“Somos o que contrasta de forma abstrata: uma poesia enigmática dentro do estilo musical que abordamos, com temas existencialistas — dor, perda, solidão, niilismo, paixão, amor, ódio, medos e traumas”, diz o trio Poesia Abstrata, lançamento de um selo do Rio, o Paranoia Musique, ligado a climas trevosos e a aclimatações pós-punk. Eu, o ego e as sombras, novo álbum do grupo, perde potência devido à gravação, que deixa o som dos vocais meio abafado em relação aos instrumentos – mas compensa nas boas canções e faz uma boa junção de referências de época. O disco percorre um imaginário gótico eletrônico bem reconhecível, abrindo com um Prelúdio curto, com teclados e batida eletrônica próxima do trip-hop. Em várias faixas o grupo aposta no dance-rock: Verdades e mentiras e Escolhas certas, erros perfeitos vão nessa trilha, apostando às vezes em guitarras distorcidas. Faixas como Estado do espírito e Quadro de ilusões, por sua vez, evocam Depeche Mode, só que nas facetas mais misteriosas do grupo britânico. Climas lembrando os discos menos solares do The Cure surgem em músicas como Nada além de histórias e romances e Cicatrizes… – esta, trazendo riffs de guitarra lado a lado com teclados graves e gélidos... Continue Lendo no Pop Fantasma
terça-feira, 10 de março de 2026
Poesia Abstrata - Eu, o Ego e as Sombras (2025)...
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“Somos o que contrasta de forma abstrata: uma poesia enigmática dentro do estilo musical que abordamos, com temas existencialistas — dor, perda, solidão, niilismo, paixão, amor, ódio, medos e traumas”, diz o trio Poesia Abstrata, lançamento de um selo do Rio, o Paranoia Musique, ligado a climas trevosos e a aclimatações pós-punk. Eu, o ego e as sombras, novo álbum do grupo, perde potência devido à gravação, que deixa o som dos vocais meio abafado em relação aos instrumentos – mas compensa nas boas canções e faz uma boa junção de referências de época. O disco percorre um imaginário gótico eletrônico bem reconhecível, abrindo com um Prelúdio curto, com teclados e batida eletrônica próxima do trip-hop. Em várias faixas o grupo aposta no dance-rock: Verdades e mentiras e Escolhas certas, erros perfeitos vão nessa trilha, apostando às vezes em guitarras distorcidas. Faixas como Estado do espírito e Quadro de ilusões, por sua vez, evocam Depeche Mode, só que nas facetas mais misteriosas do grupo britânico. Climas lembrando os discos menos solares do The Cure surgem em músicas como Nada além de histórias e romances e Cicatrizes… – esta, trazendo riffs de guitarra lado a lado com teclados graves e gélidos... Continue Lendo no Pop Fantasma
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