Quatro anos de silêncio discográfico. Quatro anos de uma Baixada que ficou pra trás e de uma capital que precisava ser conquistada de novo, agora não só geograficamente, mas artisticamente. Felipe Vaz volta com tudo isso na bagagem e coloca no mundo seu terceiro álbum: “ATÉ ONDE MEUS PÉS ALCANÇAREM E MINHAS MÃOS PUDEREM TOCAR:” projeto que carrega no título a exata medida do que o disco se propõe a fazer. Natural de Duque de Caxias, nascido em setembro de 1998, Vaz não é exatamente uma novidade pra quem acompanha a cena carioca com atenção. Seu disco anterior, “Terra de Mulher Bonita” foi o trabalho que mais projetou seu nome, e acabou se desdobrando num laboratório visual e numa marca de mesmo nome. Agora, com o novo álbum, ele expande o terreno conceitual de forma ainda mais ambiciosa, contando com Noite Moderna na escrita e Buzu na produção musical geral... Continue Lendo no Rap Midia
quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Felipe Vaz - ATÉ ONDE MEUS PÉS ALCANÇAREM E MINHAS MÃOS PUDEREM TOCAR: (2026)...
Quatro anos de silêncio discográfico. Quatro anos de uma Baixada que ficou pra trás e de uma capital que precisava ser conquistada de novo, agora não só geograficamente, mas artisticamente. Felipe Vaz volta com tudo isso na bagagem e coloca no mundo seu terceiro álbum: “ATÉ ONDE MEUS PÉS ALCANÇAREM E MINHAS MÃOS PUDEREM TOCAR:” projeto que carrega no título a exata medida do que o disco se propõe a fazer. Natural de Duque de Caxias, nascido em setembro de 1998, Vaz não é exatamente uma novidade pra quem acompanha a cena carioca com atenção. Seu disco anterior, “Terra de Mulher Bonita” foi o trabalho que mais projetou seu nome, e acabou se desdobrando num laboratório visual e numa marca de mesmo nome. Agora, com o novo álbum, ele expande o terreno conceitual de forma ainda mais ambiciosa, contando com Noite Moderna na escrita e Buzu na produção musical geral... Continue Lendo no Rap Midia
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