Composto por Gabriel Peregrino (vibrafone), Guilherme Saka (guitarra) e Théo Fraga (contrabaixo), o Retrato Brasileiro propõe em “Divertimento” (2026), ao lado de Marcelo Onofri (piano), uma sonoridade pouco convencional dentro da música instrumental brasileira, sem bateria e com forte diálogo entre timbres, contrapontos e narrativas. “Apesar de a maioria das obras já terem sido gravadas em algum momento da carreira do Marcelo, ele nunca havia trabalhado com essa formação. A guitarra elétrica e o vibrafone trouxeram uma nova cor para músicas que ele já havia gravado em outros contextos, fomos desenvolvendo juntos os arranjos e sentindo quais peças encaixavam melhor no conjunto que queríamos construir”, explica o trio. Musicalmente, as obras de Onofri são compostas a partir de uma fusão entre referências da música de concerto (Bach, Ravel), da música brasileira (Tom Jobim, Gilberto Gil) e da tradição latino-americana, como em “Tragitango”, homenagem a Astor Piazzolla. O título “Divertimento” sintetiza tanto a estética musical quanto o processo de criação do disco. Além de remeter à ideia de peças camerísticas, o nome traduz o clima de troca, experimentação e prazer coletivo que marcou os ensaios e gravações. “É um disco muito energético, diverso e divertido de ouvir. Uma homenagem que também é um encontro de amizades”, define o trio... Continue Lendo no ScreamYell
sexta-feira, 3 de abril de 2026
Marcelo Onofri & Retrato Brasileiro - Divertimento (2026)...
Download: Divertimento (2026).rar
Composto por Gabriel Peregrino (vibrafone), Guilherme Saka (guitarra) e Théo Fraga (contrabaixo), o Retrato Brasileiro propõe em “Divertimento” (2026), ao lado de Marcelo Onofri (piano), uma sonoridade pouco convencional dentro da música instrumental brasileira, sem bateria e com forte diálogo entre timbres, contrapontos e narrativas. “Apesar de a maioria das obras já terem sido gravadas em algum momento da carreira do Marcelo, ele nunca havia trabalhado com essa formação. A guitarra elétrica e o vibrafone trouxeram uma nova cor para músicas que ele já havia gravado em outros contextos, fomos desenvolvendo juntos os arranjos e sentindo quais peças encaixavam melhor no conjunto que queríamos construir”, explica o trio. Musicalmente, as obras de Onofri são compostas a partir de uma fusão entre referências da música de concerto (Bach, Ravel), da música brasileira (Tom Jobim, Gilberto Gil) e da tradição latino-americana, como em “Tragitango”, homenagem a Astor Piazzolla. O título “Divertimento” sintetiza tanto a estética musical quanto o processo de criação do disco. Além de remeter à ideia de peças camerísticas, o nome traduz o clima de troca, experimentação e prazer coletivo que marcou os ensaios e gravações. “É um disco muito energético, diverso e divertido de ouvir. Uma homenagem que também é um encontro de amizades”, define o trio... Continue Lendo no ScreamYell
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