As Beattas é uma banda indie do subúrbio carioca, um duo formado por Miss Sirius na voz e pandeirola e Greco Blue na guitarra e voz. Há pouco mais de um ano, a banda vem apresentando o seu garage folk psicodélico pelos palcos do Rio de Janeiro. Chegam agora com seu EP de estreia “Pro Inferno com As Beattas”, gravado e produzido por Marcos Thanus, no estúdio Caverna Mamó, com seis faixas: “Coringou”, “Trocando Línguas (Shy & High)”, “Classe”, “Muito Obrigada”, “Hey Neguinha”, “Dona de Casa Rock (eletro hippie mix)” – e algumas participações especiais. Marcelo Callado toca violão de aço em “Trocando Línguas (Shy & High)” e diversos instrumentos de percussão em todas as faixas do álbum, o seu companheiro nas bandas Do Amor e Cê, Ricardo Dias Gomes, toca baixo em “Hey Neguinha”, e o maestro Gabriel Ares toca piano e órgão na faixa de abertura “Coringou”. O produtor e a banda tocam todos os demais instrumentos. O trabalho valoriza as imperfeições humanas, sem abrir mão de rigor técnico, evitando correções e edições desnecessárias, entregando ao público um retrato daquela execução dos músicos envolvidos. Um confronto direito ao processo de robotização do ser humano, em curso nos tempos atuais. Esse conceito se reflete na capa do álbum, assinado pela vocalista, com um desenho retirado do seu caderninho de composições...
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
As Beattas - Pro Inferno com As Beattas (2026)...
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As Beattas é uma banda indie do subúrbio carioca, um duo formado por Miss Sirius na voz e pandeirola e Greco Blue na guitarra e voz. Há pouco mais de um ano, a banda vem apresentando o seu garage folk psicodélico pelos palcos do Rio de Janeiro. Chegam agora com seu EP de estreia “Pro Inferno com As Beattas”, gravado e produzido por Marcos Thanus, no estúdio Caverna Mamó, com seis faixas: “Coringou”, “Trocando Línguas (Shy & High)”, “Classe”, “Muito Obrigada”, “Hey Neguinha”, “Dona de Casa Rock (eletro hippie mix)” – e algumas participações especiais. Marcelo Callado toca violão de aço em “Trocando Línguas (Shy & High)” e diversos instrumentos de percussão em todas as faixas do álbum, o seu companheiro nas bandas Do Amor e Cê, Ricardo Dias Gomes, toca baixo em “Hey Neguinha”, e o maestro Gabriel Ares toca piano e órgão na faixa de abertura “Coringou”. O produtor e a banda tocam todos os demais instrumentos. O trabalho valoriza as imperfeições humanas, sem abrir mão de rigor técnico, evitando correções e edições desnecessárias, entregando ao público um retrato daquela execução dos músicos envolvidos. Um confronto direito ao processo de robotização do ser humano, em curso nos tempos atuais. Esse conceito se reflete na capa do álbum, assinado pela vocalista, com um desenho retirado do seu caderninho de composições...
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