segunda-feira, 26 de setembro de 2022

Forte Norte - Impulso (2022)...




 O EP “Impulso”, foi a saída encontrada pelo grupo Paulistano Forte Norte para não encerrar suas atividades durante a pandemia. O EP, composto por 4 faixas, foi produzido pela própria banda e grande parte das gravações aconteceram na casa dos integrantes. Já a fase final do EP foi realizada no estúdio LAB Sound, em Piracicaba - interior do estado de São Paulo -, e contou com a mixagem e masterização de Max Matta. “Impulso” marca a chegada dos novos integrantes Eduardo Zeineddine (baixo) e Junior Winne (bateria) e a substituição de Fernando Gutierrez por Wagner Alexandre na guitarra e é o primeiro EP do vocalista Felipe Lahm à frente do grupo, além de contar com a participação especial de Carlos Casagrande - integrante entre os anos de 2017 a 2018 - na bateria...

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domingo, 25 de setembro de 2022

Jan Felipe - Keys To The Kingdom Of Nothing (2022)...



Download: Keys To The Kingdom Of Nothing (2022).zip (Se der erro, vá no bandcamp acima)

Jan Feliz é um cantor, compositor e guitarrista, faz uma mistura de Rock, Trip-hop, Folk e MPB, produzindo suas próprias músicas. "Keys To The Kingdom Of Nothing" é o oitavo álbum do artista carioca, é um álbum que segue a linha de misturar músicas em diversos estilos. Com solos de guitarras e músicas sempre meio calmas com uma levada soft rock / trip-hop e às vezes instrumental...

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sábado, 24 de setembro de 2022

GRINGOS DA SEMANA: Mais um passeio pelo mundo através da música e destaques com direito a clipe sensacional!


Playlists: Spotify | Deezer | Tidal

Chegamos com mais um post de GRINGOS DA SEMANA por aqui! Pra começar, acima tem as playlists atualizadíssimas com 20 novos sons do indie mundial de 11 países do mundo pra vocês conhecerem e curtirem em 3 opções de plays. Abaixo os destaques da semana, 4 belos álbuns e um EP lok e um clipe fuderoso! Confere ai:

HOSTILE MIND - LIME (Álbum/ Estados Unidos)

Projeto one man band de Washington, criado no ano de 2013. LIME é o terceiro álbum do projeto, lançado na emblemática data do 11 de Setembro. São 10 faixas, que alternam momentos de beats com momentos caóticos, misturando elementos de Hardcore, death/ nu metal, música eletrônica e lo-fi. Tem alguma coisa dos anos 2000 e muita raiva acumulada com o mundo. As letras que eu entendi, passam por temas negativos cada vez mais comuns na sociedade e nos Estados Unidos e muita ironia. Meu eu adolescente e jovem iria adorar o show, meu eu atual se lembra de bandas como Cradle of Filth e Atari Teenage Riot, mas sem tantas amarras, afinal é som de jovem de agora. Vale ouvir e conhecer no bandcamp ou abaixo (ou no seu streaming favorito):



Jakob Lindhagen - Memory Constructions (Álbum/ Suécia)

Memory Constructions é o segundo álbum do compositor e multi instrumentista sueco Jakob Lindhagen, que nele está sendo acompanhado por um trio de músicos, 2 irmãos alemães (Sebastian e Daniel Selke) e a artista sueca Sofia Nystrand. O trabalho com 8 faixas, todas gravadas em equipamentos analógicos, mescla elementos da música neoclássica e ambiente, com foco no piano intimista que dialoga muito bem com violoncelo e sintetizador vocal, criando boas peças instrumentais de experimentos sonoros. “As memórias são um aspecto tão complicado quanto fascinante da mente humana. Depois de perceber que algumas memórias da minha infância simplesmente não se encaixavam - a linha do tempo não fazia sentido- fiquei um pouco obcecado com a pesquisa da memória”, comenta Jakob sobre de onde partiu a ideia do álbum. ”Nossas memórias desempenham uma parte tão grande de nossas identidades, mas são extremamente não confiáveis, mudam e desaparecem com o tempo e são facilmente influenciadas e manipuladas”, complementa. Ouça o álbum no soundcloud da piano and coffee records (ou no seu streaming favorito):



Amorphous Nature - Apocalyptica (Álbum/ Estados Unidos)

Não tenho muitas informações sobre o projeto. É um artista/ banda que se diz inspirado por trilhas de cinema, resolveu misturar diversos instrumentos e estilos sonoros para desenvolver suas próprias trilhas. Apocalyptica é o segundo álbum do projeto, com 10 temas instrumentais em alguns momentos apoteóticos e em outros contemplativos. Fazendo uso de temas distópicos, a ideia é criar ambientes sonoros para imagens em nossas mentes. Ouça ai (Liga o adblock ou vá no seu streaming preferido):



Walca - Walnut (Álbum/ Suécia)

Walca é uma banda independente de Estocolmo,  que produz música eletrônica/experimental, combinando instrumentos eletrônicos e acústicos com samplers para criar paisagens sonoras com alma. Walnut é seu novo trabalho, o primeiro álbum após a demo e vários singles. Com 13 faixas e várias participações, eles explicam que todos os convidados musicais do álbum improvisaram livremente, tocando ou cantando espontaneamente o que quisessem no momento da gravação. Nas palavras da dupla: “Estamos tentando criar um espelho para o ouvinte. Onde as pessoas podem se ver interferindo no nosso som”. “A ideia é fazer da WALCA é um espaço coletivo onde desconstruímos como fazer música. Sem amarras estéticas ou barreiras”, complementam. O resultado é uma variação sonora interessante. Ouça e siga o projeto no bandcamp:



DrinkMoreJuice - community Squelch Lab (EP/ Grécia)

Projeto do produtor e beatmaker que vive em Atenas. Misturando diversas vertentes de música eletrônica e experimentando bastante, ele vem lançando sons nos streamings desde 2020 com muita consistência. community Squelch Lab é seu quinto trabalho entre álbuns e EPs. Trata-se de um EP com 4 faixas, duas delas caindo mais pro breakbeat e as outras duas bem ácidas, indo mais pro techno. Tudo com boa produção, beats dinâmicos e muita experimentação. Vale ouvir ai:



Claudio Olachea - “Down Here” (Video/ Estados Unidos)

Down Here” é o primeiro lançamento solo de Claudio fora do ambiente da musica acadêmica. Com influências que vão do clássico ao psicodélico, ele demonstra um pouco dos caminhos do seu primeiro EP solo, que será lançado em novembro. O clipe do compositor Claudio Olachea e do diretor Omer Ben Shachar, retrata um cenário de pesadelo onde todos usam máscaras idênticas para se encaixar. Mas quando a máscara de um jovem começa a cair, ele questiona se esconder sua verdadeira identidade é realmente vale a pena. Tudo isso num clima poético/dark/cinematográfico, saca ai:



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Victor Huaz - Planos de paz e o louvor das pequenas coisas (2022)...



Download: Planos de paz e o louvor das pequenas coisas (2022).zip (se der erro, vá no bandcamp acima)

 Bossa Novinha Club apresenta: Planos de paz e o louvor das pequenas coisas. O 5º CD do Victor Huaz é um conjunto de canções que não entraram para os CD's anteriores, mas que sofreram novas gravações, remixagens e interpretações de amigos participando do processo de criação do álbum. As 6 canções são um retrocesso do músico ao MPB com Neo Soul, mas que em menos de 15 minutos, o disco decola para a música experimental...

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sexta-feira, 23 de setembro de 2022

Achados e Perdidos - Novidades em Breve (2022)...




Achados e perdidos é uma banda de rock quixadaense formada por quatro jovens em 2017, atualmente sua formação consiste em Matheus Cavalcante (voz/guitarra), Flávio Yuri (voz/guitarra) Mateus Felipe (baixo) e Emanuel Onofre (Bateria). O estilo musical da banda transita entre rock de garagem, hardcore, música regional e mais. A banda já tocou em diversos festivais da região e agora apresenta seu primeiro trabalho cheio, o seu primeiro EP...

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Faca Preta - Resistir (2022)...




A banda já tem um caminho percorrido, mas ainda pode ser considerada uma criança. Nascida em uma São Paulo de 2013, a banda, aos dois anos de idade, deu início à sua carreira fonográfica com o anúncio de Adversus, seu primeiro EP. Sete anos depois, o quarteto Faca Preta enfim anuncia Resistir, seu álbum de estreia. Ruído branco e pitadas de chiados. Ao fundo, um som áspero, distorcido e de energia em ebulição é percebido a partir da guitarra base de Anderson Boscari. Apesar de ainda sonolentas, as frases por ela pronunciadas já sugerem um ritmo mais elétrico e cadenciado. Quando a guitarra solo de Eduardo Elado entra em sincronia com o punch promovido pela bateria de Marcelo Sabino, a canção passa a ter uma silhueta bem definida enquanto seu corpo está prestes a ser finalizado. Trazendo a hipótese para realidade, a canção engrena em uma sonoridade excitante e alegre que contagia com sua levada cambaleante e hardcore. Recriando, com sabedoria e melodia, a sonoridade do rock de um Brasil do início dos anos 2000, a estrutura se mostra firme em sua simplicidade e consciente de seu papel no ramo do entretenimento. Oferecendo noções de influências de nomes como Green Day e The Offspring, Tiro Na Água consegue, inclusive, fazer o ouvinte se sentir à beira do mar californiano dos anos 90, com a máxima simplicidade, descompromisso e leveza que tanto marcaram nomes como Blink-182 e o próprio Green Day. Eis que, quando o ouvinte já se conscientiza estar admirando um produto instrumental, uma voz rasgada invade o ambiente entregando a textura que faltava para Tiro Na Água. Trazendo jovialidade, Fabiano Santos insere um lirismo que dialoga sobre liberdade e um senso de responsabilidade pelos atos misturado com sede de vida enquanto faz com que o ouvinte note, ainda, flertes de semelhança com a sonoridade de nomes da cena nacional como CPM 22 e Os Seminovos... Continue Lendo no site do Diego Pinheiro

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quinta-feira, 22 de setembro de 2022

Dramón - C É U S (2022)...




Dramón é Renan Vasconcelos. O músico hoje morando em São Paulo acaba de lançar seu segundo disco cheio, “Céus” (escrito “C É U S”), em 16 de agosto de 2022, pela Figa Music e Mystery Circles. O primeiro foi “Áspero”, de 2021 (vá aqui), mas ele tem também uma boa sacola de EPs que vem lançando desde 2018. “Céus” é incrivelmente enigmático e tentador. Suas faixas moldadas em ambiências eletrônicas deixam o ouvinte flutuando em algum pensamento que não estava necessariamente querendo ter. É uma viagem. É um sonho. É um passeio. É um encontro consigo mesmo, sem a chatice de autoajuda que isso possa parecer. Calmo e ciente do pouco alcance que sua música terá, pois não tem qualquer apelo comercial pra dias em que o jovem parece querer apenas algo menos de trinta segundos de rebolantes notas pro TikTok, Renan mergulha ainda mais no que poderia ser considerado “experimental”... Continue Lendo no Flogase

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Solto - Chave (2022)...




CHAVE é o primeiro projeto solo de Solto, multiartista da zona leste de São Paulo, no qual conta com cinco faixas. O artista trás através da obra uma forma de retratar a vida como sempre teve acesso, com uma ideia de dualidade, mostra o certo e o errado estando lado a lado, em equilíbrio, passando a mensagem de que temos que conhecer os dois lados e ter eles por perto. O EP conta uma história do início ao fim, começando pela faixa chamada “Caos”, produzida por Theus(@prod.th3us), narra uma vida conhecida pelas periferias de São Paulo, onde um jovem escolhe o caminho da criminalidade por estar ambientalizado com aquilo, finalizando-a com a descrição do que seria um assalto e dando início a segunda faixa, intitulada “Fuga”, contando com a participação de Tonyyymon (@tonyyymon) e produção de Ninja (@ninjanosbeats), a faixa diz como será a sequência do ato. “Contraste”, terceira faixa do projeto, produzida por Correria (@correri4) é uma analise do artista sobre duas realidades diferentes em um instrumental de samba. “LALALA”, quarta faixa, produzida também por Theus, seria a resposta, não se importando com tudo e todos, se opondo a imposição, contra a realidade, ao sistema, tudo, um momento em que “lalala” seria a resposta perfeita. O projeto finaliza com a faixa “Progresso” parceria do artista com Mt Jordan (_mtjordan) e Eddu Chaves (@edduchaves), trazendo a ideia de focar exatamente no que te faz progredir após passar por todos os momentos citados nas faixas anteriores, trazendo um ideal de melhoria de vida, almejando sucesso e acreditando no futuro, levando esperança e influenciando as periferias a irem do CAOS ao PROGRESSO...

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quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Banda Cambaia - Ofertório (2022)...




 As 5 faixas do novo EP apresentam a maturidade do grupo sem deixar de lado a premissa de mensagens existencialistas e cômicas Banda Cambaia, projeto que mescla lo-fi, indie rock e psicodelia, lança no dia 25/08 o EP Ofertório, trabalho totalmente produzido em casa, pelos próprios integrantes. Este é o 4º lançamento do grupo paranaense apenas em 2022, ano em que a Cambaia já marcou presença com o seu show em diversos lugares do sul do país. O novo EP traz as 5 faixas interligadas por elementos eletrônicos, beats, sintetizadores e a ironia e sagacidade características da banda. Como exemplares das diversas vertentes exploradas pelo trio, a sonoridade vai da melancolia lo-fi de Bem Vindo e o pop tecno de Golias, ao experimental ruidoso de Esquente e as influências de trap e funk de Mim de Papai e Shake Your Body... Continue Lendo no AgitoMax

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Tracajazz - Puro Veneno em Pessoa (2022)...




 Após 7 meses de processo, entre ensaios seguidos e composições, Tracajazz grava o álbum de inéditas ‘Puro Veneno em Pessoa‘. São 8 canções, que, de um modo geral, reagem ao sistema incivilizatório, também violento, que se impõe sob vários disfarces e propõem a pílula do despertar. ‘Fizemos um disco que fosse uma explosão, uma reação desordenada. Uma resposta aos que tentam colocar o povo dentro de suas caixinhas, cada vez mais apertadas. Não cabe mais. Explodiu!’. Tracajazz é um trio formado por Christian Euzébio (violão, guitarra e voz), Maurício Scaramal (contrabaixo, eletrônicos e voz) e Guilherme Azzi (bateria, eletrônicos e voz). Em 2019, quando lançaram o primeiro trabalho, o ‘Zero Um’, a sonoridade da banda era guiada principalmente pelo violão e, agora, em ‘Puro Veneno em Pessoa’, a guitarra assume o protagonismo – uma escolha do grupo: ‘No primeiro trabalho, por conta do violão, o disco ficou meio desfalcado de corpo, de intensidade, o analógico e o digital não conversaram muito bem. Nesse segundo, a coisa mudou. O som chegou onde o Tracajazz estava desde o princípio. Isso é normal, leva tempo mesmo. Pra amadurecer não tem atalho. Esse disco tem mais camadas: todos os integrantes têm seus instrumentos eletrônicos como loop station, MPC, controlador MIDI, pedais de efeitos. Isso cria a sensação de uma banda muito maior do que um trio. E tudo isso não é viagem de estúdio! A banda executa essas músicas com todas essas camadas ao vivo’. A produção e mixagem é assinada por Renato Cortez e a masterização por Fernando Sanches... Continue Lendo no PopNow

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terça-feira, 20 de setembro de 2022

Ombu - Certas Idades (2022)...




 A última vez que ouvimos falar sobre a Ombu, banda formada por João Viegas (teclados, baixo e voz), Santiago Obejero Paz (guitarra) e Thiago Barros (bateria), foi há seis anos, durante o lançamento de Pedro EP (2016). Na ocasião, o trio paulistano, sempre imerso na formação de guitarras labirínticas, batidas e vozes arrastadas, parecia transportar para dentro de estúdio parte das inquietações vividas durante o processo de criação do registro. Um repertório curto, porém, conceitualmente amplo, vide o material ancorado em memórias dolorosas de um passado ainda recente e conflitos típicos de um jovem adulto. Satisfatório perceber em Certas Idades (2022, Balaclava Records), primeiro álbum de estúdio do trio, um trabalho que preserva parte dessa essência, porém, se permite provar de novas possibilidades, ritmos e diferentes direções criativas. Como indicado logo no título da obra, trata-se de um exercício marcado pela temática do amadurecimento. São canções que tratam sobre as coisas simples da vida, detalhando cenas e acontecimentos de forma bastante sensível. “Canção de ninar, ir cedo na escola / Razão de viver, vê se não demora hoje“, canta Viegas na introdutória Pare, síntese conceitual dos temas explorados pela banda... Continue Lendo no Música Instantânea

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Rene Freire - Átrio (2022)...




 É difícil definir “Átrio”, segundo disco do pernambucano Renê Freire (o primeiro foi “Nevroses”, de 2020). A gente coça pra cravar “música clássica”, como se isso quisesse dizer alguma coisa, a não ser que as notas foram compostas e executadas séculos atrás. Não é o caso de Freire. O piano nos ilude e nos leva a essa impressão, mas “Atrio” parece mais “moderno” (assim, entre aspas, pois é difícil definir uma “música moderna”), com piano como ferramenta. Desde o início, com “Myosotis”, há uma certa lista de referências, que incluem ginga, trilha sonora, e “música clássica”. Parece mais um exercício e, de acordo com o comunicado à imprensa, é isso mesmo: “guiado pela exploração da composição como exercício criativo, musical e estético, o trabalho ganhou corpo quando o músico transformou suas composições e improvisos em diálogos diretos com suas questões de saúde mental – mesmo se tratando de faixas instrumentais. O piano ganha ares experimentais com intervenções eletrônicas. Não por acaso, ‘Átrio’ recebeu o nome das câmaras presentes nos dois lados do coração”... Continue Lendo no Flogase

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segunda-feira, 19 de setembro de 2022

Oyster - The Longest Year (2022)...




The Longest Year é o primeiro EP e também a consolidação do primeiro ano de trabalho da Oyster, além de ser a estreia da banda na Electric Funeral Records. Apresentando uma sonoridade que se faz à vontade no playground do punk rock, o EP começa a construir uma identidade característica da banda, que aborda de forma calorosa e intensa temas sociais e introspectivos, refletindo sobre questões de saúde mental, feminismo, e resiliência perante o dia a dia do brasileiro nos dias de hoje, sem deixar de trazer um pouco de ironia e humor à críticas claras ao desgoverno do país e brincar com a possibilidade de um futuro um pouco mais ou menos otimista... Continue Lendo no site da Rádio Rock

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Engrenagem Urbana - Primeira Linha (2022)...




A bordo de uma caravana que há 12 anos roda pelos palcos, quebradas, escolas públicas e unidades da Fundação Casa, está a banda de rap Engrenagem Urbana. O novo disco, “Primeira Linha”, foi lançado digitalmente no dia 12/08, com participações de MCs de peso: Marcão (DMN / Realidade Cruel), Sombra SNJ, Preta Ferreira, Quelynah, Max B.O., D’Oliveira e Lucas Afonso (campeão do Slam Brasil). Neste segundo álbum, o grupo traça linhas de raciocínio, linhas do tempo, linhas tênues e linhas imaginárias, sempre escrevendo certo por linhas tortas. A poesia é o forte de Samuel Porfírio, MC e compositor... Continue Lendo no Jornal do Rap

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domingo, 18 de setembro de 2022

Onda Errada HC - Eu Chego no Bar pra Poder Relaxar e Ainda Tenho Que Ouvir Você Falando Merda (2019)...





 O quinteto de Hardcore niteroiense ONDA ERRADA HC iniciou seus trabalhos em 2018. Influenciada pelo Hardcore Punk e pelo Ska, gêneros enraizados em sua estética, a banda já se apresentou em diversas cidades da região Sudeste. Este é o segundo EP deles, com 4 faixas rápidas e muito o que dizer...

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sábado, 17 de setembro de 2022

GRINGOS DA SEMANA: Uma das melhores listas de destaques gringos e uma playlist cheia de eletrônico e experimentação sonora pra vocês!

Playlists: Spotify | Deezer | Tidal (LIKE AND FOLLOW)

Este é nosso já tradicional post semanal de sons do mundo, nossos GRINGOS DA SEMANA. Acima, nossas playlist atualizadas em 3 opções pra vocês ouvirem, curtirem, seguirem e compartilharem com os amigos. São 20 novos sons de artistas de 11 países do mundo. Abaixo, os trabalhos que ouvimos e achamos que vocês deveriam dar uma atenção. Se tu curte música eletrônica e experimental, vale conhecer os sons:

Greyscale 10 - iqeq​.​1 (Álbum/ Estados Unidos)

Produtor musical do Denver, no Colorado. Ele é um dos membros do duo Wax Eloquent, projeto de hip hop. Greyscale 10 é o codinome do beatmaker e produtor do duo, que agora resolveu se lançar solo. iqeq​.​1 é seu primeiro álbum, tem 14 faixas que passeiam por sonoridades que vão do experimental eletrônico, passando pelo jazz, álbum coisa de ambient/drone com um pouco de psicodelia do rock instrumental. Parece um pouco um compilado de sons, que talvez tenham ficado de fora dos outros projetos do produtor, por isso essa mistura. Mas ele montou um bom time para transformar as ideias em sons e se você curte essa experimentação instrumental, vale a pena ouvir no bandcamp:



Cash I/O - Sunny Moon (Álbum/ Alemanha)

Cash I/O é um quarteto musical alemão formado em 1999. Uma mistura colorida de diferentes músicos com um amplo background musical (Jazz, Electro, Pop). A banda lançou um álbum em 2001 e um colocou faixas em trilhas de filmes, que saíram no mesmo período. Em 2005 veio o hiato, vários trabalhos com vários projetos diferentes que enriqueceram ainda mais os integrantes do grupo. Até que ano passado, eles se encontraram, voltaram pro estúdio e decidiram gravar. O resultado é Sunny Moon, álbum com ótimas 7 faixas, quase todas instrumentais. Uma mistura de instrumentos tradicionais e eletrônicos, com foco nos pianos/synths, baterias (tradicionais e eletrônicas) e instrumentos de sopro como sax, trombone e flugelhorn. Fico triste que esse álbum não esteja no bandcamp ou soundcloud, pra você não ter que ouvir propaganda entre as faixas, mas liga o adblock e vai:



Pierluigi Lotti - ROLES (Álbum/ Itália)

Tenho poucas informações sobre o Pierluigi. Sei que é italiano, sei que ROLES é seu primeiro álbum a chegar nos streamings. Sei que ele é produtor de música eletrônica, um beatmaker. O álbum tem 10 faixas instrumentais e recheadas de synths/ teclados. Segundo o artista, "o álbum é um projeto inspirado na teoria psicossocial do papel”. Sobre a teoria, explica: “A teoria dos papéis é um conceito em sociologia e psicologia social que considera a maior parte da atividade diária como a atuação de categorias socialmente definidas. Cada papel é um conjunto de direitos, deveres, expectativas, normas e comportamentos que uma pessoa deve enfrentar e respeitar”. Gostei da ideia, do nome das faixas e principalmente do trabalho de synths somados aos beats, horas mais frenéticos, outros mais contidos. Uma estreia bem madura. Liga o adblock e ouça ai:



Weal - Undivided (Álbum/ Dinamarca)

Weal é uma banda nova de Copenhagen, capital de um país escandinavo, que define seu som como “Rock Noir Nórdico” e “Post-rock da Escandinávia”. Undivided é o segundo álbum do quarteto dinamarques, com sete faixas – cinco delas instrumentais – o álbum cultiva o sombrio, delicado, barulhento e evocativo que consagrou várias bandas do estilo lá no início dos anos 2000. Uma mistura de faixas longas e bem trabalhadas, com outras um pouco mais dentro do normal. Destaque para a última faixa “La Résistance”, com 13 minutos, que vem com um vídeo em animação maravilhoso com o lançamento do álbum. Mais uma vez, liga o adblock e se joga:



Daniel Filbert - Explore (Álbum/ Alemanha)

Vamos lá, sei pouco sobre o Daniel. Sei que ele é alemão, sei que esse é seu primeiro álbum e sei que ele curte compor sons que misturam elementos de música eletrônica e nu-jazz e ele diz ter “uma forte influência da estética da trilha sonora de jogos retrô”. Explore é seu debute nos streamings, um trabalho instrumental com 7 faixas, cheias de ótimos synths que dão o clima de cada uma das faixas, que em alguns diversos momentos lembram trilhas de jogos antigos. Para um primeiro trabalho, o resultado é bem interessante e promissor. Liga o adblock e ouça/ conheça ai:



Yelmur - How We Hide: Part One (EP/ Holanda)

Yelmur é um músico e produtor holandês que vive em Berlin, na Alemanha. Ele é jovem, mistura elementos sonoros que vão do industrial alemão, passando pelo jazz e slow alguma coisa e, porque não, um pitada de psicodelia e pop (ou Hyperpop). How We Hide: Part On é um EP de 6 faixas (ou 5 e uma vinheta), primeira parte de um álbum que sairá em dezembro e que vem sendo pensado desde junho, com o lançamento de “imsomnia”, faixa que abre o EP. É esquisito, é agradável, e bem pensado e muito bem feito. A ideia do trabalho é passar as sensações e diferentes aspectos da saúde mental, e ele parece pegar nuances de vários estilos sonoros que passam este tipo de sentimento. Ouça ai:



Suz - Hiatus (EP/ Itália)

Projeto da cantora, compositora e produtora Susanna La Polla De Giovanni, da cidade de Bologna, que em mais de 10 anos de carreira já lançou 3 álbuns solos, além de diversas parcerias espalhadas pelo mundo. Hiatus é seu novo EP, com 7 faixas eletrônicas, o EP é o primeiro trabalho todo composto e produzido pela artista, em faixas que partem do Trip Hop e chegam a ritmos mais amplos ligados à música eletrônica. Um trabalho com experimentos sonoros interessantes e com uma pegada pop, totalmente linkada com a abrangência de ritmos ligados à música eletrônica. Bons beats, boas bases para as vozes e bons efeitos, tanto nos instrumentais quanto nas vozes. Vale conhecer e ouvir (liga o adblock):


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Titãs - Ao Vivo no Verdão em Teresina (1990)...




Outro dia, apareceram uns áudios no grupo do zap do Geléia Total, site de cultura local aqui do Piaui. No áudio, faixas do Titãs ao vivo no ginásio Verdão, aqui em Teresina, no ano de 1990. Falei com o Adriano Aragão, que tinha mandado os dois áudios e ele me falou que eram áudios de uma fita k7 onde estava gravada a apresentação do Titãs no lançamento do álbum "Õ Blésq Blom" em Teresina, no ano de 1990, que passou na rádio daqui. Perguntei se ele poderia me enviar e está aqui o bootleg em boa qualidade (pra uma gravação de 30 anos atrás) com 18 faixas e mais de uma hora de show do Titãs ao vivo em Teresina (Segundo o adriano, não é o show completo). Várias músicas, que hoje são clássicos do rock nacional em um período na qual eram presentes. Além dos áudios das faixas, também tem registros da entrevista com a banda veiculada pela rádio, bem legal o registro. Pra quem tava com saudades dos bootlegs por aqui, segue um bem bom...

O Adriano também fez a capa do bootleg inspirada na capa do álbum dos Titãs. Ouça de fones!

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sexta-feira, 16 de setembro de 2022

OXALAH - 1 (2022)...




Oxalá é uma saudação divina de boas vibrações energéticas. Tudo converge e transcende para o bem comum cósmico seja qualquer a manifestação que o homem queira. Pense na música como elemento praticante dessa conduta quando realizada por cinco músicos experientes e talentosos, unidos numa mesma contemplação melodiosa, na malemolência do ritmo e de um groove hipnótico, formando assim uma via ideal para se falar do amor singelo, escancarado e definitivo que temos um ao outro. Imaginou? Então eis a banda paraibana Oxalah. Idealizada e formada no começo de 2022 pelo cantor, compositor, guitarrista e produtor Ilsom Barros, pelo baixista Edy Gonzaga, o baterista Guga, tríade original da punkster Zefirina Bomba – ícone do rock nacional anos 2000 -, juntos com o percussionista Cesinha e o super trompetista Tarcísio; uma trupe capaz de embalar harmoniosamente o samba-rock, o reggae e a multiplicidade da MPB sem conflito e com propriedade musical de direito. Ainda com poucos meses de formada, estão construindo compassadamente seu público nos poucos shows realizados até o momento, um vasto e coeso repertório de composições, além de um recém-lançado EP de estreia contendo oito faixas intitulado 1 (SubFolk/2022) – conhecido como o “disco da Rural” – que avaliza e serve como cartão de visitas inicial para se adentrar no universo da Oxalah... Continue Lendo no O Inimigo

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Dimas - violência visual (2022)...




Fechar cicatrizes e destruir fantasmas. Escrever, ler, enviar, seja quem ou para quem for, as cartas que relatam o sofrimento, a perseguição a luta a superação de alguém que por anos teve sua autoestima derrubada. Que por anos foi alvo de dedos apontados e motivo de perseguição de grupo supremacista. Assim se desenha, se desenvolve, desaba medos e desabafa contra os males encravados na alma, no disco “Violência Visual” do cantor e compositor Dimas. Ao longo de 8 faixas, que vagam por momentos tranquilos que representam a inércia diante do medo, em outros instantes do peso musical que faz jus ao peso de carregar a luta nas costas, ou a velocidade e batidas fortes que representam o grito de libertação, de enfrentamento e de superação; o álbum carrega a história do músico que durante anos de sua vida precisou lidar com diversas questões como perseguição, bullying e violência física, realizadas por um grupo supremacista, em seus anos de colégio... Continue Lendo no Papo Alternativo

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quinta-feira, 15 de setembro de 2022

Bela - Salitre (2022)...




 A intimidade com o mar e com a poesia que ele inspira é notável nas canções da cantora e compositora Bela, que se prepara para lançar o seu EP de estreia nas plataformas de streaming. "Salitre" traz quatro composições que conversam entre si através do mesmo conceito poético que envolve o título do trabalho. "Essa névoa fina é encarada como 'tudo o que fica depois de uma ressaca, antes de ir embora'. As letras, estética, texturas refletem sobre a aventura de deixar ir, o processo de dissolução de um amor que não existe mais, das pazes com o passado e do alinhamento com o futuro", conta a artista... Continue Lendo no Bahia Já

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Solene - Available to Fall (2022)...




Solene, banda Brasileira de Pop Punk formada em 2017 na cidade de Rio das Ostras/RJ, acaba de lançar o novo EP “Available to Fall” em todas as plataformas de streaming. O album que conta com 6 faixas, apresenta o que há de melhor no gênero pop punk & emo, trazendo de volta a sensação de nostalgia que o jovem adulto tem ao lembrar dos tempos de MTV. O quarteto teve como principal motivação para com a criação da banda o canal da plataforma Youtube “Solene Oficial” que consiste em lançar vídeos de covers de artistas e bandas renomadas do gênero Pop Punk e Emo dos anos 2000’s. Tudo isso fez a banda acreditar que as coisas estavão tomando um caminho certo e que calhou bem a banda entrar cedo no autoral com um gênero musical que já era executado sem pretensão por eles. Available to Fall mostra que a banda está preparada para tudo o que vier... Continue Lendo no Velvetcore

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quarta-feira, 14 de setembro de 2022

Clube dos Bagres - Medo & Delírio Brasil (2022)...





A banda francana de rock Clube dos Bagres lançou no sábado, 30, o seu segundo disco. O “Medo e Delírio Brasil” está disponível nas principais plataformas de streaming e promete ser um álbum com sete faixas de letras instigantes que refletem a realidade política e social do país. O disco foi gravado em 2021 e editado 2022 em Franca, com participações de músicos locais, tanto no processo de gravação quanto de finalização. O lançamento do álbum foi acompanhado do também lançamento do clipe “Eu quero você quer”, no Youtube... Continue Lendo no gtc.net

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Preto Tipuá - Sinais Em Grades EP (2022)...




O rapper Preto Tipuá (PTÁ), tem 25 anos e é natural de Amarante (PI), nascido no subúrbio da cidade, é fortemente influenciado pela música negra, sobretudo pelo Samba, Soul, Reggae, Funk, SKA e RAP. Rapper, compositor e roteirista, conhecido pelas suas letras incisivas, variedade de flow, rica musicalidade e performance marcante nos palcos em suas apresentações. Começando do centro, este é o primeiro ato do meu álbum Sinais Em Grades! Esta é a primeira fase de uma série de lançamentos que vão se prolongar por um tempo, como o conceito do álbum é um tanto complexo, vamos entregar um tanto mastigado e com alguns intervalos. O que vem pra vocês agora são duas músicas, a primeira se chama EJE (ẹjẹ), a segunda se chama Procure Por Mim na Tempestade...

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terça-feira, 13 de setembro de 2022

smhir - Facts and Logic EP (2022)...




 O produtor alagoano de música eletrônica Smhir acaba de lançar seu um single duplo de seu novo álbum e isso aqui pra gente é um EP. Facts and Logic é uma faixa de drum'n'bass com influência de minimalismo, dubstep e harmonias quartais que foi gravada ao vivo em agosto...

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Jairo Pereira - Monocromático (2022)...




Foi durante a pandemia que o músico Jairo Pereira, um dos fundadores do grupo Aláfia, intensificou as reflexões sobre racismo, privilégio de classe, violência, isolamento e perda. Mas tinha uma coisa que o provocava ainda mais nesses questionamentos: a cor marrom e como ela era percebida em nossa sociedade, nas mais diferentes áreas. E é esse o ponto de partida no álbum visual Monocromático, que acaba de chegar ao mundo, acompanhado de um show musical que foi apresentado no Sesc Belenzinho em São Paulo no último dia 20/08.O recorte de Pereira para pensar conceitualmente este seu terceiro trabalho parte da cor de pele de homem negro, em suas mais diferentes nuances. “Tudo neste álbum, passa por todos estes lugares, a forma que amo, que luto, que trabalho, que brigo, que choro, que protesto”, diz, em apresentação do disco, por e-mail. “Tudo isso passa por minha alma e feito suor exala de minha pele marrom, nos tons que me compõem; socialmente, politicamente, sexualmente, afetivamente, geograficamente, filosoficamente”... Continue Lendo na Revista O Grito!

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segunda-feira, 12 de setembro de 2022

Bordoá - Algumas Coisas Duram Muito Tempo (2022)...




 Após o lançamento dos singles "Uma Grande Saudade Boba" e "Tudo que o Tempo Fez", Bordoá completa o arco de lançamentos com o EP "Algumas Coisas Duram Muito Tempo". Seguindo a nova estética da banda, apresentada pelos singles já lançados, o EP conta com, além deles, mais duas faixas inéditas: "Canção A Uma Ausência" e "Tangentes", sendo esta um feat com o músico Wagner Almeida, membro do coletivo mineiro Geração Perdida. "Algumas Coisas Duram Muito Tempo" concretiza a nova fase musical da banda, que demonstra uma constante evolução, explorando elementos eletrônicos, samples e sintetizadores, tornando sua sonoridade mais moderna, porém sem perder sua estética já consolidada por doces melodias, sua lírica agridoce e elementos orgânicos bem definidos...

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Jotapê Samba - Orquestra do Morro (2022)...




 Samba com procedência e renovação. Cantor e compositor mostra o seu talento em repertório consistente e com produção do consagrado Leandro Lehart. Um gênero musical permanece quando consegue se renovar sem perder a sua essência. O samba se encaixa feito luva nessa definição. E o artista que incorpora esse bom senso e sensibilidade em seu trabalho tem tudo para ser bem-sucedido. É o caso de Jotapê Samba, jovem cantor e compositor paulista que acaba de lançar seu 1º EP, Orquestra do Morro. “Olho nesse garoto! Ele ainda vai dar muito trabalho!” – Cleber Augusto Aos 23 anos de idade, João Pedro de Sant’Anna Guerino (seu nome de batismo) começou a flertar com a música ainda criança. Curioso, ele explorava a discoteca do pai, repleta de trabalhos de Chico Buarque, Caetano Veloso, Toquinho & Vinícius, bossa nova e também de outros craques da boa música... Continue Lendo no Samba Brasil

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domingo, 11 de setembro de 2022

Mc Berro D'Água - Versando (2022)...



Download: Versando (2022).zip (Ou vá no bandcamp acima)

Este é o segundo álbum do MC Berro D'Água, diretamente da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Esse é o Versando, desta vez trazendo a estética do anarcofunk, além de faixas de rap experimental, spoken word e outros quitutes. As faixas bônus são versões de músicas do Boato, Gangrena Gasosa, MC's HC, Pedro Luís & a Parede, Quinto Andar Cover, Tim Maia, ou seja, algumas das referências do MC Berro D’Água...

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sábado, 10 de setembro de 2022

GRINGOS DA SEMANA: Destaques sonoros de 5 países do mundo e playlists atualizadas com 20 novos sons de artistas de 12 países do mundo. Tudo aqui!


Playlists: Spotify | Deezer | Tidal

Sabadamos com mais um post recheado de sons do mundo, os nossos GRINGOS DA SEMANA. Acima, os links para as nossas playlists atualizadas com o Top20 da semana pra ouvir no spotify, deezer ou tidal. São 20 sons de artistas de 11 ou 12 países. Abaixo, os trabalhos que ouvimos e achamos que vocês deveriam dar uma atenção. Inclusive, resolvemos abrir o ouvido pra sons mais pops e até mais estranhos, mas sem perder a qualidade confere aí:

Antarctic Wastelands & Norvik - Once a Home (Álbum/ Hong Kong)

Uma trilha sonora para um filme que não existe. É assim que os projetos experimentais e instrumentais de Hong Kong descrevem seu álbum conjunto. Once a Home tem 7 faixas instrumentais, que misturam elementos sonoros de ambos os projetos e é inspirado em como nos apegamos a coisas que são queridas e importantes - memórias, objetos, lugares, pessoas - mesmo depois que elas se foram. Norvik é um projeto de música ambient de Gabriel Cha, que faz bom uso de pianos e synths. Antarctic Wastelands é o projeto de música ambient do produtor Ben Tatlow, também de de Hong Kong, que faz uso da beleza e da desolação do mundo para criar composições instrumentais. Eles já lançaram trabalhos juntos, e fica claro a simbiose entre os projetos nesse novo álbum de faixas curtas, contemplativo e muito bonito. Ouça no bandcamp do Norvik ou no Soundcloud do Antarctic Wasterlands abaixo: 



Arcus - Masquerade (Álbum/ Bélgica)

Experiente projeto/ produtor Belga, que descreve seu trabalho como “Música eletrônica horrível”, que diz fazer música para “criar emoção, pois é a emoção, qualquer que seja a emoção, que nos traz de volta à vida”. Masquerade é seu terceiro álbum, de uma discografia que foi iniciada em 2015 e conta ainda com 2 EPs. O trabalho tem 9 faixas, que misturam elementos sonoros que vão da música eletrônica mais agitada, para mexer o corpo, a sons mais contemplativos com elementos de post-rock e ótimos synths. É um belo trabalho, conheça ai:



Home for Sinner - This Hour Knows No Color (Álbum/ Estados Unidos)

Projeto de música eletrônica de Seattle, nos EUA, que diz fazer música para otimistas deprimidos. This Hour Knows No Color é seu segundo álbum, o primeiro que chega nas plataformas de streamings mais populares. Um trabalho com 10 faixas recheadas de synths e bons beats. Boa parte das faixas tem um clima dark dentro de sua construção, o instrumental progride com o passar do tempo até atingir o ápice, quando ele existe. A experimentação sonora passa por uma camada clássica de música ambient e post alguma coisa, enriquecida por synths, beats e ruídos, todos muito bem pensados. Ouça ai:



S H I R A N - شيران - Fadaytak - ف​د​ي​ت​ك (Álbum/ Israel)

Cantora e compositora de Tel Aviv, que apareceu com o lançamento do seu primeiro álbum em 2018, misturando canções Iêmini, com sonoridades que passam pelo pop árabe e hip hop pesado, afrobeats, 808s e electro. De lá pra cá, são 3 álbuns, um EP e alguns singles. Fadaytak - ف​د​ي​ت​ك é seu terceiro álbum, com 9 faixas bem produzidas, aprimorando ainda mais a mistura sonora proposta pela artista desde o começo da sua carreira. É o segundo álbum pela Batov Records, mais um produzido por Ron Bakal, parceiro da cantora. Respirando ar fresco nas músicas tradicionais do Iêmini, com uma abordagem acústica contemporânea. Vale ouvir ai no bandcamp:



hawntd - still grieving (Álbum/ Estados Unidos)

Tenho me arriscado em estilos que misturam elementos que gosto com algumas coisas que acho estranho. É o caso desse projeto americano de um artista solo outrora conhecido como Bear Grieves, que mistura horrorcore com hip hop, trap e até alguma coisa de emo e Hyperpop. still grieving é o primeiro álbum dele com esse nome, são 11 faixas, com vários produtores convidados, bass altos e muitos gritos. Gosto da ideia de vários produtores, por que você percebe diferenças entre as faixas e é interessante entender os limites do sofrimento em forma de música. Ouça ai no soundcloud:



Winter Spirit - Spirits (EP/ Rússia)

Projeto do jovem produtor e compositor russo Pavel Gradoboev, de Izhevsk, que desde 2020 vem mostrando suas composições nos streamings. Ele descreve seu som como música gelada autêntica, inspirada na estética dos subúrbios frios russos e na saudade infinita de suas paisagens. Spirits é o segundo EP do projeto, tem 4 faixas instrumentais, com forte presença de pianos e suaves beats. As canções têm nomes dos 4 elementos básicos da natureza, são lentas e muito bem trabalhadas. Cheias de sentimentos, outroras calmos e em alguns momentos numa cadência elevada. Gostei bastante, liga o adblock e vai:


Curtiu? Dissemina ai nas suas redes pra mais gente conhecer e ouvir os sons da playlist!
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Abril Belga - Sol de Mel (2022)...



Download: Sol de Mel (2022).zip (ou vá no bandcamp acima)

 Abril Belga é o projeto solo do músico carioca Gabriel Franco, que participou de bandas locais no Rio de Janeiro desde o início da década de 2010. Sol de Mel é seu segundo disco completo, lançado em setembro de 2022, com uma boa produção e com toque caseiro, até por ter sido gravado em casa durante a pandemia, mas com som profissional. O disco tem um som indie pop divertido e acessível com influência da música dos anos 60/70 e um pouco de tropicália e MPB. Tema recorrente em algumas das letras é uma crítica irônica ao excesso de informação das redes sociais atuais. As canções por vezes são descontraídas (como a faixa Mister JJ, em homenagem ao técnico Jorge Jesus) e por outras vezes são românticas, como a faixa Não Fotografe, ou com críticas mais sérias, como em Post-Praia...

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sexta-feira, 9 de setembro de 2022

After That - City Lights (2021)...




 Mergulhando na cena autoral depois de um longo período de trabalho em cima das ideias da banda, “City Lights” é o primeiro EP da After That. Com forte influência nos gêneros de indie rock e rock alternativo, as composições trazem em suas letras histórias do cotidiano vividas pelos integrantes da banda, desde as várias maneiras de se falar sobre amor, como em “Beauty Queen”, “Love is a Joke” e “Erase our Sky”, até o relato de momentos de fases da vida, como em “Owner of yourself” e na própria “City Lights”. A Banda Poços Caldense que teve início em agosto de 2015, tem com seus 4 integrantes o intuito de levar nos shows a empolgação e nostalgia em seu repertório, trazendo o rock de décadas passadas até os mais recentes... Via RockMetal

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Ana Cacimba - Azeviche (2022)...




 O álbum “Azeviche”, o primeiro de Ana Cacimba, é guiado por nove faixas que misturam passado e futuro, fundindo ritmos da cultura popular brasileira e latina com beats e elementos eletrônicos. Azeviche é uma gema de cor escura, feita de madeira fossilizada, com aparência idêntica a de um carvão, e é considerada uma pedra de purificação e proteção. O registro faz analogias às pedras e aos corpos pretos iluminando temas como força das Yabás (orixás femininos), negritude, afetividade preta, mulheridades, ancestralidade e fé afro-religiosa. “Gravar meu primeiro disco de estúdio é uma grande realização na minha carreira, principalmente por ser uma artista periférica e descendente quilombola, é uma forma de mostrar que é possível e inspirar outras mulheres artistas na mesma situação que a minha”, conta Ana Cacimba.... Continue Lendo no Portal Peper

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