terça-feira, 8 de dezembro de 2020
O Quartinho - Compacto (2020)...
segunda-feira, 7 de dezembro de 2020
Allen Alencar - Aqui Onde (2020)...
Juyè - Do Desapego ao Amor (2020)...
domingo, 6 de dezembro de 2020
Hominis Canidae REC - SPLIT2021 (2020)...
sábado, 5 de dezembro de 2020
O Nó - Resquícios Cromáticos (2020)...
Depois de um longo período de preparação, os integrantes d’O Nó revelam ao público o primeiro álbum de estúdio da carreira. Intitulado Resquícios Cromáticos (2020), o trabalho produzido em um intervalo de mais de dois anos reflete o completo esmero do grupo formado por Alexandre Drobac (guitarra e vozes), Rodolfo Almeida (baixo e vozes), Matheus Perelmutter (sintetizadores e vozes) e Mateus Bentivegna (bateria). São canções que passeiam pelo pop psicodélico dos anos 1980, porém, de forma sempre autoral, conceito que tem sido explorado desde o introdutório EP1 (2015)... Via Miojo Indie
sexta-feira, 4 de dezembro de 2020
Viratempo - AUTOCURA (2020)...

Plutão Já Foi Planeta - Risco de Sol (2020)...
Já dizia Jammil e Uma Noites: ‘É verão, sei lá (…) / Tempo bom de ser feliz / Tempo bom de namorar’. Tempo bom também de tomar um banho de sol, curtir uma praia (com responsabilidade, por favor, olha o COVID-19 aí), mas também é tempo de refletir, colocar as coisas no lugar e redirecionar os planos. É meio isso o que a Plutão Já Foi Planeta está fazendo ao lançar o EP Risco de Sol. Depois da resposta positiva de A Última Palavra Feche A Porta (2017), de se mudarem para São Paulo, de tocar em grandes festivais (como o Lollapalooza) e de mudanças na formação do grupo, a PJFP resolveu descansar. Alguns meses curtindo os chãos de taco dos apartamentos paulistas e mantendo o low profile. Até que, em algum momento, deu saudade de casa. Talvez tenha sido o feixe de luz que inspirou Natália Noronha em “Risco De Sol” — única faixa do EP inédita e composta pelo grupo. As outras quatro canções são releituras pop de compositores potiguares: “O Roqueiro E A Hippie” (André Macambira / Luiz Gadelha / Simona Talma), “Demora Não” (Ângela Castro), “Quem Ama Perdoa” (Fernando Luiz / Geraldo Neri) e “Esses Meses” (Juão Nÿn)... Leia mais no You Me Dancing!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2020
Felipe Neiva - Tanto (2020)...
“Tanto” (ou “tanto.”, como é grafado) é o sétimo disco de Felipe Neiva, o Surpreendente de Niterói. O trabalho chega um ano depois de “Filho”, o trabalho de “micropolítica” do artista (leia e ouça aqui). O Surpreendente de Niterói não falha, surpreende. Parece não haver um disco igual ao outro – e pra artistas como ele, nem é pra ter, deixemos as previsibilidades pros que almejam as paradas de sucesso. Entretanto, eis que “Tanto” é surpreendente até nisso: ele é um disco que soa como “de AM”. Não sei se nos grandes centros urbanos as pessoas ainda escutam com tanta frequência rádios AM, mas por muito tempo foi ali que morava o fomento da música popular brasileira. Não a música popular que viaja pra Europa, mas a música popular que toca nos radinhos de pilha do povo. “Tanto” é surpreendente porque tem uma sonoridade “moderna” (o que quer que isso queira dizer) encorpando músicas pra dançar em muquifos, em calçadas distantes, lavando a louça, fumando um cigarro na laje olhando o passado... Continue Lendo no Floga-se
Fabio Pinczowski - Habilidades do Deserto (2020)...
quarta-feira, 2 de dezembro de 2020
EricBeatz - Expresso das Expressões (2020)...
Jova - Músicas para Ouvir Perdido na Floresta (2020)...
terça-feira, 1 de dezembro de 2020
Amanda Gonsales - Sacro (2019)....
Carabobina - Carabobina (2020)...
segunda-feira, 30 de novembro de 2020
Hominis Canidae #126 - Novembro (2020)...
domingo, 29 de novembro de 2020
Os Mutantes - A Divina Comédia Ou Ando Meio Desligado (1970)...
sábado, 28 de novembro de 2020
Museu de Cinzas - Monocromático (2020)...
A imagem em chamas do velho casarão do século XIX ainda arde na minha memória. O fogo havia tomado tudo. Em poucos minutos, parte da memória do país e da humanidade se apagava de forma implacável. As labaredas de fogo dançavam revolutas em redemoinhos debochados e flamejantes ante a nossa súplica incrédula. Alguns choravam e lamentavam; outros davam de ombros sem saber muito bem por quê. Uma tragédia sem precedentes. O Museu Nacional, um lugar comum para mim de encontros e desencontros, ruía esquecido, abandonado, monocromático. Um museu de cinzas. O cheiro defumado da história ainda pairava no poluído ar da Quinta da Boa Vista quando escrevia as primeiras linhas de Monocromático, uma canção sobre a incompletude fluida dos relacionamentos modernos. Os versos “Me permito a te esquecer/se você não vai embora” surgiram assim, da mistura caótica e desordenada enclausurada no tecido urbano diário de nossas vidas. Gosto de museus e de suas histórias mofadas pelo tempo. Talvez, por isso, eu teime sempre em escrever sobre identidade. Dentro dos limites do possível, porque precisamos dos museus para nos decifrarmos. Quando um museu se apaga, leva com ele uma parte que não teremos mais para nos reconhecer. Um vazio, um nó difícil de se desatar. Para que o novo comece é necessário que se finde algo. O que estranhamente também se conecta ao momento atual. Precisamos nos afinar, nesse recorte outonal de nossas vidas, no mesmo diapasão das cinzas que nos restaram. Espero que se reconheçam nos retalhos ruidosos e distorcidos da Museu de Cinzas...



















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