sexta-feira, 23 de outubro de 2015

FormaFluida - Fim da Infância Pt. 1 (2015)...




"Fim da Infância Pt. 1" é uma mixtape reunida a partir do material executado ao vivo na primeira metade de 2015 pelo produtor FF (Formafluida). Usando teclados de brinquedo e samplers antigos como ponto de partida, "Fim da Infância Pt. 1" reúne fragmentos dispersos de memória em um canvas quatro por quatro. Na reconstrução de pequenos momentos cotidianos ou derretendo a dance music de George Michael, a mixtape explora em meia hora a cultura dos anos 90/2000s, buscando resignificar nossa relação com o tempo. "Fim da Infância Pt. 1" é um lançamento sem fins comerciais sob licença Creative Commons Não-Comercial 4.0 Internacional...
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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Bratislava - Um Pouco Mais de Silêncio (2015)...




E saiu. Não foi fácil pra Bratislava chegar ao seu segundo disco, “Um Pouco Mais De Silêncio”. Após lançar “Carne”, em 2012, fez como toda banda independente com um foco e, sem grana, correu atrás, pra três anos depois conseguir completar o trabalho. A força veio através de financiamento coletivo: fãs, amigos, família e apoiadores anônimos deram seu quinhão pra que o quarteto paulista pudesse jogar ao mundo mais doze canções pop-radiofônicas... Leia Mais
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Supercordas - Terceira Terra (2015)




"Lentamente o cenário colorido e bucólico apresentado pelo Supercordas em Seres Verdes Ao Redor começa a desmoronar. No lugar de “samambaias, animais rastejantes e anfíbios marcianos”, como aponta o subtítulo do disco entregue em 2006, um cenário dominado por prédios, grandes corporações e máquinas tomam conta do futuro – ou presente seria o presente? – distópico reforçado pela banda carioca no terceiro álbum de inéditas: Terceira Terra (2015, Balaclava Records).Conciso e dinâmico em relação ao som experimental testado no antecessor A Mágica Deriva Dos Elefantes, de 2012, Terceira Terra é o álbum em que o discurso político de Pedro Bonifrate, vocalista e principal compositor do grupo, ganha destaque. Logo na abertura do disco, Fundação Roberto Marinho Blues & Co., uma análise crítica das últimas cinco décadas da Rede Globo de televisão, manipulação de conteúdo e estreito diálogo da emissora com os militares durante o período da ditadura – “E a nossa prensa faz da pólis, família / Da vida, televisão / Da história, alquimia / Do golpe, revolução“.", continue lendo.
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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

The War on Drugs - Ao Vivo - Bonnaroo Music and Arts Festival (2015)




"Banda americana de indie rock formada em 2005 na Filadélfia, Pensilvânia, por Adam Granduciel (vocais, guitarra) e Kurt Vile (guitarra, vocais), The War on Drugs tem sua música apegada às influências de artistas como Sonic Youth, My Bloody Valentine e Bob Dylan.Com Adam Granduciel, Kurt Vile, David Hartley (baixo) e Kyle Lloyd (bateria), o grupo lançou em 2008 seu primeiro álbum, 'Wagonwheel Blues', pelo selo Secretly Canadian. Porém, no fim daquele ano, Vile (passou a se dedicar a sua elogiada carreira solo) e Lloyd saíram da banda.Após a saída dos dois músicos, o baterista Mike Zanghi se juntou à Granduciel e Hartley. O trio lançou em 2010 o EP 'Future Weather'. Na sequência, o multi-instrumentista Robbie Bennett entrou para a banda e The War on Drugs lançou dois álbuns aclamados pela crítica: 'Slave Ambient' (2011) e 'Lost in the Dream' (2014)".
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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Chá do Mato - Chá do Mato EP (2015)



A banda CHÁ DO MATO surgiu em Catalão/GO no ano de 2008 e desde 2013 fixou residência na cidade de Uberlândia/MG, contando em sua formação com Cientista no vocal, Flávio Marciano na guitarra, Vandson “Demolidor” na bateria e também tendo Fredex como baixista. Desde sua formação a CHÁ DO MATO sempre priorizou a criação de um som forte e vigoroso, independente, autoral, sem rótulos ou estigmas, com letras e harmonias inteligentes. A banda já participou de vários eventos e festivais, dentre eles: Piqui Atômico - Festival de Artes Integradas (Catalão/GO), Rock em Ouvidor (Ouvidor/GO), apresentou-se no festival Goiaba Rock (Inhumas/GO), no Rerigueri Festival (Araguari/MG), no festival Jaratataca Rock (Catalão/GO), no Rockaipira (Uberlândia/MG), no Projeto Fábrica do Porão Bar (Uberlândia/MG), nos Moto Clubes Alcateia e Abutres (facções de Uberlândia/MG), no Rock Festival – CarnaRock (Araguari/MG), 1ª Distúrbio Fest (Araguari/MG), U.T.U IV (Capinópolis/MG) e em outros eventos fazendo o que sabe melhor: o bom e velho Rock'n'Roll!!!É isso ai! A CHÁ DO MATO é Rock’n'Roll consciente e sem firula pra se dançar com a cabeça e com os pés!!
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Elza Soares - A Mulher do Fim do Mundo (2015)




"A carreira de Elza Soares sempre foi pautada pela ousadia, seja pela maneira de cantar, pela atitude no palco ou pelas escolhas artísticas. No álbum “A Mulher do Fim do Mundo”, que chega às lojas físicas e virtuais dia 3 de outubro, a cantora dá mais um salto ao se unir à vanguarda musical paulistana, no primeiro trabalho de sua trajetória composto somente por canções inéditas.A inovação se evidencia também na sonoridade do novo disco – o 34º de uma carreira que já ultrapassa a marca de seis décadas –, proporcionada por um time de músicos idealizado e montado especialmente para o projeto pelo produtor e baterista Guilherme Kastrup. Com o núcleo criativo formado por Kiko Dinucci (guitarra), Marcelo Cabral (baixo), Rodrigo Campos (guitarra), Felipe Roseno (percussão), Celso Sim (direção artística) e Rômulo Fróes (direção artística), nomes conhecidos da cena paulista, o projeto traz onze faixas que transitam por gêneros diversos, como samba, rock, rap e eletrônico, em arranjos sobrepostos por timbres arrojados, ruídos, distorções e dissonâncias.Confeccionadas sob medida para a voz de Elza, as canções levam a assinatura tanto de integrantes da banda quanto de outros compositores incensados da cidade, como José Miguel Wisnik, Cacá Machado, Clima, Douglas Germano e Alice Coutinho. São letras críticas, mais do que atuais, que jogam luz sobre a vida urbana de São Paulo, a partir de temas como transsexualidade, violência doméstica, narcodependência, a crise da água e a morte".

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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Vavá Afiouni - Os Jet Sambas (2015)...





Vavá Afiouni é adepto da música livre. Ritmos e caminhos harmônicos do mundo todo são reconhecidos em seu trabalho, apresentados com o aspecto peculiar do olhar do músico. Deficiente auditivo de nascimento, Afiouni sempre escutou a música de jeito diferente, e o que poderia causar algum afastamento, terminou por personalizar o caminho. Somando a esse contexto seu gosto abrangente e curiosidade ativa, casados ainda ao desenvolvimento técnico do baixista, que toca com um mundo de gente, conferem às suas canções autenticidade, surpresa e a compreensão do termo “música livre”. Jet Sambas é o mais novo fruto destes ingredientes. No sétimo disco da carreira, o músico inaugura o baixo acústico em suas composições. Vavá gravou os violões também e o disco conta ainda com guitarra, bateria, além de muitas percussões e vozes. O compositor opta por apresentar suas novidades num álbum que soa como “roots”, “regional” – a experiência do músico em rodas de viola caipira, choro e bailes de forró lhe possibilitam tais arranjos – a ideia é de que a música suscite à lembrança ilusória de canções tradicionais de um país desconhecido que fala português... Leia Mais
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Bendito Mal - Bendito Mal (2015)



Download: Bendito Mal.zip

"Bendito Mal é uma banda de rock alternativo da cidade de São Leopoldo, com sonoridade intrínseca e crua, as letras se caracterizam pelo sarcasmo, ironia e irreverencia"
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domingo, 18 de outubro de 2015

Guizado - O Vôo do Dragão (2015)...




Ser brasileiro é ser uma mistura. Somos uma nação que vem da junção de uma dúzia de outras e isso reflete muito em nossa cultura, principalmente na música. Desde a mistura de Maracatu com Rock de Nação Zumbi até o complexo e provocante universo das composições de Os Mutantes, o universo da música brasileira cada vez mais se amplia e, portanto, é cada vez menos previsível os rumos e sonoridades que escutaremos daqui a dez, cinco ou, até mesmo, um ano. É no meio dessas ramificações e criações de novos subgêneros que encontramos O Voo Do Dragão, uma obra que resume o significado de “surpreendente”. Liderado pelo trompetista Guilherme Mendonça, Guizado desconhece a limitação de gênero e explora nas oito faixas sonoridades que permeiam uma área comum de Jazz, Hip Hop, Experimental e World Music. Esse último se aproxima bastante da música japonesa, mas de uma forma nem um pouco estereotipada e bastante profunda. O registro não funciona como um grupo de apenas oito composições, mas como uma espécie de coleção de sentimentos instrumentados, na qual Guilherme imprime um pouco de si ao mesmo tempo que dá liberdade para as faixas caminharem de acordo com a vontade própria que parecem ter criado por si... Leia Mais

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sábado, 17 de outubro de 2015

Obasquiat - Perturssis (2015)...




Eis que vem a terra o meu primeiro trabalho (oficial) com o meu projeto Obasquiat. A parada tá bem doida! Eu quero agradecer sinceramente a todos que diretamente e indiretamente contribuíram para a criação desse álbum, que é composto de colagens sonoras remixadas. O conceito deste álbum é demonstrar ideias, sons e misturas de estilos. A utilização de vários instrumentos gerando uma composição homogênea. Na música há uma importância para a criação de algo novo. O processo envolveu a colaboração de outros projetos do Brasil e de outras partes do mundo. Este álbum tem 13 faixas (cada um à sua maneira cabalística) representa o fechamento de um ciclo e, consequentemente, o reinício outro com ideias novas, objetivos, contestações e pesquisas para o som absoluto. O projeto Introspectivo "Obasquiat" tem a proposta também de manter um contato mais íntimo com a poesia. Influenciado inicialmente pela música experimental e noise o projeto agora inclui uma nova fronteira, rumo bases e improvisações mais em linha Free Jazz. Essa ideia de manter mais contato com as raízes do jazz americano sem esquecer os ritmos brasileiros radicados na África. Este projeto visa mais o conceito de música atonal. As explorações de novos sons do instrumento também fazem parte. O trabalho também inclui imagens, sons, percepção...
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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

TucA - Sem Coração (2015)...




 Batizado de “Sem Coração”, o terceiro álbum do artista multimídia Dellani Lima (TucA) é uma mescla de ritmos, referências poéticas e o retrato dos novos tempos que ancoram transições. Se há uma pedra no caminho, no meio de tudo havia esse disco. Em diálogo com seu título, TucA enche o álbum de imagens de um coração em construção, que vagueia por um mundo em constante mudança e dá pulsão aos seus sonhos, aos descaminhos e à realidade de um indivíduo amador, tentando encontrar sua própria trajetória. Como marca de sua produção musical, vozes plurais se fundem por entre as letras, mesclam estilos e marcam o encontro do artista com diversas convidadas de trajetórias profissionais bem diferentes. Com participações especialíssimas de Luiza Brina (Graveola e o Lixo Polifônico, O Liquidificador), Sara Não Tem Nome, Kícila Sá (Ü, Kiatu, Far Side), Ana Mo (Madame Rrose Sélavy), Nathalia Duarte e Brisa Marques nos vocais. Além dos músicos Daniel Nunes (Lise, Constantina), Fabiano Fonseca e Henrique Roscoe (VJ Impar) em algumas composições. O título é inspirado no filme pernambucano "Sem Coração" de Tião e Nara Normande e que dialoga com a crítica às relações sociais e afetivas na contemporaneidade presente no álbum. No centro da narrativa, TucA ancora seu navio pirata, abre seu peito, suas veias e suas crises e frui sua própria existência artística, como um grito de liberdade...
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Caio Bosco - Cerebral (2015)



Download: Cerebral.zip
"Num universo de tendências e pressupostos musicais tão bem contornados, romper as fronteiras estéticas e propor algo de novo é tarefa árdua e incomum. Neste sentido, e indo na contramão de formas e parâmetros óbvios, o músico do Guarujá Caio Bosco lança seu primeiro disco solo, homônimo.Para quem não o conhece, Caio Bosco começou sua carreira em 2005 com o duo Radiola Santa Rosa e com seu álbum de estreia, “Disqueria”, uma mistura de hip hop, dub e tropicalismo. No final de 2007, depois do término do projeto, foi desenvolvendo suas próprias canções e sua sonoridade, até “Diamante EP” de 2009, um trabalho lo-fi, com seis faixas que propõe uma música brasileira calcada no rock, funk/soul 70’ e eletrônica.De lá para cá, o músico teve oportunidade de recrutar nomes como Jim Waters (Jon Spencer Blues Explosion, Sonic Youth e Calexico) e Alexandre Basa (Wallbangaz, Black Alien e Turbo Trio), além do percussionista Malásia (membro original da banda gaúcha Ultramen) para a produção de seu disco. As gravações foram feitas em home estúdios e estúdios profissionais em Guarujá, Santos e São Paulo, a mixagem do álbum foi toda feita em sistema analógico por Jim Waters em Tucson/Arizona e a Masterização a cargo de Fred Kevorkian (White Stripes, Iggy Pop) em NY/EUA.Sintetizando todos esses vetores, Caio Bosco (o disco) é uma demonstração do primor na busca por uma linguagem própria. Seja em timbres, temáticas de letras ou pelo conceito (quase esotérico) que amarra todo o trabalho, cada elemento parece ser milimetricamente pensado para ter seu tempo e coerência. Formalmente, o trabalho pode presumir correntes como o funk setentista, ou um rock de sofisticação, mas reduzir todo o universo possível de interpretações a gêneros e perder a oportunidade de uma fruição completa", continue lendo
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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Philippe Meyohas - Alvíssaras EP (2015)





Alvíssaras é um EP sobre a passagem – a passagem que se propõe, se vislumbra, apesar da desventura que se atesta: o alento que supera o desalento, a esperança que supera a resignação. "Alvíssaras", exclamação de boa nova, resume da obra um desejo de júbilo, apesar da devastação que se cerca – tendo na devastação sua essência.O breve trabalho, estreia de Philippe Meyohas, traz quatro canções. Porém não “canções” enquanto formato, tema arranjado, mas como forma: conjugação estreita entre os lirismos verbal e musical, com raízes tanto em cancioneiros regionais quanto na semântica musical que propõe a orquestração erudita. As melodias fortes e concisas, que transportam os lamentos do autor – e de grande remissão folclórica – são endossadas, sublimadas, pelo movimento calculado dos contrapontos que as corta.O resultado é uma obra de perspectivas abundantes, trazendo em cada faixa um elemento engenhoso: os cantos, ambos da voz de Meyohas, que se entrelaçam e se concluem no desfecho de "Ponte", a polifonia instrumental que se exalta na introdução de "Serra da Estrela", as diversas melodias que se repetem, se acrescem e se cruzam no encerramento solene, quase sacro, de "Bem Depois de Tudo Alguém Virá".Há um tom grave que permeia todo o EP. Que não se deve apenas aos dois contrabaixos harmonizados, mas também a seu conteúdo dramático, acentuadamente melancólico. Alvíssaras é um disco de um expatriado, de alguém em constante fuga, que relembra a terra justamente para abandoná-la na busca por outro lugar, outra condição. Sendo frequentes as menções ao movimento, ao desterro: se perder pela Serra da estrela, cruzar a Boa Esperança ou mesmo de atravessar uma ponte anônima que o unirá ao seu amor. Acompanhado pelo "vento triste", que "segue aonde se quer chegar", através das "tristezas derramadas" para "sangrar a saudade" por um "fado brutal" que "é em vão".
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Mocho Diablo - Monochrome (2015)



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O Mocho Diablo é a reminiscência do saudoso Flaming Moe (SP - 2001/2011) e carrega o peso do stoner característico que os amigos Guilherme Klaussner (vocal), Maurício Peruche (guitarra) e Thiago Pinho (bateria) faziam nos anos 2000. Hoje com theremin, Murilo Silva (também da banda EDC) marcando o baixo e altas cargas de grunge nos vocais, o Mocho Diablo lança o segundo álbum cheio, Monochrome.O quarteto foi formado em 2011 e é afeito ao rock visceral. Entregue ao tudo-ou-nada desde os primeiros acordes juntos, os integrantes entenderam que este era o ingrediente da liga que os levaria adiante com o Mocho Diablo.Um dos grandes desafios da música tem sido transportar para a gravação o espírito genuíno das bandas originadas na garagem. Passar isso para a gravação, em estúdio, sempre foi uma busca incessante, por mais simples que possa ser. Captar a essência do som de Monochrome foi a mais tradicional possível: amplificadores microfonados, muito fuzz timbrando baixo e guitarra, e os vocais passionais de Klaussner - já tão característicos - ganharam certa ambiência e alguns efeitos.O primeiro single "Sink the Black Swan" capta bem o todo e o individual, algo importante na pegada da banda e que pesa na balança. O culto excessivo à guitarra e ao virtuosismo egocêntrico é deixado de lado para explorar fases do rock’n’roll ‘adolescente’ dos 1960, adicionado ao apreço pela era setentista que os integrantes carregam na bagagem. Mas,no fim do dia, é o peso dos 1990 que predomina.“As composições são 99% originadas, elaboradas e terminadas em ritmo de ensaio, com todos, ao mesmo tempo, arrancando a complexidade da virtuose e da doutrina musical e agregando boa dose do que é sentido ne momento”, conta o vocalista Gui Klaussner. “Esse método joga a ênfase nos riffs, que são altos e pesados, não importando se conduzidos pela guitarra ou pelo baixo. Tudo bem amarrado por uma linha melódica característica dos anos 90, mas encharcada da crueza punk e de referências setentistas”, define.Monochrome foi gravado e finalizado no Estúdio Aurora, pelas mãos e ouvidos de Aecio de Souza e Billy Comodoro. O álbum é um belo registro neste ano de 2015 e se destina a quem estrala o volume das caixas mas também sabe apreciar produções cuidadosas.Com a bênção da coruja Mocho-diabo, espécie típica que habita o cerrado brasileiro, eles seguem rumo como Mocho Diablo, uma alteração sutil, sonora e marcante de um nome que também não pretende passar despercebido.
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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Capona - Ao Vivo no Pub Fiction Rock Bar - Maceió (2015)...





Criada em 2011, a banda arapiraquense de rock alternativo Capona possui em seu curriculum apresentações em diversos festivais de música independente de Alagoas, como: Maionese, Mostra Batalhense, Grito Rock Maceió entre outros. O show da banda no dia 04 de setembro foi mais que especial por também se tratar do lançamento do álbum de estréia dos caras...
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terça-feira, 13 de outubro de 2015

L.A. Fernandes - About Dreams​.​.​. EP (2015)...




L.A. Fernandes está há 17 anos sofrendo influências. Este EP é mais uma da mistura de influências sofridas por ele. Pense numa viagem sonora... 
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Peartree - Intro (2015)



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"Felipe Pereira, o nome por trás do projeto, escreveu e produziu as cinco faixas que trazem suas maiores referências (do dream pop e indie pop ao pop propriamente dito) em um disco variado e narrativo - inclusive, recomenda-se ouvi-lo na ordem - para tratar temas como identidade e espiritualidade com uma postura crítica à sua geração..Someday desperta a obra ao colocar o ouvinte para sonhar por entre sons que vão do etéreo ao grandioso. Ela dá vez a Who We Are, faixa cujo aspecto dançante/pop aparece em harmonia com sua poesia indagadora. Juntas, essas características formam um dos melhores refrões da temporada.Gonna Get Tired vem na sequência com forte apelo para as pistas e guitarras de Ray Pissinati, músico que acompanha Felipe nas apresentações ao vivo (nas quais, não por acaso, essa faixa é um dos maiores destaques). A velha conhecida Hate to Say I Told You So dá as caras antes de Dreams, música apoteótica que resume toda a jornada contemplativa e dançante de Intro e prepara o ouvinte para o repeat.Com bom destaque na mídia especializada, tanto na independente quanto na mainstream, Peartree começa a firmar-se como um dos nomes que mais merecem atenção no pop brasileiro, na promessa de futuros lançamentos que devem continuar surpreendendo e cativando o público. Intro, afinal, carrega no nome a certeza: Este é apenas o começo".

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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Juçara Marçal & Cadu Tenório - Anganga (2015)...




Download: Anganga (2015).zip

Anganga é uma entidade fodona para os bantos (população predominante na África Subsaariana e uma das principais etnias escravizadas no Brasil). É também o nome do primeiro disco da inusitada junção entre a cantora carioca, mas criada e radicada em São Paulo, Juçara Marçal, e o carioquíssimo Cadu Tenório. “Rolou essa parceria com o Cadu num momento em que a gente no Metá Metá também tá mergulhando cada vez mais num lance de noise, que é completamente diferente, mas já tem um caminho que se aproxima disso. Antes a canção tava mais em evidência e aos poucos a gente tá aprofundando nessa viagem de desconstrução”, explica Juçara. Quando você começa a ouvir a voz maravilhosa de Juçara (nunca me canso de elogiá-la) entoar os versos “Muriquinho piquinino, muriquinho piquinino. Parente de quiçamba na cacunda”, famosa na voz de Clementina de Jesus, numa versão caótica e desgraçadamente ruidosa (que a gente antecipou há algumas semanas), você saca que fodeu. Sua cabeça será moída e o que sobrar dos seus miolos vai ser triturado quando chegar o minuto 3:53 da música. “Se eu fosse escrever uma canção minha, não faria tanto sentido pra mim, porque é uma coisa frágil. Eu precisava de uma pedra, uma pedra da memória. Uma coisa que me servisse de âncora pra dar esse mergulho”, conta a cantora... Leia Mais
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Nuvem - Dia Chuvoso / Violeta (2015)




"Somos uma dupla de música pop do Rio de Janeiro, no Brasil. Por enquanto postando demos e experimentos, e logo mais, a qualidade do som vai melhorar".
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domingo, 11 de outubro de 2015

Céus de Abril - Último Adeus (2015)




"Inspirada na famosa canção, April Skies, do seminal Jesus & Mary Chain, há cinco anos começava a história do trio de Parauapebas, Pará, Céus de Abril. Conexões e referências óbvias com o shoegazer clássico, leia-se MBV e Slowdive aliado a nova geração de gazers como Ringo Deathstarr, Asalto Al Parque Zoológico e Heavïness, o casal Wilson Alencar (guitarras e vozes), Stéfany Martins (sintetizador e vozes) e Renato Araújo (baixo) formam a banda, que como característica peculiar, compõe suas canções em português gerando nuances diferenciadas ao estilo, trazendo uma sonoridade oras sutil em outras poderosa, melodias e letras que remetem ao universo particular da banda, todas as quatro faixas compostas pelo casal Wilson e Stéfany. Em 31 de agosto de 2015 vem ao mundo o debute do Céus de Abril, o EP, Último Adeus. Será lançado pelo selo paulista The Blog That Celebrates Itself Records, do hiperativo Renato Malizia. Uma união mais do que certeira, o shoegazer do Céus de Abril na “casa” do shoegaze nacional, o TBTCI."
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