Após se dedicar por mais de 20 anos como instrumentista acompanhando importantes artistas da música brasileira como Gal Costa, Milton Nascimento, Arnaldo Antunes, Ana Cañas, entre outros, o músico mineiro André Lima assume a persona de LIMMA e estreia seu primeiro álbum solo, que leva seu nome. Com canções pop e forte presença de sintetizadores, o disco chega nas plataformas de música nesta sexta, 10, via selo Candyall Music. Neste trabalho, o artista reuniu 10 faixas compostas com parceiros como Carlinhos Brown, Paulo Carvalho, Romulo Fróes, Jongui, Fabio Góes e Magno Mello. “Selecionei canções que fiz com diferentes parceiros ao longo dos últimos 5 anos. Sempre compus direcionado a outros artistas, demorei um tempo para me sentir confortável defendendo minhas músicas, tanto pelo fato de mostrar a cara e cantar, quanto pela temática das letras. Só agora, aos 42 anos, me senti confortável nesse lugar”, explicou... Continue Lendo no Virgula
segunda-feira, 11 de julho de 2022
Limma - LIMMA (2022)...
Após se dedicar por mais de 20 anos como instrumentista acompanhando importantes artistas da música brasileira como Gal Costa, Milton Nascimento, Arnaldo Antunes, Ana Cañas, entre outros, o músico mineiro André Lima assume a persona de LIMMA e estreia seu primeiro álbum solo, que leva seu nome. Com canções pop e forte presença de sintetizadores, o disco chega nas plataformas de música nesta sexta, 10, via selo Candyall Music. Neste trabalho, o artista reuniu 10 faixas compostas com parceiros como Carlinhos Brown, Paulo Carvalho, Romulo Fróes, Jongui, Fabio Góes e Magno Mello. “Selecionei canções que fiz com diferentes parceiros ao longo dos últimos 5 anos. Sempre compus direcionado a outros artistas, demorei um tempo para me sentir confortável defendendo minhas músicas, tanto pelo fato de mostrar a cara e cantar, quanto pela temática das letras. Só agora, aos 42 anos, me senti confortável nesse lugar”, explicou... Continue Lendo no Virgula
The Black Punks - Passageiros da Agonia (2022)...
The Black Punks acaba de lançar seu novo EP “Passageiros da Agonia” pelo selo latino americano Electric Funeral Records. A banda paulista que foi formada em 2018, traz uma pegada Punk Rock/Hardcore com bastante referência aos clássicos dos anos 90. O quarteto conta com os membros Paul Dickerson (guitarra/vocal), Gabriel Soares (contra baixo), César Henrique (bateria) e Vagner Gevergi (vocal). O EP que conta com 6 faixas traz guitarras pesadas, um contrabaixo presente, uma bateria que comanda muito bem um ritmo forte e pulsante, vocais potentes que mesclam punk rock, hardcore, rock and roll com uma pitada de horror punk desfilando com versatilidade e uma bela dose de brutalidade sonora. Esse EP é uma obra bem original que faz jus ao velho, porém não obsoleto punk rock hardcore... Continue Lendo no Overrocks
domingo, 10 de julho de 2022
Novos Baianos - Acabou Chorare (1972)...
Um clássico de 50 anos atrás, em homenagem aos 75 anos do Moraes Moreira.
A Rolling Stone Brasil publicou, em 2007, uma edição especial com os 100 maiores discos da música brasileira. No primeiro lugar figurou Acabou Chorare, disco lançado pelos Novos Baianos, em 1972. Foi uma votação sem precedentes na imprensa nacional, com estudiosos, produtores e jornalistas para encontrar o maior álbum da história da música brasileira. A cada um dos 60 eleitores, foi solicitado que escolhesse 20 discos, sem ordem de preferência. Os critérios analisados incluíram valor artístico intrínseco e importância histórica. Todos os votos foram somados e resultaram em uma lista de 100 discos essenciais. Abaixo, o texto publicado na edição impressa da Rolling Stone Brasil de outubro de 2017, assinado pelo jornalista Marcus Preto... Continue Lendo na Rolling Stone
sábado, 9 de julho de 2022
GRINGOS DA SEMANA: Playlist atualizada com 20 novos sons/artistas de 13 países do mundo e destaques eletrônicos, instrumentais e jazzísticos pra vocês!
Joe Silhueta - Sobre saltos y outras quedas (2022)...
A banda brasiliense Joe Silhueta verá seu segundo disco, Sobre Saltos y Outras Quedas sair do forno nesta quinta, dia 30. Sem medo de spoilers, o grupo vem ao Música Pavê comentar alguns detalhes de cada uma das onze faixas que compõem a obra, sucessora de Trilhas do Sol (2018). O álbum foi gravado na virada de 2019 para 2020 e traz produção de Gustavo Halfeld e Jota Dale, e traz participação de Dinho Almeida (Boogarins) em Assoviata. Sobre Saltos y Outras Quedas poderá ser escutado nas plataformas de streaming listadas nesta página. Todos os comentários do faixa a faixa foram enviados por Guilherme Cobelo, idealizador do projeto... Leia o Faixa a Faixa no Música Pavê
sexta-feira, 8 de julho de 2022
Raya - Tô (2022)...
nostardamos - We've Been Late (2022)...
quinta-feira, 7 de julho de 2022
Ivyson - O Outro lado do Rio (2022)...
O cantor e compositor pernambucano IVYSON lançou recentemente seu álbum de estreia, “O Outro Lado do Rio” (selo Babel), em todas as plataformas digitais. O trabalho conta com 10 faixas, a maioria composições de IVYSON, e a produção de Viktor Judah. Com apenas quatro anos de carreira, o cantor já reúne quase 170 mil ouvintes mensais só no Spotify. Com muita personalidade, sua música apresenta uma sonoridade essencialmente brasileira com ecos de produção da música pop atual. O artista já disponibilizou dois singles/clipes do novo trabalho: “Esquina”, inspirada nas ruas do Recife, que retrata a boemia a uma sonoridade ímpar. E o single duplo “Quando não havia mais ninguém / Me chama pra dançar”, que conta uma história de amor e desencontro... Continue Lendo no Boomerang Music
Echorec Face - Rare Grooves Saved My Life (2022)...
Echorec Face é o alias beatmaker do MC, produtor, beatsmith e international man of mistery Caio Bosco, que entre diversas outras peripécias é o homem por trás da lendária Radiola Santa Rosa, além de ser discutivelmente o grande nome comunista da cena rap brasileira. Troquei uma ideia com ele recentemente que está disponível aqui nas páginas do meu, do seu, do nosso Original Pinheiros Style e falamos sobre seu estilo de produção sujo, denso, que remete ao peso do início dos anos 90, fazendo diversas referências, rítmicas e poéticas, à golden era do gênero. Vivendo em Lyon, na França, há algum tempo e trabalhando como professor de música para crianças, o carismático Caio chega junto novamente com seu projeto Echorec Face no disco Rare Grooves Saved My Live, um apanhado de vinte e dois beats 100% instrumentais, tudo num peso e numa timbragem difícil de se ouvir e/ou sentir em pleno 2022 — a não ser, claro, que você ponha aquele saudoso Petestrumentals no toca-discos e abra uma gelada numa ensolarada manhã de domingo pra relembrar que já fomos coisa muito melhor, em praticamente todos os sentidos... Continue Lendo no Original Pinheiros Style
quarta-feira, 6 de julho de 2022
Brisa Flow - Janequeo (2022)...
Brisa de la Cordillera, ou mais conhecida como Brisa Flow, é um nome que o cenário Hip Hop tem ouvido falar bastante nos últimos anos. A artista ameríndia, de Minas Gerais, cresceu sobre a influência da cultura musical dos povos andinos, através de seus pais, e escolheu o Rap como canal de expressão para sua linguagem musical. Bebendo das referências no Afrobeat, Reggaeton, Drum and Bass, House e música indígena contemporânea, Brisa Flow desenvolve uma assinatura que promove o diálogo acerca das questões indígenas como racismo, xenofobia e genocídio. Em 2016, seu primeiro álbum Newen, esteve como destaque entre os 20 melhores discos do ano, apontados pelo Estadão. Agora, ela engata mais um full-lenght de sua carreira, com o álbum Janequeo. Com 13 faixas, e participações de Tidus, Ian Wapichana, Gustavo Lessa, Alvin, Abi Llanque, Mona Brutal, Sodomita e muitos outros artistas entre beatmakers e vocalistas, o disco traz a poderosa mensagem da guerreira Janequeo, sobre o amor, coragem e autonomia da mulher indígena. Confira os detalhes de cada uma das faixas, comentadas por Brisa Flow... Continue Lendo o faixa a faixa no Alataj
Amplexos - Queda Casa Terra (2022)...
Poucas bandas do interior do RJ sobreviveram à avalanche de desmotivação do Brasil nos últimos anos. O coletivo Amplexos, com mais de 15 anos de trajetória, é um sobrevivente. Desde que iniciaram em 2008 com álbum homônimo, muitas bandas e artistas já não vivem mais do sonho da música. A banda seguiu lançando discos (“A Música da Alma, 2012 e “Sendeiro”, 2015) e, mais recentemente, singles em collab com novos nomes da cena local e medalhões como Lenine, em “Segura” (2021). Seguiram seu caminho diverso abrindo frentes de trabalho, como a produção de outros artistas em estúdio (Thiago Elniño, Raí Freitas, Beatbass High Tech), eventos (Amplexos in Jamaica, Amplexos Convida), projetos paralelos (Tolen, pai Guga, Juremeiros) e a arte educação, com apresentações em escolas e espaços públicos. “Queda Casa Terra” é o primeiro conjunto de canções lançado pelo grupo desde 2015. No novo trabalho, a mistura de ritmos afro-latinos e rock psicodélico ainda é presente, mas um trio de metais inaugura uma fase reflexiva e assumidamente abrasileirada. Ao longo das três faixas do EP, os músicos parecem querer percorrer caminhos sonoros que revelam e pulsam em “novos Brasis”. Nas letras, idas e vindas de um pensamento às vezes desesperançoso, apocalíptico, profético, e, outras vezes, vibrando a beleza da sobre- vivência pós pandemia e todo o caos social e político em que (ainda) estamos...
terça-feira, 5 de julho de 2022
Conte! - A Venda (2022)...
A banda cearense Conte! planejou o álbum "A Venda" como uma descoberta para o público, com cada faixa sendo lançada separadamente ao longo de um ano e meio. Com "(A)Sentimental", a Conte! completa o disco, que conta com oito faixas de um rock alternativo que alterna entre o pop e o pesado, tanto nas melodias quanto nas letras. "A Venda" é o álbum de estreia da Conte!, banda que vem ganhando cada vez mais destaque em Fortaleza. Nos últimos dois anos, a banda participou do festival reconhecido nacionalmente Ponto.CE e deu entrevista na Rede Globo local sobre a principal temática de suas letras, a saúde mental. A Conte! transita entre o rock alternativo, post-grunge e até metal alternativo, a fim de sempre experimentar novos limites. No entanto, a grande missão está além de fazer apenas o bom e velho rock n’ roll, pois eles usam as suas letras como inspiração na luta contra a depressão. Em seus próximos lançamentos, a Conte! reforça esse posicionamento."Estamos dispostos a alcançar o ouvinte com a nossa mensagem. O principal objetivo é fazer as pessoas refletirem sobre o mundo e seu papel como pessoa", explica Paulo Aguiar, baterista... Continue Lendo no Os Garotos de Liverpool
Lucas Bernoldi, João Sirangelo - Hippie Pra Caçamba (2022)...
segunda-feira, 4 de julho de 2022
Thunderbird - Pequena Minoria de Vândalos (2022)...
Luiz Fernando Duarte, mais conhecido como Thunderbird, é um dos grandes nomes da cultura brasileira. Ele foi VJ da antiga e saudosa MTV Brasil, é um grande conhecedor musical onde compartilha seu conhecimento do cenário musical no “Music Thunder Vision” seu fabuloso canal no YouTube que fala de música desde MPB até o Rock. Em 2019 ele lançou o livro “Conto de Thunder”, sua magistral autobiografia literária com apoio dos espetaculares jornalistas Leandro Iamin e Mauro Beting. E, além disso, ele é também músico. Desde 1986, ele é integrante de uma banda de Rock Alternativo famosa chamada Devotos de Nossa Senhora Aparecida, é também faz parte de outros grupos como Tarântulas & Tarantinos e já tocou com ótimos artistas como Júpiter Maçã uma das lendas do Rock Gaúcho e o excelente músico goiano Odair José. Agora em 2022 ele lança “Pequena Minoria de Vândalos” seu primeiro disco solo que apresenta um ótimo Rock com questões sociais relevantes. O trabalho estava sendo gravado desde 2020 e tem nove faixas de pura fervura musical que destaca a insatisfação do artista perante o conservadorismo da nossa atualidade. Algumas músicas são de autoria de Thunderbird e outras são de parceiros dele, mas, em ambas, contam com uma forte base sonora formada por ele, Gustavo Boni, Caio Lopes, Rafael “Chicão” Montorfano e Daniel Brita, juntos promovem um som sensacional graças a produção musical de Lampadinha e a produção visual de Carol Shimeji... Continue Lendo no Teoria Cultural
Marina Melo, Nana Rizinni - Canções de Amor para Itens Descartáveis (2022)...
Tendo como parceira a produtora musical e baterista Naná Rizinni, Marina Melo se prepara o lançamento do EP “Canções de amor para itens descartáveis”. Hoje, chegou nos tocadores digitais o primeiro single, intitulado “Loukkk – remix & ao vivo”. O trabalho marca a estreia da artista paulistana no selo dobra discos. Bem humorada e dançante, a nova versão da música originalmente lançada em 2019 traz duas possibilidades de audição: uma completa, com texto final falado pela artista e uma versão radio edit, voltada para execução não só nas rádios, mas também nas pistas... Continue Lendo no Conteudo Som VC
domingo, 3 de julho de 2022
Vários Artistas - DARKROOM (2022)...
Desmanche o Selo e Frestas Telúricas apresentam: DARKROOM, um disco coletivo, ou um projeto de colaborações anônimas, ou ainda um jogo de possibilidades sonoras que se bifurcam. O trabalho, que contou com a participação dos artistas sonoros Clau Aniz, Erlândia Ribeiro, Flora Holderbaum, Henrique Correia, Leo Alves, Marco Scarassatti, Natália Francischini e Ramon Alves, teve como objetivo um ambiente de criação sonora à distância de autoria indeterminada. No processo do disco, dividido em três etapas, os participantes submeteram materiais sonoros sem qualquer indicação de autoria para a formação de um banco de sons; após, interagiram com o próprio material deste banco para compor peças sonoras e; por fim, a curadoria Frestas Telúricas realizou um triagem das peças, para finalizar o disco, que é o material aqui presente...
sábado, 2 de julho de 2022
GRINGOS DA SEMANA: Playlist atualizada com 20 novos sons do mundo e 10 destaques crocantes da música indie pop, eletrônica e experimental pra você conhecer!
Macro/ micro é um projeto do compositor e produtor de música eletrônica Tommy Simpson, de Los Angeles. Iniciado em 2016, o artista tem 5 trabalhos lançados. O mais recente deles Things Will Never Be The Same Again, tem 5 faixas nas quais o beatmaker descreve em forma de sons a intensa e psicodélica jornada pela qual estamos passando neste momento louco do mundo. Músicas curtas e longas, que passam por diversas emoções, seja o caos noise que abre o trabalho, até a contemplativa e imersiva faixa que o finaliza, deixando o futuro em aberto, mas sem esquecer da dança. Saca aí:
Torto - Expediente (2022)...
Torto é uma iniciativa sonora que busca entender um pouco mais sobre o processo de criação do inconsciente. Fruto de uma reaproximação com a música após muitos anos, o designer pernambucano Leandro Lima criou o projeto em 2017. "Expediente" é o segundo álbum, com 7 faixas, amplia a gama de sonoridades abarcadas na construção das músicas. Ainda instrumental, neste álbum além do rock instrumental, vários elementos e sonoridades eletrônicas aparecem entre as faixas. “O álbum tem esse nome porque os experimentos sonoros foram criados durante o horário de trabalho, algumas vezes dá pra escutar as pessoas falando no fundo, não contem pro meu chefe”, comenta Leandro...
sexta-feira, 1 de julho de 2022
Meg Pedrozzo - Pessoas São Falhas (2022)...
Pessoas São Falhas é o novo EP de Meg Pedrozzo, cantora que nasceu no Grajaú, periferia de São Paulo. O EP já está disponível nas plataformas digitais e conta com cinco músicas, incluindo o single que carrega o mesmo nome do projeto. Meg diz que seu primeiro contato na música começou em casa devido a influência de seus pais e do avô, enfatizando que o momento exato que decidiu cantar profissionalmente foi quando ela decidiu sair da igreja. Ela diz que a sua primeira experiência na música profissional foi com o grupo The Monkeys THC, onde permaneceu como vocalista por 8 anos. Após as experiências na música, Meg conta que agora está focada no lançamento de Pessoas São Falhas e explica a escolha do nome... Continue Lendo no Portal Periferiacon
Maranda - Tudo Até Agora (2022)...
O título da estreia discográfica de Maranda, “Tudo até agora”, resume o largo escopo musical da cantora e compositora carioca. Em nove das dez faixas, a artista apresenta canções autorais que trazem observações aguçadas sobre o vazio existencial, as reflexões e dúvidas da vida adulta e a experiência feminina em uma sociedade marcada pelo machismo. Mas sem jamais perder a ironia, o humor fino e a ternura, acentuados por seu amplo alcance vocal, marcado por um grave ao mesmo tempo cristalino e pungente. A música de abertura, “Cosmonauta”, mostra um pouco desse “tudo” que a cantora traz ao mundo, como a ficção científica e a sofisticação simples de Joni Mitchell. Com um violão de dedilhado intrincado que ecoa o folk californiano de Laurel Canyon dos anos 1960-70, Maranda se joga na Via Láctea, passa pelas cavernas de marte e, como aponta a letra, “viaja para chegar” a uma canção de amor que parece um filho sonoro entre Judee Sill e o Ziggy Stardust de David Bowie. Já o leve pop semi-eletrônico “Vendaval”, que não à toa remete ao trabalho de Marina Lima, aponta outra peça desse complexo mosaico musical, mas sem se distanciar dos questionamentos mais profundos, das ambiguidades da experiência humana. Enquanto a narradora “queria querer a brisa tranquila” em meio à tempestade, ela confessa, no final, sobre tambores, que o que ela quer é furacão...



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