domingo, 1 de março de 2026

Emmanuel Luka - Catarina (2026)...





 O selo Assobios & Latidos apresenta a versão definitiva de "Catarina", álbum de estreia do multi-instrumentista Emmanuel Luka. Originalmente concebido em 2022, o projeto foi totalmente regravado, remixado e re-arranjado em 2026, trocando o pop-rock oitentista pelos ruídos e distorções do Noise Rock e do Shoegaze. O lançamento chega com 12 faixas, sendo quatro faixas acompanhadas com videoclipes, todos gravados com filmadora VHS e editados pelo próprio artista, reforçando o conceito de memória e distorção que permeia a obra. "Catarina" nasceu de um período de isolamento em Joinville (SC), logo após o fim de uma banda de garagem que durou 10 anos. A primeira versão (2022) foi marcada pela pressa e pela insegurança. Agora, em 2026, Emmanuel Luka revisita as 12 faixas sob uma nova ótica...

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sábado, 28 de fevereiro de 2026

Hominis Canidae #189 - Fevereiro (2026)...





Fechando o mês de fevereiro com a nossa #coleta189, que tem 16 faixas de álbuns e EPs postados em nosso blog ao longo do mês carnavalesco que chega ao fim, somados a uma faixa inédita no blog. O som inédito que abre a mix, é o novo single do cantor e compositor mineiro Toninho Costa, que sai em primeira mão aqui na mixtape. “1/4” é o segundo single do álbum Sonhário, previsto pra maio. A faixa nasceu de um sonho que remete à ruptura da infância para a vida adulta, tudo isso com uma pegada folk, indie e psicodélica bem interessante. Saca ai:


A bela arte de capa tem uma pegada carnavalesca e foi criada pelo artista visual mineiro Roldão Aguiar, que inclusive fez a ponte pro single do Toninho Costa vim parar aqui. Ele explicou a ideia da arte:

"Pra capa dessa mixtape que sai logo após o carnaval, quis trazer esse contraste entre a folia, o trabalho e o ruído. Fiz intervenções com lápis e canetinha em algumas fotos que tirei no carnaval de Mariana (MG) em 2024, de dois blocos super tradicionais de lá, o Zé Pereira da Chácara e o Bloco do Boqueirão. Pra deixar tudo nessa textura gostosa que eu amo, imprimi a parte gráfica em papel vegetal e depois escaneei os dois papéis sobrepostos."

Achei a ideia massa e o desenho bem legal, além dos trabalhos com fotos e outros trampos dele. Vale colar (e seguir) o Roldão no instagram, pra sacar vários trampos legais que ele vem fazendo!

É isso, ouça nossa coleta onde for possível e como bem entender, espero que ela te traga boas surpresas, é um resumo do mês, então se curtir algum som, vale procurar o álbum/ EP que ele faz parte pra conhecer mais! Não esquece de disseminar nas suas redes e com os amigos!

Se curte nosso trabalho, fortaleça através do nosso PIX que a chave é o nosso mail de contato: hominiscanidae@gmail.com. Ou se preferir, entre para o nosso APOIA.SE e nos ajude a manter a firma funcionando.

Continue indo aos shows, comprando merch dos artistas que curte e disseminando a #musicabr!

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

GRINGOS DE FEVEREIRO: O que há de mais novo na música esquisita do mundão...


Na capa deste post, o quadro "Dissonância" (1910),do pintor e escultor alemão Franz von Stuck (1863 - 1928), que nasceu num mês de fevereiro.  Abaixo, os álbuns e EPs que curtimos muito neste mês. Todos lançados recentemente, vários nesse mês...

Vale ler sobre eles e ouvir na íntegra, porque música se ouve por completo e não a pedaços:

Ata Dune - Tekosa (Álbum / Estados Unidos)

Projeto de um produtor e compositor eletrônico de Seattle, que se descreve como um humano que faz música eletrônica com uso de computador, para outros humanos ouvirem. Foram 4 anos e alguns singles até chegar a “Tekosa”, primeiro álbum cheio do projeto, lançado no início de fevereiro. O trabalho apresenta 8 faixas ambients e instrumentais, com belos momentos de synths e loops. O registro surgiu da convicção do artista de que a música ambiente perdeu seu espírito rebelde. Inspirando-se em pioneiros do minimalismo como Terry Riley e Steve Reich — que revolucionaram o mundo da música com suas abordagens experimentais — Ata Dune canaliza essa mesma energia desafiadora em cada faixa do álbum. Ouça o álbum no seu streaming preferido ou aqui:

 


Noxees - Hawkins: Echoes from the Other Side (Álbum/ Espanha)

Projeto synthwave de um artista e compositor de música eletrônica que vive em Sevilha, cujo trabalho explora partituras de sintetizadores cinematográficos moldadas pela ficção científica dos anos 80. “Hawkins: Echoes from the Other Side” é o novo trabalho do projeto lançado em janeiro desse ano. É uma trilha sonora não oficial inspirada no mundo de Stranger Things. Ao longo das 10 faixas instrumentais, o projeto explora o que permanece além da tela, a tensão silenciosa, o desconforto e os momentos entre eventos que nunca são totalmente mostrados. Segundo o artista a ideia do álbum é imaginar o seu próprio caminho através do universo criado pela série, não para reviver a história, mas para permanecer dentro dela um pouco mais. Além de todos os streamings, O trabalho está disponível em vinil de 12” com livreto de 10 páginas, fabricado sob demanda via ElasticStage. Ouça aqui:



Cracks In The Real - Alef: A Velvet Shard of Broken Nights End (LP/ Estados Unidos)

Projeto experimental de um(a) misterioso(a) artista surgido(a) nas sombras entre o ruído e o silêncio de New Orleans. "Alef: A Velvet Shard of Broken Nights End", lançado neste mês de fevereiro, é o primeiro álbum cheio do projeto. Um trabalho totalmente conceitual no qual o ser anônimo emprega distorção, silêncio e fragmentação estrutural como instrumentos narrativos, em vez de meras escolhas estilísticas. São 10 faixas instrumentais cheias de densidade sonora, com belos momentos de synths e samples de violino e outros elementos que se conectam em beats suaves e interessantes. Traçando paralelos inesperados entre estilos que convivem no agora, mas que vem de épocas distintas e que nunca sumiram, apenas habitam as sombras do nosso mundo. O trabalho foi lançado em LP e nos streamings pelo selo ProtoMaterial. Ouça aqui:



Mushroom Lake - Figments (EP/ Índia)

Formada em 2011, a banda de Kerala clama ser uma das primeiras bandas psicodélicas/pós-rock da Índia. O núcleo da música do grupo é baseado na ideia de ritmos sem vocais que constroem o clima lentamente e permitem aos ouvintes viajar junto com os ritmos por um período prolongado de tempo. Ao longo desse período, o projeto lançou um álbum ao vivo e agora, no começo de 2026, apresenta o EP “Figments”, com 4 faixas totalmente instrumentais e recheada de ótimos momentos de guitarras, baixo e bateria. É o tal do post rock da forma mais pura e com uma bela produção para fazer qualquer um viajar sem sair de onde está. Ouça no seu player preferido ou aqui:



siren/SECTION// - Separation Team (Álbum/ Estados Unidos)

Duo de rock eletrônico de Los Angeles, formado pelos músicos e parceiros de longa data, James Cumberland e John Dowling, que tocam junto desde o início dos anos 2000, mas começaram o projeto duo em 2010. “Separation Team” é seu terceiro lançamento e funciona como um álbum duplo - um disco independente de gênero, psicodélico e conceitual, marcando o primeiro lançamento da dupla em oito anos. Ao longo das 19 faixas do trabalho, um passeio pelo rock eletrônico, em alguns momentos cheios de guitarra shoegaze e outros mais calmos e com uma pegada pop envolvente e bem produzida. O trabalho chegou no começo de fevereiro em todos os streamings, ouça no bandcamp:



Antonin De Bemels - December (getaway) (EP/ Bélgica)

Artista audiovisual radicado em Bruxelas, conhecido pela sua abordagem inovadora à videoarte e VJing. Ele produz música eletrônica atípica, navegando entre diferentes subgêneros como ambient ritualístico, techno tribal e drone jazz. “December (getaway)” foi lançado em janeiro deste ano. São 3 faixas, gravadas numa noite fria de dezembro, na qual ele recebeu amigos (no qual o grupo chama Les Antonymes) para uma sessão sonora de experimentação e improvisação bem interessante. Essas são as 3 primeiras faixas extraídas dessa sessão, que estão em todos os streamings e no bandcamp:



Curtiu os sons?! Diz pra nois seu preferido no comentários e espalha o post nas suas redes e pros seus amigs!!
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Marcelo Jeneci - Solo (Ao Vivo) (2025)...





Desde a infância, Marcelo Jeneci brinca com a música como quem descobre o mundo: tocando dois instrumentos ao mesmo tempo, explorando sons e sentimentos. Agora, ele transforma essa essência em seu novo álbum “Solo”, um trabalho que revela sua polivalência como instrumentista, cantor e compositor em sua forma mais pura. “Neste formato, reúno minha polivalência enquanto instrumentista, cantor e compositor. Nele acesso — e sou acessado — pela magia única incutida em cada canção”, comenta Marcelo Jeneci. O projeto chega em todas as plataformas digitais via ONErpm. Com uma sonoridade que transita do minimalismo à celebração, Jeneci cria uma atmosfera profunda e alegre, onde cada faixa é um mergulho emocional, da lágrima à dança, da introspecção à expansão... Continue Lendo no Boomerang Music

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Carol Pedroso - Eu canto minha força, meu lugar! (2025)...




Mulher indígena, amazônida de Santarém (PA) e artevista socioambiental, Carol Pedroso lança seu primeiro EP, “Eu Canto Minha Força, Meu Lugar”, um trabalho que traduz sua trajetória artística e política em música. Cantora, compositora, escritora e vocalista do grupo Suraras do Tapajós, Carol constrói um projeto que une ancestralidade, memória afetiva e resistência dos povos da floresta, com forte protagonismo feminino. Com direção musical do mestre da guitarrada Manoel Cordeiro, o EP conta com participações especiais de Dona Onete, Lia Sophia, do coletivo O Som Que Vem Delas e do próprio Suraras do Tapajós, reforçando o diálogo entre diferentes gerações e linguagens da música amazônica. O projeto nasce a partir de experimentações sonoras e colaborações artísticas que funcionam como instrumento de afirmação cultural e transformação social... Continue Lendo no Cultura Preta

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Luca Argel - O Homem Triste (2026)...






 O que vem, afinal, a ser isso de “ser homem” nos dias de hoje? Como é que se faz essa construção? Qual é o caminho? Que passos são precisos? Qual é o contributo da sociedade e até que ponto é exercida uma pressão carregada de estereótipos e artifícios? Sobre tudo isto e muito mais reflete O Homem Triste, mais recente trabalho discográfico do luso-brasileiro Luca Argel, que partiu da residência artística e da estreia no Cine Teatro de Amarante, já passou por outras salas (Viseu e Matosinhos) e vai estar no Theatro Circo em Braga (28 de fevereiro) e no Maria Matos (2 de março). Nestes dois últimos casos, com a participação especial de Moreno Veloso, filho de Caetano e produtor do disco. Como o próprio reconheceu na TSF, pela primeira vez vira o espelho para si e, sabendo bem na pele o que é enfrentar os desafios inerentes a um homem, deixa a interpretação e crítica do mundo lá fora para cantar acerca do “labirinto da pressão social exercida sobre os rapazes” na construção de uma “masculinidade tradicional, hegemónica e tóxica”. No fundo, ideias feitas que, na educação em casa, na escola ou via meios de comunicação, procuram omitir as fragilidades de um ser humano como outro qualquer e vincam o falso caminho de uma “máquina de trabalho, de desempenho físico e sexual”. Neste labirinto que é um colete de forças, muitos rapazes crescem sob recalcamentos e ideias repressivas. E, tantas vezes em adultos, o resultado fica expresso nas trágicas estatísticas de comportamentos de risco e tipos de violência, na esmagadora maioria das vezes exercida sobre as mulheres... Continue Lendo no Almont

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Boi da Macuca - Frevo Macuca (2025)...




Sopro de novidade que ajuda a oxigenar a tradição do frevo, o álbum “Frevo Macuca” - parceria entre o maestro, multi instrumentista e arranjador Henrique Albino com o Boi da Macuca, entidade referência da cultura popular pernambucana - chega em todas as plataformas de música, nesta quinta-feira (11). Lançado pelo Selo Babel, o disco apresenta doze frevos-canções inéditos e reúne diversos artistas que interpretam frevos compostos especialmente para o projeto. Participam Lenine, Juliana Linhares, Jorge Du Peixe, Almério, Siba, Flaira Ferro, Buhr, Isaar, Juba Valença, Zé Manoel, Surama Ramos, Mãe Beth de Oxum, Tiné, Urêa, Jéssica Caitano, Isadora Melo e Silvério Pessoa... Continue Lendo na Folha de Pernambuco

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Cazandeh - Marés Invisíveis (2025)...




O cantor, compositor e multi-instrumentista Cazandeh lançou nesta terça-feira (25) seu novo EP, “Marés Invisíveis”. O projeto independente reúne cinco faixas que remontam um extenso percurso pessoal e criativo. “‘Marés Invisíveis’ é uma travessia sonora pelas correntes ocultas da existência — um mergulho nas forças sutis que nos arrastam, nos moldam e nos silenciam”, define o artista. As canções partem de experiências vividas ao longo de sete anos, e refletem sentimentos que muitas vezes permanecem guardados até que encontrem um canal de expressão. “São ondas que ninguém vê, mas todos carregam por dentro”, complementa. Cada faixa representa uma face desse percurso múltiplo, como um pentágono emocional. As músicas abordam temáticas diversas: conflitos e intolerância religiosa em “Terreiro de Umbanda”; dilemas afetivos em “Pisando em Ovos”; amores que não chegaram a acontecer em “Amanda”; a resiliência de um casal diante de um momento limite em “Skyline”; e a expectativa do nascimento de um filho — inspirada em um amigo do artista — na faixa “Visão”, escolhida para divulgar o lançamento... Continue Lendo no Rock On Board

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Lo Han - Yesterday News (2026)...




 A Lo Han (@lohanband), uma das bandas mais expressivas do rock autoral baiano, celebra duas décadas de estrada com o lançamento do EP Yesterday News, que estará disponível dia 14 de dezembro nas plataformas digitais. Para marcar os 20 anos de trajetória, o grupo realiza um show especial no dia 19 de dezembro, a partir das 22h, no 30 Segundos Bar, reunindo um repertório que atravessa todas as fases da banda e rocks clássicos dos anos 60 e 70. A noite também contará com a apresentação da banda Let’s Rock. Formada por Rafael Breschi (vocais), Katucha Bastos (baixo), Ricardo Alves “Flash” (guitarra e backing vocals), Luiz Mullem (bateria), Ricardo Lopo (teclado) e Alexandre Amoedo (guitarra), a Lo Han incorpora um rock clássico, unido a energia do hard rock. O novo EP reúne singles lançados pela banda nos últimos anos, remixados, remasterizados e, em alguns casos, regravados. Segundo o vocalista Rafael Breschi, a decisão surgiu da percepção sobre as mudanças no consumo de música. “Começamos gravando vários singles, mas percebemos que estávamos querendo nos adequar a algo que não concordamos. Então resolvemos revisitar nossas composições e atualizar nosso repertório em um registro mais sólido, contemporâneo e fiel. Seguimos do nosso jeito e tocando para quem realmente nos acompanha.”

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Vitor Brauer - Tréinquinumpára 07: Belém (2025)...





Cantor, compositor e produtor mineiro, Vitor Brauer está de volta com mais um novo álbum em carreira solo, Tréinquinumpára 07: Belém (2025). São oito composições que destacam a relação do artista com a música e a cena paraense. Para a realização do trabalho, o também integrante da Lupe de Lupe uniu forças com nomes como Lento, Distante, Jobsorato, Vinícius Lobato e Brunoso. Assim como os últimos lançamentos do artista em carreira solo, o novo álbum faz parte do projeto que consiste em reunir músicos locais para gravar um álbum de inéditas em cada capital do país durante um intervalo de dez anos... Continue Lendo no Música Instantânea

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Casa da Mata - Carvanal (2025)...




Depois do Carnaval, todo dia é quarta-feira de cinzas. É com essa premissa que a banda arapiraquense Casa da Mata lançou, em 30 de outubro, o EP Carnaval, obra que contrapõe a efervescência do festejo mais popular do país à nostalgia profunda que surge quando os últimos ecos da folia se desfazem. O lançamento marca um momento de transição criativa para um dos grupos mais consolidados do rock autoral alagoano. Conhecida por uma sonoridade marcada por riffs pesados, ecos setentistas, folk e baladas, a Casa da Mata concebeu o repertório do EP durante uma imersão de um fim de semana na remota praia de Miaí de Cima, em Coruripe, litoral de Alagoas. O encontro aconteceu na casa do guitarrista recém-integrado Nikolas França, cuja chegada ao grupo influenciou diretamente os rumos musicais do trabalho. Dessa imersão surgiram oito composições, das quais quatro foram registradas no EP: Carnaval, faixa-título; Coisas Que Já Se Apagaram; O Bote; e Filho do Dragão. A canção “Carnaval”, com letra de Ayrton Bispo (bateria) e melodia de Alan Lins (guitarra e voz), sintetiza o clima do disco ao abordar a melancolia que permanece após a festa — uma imagem que também funciona como metáfora para fim de ciclos e despedidas emocionais. As baladas “Coisas Que Já Se Apagaram” e “O Bote”, ambas de Alan, exploram afetos distintos: a primeira é um lamento sobre a partida de alguém que deixou marcas; a segunda, uma narrativa sensual sobre o encantamento dos primeiros encontros... Continue Lendo o Mira da Janela

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domingo, 22 de fevereiro de 2026

Filipe Miu - Waterworks (2025)...




Tem muita tristeza e melancolia em Waterworks, estreia solo do músico paulistano Filipe Miu após várias trilhas sonoras e alguns trabalhos em parceria. As “águas” do título do álbum remetem ao choro e um período complicado, que ele transformou em música – e de certa forma, transformou igualmente em trilha musical. Last rites at the sea, na abertura, é um som aquático e lo-fi, com metais, efeitos sonoros e vibração percussiva e sombria, que mais parece o tema de uma série de true crime ou de série sobre vida em outros planetas. Break the surface soa como a chegada a uma superfície de verdade, entrando numa área mais ambient e luminosa. Exhale the grave tem clima de mergulho. Waterworks segue alternando luzes e sombras... Continue Lendo no Pop Fantasma

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sábado, 21 de fevereiro de 2026

Bruna Thimoteo - Roda da Vida (2025)...



No dia 25 de setembro, a cantora e compositora Bruna Thimoteo apresentou ao público seu primeiro álbum de estúdio, Roda da Vida. Lançado de forma independente, o trabalho é fruto de um processo de criação iniciado durante a pandemia e se firma como um retrato sensível e pulsante do cotidiano — um convite a encarar os altos e baixos com coragem, amor e alegria. Com direção artística de Bruna Thimoteo e produção musical de Renan Otah, Roda da Vida propõe um mergulho na riqueza da música brasileira. O disco costura ritmos como o ijexá, o baião e o samba-reggae, ao mesmo tempo em que dialoga com a nova MPB, sutis elementos eletrônicos e uma poesia cotidiana inspirada em nomes como Gilberto Gil, Luiz Gonzaga, Maria Bethânia e Djavan. O resultado é uma sonoridade orgânica, dançante e introspectiva, que reflete tanto a força das tradições afro-brasileiras quanto a pulsação de uma artista em pleno florescimento criativo... Continue Lendo no Brasil Fora da Caverna

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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Reverendo T e os Discípulos Descrentes - Muito Prazer (2026)...




Neste EP "Muito Prazer" tudo foi dividido entre o Reverendo T & os Discípulos Descrentes aquí representados pela figura plural de Heyder Carvalho que produziu, tocou guitarra e teclados, fez as programações, gravou e mixou tudo em Home Studio no ano de 2012. Muito Prazer (Heyder Carvalho/Tony Lopes) abre o EP. Um blues torto, sujo e visceral com uma letra pesada e auto depreciativa. A guitarra do Mestre Heyder pontua com rara beleza a canção neste cartão de apresentação. A Culpa (Luisão Pereira/Tony Lopes) também apareceu no primeiro CD do Reverendo T e aqui está com um arranjo renovado e turbinado por teclados sinuosos que propiciam um doce e amargurado caminhar pela letra angustiada da canção. Posessive Song (Heyder Carvalho/Tony Lopes) é uma parceria antiga feita para uma banda de Heyder e resgatada para este EP. Aqui os teclados e as programações ditam o ritmo e a letra, curta e direta, determina a crueldade e simplicidade da situação. Desculpe (Alex Costa/Tony Lopes) parceria com o baixista da banda Jato Invisível, o Reverendo T nos brinda com outro blues, mais uma vez, torto, só que desta vez quem brilha é o piano que pontua a letra que implora pelo perdão da amada. Um Jeito Estúpido de Te Amar (Isolda/Milton Carlos) sugerida por Heyder essa bela canção já foi gravada por Roberto e também por Bethânia. Uma canção de amor forte e tensa que o Reverendo T toma para si a autoria dos versos e encarna com firmeza as palavras de um amor controverso. As guitarras de Heyder e as citações de Diana duelam num turbilhão de emoções e sentimentos...

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Péricles Garcia - Desanuviar (2025)...




 Em 2025, o talentoso cantor e compositor mineiro Péricles Garcia celebra três décadas de carreira e anuncia seu sétimo álbum de estúdio, intitulado “Desanuviar”. Com o lançamento marcado para 29 de outubro, o novo trabalho traz oito canções inéditas com uma sonoridade genuinamente brasileira, inspirada em Gilberto Gil dos anos 70 e mesclando influências de baião, reggae, soul e rock. A jornada para a criação de “Desanuviar” foi marcada por uma reviravolta inesperada na vida de Péricles. Após enfrentar problemas de saúde e se dedicar à musicoterapia, o artista encontrou inspiração nas letras e jogos de palavras de Gil, que o levaram a compor as músicas do álbum em um estilo único e envolvente... Continue Lendo no Mundo dos Inconfidentes

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Kweller - QUEM VAI QUEBRAR O CORAÇÃO DE QUEM? (2025)...



Um convite ao íntimo. É assim que o cantor e compositor Kweller define o seu novo projeto: “Quem Vai Quebrar o Coração de Quem?”. Composto por sete faixas, o EP estreia nesta quinta-feira (27/11) nas plataformas digitais e conta com participações de Sotam e Carla Sol. “Quem Vai Quebrar o Coração de Quem?” se aprofunda nos sentimentos de Kweller e traz de volta uma versão mais melancólica do artista, com rimas intensas e profundas. Com seis músicas inéditas, o EP funciona como um convite às suas alegrias e desejos até suas dores e questionamentos... Continue Lendo no Zona Suburbana

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Tiago Terras - Sambas de Terra (2025)...




Na próxima quarta-feira (10/12) o cantor e compositor Tiago Terras lança seu primeiro EP solo, intitulado “Sambas de Terra”. Composto por quatro sambas de sua própria autoria, feitos ao longo do ano de 2025, o trabalho conta com a produção musical do experiente Eduardo Taufic e participações de nomes como Jubileu Filho, Weslley Silva (Cicinho) e Bruno Cirino, que juntos formam o time que deu vida a sonoridade bem construída da obra. Apesar de ser seu primeiro EP, Tiago Terras é um cantor de muita experiência em sua bagagem e possui várias composições no conjunto de sua obra. É professor de canto e coralista no coral do estado do RN, somando-se mais de trinta anos de atuação entre a vertentes do erudito e popular. Além de integrar a Camerata de Vozes do Rio Grande do Norte, Tiago Terras já cantou com o grupo Igapó de Almas e é um dos idealizadores do projeto musical Os Chicos, em parceria com o cantor Rafael Barros, onde realizam tributos a grandes nomes da MPB, com uma trajetória de apresentações nos mais importantes teatros e casas de cultura do RN. Além disso, Tiago Terras também assinou vários projetos culturais como preparador vocal e na preparação de artistas potiguares, tendo colaborado com talentos Potyguara Bardo, Luísa Nascim e Cami Santiz. Seu trabalho combina principalmente técnicas da erudição com sonoridades brasileiras contemporâneas, feitas com talento e desenvoltura... Continue Lendo no Papo Cultura

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Guilherme Granado Goat Unity - Ghost Parades (2025)...




Guilherme Granado faz sua estreia solo pela gravadora Keroxen sob o nome de seu projeto Goat Unity, resultado de uma série de colaborações com amigos e rivais músicos. Natural de São Paulo, Guilherme vem construindo discretamente uma reputação como o cara certo para batidas baseadas em loops e linhas de baixo envolventes. Ele tocou e gravou com Mauricio Takara no Hurtmold (4 álbuns) e também faz parte do São Paulo Underground (também com Takara e Rob Mazurek). Além disso, se apresenta, produz e grava sob o nome Bodes & Elefantes e já fez diversas turnês pela América do Sul, Estados Unidos e Europa com o São Paulo Underground, Prefuse 73 e outros. Com Ghost Parades, Guilherme mergulha fundo em suas experimentações com batidas, conseguindo, de alguma forma, conectar os pontos entre o Wu-Tang Clan e a Sun Ra Arkestra, adicionando uma boa dose de tropicalismo para completar...

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Walter Willy - Cinturões de Van Halen (2025)...



Download: Cinturões de Van Halen (2025).zip (Ou bote o mail no bandcamp acima)

Gravado exclusivamente em um gravador de cassete de 4 canais, um Tascam 424, o mesmo utilizado por John Frusciante em Niandra Lades & Usually Just a T-Shirt, Cinturões de Van Halen foi inicialmente considerado para a discografia do Luiz Bruno mas foi depois rotulado “muito experimental” para o público desse artista. Decidiu-se então que seria um lançamento para o seu alter ego de longa data, Walter Willy. O som é o que se considera lo-fi, vanguarda, experimental, sem preocupação com qualidade sonora, sendo a fita master utilizada uma só, ou seja as canções foram gravadas repetidamente umas por cima das outras resultando em uma “colagem acidental” bem no estilo Walter Willy. Este é o décimo primeiro disco de Walter Willy, incluindo Unidade Mental e Povo Subterrâneo, ambos não estão na internet. As influências são primordialmente Five Starcle Men, o misterioso grupo alienígena dos anos 90 de Lancaster, na California e o brasileiro Damião Experiença. O disco conta com uma versão brasileira da canção The Gnome (O Gnomo), do primeiro disco do Pink Floyd e também uma versão de Be My Head dos Flaming Lips. As composições são de diversos períodos da vida do artista. A capa foi feita pelo próprio Walter Willy...

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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Criolo, Amaro e Dino - CRIOLO, AMARO E DINO (2026)...




Lançado hoje, CRIOLO, AMARO E DINO nasce do encontro entre três artistas de trajetórias sólidas, reconhecimento amplo e, sobretudo, uma disposição real para a escuta e para o risco. Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago partem de universos distintos, rap, jazz, música afro-atlântica, mas recusam a lógica da soma de estilos. O disco não busca fusão nem síntese fácil. Ele se constrói a partir do deslocamento, da troca e da criação de um território comum. Ao longo do álbum, tudo funciona como conversa. O piano cria espaço e respiração, as vozes transitam entre palavra, canto e presença quase espiritual, e os silêncios têm peso estrutural. Não há protagonismo fixo nem disputa por atenção. Cada elemento entra e sai com precisão, respeitando o tempo da música e o tempo do outro. É um trabalho guiado pela contenção, pela escuta e pela confiança mútua... Continue Lendo no Ismo

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