A artista carioca Melissun lançou no dia 3 de setembro, seu primeiro EP “ESSENCE”, em todas as plataformas de streaming, projeto que nasce como um retrato de suas experiências, reflexões e transformações pessoais. Entre o pop e o trap, o trabalho combina rimas rápidas e afiadas com melodias e sonoridades mais leves para construir uma narrativa sobre autoconhecimento e autodeterminação. Mais do que um conjunto de músicas, “ESSENCE” foi pensado por Melissun como um espelho. Cada faixa representa um fragmento de sua trajetória, passando por forças, vontades e versões de si mesma que ficaram para trás. O EP nasce da compreensão de que nada é permanente e de que a energia, as escolhas e a própria identidade estão em constante transformação. A inspiração para o EP surgiu especialmente de experiências desafiantes na vida da artista que transformou suas inquietações em música para propor uma reflexão sobre a possibilidade de cada mulher construir o próprio caminho e redefinir aquilo que entende como felicidade, sucesso e liberdade. “Quero que as mulheres sintam o gosto da liberdade que elas podem ter. Muitas das restrições que existem são, na verdade, percepções que foram moldadas ao longo dos anos e que acabamos acreditando como se fossem verdades. Mas temos a oportunidade de mudar a nossa trajetória todos os dias, quando nos permitimos olhar para dentro e nos conectar com a nossa essência — algo que existe única e verdadeiramente dentro de cada uma de nós”, afirma Melissun. Em “ESSENCE”, Melissun também busca colocar em evidência questões relacionadas à carreira e aos relacionamentos das mulheres no século XXI, incentivando o público feminino a reconhecer o próprio poder de criação e a questionar limitações que, muitas vezes, foram construídas ao longo de gerações...
quinta-feira, 17 de setembro de 2026
melissun - ESSENCE (2026)...
A artista carioca Melissun lançou no dia 3 de setembro, seu primeiro EP “ESSENCE”, em todas as plataformas de streaming, projeto que nasce como um retrato de suas experiências, reflexões e transformações pessoais. Entre o pop e o trap, o trabalho combina rimas rápidas e afiadas com melodias e sonoridades mais leves para construir uma narrativa sobre autoconhecimento e autodeterminação. Mais do que um conjunto de músicas, “ESSENCE” foi pensado por Melissun como um espelho. Cada faixa representa um fragmento de sua trajetória, passando por forças, vontades e versões de si mesma que ficaram para trás. O EP nasce da compreensão de que nada é permanente e de que a energia, as escolhas e a própria identidade estão em constante transformação. A inspiração para o EP surgiu especialmente de experiências desafiantes na vida da artista que transformou suas inquietações em música para propor uma reflexão sobre a possibilidade de cada mulher construir o próprio caminho e redefinir aquilo que entende como felicidade, sucesso e liberdade. “Quero que as mulheres sintam o gosto da liberdade que elas podem ter. Muitas das restrições que existem são, na verdade, percepções que foram moldadas ao longo dos anos e que acabamos acreditando como se fossem verdades. Mas temos a oportunidade de mudar a nossa trajetória todos os dias, quando nos permitimos olhar para dentro e nos conectar com a nossa essência — algo que existe única e verdadeiramente dentro de cada uma de nós”, afirma Melissun. Em “ESSENCE”, Melissun também busca colocar em evidência questões relacionadas à carreira e aos relacionamentos das mulheres no século XXI, incentivando o público feminino a reconhecer o próprio poder de criação e a questionar limitações que, muitas vezes, foram construídas ao longo de gerações...
Malice - Sob a Pele (2026)...
A banda brasiliense de rock Malice lança novo álbum, Sob a pele — projeto apoiado pelo Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Produzido por Ricardo Ponte, o disco conta com 15 faixas inéditas. Para compor as músicas, os guitarristas Bia Nobre e Diego Castro comentam que passaram a usar a quantidade de composições como exercício para testar novas ideias. “Ter que criar 15 músicas acabou sendo um exercício muito bom. Levou nosso processo para lugares em que talvez a gente não chegasse sem essa provocação”, conta Bia. O álbum Sob a pele faz parte do stoner rock — subgênero musical que mistura peso, psicodelia e o clima relaxado e denso do rock dos anos 1970 —, que acompanha a banda desde o começo. Porém, dessa vez, ele vem misturado ao blues rock — fusão do blues tradicional com a energia, a eletricidade e o volume do rock — com country, baladas e até uma música construída como uma espécie de canto marinheiro. “O stoner e o blues acabam se mesclando de alguma forma. A gente incorporou muito slide de guitarra e isso ajudou a levar a sonoridade da Malice para outro lugar”, afirma Diego... Continue Lendo no Correio Braziliense
quarta-feira, 16 de setembro de 2026
Living in the Shit - Corais (2026)...
Em um ano político movimentado, a banda Living in the Shit está retomando seus trabalhos com o mesmo espírito contestador que marcou sua trajetória nos anos 1990. Conhecido como o único grupo não pernambucano associado ao movimento mangue beat, a banda alagoana anunciou recentemente o álbum Corais, seu primeiro trabalho de estúdio em quase 30 anos. O novo álbum, previsto para ser lançado ainda em 2026, chega acompanhado de reflexões sobre temas atuais como desinformação, manipulação digital e o impacto ambiental do turismo de massa... Continue Lendo no TMDQA!
Pedro Bienemann - Ondas de choque e calor (ao vivo) (2026)...
O lançamento de “Ondas de choque e calor (ao vivo)”, dirigido por Bienemann e Pedro Soares, marca um ano de Ondas de choque e calor, o disco. Nele, Pedro Bienemann, músico experiente da cena independente de São Paulo, estreia sua autoria por meio de 10 canções produzidas por ele próprio em parceria com Fernando Rischbieter (Matraca Records). Delas, quatro foram deslocadas para o repertório de “Ondas de choque e calor (ao vivo)”: “Não te falta nada”, “Ondas de choque e calor”, “Marcas” e “Um sinal”. No projeto audiovisual, elas são retomadas em arranjos diferentes, decorados pela espontaneidade natural de Bienemann e sua banda, formada por Bianca Predieri (bateria), Everton Santos (baixo), Melifona (flugelhorn e backing vocals) e Victor Kroner (guitarra). A captação de imagem é assinada por Marlon, a mixagem por Victor Kroner e a masterização por Pedro Vinci (Matraca Records). De surpresa, uma versão criativa de Bienemann para “Dois Cafés”, de Gustavo e Tulipa Ruiz Chagas, encerra “Ondas de choque e calor (ao vivo)”, dando pistas dos rumos estéticos que o artista paulistano pretende seguir em suas próximas criações. A versão, minimalista, é marcada pelo vocal de Bienemann combinado ao piano e sopro de Melifona. Com duração de aproximadamente 24 minutos, “Ondas de choque e calor (ao vivo)” propõe uma narrativa visual contínua. “A gente vai acompanhando a passagem do tempo, começando durante o dia e chegando à noite, criando uma atmosfera que se transforma junto com a intensidade das músicas”, explica Bienemann...
terça-feira, 15 de setembro de 2026
Corra! - Nu & Cru (2026)...
CORRA! é um power trio paulista que chega com força total, unindo o ímpeto cru do garage rock com o peso melódico e visceral do grunge, é a fusão perfeita entre a brutalidade imediata e a profundidade dramática com pitadas de alt rock contemporâneo e Punk Rock 90s. Sua energia intensa e estética autêntica os posicionam como uma nova promessa no cenário alternativo atual. Originária de uma cena underground vibrante, a banda explora vocais intensos, riffs crus e refrões que grudam na mente. Com riffs orgânicos e o uso de melodias emocionais e estrutura musical equilibrada entre gritos e harmonia que embarcam na tradição de grandes mestres do estilo. O resultado é uma sonoridade que pega pesado, sem perder a capacidade de criar atmosferas introspectivas e “cantaroláveis”. "Nu & Cru", primeiro álbum cheio da banda, traz reflexões comportamentais, autocrítica pessoal e social — ou seja, quem e como estamos nos tornando diante das mudanças no mundo e de que forma isso nos distancia da nossa natureza. Reflete as particularidades que nos diferenciam e que, muitas vezes, nos fazem esquecer o que nos define como seres da mesma espécie...
Noite Suite - quase estrela (2026)...
Outro dia fez sucesso no Instagram do Pop Fantasma um carrossel sobre o sophisti-pop – aquele pop-rock altíssimos teores que se popularizou nos anos 1980, com referências de soul, r&b e pop mais antigo, e conceito mais “adulto”. Muita gente notou, com toda razão, que faltou dar nome à turma que faz esse tipo de som no Brasil (nomes como Zero, Kiko Zambianchi, Guilherme Arantes e até Kid Abelha, além de Cazuza, tiveram fases marcadas pela busca do pop sofisticado e adulto). Vindo de Salvador (BA), o Noite Suite é esse “pop sofisticado” dos anos 1980, só que traduzido para os idiomas do shoegaze e do trip hop. No EP Quase estrela, a banda formada por Bianca Gonzalez (voz, sintetizador, guitarra, piano), João Sarno (baixo, guitarra, sintetizador, voz), Paulo Tiano (bateria) e Yan Franco (guitarra, voz) une os dois climas a algo quase city pop no instrumental Promessa e na onda sonhadora de Nitrax nitrax – música de guitarras esparsas, com saxofone, quase um shoegaze noturno e marítimo. Lembranças de imagens e rostos, por sua vez, dão o tom de Sonho qualquer, um trip hop discreto, com guitarras pesadas... Continue Lendo no Pop Fantasma
segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Giovani Baroni - bLU (2026)...
bLU é o álbum de estreia solo de Giovani Baroni, um disco conceitual de dez faixas concebido para ser ouvido do começo ao fim como uma única peça contínua. Escrito após sua mudança de São Paulo para a Cidade do México, o álbum usa água, peixes, ondas e submersão como imagens de memória, amor e mudança. Cantado em português, inglês e espanhol, bLU bebe do rock progressivo, emo, psicodelia e indie brasileiro, combinando compassos que mudam, leitmotifs recorrentes, piano, guitarras com phaser, sintetizadores aquáticos, texturas ambiente e músicas que sangram umas para as outras... Continue Lendo no Site do Giovani
CANTO CEGO - Odiar o Fim (2026)...
A banda Canto Cego inicia uma nova fase com o lançamento de Odiar o Fim, álbum dividido em três partes que utiliza o rock pesado e a estética cyberpunk para refletir sobre temas atuais como inteligência artificial, crise climática, desigualdade social, colonialismo e os desafios de um futuro cada vez mais automatizado. A primeira parte do projeto do Canto Cego chega com cinco faixas e apresenta uma sonoridade marcada por guitarras distorcidas, baixo pulsante e a intensidade característica do grupo. Ao mesmo tempo, o trabalho amplia o alcance temático da banda ao propor uma discussão sobre os rumos da sociedade contemporânea. O conceito de Odiar o Fim nasce de um jogo entre as palavras “odiar” e “adiar”, estabelecendo um diálogo com o livro Ideias para adiar o fim do mundo, de Ailton Krenak. A proposta é transformar a indignação em uma força capaz de provocar mudanças, em vez de alimentar a paralisia diante dos problemas do mundo... Continue Lendo no Indie Rock Brasil
domingo, 13 de setembro de 2026
Didier Guigue - MESOPOTAMIA FILES (2026)...
Este album contem alguns programas que eu construí em synths virtuais para o projeto Mesopotamia (com Mélune, voz & theremin, e Vitor Noni, contrabaixo). A ideia era produzir drones com comportamento ruidoso e impredictível, que eu poderia manipular (mas não controlar completamente) ao vivo. Em cada faixa exploro um único programa/synth, em improvisação com gravação direta (exceto faixas 4 e 5, pós-editadas). Somente no bandcamp...
Didier Guigue
sábado, 12 de setembro de 2026
Henrique Iwao - prosódia musical, jogos etc (2024)...
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
Lucio Moriyama - Dark Sun (2026)...
O guitarrista e compositor brasileiro Lucio Moriyama anuncia o lançamento de Dark Sun, seu segundo álbum de estúdio. Através de doze composições instrumentais, o artista propõe uma jornada pelas emoções humanas inspirada na psicologia analítica de Carl Jung, combinando rock progressivo, rock e metal com uma narrativa profundamente introspectiva. Mais do que um álbum conceitual com uma história linear, Dark Sun apresenta uma série de paisagens sonoras que representam diferentes estados emocionais e psicológicos. Cada composição reflete uma etapa da jornada interior rumo ao autoconhecimento, explorando temas como memória, ansiedade, perda, resiliência, liberdade, transformação e integração da identidade. O título do álbum faz referência ao fenômeno de um eclipse. Para Lucio Moriyama, o “Sol Negro” simboliza aqueles momentos em que nossa luz interior parece desaparecer sob o peso do medo, da incerteza, da dor ou de conflitos emocionais. No entanto, assim como ocorre durante um eclipse, a luz nunca deixa de existir; ela apenas permanece temporariamente oculta. A sombra não destrói a luz — ela nos permite compreendê-la. Essa ideia dialoga diretamente com o conceito de Sombra desenvolvido por Carl Jung, entendido como o conjunto de aspectos da nossa personalidade que permanecem ocultos, reprimidos ou pouco explorados. Em Dark Sun, a sombra não representa um inimigo, mas uma parte essencial do processo de crescimento e da busca por uma identidade mais completa...
Sinuhe LP & João Albino - São Ão Tem Razão (2026)...
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
Broken Necks - Death, Blood, Pain, Hate, Darkness (2026)...
Download: Death, Blood, Pain, Hate, Darkness (2026).rar
Nascida no sertão central cearense, diretamente de Quixadá, a Broken Necks é uma banda de thrash metal autoral que carrega a fúria, o peso e a autenticidade do metal brasileiro. Formada por músicos que cresceram entre riffs rápidos, calor intenso e histórias de resistência, a banda transforma a dura realidade nordestina em música agressiva, critica e visceral. A Broken Necks traz uma sonoridade marcada por palhetadas precisas, bateria explosiva e vocais que transitam entre o grito rasgado e o cavernoso. Suas composições abordam temas como violencia urbana, conflitos internos, caos social e a luta diária por espaço e expressão. "Death, Blood, Pain, Hate, Darkness" é o primeiro álbum da banda, com 8 faixas rápidas e já em todos os streamings...
Paura - Primitive Chaos (2026)...
Download: Primitive Chaos (2026).rar
Em 2026 o Paura completa 31 anos de banda e lança seu álbum Primitive Chaos, o nono da banda. Escolhendo um caminho de músicas mais diretas e melodias brutais, o disco apresenta 12 músicas em um Paura mais conciso e conectado com referências diversas dentro do hardcore. Em um papo com a ISMO, Fábio Prandini, vocalista do Paura, comenta sobre as diferenças desse álbum para o anterior, fala sobre o caos primitivo que vivemos hoje e sobre a renovação da cena do hardcore brasileiro... Leia a entrevista no Ismo
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
Late Again - I Dreamt I Was Awake (2026)...
Late Again, projeto de dream pop do artista multimídia brasileiro radicado no Brooklyn Rafael Melo, lança I Dreamt I Was Awake. Com seis faixas, o EP parte de uma questão central: a distância entre a vida que imaginamos e aquela que efetivamente vivemos — e as formas, muitas vezes contraditórias, que encontramos para conviver com essa diferença. “Com canções autoconscientes, às vezes engraçadas e sempre subtilmente críticas, a obra flutua entre a ternura e a ironia, o minimalismo e o caos, e o hiper-pessoal e o universal”, explica Late Again. “Este meu quarto EP de estúdio começa a mostrar um fio condutor que une os meus trabalhos anteriores, ao mesmo tempo que torna mais evidente uma mudança de confiança. Eu decidi duplicar a aposta no meu estilo de escrita único a cada nova faixa. Ao juntar texturas de dream pop, batidas alternativas, melodias do meu Brasil natal e letras cínicas mas amigáveis, criei um espaço onde a lucidez e a auto-ilusão coexistem. É uma coleção de canções que considero sonicamente nostálgicas e acolhedoras, sem perderem uma margem sutil, suave mas exigente”... Continue Lendo no Concerts In Brazil
Meu Bruxo - A Magia do Rock (2026)...
Tem música que nasce de uma ideia. E tem música que nasce da própria vida. Meu Bruxo — A Magia do Rock, projeto criado em Porto Alegre por Alexandre Godinho, transforma experiências reais, espiritualidade, humor ácido e situações do cotidiano em um universo musical que passeia pelo rock clássico e encontra uma identidade brasileira contemporânea. Depois dos singles “Olho Gordão”, “Ratão do Seu Orlando” e “Na Cia do Mal”, o projeto chega a um novo momento com o lançamento de seu primeiro EP, “A Magia do Rock”. O trabalho reúne quatro faixas inéditas — “Reikiana”, “Plexo Solar”, “Little Joe” e “Pedrinho” — construindo uma narrativa que mistura poesia, reflexão, espiritualidade e bom humor. A sonoridade parte de referências do rock dos anos 70 e 80, mas não se limita à nostalgia. Riffs marcantes, linhas de baixo em destaque, guitarras orgânicas e efeitos analógicos ajudam a criar uma atmosfera própria, enquanto as letras encontram espaço para falar de sentimentos, experiências e situações que fazem parte da vida real... Continue Lendo no SSRock
terça-feira, 8 de setembro de 2026
Luís Perdiz - Corações em Condomínios (2026)...
“Estas canções foram escritas em um momento de crise artística e existencial”, diz o cantor, compositor e poeta Luis Perdiz sobre o repertório de seu primeiro álbum solo, Corações em condomínios – basicamente um disco “filhote” da pandemia, feito no isolamento, enquanto Luis tentava escrever poesia, mas se sentia bloqueado. O disco surgiu justamente porque ele decidiu estudar violão e acabou se reconectando com sua escrita. Foi uma espécie de “transição de carreira” que deu um sentido diferente a seu trabalho, e transformou poesia em canções e efeitos musicais – como na faixa-título, uma espécie de retorno à MPB setentista, só que filtrada pela psicodelia. Um som com vibe rock-reggae, que faz lembrar a música nordestina da época, e cuja letra tem muito do clima apocalíptico urbano de Zé Ramalho, falando de cidades sendo devoradas e de sentimentos entre grades. Estadia, música sobre esquecer horários e tempos (e que aparentemente, fala sobre o que isso tem de bom e ruim), impõe um clima quase jangle-pop ao disco, mas com filtro moderno, numa gravação com cara de 2026... Continue Lendo no Pop Fantasma
Terceiro Capanga - Outro Céu (2026)...
A banda Terceiro Capanga disponibilizou nas plataformas digitais o seu segundo álbum de estúdio, intitulado Outro Céu. Estruturado como uma obra conceitual, o trabalho acompanha a jornada de um personagem que se muda para uma cidade fictícia homônima, criada para refletir a atmosfera e os costumes do interior do Brasil. A faixa-título abre o disco como uma introdução a esse universo, apresentando os personagens locais e os mistérios que cercam o município — desde desdobramentos amorosos até um fenômeno climático atípico que prolonga a escuridão. Ao longo de 12 faixas, o repertório avança de maneira narrativa, combinando crônica, romance e suspense... Continue Lendo no Indie Rock Brasil
segunda-feira, 7 de setembro de 2026
Pernaf - CASA (2026)...
Surfe - Saudades Tropicais - Volume 1 (2026)...
Surfe é um novo trio da zona leste de São Paulo, que no final de agosto apresentou seu primeiro lançamento, o EP "Saudades Tropicais - Volume 1", com 2 faixas. Um trabalho que nasceu da relação dos integrantes com a MPB brasileira dos anos 70, principalmente Arthur Verocai, Milton Nascimento e Clube da Esquina, misturando bastante coisa do rock psicodélico. "Nesse trabalho a gente tentou construir uma sonoridade bem orgânica e nostálgica, acompanhada de uma letra que fala sobre memória, distância e aquelas lembranças que acabam ficando ligadas a lugares e momentos", explicam.














.jpg)

.jpg)

.png)


