Com cinco faixas, o editor de vídeos e músico paulista Henri Vasques lança Tudo Que Não Pode Ser Mais Nada (2026), cujo show de lançamento acontece nesta quinta-feira, 26/6, na Porta Maldita, em Pinheiros (Ingressos aqui). O EP revisita memórias familiares em Santos, sua cidade natal, tudo isso embalado em uma produção minimalista, com foco na voz, nos sopros e violões. A própria capa, com foto de Tauana Sofia, direção de arte de Maju Camargo e design de Ottopapi, sintetiza o projeto, pois traz o artista em um quarto sozinho, apenas na companhia de um gato, cercado por seus instrumentos. Tudo Que Não Pode Ser Mais Nada é completativo, mas, nem por isso, menos universal: as músicas falam sobre relacionamentos, as dificuldades de viver da arte e a paixão pelo mar. Na sua discografia também vale conferir o álbum Outro Planeta (2022). Produzido por Henrique Leoni, o EP traz participação de Satiê, na faixa “De Volta ao Mar”. No processo de composição, que durou mais de três anos, o cantor conta que Joni Mitchell, Erasmo Carlos, Luiz Melodia, Jorge Ben e Carole King não saíram do seu fone e inspiraram suas letras... Continue Lendo na Noize
sexta-feira, 10 de abril de 2026
Henri Vasques - Tudo Que Não Pode Ser Mais Nada (2026)...
Com cinco faixas, o editor de vídeos e músico paulista Henri Vasques lança Tudo Que Não Pode Ser Mais Nada (2026), cujo show de lançamento acontece nesta quinta-feira, 26/6, na Porta Maldita, em Pinheiros (Ingressos aqui). O EP revisita memórias familiares em Santos, sua cidade natal, tudo isso embalado em uma produção minimalista, com foco na voz, nos sopros e violões. A própria capa, com foto de Tauana Sofia, direção de arte de Maju Camargo e design de Ottopapi, sintetiza o projeto, pois traz o artista em um quarto sozinho, apenas na companhia de um gato, cercado por seus instrumentos. Tudo Que Não Pode Ser Mais Nada é completativo, mas, nem por isso, menos universal: as músicas falam sobre relacionamentos, as dificuldades de viver da arte e a paixão pelo mar. Na sua discografia também vale conferir o álbum Outro Planeta (2022). Produzido por Henrique Leoni, o EP traz participação de Satiê, na faixa “De Volta ao Mar”. No processo de composição, que durou mais de três anos, o cantor conta que Joni Mitchell, Erasmo Carlos, Luiz Melodia, Jorge Ben e Carole King não saíram do seu fone e inspiraram suas letras... Continue Lendo na Noize
Matheus Pojo - Inverno Amazônico (2026)...
Matheus Pojo é um artista independente de Belém do Pará. Sua música combina violão e voz com arranjos eletrônicos, transitando entre MPB, indie e música alternativa e explorando a relação entre clima, cidade e estados emocionais. O EP observa o ciclo do começo do ano em Belém, quando o carnaval termina e as chuvas intensas começam a atravessar a forma como sentimos o tempo e a rotina...
quinta-feira, 9 de abril de 2026
Poty - CIDRERÊ (2026)...
A praia de Cidreira fica localizada no litoral norte do Rio Grande do Sul, sendo a praia mais antiga da região e a mais próxima da capital do estado, Porto Alegre. Com paisagens compostas por lagoas, dunas e plataforma de pesca, Cidreira é subestimada por muitos gaúchos por ser considerada simples e popular, mas o cantor jaguarense Poty vai na contramão compondo, no álbum “CIDRERÊ” (2026), uma declaração de amor ao local onde veraneou na infância. “CIDRERÊ” – um jogo de palavras que contrapõe essa praia popular do Rio Grande do Sul com a rica Jurerê, de Santa Catarina – foi influenciado pelo fato de Agatha, filha de três anos de Poty, estar começando a passar seus primeiros verões na praia, local que o artista também vem frequentando nos últimos 25 anos. Não a toa, todas as canções do álbum foram compostas em Cidreira durante esse período, e duas delas com amigos que Poty fez lá (“Noites de Cidreira”, com Francesco Barletta, e “Canção Pra Ela”, com Leandro Heck)... Continue Lendo no Scream Yell
Luna Gouveia - Sara (2025)...
Em seu primeiro álbum, concebido como uma jornada de cura e encerramento de ciclos – daí o título Sara, usado como verbo e não como nome próprio – a paulista Luna Gouveia entrega um trabalho de pop atravessado por ecos de rock, jazz e psicodelia. Um detalhe é que nenhum desses gêneros surge de forma literal nas oito faixas do disco. Em nome do pop mutante, Sara passeia por todos esses estilos em faixas como Culpa e Diz que é amor, às vezes lembrando a MPB jazz, às vezes soando como uma Gal Costa texturizada e jogada no indie pop. No caso de Diz que é amor, rola ainda uma segunda parte exclusivamente psicodélica, lembrando Mutantes e Tame Impala da fase inicial, com guitarra fuzz... Continue Lendo no Pop Fantasma
quarta-feira, 8 de abril de 2026
MC Tainá Azuada - Engole o Recalque Porque Eu Não Paro (2026)...
MC Tainá Azuada é uma das vozes precursoras do rap protagonizado por mulheres negras no Recôncavo Baiano. Nascida em Cachoeira (BA), na zona de encontro entre os bairros do Cucuí e do Curiaxito, sua trajetória artística se confunde com a própria história da música rap nas periferias de Cachoeira na última década. No seu EP debute, “Engole o recalque que eu não paro”, produzido no Studio Ibori por Aganju Uh Anti Influencer e lançado pelo Selo Yamasse, Mc Tainá constrói uma obra fonográfica marcada pela denúncia social, crônicas Du submundo da cidade “heroica”. Crônicas que narradas por uma mulher negra, mãe solo e moradora de periferia, tomam outros contornos existências de afirmação da identidade negra feminina e pela conexão profunda com as ruas do recôncavo sul baiano. “Engole o recalque que eu não paro” é mais que um EP é a consolidação de Mc Taina como uma das Mcs mais relevantes das áreas 75, recôncavo sul baiano... Continue Lendo no Universo 75
Marcelo Callado - BRADO (2026)...
“Lenta chuva que caiu na margem do rio onde uma mulher agachada enxugava seu pranto // Isso pode ser uma imagem e tanto // Entanto …”. Este é Marcelo Callado – a certa altura, em “Encanto”, segunda faixa de seu sexto álbum solo, “Brado” – cantando sobre sua visão personalíssima de saudade, solidão, perplexidade e parvo diante do cotidiano que se impõe sobre nossas vidas. Sabemos que não é fácil descrever as sensações que experimentamos nesses tempos, mas as tentativas não param de se suceder, o que nos dá a impressão de que não estamos sozinhos. Talvez daí venha o título do trabalho, que materializa o grito diante disso tudo, a vontade de dizer que tem muita coisa errada, muita gente fazendo muita besteira e demais sentimentos que parecem irracionais, mas que, no fim das contas, são nossas provas mais concretas de sensibilidade e razão. Peço perdão por esta tentativa de teorizar sobre o que passa na cabeça do criador do álbum, mas dá quase pra cravar esses motivos. E a “esquisitice” que permeia a música de Marcelo dialoga muito bem com essa condição forçada de espectador do caos, posto no qual a capacidade de notar os detalhes não significa estar a salvo das agruras que acontecem. Daí a necessidade de gritar. Faz todo o sentido... Continue Lendo no Célula Pop
terça-feira, 7 de abril de 2026
Só Mais Um - Veritas (2026)...
A banda maranhense Só Mais Um (SMU) lança o álbum Veritas, em parceria com o selo Brisa Rec, trabalho que marca uma nova etapa em sua trajetória e apresenta o grupo ao público do Maranhão. Formada em 2022 na cidade de Magalhães de Almeida, no interior do estado, a banda constrói uma proposta ligada ao hardcore e ao rock pesado autoral, uma sonoridade ainda pouco comum no contexto musical da região. O disco reúne 10 faixas e uma introdução e nasce de um período de transição e redefinição artística, incluindo a mudança do nome WipeOut para Só Mais Um. As músicas exploram temas como pressão, conflito interno e afirmação de identidade, desenvolvendo uma estética marcada por intensidade sonora e peso instrumental. O lançamento sucede o EP Existe Algo Para Lutar e dá continuidade ao percurso iniciado com singles como “Sem Futuro”, além das faixas “Estocolmo” e “Pixels”, que anteciparam o novo trabalho. A formação atual conta com Willian Monteiro (vocal), Marcílio Jr. (baixo), Sávio Tito (bateria) e Gabriel Couto (guitarra). Desde as primeiras apresentações, a banda vem ampliando sua circulação com shows no Maranhão e no Piauí e se prepara para novas apresentações em São Luís, incluindo participação no evento independente Meio Norte Fest, no dia 30 de maio, no The Rock Slz...
Crizostmo - Alvoroço (2026)...
No aniversário de Ceilândia, celebrado nesta sexta-feira (27), a trajetória de Crizostmo ganha contornos ainda mais simbólicos. Nascido e criado na região, o artista brasiliense transforma o território em eixo central de sua produção e apresenta, no EP Alvoroço, um projeto que articula música, imagem e conceito como expressão de pertencimento e afirmação cultural. Lançado no início do mês, o trabalho reúne seis faixas inéditas e marca um momento de consolidação na carreira do cantor, compositor e artista visual. Quatro anos após o primeiro projeto, Criatura (2022), o novo EP se estrutura como um manifesto estético que desloca a periferia do lugar de margem para o centro da criação contemporânea. A obra se ancora na ideia de um Brasil plural, onde referências populares e experimentais coexistem sem hierarquia... Continue Lendo no Jornal de Brasilia
segunda-feira, 6 de abril de 2026
Antropoceno - No Ritmo da Terra (2026)...
Segundo capítulo da série de discos inspirados na obra do ambientalista, escritor e filósofo brasileiro Ailton Krenak, No Ritmo da Terra (2026, Longinus) revela o domínio criativo de Lua Viana em relação ao próprio trabalho no Antropoceno. Sequência ao material entregue em Natureza Morta (2025), o registro deixa de lado a abordagem incipiente do álbum anterior para melhor organizar suas ideias, temas e bases rítmicas. Conhecida pela obra com a Sonhos Tomam Conta, a artista carioca radicada em São Paulo mantém firme a relação com o shoegaze/dream pop, porém subverte a estética estrangeira ao inserir elementos de samba, música de capoeira e afoxé de maneira decolonial. A própria temática das faixas, pautadas por questões ambientais e na ideia de futuro ancestral de Krenak, contribui para esse aspecto político do disco, conceito reforçado na capa de Poty Galaco, uma releitura da tela Missionário Sendo Comido Por Uma Onça (1907)... Continue Lendo no Música Instantânea
Táia - Obá Tajá (2026)...
A primeira vez que o vermelho apareceu no trabalho de Táia foi no EP Tormento (2019). A cor, que representa poder, fogo, revolução, paixão e energia, reaparece agora em OBÁ TAJÁ (2026), disco recém-lançado, assim como a máscara criada por Sônia Melone, símbolo das múltiplas facetas da cantora e multi artista sergipana. A partir desses pontos, o álbum aprofunda a pesquisa estética no encontro do brega pop, elementos orquestrais e performance, a partir de uma busca íntima por identidade e pertencimento. O título também carrega camadas de sentido: OBÁ TAJÁ surge da investigação sobre o significado de "Tajá", variação sonora próxima de seu nome artístico e denominação popular da planta caladium bicolor, que nasceu espontaneamente à porta de seu antigo quarto. Ao pesquisar a origem da espécie, Táia encontrou a lenda de uma planta que brota da lágrima de um amor perdido. A temática amorosa, recorrente em sua obra, ganhou então contornos míticos. "A música que dá nome ao disco nasceu como bomba-relógio e se transformou, inclusive na letra, com o nascimento de Obá Tajá, na inquietude dessa eterna autodescoberta e como um grito de alerta para conhecermos nossa história verdadeira", afirma... Continue Lendo no Desalinho Cultural
domingo, 5 de abril de 2026
Larva Serrote - Signo Estrelado (2026)...
"PALIMPSESTO" é uma trilogia de discos concebida como um gesto de revisão e reinvenção da vasta obra da Larva Serrote. Cada um dos três discos que compõem a trilogia reúne e reformula faixas que compartilham uma mesma paleta sonora, evidenciando continuidades, contrastes e recorrências ao longo da trajetória do projeto. Ao operar como um palimpsesto — em que vestígios do passado permanecem visíveis sob novas camadas — a trilogia explora as possibilidades de reescrita musical, mantendo traços reconhecíveis enquanto inaugura novas leituras. O primeiro volume, "Signo Estrelado", apresenta-se como uma efígie das canções mais marcadamente atravessadas por riffs de guitarra de caráter matemático. Aqui, padrões rítmicos complexos, estruturas entrelaçadas e texturas pontiagudas são destacados e reelaborados, conferindo unidade a um conjunto que enfatiza a dimensão mais intrincada e visceral do projeto...
sábado, 4 de abril de 2026
bruxa do mangue - the light of knowledge (2026)...
Novo projeto da artista sergipana Bruxa do Mangue. No EP "the light of knowlegde", ela apresenta faixas lo-fi com pegada melancolicas e aquele modelo de gravação caseira...
sexta-feira, 3 de abril de 2026
Marcelo Onofri & Retrato Brasileiro - Divertimento (2026)...
Composto por Gabriel Peregrino (vibrafone), Guilherme Saka (guitarra) e Théo Fraga (contrabaixo), o Retrato Brasileiro propõe em “Divertimento” (2026), ao lado de Marcelo Onofri (piano), uma sonoridade pouco convencional dentro da música instrumental brasileira, sem bateria e com forte diálogo entre timbres, contrapontos e narrativas. “Apesar de a maioria das obras já terem sido gravadas em algum momento da carreira do Marcelo, ele nunca havia trabalhado com essa formação. A guitarra elétrica e o vibrafone trouxeram uma nova cor para músicas que ele já havia gravado em outros contextos, fomos desenvolvendo juntos os arranjos e sentindo quais peças encaixavam melhor no conjunto que queríamos construir”, explica o trio. Musicalmente, as obras de Onofri são compostas a partir de uma fusão entre referências da música de concerto (Bach, Ravel), da música brasileira (Tom Jobim, Gilberto Gil) e da tradição latino-americana, como em “Tragitango”, homenagem a Astor Piazzolla. O título “Divertimento” sintetiza tanto a estética musical quanto o processo de criação do disco. Além de remeter à ideia de peças camerísticas, o nome traduz o clima de troca, experimentação e prazer coletivo que marcou os ensaios e gravações. “É um disco muito energético, diverso e divertido de ouvir. Uma homenagem que também é um encontro de amizades”, define o trio... Continue Lendo no ScreamYell
DOREA - O Que Mais Você Quer Saber de Mim? (2026)...
Na vida, tem respostas que só a música encontra. Foi em busca delas que o cantor e compositor baiano Dorea criou “O Que Mais Você Quer De Mim?”, seu segundo álbum, já disponível em todas as plataformas digitais (ouça aqui). Aos 40 anos, o artista resolveu escancarar as próprias portas como nunca antes e apresenta ao público seus desejos, amores, inseguranças e medos, tudo embalado por uma sonoridade que lembra o conforto da própria casa. Em “Grande Coisa”, seu primeiro disco, Dorea transformou angústias da pandemia em canções aflitas. Mas “eu” e “você” eram palavras que não apareciam. Agora, no novo projeto, ele finalmente as assume e planta no público, e talvez em si mesmo, as primeiras respostas. Só que, nesse álbum, responder é também ter mais dúvidas. Na faixa que dá título ao trabalho, o artista canta: “Você me pergunta por que fico assim / Não sei lhe dizer / Eu não me entendo e nem pretendo / Não quero saber”... Continue Lendo no Diário de Pernambuco
quinta-feira, 2 de abril de 2026
Pupillo - Pupillo (2026)...
Dazluz - SUPERLIXO DELUXE VOL.2: RADIO K.B. (2026)...
Kevin Brezolin aka Dazluz lança RADIO K.B., segundo volume da série Superlixo Deluxe, um projeto dividido em quatro álbuns lançados de trás para frente. O disco é recheado de harmonias e melodias suaves, explorando Trip Hop, Neo Jazz e MPB, além de muitos samples de poesias, que tornam o álbum mais contemplativo. Produzido de forma totalmente independente, RADIO K.B. reúne influências do processo de Beatmaking e da vibe hip hop lo-fi instrumental, e (assim como os outros 3 volumes lançados) é um disco composto ao vivo, através da manipulação de samples e instrumentos em tempo real dentro do software Ableton Live. O álbum reforça a identidade de Dazluz como produtor que prioriza processo, energia e liberdade criativa, longe de fórmulas radiofônicas. Dividido em quatro volumes – VOL. 1: Popshit (canções pop eletrônicas), VOL. 2: Radio K.B. (hip hop lo-fi instrumental), VOL. 3: Anti-Mei (música eletrônica de pista), VOL. 4: Trackdump (experimental) - em Superlixo Deluxe, Dazluz organiza anos de produção em home studio e afirma uma identidade sonora própria, fora de fórmulas e padrões comerciais....
quarta-feira, 1 de abril de 2026
Siso - Ferro e Fogo (2026)...
Em março de 2026, o cantor Siso lançou seu novo álbum: Ferro e Fogo. O disco conta com participações de Luiza Brina, Virgo Virgo, Tiê, Felipe Neiva, Brina Costa e Paulo Mutti, e é um mix de gêneros, com referências a diversas regiões do Brasil. Em entrevista ao Música Pavê, o artista comentou sobre o processo de produção de seu novo trabalho, as mensagens que desejou passar aos ouvintes e sua visão sobre a cena musical independente... Continue Lendo o Papo no Música Pavê
Bodó Valorizado - Noite de Mexidão (2026)...
A banda Bodó Valorizado lança o EP “Noite de Mexidão”, primeiro álbum da sua história, que completa oito anos de carreira e resistência cultural em Boa Vista (RR) em 2026. O lançamento nas plataformas digitais de streaming acontece nesta sexta-feira, 06 de fevereiro, com o show de estreia na mesma data, a partir das 20h, no Estúdio Parixara, na avenida Presidente Castelo Branco, nº 2266, bairro São Vicente. Segundo a banda, a obra é “a consolidação do trabalho autoral da banda, que por essência conecta diversos ritmos e vertentes culturais da Pan-Amazônia sob uma perspectiva roraimeira, ultrapassando fronteiras geo-políticas e linguísticas e acolhendo as expressões musicais migrantes que formam o caldeirão cultural que existe atualmente em Roraima”. A banda Bodó Valorizado lança o EP “Noite de Mexidão”, primeiro álbum da sua história, que completa oito anos de carreira e resistência cultural em Boa Vista (RR) em 2026. O lançamento nas plataformas digitais de streaming acontece nesta sexta-feira, 06 de fevereiro, com o show de estreia na mesma data, a partir das 20h, no Estúdio Parixara, na avenida Presidente Castelo Branco, nº 2266, bairro São Vicente. Segundo a banda, a obra é “a consolidação do trabalho autoral da banda, que por essência conecta diversos ritmos e vertentes culturais da Pan-Amazônia sob uma perspectiva roraimeira, ultrapassando fronteiras geo-políticas e linguísticas e acolhendo as expressões musicais migrantes que formam o caldeirão cultural que existe atualmente em Roraima”... Continue Lendo na Folha BV








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