Tem muita tristeza e melancolia em Waterworks, estreia solo do músico paulistano Filipe Miu após várias trilhas sonoras e alguns trabalhos em parceria. As “águas” do título do álbum remetem ao choro e um período complicado, que ele transformou em música – e de certa forma, transformou igualmente em trilha musical. Last rites at the sea, na abertura, é um som aquático e lo-fi, com metais, efeitos sonoros e vibração percussiva e sombria, que mais parece o tema de uma série de true crime ou de série sobre vida em outros planetas. Break the surface soa como a chegada a uma superfície de verdade, entrando numa área mais ambient e luminosa. Exhale the grave tem clima de mergulho. Waterworks segue alternando luzes e sombras... Continue Lendo no Pop Fantasma
domingo, 22 de fevereiro de 2026
Filipe Miu - Waterworks (2025)...
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Tem muita tristeza e melancolia em Waterworks, estreia solo do músico paulistano Filipe Miu após várias trilhas sonoras e alguns trabalhos em parceria. As “águas” do título do álbum remetem ao choro e um período complicado, que ele transformou em música – e de certa forma, transformou igualmente em trilha musical. Last rites at the sea, na abertura, é um som aquático e lo-fi, com metais, efeitos sonoros e vibração percussiva e sombria, que mais parece o tema de uma série de true crime ou de série sobre vida em outros planetas. Break the surface soa como a chegada a uma superfície de verdade, entrando numa área mais ambient e luminosa. Exhale the grave tem clima de mergulho. Waterworks segue alternando luzes e sombras... Continue Lendo no Pop Fantasma
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