sábado, 3 de dezembro de 2016
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
Fish Magic - Sky High (2016)...
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“Sky High”, é o segundo disco do Fish Magic, projeto solo do ex-Dead Poets Mário Quinderé, lançado hoje pelo midsummer madness. Além do lançamento digital, “Sky High” vem com uma edição especial limitada em vinil. Assim como no antecessor (“Songs from the night shift”), o disco, com 11 músicas inéditas, foi coproduzido por Mário e pelo músico Regis Damasceno (Cidadão Instigado, Mr. Spaceman). O álbum traz a participação especial da cantora Laura Lavieri (a voz feminina nos discos de Marcelo Jeneci) na música “Landscape in the mist”...
Sci Fi - Sci Fi (2016)
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"Uma viagem sonora lo-fi e despretensiosa. Assim pode ser definido “Sci Fi”, nome que dá título ao EP de estreia do projeto de mesmo nome do músico mineiro Bruno Faleiro, ex-baixista da banda Câmera. Gravado entre julho e outubro de 2016, em Belo Horizonte, a produção é assinada pelo próprio artista em parceria com Matheus Fleming, também seu ex-companheiro de banda", continue lendo.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
Orchestra Binária - EP#02 (2016)
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"Quando você ouve falar sobre a Cidade de Deus, o que vem na sua cabeça? O filme, o Dadinho (ou Zé Pequeno, porra!) ou uma imagem meio bosta que a galera cria sobre a periferia e o subúrbio carioca. E, talvez, você esteja se perguntando aí dentro da sua cabeça, cheia de neurônios, conexões esquisitas que a medicina jamais conseguirá entender, por que raios estamos falando disso aqui", continue lendo no Noisey.
Varney - Fantasma (2016)...
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É o primeiro disco, mas até aqui, uma longa história já rolou. A banda fluminense Varney deu as caras pelo TMDQA! em 2013, com seu ótimo EP de nome homônimo, que foi gravado a quatro mãos, pelos irmãos Thiago (Playmoboys / Endorama) e Rodrigo Corrêa (Endorama), e produzido por um outro Corrêa, o Daniel (da Build Up Media). Fãs de Nine Inch Nails, Queens of The Stone Age e A Perfect Circle apreciaram o disquinho de 6 faixas, que rendeu algumas apresentações pelo Rio de Janeiro e a posição de primeiríssimo lugar na nossa lista de melhores EPs nacionais de 2013. Agora, de volta com Fantasma, a Varney vai além. O primeiro disco cheio da banda, que além de Thiago e Rodrigo agora conta com Bernardo Arenari e Bruno Soares, foi completamente baseado no poema “Tabacaria”, de Álvaro de Campos, um dos heterônimos de Fernando Pessoa... VIA
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Hominis Canidae #78 - Novembro (2016)...
Esse ano está uma bosta, pelo menos pelos nossos lados. Afora os paranauês politico do Brasil (estamos vivendo em um golpe de estado sim), ta todo mundo morrendo, perdendo emprego e ficando liso (menos politico, políticos são eternos pelo visto e pelo nosso voto errado). Nós tentamos amenizar da melhor maneira possível postando música por aqui. Chegamos então a nossa 78ª coletânea mensal seguida, desta vez resumindo o mês de novembro de 2016. São 17 faixas, sendo a última inédita no blog, e vários sons de 2016 (Sacai o Setlist). A faixa inédita que fecha a mixtape, é o novo single da banda paulistana Yokohama Café chamado “Sucesso Danado”, que conta com a participação do vocalista da Los Porongas e mais um monte de gente massa...
A baita capa da nossa #Coleta78, foi feita pelo artista e músico paulistano Mário Cappi. Além de mandar bem no traço, Marinho já passou por aqui com vários dos projetos dele (Defeitos, Hurtmold, MDM). Ele fez um Alckmin morto, o que para nós seria um sonho bom. Ele explica a ideia: "Não é bem sonho. Seria mais uma visão de um futuro próximo no qual ele fosse presidente. Um pouco inspirado nas capas das hqs Aventura e ficção publicaras aqui nos anos 80 sob o rótulo de quadrinhos adultos". Da pra sacar outros trampos visuais do Marinho no TUMBLR dele! Aconselhamos muito conferirem o trampo visual do camarada!
É isso galera, mês que vem tentamos de novo! Se segurem ai que esse ano de merda ta acabando...
Continue indo aos shows, ouvindo música e comprando o material das bandas!
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Bernardo Bravo - COYOH (2016)...
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Bernardo Bravo é músico, produtor cultural e tão curitibano quanto carioca. Se para o artista, o Rio de Janeiro é berço, Curitiba é onde a sua trajetória musical transcorre. Depois de se lançar como cantor com o duo Felixbravo, veio o primeiro trabalho solo, intitulado “Arlequim” (2013), que combina voz, piano e referências da commedia dell’arte. A breve apresentação é necessária para entender o salto criativo do artista, que há alguns dias lançou nas redes o malicioso “Coyoh”. Em seu novo disco, Bernardo rompe com os padrões líricos das suas obras anteriores para evocar a verve contemporânea do rock. Sobre a mudança de direção, o cantor argumenta que optando por um campo harmônico mais simples, o espaço musical se tornou mais amplo. “Um belo dia acordei e toda a leveza, a sofisticação e o lirismo que havia cultivado simplesmente não me atiçaram mais. Aí resolvi me revirar até no jeito de compor. Passei a pensar em riffs ao invés de acordes dissonantes. Resolvi me reinventar... Continue Lendo
Teach Me Tiger - Two Sides (2016)
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Teach Me Tiger é um projeto de dois, encontro entre a brasileira Chris Martins com o belga Yannick Falisse, radicados em Belo Horizonte. TWO SIDES é o primeiro álbum cheio da dupla, que faz música com instrumentos analógicos e eletrônicos, numa deliciosa dualidade que tem química, é sexy, tem força. E namora tanto o rock, quanto o trip hop, o indie e o dream pop, numa liga de sombra e luz, vigor e doçura, beleza e estranheza. O nome Teach Me Tiger é uma homenagem à April Stevens e à canção lançada em 1959, que causou furor na época pela sua sugestividade sexual. O duo existe desde 2013, quando apresentou o EP de estreia - "Teach Me Tiger".
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Plástico Tangerina - Myselfie (ou "A sociedade do espelho") (2016)...
"Tira foto no espelho pra postar no facebook", já dizia o outro. O álbum "Myselfie (ou "A sociedade do espelho")" de Plástico Tangerina, traz reflexões acerca da temática social, política e estética dos tempos atuais. Claramente uma neologia (me permiti) entre o termo "myself" (eu mesmo) e "selfie", ou seja: a representação ampliada de si. Utilizamos nossos smartphones como espelhos que nos transformam em qualquer coisa que queremos ser. O filósofo Ruy Sardinha (2009) compara espelhos encantados das fábulas infantis com nossos espelhos digitais entendendo que "os atuais oferecem-nos a construção imaginária (hiperbolizada por tais constructos tecnológicos) de um eu que tudo pode, da satisfação plena de todos os desejos" (SARDINHA, 2009). Plástico Tangerina também faz parte dessa construção imaginária... VIA
domingo, 27 de novembro de 2016
Pedro Pastoriz - Projeções (2016)
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Em “Projeções”, Pedro Pastoriz encontra a cidade. Transita por lugares inesperados, faz crônicas sobre o concreto, a urbanicidade, a beleza dos quadrados e dos planos diretores, fala sobre as múltiplas possibilidades de um grande centro urbano. O primeiro single do disco, “Projeção”, já ganhou registro em vídeo durante as gravações no Estúdio Canoa. Agora, com a chegada do álbum Projeções, que conta com Tim Bernardes (O Terno) na bateria, André Vac (Charlie e os Marretas) na guitarra e Arthur Decloedt (Música de Selvagem) no baixo. O show de lançamento acontece dia primeiro de novembro no Teatro Sérgio Cardoso (São Paulo). “A primeira música que compus desse disco foi 'Projeção', foi por isso também que a escolhi como primeiro single, ponto de partida dessa história", revela Pedro. Depois do repertório se desenhar melhor, o músico compreendeu esse material como uma série de projeções de assuntos, personagens e dilemas pessoais. Tudo ali compilado em um disco, mas pulsando a ponto de invadir as ruas da metrópole. "Não quis ficar muito no comando, deixei tudo vir sem ditar o ritmo ou procurar grandes mensagens ou significados. É a projeção da psicologia, como algo de dentro se projetando em algo externo”, complementa.
sábado, 26 de novembro de 2016
Fire Department Club - Human Nature EP (2016)...
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A Fire Department Club é uma das remanescente brasileiras da era alternativa pós-Strokes, formada sobretudo por bandas que decidiram ir para o lado mais sintetizado do gênero e apostar em referências mais eletrônicas e dançantes, levando um pouco das guitarras e da bateria orgânica para as pistas. Prova disso é o envolvimento constante dos caras da banda gaúcha nas festas e iniciativas locais que buscam resgatar um pouco desse boom que houve na metade dos anos 2000. A constância e o engajamento levaram a Fire não só para os palcos da região, mas também para fora do estado e do país. A banda chegou até os EUA, através de uma parceria com o selo gringo Sonovibe Records, e realizou shows em diversas casas bem importantes de lá, onde “Best Intuition” chegou ao top 10 de algumas rádios locais e onde também, por ocasião das viagens, a banda acabou gravando uma parte do EP que está sendo lançado hoje. Em outra oportunidade, os caras ainda foram chamados para tocar no Canadá e para abrir o sideshow do Lollapalooza com The Kooks em Porto Alegre, levando o seu som para um número ainda maior de ouvintes... Leia Mais
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Zoe Trio - Tristeza (é coisa que dá e passa) (2016)...
Tristeza (é coisa que dá é passa) é o segundo disco de estúdio do Zoe Trio. A banda, que mistura jazz e rock em proporções variadas, gravou o EP em dois dias, condensando em cinco músicas a espontaneidade e energia de seus shows ao vivo. Com toques de gypsy jazz em Politika (que poderia ser tema de um filme de espionagem na década de 50) ao country folk de The Optimist, o disco passeia pelo ecletismo sem perder a identidade. Numa era de 'one man bands' e duos minimalistas, Paulo Grua, o baixista Abraão Souza e o baterista Diego Marins apostam na interação de seus instrumentos para gerar uma aura que não pode ser alcançada individualmente, nem reproduzida por plug-ins. As baladas, Tristeza, com toques mais jazzísticos, e Road Back Home, mais moderna com seus delays e harmônicos, mostram que a falta de letras pode ser compensada por climas e texturas que constróem uma narrativa. Fugindo da tentação do virtuosismo gratuito, o trio faz música instrumental, mesmo pra quem não gosta de instrumental...
Pedro Flores - Pedro Flores (2016)
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"Pedro Flores é um jovem belorizontino que sempre teve um pé no mato e o outro no rock: "Aqui em Minas a gente acaba sempre pegando rabeira na música caipira. A família do meu pai é do interior e tal, então sempre tive meio que um contato, mesmo que superficialmente. Mas assim, na época de moleque eu tocava guitarra e tinha banda barulhenta, não dava muita moral pra viola, nem ouvia muito música caipira"", continue lendo.
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Rio Sem Nome - Rio Sem Nome (2016)
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O Riacho Sem Nome é uma localização real, à beira de uma estrada perdida, provavelmente em algum ponto entre Campina Grande e João Pessoa.Rio Sem Nome foi um álbum construído de forma orgânica durante a turnê "Bons Amigos, Maus Hábitos" que passou pelo Rio de Janeiro e diversos estados do Nordeste, terminando no Festival Transborda em Belo Horizonte. Composições, Arranjos, Samples, Voz e Guitarra por João Carvalho.
Ítallo - Casa (2016)...
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Produzido e arranjado por Ítallo França, Bruno Berle e Filipe Mariz e outros amigos bons Todas as músicas e letras por Ítallo França, exceto “Rosário de Arapiraca” de Ítallo França e Nunes. Gravado, mixado e masterizado por Filipe Mariz no estúdio Montana Records (AL) Pintura da capa, “Casa” por Ana Pereira...
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
Superinstrumental - Superinstrumental Vol.1 (2016)
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"Esse registro é um bootleg de uma série de eventos intitulados “superinstrumental e o caralho a quatro” que aconteceu no subúrbio da zona oeste do rio de janeiro no ano de 2015.A proposta: produzir música experimental em jam sessions abertas à participação dos frequentadores, músicos ou não, que através da troca de referências durante os improvisos buscavam pelas “melhores ondas”.O resultado: 22 minutos de matéria criativa bruta".
terça-feira, 22 de novembro de 2016
Monte Kling - Eu Me Sento Aqui Agora Em Mais Uma Noite Fria De Junho (2016)...
Beatriz escreveu um poema nomeado "eu me sento aqui agora em mais uma noite fria de junho". Em junho, li o poema, mas numa manhã quente. O texto, certeiro, cativante, era tradução da mente em verbo, fotografia do invisível, como se fosse possível recordar os detalhes do sonho que a gente esquece assim que acorda. O nome desse disco da Monte Kling é "eu me sento aqui agora em mais uma noite fria de junho" porque ele é, também, uma tradução, de verbo em música, e como toda tradução, me ensinou Beatriz certa vez, é também um bicho novo, já que a mão que escreve não pertence aos olhos que leem, e os tímpanos que vibram mais do que deveriam com meus registros amadores também não são os de meus ouvidos...
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Hurtmold e Paulo Santos - Curado (2016)
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"Escrever sobre música é um negócio estranho. É como um menino de sunga na praia. Esse moleque dá socos numa onda. Pra quem o vê (e lê), o soco na onda (e o texto) é (é) um espetáculo meio bocó, engraçadinho, curioso / Vazio / Tanto o garotinho quanto o crítico realizam o inútil. Sobre isso, um texto de 1810. E.T.A. Hoffmann, autor d’O Quebra-Nozes. Ele diz lá que a música é incapaz de viver fora dela mesma / Ou melhor: ela comunica um universo que as palavras não comunicam / Ou pior: ela é um mecanismo que não pertence ao verbo / Cada vez que uma composição é explicada (e músicos possuem uma alergia infinita a explicá-la), ela deixa de ser o que é / Somos egoístas. Você e eu acreditamos que toda canção é feita a nosso serviço. Música e letra ressoam somente aquilo que levamos no estômago – o amor que não deu certo, a paisagem na janela, a vontade de suar. Uma concordância infinita na discordância. Ela é sempre sobre nós / E assim que, ao falar de música, você e eu, ele e ela, a diluímos / Uma gota de vinagre na água e a água não é mais água / Aqui o vinagre: Curado, oito músicas, duas vinhetas, 46 minutos, 2016, o sétimo álbum do Hurtmold. É o melhor trabalho do sexteto paulistano desde Mestro (2004). E o mais definidor desde Cozido (2002) / Curado e Cozido, a propósito // Pra além da óbvia conexão culinária dos títulos, são discos que conversam sobre a passagem do tempo. No exemplo mais evidente, os álbuns repetem a faixa Bulawayo. Em 2002, a banda a gravou com as certezas da juventude: a música era afirmativa, alta, bruta / Em Curado, 14 anos depois, o sexteto envelhece com a sabedoria de quem perde os cabelos e certezas. Aqui, Bulawayo é menos repetitiva. A introdução, criada por Paulo Santos, ex-Uakti, grita as coisas entre os silêncios. Diz seja lá o que tiver de dizer com pouco / Ao permitir a comparação entre a Bulawayo de lá e da Bulawayo daqui, o Hurtmold desafia o espelho // Paulo Santos é a presença essencial do disco. Com sons que tira de tubos de PVC, arcos metálicos, espumas, ele torna cada faixa um exercício inesperado. Este é um disco do Hurtmold. Mas é um disco do Hurtmold curado pelo mineiro / Para a banda, sua convocação é uma ferramenta de ruptura (como o cornetista norte-americano Rob Mazurek, em trabalhos passados, foi outra) / Em Mils Crianças (2012), um disco de esgotamento, o molde perdia elasticidade, aceitando mais das mesmas coisas. Curado cutuca esses limites / Este é um disco desafiador de rock. Portanto, atiçará as confusões de sempre. E são engraçadas, essas confusões. Note como: (1) muita gente costuma pregar definições fajutas ao grupo. Há quem ouça jazz ali. Mas jazz não há. E (2) tem também quem aponte uma excelência em improvisos – embora o sexteto seja uma das bandas que menos improvisem entre as bandas que parecem improvisar / O que interessa, ao cabo: estar diante de artistas que confundem, que fazem a gente errar, que sinalizam coisas amplas e puramente não-verbais. Música, enfim // Música é a suprema distração. Arte que prescinde de palavras. O verbo, ao contrário, é o fracasso da música. Um fracasso irresistível, mas um fracasso. Porque se escrever sobre uma melodia é o negócio estranho lá do alto da página, fazê-lo aqui embaixo é como iluminar uma sombra / No momento em que a luz e a palavra a tocam, ela some / Ela é outra coisa / Ridendo dicere severum / Curado, como piada de Cozido, diz".
O Grande Ogro - Discurso para mentes em silêncio (2016)...
Bandas instrumentais sempre terão espaço no Hits Perdidos. Pois mesmo sem utilizar do recurso vocálico conseguem expressar sua mensagem através de afiadas guitarradas e linhas de baixo empolgantes que contam várias histórias. Uma destas que já imprime a alguns anos bons trabalhos no underground paulista é O Grande Ogro uma banda que não se limita apenas a ir aos locais e tocar. É muito comum ver os integrantes prestigiando outras bandas e participando ativamente de coletivos e iniciativas que visam fomentar a cena. Um trabalho quase invisível aos olhos de muitos mas que tem um valor incrível a longo prazo. Inclusive procurem saber sobre os coletivos Rock Ex Machina e Tendal Independente.... Leia Mais
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