“Espectrum”, da artista Olívia Dória, integrante do Coletivo Autista da UFPB, propõe uma experiência imersiva que une música, performance e sensorialidade. O álbum nasceu da necessidade de transformar em arte tudo aquilo que, durante muitos anos, eu não conseguia explicar com palavras. É um show musical autoral que atravessa minha trajetória como cantora, compositora, tecladista, atriz, professora e mulher neurodivergente. Nele, reúno música, performance, poesia, imagens e experimentações sonoras para criar um espaço onde a sensibilidade não precisa ser escondida, mas celebrada. Ao longo da minha vida, a arte foi a forma que encontrei para compreender o mundo e também para permanecer nele. Cada canção de Espectrum carrega fragmentos de memórias, afetos, deslocamentos, descobertas e reinvenções. O espetáculo fala sobre pertencimento, identidade, amor, solidão, transformação, saúde mental e sobre a beleza de existir de maneiras diferentes. No palco, meu desejo é construir uma experiência que vá além do show musical. Espectrum nasce da diferença, da pluralidade de corpos, pensamentos e formas de sentir. Sua realização fortalece a produção artística local, movimenta profissionais da cadeia cultural e amplia a presença de narrativas muitas vezes invisibilizadas. O que faz meus olhos brilharem é acreditar que uma canção pode mudar uma tarde, que um espetáculo pode fazer alguém se sentir compreendido e que a arte continua sendo uma das maneiras mais bonitas de lembrar que não estamos sozinhos. Espectrum é, acima de tudo, um gesto de afeto lançado ao mundo. Um convite para escutar, sentir e existir com mais liberdade...
terça-feira, 20 de outubro de 2026
Olívia Doria - Espectrum (2026)...
Download: Espectrum (2026).rar
“Espectrum”, da artista Olívia Dória, integrante do Coletivo Autista da UFPB, propõe uma experiência imersiva que une música, performance e sensorialidade. O álbum nasceu da necessidade de transformar em arte tudo aquilo que, durante muitos anos, eu não conseguia explicar com palavras. É um show musical autoral que atravessa minha trajetória como cantora, compositora, tecladista, atriz, professora e mulher neurodivergente. Nele, reúno música, performance, poesia, imagens e experimentações sonoras para criar um espaço onde a sensibilidade não precisa ser escondida, mas celebrada. Ao longo da minha vida, a arte foi a forma que encontrei para compreender o mundo e também para permanecer nele. Cada canção de Espectrum carrega fragmentos de memórias, afetos, deslocamentos, descobertas e reinvenções. O espetáculo fala sobre pertencimento, identidade, amor, solidão, transformação, saúde mental e sobre a beleza de existir de maneiras diferentes. No palco, meu desejo é construir uma experiência que vá além do show musical. Espectrum nasce da diferença, da pluralidade de corpos, pensamentos e formas de sentir. Sua realização fortalece a produção artística local, movimenta profissionais da cadeia cultural e amplia a presença de narrativas muitas vezes invisibilizadas. O que faz meus olhos brilharem é acreditar que uma canção pode mudar uma tarde, que um espetáculo pode fazer alguém se sentir compreendido e que a arte continua sendo uma das maneiras mais bonitas de lembrar que não estamos sozinhos. Espectrum é, acima de tudo, um gesto de afeto lançado ao mundo. Um convite para escutar, sentir e existir com mais liberdade...
Assinar:
Postar comentários (Atom)

.png)



Nenhum comentário:
Postar um comentário