segunda-feira, 12 de outubro de 2020

Arthuri - Volume de Coisas Esquecidas (2020)...




sobras, demos e coisas esquecidas do artista lo-fi potiguar Arthuri...

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Kolx & Keith - Tipos de Rochas & Minerais (2020)...





A mixtape “Tipos de Rochas & Minerais” é o tórax linguístico de kolx (Underismo) e o olhar sintetizante de Keith (Guild). O projeto de estreia dos dois artistas foi lançado no dia quatro de setembro do ano de 2020. A mixagem e masterização foram feitas pelo engenheiro de som, SE7E (Guild), a captação de voz por DeusNoBruxo (Underismo), no estúdio Kaffeína Record’s e a identidade visual geral pelo artista torajjjosu. Com 37 minutos, divididos entre “ambiências”, interlúdio e faixas, o disco abre uma rachadura no meio de seu próprio organismo para efetivar um harmônico estudo de si. A presença de vozes em variadas intensidades, expressam o tom de cada ser existente no universo da mixtape, surgindo de forma material ou imaterial. Assim como, os instrumentais hospedam os seus sentimentos, as suas vontades, as suas características. Segundo kolx, o projeto é mais do que nutrir uma história com início, meio e fim, ele apresenta ao ouvinte uma análise sobre as consequências do intemperismo humano. “É transformar-se; o corpo do ser é uma rocha, onde seus órgãos são os variados tipos de minerais.”, explica...

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domingo, 11 de outubro de 2020

ehoro - Tautologia 2 (2020)...



Download: Tautologia 2 (2020).rar (ou vá em ouça)

"Tautologia 2" é o segundo ato dos trabalhos de ehoro, alter-ego do portovelhense Ramon Alves. Em 45 minutos de força, o músico se utiliza de sintetizadores, de seu contrabaixo e de ambient recordings para construir um ambiente sonoro ruidoso, grave e meditativo. Todas essas vozes, se existem, querem dizer a mesma coisa. Ramon Alves, artista portovelhense fundador da banda Tuer Lapin e do Desmanche o Selo. Utilizando a repetição e as texturas eletrônicas como plataforma, ehoro trata-se de um projeto de exploração de um homem só....

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sábado, 10 de outubro de 2020

Zonbizarro - Redentor (2020)...



Download: Redentor (2020).zip (se der erro, bote o mail no bandcamp acima)

Redentor, EP com 3 músicas composto e gravado entre 2016 e 2018 pela banda Zonbizarro, conta com a formação já antiga da banda, uma vez que João Victor Lopes, que assumiu os baixos em 2017 com a saída de Marcelo Sponchiado, deu lugar ao retorno do mesmo em 2020. As três músicas - Erros, Tic-Tec e Ao Arder - revela uma banda menos experimental e agressiva, bastante melódica mas com as dinâmicas e peso que marcam a identidade do trio. Ao longo dos pouco menos de 16 minutos a banda entrega nas letras a importância de superar traumas, valorizar vivências e refletir sobre a distância. Coincidentemente, ele foi composto e gravado em um contexto muito similar ao atual, de isolamento, reflexão e paciência. Com baterias e baixos gravados, Rafael teve que se mudar para São Paulo, levando as tracks com ele e gravando o que faltava em casa. A vida numa cidade estranha, sem amigos e sem muito lazer pelo alto custo da de vida reflete bem o que estamos vivendo agora em plena pandemia. O lançamento já estava planejado para 2020 e a banda decidiu manter o cronograma mesmo com a situação atual do mundo, para dar vazão a este material e abrir espaço para novas criações...

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sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Lau e Eu - O Futuro Está Distante (2020)...




O que é ser artista dentro da estrutura da sociedade contemporânea? Um dos discos que chegou a encostar no tema logo em seu título foi Artista Igual Pedreiro, do Macaco Bong, que assim como o novo álbum do sergipano Lauckson, que assina seus trabalhos como Lau e Eu, disserta sobre a criação e o consumo da arte em nossos tempos. Para ilustrar isso o músico escreveu um Manifesto (confira no final da matéria). O EP O Futuro Está Distante (YB Music, Matraca Records) conta ainda com um curta-metragem conceitual e participações especiais. “Se O Nosso Amor Fosse São Paulo”, tem vocais de Laura Lavieri. Enquanto isso, Julia Valiengo (Trupe Chá de Boldo) e Marcelle participam da faixa “Fiquei Ali Pensando”. A faixa introdutória também conta com trechos de Alex Sant’Anna. Na bateria Theo Cecato, no baixo Pedro Bienemann, nas guitarras de Dreg (Phill Veras/YMA) e Bienemann também, Synths do Leon Sanchez (YMA) aparecem em faixas como “Se o Nosso Amor Fosse São Paulo” – os músicos costumam acompanhá-lo durante as apresentações ao vivo. No projeto o músico se multiplica e assina a direção de todas as atribuições e formatos explorados dentro da narrativa... Leia mais no Hits Perdidos

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Guilherme Held - Corpo Nós (2020)...

Ouça

Download: Corpo Nós (2020).rar

Proeminente em discos e shows produzidos na cena paulistana ao longo dos anos 2010, o toque pontiagudo da guitarra de Guilherme Held sempre deixou evidente que o músico paulista – nascido em Araçatuba (SP), mas há anos em cena no organizado caos cinzento da cidade de São Paulo (SP) – é discípulo de Alexander Gordin. Guitarrista made in China, Lanny Gordin – como é conhecido artisticamente no Brasil este músico fundamental na criação da identidade musical da Tropicália – é seguido por Held com devoção e também com a certeza de que ele próprio, Held, já deixou marcas na música brasileira contemporânea do século XXI com os toques psicodélicos, climáticos e/ou roqueiros da guitarra Gibson de seis cordas. Tanto que discípulo e mestre se irmanam sob os improvisos livres de Pingo d'água (Guilherme Held e Lanny Gordin), música que encerra o primeiro álbum de Held, Corpo nós, programado para chegar ao mercado fonográfico na sexta-feira, 2 de outubro. O encontro legitima a trajetória de Held, mas não espere ouvir no disco muitos solos da guitarra Gibson 335 manuseada pelo músico com metade das 12 cordas originais. Em Corpo nós, Held quer conquistar ouvintes com a rebuscada trama de timbres que encorpam repertório autoral e que vão além do universo musical de Gordin. É o compositor que pede passagem no disco, se sobrepondo ao guitarrista, por mais que haja eventuais experimentações feitas na guitarra – como na gravação de O homem triste (Guilherme Held e Romulo Fróes), música cantada por Iara Rennó – e por mais que haja também um ou outro solo, como o feito na introdução já aliciante da inspirada música que abre o álbum, Tempo de ouvir o chão (Guilherme Held e Clima), composta com evocações intencionais do cancioneiro de Milton Nascimento no Clube da Esquina... Continue Lendo no TVKWeb

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quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Bossa Noise - Flutuar (2020)...




Há quem diga que a arte é fuga. Que o mundo criado pelo artista é uma possibilidade de despressurizar as intensas forças da realidade concreta, em direção a um refúgio de leis próprias no qual o exercício de controle traz alívio e sensação de segurança. Para o paulistano Lucas Rechtman, a arte não poderia estar mais longe desta definição. Nascido em Tiradentes, extrema Zona Leste de São Paulo, e criado no Bom Retiro, o multi-instrumentista e produtor tem experienciado sua ânsia artística por meio de diferentes projetos. Foi baixista da banda Luzia entre 2016 e 2017 e enveredou por caminhos internacionais em uma residência artística em Seattle e na Califórnia, onde organizou eventos que mesclavam gastronomia e música, promovendo intercâmbio entre as culturas brasileira e americana. Assim, contrária àquela primeira definição, a arte do jovem paulistano nunca pareceu se refugiar, mas, sim, lançar-se ao mundo – reunir suas experiências e se deixar vulnerável perante o mundo. E é justamente desta vulnerabilidade, deste desejo de se colocar no mundo que Flutuar, seu primeiro disco autoral, nasce. Para isso, Lucas veste a persona de Bossa Noise, um nome que deixa clara em sua construção a existência de contradições essenciais para a composição deste disco. A “bossa” vem no sentido mais faceiro, do sentimento mais suave que permeia o termo e com direito a algum intertexto do gênero durante as composições, ressignificadas sob uma roupagem Lo-fi. O Noise, por sua vez, não vem de uma maneira explícita na sonoridade, mas como reflexo daquilo que Lucas, por meio de sua música, digere. Ao escolher usar sua arte como enfrentamento, todo o barulho de fora é internalizado, ao invés de posto de lado. O “noise” se encontra nas minúcias de Flutuar pois, apesar de um disco que explora tons mais brandos, ele é produto de muita reflexão sobre o caos... Continue lendo no Monkey Buzz

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Tukum - 22 dias a pé (2020)...





Tukum – Bando de Criação é um jovem trio multiartístico, formado pelos cariocas Bruno Olivieri e Luísa Pitta e o paranaense Flávio Cardoso, que acaba de lançar seu primeiro álbum autoral em 2020. A saber, a cada 40 dias eles lançavam um novo single nas plataformas digitais junto ao videoclipe da canção, em seu canal do YouTube. E agora, finalmente, ele está completo nas plataformas digitais. Entre milhões de poeiras estelares, essa galera se juntou para fazer esse bom trabalho artístico que vem dando frutos. Desde vozes que se complementam até aquele gosto nômade de estrada e de um Brasil mais lúdico e esperançoso. É um mar de criação num sertão criativo. A princípio, o primeiro álbum surgiu após um período de várias viagens do trio pelo Brasil com um teatro móvel. Dessa forma, inspirou uma série de composições autorais. Eles se definem, irreverentemente, como “cantatores”... Leia Mais no Vivente Andante

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quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Jovem Esco - Free Esco (2020)...




Esse ano apesar de ser um ano totalmente fora da curva devido à pandemia, a cena musical brasileira tem trabalhado bastante e tivemos diversos trabalhos ótimos até o momento. E um deles sem dúvidas é o álbum “Free Esco” do talentoso Jovem Esco, um álbum que traz diversas participações e flutua entre os gêneros e tabus do proprio rap nacional. O disco abre um leque maior sobre o Jovem Esco ele traz coisas já apresentadas do artista no seu trabalho anteriores como no “Degustando Flores” a diferença é que em Free Esco, ele consegue trazer diversos estilos e consegue manter sua identidade independente das participações. Por mais que rap com violão ou com um beat mais melódico e comercial ainda seja um tabu dentro do cenário, Jovem Esco não se importa com isso e faz uma junção de diversas coisas dentro do projeto, exemplo nas transcrições das músicas logo no começo do álbum... Leia mais no Black Pipe
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Ana Paia - vc n sabe como eu sou (2020)...


soundcloud.com/anainsuportavel

Download: vc n sabe como eu sou (2020).rar


Hoje é o lançamento do EP da Ana Paia – Você não sabe como eu sou. Esse EP foi gravado pela Ana em sua própria casa com a ajuda de sua namorada Natascha Dias. Um estilo lo-fi triste e melódico. Me lembra muito a vibe do primeiro EP da Ana, chamado Atelofobia. Escrevemos sobre esse EP e outros em 5 projetos solos que você precisa conhecer. Foi a partir daí que eu conheci a Ana, que na época era apenas Ana Paula e hoje se intitula Ana Paia, embora, ela que de “paia” não tem nada. A Ana Paia é uma artista que eu acompanho de perto sempre, seja pelos suas cachorrinhas fofas que enchem meu Instagram de alegria, mas principalmente por suas músicas que me cativam facilmente... Leia a resenha no Rebobinados

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terça-feira, 6 de outubro de 2020

Marcelo D2 - Assim Tocam os MEUS TAMBORES (2020)...




Assim Tocas os MEUS TAMBORES, novo disco de Marcelo D2, tem um paralelo bem interessante com o livro “Slumberland“. Nele, Ferguson Sowell (DJ Darky) cria um beat complexo que impressiona todos os beatmakers do seu grupo. Algumas propostas de compra chegam, mas a intenção é deixá-lo perfeito. Para isso, ele vai à Alemanha tentar encontrar um lendário jazzista, Charles Stone (Schwa) – que pode não estar vivo. Só com a ajuda dele, o DJ Darky conseguirá aperfeiçoar sua batida. Nessa jornada, ele se torna um sommelier de jukebox num bar voltado aos amantes de jazz. E então, é ali que a magia acontece. Então, o que o romance do Paul Beatty tem a ver com Assim Tocam os MEUS TAMBORES? Quase tudo! Não sei se D2 leu a história em algum momento, mas há uma conexão na busca de Ferguson e o processo de produção que o rapper escolheu. Por conta do isolamento social, o MC carioca decidiu fazer um projeto para falar do momento caótico que o mundo vive. Essa também foi a forma que ele encontrou para se “isolar” dos haters, principalmente após as críticas (no Twitter) direcionadas ao atual presidente e ao governador de São Paulo. O lugar de refúgio foi o Twitch, plataforma de streaming de vídeo ao vivo. Lá, Marcelo Peixoto se reuniu com o seu público (quem estava afim de se envolver) e em tempo real chamou beatmakers, produtores, rappers, um historiador, poetas e cantores para colaborar no álbum... Continue Lendo no PerRaps

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João Thomé - Náusea (2020)...




Testar novas coisas e a nossa própria criatividade é uma forma de dar significado aos nossos pensamentos e sentimentos, e a arte é capaz de proporcionar tal experiência sem muitos esforços. Pensando nesse meio artístico que faz surgir elementos de muito valor a todo momento, neste texto saudamos um talento notável e surpreendente e ligamos os holofotes para o projeto independente “João Thomé". O artista João Henrique, de Goiânia/GO, marca presença na primeira arte por meio de seu projeto solo, iniciado em janeiro de 2020. Com o propósito de criar um álbum influenciado pelo indie e pelo synthpop... Leia mais no Sidetrack

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segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Caio Chiarini - Caio Chiarini e a Contrabanda (2020)...




Caio Chiarini e a Contrabanda é o meu mais novo projeto do guitarrista que acaba de finalizar o primeiro disco. Formado por Caio Chiarini (guitarra e violão), Alisson Amador (vibrafone), Victor Gagete (contrabaixo) e Arnaldo Nardo (bateria). A proposta desse grupo é executar repertório autoral tendo como principal vertente a música instrumental brasileira e o jazz.  Caio Chiarini e a Contrabanda tem como influências artistas da música brasileira e internacional...

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Tamara Franklin - Fugio - Rotas de Fuga Pro Aquilombamento (2020)...




Salve, JH na área. Rap (e a arte como um todo) é, para muitos, sobre essência. Esse conceito é intrínseco na arte de Tamara Franklin, MC mineira que coloca o que ela é não no plano de fundo, mas em primeira instância, na frente de sua música: mulher afrodescendente diaspórica. Distribuindo raça, etnia e ancestralidade em cada linha e timbre a artista constrói “Fugio”, seu segundo álbum de estúdio. Esse disco é uma enorme evolução desde o primeiro álbum de Tamara, “Anônima”, lançado em 2015. O álbum de estreia deixava a desejar por soar como um grande compilado de ideias – o que é até certo ponto literal, já que ali estava um apanhado do que a MC, que rima desde os oito anos de idade, havia feito durante sua vida – e pouco conciso, passando por sonoridades e escritas muito distantes. No entanto, o projeto já fez o que possa ser talvez a coisa mais importante em um trabalho de estreia: mostrar ao mundo o talento e potencial do artista, e isso foi certamente visto, sobretudo na excelente caneta. Saindo do debut, a rapper queria construir algo mais coeso, e isso foi totalmente atingido em “Fugio”... Continue Lendo no Rap Shit

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domingo, 4 de outubro de 2020

Teto Preto - Pedra Preta REMIXES (2020)...




Como transportar para dentro de estúdio a mesma força e atmosfera caótica que embala as apresentações da Teto Preto? Ponto central do imenso turbilhão criativo que vem movimentando a cidade de São Paulo desde o início da presente década – vide diferentes festas de rua e eventos de ocupação do centro, como a Mamba Negra –, a performance do coletivo paulistano assume nova formatação em cada uma das oito faixas que marcam o primeiro álbum de estúdio do grupo, Pedra Preta (2018, Mamba Rec). Uma interpretação polida, mas não menos significativa de tudo aquilo que sintetiza a estranheza e o caráter contestador do projeto comandado por Laura Diaz (CarneOsso). Consumido pela força das batidas, vozes berradas e ruídos eletrônicos que encolhem e crescem a todo instantes, Pedra Preta reflete com naturalidade a atmosfera delirante da capital paulista, porém, sempre apontando para fora, como uma fuga desse mesmo universo. São colagens e ambientações estéticas que acabam valorizando a presença de cada integrante relacionado ao projeto, além de Diaz, completo pela presença de Loic Koutana (performance), Pedro Zopelar (sintetizadores, bateria eletrônica), Savio de Queiroz (sintetizadores, bateria eletrônica) e William Bica (percussão, trombone)... Leia Mais no Miojo Indie

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sábado, 3 de outubro de 2020

Liniker & Os Caramelows - Ao Vivo no Recbeat Festival (2020)...


www.linikereoscaramelows.com

www.recbeatfestival.com

Veja/ Ouça o Show

Download: Liniker & Os Caramelows - Recbeat Festival (2020).rar


Áudio bootleg da apresentação da cantora Liniker e sua banda Os Caramelows na edição deste ano do Recbeat Festival, que acontece dentro do carnaval de Recife. Na apresentação, Liniker e banda revisitam sons antigos e apresentam canções do álbum mais recente. Por se tratar de um bootleg, aconselho usar fones...

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sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Jonathan Tadeu - Intermitências (2020)...




Intermitências não é um álbum sobre a pandemia. É importante registrar essa informação pois, apesar de ter sido completamente produzido no período daquilo que viemos a chamar de “quarentena” (insira muitas aspas), o novo álbum de Jonathan Tadeu provoca outras feridas, levanta outras questões. Intermitências não é um álbum sobre pandemia, portanto: talvez seja sobre se encontrar ainda que na solidão, no vazio de uma vida fatigada pela rotina, na percepção de que talvez falte ânimo pra aguentar lugares e pessoas e que, sim, alguns lugares e pessoas precisam ir embora...

Amanhã (aka sábado) tem show online de lançamento no PodLixo Festival 2! Fica esperto e saca tudo sobre o evento AQUI!

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Jadsa & João Meirelles - TAXIDERMIA vol. 1 (2020)...




Taxidermia é uma antiga técnica de atulhar um animal morto com palha para conservação de suas características. Foi essa referência que Jadsa Castro e João Meirelles encontraram para batizar o EP que produziram juntos e que acaba de ser lançado. ‘Taxidermia’ serve como uma prévia de ‘Olho de Vidro’, primeiro álbum cheio da cantora, compositora e produtora baiana. Olho de vidro é também a parte fundamental da taxidermia, o que dá “vida” ao animal empalhado. A relação dos termos é parte do processo colaborativo e experimental que Jadsa e João estão criando juntos e ‘Taxidermia’ é o primeiro fruto disso. Essa construção foi iniciada em 2019 com as gravações de ‘Olho de Vidro’ no Red Bull Studios, em São Paulo. João Meirelles, que integra a banda BaianaSystem, será o produtor do álbum de Jadsa, que deve ser lançado ainda em 2020 com apoio do Natura Musical. A relação dos dois, no entanto, vem de muito antes, como eles contam nessa entrevista, em que eles falam também sobre o EP, seu processo criativo, produção e muito mais... Leia mais no El Cabong

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quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Filosofino - 1º Ato (2020)...




O Filosofino é um projeto multimídia que soma rima ao som de batidas regionais e experimentais, se apropriando da poesia de rua com características de rap, cordel e embolada. Realizando intervenções visuais baseadas em estéticas afro, futurista e cyberpunk... 

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JuPat - Nadando com Peixes que Voam (2020)...




Depois de defender seu nascimento, recriando e enfrentando o mundo como artista e mulher trans, JuPat está pronta para outros mergulhos registrados em seu segundo disco autoral, “Nadando com Peixes que Voam”. “Em 2018, quando divulguei o álbum “Toda Mulher Nasce Chovendo”, estava no meio de uma tempestade. Aquela estética, do rap, me ajudou a trazer essa força de luta e de resistência. Encerrado esse ciclo, veio a necessidade de águas mais leves, mais profundas. Agora, exploro novas camadas, conto histórias inclassificáveis, investigo as belezas das surrealidades rotineiras, faço um convite à crença do absurdo e me entrego ao encontro da poesia que mora nessas contradições naturais. Incluindo a história de peixes que voam e de corpos trans sujeitos ao amor. Aliás, esse é um registro sobre o amor e sobre a história de um amor possível”... Leia Mais no Não me Kalo

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