terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Criolo, Amaro e Dino - CRIOLO, AMARO E DINO (2026)...




Lançado hoje, CRIOLO, AMARO E DINO nasce do encontro entre três artistas de trajetórias sólidas, reconhecimento amplo e, sobretudo, uma disposição real para a escuta e para o risco. Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago partem de universos distintos, rap, jazz, música afro-atlântica, mas recusam a lógica da soma de estilos. O disco não busca fusão nem síntese fácil. Ele se constrói a partir do deslocamento, da troca e da criação de um território comum. Ao longo do álbum, tudo funciona como conversa. O piano cria espaço e respiração, as vozes transitam entre palavra, canto e presença quase espiritual, e os silêncios têm peso estrutural. Não há protagonismo fixo nem disputa por atenção. Cada elemento entra e sai com precisão, respeitando o tempo da música e o tempo do outro. É um trabalho guiado pela contenção, pela escuta e pela confiança mútua... Continue Lendo no Ismo

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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

BaianaSystem - Mixtape Pirata, Vol. 1 (2026)...




Se em 2025 o BaianaSystem deu voltas pelo mundo, neste ano a banda finca os pés na América Latina e o Caribe, como não poderia deixar de ser neste momento. “Mixtape Pirata - Vol. 01” é o projeto que antecipa uma nova fase de criação da banda, em sintonia com o verão, estendendo-se até o Carnaval. Entre releituras de faixas já consolidadas no repertório do Baiana, como “Lucro/Descomprimindo” e “Forasteiro", e canções inéditas, convidados como RDD, Coletivo SuperJazz e Tropkillaz se juntam ao projeto, além de Claudia Manzo, presença frequente nos shows do Baiana. Enquanto a ideia de uma mixtape remete ao soundsystem, as fanfarras vão conversar com a música coletiva das manifestações de rua, a música do Carnaval que é feita pelos músicos do Carnaval. Mas é mais do que isso: entramos em 2026 com as relações entre as Américas do Norte e do Sul tensionadas, e as fanfarras também nos lembram que sua difusão no Brasil e na América Latina se deu através de um processo de colonização. Agentes do poder colonial utilizavam essa música fria, de campo harmônico limitado, como forma de representação do poder e da disciplina. A partir dos processos de independência dos países latino-americanos, inicia-se um movimento de antropofagia musical, no qual esses ritmos e marchas fúnebres passam a se fundir gradualmente com os ritmos dos povos originários do Caribe, dos Andes, das florestas e dos pampas do continente, bem como com os ritmos percussivos das diversas etnias africanas aqui presentes. Por meio das manifestações populares — e apesar da constante repressão das elites — essa fusão introduz no gosto popular brasileiro uma nova “praia harmônica", que servirá de base para o surgimento dos gêneros musicais brasileiros e sul-americanos... Continue Lendo no Site do Immub

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domingo, 15 de fevereiro de 2026

Guilherme Arantes - Interdimensional (2026)...




Nos últimos anos, um Guilherme Arantes verborrágico surgiu nas redes sociais decidido a cobrar seu espaço na história da música brasileira, ora contando como produziu um dos pilares do pop brasileiro dos anos 80, a clássica “Perdidos na Selva”, da Gang 90, ora relembrando momentos luminosos de sua carreira de esteta pop, ora buscando entender como alguns nomes do rock brasileiro foram alçados ao posto de gênios enquanto ele foi escanteado (este último, um dos temas da longa conversa de 30 páginas que Guilherme teve conosco em 2021, texto presente no livro “Eu Nem Queria Dar Entrevista – O Melhor do Scream & Yell, Vol. 1”). Paralelamente, enquanto fazia esse balanço pessoal da carreira, que chega aos 50 anos em 2026, Guilherme também vinha afiando a sua musicalidade: a partir de “Lótus” (2007) e, principalmente, do excelente “Condição Humana” (2013), um Guilherme Arantes cada vez mais inspirado dava às caras, interessado em um acerto de contas com (a crítica, o público e) o mundo. O auge desse compositor e intérprete ciente de seu dom se deu com o deslocado “A Desordem dos Templários” (2021), um ótimo disco de viés medieval e progressivo lançado no meio da pandemia, mas que parece não pertencer a esses tempos de trap, sertanejo universitário e proibidão... Continue Lendo NO Scream Yell

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sábado, 14 de fevereiro de 2026

ÀTTØØXXÁ - Tá Pra Onda (2026)...




Dois discos especiais de Carnaval, e que acabam dando uma ideia de como serão os shows dessas bandas durante a folia. Os baianos dos Àttooxxá são os mais sacanas dos dois grupos, mas ao mesmo tempo conseguem ser musicalmente conceituais, juntando pagodão baiano, rap, raggamuffin, funk e até elementos de tecnobrega e guitarrada na sonoridade de Tá pra onda. O disco é uma trilha sonora para bailes e noitadas que acabam em putaria, como em Tá pra onda, Chora viola e Protetor solar (som baiano e afro-latino, com guitarra lembrando a de Alagados, dos Paralamas do Sucesso), mas que ousa mandar bala num tecnobrega-jazz que chega a soar indançável (Meus cachorro vai te pegar) e faz uma exploração excepcional de beats e samples (Tiradinha). No final, o samba baiano bem composto e bem tocado de Terra sagrada... Continue Lendo no Pop Fantasma

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Afrika Gumbe - Soro Energizado (2025)...




 A banda carioca Afrika Gumbe, criada nos anos 1980, retoma as atividades fonográficas nesta sexta-feira, 12 de dezembro de 2025, com o lançamento do terceiro álbum, Soro energizado. O novo trabalho chega 15 anos depois de Meu refrão inquieto (2010) e reúne nove faixas gravadas pelo trio formado por Marcelo Lobato, Marcos Lobato e Pedro Leão. O repertório traz composições inéditas como “Ele amarelou mas fez o gol”, “Estação espacial lunar”, “A obrigação do dom” e “Todas as bobagens”, além de “Wifi free (2024)”, single lançado no ano passado com a participação de Lenine. O disco ainda apresenta novas versões de “Vida rasteja” e “Uma vida só”, sucessos d’O Rappa – grupo atualmente inativo e do qual Marcelo Lobato faz parte... Continue Lendo no site da Rede Fan FM

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AERO - Bem-Me-Quer (2025)...





 Após o lançamento de "Centaurea", primeiro lançamento do álbum "Ramalhete", a AERO apresenta um segundo ramo: o EP "Bem-me-quer". A ideia permanece a mesma: cada flor representa um momento de abertura para novas parcerias e perspectivas, permitindo que o som da banda se redefina através da experiência compartilhada. Neste segundo ramo, é a vez de Victor Maia emprestar sua voz poética para falar sobre mudança, sobre o amor que transforma e sobre os mistérios que escolhemos abraçar mesmo sem compreendê-los totalmente. Em "Aurora", o compositor homenageia sua filha em versos que tentam capturar o inefável. Diante do que não consegue compreender nem explicar de forma unívoca, a banda busca celebrar a enorme bênção e responsabilidade que decorrem de tão bem querer alguém. Entre as linhas, habita também a insegurança e o medo que, em geral, acompanham a consciência de estar diante de algo maior que qualquer definição. Já "Equinócio", que conta com a participação da cantora Ella Morais, utiliza a passagem do inverno para a primavera como metáfora de mudanças internas, recomeços, conversões e transformações. O equinócio marca um ponto de equilíbrio entre estações, assim como o amadurecimento que experimentamos ao viver ciclos e acontecimentos de conotação universal — forças que nos movem adiante, que nos atraem à luz...

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

João Parahyba - Mangundi (2025)...




João Parahyba inventa cada uma. No final dos anos 60, por exemplo, ele criou a timbateria, uma espécie de bateria compacta – apenas três peças, tocadas com uma escovinha. Foi a forma como encontrou para driblar a falta de espaço do Jogral, bar que reunia a nata musical e intelectual de São Paulo daquela época. “Era o nosso Blue Note ou o equivalente paulistano do Beco das Garrafas”, lembra ele sobre o lugar onde começou a carreira, aos 16 anos. “Era um espaço efervescente, de resistência à ditadura, onde cada noite tinha uma banda ou artista diferente, além de muita gente bacana aparecendo para dar canjas. Como o palco era pequeno, eu precisei me adaptar, inventando esse kit.”... Continue Lendo no Site da Squire Brasil

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Efeito Túnel - Efeito Túnel (2025)...




O Efeito Túnel que a música brasileira precisava estava sendo construído em silêncio no Maranhão. O trio formado por Caio Mattos (violão), Tammys Loyola (voz) e Marcus Bros (flauta) entrega ao público agora seu primeiro álbum homônimo, uma coleção de nove faixas que soma mais de quatro anos de construção cuidadosa e reflexiva. O disco, lançado em 31 de dezembro de 2025, não soa como um produto apressado, mas como uma obra que exige tempo de quem escuta, assim como seus criadores exigiram tempo de si mesmos. A ideia de “passagem” é mais que um título: é o fio condutor do trabalho. O nome Efeito Túnel, inspirado tanto na literatura quanto em um fenômeno da física quântica que descreve partículas atravessando barreiras, traduz bem a proposta do grupo — ultrapassar limites estéticos e pessoais sem perder a poesia no caminho... Continue Lendo no Polifonia Periférica

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Josie - Sensações (2025)...




Celebrando as “as emoções, as belezas e as imperfeições do cotidiano”, a paulista Josie faz no EP Sensações uma música brasileira cujas emanações vão até estilos como rock progressivo e dream pop. Não é uma música fácil de colocar em gavetas, mas Confusão, a faixa de abertura, remete tanto a Peter Gabriel quanto à vanguarda paulista (por causa dos vocais), e insere também climas jazzísticos no piano. Escuro tem clima gélido que remete aos lados mais experimentais do synthpop, mas também tem calor garantido pelas dissonâncias na melodia, e pela voz de Josie. Seguindo como uma travessia existencial – da Confusão, que abre o EP, até a Luz, que encerra o disco – Sensações fala de motivos para sonhar em Transição, uma espécie de samba eletrônico ao contrário, que lembra Tom Zé. Calmaria é uma drum’n bossa viajante, o lado mais dream pop do disco, propondo um momento de descanso, de fechar os olhos. Luz abre e prossegue numa onda quase erudita-nordestina, e encerra com clima post-rock. Uma coleção de sensações e climas musicais... Continue Lendo no Pop Fantasma

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Dazluz - Superlixo Deluxe Vol.3: Antimei (2026)...




Kevin Brezolin aka Dazluz lança AntiMei, terceiro volume da série Superlixo Deluxe, um projeto dividido em quatro álbuns lançados de trás para frente. O disco concentra o lado mais dançante do artista, com faixas de BPM alto, estruturas diretas de pista e uma abordagem experimental guiada pelo erro e pela intuição. Produzido de forma totalmente independente, AntiMei reúne influências da música eletrônica global, club underground e cultura DIY. O álbum reforça a identidade de Dazluz como produtor que prioriza processo, energia e liberdade criativa, longe de fórmulas radiofônicas. Dividido em quatro volumes – VOL. 1: Popshit (canções pop eletrônicas), VOL. 2: Rádio K.B. (hip hop lo-fi instrumental), VOL. 3: Anti-Mei (música eletrônica de pista), VOL. 4: Trackdump (experimental) - em Superlixo Deluxe, Dazluz organiza anos de produção em home studio e afirma uma identidade sonora própria, fora de fórmulas e padrões comerciais... Continue Lendo no Radio Armazém

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

O Fauno - Em Outro Lugar (2026)...




"Em Outro Lugar" (2026) é o sexto álbum/EP do projeto musical paraense O Fauno, e assim como seus antecessores, foi totalmente gravado e produzido de forma experimental e amadora, uma das características mais marcantes da banda. Com duração total de 30 minutos e contendo 7 faixas, o trabalho passeia pela sonoridade do shoegaze como na faixa-título, Em Outro Lugar; do lo-fi como em Hazel e Alone Since `89 (Faixas resgatadas de 2020 que originalmente eram B-sides) e o indie como em 110V e A Todos os Meus Amigos. A proposta do EP foi se aprofundar ainda mais em uma atmosfera intimista e introspectiva, abordando temas como sonhos a serem alcançados, ansiedade, relacionamentos e amizades, sem deixar de ter um toque mais pesado e contestador na faixa Acordar, Exaurir, Repetir. A faixa Sonhos conta com a participação especial de Tamires Nobre nos vocais...

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Percevejo - Infestação de Percevejo é Coisa Seríssima (2025)...




Infestação de Percevejo é Coisa Seríssima é o primeiro álbum da banda fluminense Percevejo, que desembarcou nas bibliotecas virtuais em 28 de novembro. Formado em 2023 por Bruno Falque (baixo), Iuri Chicharo (bateria) e Yuri Neri (guitarra e vocais), o trio transforma o caos cotidiano do Rio em um pop rock carinhosamente crítico e bem-humorado, que ri dos próprios perrengues e, ao mesmo tempo, encontra beleza no improvável. O disco foi gravado entre 2023 e 2025, em sessões feitas nos finais de semana ou depois dos expedientes, enquanto os integrantes tentavam conciliar suas rotinas de trabalho e estudo com a agenda de Sidney Sohn Jr., responsável pela produção, mixagem e masterização. Com exceção da faixa “Três”, todas as músicas foram compostas em 2023 — ano em que os integrantes se conheceram — e começaram a ser registradas no mesmo período... Continue Lendo no Escutai

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Torya - ALTIVA (2025)...




Orgulho ou arrogância? Esses são alguns dos significados da palavra “altivez” e serviram de inspiração para a nova mixtape da cantora Torya: “ALTIVA”. Composto por sete faixas, incluindo seis inéditas, o projeto estreia nas plataformas digitais, nesta quinta-feira (20/11), e traz participações de Sotam, Ciça e Amiri. Em “Altiva”, Torya mergulha na dualidade de significados de “altivez”, palavra que é frequentemente associada à arrogância e à soberba. Contudo, para a cantora, altivez carrega outros sentidos: mais profundos e mais humanos. Cada faixa revela uma vivência pessoal da rapper, propondo reflexões sobre identidade, postura, resiliência e autoconsciência... Continue Lendo no Cultura Preta

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F L P S - Flps, Vol.2 (2025)...





Segundo trabalho do artista brasiliense Felipe Lopes, pela alcunha de F L P S e mais uma vez lançado pela Torto Disco. "Em 2007, no LN Studio em Brasília, convidei meus amigos Bruno Rocha e Giordano Azevedo para improvisar e gravar uma série de células rítmicas. Evitamos o compasso 4x4 sempre que possível, embora esse hábito nos influenciasse a não abandonar completamente a sagrada fórmula de compasso do pop, principalmente durante as longas improvisações. Eu toquei um violão barítono que utiliza as duas primeiras cordas graves, Giordano no baixo e Bruno na bateria. A gravação ficou abandonada por anos devido a projetos paralelos. Em 2025, decidi trabalhar nessas improvisações, isolando-me por meses em um DAW com um teclado MIDI. Criei uma orquestração eletrônica digna de sugerir o nome EM para o estilo musical. Você pode escolher se EM significa "Música Eletrônica" ou "Metal Eletrônico""...

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domingo, 8 de fevereiro de 2026

Piadademalgosto - Terceiro Ato (2025)...



Download: Terceiro Ato (2025).zip (ou vá no bandcamp acima)

Me chamo Felipe sou natural de João Pessoa PB, atualmente morando em Recife, galera me conhece mais como Jack Tyler e tenho meu projeto solo que é o Piadademalgosto. Sou ex-guitarra da Emerald Hill (2018-2022), tenho um duo com a cantora Sofia Molas (Molas de Malgosto). O Terceiro Ato, que foi lançado (21/11/25) em todos os streams e download gratuito, é o terceiro lançamento com um conceito fechado da minha carreira como Piadademalgosto. É o encerramento de uma etapa criativa desse projeto, um dos motivos de se chamar Terceiro Ato é justamente esse. Geralmente é no terceiro ato que a resolução narrativa tem que ocorrer, o momento mais intenso e catártico que se espera de uma história, e os personagens são todos sugados pra um novo futuro de possibilidades, que nós só podemos imaginar acreditando nas informações mostradas, pois toda historia como tudo tem um fim...

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sábado, 7 de fevereiro de 2026

DAYOUT - Depois da Guerra (2025)...




 A banda DAYOUT, quarteto de Hardcore formado no final de 2022, injeta uma energia renovada e autêntica no cenário brasileiro com o lançamento de seu primeiro EP, "Depois da Guerra" (Outubro/2025). O trabalho, que inclui o single homônimo e as faixas "Meu Sonho Me Guia," "Cada Palavra," e "Enclausurado," consolida a identidade da banda inspirada no melhor do punk californiano. A sonoridade da DAYOUT é uma mistura de punk rock e hardcore com letras sinceras e energia crua. É um som direto, com pegada, sentimento e uma boa dose de melodia — ideal para "cantar junto, andar de skate e refletir sobre o mundo ao mesmo tempo."...

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

João Beydoun - Deu Reggae (2025)...




O cantor cearense João Beydoun acaba de lançar seu primeiro álbum, “Deu Reggae”, trabalho que marca sua chegada oficial à cena e celebra o legado deixado por sua família na história do reggae brasileiro – João é filho de Fauzi Beydoun, vocalista da Tribo de Jah. Produzido por Thiago “JahBass”, o disco explora vertentes e texturas que atravessam o gênero, mantendo a organicidade e a vibração que moldaram João desde a infância. “Por ser o meu primeiro álbum, coloquei nele tudo aquilo que me formou como artista: as raízes, a espiritualidade, as mensagens positivas e a vibração do reggae”, explica o artista. O álbum destaca a presença de influências do Reggae Roots jamaicano, mas também incorpora elementos da música brasileira, criando uma ponte entre diferentes gerações do público. Entre os destaques estão as participações especiais que carregam significado afetivo: em “Teu Legado”, João divide os vocais com o pai, em uma homenagem direta à trajetória da Tribo de Jah; já em “Seja Você”, ele canta ao lado do irmão, Pedro Beydoun, reforçando o tema da identidade em tempos turbulentos... Continue Lendo no Groovin Mood

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The Parking Lots - We The People Are The Parking Lots (2025)...




Muito do que falo aqui em cada resenha de discos independentes gira em torno de esperança. A cena independente brasileira traz esperança sobre um cenário musical diferente, traz esperança sobre artistas e bandas que pensam música e arte de forma diferente. E não que o passado tenha sido melhor ou pior, mas diferente. Essa visão coincide com a faixa-manifesto do primeiro disco de estúdio do trio The Parking Lots: “Algo de novo há de surgir, embora ainda seja impossível dizer o que será.” Na coluna de hoje, vou te mostrar alguns dos aspectos que mais me surpreenderam ao ouvir o disco e confirmaram a minha esperança na cena independente brasileira... Continue Lendo no Anota O Som

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Artur Wais - Chegadas (2025)...




 O EP "Chegadas", do cantor e compositor gaúcho Artur Wais, vai ao ar dia 09/12 e é uma coleção de sete canções que funcionam como crônicas de encontros, explorando a euforia e a ironia que fazem parte da construção do amor e da paixão. Na construção desse repertório, Artur contou com alguns parceiros de composição, como Guilherme Becker, João Ortácio, Yuri ML e Zelito Ramos. Participaram das gravações Marcelo Corsetti (guitarra e produção musical), Miguel Tejera (baix0), Dani Vargas (bateria), Bruno Coelho (percussão), Lucas Ramos (percussão), Gabriel Castro (percussão), Cecília Tres (participação especial e backing vocal), Brenda Billmann (backing vocals), Yuri ML (participação especial), Zelito Ramos (participação especial), Cristiano Ludwig (palmas e estalos de dedo), Igor Conrad (guitarra), Da Schaaf, Davide Banin, Jimena Arruti, Joaco Zucchini, NATS, Paula Quadrelli, Sasha Shinezz e Valentín Flores (gritos e coro). A extensa ficha técnica ilustra um pouco do que Artur vem buscando com a construção do projeto: “É um projeto solo, mas que é também coletivo. Muita coisa sou eu que faço, claro, na organização de tudo e tal, mas me encanta poder envolver vários amigos e amigas na construção desse repertório. Desde o lançamento de ‘Sobreviver aos 30’ que já venho fazendo isso de envolver o máximo de pessoas possível nos processos de produção. Tem me agradado fazer assim.” comenta.  Para o show, Artur Wais (voz e violão) sobe ao palco com a banda formada por Marcelo Corsetti (guitarra), Dani Vargas (bateria) e Henrique Mello (baixo)...

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João Merín - Melô do Pajé (2025)...




Melô do Pajé é uma mixtape de João Merín que nasce da escuta profunda, da pesquisa e do tempo. Um trabalho que atravessa música eletrônica, rap e espiritualidade latino-americana sem recorrer ao óbvio ou ao folclore. Com colaborações de Sérgio Akueran e Bonsuet, a mixtape reúne faixas produzidas e amadurecidas desde 2020, organizadas agora como um corpo coeso — não como um arquivo de sobras, mas como um recorte consciente de uma investigação artística contínua. Ao longo das faixas, Merín aprofunda sua pesquisa sobre movimentos culturais e religiosos da América Latina, cruzando referências do Grime, Drum & Bass e Dub com uma musicalidade marcada pelo pulso baiano, pela oralidade e pelo transe rítmico. O resultado é uma obra que dialoga tanto com a pista quanto com o rito. Melô do Pajé é o oitavo trabalho solo de Merín — também conhecido como Marcola Bituca — e funciona como um ponto de inflexão em sua trajetória: menos preocupado com formatos tradicionais de lançamento e mais interessado em construir uma linguagem própria, onde música, memória e território se entrelaçam...

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