domingo, 1 de outubro de 2017

Lukas Endhardt - Babalaô EP (2016)



Download: Babalaô EP.zip

"Este EP dará uma ideia acerca de um dos mais atuais produtores por aí no momento, o alemão Lukas Endhardt. Seu pai é um percussionista de jazz latino. Assim, Lukas cresceu entre os mais diversos tipos de instrumentos - grandes e pequenos - de percussão. Desde sempre se sentiu conectado a ritmos vindouros de culturas diferentes à sua. De uma forma ou de outra, ele leva uma vida profunda sob a atmosfera de vários ritmos. Seu catálogo inclui trabalhos que amamos; a coisa mais óbvia que você vai ouvir é o foco em ritmos brasileiros. Ultimamente Lukas tem ganhado encanto pelas religiões baseadas em tradições Iorubás, especialmente o Candomblé brasileiro o que nos leva à criação desse EP, Babalaô. Na cultura Iorubá a palavra Babalaô (Babalawo) diz respeito ao sacerdote dedicado ao culto de Orunmila-Ifá, epifania de adivinhação, a preservação do segredo e transmissão do conhecimento. Sob essa luz, Lukas criou uma obra salpicada com melodias cativantes para fornecer-nos uma extrapolação cultural. Portanto, este não é um trabalho apenas sobre a síntese entre duas culturas musicais, mas também entre a relaxante música chill out e temas altamente energéticos. Tudo muito bem enfatizado por seu próprio filtro alucinógeno. Sua mãe, Burga Endhardt, pintou o quadro que integra a capa. Podemos notar algumas semelhanças entre EP e a pintura: amplamente calorosas, pitades orgânicas, algo do tipo kafkiano também pois inclui diferentes camadas, naturais condições e formas. Pensamos que é um jogo de imagem perfeita. Uma vez que é profunda, latente, tranquila porém fluida, as quatro faixas são voltadas para a pixta. No entanto, certos elementos revelam um vortéx escondido onde Lukas nos entrega um realismo contemplativo. Além das três faixas originais por Lukas, o EP conta também com uma perspectiva penetrante canalizada no remix de Arutani, entregue como um formidável adicional para o ouvinte. Em suma, o EP é um indicador útil para onde Lukas demanda estilisticamente e reflete uma correlação direta com o nosso lema: lento é o novo rápido e incrível também".
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sábado, 30 de setembro de 2017

Hominis Canidae #88 - Setembro (2017)...




Ola amigos, segundo Paulo Marcondes nenhum de vocês lê essa merda aqui, então vou tentar ser bem mais sucinto. A nossa #Coleta88 chegou apenas com sons lançados neste ano golpista de 2017. São 17 faixas, sendo a última inédita no blog, como praticamente sempre fazemos. Entre os destaques, tem som da unanimidade do mês, o rapper baiano Baco Exu do Blues, o grind agressivo da banda cearense Facada, os paulistanos da Herod homenageando lindamente a Kraftwerk, Domênico Lancellotti e sua sonoridade classuda, entre outros belos sons (Sacai o Setlist). A faixa inédita que fecha a mixtape é o novo single do projeto piauiense Tupi Machine. O projeto é fruto do encontro do músico Hugo dos Santos com o DJ PTK. A sonoridade é uma mistura dos beats com ritmos regionais que cada vez mais veem a tona através de pesquisas sonoras dos dois produtores. O novo single "Samba Devagar" é o segundo som lançado pelo projeto, que promete mais alguns sons ainda esse ano. Saca a mistura sonora ai...


A arte colorida e estourada desta mix, é fruto do nosso subconsciente de comerciais da MTV nos anos 90. cds/ chats da AOL e provavelmente alguma coisa de vaporwave. A questão é que o artista desse mês se enrolou com os prazos e estamos cada vez mais autossuficientes e não simétricos em nossas atividades. A única coisa que não fizemos na arte foi a fita k7, que googleamos imagens e metemos um efeito pra deixar mais tosco. Ficou estranho, mas foi de coração, blz?! A questão é que já são quase 90 mixs com artes e artistas diferentes fazendo, vez por outra algum perde o prazo, mas seguimos.

Agora o de sempre, por que uma hora vocês decoram: esta mixtape não deve ser vendida, apenas disseminada o máximo possível na internet. Nosso intuito é fazer um resumo do mês pra quem acompanha o blog e pode ter deixado algum som passar. Assim como disseminar ainda mais a música brasileira e animar suas idas e vindas de busão lotado, seja pro trampo ou pra mais uma greve geral neste Brasil de retrocesso. Nos acreditamos que com música tudo fica um pouco mais intenso!

Continue ouvindo música, comprando disco e indo aos shows!
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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Os Ritos - Holofonica (2016)



Download: Holofonica.zip

"Registrado ao longo do ano de 2016 no Formigaz Garden, na cidade de São Paulo, Os Ritos é um cerimonial de signos e ambientações imaginárias que busca refletir o mistério do laço entre o humano e o divino na rememoração perene do ritual, seja para lembrar a bondade dos deuses ou exorcizar sua cólera".
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Oceania - Beneath the Surface (2017)...




Beneath the Surface, disco de estreia do trio mineiro Oceania, é o novo capítulo em uma história marcada por vários recomeços e que teve início há 20 anos, quando Gustavo Drummond (vocalista e guitarrista) criou o Diesel. Grupo lendário do rock alternativo brasileiro, o Diesel vendeu mais de 20 mil discos de forma totalmente independente e em 2001 tocou para cerca de 250 mil pessoas no Rock in Rio na mesma noite que Silverchair, Red Hot Chilli Peppers e Deftones. Na sequência do festival, os músicos da banda se mudaram para Los Angeles (onde viveram durante meses dentro de uma van), alteraram o nome da banda para Udora (por problemas com a grife Diesel) e foram contratados por uma grande gravadora americana. Fizeram 45 shows como banda de abertura de Jerry Cantrell, do Alice in Chains, gravaram um disco com Matt Wallace (que trabalhou com bandas como Faith No More e Nirvana) mas que acabou engavetado e nunca foi lançado devido ao encerramento do selo quando as gravadoras BMG e Sony Music se fundiram, em 2003. A banda seguiu em frente, gravou o disco Liberty Square com Thom Russo (que trabalhou com o Audioslave e Johnny Cash, entre outros) nos Estados Unidos e voltou ao Brasil em 2006, onde encerraram as atividades em 2012. Em 2016, Gustavo se juntou a Daniel Debarry (guitarrista da banda de metal alternativo Carahter, mas que já tocava baixo na última formação do Udora) para formar o Oceania, com novas composições aliadas ao repertório de suas bandas anteriores. À dupla se juntou o jovem baterista Túlio Braga, com quem gravaram quatro músicas no fim de 2016. O primeiro lançamento da banda foi o EP homônimo que saiu em janeiro de 2017 através do selo Quente, divisão da produtora de mesmo nome (que faz, entre outros eventos, a edição mineira do festival Coquetel Molotov). Agora, lançam Beneath the surface, seu primeiro álbum, novamente com o punch enérgico e melódico que marcaram as sonoridades do Diesel e do Udora. Um resgate do grunge e do rock alternativo dos anos 90 que mostra semelhanças com as sonoridades de bandas como Biffy Clyro, Alice in Chains, Royal Blood e Baroness...
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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Deguella - Headshot (2014)...





Raramente pude ver letras tão agressivas como a destes piauienses do Deguella. Cantando em português, o grupo mostra neste seu debut temas que mais parecem uma bronca e até deixam uma impressão de que seus integrantes são mal humorados. A sonoridade abrange desde o Thrash Metal dos anos 90, passando pelo Industrial e Hardcore nova-iorquino, até o New Metal. Ou seja, guitarras ultra-pesadas na afinação baixa e cozinha que investe em um ‘groove’ agressivo e sem piedade... VIA
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Deaf Kids - Configuração do Lamento (2016)



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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

SEIGAN - Ao Vivo no Farolete Sessions (2017)...





Seigan é um projeto dedicado a explorar a sonoridade que se cria com uma guitarra, um baixo e um kit simples de bateria, permeados por vozes. Canções que transitam pelas melodias noventistas com pitadas dissonantes é uma das milhares de descrições daquilo que só pode ser experimentado de sua própria perspectiva e nunca fielmente descrito com palavras...
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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Sila-Crvs A.O.A - α​.​Ω​.​α (2017)...




Sila-Crvs A.O.A é um projeto de divulgação literária que alia música experimental a performance, vídeo e leitura de textos. Criado por Issac Omar e Alvaro Ximenes em Janeiro de 2017, o projeto é um dos quatro selecionados para o Laboratório de Música do Porto Iracema das Artes no ano de 2017. No Porto Iracema, em parceria com o produtor Gabriel Farias, o projeto pretende fundir o que há de mais arcaico na poesia cearense com música de teor futurista, para isso utilizam sons do teremin (instrumento criado em 1928 pelo russo Léon Theremin) com ritmos eletrônicos. A moçada vai fazer o primeiro show do Festival Barulhinho, dia 30 no Dragão do Mar...
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Mad Monkees - Mad Monkees (2017)



Download: Mad Monkees.zip

"Quarteto de Rock, formado em março de 2015 por Felipe Cazaux (guitarra / voz), Hamilton de Castro (baixo), Capoo Polacco (guitarra) e PH Barcellos (bateria)".
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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Domenico Lancellotti - Serra dos Órgãos (2017)




"Em Serra dos Órgãos (2017, LAB 344), Domenico Lancellotti parece seguir o caminho oposto ao universo musical desbravado no antecessor Cine Privê (2011). Livre da aceleração, delírios eróticos e força do trabalho entregue há seis anos, o cantor, compositor e baterista fluminense encontra no presente álbum uma espécie de refúgio instrumental e criativo. Melodias e vozes marcadas pela parcial serenidade, contínuo experimento e busca declarada por novas possibilidades", continue lendo.
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domingo, 24 de setembro de 2017

Nobat - Cidade EP (2017)...




O cantor e compositor Nobat, considerado a revelação da música mineira pela revista Rolling Stone Brasil, confirma o lançamento de seu terceiro disco a partir do dia 15 de setembro. O artista aguça a curiosidade do público e dos fãs já que o álbum intitulado “Estação Cidade Baixa” será lançado em três EPs, cada um com três músicas: Estação, que versa sobre idas e vindas, morte e nascimento, encontros e despedidas; Cidade, que discute a Belo Horizonte contemporânea e as camadas sócio-políticas de seu imaginário atual; e Baixa, um EP mais denso, que tem temas como a complexidade das relações afetivas e o deslocamento dos seres nas paisagens urbanas. O primeiro a ser conferido pelo público é o Cidade - com as canções praia_da_estação, mar_ria, malleta - que será lançado no dia 21 de setembro. O álbum é um lançamento do selo Un Music, responsável por trabalhos importantes de artistas consagrados da música popular brasileira como Lô Borges, João Bosco, Beto Guedes, além de nomes contemporâneos como Transmissor, Zimun, Dead Lovers, dentre outros. O disco tem a produção assinada por Leonardo Marques, músico e produtor musical responsável por discos marcantes da nova safra brasileira: Maglore, M O O N S, Young Lights, Minimalista, Apeles - projeto solo de Eduardo Praça (Ludovic/Quarto Negro) -, e vários outros. Os EPs foram gravados entre os meses de maio e julho deste ano nos estúdios Ultra Music e na Ilha do Corvo....
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sábado, 23 de setembro de 2017

Do Amor - Fodido Demais (2017)




"Quatro anos após o lançamento de Piracema – 21º colocado na nossa lista com Os 50 Melhores Discos Nacionais de 2013 –, os integrantes do grupo carioca Do Amor estão de volta com um novo álbum de inéditas. Intitulado Fodido Demais (2017), o registro que conta com distribuição pelo selo Balaclava Records flutua entre as melodias experimentais do último disco de inéditas e o som tropical que marca o primeiro álbum de estúdio da banda, lançado em 2010", continue lendo.
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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Calvet - REDPHANT EP (2017)...





A CALVET é uma banda de indie rock/ rock alternativo formada em 2012 por dois compositores de Brasília, Digão e Neto, que se conheciam por terem sido membros de bandas autorais da cena underground/hardcore da cidade, assim como seu baixista, Raliba. Marcio e Bruno fecham a formação, respectivamente na bateria e no trombone. Composto por quatro músicas que trazem o liquidificador de referências dos integrantes. Essa é a definição de "#REDPHANT", novo EP da banca Calvet... VIA
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Depois da Tempestade - Multiverso (2017)



Download: Multiverso.zip

"Sonoridade que mistura elementos do rock alternativo e o post hardcore, incluindo pitadas de rap, raspas de post rock e uma pontinha de experimentalismo. Essa é a receita de sucesso da banda Depois da Tempestade. Após lançar três EPs, os músicos preparam uma nova etapa na trajetória musical com a divulgação do primeiro álbum. Composta atualmente por Victor Birkett (voz), Rafael Gonçalves (guitarra), Dennys Andrade (guitarra), Diego Andrade (baixo), Maru Mowhawk (teclado) e Bruno Andrade (bateria), a banda de Santos (SP) está em turnê do disco de estreia, Multiverso. O álbum contém onze faixas e foi produzido por André Freitas, no Electro Sound Studio. Freitas é o responsável pelo último disco da conterrânea Charlie Brown Jr., intitulado “La Família 013”. Grupo do litoral paulista, a Depois da Tempestade estreou na cena com o EP “O Sol Nascerá” (2012). Os singles “Lutar e Vencer” e “Me Liberto” exibiam um som pesado que ganhou boa recepção do público na época. Segundo registro, “Eleva” (2013) apresentou mudanças na formação do grupo, enriquecendo ainda mais as melodias das canções com o experimental e o post rock. Já o último trabalho, “Multáv3l” (2015), garantiu um grande passo na carreira do conjunto, com a notoriedade nas redes sociais, downloads das músicas em alta e o destaque em listas de sites especializados. Além disso, a banda já teve os videoclipes das canções “Eterno Tropeço” e “Doismilesete” exibidos na programação do canal por assinatura PlayTV. Na TV aberta, foi atração no Jornal da Tribuna (Globo/Santos e região) e também nos programas Esporte por Esporte, Tudo de Bom (Santa Cecília TV) e Balanço Geral Litoral (TV Record). A popularidade assegurou turnês que rodaram por todo o estado de São Paulo, além de Rio de Janeiro e Minas Gerais. A banda também apresentou o trabalho em tour especial pelo Nordeste, tocando em dois concertos de boa repercussão popular e midiática em Fortaleza (CE). Em 2016, Depois da Tempestade foi umas das 30 bandas selecionadas para participar do Get My Idol - Expo Music, onde ficou no Top 5 de todo o festival. O som da Depois da Tempestade vem crescendo no cenário independente brasileiro e proporciona um tempero recheado de gêneros: a mistura do alternativo, hardcore, rap e o experimental".
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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Cora - Não Vai Ter Cora (2017)




"Acordar num domingo frio e ensolarado, beber uma xícara de café, acender um cigarro. Os pensamentos flutuam entre voltar pra cama onde sua pequena ainda dorme e a realidade que te chama lá fora – encarar o trânsito, o plantão e os perrengues de mais um dia de trabalho. Não dá pra se aninhar de novo, então só resta sacudir o corpo e seguir em frente. Como companhia, a música, sempre", continue lendo.
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sukya || porno - quando a urbe vira mangue e nosso sangue, lama (2017)...




Cercados pelo quase vivo concreto cinzento, sukya || porno surgiu como uma necessidade, uma obrigação de se expressar em meio à constante penumbra apática que assola a cidade. Fundado em 2016, por integrantes de Goiás, Pernambuco e São Paulo, a banda ousa com suas influências regionais mescladas a elementos progressivos sem se prender a convenções, mostrando um som autêntico, urbano e acima de tudo sincero. O primeiro EP da banda, "Quando a Urbe Vira Mangue e Nosso Sangue, Lama", lançado em 2017, foi gravado de forma independente em 2016, e representa um saudoso diálogo entre os turbilhões internos e metropolitanos...
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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Obtus - Ver-Ouvir-Calar (2014)...





Resenhar um clássico não é mole não. Daqui uns tempos, “Ver-Ouvir-Calar”, esse primeiro compact disc propriamente dito do Obtus, vai ser obra de referência pra quem quiser reconstruir uma época, entender um contexto, ou simplesmente ouvir a boa música oriunda das vozes roucas da rua feita no Piauí nos primeiros anos do novo milênio. O que faz de “Ver-Ouvir-Calar” um clássico instantâneo, um disco pra ficar na prateleira ao lado de um “Brasil”, de um “Nós Somos a América do Sul”, de um “Igreja Quadrangular do Triângulo Redondo”? O carisma e a simplicidade da banda, que foi, qual formiguinha, angariando fãs e admiradores com suas performances incendiárias? Talvez as letras de Chakal Pedreira, muito acima da média do que se fez de gratuito e infantil em matéria de “letra consciente” num passado nem tão longínquo; e, hoje, fazendo contrassenso escandaloso ao melodramático rock “moderno”, carregado no lápis de olho e escondido atrás de franjinhas pueris... VIA
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QinhO - Fullgás EP (2017)



Download: Fullgás EP.zip

""Fullgás é uma música mágica", diz Qinho sobre a faixa que dá título ao seu EP que reverencia a obra da cantora Marina Lima em quatro de seus sucessos regravados sob a voz e estética do artista. A ideia veio "por acaso", conta ele, depois de tê-la conhecido em um show que prestava tributo às suas músicas. "Rolou uma química entre a gente, uma identificação forte", diz Qinho, que conta ter sido "fisgado por aquele repertório, pela sonoridade, pelas letras, pelas histórias". "A Marina e o Antonio Cícero descrevem de maneira brilhante um jeito carioca de ser, bem da zona sul do Rio, mas que, ao mesmo tempo, não tem fronteiras e consegue dialogar com o Brasil", explica", continue lendo.
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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Mopho - Brejo (2017)



Download: Brejo.zip

"Os fãs do Mopho podem falar o que quiser, não importa o que eles digam: que a melhor canção é Tão Longe ou que é Não mande Flores – ou Caixa de Vidro ou Dani Rabiscou… Isso tudo é bobagem e eles sabem disso. O Mopho, cara, é como o vinho que se encorpa e apura o sabor com o decorrer do tempo. Eis a prova disso: as músicas do Brejo, quarto álbum da banda, lançado sete longos anos depois do Vol. 3, soam como clássicas, trazendo a força, a beleza, a naturalidade melódica das composições de João Paulo. A mais querida e mais influente banda de rock da cidade segue firme, com uma sonoridade que não deixa brechas para o vácuo, para a falsidade ou para o tatibitate das bandas adolescentes. O Mopho voa longe, viajando do romance das letras aos solos delirantes de guitarra e teclado", continue lendo.
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Dirimbó - Deixar Tu Loks (2017)...




Depois de um período de produção e amadurecimento musical, a banda Dirimbó apresenta ao público seu novo EP Deixar Tu Loks (2017). O disco estará disponível para audição nas principais plataformas de streaming, e marca uma nova cara na identidade da banda, que busca aliar toda essa sonoridade a uma pegada mais urbana e recifense. Além disso, o grupo passou por algumas mudanças na formação, e hoje como quarteto busca levar adiante o reconhecido trabalho construído nos últimos dois anos. Atualmente a banda é formada por Bruno Negromonte (bateria), Mário Zappa (baixo), Rafa Lira (vocais e guitarra) e Vítor Pequeno (guitarra). Segundo Rafa Lira, as músicas deste novo EP trazem de uma maneira muito forte a bagagem musical dos integrantes da banda. “No primeiro trabalho que lançamos em 2015 as coisas aconteceram num caráter mais experimental. Fomos descobrindo ritmos e bebendo da fonte pra pode tocar. Agora não, esse EP já vem com influencias que cada um traz, seja a partir das suas vivências musicais ou culturais. Tanto é que todas as músicas possuem um lado pernambucano bem forte, através da batucada africana, do afoxé, do coco de roda e do próprio brega”, pontua o vocalista da banda. A concepção desta nova fase da Dirimbó e do novo EP foi feita junto ao jornalista e produtor Marcus Iglesias, que também integra o time da banda. A artista Rayo foi convidada novamente para compor toda a atual identidade visual da Dirimbó, com artes inéditas e personalizadas, enquanto as fotografias de Jedson Nobre, feitas no Espaço Preto no Branco, seguem a mesma lógica de todo o trabalho...
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