quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Sourebel - Tudo o Que nos Cerca (2018)...




A banda de reggae potiguar Sourebel está lançando seu primeiro trabalho completo. “Tudo O Que Nos Cerca” chega em todas os plataformas digitais e youtube com produção de Gabriel Souto através da Incubadora Dosol.Oriunda do bairro do Bom Pastor, o quarteto apresenta uma identidade que passa pela Jamaica e desemboca no nordeste brasileiro, sempre apostando em elementos da sonoridade afro-brasileira. O conjunto é formado por Ermeson Davi (voz e percussão), Tatiane Anolino (voz e guitarra), Erickson Davi (bateria e percussão) e Matheus Fortunato (baixo)... VIA
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Vini Sant - Desassossego (2018)...



Download: Desassossego (2018).zip (Se der erro na extração, tente o winzip)

Desassossego é o primeiro EP de Vini Sant como artista solo e foi produzido em Curitiba, com instrumental e backing vocals gravados no Home Studio de Renan D?Ávila, e voz principal gravada no WS Studio, com Felipe Bidê. Com cinco faixas, o Desassossego marca uma fase de descobertas, início e final de ciclos, de amores e desamores...
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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Ventre - Saudade (O Corte 腹切り) (2018)...




Precisamos falar sobre Ventre. E ao mesmo tempo, é tão difícil falar sobre Ventre.Com o status de hiato por tempo indeterminado desde março deste ano (decidido dois meses antes pela banda), o trio formado por Larissa Conforto, Gabriel Ventura e Hugo Noguchi lançou, antes do EP Saudade (O Corte 腹切り), um álbum auto-intitulado, em 2015, que rendeu inúmeros fãs, shows inesquecíveis e um lugar indubitável entre as melhores bandas de rock brasileiro de todos os tempos. Em entrevista à Trabalho Sujo em junho, Larissa fala de uma suspensão, e não um fim, contando sobre as dificuldades de um projeto que toma grandes proporções como a Ventre tomou. A baterista abordou as complicações ao se enxergarem como compositores, a quantidade de demanda, as expectativas e o esforço exigido, já que o trio sempre se ocupou não só da banda, mas de inúmeros outros projetos, que também cresceram ao longo do tempo.O fechamento do ciclo da Ventre abre outras portas para os talentosos músicos, que esbanjam genialidade, carisma e modéstia por onde passam. Com a habilidade de poucos de criar uma profunda conexão com quem escuta as faixas, Saudade (O Corte 腹切り) não poderia ser diferente: sem precisar de muito esforço, sentimos a aflição e a esperança de quando se torna necessária a interrupção de um caminho, para que se possa trilhar outros... VIA
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A Banda dos Corações Partidos - DESAMOR (2018)...

 



A Banda dos Corações Partidos jamais soou tão pra frente. Ao invés do acento circense da primeira hora, a gestação remete agora à guitarrada, o arrocha e o partido alto. Logo se vê que 'Desamor' (2018) não economiza na pegada. A maior surpresa do registro, entretanto, não reside no aspecto formal das canções, mas no discurso berrado com toda a força por Diane Veloso. O tom é de confronto. Aparentemente, o amor romântico foi sepultado de vez, ferindo de morte o tal do patriarcado...
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terça-feira, 25 de setembro de 2018

Big Pacha - 1111 (2018)...



Download: 1111 (2018).zip

Inspirados no P-Funk do lendário George Clinton e apadrinhados pelo James Brown brasileiro Gerson King Combo, os paulistanos da Big Pacha lançam o disco de estreia, intitulado 11:11.Reverberando os ensinamentos e a voz do Funk e da Black Music o grupo – que trilhou a primeira etapa de sua carreira sob o nome Black Papa, lançando em 2016 o EP Suor – mostra no seu álbum de estreia outros sinais de amadurecimento além da mudança no seu nome de batismo.Com participações especiais de Gerson King Combo, da cantora Laylah Arruda, do vibrafonista Beto Montag, conhecido na cena jazz de SP e do virtuoso buzikista sírio Yousef Saif, a narrativa do disco é conduzida pelo poder do groove e do Funk Rock com letras que falam sobre consciência cósmica e engajamento sociopolítico... VIA
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niLL - Good Smell Vol. 1 (2018)...




flow meio falado e o vaporwave são marcas registradas do niLL. Pegue isso e misture com rango, anime e um gosto por ser independente. Era essa a receita que o MC de Jundiaí seguiu em seus trabalhos anteriores. Mas em Good Smell Vol.1, sua nova mixtape lançamento exclusivo pelo Noisey, ele faz um pouco diferente e experimenta novos ingredientes. O arroz-e-feijão — produção lo-fi e o jeito característico de bater as rimas — estão lá, mas há outros sabores. Nos temas, nas participações exclusivamente femininas (incluindo as imagens de divulgação, que ilustram esse texto), e nas bases, assinadas pelo Tan Beats. O rapper troca o tom confessional de Regina, uma homenagem à sua falecida mãe, por um brinde à vida e o "sol dormindo na laje". Escondido em seu quarto escuro, produzindo e escrevendo sempre, niLL aposta em outros rumos pra Good Smell Vol.1 usando novos timbres e efeitos vocais, aumentando o clima vaporwave. E nos temas, as letras carregam menos a tristeza do luto contemplando o mundo cão em que vivemos. É como se ele olhasse ao redor com uma lata de breja na mão, um pacote de Trakinas na outra, e apesar de tudo, é bom demais estar vivo... VIA
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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Gabriela Silveira - Corrente (2018)...



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Gabriela Silveira é uma artista múltipla desde sua formação. Formada em canto e percussão pelo Conservatório de Tatuí em 2013, desde então vem construindo uma trajetória musical marcada pela inquietação e pela pluralidade. Já atuou em grupo de samba, MPB e choro, cantou e tocou em espetáculos teatrais, entre outras tantas empreitadas artísticas.Atualmente, morando em São Paulo, tem um grupo que se dedica ao samba baiano, o Massemba, e um grupo de forró composto por mulheres, o Forró do Assaré. Desde 2010 se dedica ao seu repertório autoral, já participou de festivais de composição e teve seu primeiro show autoral, Macuranda, realizado em 2013 no SESC de Florianópolis, mas somente agora, em 2017, com este novo trabalho, a cantora, percussionista e compositora lança seu primeiro disco.A pluralidade estética presente em toda a trajetória de Gabriela se faz notar em seu disco de estreia. Está lá uma enorme diversidade de ritmos brasileiros, como samba, baião, xote, congada, maracatu, barravento, ijexá e bossa, e também um bolero, que antes era uma bossa, mas virou bolero no estúdio, naquele típico processo coletivo de criação entre músicos. É evidente que nenhum desses ritmos são apresentados no disco de forma tradicional, os ritmos serviram de inspiração para as canções e são tocados com liberdade. A ideia sempre foi unir a força da batucada da cultura popular brasileira a arranjos arrojados, com influências de bossa nova e jazz. A aproximação desses dois universos também aparece na instrumentação, representados por percussão e violão em contraposição/complementação a bateria, guitarra e baixo acústico.Fruto de um processo pessoal profundo, o disco é resultado das vivências de luto que marcaram a vida de Gabriela. Nos últimos dois anos que precederam o disco, a artista perdeu seu pai e um irmão de vida. Depois de um período de intenso silêncio, dor e introspecção, Gabriela, de forma catártica, botou tudo aquilo pra fora em forma de canção. Assim nasceu “Corrente”, a primeira composição, música que dá nome ao disco, que abriu caminho para uma jornada muito bonita por dentro de si, dando sons, cores e palavras àquela experiência de morte, vida e transformação.Nascido no seio de experiências profundas, dolorosas, mas também resignificantes e transformadoras, o disco ainda suscita o questionamento: se essas experiências são inerentes a nossa existência e marcam tão profundamente a todos nós, por que não nos permitimos sentir, falar e trocar sobre esses temas? A partir dessa inquietação, as canções de Gabriela extrapolam o campo estético e se propõem como espaço de reflexão, empatia, diálogo, troca...
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Da Cruz - Eco do Futuro (2018)...



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A cantora e compositora Mariana Da Cruz tem se firmado como uma potente representante da música brasileira na Europa. Recentemente, seu álbum “Eco do Futuro” chegou também ao Brasil. No disco, a artista radicada na Suíça há mais de uma década é urbana, dançante e – em máxima instância – política.Reconhecida também pelo trabalho de difusão da cultura afro-brasileira, Da Cruz vem consolidando um percurso que aborda de forma direta temas como racismo, violência contra as mulheres e a falsa liberdade de ir e vir do corpo negro. Temáticas embaladas em uma viagem eletro acústica ambientada nos enfumaçados estúdios de gravação e clubes ingleses.Viagem que ainda funde Kwaito, Baile Funk, Afrobeat, Dub e Hip Hop e que apresenta um Brasil de sentimentos ambíguos, que oscila entre revolução e resignação, raiva e alegria, esperança e desespero – traduzidos em canções de pista, de dança. Pra saber mais sobre “Eco do Futuro”, conversei com a artista. Confira na íntegra e dê o plâi... VIA
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domingo, 23 de setembro de 2018

Matheus Santiago - Votu (2017)...




Download: Votu (2017).zip (ou no bandcamp acima)

Votu" (2017) é o EP de estreia de Matheus Santiago, cantor e compositor cearense radicado em Minas. Foi gravado em Fortaleza-CE no Estúdio Totem - do engenheiro de som Yuri Kalil (Otto, Marcelo Jeneci, Cidadão Instigado) - e contou com a produção musical de Caio Castelo. O trabalho flerta com sonoridades que passam pelo afrobeat, reggae e ijexá.“Votu” significa vento em tupi-guarani. No EP, o vento é tomado como signo do inefável e da mudança. A poética do trabalho está ligada a uma busca por entender os movimentos tácitos da vida, como quem deixa o vento soprar no rosto simplesmente pelo gosto de senti-lo.O conceito da capa foi construído a partir do voo-queda da atriz Débora Ingrid com uma criação visual que remete ao encontro do ser humano com o vento. A tipografia criada por Felipe Góes aponta para a ancestralidade, presente nos traços tribais. Anderson Damasceno assina a fotografia.Tocaram no EP: Caio Castelo (guitarra), Carlos Hardy (baixo e voz), Fernando Lélis (saxofone e flauta transversal), Renan Ramos (trompete e flugelhorn), Eros Augustos (teclado), Thelme Sousa (percussão) e Igor Ribeiro (bateria)...
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sábado, 22 de setembro de 2018

Emerald Hill - Para Sempre Conectados, Mas Eternamente Distantes (2018)...





Enfim o dia chegou! Foi o que eu disse ao saber que a Emerald Hill de João Pessoa (PB) finalmente iria lançar seu primeiro álbum. É o resultado de um longo processo visto que eles tem lançado ao longo dos últimos anos EPs e singles soltos.Mesmo tendo alguma ideia pela tracklist, e sabendo que “Presciência” e “Nos Seus Braços” completaram 2 anos de seu lançamento em agosto, fiquei curioso para desbravar as canções que ainda não tinha tido a oportunidade de ouvir.Por mais que em seu som eles misturem emo, shoegaze, post-punk e post-rock como influências mais notáveis, eles já me confidenciaram algumas vezes se amarrar em bandas como Weezer – e claro videogames... VIA
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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Devotos - O Fim Que Nunca Acaba (2018)...




E eis que, em seu aniversário de 30 anos, o Devotos coloca na praça seu mais novo trabalho, O Fim que Nunca Acaba. Intrigante desde o título e da capa, o disco consegue um feito raro para quem está na terceira década de carreira: mantém suas raízes e ao mesmo tempo expande os horizontes da banda. Extremamente bem produzido e tocado com esmero, "O Fim que Nunca Acaba" é recheado de novas possibilidades e pode ser considerado o trabalho mais ousado da banda. O próprio Cannibal explica o enigmático título do álbum: "É pela longevidade de uma banda como a nossa em um Estado com pouca divulgação para o hardcore como Pernambuco. Aqui praticamente não existe espaço para o hardcore nas rádios e TVs locais. São poucos os festivais locais. Os editais também são raros. Acho que qualquer outra banda, no nosso lugar, já teria desistido há muito tempo. E a gente, ao invés de mudar para o Sul ou o Sudeste, onde os espaços de divulgação são maiores, optou por continuar morando aqui. É um verdadeiro trabalho de resistência".A julgar pelas 15 músicas que compõem o disco, o fim está bem longe. Com produção caprichada do próprio Devotos, mixado e masterizado por Mathias Severien, O Fim que Nunca Acaba mostra uma banda que vai muito além do hardcore que consagrou o trio. O que Cannibal (baixo e voz), Neilton (guitarra) e Celo (bateria) conseguem extrair deste álbum é algo nunca visto na carreira deles. Em "Não Fico", por exemplo, eles fazem um metal pesadão que ainda não tinha sido ouvido nos trabalhos anteriores. "Não Desista" vem embalada em um clima soturno que dá ênfase até a um violão pesado. "Incrédulo" tem uma linha de baixo forte de Cannibal, que canta com voz limpa e abre espaço para uma base de sopros de Maestro Forró e acaba desancando para, pasmem, um jazz pesado! A música vem num crescente hipnótico, explodindo do meio para o fim. Maestro Forró também conduz a banda para uma espécie de “frevo-jazz-hardcore” em “Chama Padre Quevedo”, uma das mais ousadas do álbum. Mais surpreendente ainda é "Liga da Justiça", quase acústica, com participação especial de Maciel Salú que, com sua rabeca, leva o som do Devotos até o Oriente Médio. E, surpresa, ainda aparecem mais violões na música, em que Cannibal pergunta: "Você é bandido ou artista?"."De Andada" tem uma introdução maravilhosa de bateria de Celo, para a banda logo depois entrar numa vibe pesadona, novamente flertando com o metal e com um trabalho deslumbrante de guitarra de Neilton.Duas coisas merecem ser destacadas também: a coesão do discurso de Cannibal, que continua acertando no alvo em suas letras. A temática social permanece forte, o que é uma das marcas registradas da banda. E o excepcional trabalho de guitarra de Neilton, que muitas vezes lembra os solos alucinados de Andreas Kisser, do Sepultura.E, claro, há espaço para a essência do Devotos, como no hardcore "Eu Declaro Meu Inimigo" e “ Matou Morreu”.A capa, como sempre, foi feita por Neilton Carvalho, que já tem seu trabalho como artista plástico reconhecido nacionalmente. Esta, talvez, seja a mais forte que Neilton já produziu, embora, à primeira vista, seu significado esteja nas entrelinhas e nas imagens subliminares que a obra contém. Ela é toda vermelha e traz o desenho de um negro “acorrentado” por um monstro marinho e cujos tentáculos destroem um barquinho de papel em mar de sangue na contracapa. Neilton explica qual foi sua inspiração para o desenho: “Essa capa eu deixei aparentemente leve, fugindo do óbvio do som, do estilo dito, mas tem elementos muito pesados e importantes para a história do povo do subúrbio do mundo inteiro. Com a recente história de migrações forçadas por conta das guerras religiosas, com naufrágios de famílias inteiras, morrendo tentando realizar seu sonho simples de viver em paz e pela paz. Somos todos imigrantes”, revela Neilton.Ele então relata todo o simbolismo da capa. “Quem prestar atenção verá muita coisa que vai incomodar: o negro com um semblante de aceitação de sua condição, o mar de sangue, os monstros que todos temos interna e externamente, que destroem nossos pequenos sonhos, representado por um simples barquinho de papel e significados religiosos mostrando uma proteção ancestral muito marcante, como as folhas da planta "comigo ninguém pode". Ou seja, um trabalho de significados profundos e com um tema atualíssimo, que talvez seja o maior dilema de nossos tempos: a convivência humana e nossa eterna dificuldade em nos colocar no lugar de nosso semelhante.O normal é que um artista com 30 anos de carreira se acomode, se repita. Com o Devotos é diferente. Com o passar do tempo, a banda mostra uma inquietação estética que o faz navegar por mares jamais experimentados. E o resultado mostra que o trio só ganha com isso. Trata-se de uma banda que cada vez mais consolida uma identidade muito bem definida, ainda que experimentando novas sonoridades.As participações especiais só reforçam esse modelo. Carlão Underground, vocalista do Realidade Encoberta, divide os vocais com Cannibal na urgente "Matou Morreu". Maestro Forró dimensiona o grau de alcance do Devotos em "Incrédulo" e “Chama Padre Quevedo”. E Maciel Salu viaja com a banda para a Arábia sem tirar os pés do regionalismo em "Liga da Justiça"."O Fim que Nunca Acaba" prova que o Devotos é capaz de se reinventar sem perder a identidade. Não é o começo do fim. E parece que nunca vai acabar...
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Cacá Machado - Sibilina (2018)...





Antes de ler as palavras, os sons e suas relações, comecemos por ler as imagens desse Sibilina. Na capa, o rosto de Cacá Machado duplicado, cortado em cima na altura dos olhos, e embaixo de olhos fechados, a palavra "sibilina" também duplicada, mas como que refletida numa superfície espelhada. Na contracapa, o rosto de Cacá desfocado, ao fundo um edifício com luzes acesas. Dentro do encarte, o rosto de Cacá reaparece, agora envolto em fumaça... Via
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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

M. Takara - M. Takara 3+1 (2017)...



Download: M. Takara 3+1 (2017).zip (mail no bandcamp acima ou no da desmonta)

O trio M.Takara 3, aqui também acompanhado do músico Ricardo Pereira, gravaram um sessão ao vivo no Epicentro Cultural (SP) no dia 02 de novembro de 2013.O 'disco' estará disponível as plataformas digitais a partir do dia 01 de setembro de 2017 é um co-lançamento entre os selos DESMONTA e EAEO...
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Sad Fuzz 52 - Infinitas Insônias (2018)...




Sad Fuzz (52) é um duo de rock alternativo formado em 2016 na cidade de Sorocaba-SP. A banda é composta por Sad Eyes (voz/guitarra) e Purple Fuzz (bateria) e conta com influências que vão do pós-punk ao indie, passando pelo shoegaze, 90's e garage rock nacional. The White Stripes, Jair Naves e The XX são algumas das referências citadas pelo grupo...
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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Moreati - Algum Lugar (2018)...




O disco de estreia representa a primeira experiência da banda Moreati com a exposição. Sentimentos de raiva, decepção, revolta, amor e paixão se tornam públicos nas oito faixas do disco.Cada uma das músicas mostram a Moreati de várias perspectivas, passeando pelas influências que passam por Os Mutantes, Ventre, Novos Baianos e Boogarins, entre outros.Dessas bandas, a Moreati herdou a capacidade de transformar em música as críticas à sociedade, como em “Desde Moleque”, “Cidadão de Bem” e “Moldado”.“A contestação dos moldes que o mundo tenta amarrar a gente sempre fez parte do nosso dia a dia, e do nosso jeito de ser. A teimosia e a vontade de fazer são um ponto forte em comum de nós três, é talvez o que mais faz a Moreati funcionar.Em relação a essa vontade de mostrar as coisas de outra forma, explicar que nem tudo precisa ser só de um jeito, surgiram letras e melodias de questionamento, de desabafo e de certa revolta”, conta Vitor... VIA
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Mabombe - Horizonte de Eventos (2018)...





O Horizonte de Eventos, segundo álbum da Mabombe, busca ilustrar o ponto de não retorno, fronteira com a total improbabilidade que se dá através do buraco negro. A banda usa a sinestesia, criando paisagens e texturas sonoras para que o ouvinte possa se transportar até esse universo. O novo disco, autoproduzido pela banda, traz mais fluidez em relação ao seu disco anterior, Udubio (2014), tem seis composições próprias e inéditas, permeadas por influências do rock, afrobeat, funk e da música pernambucana...
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terça-feira, 18 de setembro de 2018

Potyguara Bardo - Simulacre (2018)...




Original do Rio Grande do Norte, José Aquilino é o nome por trás de Potyguara Bardo, um dos nomes mais interessantes da cena pop e drag queen atual. No início do mês, a artista colocou no mundo o seu Simulacre, álbum de estreia que chega com a colaboração do Estúdio Dosol por meio do projeto Incubadora e produzido por Walter Nazário, Dante Augusto e Mateus Tinôco.O título do trabalho é resultado da concepção das palavras “simulacro” e “lacre”, em que a ideia de simulação é uma ficção de tudo o que vemos ao redor, mas que essa ideia imaginada pode ser “lacrante”. Pensando nisso, a obra reúne em nove faixas o que há de mais contemplativo na música atual: a diversidade de sons, letras representativas e uma experiência sensorial e holística... VIA
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Saulo Duarte - Avante Delírio (2018)...




O quarto disco de Saulo Duarte está lançado em todas as plataformas digitais. Álbum este que tem gosto de estreia, com o frescor de um primeiro disco. É o quarto, porque o cantor e compositor já lançou três junto a banda A Unidade. Mas é o seu primeiro disco 100% solo. É o álbum que desnuda Saulo Duarte como cantor, compositor e também produtor. E é sob o título Avante Delírio que ele deságua em onze canções suas ideias mais íntimas, que não cabiam nos repertórios anteriores.Mas é claro que Saulo Duarte não está sozinho. E nunca estará, já que ele é um guitarrista onipresente na música popular brasileira. Ele toca nas bandas de Céu, Russo Passapusso, Curumin, Anelis Assumpção e demais outros talentos da música brasileira atual... VIA
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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Vicente - Era Pra Ser (2018)...



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Cantor, compositor, DJ e produtor musical brasiliense, Vicente faz um pop moderno e com influências da música alternativa e clima de sensualidade no EP “Era Pra Ser”. Com produção musical de Ecologyk, o EP chega junto do clipe “Metanfetamina”. O trabalho está disponível em todas as plataformas de música digital pelo selo Asfalto Rec.Gravado em apenas quatro dias, o EP tem canções autorais e composições do artista LAN, de São Paulo, e conta com cinco faixas: “Desejo”, “Incendiar”, “Era Pra Ser”, “V.R.2D” e “Metanfetamina” – esta última se tornou o primeiro single, versando sobre a relação doentia do homem com amores, drogas e trabalho... VIA
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Hektōr - ondulações no lago do vácuo (2018)...








Download: ondulações no lago do vácuo (2018).zip (ou vá no bandcamp acima)

Heitor Martins, antes conhecido como miojo cru, assume uma nova identidade em "ondulações no lago do vácuo", e mergulha de cabeça no folk semi-experimental antes somente sugerido no primeiro lançamento, “kim gordon”, single da mixtape “Diário de Bordo Vol. 1”, do selo Pessoa que Voa, lançada em 2017. Indo de Alice in Chains a Caetano Veloso a Joanna Newsom e voltando, Hektōr mantém sempre um interesse no estrangeiro, trazendo influências de rock progressivo, jazz, post-hardcore, rock alternativo, entre outros, tudo sob uma roupagem folk, o ponto de partida e de chegada de todas essas ideias...
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