sexta-feira, 24 de julho de 2026

Ana Cacimba - LUMINOSA (2026)...




 Em comemoração aos dez anos de carreira, Ana Cacimba lança Luminosa Vol.1 (2025). O projeto é dividido em dois atos: Lua e Sol, partindo da espiritualidade para chegar à realização pessoal e à retomada da autoestima. O trabalho é produzido por Los Brasileros e por Dmax, com participação de Alessandra Leão, De origem quilombola, Ana Cacimba ainda traz na discografia o álbum Mergulho (2023) e a estreia com Azeviche (2022). Nos projetos, ela frequentemente explora a percussão africana e o diálogo com a cultura popular brasileira. Pop, samba-rock, MPB e afrobeat são ferramentas para contar uma história ancestral, que atravessa Ana diretamente. Na Lua, primeiro ato do projeto, o foco está na fé, com canções referenciando Orixás como Exú, Xangô, Oxóssi, Oyá, Oxalá, Preto Velho e Padê Onã... Continue Lendo no Noize

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Cami Santiz - SALINA (2026)...



Cami Santiz fez o lançamento de seu primeiro álbum. Intitulado SALINA, o disco chegou às plataformas no próximo dia 28 de maio, às 21h, consolidando uma nova fase artística da cantora e compositora. Depois de iniciar essa transição estética com o single “Canto da Sereia”, lançado em 2025, Cami agora expande o universo marítimo, sensual e melancólico que vem construindo nos últimos anos. O álbum mistura trip-hop, synthpop, chillwave e referências da cultura de paredão nordestina. SALINA nasce como uma investigação afetiva sobre território, identidade e memória. Inspirado nas salinas de Mossoró, no imaginário costeiro do Rio Grande do Norte e nas experiências de juventude vividas à beira-mar, o disco propõe uma leitura pop do litoral nordestino a partir de uma perspectiva íntima e contemporânea... Continue Lendo no Saiba Mais

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quinta-feira, 23 de julho de 2026

Caio Nunez - Nada Fica Fora do Lugar (2026)...



Tem artista que estreia tentando mostrar tudo ao mesmo tempo. Caio Nunez faz o contrário. Em “Nada Fica Fora do Lugar”, seu primeiro álbum, ele escolhe segurar a ansiedade, confiar no tempo e construir um trabalho ao longo de quase cinco anos. O disco amadurece junto das experiências e referências que moldam sua identidade, transitando por uma sonoridade brasileira popular e contemporânea. Com direção musical de Gabo Marinho e capa assinada por Nomoa, o álbum percorre espiritualidade, memória e afeto, transformando essas dimensões em uma linguagem musical própria. As faixas se encadeiam com naturalidade, criando um fluxo contínuo. Há um cuidado evidente na forma como os instrumentos aparecem: violões e guitarras bem posicionados, baixos firmes e uma percussão que colore sem pesar... Continue Lendo no Midia Ninja

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VECTOR COLETIVO DELTA & Dr. Drumah - A CHAGA (2026)...




Diretamente de Campinas, Vector Coletivo Delta lança o álbum A CHAGA em colaboração com o produtor baiano Dr. Drumah. O projeto mergulha no boombap com forte teor político, trazendo reflexões, identidade e verdades que a cena ainda precisa ouvir (Via @jazzenquadra)... 

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quarta-feira, 22 de julho de 2026

THIS LONELY CROWD - Eldritch Magnificence (2026)...




O This Lonely Crowd, quinteto paranaense que transita entre o Shoegaze, Post Rock e Metal, construiu sua identidade a partir do encontro entre atmosferas oníricas e paisagens sonoras que desafiam os limites entre delicadeza e peso. Em atividade desde 2009, a banda apresentou seu nono álbum, Eldritch Magnificence, reafirmando uma trajetória marcada pela experimentação e pela busca constante por novos territórios musicais. O disco nasceu a partir de uma reflexão sobre o chamado vale da estranheza, espaço indefinido entre aquilo que percebemos como realidade e aquilo que nossos sentidos são capazes de imaginar. Em Eldritch Magnificence, o impossível deixa de ser apenas uma ideia abstrata e ganha forma através do som... Continue Lendo TMDQA

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Gugs - Fruto da Terra (2026)...



Diretamente de São Luís do Maranhão, o artista Gugs aproxima em seu novo álbum, “Fruto da Terra”, reggae roots, rub-a-dub, dancehall, dub, afrobeat e hip hop sem perder a cadência quente e ritualística que marca a relação histórica da ilha com o gênero. “Quem nasce em São Luís cresce ouvindo reggae. É uma música que toca nas ruas, nos bairros, nos carros e dentro das casas. Fruto da Terra nasce justamente dessa vivência coletiva da Jamaica Brasileira”, explica o artista. Ao longo de 12 faixas, Gugs constrói um disco com espiritualidade, identidade, permanência e memória. Inspirado pelas “pedras”, pelos rewinds infinitos das radiolas e pela cultura sound system que moldou gerações em São Luís, o álbum equilibra tradição e contemporaneidade na mesma frequência... Continue Lendo no Groovin Mood

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terça-feira, 21 de julho de 2026

Negative Summer - impossível não sentir nojo da sua cara (2026)...





 Antes de mais nada: o Negative Summer, uma banda de grindcore e black metal do Ceará, merecia fazer sucesso no Tik Tok com a maravilhosa faixa-título de seu novo disco. Ouvir versos como “que cena linda seria se um trator passasse por cima de você / compraria até pipoca pra ver / um caminhão de brita descarregado / devagar e sutilmente / em cima da sua cara horrorosa” acompanhados de uma base pesada e casca-grossa, é um prazer que deve ser sentido por todo mundo. Impossível não sentir nojo da sua cara, o álbum do grupo, é pesado e agressivo em letras e músicas – e rápido, com dez faixas que no máximo passam de um minuto cada uma. A faixa-título, que tem esses versos aí do primeiro parágrafo, é um dos melhores exemplos, e o disco quase inteiro fica entre Napalm Death, Pungent Stench e Ratos de Porão, com batidas ágeis, vocais guturais e letras de puro ódio... Continue Lendo no Pop Fantasma

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Schlop - cachorros e madames no fim do mundo (2026)...



Quando descobri a banda Schlop foi por acaso, através de um stories em um perfil de uma casa de shows. Ali tinha uma vocalista/guitarrista, no caso Bella Pontes, que me chamou a atenção e uma sonoridade instigante. Fui em streamings e descobri que a banda já tinha um álbum, intitulado Canções de Amor para o Fim do Mundo, e uns singles nas plataformas digitais. Ah, Bella, além de cabeça da banda, é uma agitadora cultural, sendo uma das autoras do projeto Mapa da Música Autoral de São Paulo. E, recentemente, Bella Pontes lançou o segundo disco da Schlop, com o sugestivo título de Cachorros e Madames no Fim do Mundo, que me surpreendeu positivamente. Nesse álbum Bella está acompanhada de Lucia Esteves (guitarra), Alexandre Lopes (baixo) e Antonio Valoto (bateria, sintetizadores e guitarra). Ah, Valoto também foi o produtor do álbum. As influências são variadas, mas inegável a lembrança ao Pavement, Guided by Voices e Veruca Salt. As faixas do álbum são, essencialmente, canções caseiras que Bella compôs e ganham uma nova roupagem, com banda, para esse álbum... Continue Lendo no Under Floripa

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segunda-feira, 20 de julho de 2026

Davi Fonseca - Viseira (2026)...




Pianista, compositor, arranjador e cantor, o mineiro Davi Fonseca é essencialmente um contador de histórias. Quem já assistiu um show do artista, sabe que Fonseca tem a sedução de quem nos envolve em seus causos e que torna histórias simples em narrativas envolventes, divertidas e até mesmo emocionantes, ao melhor estilo mineiro. “Viseira”, seu segundo disco, é um exemplo muito amplo de sua conexão ampla com essa oralidade e com a criação de universos narrativos que vão das experiências pessoais à ficção. Fonseca é também um instrumentista virtuoso e faz um casamento fantástico entre suas narrativas textuais e musicais, em um encontro que torna em personagens fundamentais cada nota musical e cada instrumento inserido na canção. Esses universos ganham camadas no encontro de Davi Fonseca com Lucas Filipe Oliveira, seu parceiro nas composições do disco; mas além disso há uma ficha técnica imensa que constrói esse trabalho que mais uma vez reforça essa figura agregadora do contador de histórias que é Fonseca. Em “Viseira”, o compositor e arranjador reuniu 22 músicos, sendo que cada faixa apresenta uma instrumentação distinta e uma sonoridade única. E pra completar, o trabalho também conta com participações especiais do cantor baiano Xangai, na canção “Presepeira”; o cantor, compositor e violonista mineiro Artur de Pádua em “Apocalipse à brasileira”; a mineira Luiza Brina, em “Barra Grande”; e da pernambucana Isaar, em “A Laje de Hermeto”... Continue Lendo no Scream Yell

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alice medíocre - SINTÉTICO IDÊNTICO AO NATURAL (2026)...





Primeiro álbum oficial da alice medíocre. Muito carinho por esse trampo que começou a ser escrito e trabalhado entre o final de 2023 até 2024. Desse período até meados de abril de 2026 o projeto passou por regravações, adições de texturas e detalhes nas faixas, remixagens e remasterizadas. A foto da capa foi do momento exato em que eu terminei de ouvir a versão final do disco e pensei "é. Tá pronto. Finalmente."

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domingo, 19 de julho de 2026

Sistema Som Rachado - Efusão (2026)...




Download: Efusão (2026).zip (ou vá no bandcamp acima)

Efusão, segundo álbum do Sistema Som Rachado, um diálogo entre tradições populares e linguagens urbanas contemporâneas. Lançado de forma independente, Efusão, o segundo álbum do projeto Sistema Som Rachado amplia a proposta apresentada no disco de estreia, transitando por territórios onde xote, forró, reggae, hip-hop, cumbia e reggaeton convivem de maneira fluida e orgânica... Continue Lendo no nanu Blog

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sábado, 18 de julho de 2026

Reuben the Organizer - Pindorama (2026)...



Download: Pindorama (2026).zip (ou vá no bandcamp acima)


Tem algo de completamente introspectivo em escutar essa obra musical criada por Reuben the Organizer. É um daqueles álbuns que não funcionam como simples coleção de músicas, mas como experiência contínua, quase meditativa, onde cada faixa parece puxar naturalmente a próxima. Nós, da Divergent Beats, sentimos isso imediatamente ouvindo Pindorama. Existe uma calma muito específica dentro desse trabalho, mas não uma calma vazia. É uma calma cheia de imagens, memórias, texturas e sensações. Um álbum para colocar o fone, fechar os olhos e simplesmente deixar que os sons entrem devagar dentro da cabeça, como se cada detalhe estivesse reorganizando emocionalmente quem escuta... Continue Lendo no Divergent Beats
 

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sexta-feira, 17 de julho de 2026

Lüz Leffa - curto, curtíssimo, curtérrimo (2026)...




 A ideia é ser um EP curto (até por isso o nome) pensando numa estética psicodélica e de rock experimental, e em uma das músicas até uma referência as Guaranyas Paragaias. Eu sou a Lüz Leffa, uma artista travesti de Porto Alegre-RS, e produzi esse EP independentemente e com a ajuda da minha amiga Valentina Coelho na produção de algumas das músicas...

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Bia Ferreira - Améfrica (2026)...





 Depois de anos escrevendo canções atravessadas pela urgência, Bia Ferreira chega a Améfrica interessada em expandir o centro emocional de sua obra. Sem abandonar a dimensão política que consolidou sua trajetória, a cantora e compositora se aproxima agora da dança, da leveza, do calor e da espiritualidade em um disco que entende a celebração também como forma de existência. Com produção musical assinada pela própria artista em parceria com Vinicius Lezo, Améfrica busca uma reconexão coletiva: a partir do reggae, dos ritmos nordestinos, das musicalidades afro-caribenhas e latino-americanas... Continue Lendo no Pretessencias

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quinta-feira, 16 de julho de 2026

LEELEE - Despertar (2026)...



 O EP "Despertar", da banda recifense LEELEE, amplia sua circulação em território nacional ao reunir singles já lançados e duas músicas inéditas. O trabalho consolida a narrativa de um projeto que simboliza o despertar da mulher para sua auto aceitação, libertação de crenças limitantes e a quebra de padrões para seguir seus sonhos e buscar sua felicidade com plenitude. O projeto contribui para o fortalecimento da cena autoral nordestina e para o protagonismo feminino no rock, reforçando a ocupação das mulheres em todos os espaços de realização. Com o lema “antes tarde”, LEELEE incentiva que nunca é tarde para começar algo novo, em um grito contra o etarismo, tema sobre o qual a artista possui propriedade para influenciar diretamente um movimento positivo de conquista e vivência. LEELEE é um projeto autoral recifense de punk rock que nasce do encontro entre vivência, território e urgência criativa. Liderado por uma mulher de 40 anos, o projeto surge como um gesto de afirmação potente em um cenário historicamente atravessado por silenciamentos, unindo o peso do punk rock à sensibilidade de quem carrega memória e desejo de transformação... Continue Lendo no Arrepio Produções

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T. Greguol - E Só (2026)...





Os dois discos anteriores do músico T. Greguol (Bum, de 2024, e Coisa, de 2025) eram uma mescla de jazz, experimentalismos que uniam música e matemática, e sonoridades bem diferentes dentro de uma mesma música. Já E só é um álbum bem curto (8 músicas, 16 minutos) e comparado aos anteriores, é quase um disco pop. Com a ideia de fazer um disco de “música anti-IA, feita por gente, para gente”, e de “canções construídas a partir da presença, da imperfeição e da experiência humana”, Greguol focou nas letras e no canto, teve o material musicado por Lourenço Netto, e arregimentou músicos como Mari Crestani (baixo), Leandro TG Mendes (guitarra) e Vivian Benford (voz e percussão), para fazer um som que tem mais cara de rock e de MPB do que de jazz. E cujas letras têm filiação vanguardista, próximas de André Abujamra e Itamar Assumpção... Continue Lendo no Pop Fantasma

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quarta-feira, 15 de julho de 2026

Matheus Nicolau - Feixe no Escuro (2026)...





O que significa o tempo em uma era onde tudo parece urgente? Em "Feixe no Escuro", o cantor e compositor Matheus Nicolau propõe uma pausa necessária frente à aceleração da vida contemporânea. Para dar vida a esse manifesto sonoro, o artista conta com nomes consagrados da música brasileira. Com a participação especial de Pedro Luís e colaborações de instrumentistas como Lan Lanh, Milton Guedes, Marcos Suzano e Lui Coimbra, o projeto revela uma MPB intimista e sofisticada, onde o violão dita o pulso e a percussão colore as paisagens. O disco inicia com duas metacanções. "Pra tocar no rádio", enriquecida pela percussão de Marco Lobo, fala sobre o desejo de eternizar o amor no curto tempo de uma música radiofônica. Em seguida, "A Canção em Mim", envolta em uma atmosfera lo-fi, revela a origem do título do disco, ao descrever que a arte "invade como um feixe no escuro", e traça o nascimento involuntário da própria música... Continue Lendo no site do Correio brasiliense

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André Arnaud - Algesia (2026)...




Algesia é o novo trabalho do cearense André Arnaud, que é músico experimental,  artista visual e médico, atualmente residente em Psiquiatria na Santa Casa de São Paulo. Produz um amplo espectro de música eletrônica. Desde experimentos de ambient/drone — ora oníricos, ora sombrios — até faixas de techno voltadas para a pista de dança. A partir de uma ampla gama de influências fundamentadas no virtuosismo e na expressão musical original, o artista busca inspiração no trabalho com o trauma e a cura. Minha música e meu processo artístico orientam-se para a expressão de emoções abstratas e inefáveis, compartilhadas por toda a humanidade...

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terça-feira, 14 de julho de 2026

Igor Fuchs - Inconveniente (2026)...




 "Inconveniente" é o segundo disco autoral do cantor e compositor gaúcho Igor Fuchs, desta vez buscando sonoridades que se originam desse nome - inconveniente - é um disco que começa no rock, passando pela mpb, experimentalismo de leve, ao longo das 9 canções. "O nome do disco tem alguns significados, constantemente me sinto assim e então achei que poderia ser interessante a união do meu nome e o adjetivo", explica o artista. "Também a produção e a existência do disco é um inconveniente, pra começar não traz dinheiro, ocupa muito tempo, cansa, desgasta. Se for pensar bem não há motivo de fazer algo assim, é contraproducente, sem sentido no nosso mundo, realmente um inconveniente", complementa...

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Riane Mascarenhas - Nascente (2026)...



Grande promessa da nova geração do reggae nacional, a  cantora, compositora e baixista baiana Riane lança seu primeiro EP “Nascente”, no dia 29 de maio. A obra é um retrato íntimo e envolvente pensado a partir das vivências e emoções da artista, mulher negra e do recôncavo baiano. A musicalidade é focada no reggae que ganha toques de uma roupagem pop e contemporânea e influências rítmicas afro-brasileiras. Natural de Cachoeira e formada em Música pela Universidade Federal da Bahia, Riane vem se consolidando como um dos nomes em ascensão da cena independente baiana. Sua trajetória inclui colaborações com artistas como Rachel Reis e Sued Nunes, além de premiações e participações em projetos que ampliam sua presença no cenário musical... Continue Lendo no Portal Sotero Preta

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