Fundada em 2025 na cidade de Campina Grande (PB), a banda Will e a Manufatura é formada por Willames Diniz (violão e voz), Pedro Haus (baixo e coros), Neo Lima (guitarra e coros) e Renato Barbosa (bateria). O projeto agrega elementos de música latina, blues, chanson, trova, baladas e MPB ao Rock e se apropria de temas religiosos, históricos, filosóficos e literários para abordar aspectos comuns do cotidiano. Suas alegorias recondicionam perspectivas por meio de símbolos antagônicos, uma vez cômicos, outra vez trágicos, ademais dramáticos, para provocar o interlocutor a discutir as circunstâncias que levam à reflexão de si, enquanto parte do complexo emaranhado de convicções fluidas e instabilidade emocional que cercam a contemporaneidade. O trabalho ganha vida no EP VAIAVIVA, já disponível em todas as plataformas de streaming, e nos palcos da Paraíba. Com um característico estilo pouco habitual às composições de ânimo popular, suas cinco faixas causam interesse pela maneira pouco ortodoxa de apresentar assuntos como afeição, liberdade, moralidade, tolerância, espiritualidade sob o compasso de nossas imposturas, compulsões, afetações e insipiências. O próprio nome da banda reflete essa estética quando alude ao processo de produção que alia apuro artesanal à divisão do trabalho com auxílio de instrumentos na transformação da matéria-prima. Soa deliciosamente estranho... Continue Lendo no Rapadura Rock Web
quinta-feira, 27 de agosto de 2026
Will e a Manufatura - VAIAVIVA (2025)...
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Fundada em 2025 na cidade de Campina Grande (PB), a banda Will e a Manufatura é formada por Willames Diniz (violão e voz), Pedro Haus (baixo e coros), Neo Lima (guitarra e coros) e Renato Barbosa (bateria). O projeto agrega elementos de música latina, blues, chanson, trova, baladas e MPB ao Rock e se apropria de temas religiosos, históricos, filosóficos e literários para abordar aspectos comuns do cotidiano. Suas alegorias recondicionam perspectivas por meio de símbolos antagônicos, uma vez cômicos, outra vez trágicos, ademais dramáticos, para provocar o interlocutor a discutir as circunstâncias que levam à reflexão de si, enquanto parte do complexo emaranhado de convicções fluidas e instabilidade emocional que cercam a contemporaneidade. O trabalho ganha vida no EP VAIAVIVA, já disponível em todas as plataformas de streaming, e nos palcos da Paraíba. Com um característico estilo pouco habitual às composições de ânimo popular, suas cinco faixas causam interesse pela maneira pouco ortodoxa de apresentar assuntos como afeição, liberdade, moralidade, tolerância, espiritualidade sob o compasso de nossas imposturas, compulsões, afetações e insipiências. O próprio nome da banda reflete essa estética quando alude ao processo de produção que alia apuro artesanal à divisão do trabalho com auxílio de instrumentos na transformação da matéria-prima. Soa deliciosamente estranho... Continue Lendo no Rapadura Rock Web
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