A banda 10VENTURA, um dos nomes mais consistentes do rock alternativo do Sul de Minas, lança o EP “2025” no dia 7 de novembro de 2025 em todas as plataformas digitais. O trabalho marca uma nova fase da banda e traz duas faixas que simbolizam momentos distintos da trajetória do grupo: “Amanhã” e “Café, Cigarros e Composições”. O single principal, “Amanhã”, foi produzido por Marcus Maia — conhecido por trabalhos com Kamaitachi — e representa a maturação da 10VENTURA, sendo a primeira música composta e gravada em formato de power trio. Já “Café, Cigarros e Composições” foi composta originalmente em 2012, no primeiro projeto musical de Victor Germiniani e Gustavo Pagani, chamado Eskina, e agora ganha uma nova roupagem produzida pelo próprio Victor...
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
10ventura - 2025 EP (2025)...
A banda 10VENTURA, um dos nomes mais consistentes do rock alternativo do Sul de Minas, lança o EP “2025” no dia 7 de novembro de 2025 em todas as plataformas digitais. O trabalho marca uma nova fase da banda e traz duas faixas que simbolizam momentos distintos da trajetória do grupo: “Amanhã” e “Café, Cigarros e Composições”. O single principal, “Amanhã”, foi produzido por Marcus Maia — conhecido por trabalhos com Kamaitachi — e representa a maturação da 10VENTURA, sendo a primeira música composta e gravada em formato de power trio. Já “Café, Cigarros e Composições” foi composta originalmente em 2012, no primeiro projeto musical de Victor Germiniani e Gustavo Pagani, chamado Eskina, e agora ganha uma nova roupagem produzida pelo próprio Victor...
Ilu$ion - Ilusão (2025)...
“Ilusão” é o novo EP do artista Ilu$ion, trazendo 6 faixas de um trap alternativo, melódico e emocional. Tudo — da produção ao conceito — é criado pelo próprio artista, que explora novas texturas e atmosferas para entregar um som único dentro da cena. O projeto nasce de uma perspectiva rara: Ilusion é um artista deficiente visual, e transforma essa vivência em música com muita sensibilidade e intensidade. Cada faixa reflete sua forma particular de enxergar o mundo — criando um trap íntimo, profundo e cheio de identidade...
terça-feira, 6 de janeiro de 2026
afterhourless - No Friends at Dusk (2025)...
Sabe aquele som indie de guitarras, meio ensimesmado, vocal enterrado na mixagem, algumas eventuais explosões? Mesmo que sua resposta seja “sei”, as referências serão bem diferentes dependendo da sua idade. Os mais veteranos vão pensar no My Bloody Valentine e seus filhotes, os mais jovens vão pensar nesse revival shoegaze… e é com ambos que o aferhourless quer falar. Projeto de um homem só do multiinstrumentista curitibano Rafael Panke, o afterhourless lança agora seu EP de estreia, “No Friends at Dusk” (2025), em meio a muitas “retomadas” do seu criador. Também integrante do ruído/mm, um dos maiores nomes do post-rock brasileiro, Panke retornou aos palcos com sua banda depois de um hiato de quase sete anos, se enfurnou no estúdio caseiro para registrar todos os instrumentos, e ainda assumiu a frente do selo Spleen Teen, que articulou um lançamento conjunto do EP na Inglaterra com o selo local Shore Dive Records, vinil incluído... Continue Lendo no Scream Yell
Cassio Vianna Jazz Orchestra - Vida (2025)...
"Vida" é o novo álbum da Cassio Vianna Jazz Orchestra, apresentando composições originais de Vianna interpretadas por um grupo estelar de músicos do noroeste do Pacífico e o convidado especial Eric Marienthal. "Vianna, um compositor e arranjador notável, lidera uma orquestra impecável. Não é de se admirar, portanto, que Vida se destaque como um dos principais álbuns de big band do ano... Continue Lendo no All About Jazz
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
Diomedes Chinaski - Alma Dourada (2025)...
Naquela pegada álbuns no período de natal, que já foi meio que uma tradição no hip hop mundial. O mc pernambucano Diomedes Chinaski apresenta sua nova mixtape "Alma Dourada". São 10 faixas do mais puro hip hop, misturando elementos de trap, sons de Pernambuco, vários feats, tudo com aquele flow foda dO Aprendiz...
SKIZORAMA - Skizochaos (2025)...
“O caos da cidade, a saúde mental, a desigualdade social e as consequências da ditadura militar que respingam até hoje na nossa política”. O trio punk paulistano Skizorama junta nessa frase tudo que está por trás de seu primeiro álbum, Skizochaos – um disco direto (20 minutos), quase sempre inspirado no punk da era Grito suburbano (a primeira coletânea do punk de São Paulo, 1982), mas prosseguindo com outras ideias e referências. Crica (baixo e voz), Tio (guitarra e voz) e Cavera (bateria e voz) acrescentam à massa carne-de-pescoço herdada do punk clássico a novidades dos três vocais diferentes – a voz feminina, forte e aguda de Crica une-se a vocais masculinos naturais e guturais dos outros dois. Em Olho por olho, a vibe próxima do hardcore chega perto do black metal, enquanto faixas como Mediúnico insight, Ratos (“os ratos vão saindo do bueiro e do porão / vão direto pra Brasília exercer sua função”), Futuro retrato (que traz guitarras ótimas) e Pare de reclamar, o som oscila entre lembranças de Dead Kennedys, Exploited, Ratos de Porão, Ramones e Inocentes... Continue Lendo no Pop Fantasma
domingo, 4 de janeiro de 2026
bruxa do mangue - jewelry (2026)...
Inaugurando a TAG do ano novo com o recém lançado novo álbum do projeto sergipano bruxa do mangue, da Lynn.
"a ideia por trás desse álbum foi "gravar o máximo possível de músicas curtas"; não saiu 100% como planejado porque algumas passaram de 2 minutos e meio, mas acho que cheguei perto o bastante da minha intenção original."
sábado, 3 de janeiro de 2026
SwitchBacK HC - O Cão Tá pra Trás (2025)...
Caos” (2019) e “Batendo de Frente” (2021) —, o SwitchBacK crava sua marca de vez na cena da música porrada, com o aguardado álbum de estreia; “O Cão Tá Pra Trás”, que conta com 13 faixas, calcadas no Hardcore/Punk, com toques de Thrash, e até, do GrindCore. Representante da cena carioca, o SwitchBacK combina riffs cortantes, peso e velocidade, em suas composições, com letras diretas que expõem os conflitos sociais e políticos do dia a dia. Deste trabalho eles haviam dado ótimas ‘pistas’, através dos potentes singles de “A Farsa e a Força”, Sob o Jugo” e “Sétimo Selo” –esses dois últimos, com participações especiais de Jão (Ratos de Porão) e Alex Kafer (The Troops Of Doom), respectivamente... Continue Lendo nO Onde o Rock Acontece
sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
Kay - Só o que faltava mesmo (2025)...
Natural de Porto Franco, no interior do Maranhão, o cantor e compositor Kay lança o EP “Só o que faltava mesmo”, um trabalho que reflete sobre deslocamento, origem e pertencimento. O novo projeto encerra o ciclo iniciado com “Viagem pt.1” e aprofunda a estética musical que o artista vem desenvolvendo desde seu primeiro lançamento em 2021. Com uma sonoridade que transita entre o pop alternativo, o MPB contemporâneo e elementos da música nordestina, Kay traduz em canção o contraste entre o caos das cidades grandes e a calma do interior. O EP nasce desse movimento. As duas faixas do trabalho refletem essa dualidade de forma complementar: “Viagem”, uma canção de sossego que combina sons da natureza e instrumentos de timbre nordestino, evoca o clima interiorano e a introspecção do retorno às origens. “Catraca”, por outro lado, é mais acelerada, guiada por guitarras e sons incidentais de cidade, trânsito e rádio, simbolizando a correria e o ruído do cotidiano urbano...
Kabeça Cheia - Demais (2025)...
Começando os trabalhos de 2026 com um registro ao vivo, pra te lembrar que música é rua e palco, então cole em mais shows nesse ano novo...
José Victor Barroso, o Zé, ou o próprio Kabeça Cheia, surgiu com o seu projeto musical “do nada”: o disco autointitulado chegou no fim de 2024, com uma capa icônica e uma setlist cheia de desabafos e músicas reais do cotidiano jovem, ganhando espaço orgânico na cena indie paulistana. Depois de 1 ano de shows e novas músicas, o projeto ganha um álbum ao vivo: ‘DEMAIS’ que chegou no dia 09/11 com duas faixas inéditas e registro em vídeo - no canal teleharmonico e nas plataformas de áudio. Apesar de aparecer como uma surpresa entre os lançamentos em outubro de 2024, o disco ‘Kabeça Cheia’ é resultado de algumas tentativas e aprendizados de José Victor. Como muitos trabalhos independentes, o compilado é fruto de composições feitas em um quarto na pandemia e que tomaram proporções inesperadas com o fim do isolamento e novas pessoas somando ao projeto. Foram sentimentos enclausurados em formato de música e que ganharam outro olhar quando compartilhados com o mundo...
quarta-feira, 31 de dezembro de 2025
25 álbuns/EPs que você deveria ter escutado em 2025...
Ok, mais um ano acabando. Não sei como foi o ano pra vocês, mas o meu foi bem atípico, ou típico, por ter sido mais careta e tradicional. Queria ter visto muito mais shows, queria ter feito muito mais ações culturais para além do blog (e algumas outras), quem sabe ano que vem, já que o ano novo sempre vem!!
O único motivo de realizarmos essa compilação, é pra resumir o ano e dar ainda mais destaque a #musicabr, principalmente os sons indies e que andam a margem dos streamings tradicionais e fora das panelinhas e sem dinheiro para comprar posições em listas suspeitas nos streamings maliciosos...
Chegamos ao final de 2024 com 464 álbuns/EPS lançados neste ano e postados em nosso blog. O recorde segue sendo de 509 trabalhos postados dentro do ano, alcançado em 2022. E nem é por que está saindo menos álbuns que nos outros anos. Na realidade, se tem uma instituição que eu acho que ganhou força esse ano foram álbuns. A questão é que por aqui resolvemos dar vazão aos sons enviados no nosso gmail, sem pressa e sem correr com tags como a de ano (ainda tem uns 50 ou 60 álbuns de 2025 pra postar).
A esperança vã para o ano que vem é o indie voltar ao começo, sem focar em streamings e tentar achar saídas para o ao vivo, que é onde a música deve viver. Um sopro em meio as mesmices dos festivais publicitários e a onerosa função (que está sendo realizar shows), foi a baita turnê da Lupe de Lupe neste ano de 2025. Vários shows em espaços pequenos, inferninhos, tratando direto com seu público, naquela pegada Fugazi a brasileira...
Foram cerca de 1 milhão e 800 mil visitas ao blog até o momento em 2025 (O dobro do ano passado, mas os bots do Irã nem foram tantos assim!). Pela primeira vez desde a pandemia, o Brasil voltou a ser o maior pais em acessos ao blog, superando os Estados Unidos, que agora estão em segundo, seguido por Alemanha e Holanda (Os países europeus com mais artistas entre os nossos posts gringos mensais, ou seja, faz sentido). A mudança no Top 5 fica por conta da entrada da China (BYD me patrocina ai, pode ser o carrinho mais barato!!). Esses números foram alavancados por lançamentos populares neste ano de 2025, como os novos álbuns da Marina Sena, Bk, BaianaSystem e outros artistas, principalmente os novos que chegaram ao blog neste ano (Cerca de 100 novas tags) e divulgaram o blog pra uma galera nova. Inclusive, ontem saiu a nossa #coleta187, fechando o ano de coletâneas no blog (Ouça aqui).
Dito tudo isso, esses vários números são apenas pra te dizer que esta não é uma lista com os melhores álbuns/ registros sonoros/ discos brasileiros de 2025, mas são os que mais ouvimos e curtimos entre os que postamos no blog! Um passeio pelo ano e pelo Brasil, em sua enorme diversidade de estilos sonoros, sotaques e ideias. Vale destacar o ótimo trabalho do selo RISCO neste ano de 2025, que lançou uma gama de trabalhos bem interessantes (vários no blog e acho que tem dois ai na lista).
Vale dizer que limamos da lista os poucos lançamentos desse ano do nosso selo, o Hominis Canidae REC, mas digo com tranquilidade que o "peba", álbum de canções dx paulista Rés, poderia figurar tranquilamente nessa lista (e entrou lá na lista do site gringo Sound And Colours, vlww galera!). Mas não seria justo, já que lançamos porque gostamos dos trabalhos. Também evitamos ao máximo colocar os artistas do #HominisDissemina, nosso trampo de disseminação. Isso por que como nós criamos o release, ouvimos bem mais que os outros sons e realmente gostamos dos trabalhos. Mas álbuns como o novo do Mateus Moura (radicado no Pará), dos candangos da Satanique Samba Trio, da piauiense Banda de Pífanos Caju Pinga Fogo, O EP visual do compositor fluminense Gabriel Araújo (que tá lá no nosso Youtube) entre outros, poderiam figurar nesta lista com tranquilidade...
Segue a lista com os álbuns e EPs linkados para download/ streaming em ordem alfabética! Mantivemos o 25 até por que finalmente chegamos ao ano de 2025 (compilamos esse número desde a pandemia)...
Alberto Continentino - Cabeça a Mil e Corpo Lento
Alê Balbo - No Caminho da Força
cajupitanga, Arthus Fochi - Próximo
De Carne e Flor - Em Teus Olhos Vejo Fendas
Felipe Mancini - Vissungos – Dos Cantos para as Cordas
Heal Mura – The Limited Repetition Of Pleasure
Jaguaribe Carne - Isabel, 7 Cirandas Negras e Um Apito
Kovtun - Transcendental Obscura
lento, distante - Tecendo Ficções
Nelson Special - Sentimento Special
Siba - Máquina de Fazer Festa
TEST & DEAFKIDS - SEM ESPERANÇAS
Turva Gris - Algum Lugar Entre o Consciente e o Inconsciente
Se você deixou algum passar, se joga! Ouça e dissemine! Ahh, sentiu falta de algum som que ouviu no blog esse ano?! Marca nois na sua rede social preferida nos dizendo qual foi ou deixa aqui no comentários...
terça-feira, 30 de dezembro de 2025
Hominis Canidae #187 - Dezembro (2025)...
Chegamos ao fim de mais um ano e fechando mais um mês aqui no blog, tome mais uma mixtape. A nossa #Coleta187 chega um dia antes, porque amanhã sai a famigerada listinha de fim de ano. Por aqui, 17 faixas de álbuns e EPs que saíram no blog ao longo desse mês de dezembro. Um mês que é sempre recheado de belos trabalhos, o que faz dessa mix uma das melhores do ano (vou logo avisando). Não tem faixa inédita, apenas com sons de álbuns e Eps postados no blog pra resumir bem o mês pra vocês...
segunda-feira, 29 de dezembro de 2025
GRINGOS DE DEZEMBRO: Fechando a tampa de 2025 com uma seleta gama de sons doideiras do mundão...
(Ante)Penúltimo dia do mês (e do ano) e aportamos com nosso post gringo de Dezembro de 2025, trazendo alguns álbuns e EPs bem interessantes e recém lançados na música esquisita do mundo pra vocês conhecerem. Desta vez, 5 trabalhos com sons de artistas de países diferentes, que vão do jazz até a música eletrônica ambient, passando por experimentais abstratas que sinalizam novos estilos sonoros e muito mais!
Na capa deste post, o quadro La Musique (1939),do artista francês Henri Matisse (1869-1954), que nasceu no último dia de dezembro. Abaixo, os álbuns e EPs que curtimos muito neste mês. Todos lançados no último mês no máximo...
Vale ler sobre eles e ouvir na íntegra, porque música se ouve por completo e não a pedaços:
Alex Augier - The Lyrical Age (Álbum/ França):
Alex é pianista e baterista de formação e faz parte da cena da música eletrônica de Paris há alguns anos. Seu primeiro lançamento data de 2014 e de lá pra cá o artista já lançou vários EPs e pelo menos um álbum. The Lyrical Age, lançado pela gravadora oqpo Records, é seu segundo álbum e provavelmente seu trabalho mais coeso e importante em termos de produção e divulgação. “O título do álbum ecoa uma expressão de Milan Kundera, que associava a "idade lírica" à juventude: um período de exaltação ingênua, por vezes tingida de kitsch”, explica Alex. O trabalho apresenta 10 faixas instrumentais cheias de synths e bons beats contemplativos, que evocam com sensibilidade as belezas e os tormentos da adolescência. Ouça no seu player preferido ou no bandcamp:
domingo, 28 de dezembro de 2025
Rodrigo Ogi & niLL - Manual para não desaparecer (2025)...
Poucos encontros no rap conseguem reunir, de maneira tão simbólica, trajetórias e linguagens distintas quanto o de Rodrigo Ogi e Nill. Ambos carregam universos próprios, estéticas consolidadas e públicos fiéis, mas a força de Manual para Não Desaparecer está justamente no choque entre esses dois mundos. Rodrigo Ogi é um dos grandes cronistas do rap brasileiro. Desde Crônicas da Cidade Cinza (2011), consolidou-se como narrador urbano, capaz de transformar detalhes cotidianos em imagens cinematográficas. Sua escrita é minuciosa, quase jornalística, mas sem perder a força poética: personagens, ruas e sentimentos ganham contorno em versos que soam como fragmentos de um filme não gravado. Ao longo da última década, Ogi refinou essa capacidade de narrar, tornando-se referência em rimas que olham para a cidade e para o cotidiano com densidade e lirismo. Nill, por outro lado, representa uma geração que cresceu entre o rap e a internet, sem medo de misturar linguagens e provocar ruídos. Desde os primeiros trabalhos, mostrou domínio em tensionar a cena com ironia, referências da cultura pop — de animes a videogames — e um frescor ousado que dialoga diretamente com os códigos digitais de seu tempo. Se Ogi escreve como quem filma em película, Nill cria como quem edita no celular: colagem, velocidade, humor ácido e uma leveza quase trapaceira, que desafia o peso esperado do gênero... Continue Lendo no Ismo
sábado, 27 de dezembro de 2025
Gabriel Araújo - Lugar EP (2025)...
Gabriel Araújo é natural de Campos dos Goytacazes, interior do estado do Rio de Janeiro. Após anos atuando de forma amadora na cena musical local, em 2006 foi convidado a fazer a trilha de um espetáculo de teatro, e começou a explorar linguagens visuais para música. De lá pra cá, são três álbuns solo explorando sonoridades e linguagens diferentes atreladas ao ato de experimentar o som. Em meados de 2010, Gabriel foi morar em João Pessoa, na Paraíba, onde aprimorou o ofício de músico, realizando shows e participando de bandas como a Glue Trip, com quem fez shows pelo Brasil e outros países. Agora, de volta a Campos, sua cidade natal, apresenta seu novo trabalho, “LUGAR” (2025), um EP visual que conta com um curta metragem em fábula roteirizada e dirigida por Vita Evangelista, cineasta também de Campos. Vita é um artista multidisciplinar e pesquisador transmasculino, cujo trabalho atravessa vídeo, instalações, mídias digitais, escrita e ativismo LGBTQIAPN+ e antirracista. Em sua produção artística, Vita constrói “narrativas auto tecnopoéticas” — fusão de corpo, tecnologia e palavra — a partir de uma perspectiva transfeminista e contra-colonial. Seus trabalhos confrontam as estruturas do capitalismo racializado, os dispositivos de controle migratório e as tecnologias de vigilância, utilizando linguagens que sabotam códigos hegemônicos... Continue Lendo no Scream Yell
sexta-feira, 26 de dezembro de 2025
Brenoski Libertae - In Vitro (2025)...
Conhecido como exímio gaitista e nome atuante na cena blues baiana, o artista Brenoski Libertae lança no dia 13 de novembro o álbum In Vitro. O disco reúne 10 músicas autorais e inaugura uma nova etapa em sua trajetória musical: além de instrumentista, agora o artista se apresenta como compositor e intérprete de suas próprias canções. O álbum traz uma sonoridade marcada pelo blues e amplia horizontes ao dialogar com country e rock, construindo uma obra que mistura intensidade e lirismo. O pré-save já está disponível aqui. O álbum conta com a contribuição de nomes ilustres na música baiana e brasileira. Foi produzido por Martin Mendonça, guitarrista conhecido por tocar ao lado da cantora Pitty; gravado, mixado e masterizado por André T, que já assinou trabalhos para Baiana System, Luiz Caldas e Mateus Aleluia; e conta com a participação de Rick Ferreira (pedal steel), guitarrista de Raul Seixas e pioneiro no uso de pedal steel no Brasil. In Vitro conta ainda com participações dos músicos Ricardo "The Flash" Alves (guitarra, violão e dobro), Cadinho Almeida (baixo), Felipe Dieder (bateria), Gigito (Banjo), Nancy Viegas (Backing Vocal). Com esse novo trabalho, Brenoski amplia sua atuação, dando voz às próprias composições e reafirma sua versatilidade, se posicionando como um artista ousado e autêntico dentro da cena alternativa de Salvador...
Olivêra - Finja Que Não Me Conhece (2025)...
Olivêra retorna à cena independente com o sexto disco da carreira e reforça sua posição como uma das figuras mais excêntricas, sinceras e improváveis do underground brasileiro. “Finja que não me conhece” chegou em 5 de novembro e reafirma o espírito livre do artista ipatinguense, que transforma o ostracismo involuntário em estética, manifesto e liberdade criativa. O álbum segue a linha retrô-indie brasileira apresentada nos singles “Eu e meu DiGiorgio” e “Fio de discórdia”, ambos lançados em 2025. A sonoridade passeia por rock, punk, hardcore, funk, soul e MPB, consolidando o que a crítica vem chamando de rock-brega-jovem-guardista-conceitual. Tudo surge em uma roupagem rústica e estilizada, simples sem cair na banalidade, e com a marca humorística-filosófica típica do cantor... Continue Lendo no OveRRocks
quinta-feira, 25 de dezembro de 2025
Emicida - Emicida Racional VL 2 - Mesmas Cores & Mesmos Valores (2025)...
Muita gente pediu esse novo do Emicida, que se não é o melhor álbum do MC paulista, é um dos mais necessários de sua carreira. Então fica ele aqui de presente de natal pra vocês ouvirem com atenção e desconectados...
“Quando os caminhos se confundem, é necessário voltar ao começo”. A frase dita por Emicida na canção que inaugura Pra Quem Já Mordeu Um Cachorro por Comida, Até Que Eu Cheguei Longe (2009), estreia do rapper paulistano, é essencial para entendermos aquilo que o artista busca desenvolver em Emicida Racional VL2 – Mesmas Cores & Mesmos Valores (2025, Cecropia). Primeiro álbum de inéditas desde o celebrado AmarElo (2019), o registro de dez faixas é tanto um retorno às origens como um delicado exercício de exposição emocional e busca por reconexão durante o processo de luto. Imerso em um turbilhão de acontecimentos que culminou na ruptura e na batalha judicial contra o irmão, o músico e empresário Evandro Fióti, Emicida foi pego de surpresa quando, em julho deste ano, teve de lidar com a morte da mãe, Dona Jacira, aos 60 anos. Partindo desse processo de angústia, bem representado nas mensagens de áudio e no choro da introdutória Bom Dia Né Gente? (Ou Saudade Em Modo Maior), o rapper retorna com uma de suas criações mais sensíveis, liricamente expositivas e complexas de toda a carreira... Continue Lendo no Música Instantânea
quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
Layse - Música Mundana (2025)...
A cantora, compositora, produtora e baterista paraense Layse lança o EP “Música Mundana”, obra que conecta batida eletrônica amazônica, tecnobrega e latinidades. Disponível em todas as plataformas digitais, o projeto reafirma a potência criativa da música feita por mulheres e coloca o Norte no centro da pista. “Cresci ouvindo a expressão ‘música do mundo’. Mas por que a nossa não seria? “Música Mundana” é o som do mundo visto do ponto de vista de uma mulher da Amazônia”, destaca Layse. A direção musical do EP é assinada pela própria Layse, que gravou a maior parte dos instrumentos – percussões, synths, teclas, baixos e violão -, construindo, faixa a faixa, uma paisagem sonora que parte de Belém e reverbera para o mundo. “É música de pista com o nosso sotaque. É sobre liberdade criativa, sobre fazer agora, sem esperar as condições ideais. É batida, é corpo, observação que vira poesia – e é também resistência”... Continue lendo no site Prus Mano
John Stone and the Eighth Wonder - Never Change, Mountain Range (2025)...
Me chamo John Stone. Lanço minhas músicas sob o nome John Stone and the Eighth Wonder. Sou de Mauá, uma cidade na região metropolitana de São Paulo. Gostaria de compartilhar com vocês meu mais recente EP chamado "Never Change, Mountain Range". Ele é um EP composto de músicas curtas nos gêneros Folk e Country, os quais são meus favoritos. Ele é lo-fi mas não só em estética. É, literalmente, um álbum de baixa fidelidade (o que chamam de "má produção" eu chamo de "liberdade artística"). O gravei e produzi quase inteiramente no celular (partes foram gravadas no computador). Eu toco todos os instrumentos (exceto a bateria na primeira faixa) e canto. O álbum não é sobre um tema em específico. É uma coletânea de músicas no mesmo gênero que eu, por acaso, escrevi ao mesmo tempo...









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