Criado em meio ao isolamento social, Animal Invisível se manifesta ao mundo em um álbum homônimo e autoral. O projeto de Guri Assis Brasil - apresentado em 2025, com o lançamento do single "Didi" -, faz referência a algo que não se vê, mas que está sempre presente, como o vírus que atravessou o mundo durante a pandemia de covid-19. A ideia parte dessa atmosfera de ameaça silenciosa, quase imperceptível, que se infiltra no cotidiano. No entanto, ao contrário da carga de medo associada àquele período, a música de Animal Invisível segue na direção oposta: as composições exploram movimento, ritmo e energia coletiva. Entre nove composições que transitam entre jazz, funk, soul, samba, psicodelia e rock, Animal Invisível (NuBlu Records, 2026) reúne influências acumuladas ao longo da trajetória do artista como guitarrista, compositor e produtor. A partir de sua guitarra - instrumento central do disco -, o músico cria uma paisagem sonora que se expande em diferentes camadas, revelando um trabalho atento aos detalhes... Continue Lendo no Desalinho
sexta-feira, 15 de maio de 2026
Animal Invisível - Animal Invisível (2026)...
Criado em meio ao isolamento social, Animal Invisível se manifesta ao mundo em um álbum homônimo e autoral. O projeto de Guri Assis Brasil - apresentado em 2025, com o lançamento do single "Didi" -, faz referência a algo que não se vê, mas que está sempre presente, como o vírus que atravessou o mundo durante a pandemia de covid-19. A ideia parte dessa atmosfera de ameaça silenciosa, quase imperceptível, que se infiltra no cotidiano. No entanto, ao contrário da carga de medo associada àquele período, a música de Animal Invisível segue na direção oposta: as composições exploram movimento, ritmo e energia coletiva. Entre nove composições que transitam entre jazz, funk, soul, samba, psicodelia e rock, Animal Invisível (NuBlu Records, 2026) reúne influências acumuladas ao longo da trajetória do artista como guitarrista, compositor e produtor. A partir de sua guitarra - instrumento central do disco -, o músico cria uma paisagem sonora que se expande em diferentes camadas, revelando um trabalho atento aos detalhes... Continue Lendo no Desalinho
Zonta - Revolução Sonora (2026)...
Lançar um primeiro álbum nunca é só lançar músicas novas. Para a Zonta, Revolução Sonora chega como o momento em que uma trajetória começa a se enxergar com mais nitidez. Não porque a banda esteja tentando se anunciar como pronta ou definitiva, mas porque este parece ser o trabalho em que tudo o que vinha sendo construído ganha mais forma, mais direção e mais verdade. Formada por João Lucas Brandão, no baixo, Higor Ernandes, na guitarra, Marcos Paulo Bonatti, na percussão, e Valdivino Neto, no vocal, a Zonta vive esse novo capítulo também com a chegada de João Marcos na bateria, reforçando a formação às vésperas do lançamento do primeiro disco... Continue Lendo no Hop Television
quinta-feira, 14 de maio de 2026
Henrique Tibola - Henrique Tibola (2026)...
Direto de Caxias do Sul (RS), Henrique Tibola estreia seu primeiro álbum de estúdio exclusividade aqui no MI antes da chegada oficial às plataformas, nesta quinta-feira, 10 de abril. Neste disco homônimo, o cantor e compositor organiza oito faixas em torno de temas como amor, ausência, memória e solidão. Ao longo do álbum, Tibola investe numa escrita voltada para as delicadezas e contradições do afeto. Com referências em nomes como Tim Bernardes e Ana Suy, ele traduz seu universo de introspecção em linguagem. Os ingles “Chuva Vai”, “Desaguar”, “Ao Redor do Mundo” e “Meu Amor Por Ti”, já anteciparam a atmosfera do disco, mas ouvindo do início ao fim, fica bem clara a travessia emocional que revela um artista que não tem medo de compartilhar com o mundo as experiências sentimentais mais grandiosas pelas quais nós passaremos ao longo dos anos... Continue Lendo no Minuto Indie
Estéreo Boutique - meias verdades (2026)...
Download: meias verdades (2026).rar
Ainda faz sentido falar sobre verdade absoluta? Aliás, existe uma verdade absoluta? Para Estéreo Boutique não. Em meias verdades (2026), o grupo faz uma provocação direta a um tempo em que tudo parece precisar de resposta rápida - mesmo quando essas respostas são incompletas. Ao assumir o fragmento no debut, a banda sugere que talvez a verdade não seja algo inteiro, mas algo atravessado por diferentes perspectivas. Formado em 2023 por Brunno Bari, Gabriel Buchmann e Raphael Perez, a Estéreo Boutique se insere na cena independente com uma proposta que atravessa tanto o pensamento quanto a forma. Influenciada por vertentes do rock alternativo e por atmosferas mais etéreas, a banda constrói uma identidade sonora que dialoga diretamente com o conceito que sustenta o EP. Há, nas músicas, um jogo constante entre presença e ausência, densidade e leveza, como se cada elemento estivesse em negociação com o outro, mas recusando resoluções fáceis... Continue Lendo no Desalinho Cultural
quarta-feira, 13 de maio de 2026
Luann Ribeiro - Estufa dos Sonhos (2026)...
Após audição na Casa Mosaico, o músico, escritor e geógrafo Luann Ribeiro oficializa a chegada de seu primeiro EP solo, “Estufa dos Sonhos”, ao ambiente digital. Com uma trajetória de mais de uma década na cena cultural pernambucana, o artista apresenta uma obra que funde maturidade poética, pesquisa de território e uma sonoridade que transita entre o contemporâneo e o atemporal. O EP é o resultado de uma imersão artística viabilizada pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), através do Estado de Pernambuco e do Ministério da Cultura. Conhecido por ser membro fundador da Orquestra Vitoriense de Música Experimental (OVME) e da banda Filhos da Invenção, Luann utiliza este trabalho para consolidar sua voz individual, trazendo à tona o conceito de geopoética, onde a ciência geográfica de sua formação e a sensibilidade do compositor se encontram... Continue Lendo no Cultura PE
quedalivre – seres urbanos (2026)...
terça-feira, 12 de maio de 2026
planoreal - Mérito (2026)...
Existe uma nova geração de bandas brasileiras que não está pedindo espaço, está ocupando. Bandas que entenderam que fazer música hoje não é só estética, não é só som — é posicionamento. É grito. É corpo. É tensão. É dizer aquilo que incomoda sem tentar suavizar. E a Planoreal é exatamente isso. Um retrato direto, cru e necessário de como a juventude contemporânea está usando o hardcore, o rock alternativo e o emo não como nostalgia, mas como linguagem viva para falar do agora. E mais uma vez, chega uma nova bomba da Alter Ego Produções. Um selo que vem, lançamento após lançamento, colocando no mundo artistas que não estão aqui para preencher espaço, mas para criar impacto. E Mérito entra exatamente nesse lugar... Continue Lendo no Divergentbeats
Fosfina - Em Teu Leito de Morte (2026)...
Fosfina é o projeto musical de Cleiton Cavalcante, iniciado em 2019 na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Desde o lançamento do seu primeiro single, "Mascara", no mesmo ano, o artista consolidou seu trabalho como uma "One Man Band", formato que mantém até hoje. Ao longo de sua trajetória, Fosfina lançou diversos trabalhos, incluindo os EPs Mistérios (2022) e Fosfina (2024). O projeto busca inspiração não apenas na cena Gótica e Post-Punk nacional, mas também em nomes de peso do cenário internacional. A sonoridade de Fosfina constrói uma atmosfera única, com letras que exploram romances e tragédias, além de temas niilistas e existencialistas. O resultado é um clima intimista e obscuro, equilibrando refrões marcantes, variações de guitarras pesadas e ritmos distintos, sempre em busca de originalidade...
segunda-feira, 11 de maio de 2026
António Vicente - ato i (2026)...
O artista antónio vicente apresenta o EP “ato i”, trabalho que consolida em um formato único e contínuo os singles lançados anteriormente, agora organizados dentro de um arco conceitual que amplia o alcance simbólico de sua obra. Mais do que uma reunião de faixas, o projeto funciona como um primeiro capítulo narrativo, em que música, teoria e experiência pessoal se entrelaçam para investigar identidade, memória e resistência. “‘ato i’ inicia uma jornada: arte, propósito e humanidade. Cronos devora os filhos antes que cresçam, preso à profecia de ser destronado. ‘ANTiCRONOS’ vai além da libertação; pergunta o que se faz com a liberdade. Minha liberdade é social, se não está bom para alguém, está bom para ninguém. Porque a justiça não é um privilégio, é um pacto. E a liberdade, para ser real, precisa ser coletiva. Hipátia e Dandara tornaram-se faróis: memória como arma. Lembrar é transformar dor em luta e luto em bandeira. Portanto, essa é a porta que se abre. Abre a minha carreira e também o álbum que vem por aí”, explica o artista... Continue Lendo na Revista Kdea360
Curva do 90 - Não Feche o Cruzamento (2026)...
Se bandas como Geese e o (tá, mais uma chance ao hype) Angine de Poitrine fizeram um favor para todo mundo, foi o de aguçar o gosto de uma turma enorme para a música estranha. Não que tenham virado grandes nomes do rock por causa disso, ou que o pop tenha virado de cabeça pra baixo, mas 2026 já é um ano que vai crescendo marcado por uma vibe bem diferente, que deve ajudar a tirar vários projetos da garagem. A banda maranhense Curva do 90, surgida em 2022, lança seu primeiro EP justamente agora – e se dedica a uma curiosa mistura de rock progressivo, post rock e estilhaços de punk, além de sons do Norte-Nordeste espalhados nos arranjos. Não feche o cruzamento tem um som que não esconde as referências de bandas como Black Midi, além de um ou outro clima herdado do Radiohead e dos projetos musicais de Thom Yorke. Não há limites: o trio – Arthur Felipe (guitarra), Guilherme Campos (baixo) e Arthur José (vocal e guitarra) – propõe uma “construção ao longo da escuta”, e as faixas são longas (a maior tem oito minutos), cheias de solos e passagens extensas... Continue Lendo no Pop Fantasma
domingo, 10 de maio de 2026
Cosmo Grão - Ao Vivo (2026)...
Gravado durante show realizado no ano passado, o EP “Cosmo grão - ao vivo” celebra o reencontro do do quarteto original da banda pernambucana Cosmo Grão, que demorou sete anos pra voltar a se reunir. Com quatro faixas que passeiam pelos dois álbuns de estúdio do grupo, o EP foi gravado por Guilherme Assis (Zelo Estúdio), mixado e masterizado por Paulo Umbelino (Umbelino Estúdio), e conta com identidade visual assinada pelo artista recifense Bruno Vilela. "Cosmo grão - ao vivo" é o primeiro lançamento fruto da parceria entre os selos Muuu Records (do Criatório Estúdio) e Precarian Takes (do músico e produtor Benke Ferraz)...
sábado, 9 de maio de 2026
Sistema Som Rachado - Compasso Por Compasso (2026)...
O primeiro álbum do projeto Sistema Som Rachado, Compasso Por Compasso [lançado de forma independente no dia 02 de março de 2026], chega como uma declaração de intenções bastante clara: revisitar tradições nordestinas sem qualquer compromisso com purismo. Sob a condução criativa de Sev D. Roque — responsável pela produção, concepção estética e composições — e com a engenharia sonora do DJ Nosu Musai — que costura beats, samples e texturas eletrônicas —, o disco se constrói como uma ponte entre o regional e o global. Com 15 faixas instrumentais, o álbum aposta na força do ritmo para comunicar identidade. A ausência de letras não enfraquece a narrativa; pelo contrário, reforça a proposta de deixar que os timbres, as levadas e os arranjos contem a história...
sexta-feira, 8 de maio de 2026
Hotnail - Abusado (2026)...
Morris - FÉ NA DESORDEM (2026)...
Enquanto “Homem Mulher Cavalo Cobra”, álbum anterior do músico e compositor paulista Morris de 2020, propunha uma imersão mítica em torno dos grandes temas políticos, sociais e ambientais, “Fé Na Desordem” se volta para o indivíduo e revela o encontro com a espiritualidade, aceitando as marcas do tempo e a maturidade. A espiral das canções trata de amor, separação, solidão, paternidade e nostalgia. Também diferente do disco anterior, agora não é mais uma mesma banda que veste as canções. Dessa vez, cada faixa é um universo independente, com arranjos e instrumentação criados a partir de sua proposta melódica e poética. Isso traz uma diferença de timbres e estilo que lembram, segundo Romulo Fróes, diretor artístico do disco, os grandes álbuns de MPB dos anos 1970...
quinta-feira, 7 de maio de 2026
Cobra de Coleira - Cárcere Cognitivo (2026)...
No dia 03 de maio, a cena underground de Salvador recebe o show de lançamento de “Cárcere Cognitivo”, o primeiro EP da banda Cobra de Coleira. Composto por cinco faixas que narram uma jornada de libertação das amarras dos pensamentos limitantes, o trabalho chega a mais de 100 plataformas digitais com distribuição da Brechó Discos e Nikita Music Digital. Temas como ansiedade, insegurança e pressão social — cada vez mais presentes no cotidiano da juventude — são o eixo central do EP autoral. Idealizada pelos músicos e licenciandos em música Mariana Alencar e Cauê Vieira, a Cobra de Coleira une o peso do Hardcore e do Punk Rock a letras viscerais que expõem os dilemas da geração atual... Continue Lendo no Site da Radio BC Underground
Toni Link - O Novíssimo Tecnobrega (2025)...
Como produtor multimídia e artista mergulhado na cena eletrônica, meu fascínio pelo Tecnobrega sempre esteve em sua capacidade de se reinventar e conectar-se visceralmente com o público. "O Novíssimo Tecnobrega" é um projeto que desafia as fronteiras do gênero, explorando novas paisagens sonoras através de ferramentas de código aberto e dialogando com a riqueza cultural do Pará — desde as batidas periféricas que carregam a identidade local até as influências globais da música eletrônica. Mais do que um álbum, este é um manifesto emocional pela música verdadeiramente popular, um manifesto que grita que a cultura emerge do povo: uma jornada que parte da pesquisa teórica e desemboca em 16 faixas originais e uma identidade visual imersa nos símbolos paraenses, mas com inovações radicais em timbragem, sound design e arranjo. Utilizando 100% softwares de código aberto, mergulhei no contexto histórico, artístico e comercial do Tecnobrega para criar uma música que não apenas honra suas raízes, mas também aponta para seu futuro — como força de transformação cultural e ponte entre o local e o global...
Toni Link
quarta-feira, 6 de maio de 2026
Pedro Salvador - Pedro Salvador (2026)...
A noite parecia silenciosa, e as ruas do bairro do Jaraguá, em Maceió, também estavam um tanto esvaziadas. Exceto um lugar. Ao chegar no ponto de interesse, as luzes difusas me chamavam a atenção para algo curioso: olhando os ingressos de entusiastas, agarrado com uma porção de “batatinha” (como os alagoanos chamam as batatas fritas) e, encostado em um tonel de ferro, estava Pedro Salvador. Pedro é multitalentoso e já possui passagens nas bandas Necro e Messias Elétrico, onde lançou diversos projetos em grupo. Mesmo já reconhecido, foi na carreira solo que os seus trabalhos deslancharam ainda mais devido a sua fórmula particular de manipular as ondas sonoras entre os instrumentais e vocais fora da vigência comum da indústria (Objetos no céu e Caos Rastejante & Pedro Salvador)... Continue Lendo no TMDQA!
Heloísa Marshall - Passarinhos (2026)...
“PASSARINHOS” é o segundo álbum de Heloísa Marshall. O primeiro, “Notas pro Apocalipse”, era focado em temas amplos, políticos e sociais, enquanto no novo álbum a intenção é oposta. Dessa vez a artista para dentro e cada canção elabora um tema pessoal diferente, tendo sido feita a partir de um nós que a artista precisava tirar do peito. é isso que une as músicas: todas foram feitas para expressar coisas que ela queria gritar para o mundo enquanto estava vivendo. Depressão, relacionamentos tóxicos, sentimentos complicados e densos. As músicas expressam de maneira simples acontecimentos pessoais complexos. Sua sonoridade é bastante experimental, combinando e mesclando diferentes gêneros como pop, rock, funk, trap e música eletrônica. Nas faixas “Medo”, “Nenhum homem” e “Do fundo do meu coração” as guitarras de Ana Silva brilham em meio a produção autoral de Heloísa Marshall, que produz as próprias faixas. “OMEUVAZIO” traduz a experiência da depressão com uma batida mpb contemporânea e um clipe feito ao lado de Fábio Lobanowsky e Mishta; as faixas “do fundo do meu coração” (que também conta com clipe, este feito por Kiko Ferraz) e “Noturna”, (que também possui clipe, feito com Leandro Montiel e Luiz Lisboa) falam sobre relacionamentos tóxicos. “192” é uma crítica à indústria farmacêutica mixada por Matheus Nunes...
terça-feira, 5 de maio de 2026
Crise - por favor, me perdoe. as más notícias finalmente chegaram (2026)...
Wil Cor & Eletrocores - Ninguém vai se salvar (2026)...
Em um tempo marcado por tensões sociais, disputas de narrativa e urgências identitárias, a banda paraibana Wil Cor & Eletrocores apresenta ao público seu mais novo trabalho, Ninguém Vai Se Salvar. Mais do que um álbum, o projeto se afirma como um manifesto afroindígena urbano, um grito estético e político que atravessa a experiência de povos que resistem em meio a uma sociedade ainda atravessada por dinâmicas coloniais persistentes. Com uma sonoridade que destila o mais puro sumo do groove-rock, a banda constrói uma atmosfera densa e pulsante, onde riffs vigorosos dialogam com a ancestralidade rítmica afro-nordestina. O resultado é uma fusão potente que reverbera influências do rock brasileiro setentista, ao mesmo tempo em que se ancora em matrizes culturais profundamente enraizadas... Continue Lendo no PapoPodcast



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