Há um ditado que diz “A flor que desabrocha na adversidade é a mais bela de todas” e assim é a criação da Espelhos de Okê, banda mineira que une tropicalismo e afrobeat e hoje lança o disco de estreia: “Vista Sua Armadura Mais Bonita”, via selo Alcalina Records. As músicas inspiram o olhar para si, em busca de um caminho que desperte a espiritualidade por meio do autoconhecimento. Como alcançar este resultado? Músicas dançantes, ritmos marcantes influenciados pela música brasileira e negra mundial. O disco já está disponível nas principais plataformas de streaming. “O disco é o primeiro da banda, representa o nascimento do projeto, que traz em suas músicas a densidade que sentimos durante os tempos pandêmicos. Surgiu da necessidade de romper com a inércia e entrar em movimento, canalizando os sentimentos de angústia, desespero e questionamentos. Em meio ao processo percebemos que as músicas iam muito além desse tempo, porque tais sentimentos são sentidos diariamente e a busca por amor, empatia e esperança é constante.”, analisa Flaviany Matos, vocalista... Leia mais no Midiorama
sexta-feira, 5 de novembro de 2021
ESPELHOS DE OKÊ - Vista Sua Armadura Mais Bonita (2021)...
Há um ditado que diz “A flor que desabrocha na adversidade é a mais bela de todas” e assim é a criação da Espelhos de Okê, banda mineira que une tropicalismo e afrobeat e hoje lança o disco de estreia: “Vista Sua Armadura Mais Bonita”, via selo Alcalina Records. As músicas inspiram o olhar para si, em busca de um caminho que desperte a espiritualidade por meio do autoconhecimento. Como alcançar este resultado? Músicas dançantes, ritmos marcantes influenciados pela música brasileira e negra mundial. O disco já está disponível nas principais plataformas de streaming. “O disco é o primeiro da banda, representa o nascimento do projeto, que traz em suas músicas a densidade que sentimos durante os tempos pandêmicos. Surgiu da necessidade de romper com a inércia e entrar em movimento, canalizando os sentimentos de angústia, desespero e questionamentos. Em meio ao processo percebemos que as músicas iam muito além desse tempo, porque tais sentimentos são sentidos diariamente e a busca por amor, empatia e esperança é constante.”, analisa Flaviany Matos, vocalista... Leia mais no Midiorama
Cabokaji - Cabokaji (2021)....
Após dois anos de produção, o CABOKAJI lança seu primeiro álbum autointitulado em todas as plataformas de streaming na sexta-feira, 29, dentro do projeto Original Caboks. No dia seguinte, estreia turnê virtual de lançamento do disco em Salvador através do Youtube da Casa Preta Espaço de Cultura. A série de shows lives do CABOKAJI ocorre sempre aos sábados até 27 de novembro, às 19h, numa parceria com espaços culturais alternativos de Salvador, Aracaju, Maceió e Olinda. No álbum gravado no estúdio da Aquahertz Beats, o grupo explora a musicalidade indígena, que deu origem a diversos ritmos nordestinos, com reforço da musicalidade eletrônica e contemporânea. Estilos pouco comuns, como rojão, aboio, dança de Búzios, Coco Fulni-ô, e outros mais populares como maracatu e afoxé, também integram o trabalho... Leia mais no A Tarde
quinta-feira, 4 de novembro de 2021
CIRIO - Rimas Bélicas de Álcool Gel (2021)...
O cantor e compositor CIRIO, de Porto Alegre (RS) acaba de lançar o seu novo álbum "RIMAS BÉLICAS DE ÁLCOOL GEL", trabalho que marca uma nova fase de sua carreira, somente com músicas de rap e trap, porém sem deixar de lado a letra afiada presente em singles anteriores como "A Culpa é da ONG, Talkey?" e "Censura". O novo trabalho faz uma retrospectiva dos quase 2 anos de pandemia com rimas que misturam vivências pessoais com críticas políticas e crônicas sobre a desigualdade, o negacionismo e o isolamento social no Brasil. A maioria das músicas foi composta em 2020 e fez parte do quadro "Cantadas Crônicas", do canal CIRIO TV no YouTube, pelo qual o cantor reflete sobre assuntos atuais por meio de canções inéditas. "Era para ser um projeto de retrospectivas musicais, conteúdo que costumo trazer para o meu canal, contudo, a partir de março a pandemia estourou e eu me vi fazendo um álbum denso de protesto.", explica CIRIO sobre o processo criativo...
Jova - Emergir (2021)...
A busca por autoconhecimento após mudanças nas dinâmicas da vida foi o que motivou o artista de Belfort Roxo, Jova, a compor Emergir, seu terceiro EP, que retrata o processo de reconstrução e encontro de um novo caminho. Acompanhado de um videoclipe, o lançamento chega via selo Mondé. Emergir traz quatro músicas autorais e autobiográficas – sendo uma instrumental – que abordam uma nova fase do cantor e compositor Jova, natural de Belford Roxo (RJ). “O EP marca meu processo de reconstrução. As letras refletem e trazem um movimento solar, de descoberta e estado de espírito”, conceituou... Leia mais no Cabana da Música
quarta-feira, 3 de novembro de 2021
Entropia-Entalpia - Diegese (2021)...
Entropia-Entalpia é o projeto solo do instrumentista e produtor recifense Matheus Camara, membro do Teto Preto e um dos membros da Mamba Negra. Em Diegese, novo EP do projeto lançado pelo DSRVTV, o artista constrói um ambiente agradável e ao mesmo tempo bucólico, uma ambigüidade reflexiva e contemplativa. Elementos sutis e contra-intuitivos coexistem em relativa harmonia, dando drama a uma jornada experimental e minimalista...
Aqno - O Retorno de Saturno (2021)...
terça-feira, 2 de novembro de 2021
Arthur Martins - Novo Homem (2021)...
Igor Liberato - Gato (2021)...
segunda-feira, 1 de novembro de 2021
Marcelo Cavalcante - (In)produtivo (2021)...
“O corpo cheio do whisky vazio” é um dos belos versos que ilustra a canção Esparsa, a primeira do EP (In)produtivo, do músico pernambucano Marcelo Cavalcante. E não há jogo de palavras melhor para captar a aura do disco, fruto das reflexões do músico no isolamento social da pandemia. “O disco é uma viagem para dentro, evidenciando um certo existencialismo, na procura necessária de se conhecer. Fui nas profundezas, nas feridas, como uma sessão de terapia em alguns momentos, buscando minha verdade interior e construindo um cenário onde consegui ser mais ‘produtivo’, mantendo um processo com mais equilíbrio e saúde mental.” A faixa de abertura dá o tom do que vem a seguir, em concisos, mas prazerosos, 12 minutos. A duração é dividida em cinco faixas autorais, sendo uma delas, Esparsa, em parceria com o prolífico compositor Juliano Holanda, que estreou como single em abril deste ano, e No quê da vida, segundo single, que saiu em setembro. O EP, o primeiro de Marcelo Cavalcante, já se encontra disponível em todas as plataformas digitais... Continue Lendo no Diário de Pernambuco
Irmãs de Pau - Dotadas (2021)...
Uma das maiores revelações da cena LGBTQIA+ brasileira deste ano, as Irmãs de Pau finalmente se apresentam ao público seu primeiro álbum “Dotadas”. O projeto chega acompanhado do lançamento do clipe de “Hermanas”, colaboração com Jup do Bairro. “O clipe parte do encontro entre as linguagens que a Jup já vinha trabalhando em seus últimos lançamentos mais a nossa estética do funk de quebrada pra compor mundos (im)possíveis na qual nossas existências são não apenas respeitadas mas exaltadas em cada detalhe”, as artistas contam. O clipe, dirigido por Maloka Filmes, os mesmos produtores de “Travequeiro”, e com um mundo futurista 3D criado por Pedro Bazani e Jean Petra, conta com o styling das Irmãs assinado por João Ribeiro, responsável pelos figurinos de Pabllo Vittar, e MEMBRANA vestindo Jup do Bairro... Leia mais no Zona Suburbana
domingo, 31 de outubro de 2021
Hominis Canidae #137 - Outubro (2021)...
Continue ouvindo música brasileira, apoiando os artistas e sobrevivendo!
sábado, 30 de outubro de 2021
Tássia Reis - Próspera D+ (2021)...
sexta-feira, 29 de outubro de 2021
Jennifer Souza - Pacífica Pedra Branca (2021)...
Parece que, volta e meia, surge em Minas Gerais um mistério musical instigante. Nos anos 1970, o Clube da Esquina misturou a progressividade beatlemaníaca ao espírito quase xamânico das montanhas de Minas. Já nos 1990, o Skank compreendeu que o Pop mais chiclete possível também poderia ser fonte de originalidade e ambição musical. No meio dos 2010, um grupo de jovens resolveu ir para um lado mais agressivo, criando uma cena caprichada em referências do Shoegaze e Emo, destacando nomes como Jonathan Tadeu, Fernando Motta e El Toro Fuerte. E mais recentemente, beirando o final da década passada, alguns artistas retornaram à música mais intimista, enxergando no Indie Folk um campo fértil para mergulhos internos. É desse lugar íntimo que Jennifer Souza vem. Integrante de bandas como Transmissor e Moon, a cantora e compositora se firmou dentro desse Folk há tempo considerável. Seu disco de estreia, Impossível Breve (2013), é fundamental para sacar sua arte – não de um ponto de vista apenas técnico, mas a respeito das sensações que evoca. Com predileção por arranjos brandos e suaves, a narrativa de Jennifer é quase traiçoeira. Quanto tudo parece sob controle, surge a intensidade, uma espécie de purgação repentina, que chega acompanhada, entretanto, de leveza musical. Após uma espera de oito anos, seu segundo disco de estúdio revela como o tempo refinou ainda mais essa dualidade entre introspecção e catarse que Jennifer carrega... Continue Lendo no MonkeyBuzz
Castel - Memórias do Futuro (2021)...
quinta-feira, 28 de outubro de 2021
Kanduras - Horizonte na Estrada (2021)...
Em abril de 2020, a Kanduras lançava seu primeiro disco cheio, ‘Dístico‘, muito bem recebido e aclamado. O cenário no Brasil e no mundo era novo e caótico, com quarentena e isolamento social para evitar a propagação da Covid-19. Nesse contexto, muita gente conheceu o som da banda e seu disco como uma grata surpresa que ajudaria a suportar o ócio de tempos difíceis e solitários. O que ninguém sabia era que esses tempos não ficariam para trás tão cedo. Mas ver uma luz no fim do túnel é necessário para que possamos resistir. Assim foi com a Kanduras, que, guarnecida de esperança, apresenta agora o seu mais novo EP, ‘Horizonte na Estrada‘. Convidamos o vocalista e guitarrista Raphael Thebas para bater um papo com a gente, revelar alguns detalhes sobre o novo lançamento e refletir sobre o atual contexto do país e do mundo... Leia o Papo no Cabana da Música
Bivolt - Nitro (2021)...
quarta-feira, 27 de outubro de 2021
Gusashi - South Samurai (2021)...
Peixe Frito - Humanos em Conserva (2021)...
Uma perspectiva de cronista sobre a realidade ao seu entorno em um retrato caótico, catártico e sem perder o sorriso surge em “Humanos em Conserva”, disco de estreia da banda potiguar Peixe Frito. Retratando a realidade do interior do Rio Grande do Norte, o grupo quer se conectar com histórias deixadas de lado pelos grandes centros em uma roda punk e no ritmo do hardcore. O álbum está disponível em todas as plataformas de música. Formada por Nogueira (guitarra e voz), Lenin (baixo) e Piel (bateria) em 2018, a banda é nativa da cidade de Pau dos Ferros. Depois de “Cosmos Sessions”, EP ao vivo lançado em 2019, a Peixe Frito consolida uma jornada que começou despretensiosamente como um punk rock escrachado entre amigos... Leia mais no Parana Shop
terça-feira, 26 de outubro de 2021
Pessoa - Não Fique Jururu (2021)...
Chega nesta próxima quinta-feira (19) o novo EP de Leandro Pessoa, Não Fique Jururu. Com apenas quatro faixas, o disco é uma produção de Iago Guimarães (Casinhalab) e foi gravado de forma inteiramente remota, por meio de videochamadas localizadas entre as cidades de Salvador e Juazeiro, ambas na Bahia. Com estética pop, as músicas que chegam neste novo projeto são aconchegantes. Como toda música de Leandro, elas retratam o cotidiano de forma poética, principalmente o cotidiano vivido durante o isolamento social provocado pela pandemia. “A vivência da quarentena, a nova realidade de interações sociais reduzidas, me levou ao encontro de sensações no lar. É um trabalho de canções que buscam provocar o ouvinte nas dimensões da escuta, bem como nas do corpo e do sentimento”, explica o músico... Leia mais no Universo Retro
Flávio XL - THE MUSHROOM TAPE (2021)...
Falar o que é preciso. Insistir numa discussão urgente em meio ao retrocesso político e sociocultural que vivemos no Brasil. Destacar a raiz da luta e resistência negra não apenas como uma nova forma de olhar para o passado, mas usar a rima e os beats que carregam a tradição transformada na música do hoje. Marcar os passos dados desde o levantar da cama, desde o abrir a porta com coragem e esperança para vislumbrar o amanhã que mundão nos deve, mas finge que não é com ele. “The Mushroom Tape (2021)”, disco de Flávio XL, em parceria com o beatmaker e produtor Dudu Foxx, traz questionamentos rimados de maneira madura, contundente e original em instrumentais que agregam os estilos que estão em alta na bass music periférica, mas têm em seu DNA parte do que o funk ensinou nas quebradas do Rio de Janeiro. Com participações de Pingo do Rap, Mano Teko, Helen Nzinga, e poesia de Fábio Emecê, Flávio XL- MC e professor que participa da cena alternativa desde 2000, lançando seus primeiros raps em 2005- ataca o conceito de meritocracia propagado pelas elites, denuncia o racismo e nos faz pensar: nossa vida é outra, outras demandas, outras conquistas...




















.png)


