Amanda Cadore construiu sua relação com a música desde a infância no interior gaúcho, tendo o violão como companhia e a principal forma de expressão. Ainda assim, precisou crescer para entender que a música seria seu caminho: chegou a passar pela igreja e pela faculdade de Publicidade. Sua trajetória profissional na música começa em 2018, quando lança o primeiro disco, Inverso Só Se For Azul, e participa do The Voice Brasil, experiência que ampliou sua visibilidade. Depois, veio o EP Arrebentação (2021), contemplado com o Prêmio Elisabete Anderle, principal incentivo cultural de Santa Catarina. Agora temos Viva, o novo álbum produzido por Jojô Inácio, que chega nesta sexta (29/5), mostrando uma música ainda mais amadurecida. O álbum tem muito de suingue, de verão, transmitindo a mensagem que o próprio título prega. A voz suave da cantora parece groovear os acordes do violão, inspirada pelo tocar sofisticado e ao mesmo tempo pop de Lenine e Jorge Drexler. A musicalidade da artista, neste álbum, se mostra com as fronteiras borradas, transitando pela chula gaúcha, pela Cordilheira dos Andes, por Cabo Verde...
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