A cantora e compositora Jenni Mosello reuniu um time de peso para refletir sobre o papel da mulher na arte em seu segundo disco FEMMINA. O trabalho de Darkpop chega com 13 faixas, incluindo parcerias com Alice Caymmi, Bivolt, Carol Biazin, Carolzinha, Cleo, Day Limns, Jade Baraldo, King e Rafa Villella. Explicando sobre o que a incentivou a fazer um disco dedicado às artistas mulheres, Jenni explicou em um comunicado à imprensa: ‘FEMMINA’ é um disco sobre o feminino, sobre a história das minhas ancestrais se fundindo à minha. Sobre quebrar ciclos, abraçar nossas vulnerabilidades e não temer nossa força. Depois de anos na indústria do entretenimento como cantora e compositora, fui estudar a história da mulher na arte e foi inevitável a urgência de criar esse disco, que traz reflexões sobre o que é o feminino no mundo artístico. Será mesmo que somos o sexo frágil? Será mesmo que é impossível decifrar uma mulher? Será mesmo que somos o que falam de nós? Ou apenas nunca nos deixaram falar? De acordo com Mosello, esses questionamentos a levaram a fazer esse álbum descrito como “intenso” e “vulnerável, porém potente” e que representa uma ode ao feminino... Continue lendo no TMDQA
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sexta-feira, 16 de junho de 2023
Jenni Mosello - FEMMINA (2023)...
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A cantora e compositora Jenni Mosello reuniu um time de peso para refletir sobre o papel da mulher na arte em seu segundo disco FEMMINA. O trabalho de Darkpop chega com 13 faixas, incluindo parcerias com Alice Caymmi, Bivolt, Carol Biazin, Carolzinha, Cleo, Day Limns, Jade Baraldo, King e Rafa Villella. Explicando sobre o que a incentivou a fazer um disco dedicado às artistas mulheres, Jenni explicou em um comunicado à imprensa: ‘FEMMINA’ é um disco sobre o feminino, sobre a história das minhas ancestrais se fundindo à minha. Sobre quebrar ciclos, abraçar nossas vulnerabilidades e não temer nossa força. Depois de anos na indústria do entretenimento como cantora e compositora, fui estudar a história da mulher na arte e foi inevitável a urgência de criar esse disco, que traz reflexões sobre o que é o feminino no mundo artístico. Será mesmo que somos o sexo frágil? Será mesmo que é impossível decifrar uma mulher? Será mesmo que somos o que falam de nós? Ou apenas nunca nos deixaram falar? De acordo com Mosello, esses questionamentos a levaram a fazer esse álbum descrito como “intenso” e “vulnerável, porém potente” e que representa uma ode ao feminino... Continue lendo no TMDQA
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