domingo, 31 de maio de 2026

Hominis Canidae #192 - Maio (2026)...





Fechando mais um mês com muita #musicabr no blog, em mais uma mixtape cheia de sons de trabalhos que passaram por aqui nesse mês de Maio que chega ao fim. A #coleta192 tem 17 faixas, sendo a primeira o novíssimo som do cantor e compositor mineiro João Jardel. Em "megaPOP4" termina o novo EP e finaliza o projeto iniciado no álbum anti-POP. Em meio a batidas eletrônicas pesadas, ela tem como referencia as vinganças de Xangô do livro Mitologia dos Orixás. O EP será lançado em Junho pelo nosso selo, o HCREC. Mas já rola ouvir o som aqui na mix e no nosso canal...


A bela arte desse mês é uma colagem feita pelo artista sonoro e experimental do ABC paulista Fábio Ajax, do projeto AjaxFree, que além de sons postados em nosso blog, já fez outras artes pras nossas mixtapes mensais. Ele diz que a explicação é uma afirmativa:

"prefiro o anonimato do download ilegal do que ouvir streaming sugerido por algoritimo."

Vale colar no perfil dele pra conferir outras artes bem loucas e também uns sons fodas, clica aqui!

É isso, ouça nossa coleta onde for possível e como bem entender, espero que ela te traga boas surpresas, é um resumo do mês, então se curtir algum som, vale procurar o álbum/ EP que ele faz parte pra conhecer mais! Não esquece de disseminar nas suas redes e com os amigos!

Se curte nosso trabalho, fortaleça através do nosso PIX que a chave é o nosso mail de contato: hominiscanidae@gmail.com. Ou se preferir, entre para o nosso APOIA.SE  e nos ajude a manter a firma funcionando...

Continue indo aos shows, comprando merch dos artistas que curte e disseminando a #musicabr autoral e real!
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sábado, 30 de maio de 2026

GRINGOS DE MAIO: nova leva de sons gringos e experimentais bem loucos e com direito a invasão italiana...


Penúltimo dia do mês (e do ano) e aportamos com nosso post gringo de Maio de 2026, trazendo alguns álbuns e EPs bem interessantes e recém lançados na música esquisita do mundo pra vocês conhecerem. Desta vez, 7 trabalhos com uma invasão de artistas e bandas italianas, somadas a novos trabalhos dos Estados Unidos, Bélgica e Egito, que vão da música erudita até a música eletrônica, passando por experimentais abstratas que sinalizam novos estilos sonoros e muito mais!

Na capa deste post, o quadro The Red Orchestra (de 1957), do pintor espanhol Salvador Dalí (1904-1989), que nasceu num mês de maio.  Abaixo, os álbuns e EPs que curtimos muito neste mês. Todos lançados recentemente, vários lançados neste mês...

Vale ler sobre eles e ouvir na íntegra, porque música se ouve por completo e não a pedaços:

hythmspitter - Cosmological Exigency and the Astrological Paradigm (Álbum/ EUA)

Projeto solo do baixista californiano Michael Mosley. A ideia do projeto é combinar vários instrumentos e ritmos mundiais para produzir um rock instrumental e batidas lo-fi para vibrar e relaxar. É mais ou menos essa vibe de Cosmological Exigency and the Astrological Paradigm, novo trabalho lançado neste mês de abril. Com 8 faixas instrumentais que se conectam e levam o ouvinte para vários locais do mundo. Tem um certo ar de som dos balcãs no trabalho, talvez pela pegada percussiva, que é bem interessante. Em todos os streamings e aqui:



Pasquale Pietro Del Giudice - Hurbinek (Álbum/ Itália)

Pasquale mora na província de Bérgamo. Ele é poeta com livros publicados e músico que já vem tocando em bandas desde os anos 2000.  Em Hurbinek, seu novo álbum de 8 faixas, lançado no final de abril pelo selo australiano Glitchpulse Records, ele homenageia a criança mencionada por Primo Levi em "A Trégua e os Afogados" e "Os Salvos" no título. Tudo isso em meio a synths e ruídos interessantes, que perpassam as faixas do trabalho, com um certo ar lo-fi e até meio retrô em alguns momentos. Vale ouvir no seu streaming preferido ou no bandcamp do selo:



Loris Tils - Expansion (Álbum/ Bélgica)

Baixista, compositor e produtor belga com 20 anos de carreira e muita música, Loris já apareceu por aqui em algum lançamento seu e retorna com seu novo álbum. Expansion foi lançado em Maio e apresenta  8 faixas, sendo 3 delas ao vivo, cheias de groove e ótimas linhas de baixo, que interagem muito bem com bons momentos de bateria, teclados e guitarras, naquela pegada jazz funk marota e cheia de energia. Ele fala que é como se ele tivesse abraçado aquela névoa que surge de manhã e sai para tocar e dançar com ela. Eu acho que é um trabalho bem ensolarado pra tanta névoa, mas talvez seja por que eu to no Brasil. De qualquer forma, vale ouvir demais nos streamings ou aqui:



Domiziano Maselli - Garden of Kira (Álbum/ Itália)

Novo trabalho do artista visual e sonoro, que vem lançando trabalhos desde 2014 e é membro do coletivo artístico Eremo, de Milão. Garden of Kira contém 7 faixas instrumentais e experimentais, é uma obra densa com uma crueza abrasiva bem interessante. Este disco representa o ápice de uma estética enganosamente mais contida, mas que apresenta boa evolução sonora em meio aos noises e synths das faixas. O álbum se inspira na fricção colaborativa com o contrabaixista e produtor genovês Tommaso Rolando — “uma esfera expressiva onde a improvisação livre e a investigação acústica rigorosa eram primordiais”, explica Domiziano em seu release. Um baita trabalho de noise, ouça aqui:



E-spect music - Movie Scores Vol. 2 (Compilação / Estados Unidos)

Produtor e compositor da Carolina do Norte, Movie Scores Vol. 2 chega 2 anos após o primeiro volume, na ideia de trilha sonora para o cinema, cheia de beats e muito hip hop. São 20 faixas curtas que combinam composição orquestral, bateria boom bap, texturas e influências soul e narrativa inspirada em trilha sonora. Tem uma produção massa, que poderiam ser plano de fundo para cenas, mas também poderiam ser usados para flows e rimas. O trabalho esta em todos os streamings desde o começo de maio e aqui:



Sherif DAHROUG - Nuite Du Songe (Álbum/ Egito)

Novo trabalho do aclamado concertista e compositor egípcio, dono de diversas premiações por causa do seu trabalho visionário, com um grande avanço na música contemporânea. Vivendo em Paris, ele apresenta Nuit du Songe, um novo álbum instrumental com 9 faixas, concebido como uma passagem noturna entre a peregrinação e o retorno, o aparecimento e o desaparecimento. Um trabalho delicado, que mostra toda a capacidade do sentimento humano, escrito para piano, piano preparado, sinos de igreja, colorações vocais e instrumentos híbridos. O álbum chegou nesse mês em todos os streamings, ouça na playlist abaixo:



CK722 & Kevin Follet - Mnemosis (EP/ Itália)

EP conjunto feito entre dois produtores e compositores de música eletrônica de Verona, na Itália, lançado pelo selo espanhol Arthropoda Music. São apenas 2 faixas, que seguem o conceito de de memoria exposto no nome do EP, mnemose. O EP aplica esse conceito à história, concentrando-se em dois atos cruciais de violência: Moosham e Sharpeville. A paisagem sonora é uma fusão de texturas ambientais modulares, eletrônica cinematográfica e a energia caótica do free jazz. O trabalho foi lançado na primeira semana de maio em todos os streamings e aqui:



Curtiu os sons?! Diz pra nois seu preferido no comentários e espalha o post nas suas redes e pros seus amigs!!
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sexta-feira, 29 de maio de 2026

Eva - Ritual (2026)...




Foi durante a pandemia, que a paulista Eva entrou em seu “Casulo Borboleta”, enfrentou seus maiores medos e se dedicou de vez à música. Anos atrás a artista descobriu um diagnóstico de fibromialgia, que a fez rever a relação que tinha com a dança. Durante o período difícil, estudou composição online e foi instigada a escrever uma canção que refletisse sobre “um dia você vai ter que cuspir todos os sapos que engoliu”, nascia “Ritual”, música que dá nome ao seu primeiro disco solo, que sai em parceria com o seloBoia Fria Produções, tem as estreladas produções de Amanda Magalhães, Dudu Rezende (Mari Jasca) eMarcos Maurício (Baco Exu do Blues), além das participações especiais de Samuel Samuca e Zé Nigro. “’Ritual’ foi a primeira composição – das 9 que fazem parte do álbum – e surgiu no período do meu diagnóstico, logo após uma separação muito dolorosa de um relacionamento amoroso. Nessa época perdi cerca de 11 kg (chegando a pesar 41kg) e me afundei. Para aliviar o peso, precisei recorrer a formas instintivas e simbólicas, entre elas escrever cartas que nunca foram enviadas ao destinatário, botando pra fora tudo o que eu queria dizer e não pude. Foi praticamente como fazer um enterro sem defunto. Escrevia também num papel todas as coisas que eu não queria mais e queimava na chama de uma vela; criei um altar com uma foto minha criança e a da minha mãe pra me lembrar que eu nunca estive só”, pondera a artista... Continue Lendo no Portal Radar Cultural

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Raidol - Todas as Mensagens Que Nunca Te Enviei (2026)...




Conheci Raidol quando participei de uma mesa de pitching no festival Se Rasgum, em Belém, em 2022. Após falar sobre seu trabalho, ela disse: “vocês precisam falar mais dos artistas da região da Amazônia”. Uma verdade. De fato, nem sempre Rio e São Paulo ficaram de olho no que vinha de Belém e arredores. Acabam deixando passar a musicalidade de uma região que tem um rolé todo próprio de criação musical e diversão, e cujo som tem uma assinatura fortíssima. Todas as mensagens que nunca te enviei traz Raidol, artista trans amazônica, fazendo quase um EP conceitual sobre empoderamento diante do amor, com idioma sonoro entre tecnobrega e tecno-melody. Esse teu jeito assim…, com guitarra quase indianista e participação de Madeirito (Gang do Eletro), lembra quando tudo dava certo... Continue Lendo no Pop Fantasma

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quinta-feira, 28 de maio de 2026

Vitor Araújo, Metropole Orkest, Jacomo Bairos - TORÓ (2026)...



Download: TORÓ (2026).rar

O pianista e compositor pernambucano Vitor Araújo, dono de trabalhos como a trilha sonora do aclamado longa brasileiro Que Horas Ela Volta?, assim como o álbum em conjunto de piano e voz com Arnaldo Antunes, Lágrimas ao Mar, retorna com uma gravação de arrepiar a espinha: seu novo disco realizado totalmente ao vivo no Holland Festival, Toró (2026), lançado em abril pelo selo Risco. Reunindo forças com a lendária Metropole Orkest, de Amsterdã, regida pelo maestro estadunidense Jacomo Bairos, Araújo convida os mestres percussionistas do Morro da Conceição, em Recife, Amendoim e Aduni Guedes, além do guitarrista carioca Felipe Pacheco, do baterista e produtor franco-paulistano Charles Tixier e do multi-instrumentista catarinense Mauro Refosco. A parceria com a orquestra coloca Vitor Araújo no patamar de figuras como Ella Fitzgerald e Brian Eno, que também colaboraram com os holandeses... Continue Lendo na Noize

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O Grande Ogro - O Grande Ogro EP (2026)....




O disco da banda paulista O Grande Ogro está mais pra um single turbinadíssimo do que pra um EP – são apenas duas longas faixas. Mas vale a valorização como algo a mais que um compactinho, pelo som e pelo conceito. André Astro (guitarra), Cesar (bateria) e Marcelo Henrique (baixo e programação de bateria eletrônica) fazem um curioso som instrumental que mistura metal, progressivo, stoner e quebradas rítmicas típicas do pós-hardcore. Mesmo não tendo letras, as duas faixas fazem protestos bem atuais nos títulos, e entregam peso, caos e improviso musical como sonorização: 1500 (A vida é de quem já ganhou), com onze minutos, une blues-metal, climas lo-fi e beats que lembram mais o doom metal. A combinação entre riffs e beats volta e meia insere uma vibe caótica no arranjo... Continue Lendo no Pop Fantasma

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quarta-feira, 27 de maio de 2026

O Fabuloso Coro Dos Descontentes - Coice de Mula (2026)...




"Coice de Mula" é o primeiro álbum  dO Fabuloso Coro Dos Descontentes, novo projeto do cantor e compositor baiano Tony Lopes. O primeiro álbum deste projeto que já nasce carregado de questionamentos. Mas não se apegue a pré julgamentos e ouça como se não houvesse outros, e Há (IA)...

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Pedro Faissal & o Meiofree - Intermares (2026)...




Vindos da Paraíba, Pedro Faissal & O Meiofree misturam rock, MPB, reggae e existência. Pedro é psicólogo, além de músico, e as músicas falam de sonhos, destruição de preconceitos, amor, sexo e desejos simples do dia a dia, em meio ao caos. O disco foi inspirado também por uma internação sofrida pelo vocalista – a estadia no hospital fez Faissal mergulhar em uma enorme revisão de valores pessoais, que provocou o clima contestador das letras de Intermares, sétimo lançamento do grupo. Algumas faixas do EP Intermares têm peso de Planet Hemp e Chico Science e Nação Zumbi – com direito a citações de “Chico Ciência e Edson Gomes”, além de um “tudo que eu sempre quis / 68 em Paris” na noventista e guerreira Tudo que eu. Rola também no rock funkeado de Não-binário, com letra mostrando que a vida muda a cada minuto, mesmo que os preconceitos atrapalhem as mudanças... Continue Lendo no Pop Fantasma

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terça-feira, 26 de maio de 2026

Barba Rala - Nos Tempos do Egoritmo (2026)...




O público que acompanha a Barba Rala já conhecia o repertório do álbum de estreia da banda, “Nos tempos do egoritmo”. Todas as 11 faixas do disco, lançado na última sexta-feira (10 de abril) nas plataformas digitais, vem sendo tocadas desde o primeiro ano do grupo, formado 2017 em Santa Rosa do Sul. João Antônio Pereira (voz e guitarra), Weskley “San” Raupp (guitarra), Kauê Tavares (baixo) e Luiz Paulo Gomes (bateria) se prepararam muito para chegar nesse momento. A produção começou em 2020, na pandemia, com as etapas técnicas de gravação, mixagem e masterização a cargo do guitarrista. O grupo conseguiu lapidar as músicas nos mínimos detalhes até fazer a divulgação, que começou em setembro de 2025 com o single “A mentira bem contada”, que rendeu o prêmio de Revelação no 14º Festival da Canção de Balneário Camboriú — “Ser o que não é” e “Ponto de vista” foram as outras duas liberadas previamente, também no ano passado... Continue Lendo no Rifferama

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Wills Tevs - Infinitas___Lacunas (2026)...




Sabem aqueles álbuns que você dá play e, depois de poucos segundos, entende que não dá pra ouvir de qualquer jeito? Que você precisa parar tudo, sentar, colocar o fone no volume alto e realmente escutar? Foi exatamente isso que aconteceu com Infinitas___Lacunas, novo álbum de Wills Tevs. Do começo ao fim, é uma sequência de surpresas. A abertura já te coloca em outro lugar, com aquela introdução quase orquestral que parece preparar o terreno pra algo maior — como se dissesse: “fica, porque isso aqui não vai ser comum”. E não é. Quando a música entra de verdade, você já está dentro, completamente envolvido, sem vontade nenhuma de sair. O que mais impacta não é só a construção sonora — que é absurda, cheia de detalhes, escolhas ousadas e uma produção que deixou a gente de boca aberta — é a forma como tudo se conecta com a voz do Wills. Uma voz intensa, que não só acompanha a música, mas se encaixa nela de um jeito muito natural, muito verdadeiro. Ela não tenta impressionar — ela te atravessa... Leia a entrevista no Divergent Beats

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segunda-feira, 25 de maio de 2026

Lauiz - comece por aqui (2026)...





Comece por Aqui é o título do novo álbum de Lauiz que serve como conselho: ao começar pelo início de tudo, o músico olha para dúvidas, medos, relações interrompidas e pequenos acontecimentos cotidianos que ajudam a construir quem somos. Não espere respostas definitivas, pelo contrário, no disco, Lauiz transforma incertezas em matéria-prima para criar um trabalho íntimo, caótico e humano - a capa do álbum, inclusive, já antecipa a proposta. As 11 faixas funcionam como declarações sinceras e íntimas que nascem da ansiedade cotidiana, das relações atravessadas por ruídos e da tentativa constante de encontrar algum sentido em meio ao excesso de estímulos do presente, sempre acompanhadas por um toque de ironia. Em "decisões irresponsáveis" e "dando errado", surge um personagem que tenta sobreviver às próprias contradições sem escondê-las, encontrando humor em comportamentos autodestrutivos e falhas pessoais. Já "linus Torvalds" e "de frente" exploram conflitos afetivos e questões sobre relacionamentos, equilibrando vulnerabilidade e leveza. Aliás, um dos grandes méritos de Comece por Aqui está justamente em não romantizar o caos: Lauiz o apresenta como parte inevitável da experiência de existir, amadurecer e seguir em frente... Continue Lendo no Desalinho Cultural

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Buhr - Feixe de Fogo (2026)...




Sete anos após “Desmanche”, Buhr retorna com um trabalho que chega como rastro, faísca e movimento: “Feixe de Fogo”, seu quinto álbum solo, chegou às plataformas na última sexta (10). O disco sai pelo selo paulista Sound Department. Gravado de forma independente, ao longo de quase dois anos entre as cidades do Recife (PE), Fortaleza (CE), Sobral (CE), Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), o disco carrega o trânsito como linguagem. Buhr assina a direção artística e produção musical do álbum junto a Rami Freitas. Entre elementos de rock, reggae e de outras paisagens musicais, o disco é costurado por camadas eletrônicas e orgânicas, guitarras em brasa, tambores – de pele e de pulso elétrico – e sintetizadores que se entrelaçam... Continue lendo na Folha de Pernambuco

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domingo, 24 de maio de 2026

Jurema Juice - Jurema Juice (2026)...




Do Nordeste para o Stoner: Jurema Juice lança seu primeiro álbum em 2026, destacando-se como um dos grandes Foto: Divulgação A banda alagoana Jurema Juice apresenta seu primeiro álbum, autointitulado, consolidando seu nome como uma das apostas mais promissoras do stoner rock brasileiro. O disco chega às plataformas digitais em 2026 com nove faixas que passeiam entre peso, psicodelia e identidade regional. Sem singles prévios, o lançamento acontece na íntegra, acompanhado de uma live gravada no Mirante de Santa Amélia, em Maceió, ampliando a proposta sonora também para o campo visual. Formada por André Gonçalves (vocal), Carol Vilela (bateria), Davi Savicki (guitarra) e Pedro Salvador (baixo), a banda constrói uma sonoridade marcada por riffs densos, grooves consistentes e uma forte sintonia entre baixo e bateria. O álbum não segue um conceito fechado, mas propõe uma imersão que mistura influências do blues rock ao stoner... Continue Lendo na Revista Kdea360

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sábado, 23 de maio de 2026

Lucas Filmes - Quanto Amor/Pai (2026)...




 Cantor e compositor paulistano, Lucas Filmes estreia com Pai e Quanto Amor. Produzidas em colaboração com o músico Chico Bernardes, que assume a gravação, mixagem e bateria do material, as canções destacam a sensibilidade poética do artista que canta sobre a partida e o período de luto após a morte do próprio pai. “Estava escutando muito Bob Dylan, Nick Drake e Alice Phoebe Lou na época, que acabaram sendo referências para a composição”, disse o artista no texto de apresentação que acompanha o material... Continue lendo no Música Instantânea

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sexta-feira, 22 de maio de 2026

Alê Balbo - Organic Mantras in the Chaos (2026)...




Alê Balbo é a mente criativa por trás do Projeto O Elemental, uma narrativa musical que mescla contação de histórias com o poder da música, xamanismo e autodescoberta. Com mais de 30 anos de experiência como baterista de rock, Alê vivenciou os altos e baixos da vida noturna até se afastar da música em busca de respostas para as questões mais profundas da vida. Sua reconexão com a essência aconteceu por meio de rituais xamânicos, da medicina da ayahuasca e de práticas de cura sonora, transformando sua percepção de som e vibração. Tambores, tigelas de cristal, instrumentos ancestrais e baseados em frequências guiam suas composições, trazendo vibrações de cura e conexão espiritual. "Organic Mantras in the Chaos" é o segundo passo nessa jornada sonora de forças elementais...
 

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Sommelier - Xícara de Chá (2026)...




Direto das entranhas da efervescente cena independente de Fortaleza, a banda Sommelier acaba de colocar no mundo o seu primeiro trabalho estendido. Lançado no último dia 24 de abril de 2026, o EP “Xícara de Chá” é uma daquelas gratas surpresas que misturam a urgência do rock indie, o charme melódico do britpop e reflexões cotidianas que abraçam o ouvinte logo na primeira audição. Composto por quatro faixas inéditas, o registro consolida a identidade inicial do quarteto formado há três anos na capital cearense. Curiosamente, o trabalho funciona como uma cápsula do tempo: traz canções escritas pelo vocalista Petrus Renan quando ele tinha apenas 16 anos de idade. É o retrato fiel do DNA primevo da banda, capturado no momento exato antes que as influências individuais de cada integrante começassem a puxar o som para caminhos ainda mais complexos... Continue Lendo no Bolsa de Discos

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quinta-feira, 21 de maio de 2026

Bruna Lucchesi - Bandoleira (2026)...




“Bandoleiro”, segundo o dicionário Michaelis, é aquele que “não tem paradeiro, errante”. O verbete ainda se expande para adjetivos como “ocioso, vadio”. É diferente do flâneur francês, que caminha pelas ruas com lenço, documento e cep próprio para voltar. Mais diferente ainda é quando se inverte o substantivo para o feminino: ao homem, era permitido flanar e bandolear, para a mulher, é sempre mais difícil. Talvez, para experimentar e comprovar a própria liberdade, a cantora Bruna Lucchesi escolheu este termo para dar título ao terceiro álbum, Bandoleira (2026). A cantora transita — ou bandoleia — entre o folk e o rock mais rasgado, sempre acompanhada de seu violão. A primeira faixa, “Sei Voar”, já mostra para o que veio: “Sigo arisca, levando pedaços de mim”, ela canta... Continue Lendo na Noize

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Filhos - Vol. 2 (2025)...




Guilherme Granado e Bruno Abdala se reúnem para um segundo volume de batidas, fantasmas do jazz e poeira de synth-funk. Após o lançamento do primeiro álbum no início deste ano (Vol. 1, pela Sucata Tapes / SUC66), a dupla retorna com um impacto ainda maior, mais profundo e mais suave em Vol. 2 – Filhos. Os grooves permanecem intactos, expandindo a essência crua do funk do Vol. 1 — agora infundida com a liberdade da Tropicália, o caos celestial à la Sun Ra e uma sonoridade mais coesa e confiante. A paleta sonora é rica e eclética: samplers, sinos, sintetizadores analógicos, bateria, marimba, vibrafone, baixo, violas e muito mais se sobrepõem em uma tapeçaria rítmica e calorosa que homenageia o passado enquanto forja novos territórios sonoros... Continue Lendo em Discrepant

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quarta-feira, 20 de maio de 2026

Cidadão Instigado - Cidadão Instigado (2026)...






Fernando Catatau, artista de Fortaleza prolífico no cenário independente há 30 anos, está à frente do projeto Cidadão Instigado desde 1996. Após lançar cinco álbuns calcados na mistura cosmopolita de rock e música romântica brasileira pincelada por ritmos nordestinos, o artista lançou músicas solo e, neste 2026, decidiu retomar o projeto que delineou sua carreira. Mas não espere por um mesmo Cidadão Instigado. Após passar mudanças na formação, 11 anos depois após Fortaleza (2015), o projeto toma novo corpo no álbum homônimo, lançado em março pelo selo Risco. O disco, essencialmente, é fruto das experimentações solitárias de Catatau com uma Roland MV-8800 durante a pandemia. “Quando me vi em casa trancado e sem expectativas, comecei a estudar e experimentar nela pra ocupar meu tempo e não endoidar”, divide o artista à Noize. Então, não espere por solos de guitarra: apesar de tomar o rock como essência ou temática, a sonoridade agora transita por um lo-fi introspectivo... Continue Lendo na Noize

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Lulis - Cais (2026)...



Download: Cais (2026).rar

 Depois de apresentar ao público um primeiro trabalho marcado pela diversidade estética e pela assinatura de um dos principais produtores da música brasileira, Lulis dá um novo passo em sua trajetória com o lançamento de “Cais”, seu segundo disco de estúdio, que chega às plataformas digitais no dia 16 de abril de 2026. Sucessor do álbum Lulis (2023), produzido por Alexandre Kassin, o novo trabalho revela uma artista mais madura, que aprofunda suas parcerias e constrói, com maior nitidez, um universo sonoro próprio. Se antes a cantora e compositora mineira transitava livremente entre referências como indie, bossa nova, rock e reggae, agora essas influências aparecem mais integradas, a serviço de uma narrativa mais coesa e sensível. “Cais” é o nome da última faixa do disco e também do estúdio onde o trabalho foi gravado, em julho e agosto de 2025. Produzido por Bernardo Bauer e Felipe D’Angelo, “Cais” nasce de um ambiente criativo profundamente conectado à cena mineira contemporânea. Os arranjos são assinados por Bernardo Bauer, Felipe D’Angelo e Pedro Hamdan, e a mixagem e masterização ficam a cargo de Felipe D’Angelo. O álbum conta com participações especiais de Thiago Corrêa e Sara Não Tem Nome — dois nomes importantes da música independente brasileira...

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terça-feira, 19 de maio de 2026

ZUANA - Mais Perto (2026)...



A banda ZUANA apresenta ao público o EP Mais Perto, um trabalho ao vivo que amplia a potência do primeiro lançamento de estúdio e marca um novo momento na trajetória do grupo. Disponível em todas as plataformas de streaming, o projeto também ganha um formato audiovisual completo no YouTube, com todas as faixas registradas em vídeo, além de um show de lançamento em junho em Porto Alegre, reforçando a conexão direta com o palco, elemento central dessa fase. Gravado no Estúdio Gaia, o EP nasce como uma extensão natural de Longe, trazendo versões ao vivo que traduzem a evolução das músicas na estrada. Se o primeiro trabalho apresentou a identidade da banda, Mais Perto mostra o que essas canções se tornaram diante do público: mais diretas, intensas e verdadeiras...

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DRAMMA - Não Era Suave (2026)...




 A DRAMMA estreia com o EP "Não Era Suave", primeiro lançamento do quarteto de Limeira (SP) pela Vintesete Records. Com uma sonoridade crua e urgente, o trabalho funde o rock alternativo de guitarras tortas à intensidade do real emo, transformando o desgaste cotidiano e a pressão do tempo em música. Entre timbres distorcidos e vocais potentes, as faixas inéditas entregam o recado autêntico de uma banda que prioriza o básico: músicas viscerais e histórias verdadeiras, colocadas no mundo sem filtros...

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segunda-feira, 18 de maio de 2026

DJ Sem Futuro - ROBOZINHO SUPREMACY (2026)...




Submundo, bruxaria, volt mix e deconstructed club. Estes são alguns dos mundos associados ao funk que DJ Sem Futuro aborda em “ROBOZINHO SUPREMACY”, EP de seis faixas lançado no início deste mês através da nova sub-label da XXIII, CORRE. No Instagram, o produtor explica que a ideia partiu da produção da faixa As Mina Pira, que “foi o primeiro resultado prático de um exercício de reprodução do Beat Bolha, produzido por Petrus, Novin Yarp e Kevo”. No entanto, diz, “como não é muito bom a seguir regras”, decidiu fazer algo “básico” e daí fez variações. Eventualmente, a convite de Torres, da XXIII, “tentou fazer um funk bem experimental”, sempre tentando “misturar e brincar com outros géneros”. O resultado está aí... Continue Lendo nA Cabine

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2freeak - So Many People (2026)...




 O cenário da música alternativa ganha um novo e instigante capítulo com a chegada de “So Many People”, álbum de estreia do duo 2freeak, lançado no dia 23 de abril. Mais do que um primeiro trabalho, o disco se apresenta como uma obra densa e profundamente autoral, capaz de transformar sentimentos complexos em uma experiência sonora envolvente e provocativa. Formado em 2025, o 2freeak nasce do encontro criativo entre o baiano Angelo Johns, responsável pelas composições eletrônicas, sintetizadores e vocais, e o paulista Rafael Tofanelo, que imprime sua identidade nas guitarras e nas texturas psicodélicas. Juntos, eles constroem uma sonoridade híbrida, que rompe fronteiras e revela uma maturidade artística impressionante para um projeto de estreia... Continue Lendo no Papo PopCast

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domingo, 17 de maio de 2026

bruxa do mangue - antifa ep (2026)...




Download: antifa ep (2026).zip (ou bote o mail no bandamp acima)

 Novo EP da cantora, compositora e musicista lo-fi (entre outras coisas mais) de Sergipe, a bruxa do mangue. antifa é um EP de 4 faixas com pegada eletronica, rock e lo-fi....

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sábado, 16 de maio de 2026

Vários Artistas - 40% Foda/Maneirissimo 100 (2026)...



Download: 40% Foda/Maneirissimo 100 (2026).zip (ou vá no bandcamp acima)

 Pra comemora o 100º lançamento do selo 40% Foda Maneiríssimo, o selo carioca lançou uma coletânea com vários projetos que passaram pelo selo e anunciou também o fim do selo, uma perda enorme pra #musicabr e pra gente, que curte muito os trampos lançados pelo selo. Segue o anuncio:

"Nenhuma porcentagem faria sentido passando da sua etmologia. No centésimo lançamento do 40% nós tambem anunciamos o fim do selo, entregando a unica segunda compilação, uma inversão total da primeira compilação, afinal, o ao contrario de 100 é 001. Agradecemos a todo mundo que participou da caminhada do selo. A meta foi cumprida, mesmo que tenha sido quase pela metade."

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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Animal Invisível - Animal Invisível (2026)...




 Criado em meio ao isolamento social, Animal Invisível se manifesta ao mundo em um álbum homônimo e autoral. O projeto de Guri Assis Brasil - apresentado em 2025, com o lançamento do single "Didi" -, faz referência a algo que não se vê, mas que está sempre presente, como o vírus que atravessou o mundo durante a pandemia de covid-19. A ideia parte dessa atmosfera de ameaça silenciosa, quase imperceptível, que se infiltra no cotidiano. No entanto, ao contrário da carga de medo associada àquele período, a música de Animal Invisível segue na direção oposta: as composições exploram movimento, ritmo e energia coletiva. Entre nove composições que transitam entre jazz, funk, soul, samba, psicodelia e rock, Animal Invisível (NuBlu Records, 2026) reúne influências acumuladas ao longo da trajetória do artista como guitarrista, compositor e produtor. A partir de sua guitarra - instrumento central do disco -, o músico cria uma paisagem sonora que se expande em diferentes camadas, revelando um trabalho atento aos detalhes... Continue Lendo no Desalinho

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Zonta - Revolução Sonora (2026)...





Lançar um primeiro álbum nunca é só lançar músicas novas. Para a Zonta, Revolução Sonora chega como o momento em que uma trajetória começa a se enxergar com mais nitidez. Não porque a banda esteja tentando se anunciar como pronta ou definitiva, mas porque este parece ser o trabalho em que tudo o que vinha sendo construído ganha mais forma, mais direção e mais verdade. Formada por João Lucas Brandão, no baixo, Higor Ernandes, na guitarra, Marcos Paulo Bonatti, na percussão, e Valdivino Neto, no vocal, a Zonta vive esse novo capítulo também com a chegada de João Marcos na bateria, reforçando a formação às vésperas do lançamento do primeiro disco... Continue Lendo no Hop Television

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quinta-feira, 14 de maio de 2026

Henrique Tibola - Henrique Tibola (2026)...




Direto de Caxias do Sul (RS), Henrique Tibola estreia seu primeiro álbum de estúdio exclusividade aqui no MI antes da chegada oficial às plataformas, nesta quinta-feira, 10 de abril. Neste disco homônimo, o cantor e compositor organiza oito faixas em torno de temas como amor, ausência, memória e solidão. Ao longo do álbum, Tibola investe numa escrita voltada para as delicadezas e contradições do afeto. Com referências em nomes como Tim Bernardes e Ana Suy, ele traduz seu universo de introspecção em linguagem. Os ingles “Chuva Vai”, “Desaguar”, “Ao Redor do Mundo” e “Meu Amor Por Ti”, já anteciparam a atmosfera do disco, mas ouvindo do início ao fim, fica bem clara a travessia emocional que revela um artista que não tem medo de compartilhar com o mundo as experiências sentimentais mais grandiosas pelas quais nós passaremos ao longo dos anos... Continue Lendo no Minuto Indie

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Estéreo Boutique - meias verdades (2026)...



Ainda faz sentido falar sobre verdade absoluta? Aliás, existe uma verdade absoluta? Para Estéreo Boutique não. Em meias verdades (2026), o grupo faz uma provocação direta a um tempo em que tudo parece precisar de resposta rápida - mesmo quando essas respostas são incompletas. Ao assumir o fragmento no debut, a banda sugere que talvez a verdade não seja algo inteiro, mas algo atravessado por diferentes perspectivas. Formado em 2023 por Brunno Bari, Gabriel Buchmann e Raphael Perez, a Estéreo Boutique se insere na cena independente com uma proposta que atravessa tanto o pensamento quanto a forma. Influenciada por vertentes do rock alternativo e por atmosferas mais etéreas, a banda constrói uma identidade sonora que dialoga diretamente com o conceito que sustenta o EP. Há, nas músicas, um jogo constante entre presença e ausência, densidade e leveza, como se cada elemento estivesse em negociação com o outro, mas recusando resoluções fáceis... Continue Lendo no Desalinho Cultural

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quarta-feira, 13 de maio de 2026

Luann Ribeiro - Estufa dos Sonhos (2026)...




Após audição na Casa Mosaico, o músico, escritor e geógrafo Luann Ribeiro oficializa a chegada de seu primeiro EP solo, “Estufa dos Sonhos”, ao ambiente digital. Com uma trajetória de mais de uma década na cena cultural pernambucana, o artista apresenta uma obra que funde maturidade poética, pesquisa de território e uma sonoridade que transita entre o contemporâneo e o atemporal. O EP é o resultado de uma imersão artística viabilizada pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), através do Estado de Pernambuco e do Ministério da Cultura. Conhecido por ser membro fundador da Orquestra Vitoriense de Música Experimental (OVME) e da banda Filhos da Invenção, Luann utiliza este trabalho para consolidar sua voz individual, trazendo à tona o conceito de geopoética, onde a ciência geográfica de sua formação e a sensibilidade do compositor se encontram... Continue Lendo no Cultura PE

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quedalivre – seres urbanos (2026)...




Cria da nova cena de rock alternativo do Rio de Janeiro, a quedalivre lançou nas plataformas seu primeiro álbum: Seres Urbanos. O grupo, que seguiu direitinho a cartilha de lançamentos e, desde sua fundação em 2024, fez shows pelas casas independentes da cidade, soltou singles e um EP, agora está pronto para este que é, talvez, o passo mais importante de sua história. O disco chega para mostrar o atual momento da banda que parece estar pronta e disposta a alcançar novos públicos. Isso se manifesta nos diferentes gêneros que alcançam durante os 38 minutos distribuídos entre 9 faixas do álbum. O shoegaze, característico da primeira fase do grupo e que serviu de cartão de visitas com o single Acaso, lançado no início do ano, continua muito presente, mas cede espaço para novas camadas e referências do metal alternativo. A pluralidade de sons, apesar de ser grande, não causa estranhamento porque têm como elemento unificador o crescimento das faixas, e o vocal melódico de Lore... Continue Lendo no Ismo

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terça-feira, 12 de maio de 2026

planoreal - Mérito (2026)...

 




Existe uma nova geração de bandas brasileiras que não está pedindo espaço, está ocupando. Bandas que entenderam que fazer música hoje não é só estética, não é só som — é posicionamento. É grito. É corpo. É tensão. É dizer aquilo que incomoda sem tentar suavizar. E a Planoreal é exatamente isso. Um retrato direto, cru e necessário de como a juventude contemporânea está usando o hardcore, o rock alternativo e o emo não como nostalgia, mas como linguagem viva para falar do agora. E mais uma vez, chega uma nova bomba da Alter Ego Produções. Um selo que vem, lançamento após lançamento, colocando no mundo artistas que não estão aqui para preencher espaço, mas para criar impacto. E Mérito entra exatamente nesse lugar... Continue Lendo no Divergentbeats

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Fosfina - Em Teu Leito de Morte (2026)...




Fosfina é o projeto musical de Cleiton Cavalcante, iniciado em 2019 na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Desde o lançamento do seu primeiro single, "Mascara", no mesmo ano, o artista consolidou seu trabalho como uma "One Man Band", formato que mantém até hoje. Ao longo de sua trajetória, Fosfina lançou diversos trabalhos, incluindo os EPs Mistérios (2022) e Fosfina (2024). O projeto busca inspiração não apenas na cena Gótica e Post-Punk nacional, mas também em nomes de peso do cenário internacional. A sonoridade de Fosfina constrói uma atmosfera única, com letras que exploram romances e tragédias, além de temas niilistas e existencialistas. O resultado é um clima intimista e obscuro, equilibrando refrões marcantes, variações de guitarras pesadas e ritmos distintos, sempre em busca de originalidade...

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segunda-feira, 11 de maio de 2026

António Vicente - ato i (2026)...



Download: ato i (2026).rar

O artista antónio vicente apresenta o EP “ato i”, trabalho que consolida em um formato único e contínuo os singles lançados anteriormente, agora organizados dentro de um arco conceitual que amplia o alcance simbólico de sua obra. Mais do que uma reunião de faixas, o projeto funciona como um primeiro capítulo narrativo, em que música, teoria e experiência pessoal se entrelaçam para investigar identidade, memória e resistência. “‘ato i’ inicia uma jornada: arte, propósito e humanidade. Cronos devora os filhos antes que cresçam, preso à profecia de ser destronado. ‘ANTiCRONOS’ vai além da libertação; pergunta o que se faz com a liberdade. Minha liberdade é social, se não está bom para alguém, está bom para ninguém. Porque a justiça não é um privilégio, é um pacto. E a liberdade, para ser real, precisa ser coletiva. Hipátia e Dandara tornaram-se faróis: memória como arma. Lembrar é transformar dor em luta e luto em bandeira. Portanto, essa é a porta que se abre. Abre a minha carreira e também o álbum que vem por aí”, explica o artista... Continue Lendo na Revista Kdea360

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Curva do 90 - Não Feche o Cruzamento (2026)...




Se bandas como Geese e o (tá, mais uma chance ao hype) Angine de Poitrine fizeram um favor para todo mundo, foi o de aguçar o gosto de uma turma enorme para a música estranha. Não que tenham virado grandes nomes do rock por causa disso, ou que o pop tenha virado de cabeça pra baixo, mas 2026 já é um ano que vai crescendo marcado por uma vibe bem diferente, que deve ajudar a tirar vários projetos da garagem. A banda maranhense Curva do 90, surgida em 2022, lança seu primeiro EP justamente agora – e se dedica a uma curiosa mistura de rock progressivo, post rock e estilhaços de punk, além de sons do Norte-Nordeste espalhados nos arranjos. Não feche o cruzamento tem um som que não esconde as referências de bandas como Black Midi, além de um ou outro clima herdado do Radiohead e dos projetos musicais de Thom Yorke. Não há limites: o trio – Arthur Felipe (guitarra), Guilherme Campos (baixo) e Arthur José (vocal e guitarra) – propõe uma “construção ao longo da escuta”, e as faixas são longas (a maior tem oito minutos), cheias de solos e passagens extensas... Continue Lendo no Pop Fantasma

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domingo, 10 de maio de 2026

Cosmo Grão - Ao Vivo (2026)...




Download: Cosmo grão - Ao Vivo (2026).zip (Ou bote mail no bandcamp acima)

Gravado durante show realizado no ano passado, o EP “Cosmo grão - ao vivo” celebra o reencontro do do quarteto original da banda pernambucana Cosmo Grão, que demorou sete anos pra voltar a se reunir. Com quatro faixas que passeiam pelos dois álbuns de estúdio do grupo, o EP foi gravado por Guilherme Assis (Zelo Estúdio), mixado e masterizado por Paulo Umbelino (Umbelino Estúdio), e conta com identidade visual assinada pelo artista recifense Bruno Vilela. "Cosmo grão - ao vivo" é o primeiro lançamento fruto da parceria entre os selos Muuu Records (do Criatório Estúdio) e Precarian Takes (do músico e produtor Benke Ferraz)...

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