sábado, 14 de maio de 2022

Tiago Sá - Música Pra Te Aguçar (2022)...




Quase um ano após lançar um EP de protesto político, Tiago Sá retorna com “Música Pra Te Aguçar” (2022), um trabalho repleto de remixes inéditos e canções mais pops, dançantes e com temáticas mais suaves como amor e relacionamentos. Sobre essa escolha Tiago explica: “Este álbum novo vem pra aliviar um pouco nossa realidade que anda muito pesada. Como disse Nietzsche, ‘temos a arte para não morrer ou enlouquecer perante a verdade’. E o amor também é nossa militância, o amor, a alegria, o prazer e a liberdade, tudo é oposição ao falso moralismo, à hipocrisia, ao autoritarismo e à brutalidade da atual política brasileira”. Seis das oito faixas de “Música Pra Te Aguçar” falam de amor, incluindo uma canção que o músico fez para sua filha Ágata e outra em memória de seus avós. Mas também não podia faltar uma faixa politizada: “Brother” toca em temas como fake news e manipulação política e religiosa. E, fechando o álbum, a canção autobiográfica que dá título ao trabalho fala das batalhas do músico por paz, amor, arte e sabedoria referenciando o filósofo grego Hipócrates no trecho “a arte é longa, a vida é curta”. A sonoridade do álbum exibe a identidade musical de Tiago Sá em busca do inusitado, misturando elementos de diferentes gêneros como o rock, o rap, o dub, a música brasileira, o trap e a eletrônica, muitas vezes tudo dentro de uma mesma faixa. Lançamento do selo Hominis Canidae REC, “Música Pra Te Aguçar” traz Tiago na voz, baixo, beats, guitarra e synths, Jorge Bittar no piano, synths e samples, e Alex Raichenok no sax alto e piano. Ricardo Ponte masterizou e mixou o álbum – o segundo ao lado de Tiago. “Música Pra Te Aguçar” é, segundo o artista, um disco “pra te estimular, pra te incentivar, te animar, te instigar, despertar, provocar e apurar os sentidos”. Conheça o álbum faixa a faixa abaixo... Continue Lendo no Scream Yell

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sexta-feira, 13 de maio de 2022

Lunar Society Club - Lost Songs In Space Time (2022)...




Formada em 2020, a banda carioca Lunar Society Club nasceu com um projeto ambicioso: criar um universo totalmente fictício influenciado por SCI-FI, Star Wars, Ufologia e RPG. Foi através dessas referências, que o grupo composto por Jorge Lima (Bateria), Gustavo Maizena (Baixo), Lerik Lopes (Guitarra) e Otto Vaz (Guitarra & Voz) idealizou as letras do álbum “Lost Songs in Spacetime”, lançado nesta quarta-feira (20) nas principais plataformas digitais. De acordo com o guitarrista Lerik, a banda de pop punk tem como tema central a história do personagem adolescente Skyler, que tem sua vida transformada após passar por uma abdução extraterrestre. Além do material musical, o projeto ganhará ainda neste ano, o primeiro livro sobre o tema – a previsão é que a história seja contada numa trilogia. O álbum de estreia, com 10 faixas e um pouco mais de 35 minutos, é uma espécie de trilha sonora do ambiente arquitetado pelo grupo. “O álbum busca criar um universo ficcional, sob um pano de fundo filosófico-existencial. As músicas estão em ordem cronológica e as letras conversam com a história do livro que vamos lançar em breve. Quanto às influências sonoras, procuramos resgatar aquela ‘pegada’ das bandas que figuravam pela MTV nos anos 90, como Millencolin, Green Day, Silverchair, Descendents, e várias outras que nos inspiram, tanto por suas composições musicais, quanto por suas histórias pessoais”, conta Lerik... Continue Lendo na Roadie-Metal

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Lua Mincoff - Encontros (2022)...




Lua Mincoff transita pelas artes há mais de 20 anos, mas chegou faz pouco ao mundo digital como artista solo. É por isso que Encontros, seu primeiro álbum, tem muita história para cantar. Com oito faixas, seis originais e duas versões, A Lua de Renato Rocha e Juvenar de André Abujamra e Carneiro Sandalo, Encontros traz referências sonoras que mesclam gêneros musicais brasileiros e latinos. Nas letras, um passeio por experiências pessoais e coletivas, observadas pela ótica filosófica de Baruch Spinoza e seus estudos dos afetos, algo que norteia todo o trabalho de Lua. “Spinoza sempre olhou muito para os encontros e os afetos num ponto de vista das coisas que nos afetam. Todas as relações provocam afetos e todos nossos encontros e desencontros afetam nossa potência de agir, influenciando assim na nossa forma de construir as relações.”, diz...

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quinta-feira, 12 de maio de 2022

Gab Ferreira - Visions (2022)...




Gab Ferreira disponibilizou nesta quarta-feira (20) “visions”, sua nova mixtape. O projeto conta com 9 faixas compostas por ela, todas cantadas em inglês, com a exceção de “me encontra lá :)”. O lançamento vem após 3 anos de “Lemon Squeeze”, seu primeiro trabalho. Agora, a cantora catarinense apresenta um lado mais maduro e melancólico, explorando mais os seus vocais, cantando sobre as experiências do isolamento durante a Pandemia e as mudanças nas relações pessoais... Via Papel Pop

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Gatunas - Meu Corpo, Minhas Regras (2022)...




Depois do EP de estreia “Gata de rua”, Gatunas voltou aos estúdios e, na próxima sexta-feira (22) lança, em todas as plataformas, o novo disco “Meu corpo, minhas regras”, que conta com oito músicas e parcerias inéditas nos vocais e também nas composições. Com Ruanna Gonçalves (guitarra e vocais), Morgana Morais (baixo e vocais) e Marcondes Orange (bateria), a banda manteve como tema principal de suas canções, o empoderamento feminino, mas, desta vez, eles resolveram arriscar mais na sonoridade. “Vejo o disco ‘Meu corpo, minhas regras’ como a construção de uma nova estética para Gatunas. Uma nova possibilidade de show. As músicas foram escolhidas para que fosse possível existir um espetáculo sensorial, cênico e sonoro do disco. O tema central das músicas continua sendo o empoderamento feminino e a luta por igualdade, mas dessa vez os arranjos estão mais agressivos, voltando à vertente do rock’n’roll que originou a banda”, explicou Ruanna... Continue Lendo em Paraiba Criativa

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quarta-feira, 11 de maio de 2022

Projeto Shaun - Atraso Marcado (2022)...




O projeto shaun, do artista porto-alegrense João Carneiro, disponibiliza o EP Atraso Marcado, contendo quatro faixas acompanhadas de “lyric clipes”, como João apelidou os vídeos. A produção do álbum é assinada por Jojô (Tagua Tagua), e a distribuição pela Tratore. O trabalho, registrado no estúdio Legato, em Porto Alegre (RS), traz para o primeiro plano a sintonia entre João e Jojô, que trabalham juntos desde 2014, quando Jojô produziu o primeiro single da Bordines, ex-banda de João. Além de dividirem inúmeras referências musicais, a dupla também conseguiu amadurecer o necessário para o projeto se solidificar. “Montamos os equipamentos nos primeiros dias e deixamos lá. Uma sala só nossa, o que nos deu bastante liberdade”, revela João, que também comenta sobre a dificuldade em conciliar a composição e gravação do álbum com seus trabalhos paralelos: “Eu tenho outro trabalho além da música e o Jojô fazia outros trampos também. Não tínhamos o dia inteiro, precisávamos aproveitar os horários disponíveis e quase sempre sobrava das 20h – às 4h. No dia seguinte, era complicado acordar pra trabalhar no meu outro trabalho. Passei mal por alguns dias, dormindo em média 3 horas por noite”, pontua João... Continue lendo no Imprensa do Rock

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Gusashi - Futurassic (2022)...




Em sua terceira beat tape sob o pseudônimo Gusashi, Gustavo Souza Marques (aka Gusmão), investe no hip-hop futurista mesclado a samples afro-asiáticos para continuar inovando em sua carreira musical. A tape passa por ritmos como o afro-beat, glitch-hop, lo-fi, wonky e até pitadas de house music para mandar o recado em um momento na qual o futuro humano parece um tanto quanto nebuloso e ao mesmo tempo, repetindo o passado.

 

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terça-feira, 10 de maio de 2022

Bando Mastodontes - Ciranda Celestial (2022)...





O Bando Mastodontes vem entrando em cena com seu primeiro disco. "Ciranda Celestial" combina batuque, sons progressivos e cultura popular em dez faixas. O trabalho reflete a marca do grupo, que alia teatro, literatura e música em suas performances que colocam o público para ferver. O trabalho revela uma Amazônia ancestral, preta e indígena, de ritos e cura. O álbum está disponível em todas as plataformas digitais. “Nossa Amazônia transcendental está intimamente ligada à ideia de que existe força na nossa pajelança, cantamos para nos curar, cantamos para ecoar a nossa cura, acreditamos e reverenciamos a espiritualidade existente na ancestralidade de nosso canto, cantamos para transcender, os limites do corpo-mente, do espírito, do tempo, das fronteiras. Nossa ciranda é da diversidade, de seres, de culturas, de sons, de imaginários, de energias. Em síntese, o álbum 'Ciranda Celestial', sonoramente falando, se alinha a uma tríade - é batuque,  é progressivo e é transcendental“, explica Luciano Lira, violonista e uma das vozes da trupe, sobre o disco, um projeto realizado com patrocínio do edital Natura Musical por meio da lei estadual de incentivo à cultura do Pará (Semear)... Continue Lendo na Rede Pará
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Trajo - Tudo (2022)...



Download: Tudo (2022).rar

 Da junção de nomes certeiros da cena indie alagoana, o trio Trajo desponta hoje com seu EP de estreia, Tudo. Formado por Lili Buarque (baixo e vocal), Paulo Franco (guitarra e voz) e Rodrigo Marinho (bateria e voz), o projeto já vinha dando as caras desde o primeiro single lançado, “O Que Ficou”, semanas atrás. A produção musical é assinada por Leonardo Marques, do estúdio mineiro Ilha do Corvo. Com quatro faixas autorais, a Trajo apresenta em Tudo a junção de referências de seus três integrantes. Lili, cantora independente e produtora cultural, traz seus versos intimistas e uma boa dose de MPB. Paulo Franco, nome conhecido em Alagoas por causa de sua banda Gato Negro, trouxe seu ritmo mais roqueiro e groovado, enquanto Rodrigo Marinho, fundador da banda de ambient rock Marinho, imprime na Trajo timbres mais densos e um vocal mais suave...

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segunda-feira, 9 de maio de 2022

Tristeza Não tem Fim - Tristeza Não Tem Fim (2022)...





Tristeza Não Tem Fim é um disco de "samba ambiente", ou "ambient samba", ou "mpb ambiente", ou mesmo "xote experimental", dos três amigos. O que se iniciou como uma ideia despretensiosa acabou se tornando algo muito maior e mais bonito. Gravado de janeiro a março de 2022, o disco, que leva o mesmo nome do projeto, foi gravado inteiramente na casa dos integrantes. Com vozes por Lay, baixos, piano e sintetizadores por Chrisley e guitarras, violão, produção e letras por Vitor Brauer, o projeto tem como potencial lançar mais um disco no início do ano que vem. Você pode ver todas as letras e a ficha técnica completa no bandcamp ou no youtube...

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Devotos - Punk Reggae (2022)...




Punk, rock, hardcore? É no Alto Zé do Pinho. Acrescente-se mais um ritmo: o reggae.  Nessa quarta-feira, 27 de abril, a Devotos lançou, nas plataformas de música digital, o álbum Punk Reggae, o nono título de uma discografia iniciada há 25 anos, oito anos depois da criação da banda, até hoje com os mesmos integrantes, Cannibal, Neilton Carvalho, e Cello Brown. A quem estranhar a Devotos trocar o hardcore, que a popularizou nas quebradas da capital pernambucana, e brasileira, pelo malemolente ritmo jamaicano, vale lembrar que desde os primórdios o grupo acena para o reggae. Com exceção do álbum de estreia, Agora Tá Valendo (1997), os demais têm um ou dois reggaes. Cannibal tocou nos anos 90 com a Nanica Papaya, banda de reggae do Alto Zé do Pinho. Em 2008, em entrevista a Hugo Montarroyos (autor da biografia Devotos 20 anos), Cannibal revelou que fizera um álbum de dub, com participações de Fred Zeroquatro (Mundo Livre S/A) e Zé Brown (Faces do Subúrbio), foi o embrião do Café Preto, projeto paralelo de reggae que mantém até hoje. Punk e reggae comungam entre si o engajamento, o ativismo, características da Devotos, que vai além de ser uma banda musical: é praticamente uma ONG, com ações como a distribuição de cestas básicas, durante a fase mais pesada da pandemia (numa parceria com ONG Fase), num projeto chamado SAS – Social Artista Solidário. O trio criou em 2016 o projeto Jardim Sonante, realizado com bandas convidadas, apresentado a cada último domingo do mês, com 1 kg de alimento não perecível como entrada. O projeto era ao vivo, com a pandemia tornou-se uma live que durou uma semana, e arrecadou 1,5 tonelada de alimentos. As ações da Devotos incluem ainda rádio e bibliotecas comunitárias... Continue Lendo no Teles Toques

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domingo, 8 de maio de 2022

O Tetraedro - Geleia (2022)...




Download: Geleia (2022).zip (Ou vá no bandcamp acima)

 Depois do EP “Cachorro do Mato” lançado em 2019 e diversos shows e festivais em Blumenau, Joinville e Florianópolis - turnê interrompida pela pandemia em fevereiro de 2020 - O Tetraedro lança no dia 9 de abril seu primeiro álbum: Geleia, que passeia por referências do jazz, do psicodélico e da mais pura e plural música brasileira. A dança psicodélica d’O Tetraedro desenha os seus passos entre ruídos ambientais, ritmos leves e um vocal marcante. O disco navega por essa diversidade sonora sem perder a sua autenticidade, nos apresentando ainda, imersivas pitadas de reggae e jazz. As nove faixas traçam caminhos musicais surpreendentes, ao mesmo tempo que trazem convenções já conhecidas da nossa música: “Eu defino sempre a banda como uma linguagem abstrata, com pouca referência externa muito explícita. Queremos mostrar uma identidade peculiar, fugindo do concretismo comportamental, buscamos a subjetividade na poesia e sonoridade, tendo assim dificuldade de associar nossa proposta com trabalhos de terceiros.”, conta Juvenal Maia, vocalista do grupo...

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sábado, 7 de maio de 2022

Hominis Canidae - Sons do Mundo (Abril /2022)...



Ouça a Playlist: No Spotify | No Deezer | No Tidal


Pra quem não sabe, tem uns 2 meses que criamos uma playlist mensal de sons do mundo. A gente vem colocando alguns sons gringos na playlist de destaques do mês desde o ano passado. Com o aumento da demanda, criamos uma playlist apenas pra sons gringos que chegaram ao nossos ouvidos. Resolvemos divulgar por aqui a atualização de Abril (acho que é o terceiro mês da playlist). Os links pra ouvir no spotify e no Deezer estão acima (Podem seguir se usarem algum desses plays, porque o link vai ser sempre o mesmo). Também estamos disponibilizando o material pra download. A ideia é atualizar sempre no primeiro dia de cada mês, com os sons do mês que acabou.

No mês de Abril, compilamos 28 canções de artistas de 15 países ao redor do mundo. Tem muito som instrumental, eletrônico, hip hop e com alguma experimentação, mesmo que pop. Um pop estranho, por assim dizer. Em abril, destaque para o Estados Unidos, com cinco sons, variando entre instrumental, hip hop, folk e indie rock, e a Austrália com quatro sons, boa parte deles eletrônico com alguma experimentação, por mais que tenha um indie calminho também. Acompanham em sequência o Canadá e França, com três sons diversos em estilos. E a Alemanha com dois sons. Dá pra perceber que existe um predomínio europeu na playlist desse mês, que ainda conta com sons da Rússia, Ucrânia, Dinamarca, Hungria e Espanha. Isso acontece por que estamos na plataforma Groover acerca de um ano e vários artistas europeus nos conheceram por lá. Esta playlist também contem sons que recebemos via submithub (Principalmente América do Norte).

Da pra dizer que a playlist tá bem diversa em sonoridades, mas obviamente que experimentamos ao máximo, pra trazer o máximo de novidades mundo afora pra vocês. Não quero falar dos sons individuais, mas posso dizer que gostei muito de "Amygdala", som instrumental com um baita clipe, do americano Jack Zaferes, que faz uso de formulas moleculares pra compor o som e que acaba de lançar um álbum. Outro som instrumental massa é o single "Cirque Perdu", dos argentinos da Cua Cua Nerve, com elementos de lo-fi e trip hop, que curti bastante. Pra não dizer que só destaquei som instrumental, a psicodelia arrastada dos canadenses da Allegories em "Funny Way" me pegou um bocado também.

É isso, vocês tem esse mês de Maio pra tirar uma hora e quarenta pra conferir alguns novos sons do mundo, tem coisa muito interessante lá fora e tal qual aqui no Brasil, estão bem longe do mainstream e dos holofotes. Tanto que estamos pensando em voltar com o aquele esquema do #TerçaGringa do Altnewspaper por aqui, só que aos sábado e compilando alguns artistas por semana, que tal?!

Diz ai nos comentários. E se curtir, dissemina pra mais gente conhecer!

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HC ENTREVISTA: o cearense Fernando Catatau fala sobre o Cidadão Instigado, o trabalho solo, o inicio da música e muito mais

Fernando Catatau, Crédito: Jamille Queiroz.

Na pandemia tivemos a ideia de revisitar algumas entrevistas massas que postamos dentro do altnewspaper.com nos 10 anos em que esteve online e atuante. Foram 2 HC Entrevistas com papos revisitados (Munha da 7 e Thiago França) e um inédito com um papo foda sobre o primeiro álbum e a história da banda pernambucana Devotos (Confira os 3 clicando na tag HC ENTREVISTA).

Agora, apresentamos mais um papo inédito, com o mestre, guitarrista e produtor cearense Fernando Catatau, inaugurando uma série de HC Entrevista's no formato de VIDEO, que serão lançados no nosso canal no Youtube (se inscreva no canal, que é de graça e você ainda ajuda a gente a engajar). No papo de pouco mais de uma hora, Fernando falou sobre o inicio na música, a carreira com a Cidadão Instigado (acabou ou não?), o incrível novo álbum solo (que você ouve aqui), a expectativa pra volta dos shows, as influencias o que ele tem escutado de novo, entre outros papos que você saca dando play no vídeo abaixo.

O HC ENTREVISTA em vídeo é um projeto feito na raça, criado por Diego Pessoa, que ainda tá meio verde nesse negocio de entrevista por vídeo, então peguem leve. O programa tem edição, efeitos especiais e vinhetas feitas pelo videomaker paraibano Riegulate.

Se você curtir, nos apoie compartilhando este post nas suas redes, com os amigos, curtindo o vídeo lá no youtube e interagindo pra mais gente conhecer. Se você quiser apoiar a gente e ajudar a manter a firma produzindo conteúdo, estamos no APOIA.SE.  A partir de R$10 por mês você ajuda nosso blog e nosso selo a se estruturar melhor e produzir mais coisas, além de receber tudo que a gente lança antes de todo mundo! Chega junto clicando aqui!

Também disponível no formato de áudio editado, nos podcasts de stream: Spotify | Amazon | Deezer

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sexta-feira, 6 de maio de 2022

Vinaa - Fé de Alimária (2022)...




A música é uma das formas de expressões que mais transmitem a sensação de pertencimento. Não por menos, o cantor e compositor Vinaa, que agora emerge em seu lado intérprete, se debruçou ao lado de Filipe Façanha e Zeca Baleiro em uma pesquisa sobre 120 anos de música feita em solos maranhenses. Porém, o artista natural de São Luís, não quer apenas valorizar a música feita no lugar onde vive e, sim, resgatar o pertencimento da mesma ao povo brasileiro. Resultado de tudo isso é o álbum “Fé de Alimária”, já disponível em todas as plataformas de streaming. São 15 canções, incluindo a inédita “Minha Melhor Versão” (Betto Pereira e Gilberto Mineiro), além de “Mina Negra” (Betto Pereira, Erasmo Di Bell e Josias Sobrinho), divulgada anteriormente como single ao lado de Núbia e Dicy Rocha e lançada originalmente por Betto Pereira no álbum “Terecô”, em 1992. As parcerias são diversas: Tião Carvalho em “Todos Cantam Sua Terra”, Walber Carlos em “Luar do Sertão”, Anastácia Lia e Vivi Cardoso em “Gira Meu Balaio”, Luciana Pinheiro, Nastácia Lia e Vivi Cardoso em “Mulher Negra”, Preto Nando em “Piercing”, Marcos Lamy em “Engenho das Flores” e Metabrisa em “Verão Vermelho”... Continue Lendo no Groovin Mood

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trema¨ - BR Lockdown (2022)...




O guitarrista, compositor e produtor, Lucas Lippaus que já integrou os projetos Herod, Dolphins on Drugs e Fluhe durante o período da pandemia se aventurou em um projeto, digamos assim, anárquico desde o primeiro instante da sua concepção. Durante 2021, ele se viu voltando a viver em sua cidade natal, Indaiatuba (SP), após anos vivendo na capital paulista, ao lado da esposa e da filha. A essência do projeto trema¨ é também uma busca por explorar tendências presentes nas redes sociais que nos últimos 2 anos viu o TikTok virar uma plataforma imprescindível para músicos e produtores de conteúdo. Com referências e vivências do indie, tanto atuando ao lado das bandas, como no selo Sinewave, assim como experiências no Music Business, Lucas se propõe a fazer a combinação um tanto quanto diferente de condensar músicas com referências de No-Wave, noise, experimental em canções um minuto – ou pouco mais. Tendo como principais influências nomes como Sonic Youth, Big Black e Einstürzende Neubauten, assim como nomes do hardcore como Slint, Shellac e Fugazi... Continue Lendo no Hits Perdidos

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quinta-feira, 5 de maio de 2022

MathGabe - Você Me Entende? (2022)...




MathGabe é um artista de Teresina,  e acaba de lançar um EP de forma completamente independente, chamado "Você me entende?". Esse EP consiste em 5 faixas, onde cada uma delas carrega uma bagagem regionalmente nordestina nas letras, mas os estilos sambam entre várias variantes, como Jazz, Samba, Rock, Blues, Trap, entre outros. Esse é um projeto de mais de um ano de produção independente, com colaboração de artistas locais....

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Parteum - Ouro/ Ouro (2022)...




Tem disco novo do Parteum na área. E nem é reveillón! Faz muito tempo que o glorioso Fábio Luiz é um dos caras mais interessantes do rap nacional — e só não é mais porque não quer (atenção, essa é uma opinião pessoal e intransferível. Favor controlar vossos ânimos e lembrar que, por incrível que possa parecer, ainda vivemos em uma democracia). Rapper, produtor, beatmaker, videomaker e skatista das antigas, o artista é um inteligente e dedicado estudante do rap, além de absolutamente ligado em inúmeras referências da cultura pop, sempre trazidas à tona em suas letras. Desde os primeiros trampos lá no início dos 2000 com seu grupo, o Mzuri Sana, ou em carreira solo, com o play Raciocínio Quebrado, ele propõe influências muito claras — tanto na maneira de produzir quanto nas ideias... Continue lendo no Original Pinheiros Style

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quarta-feira, 4 de maio de 2022

Outros Bárbaros - Interlúdio na Beira do Caos (2022)...




Da ensolarada Florianópolis, Outros Bárbaros traz ao Música Pavê seu “rock com 7ª maior” no álbum Interlúdio na Beira do Caos. Seu lançamento oficial é nesta sexta, 15, mas leitores do site podem ouvi-lo um dia antes com exclusividade. O disco é resultado das vivências (criativas, pessoais e introspectivas) dos integrantes da banda durante a pandemia, e chega também como uma verdadeira declaração da potência da arte, sobre o indivíduo e a sociedade, em períodos sombrios... Continue Lendo no Música Pavê

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The Wxlker - Retrospectiva do Brasil do Futuro (2022)...





Que os beats lo-fi são, desde antes do início da pandemia do coronavírus, muito consumidos para se concentrar ou relaxar, não há dúvidas. Mas e o hoje, que por muitos, é considerado o "depois" deste período pandêmico? Pessoas foram tomadas pela cegueira do conformismo, da crise eminente da democracia, do empobrecimento econômico e psicológico e que, muito provavelmente, só fez com que um sentimento adormecido no imaginário do brasileiro surgisse: o déjà vu. Se você nasceu entre os anos 90 e os 2000, fica a pergunta: já vivemos algo assim? Ou talvez seja só a batida lo-fi que nos traga esta estranha e familiar sensação? The Wxlker definitivamente não tem respostas para estas perguntas, afinal, ele também está¡ preso no meio de todos esses questionamentos, mas, felizmente, seu som aponta que sim, a vida é um triste looping e a culpa disso não poderia ser de ninguém mais ninguém menos que ele, o famigerado capitalismo tardio. Até mesmo aqueles que se propõem a pensar contra a corrente de aterradoras catástrofes sociais nas quais o paí­s se afunda (ou afundara), parecem ter algo a dizer, tal qual outrora. Inspirado em discursos de pensadores progressistas e/ou à esquerda e nas célebres frases antônimas ao bom senso, é possível perceber o quanto baterias programadas com presets digitais, guitarras com poucos efeitos e sintetizadores de sonoridade obsoleta contrastam a atemporalidade de ideias como a luta de classes, a compreensão de papeis sociais e o aparente mal resolvimento do povo brasileiro com seu passado ditatorial obscuro...

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