própria identidade estão em constante transformação. A inspiração para o EP surgiu especialmente de experiências desafiantes na vida da artista que transformou suas inquietações em música para propor uma reflexão sobre a possibilidade de cada mulher construir o próprio caminho e redefinir aquilo que entende como felicidade, sucesso e liberdade. “Quero que as mulheres sintam o gosto da liberdade que elas podem ter. Muitas das restrições que existem são, na verdade, percepções que foram moldadas ao longo dos anos e que acabamos acreditando como se fossem verdades. Mas temos a oportunidade de mudar a nossa trajetória todos os dias, quando nos permitimos olhar para dentro e nos conectar com a nossa essência — algo que existe única e verdadeiramente dentro de cada uma de nós”, afirma Melissun. Em “ESSENCE”, Melissun também busca colocar em evidência questões relacionadas à carreira e aos relacionamentos das mulheres no século XXI, incentivando o público feminino a reconhecer o próprio poder de criação e a questionar limitações que, muitas vezes, foram construídas ao longo de gerações...
Malice - Sob a Pele (2026)...
A banda brasiliense de rock Malice lança novo álbum, Sob a pele — projeto apoiado pelo Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Produzido por Ricardo Ponte, o disco conta com 15 faixas inéditas. Para compor as músicas, os guitarristas Bia Nobre e Diego Castro comentam que passaram a usar a quantidade de composições como exercício para testar novas ideias. “Ter que criar 15 músicas acabou sendo um exercício muito bom. Levou nosso processo para lugares em que talvez a gente não chegasse sem essa provocação”, conta Bia. O álbum Sob a pele faz parte do stoner rock — subgênero musical que mistura peso, psicodelia e o clima relaxado e denso do rock dos anos 1970 —, que acompanha a banda desde o começo. Porém, dessa vez, ele vem misturado ao blues rock — fusão do blues tradicional com a energia, a eletricidade e o volume do rock — com country, baladas e até uma música construída como uma espécie de canto marinheiro. “O stoner e o blues acabam se mesclando de alguma forma. A gente incorporou muito slide de guitarra e isso ajudou a levar a sonoridade da Malice para outro lugar”, afirma Diego... Continue Lendo no Correio Braziliense




















.png)


