sexta-feira, 23 de agosto de 2024

Jovem - Tu, You-You (2024)...




 Calcado no synth pop, quarto álbum do projeto solo do baixista do Falcatrua apresenta canções que têm como letras os poemas ácidos e críticos de Sezostre Os synths eletrônicos espaciais atuam como buracos negros imperdoáveis. Os violões de aço dançam em harmonias construídas em labirintos e a poesia musicada, com expressões ácidas e mordazes, confere o tom satírico de um disco sem meias palavras. É com a coragem de um músico fora de qualquer caixa que o artista Danilo Guimarães, mais conhecido pela alcunha de Jovem, lança o quarto álbum da carreira solo. “TU, YOU-YOU” reúne dez músicas criadas a partir de poemas do mineiro Djami Sezostre, que tecem críticas diretas à condição humana, aos dogmas de sociedades de consumo e ao ego...

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Subversivos - Afronte (2024)...




Formado em 1997, a banda pernambucana Subversivos sempre utilizou a música como ferramenta de protesto, denunciando as mazelas da sociedade capitalista e defendendo uma ordem social mais justa, o poder popular e o socialismo. Em 2024, após anos de trabalho e inúmeros obstáculos, a banda lança seu quinto álbum chamado de “Afronte”, sendo um testemunho de resistência e renovação da cena do Punk Rock pernambucano. Resultado de um processo criativo intenso e desafiador, o disco apresenta 10 faixas que mesclam composições antigas, repaginadas e com novas canções. Matheus Abreu, guitarrista e back vocal da banda, afirma que o disco estava sendo trabalhado desde a pandemia da Covid-19 e vários percalços surgiram no caminho até chegar na conclusão da obra... Continue Lendo no A Verdade

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quinta-feira, 22 de agosto de 2024

F.O.C.A. - Jovelho (2024)...




Batemos um papo rápido com Anderson Foca que completa 50 anos de vida e 30 de carreira. Ele celebra as datas com o lançamento do álbum Jovelho e colecionando bandas e atividades sem fim a frente do combo DoSol junto com Ana Morena. Não vamos aqui botar a ficha corrida do produtor/músico/compositor porque ele sempre aparece por aqui em algum momento como em um dos episódios do nosso podcast. O disco lançado com 8 músicas, e composto em várias parcerias – Felipe S (Mombojó), Lucas (Maglore), Lipe Tavares (SeuZé), Loreb, Barro, Luiz Gadelha e Igor Fortunato – tem uma pegada mais pop, mais MPB, que passeia por muitas influências. Mas também tem peso como em “Uma Nova Era” que é quase como uma vinheta no meio do disco. Na feitura da sonoridade as parcerias foram com Yves Fernandes na bateria e na mixagem, Tiago Andrade no baixo e guitarras e participações de Silvio Franco, Ana Morena e Daniel Jesi... Leia o Papo no Site da Revista O Inimigo

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Rachel Cossermelli - Fractal Feminino, Vol.1 - Dolores Duran (2024)...




Tempos atrás, lembro bem, revelei o que voltarei a dizer agora. Refiro-me à satisfação de perceber que o primeiro disco de uma novata ou de um novato me comoveu, me deixou feliz por tê-la ou tê-lo ouvido e, segundo meus critérios, ter percebido que ali estava um nome a ser conhecido e curtido pelo grande público, aquele que ama a música brasileira. Hoje eu tenho o contentamento de lhes trazer o primeiro álbum de Rachel Cossermelli, "Fractal Feminino Vol. 1: Dolores Duran" (independente). É com prazer que lhes apresento a jovem Rachel: bacharela em canto popular pela Faculdade Santa Marcelina, ela participa ativamente do circuito musical independente paulista. Após três anos na graduação de arquitetura e urbanismo, optou por seguir na música. Neste ofício, descobriu sua paixão por desvendar o papel feminino na música do século XX, que desembocou no projeto Fractal Feminino, que procura atender mulheres que se aventuram na indústria musical... Continue Lendo no Correio da Manhã

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quarta-feira, 21 de agosto de 2024

Hermeto Pascoal - Pra você, Ilza (2024)...





Reconhecido no mundo inteiro como um dos grandes gênios vivos da música, gravado até por Miles Davis e recém condecorado com um título honoris causa pela prestigiada Juilliard de Nova York, Hermeto Pascoal anuncia “Pra você, Ilza”. O álbum de inéditas ganha o mundo pela gravadora carioca Rocinante no dia 28 de maio. Aos 87 anos, ostentando saúde e vigor, o “bruxo” dedica este trabalho à memória de sua esposa Ilza da Silva, com quem viveu 46 anos e teve seis filhos. O álbum surge 24 anos após a partida de Ilza, “a morena linda da foto, filha do violonista regional Romualdo Miranda”, com quem Hermeto morou quando se mudou de Lagoa da Canoa, Alagoas, para Recife. “Tudo o que eu fiz, tudo o que eu faço, tudo o que eu continuo fazendo, a Dona Ilza está presente, maravilhosamente presente. A Dona Ilza sempre esteve presente para mim, para me ajudar de todas as maneiras. Que maravilha e graças a Deus estou aqui. E ela está lá onde Deus a levou. (…) O nosso amor, o nosso espírito, a nossa alma continua junto. Todos continuam desabando”, reflete Hermeto... Continue Lendo no Midia Ninja

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Gals - Gals (2024)...



Download: Gals (2024).rar

Gals traz 5 músicas cheias de balanço. Comece com um reggae cativante de “Cada Vez Menos”, depois surpreenda-se com a música escolhida para ser o single do EP intitulada “Jeito”, trazendo uma letra provocativa que acaba sendo uma homenagem ao “jeitinho” brasileiro. Uma batida forte, funkeada, uma bela melodia na voz e um solo de guitarra eletrizante que vai elevar o espírito das pessoas. o EP segue com “Muito Mais Além”, uma homenagem em forma de música em um arranjo que transcende... Continue Lendo no Portal CyberPop

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terça-feira, 20 de agosto de 2024

João Albino - Entre Lados (2024)...




Nesta terça-feira, o músico de Bauru João Albino lança o álbum “Entre Lados”, que marca a estreia da carreira solo. Dançante e com a estética brasileira, o trabalho reúne oito faixas autorais com produção musical de Cauê Gifalli. Segundo João, o álbum traz referências da própria criação musical – especialmente da música brasileira a partir dos anos 60, samba rock e soul funk – e da MPB pop atual no estilo de Rachel Reis e Gilsons. “Entre Lados” representa também o sonho dele de ter um trabalho solo. Compositor desde os 15 anos de idade e integrante da banda Os Últimos Escolhidos do Futebol, Albino sente como o álbum próprio reflete a essência como artista... Continue Lendo no Social Bauru

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Innk - GUERREIRO INNK (2024)...




 Natural de Brasília, o rapper INNK acaba de lançar o álbum “Guerreiro Innk” no qual aborda músicas com temáticas sociais e de reflexão. O álbum vem com 8 faixas, todas produzidas e compostas pelo rapper INNK. Juntamente com o álbum, o rapper lançou o videoclipe da música: Guerreiro Gladiador que está disponível no canal do artista no Youtube. Além de músico, o rapper é idealizador do projeto 1deNois, que fornece alimentação para a população em situação de rua. Sua motivação para desenvolver seu lado artístico é inspirar outras pessoas a fazerem parte de seu projeto, que visa, inicialmente, transformar a vida de quem sobrevive nas ruas... Continue Lendo no Correria RAP

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segunda-feira, 19 de agosto de 2024

ALEX TEX - TEX (2024)...



Download: TEX (2024).rar

Na verdade nunca é tarde para se aventurar. Se tratando de arte então, aí que idade não é problema. Alex Tex é potiguar, 32 anos de idade e frequentador da cena eletrônica de Natal. Em 2019 armado de um caderno vermelho, uma caneta vermelha e do Fruity Loops, começou a compor e pré-produzir as faixas que do projeto Vermelho Sangue que sai em setembro. O aperitivo é o EP Tex lançado hoje com três músicas. Batemos um papo com Alex para entender todo esse processo criativo que demorou a vir ao mundo... Continue Lendo na Revista O Inimigo

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Febem, CESRV - ABAIXO DO RADAR (2024)...




 "Abaixo do Radar " é o mais recente lançamento do MC e "poeta de camiseta de time" Febem, em parceria com o produtor CESRV. Com mais de 10 anos de carreira, o artista chega ao seu 6º álbum com participações de Luccas Carlos e do cantor Smile. Febem, nascido Felipe Desiderio, é de São Paulo, mas morou em várias cidades do estado. Do bairro da Vila Maria, na zona norte de São Paulo, foi para o município de Diadema, depois passou um período em Itanhaém, no litoral. Lá, inclusive, foi onde ganhou o apelido, dado por um inspetor de escola com quem tinha uma convivência diária no ensino fundamental. Ter morado em vários lugares trouxe uma bagagem cultural impressionante. Desde sua passagem pelo grupo underground ZRM, que ele fundou com Felipe Flip e DJ Sleet, Febem sempre mostrou amplitude musical: funk —com o qual ele se conectou na época da Baixada Santista—, eletrônico, dancehall, soul, disco music e rap - com o qual se aproximou mais com as aulas e a vivência na Casa de Hip Hop de Diadema, com o pai da cultura hip hop, Nelson Triunfo. Além das vertentes da música rap, como o drill e o grime, que ele carrega por conta da sua pesquisa incessante como amante da música e como DJ… Veja mais no Splash

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domingo, 18 de agosto de 2024

marimbondo - tchau obrigado? (2024)...




Download: tchau obrigado? (2024).zip (ou vá no bandcamp acima)

MARIMBONDO (Campinas – SP) de repente publicou o seu novo álbum chamado "tchau obrigado?". Inspirado pelo trabalho de artistas como Dean Blunt e Elysia Crampton, o projeto constitui-se de uma série de experimentos sonoros desenvolvidos com o uso da colagem de samples, remontagens de clássicos da música brasileira e alusões às sonoridades de múltiplos gêneros da música eletrônica e do rock alternativo. Todo o caos incitado é controlado pela sintetização extrema dos sons roubados desses diferentes universos musicais e serve para desenvolver uma narrativa contemporânea que parte de conflitos relacionais, representados pela primeira metade do álbum, e finda em reflexões gerais sobre as soluções de tais conflitos, representadas pela segunda metade. Ao longo de quatorze músicas, sons do passado e do presente se fundem num espaço de audição afetiva e se tornam irrastreáveis ao mesmo passo em que se mostram cada vez mais familiares...

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sábado, 17 de agosto de 2024

Raul Misturada - Pangaré (2024)...




 O novo disco de Raul Misturada, “Pangaré” (2024), obra que encerra a trilogia precedida por “Equilibradamente Insano” (2016) e “Tudo Começa Quando Explode” (2021), chega ao mercado fonográfico no próximo dia 12 de julho, com lançamento pela Cafezinho Edições. “(…) Se olhares demasiado tempo dentro de um abismo, o abismo acabará por olhar dentro de ti” – Friedrich Nietzsche, Além do bem e do mal ou Prelúdio de uma filosofia do futuro. César Lacerda “Pangaré” (2024), novo disco de Raul Misturada, tem a virtude de, logo nos primeiros segundos de sua execução, sustentar uma fermata sobre nossa atenção. E nesse estado de coisas, de um tempo suspendido, o artista faz uso de sua lupa. Dispõe-na sobre a vida e os dias de hoje, e então, nos convida a olhar através dessa lente para a face do mundo. Um mundo à beira do abismo, por onde ele passeia, mercador de sonhos, cartógrafo das memórias, sustentando hasteada a bandeira do amor. E isso não é pouco, tampouco é pueril: vivemos a radical era do individualismo. E o que se ouve na voz desse cantador-cantautor, que veleja entre o mais recôndito passado e o mais indistinto futuro, é a sabedoria de quem mirou os olhos do abismo. E sorriu para ele... Continue Lendo no Site da Radio Lisipio

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sexta-feira, 16 de agosto de 2024

André Prando - Iririu (2024)...




 “Iririu” é uma palavra mágica do Brasil. Um cumprimento, um código. Essa é a definição do cantor e compositor capixaba André Prando sobre o título do seu novo álbum, lançado nesta sexta-feira (12). Com 11 faixas, o disco é um passaporte para uma viagem com destino a intimidade do artista, repleta de emoções e sentimentos. Sempre quis que as pessoas me entendessem como artista na sua pluralidade, na sua liberdade. Quando comecei a compor as músicas deste disco já pensava que ele pudesse ser mais dançante, mais popular. Eu queria ser mais claro nessa poesia, que as pessoas sentissem que o meu trabalho refletisse a minha pessoa. Eu sou viciado em viver Ao mesmo tempo que Prando soa como um legítimo artista brasileiro, o ouvinte também é surpreendido com influências do exterior. As músicas passam livremente por reggae, baião, bossa, tango, blues, congo, balada, dub e rock. É uma explosão de ritmos e combinações únicas que só o capixaba de 34 anos - completados no dia 8 de julho - consegue fazer... Continue Lendo no A Gazeta

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Jennify C. - Atmosfera (2024)...




Um dos talentos nascidos da fervilhante nova cena alternativa natalense, a rapper, DJ e produtora Jennify C. lançou nas plataformas seu primeiro álbum autoral, “Atmosfera”, com distribuição pelo selo Dosol. O disco reúne as diversas facetas da artista em 11 músicas autorais, lapidadas ao longo dos últimos quatro anos, período em que ela ganhou os palcos de festivais e eventos protagonizados pela comunidade LGBTQIA+. Jennify é mais conhecida na noite underground da capital potiguar pelos seus DJ sets cheios de energia, peso e groove, mas em “Atmosfera”, a levada é outra. No álbum, beats secos e sintéticos emolduram a densidade dos pensamentos e letras da performer, uma artista trans preta gênero fluído, com muitas histórias para extravasar. Segundo Jennify, o processo foi gradual, e representa um movimento de amadurecimento, um desejo sincero de transparecer sua essência... Continue Lendo na Tribuna do Norte

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quinta-feira, 15 de agosto de 2024

Adorável Clichê - sonhos que nunca morrem (2024)...




Sonhos Que Nunca Morrem (2024, Balaclava Records) é um desses discos que engolem você. Verdadeiro catálogo de emoções, o segundo e mais recente trabalho de estúdio da banda catarinense Adorável Clichê segue de onde o quarteto formado por Gabrielle Philippi (voz e guitarra), Marlon Lopes (guitarra e voz), Gabriel Geisler (baixo) e Felipe Protski (teclado) parou no antecessor O Que Existe Dentro De Mim (2018), porém, potencializa esse resultado de forma a destacar ainda mais a grandeza dos versos e sentimentos. “É difícil aceitar / Que somos feitos de coisas que deixam cair por aí / Fico catando as sobras e usando pra me alimentar / Eu finjo, mas não finjo bem”, confessa Philippi em Amarga, composição em que trata sobre dependência emocional e a sensação de ser apenas uma alternativa secundária na vida de outra pessoa, mas que sintetiza de maneira preciosa a forte carga sentimental que consome o trabalho. São temáticas e versos talvez desgastados pela própria banda, vide músicas como Papel de Trouxa e Traços, entretanto, utilizando de uma visceralidade e entrega poucas vezes antes percebida nas criações da Adorável Clichê... Continue Lendo no Música Instantânea

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ATR - Mutante (2024)...




 “Tudo muda, a única coisa permanente é a mudança”, a frase de Heráclito define bem o espírito que permeia o quarto álbum do ATR - que também acumula 3 EPs, 1 compacto em vinil e uma trilha original para o filme O Encouraçado Potemkin - providencialmente chamado de Mutante. Tal nome não simboliza apenas as transformações musicais e geográficas que o ATR surgido em 2008, como uma banda de rock instrumental em São Carlos-SP, passou até a configuração atual, como um projeto solo do músico e produtor Juliano Parreira que hoje vive em Florianópolis-SC. O conceito apareceu como resposta às incertezas que pairavam sobre o ATR depois dos anos da pandemia e da saída do baterista Eddu Porto e do guitarrista Gustavo Koshikumo para se dedicarem a outros projetos. Como resume Juliano, “O nome tem a ver com o momento do projeto, com as dúvidas que surgem nesse momento em que eu me vi sozinho tendo que decidir se seguia com o ATR. Aí eu saquei que ele nunca foi fechado, que as mudanças de formação e de som sempre aconteceram e o projeto seguiu Mutante”. A mutação também é presente nas próprias composições, tanto na sua audição, em que elementos se repetem, sobrepõem e se transformam, muitas vezes de forma sutil como a paisagem de uma estrada ou abruptamente como um salto no hiperespaço. Além disso, as 8 faixas de Mutante foram produto de constante transformação ao longo de 2 anos. Seis delas começaram a ser compostas ainda como um duo em 2022, com Juliano e Gustavo. No segundo semestre de 2023, Juliano revisitou o que já estava gravado re-criando as músicas que ganharam novos contornos com participações presentes em todas as faixas, com exceção de Banzeiro. Como o disco foi gravado todo remotamente, essas participações também sofreram mutações e ressignificações na edição e mixagem final em um apurado trabalho de bricolagem. Apesar de ser criado em um processo de estúdio, de forma “sequenciada", o próximo passo das músicas de Mutante é ganhar os palcos em um formato de banda, incluindo improvisos e novos arranjos em uma mutação que está para acontecer...

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quarta-feira, 14 de agosto de 2024

Karim Al Karim - Mais um Sol (2024)...





Karim Al Karim é um novo artista recifense que busca trazer no EP M∆ÏS ŪM SØL شمس أخرى músicas homenageando suas principais referências locais - sem se ater apenas ao gênero Hip-Hop - pretende na verdade juntar o aspecto de denúncia e desabafo do rap a essas homenagens à artistas renomados, sempre comprometido com a autenticidade lírica para estar entre os grandes rimadores da cidade...

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Caio Bars - Corações Imaginários (2024)...





 O cantor, compositor e músico Caio Bars lança hoje seu primeiro disco solo, Corações Imaginários, nas principais plataformas digitais. Baseado no conceito de mixtape, o disco possui apenas duas faixas – “Lado A” e “Lado B”, cada uma com seis canções embutidas, uma na sequência da outra. A proposta de Caio com o novo álbum é convidar o ouvinte a apreciar um disco no modo analógico, como se fosse uma fita K7 dos anos 90, onde você montava o repertório de suas faixas favoritas uma na sequência da outra, separando-as em dois lados da mesma fita. Essa ideia veio do próprio Caio, que além de artista e radialista, sempre foi um grande pesquisador e entusiasta da música. Fissurado por fazer mixtapes, ele passou a tomar gosto pelas seleções musicais e decidiu fazer de seu disco de estreia um exercício de aplicação desse modo completamente analógico de consumo de música, mas por meio das plataformas digitais... Continue Lendo no Site da Revista O Grito!

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terça-feira, 13 de agosto de 2024

hoovaranas - Três (2024)...




Download: Três (2024).rar

 Já faz alguns anos que estamos acompanhando o trabalho do Hoovaranas, banda de Ponta Grossa (PR) que faz um som instrumental excelente. Composto por Rehael Martins, Jorge Bahls e Eric Santana, o segundo disco deles, “Alvorada” (2022), já demonstrava uma evolução musical fantástica para três jovens que mal tinham entrado nos 20 anos de idade. Agora a banda nos apresenta “Três”, título mais que apropriado para o terceiro álbum de um trio, e dão um salto qualitativo ainda mais expressivo. Tanto nas músicas em si quanto no capricho da produção do álbum, à altura do esmero sonoro que a banda se propõe a abraçar. Com oito faixas e breves 32 minutos, “Três” tem um som mais pesado, mas mantém a complexidade que já era comum nas composições da banda. Destaque, como sempre, para os efeitos e pedais utilizados no baixo, que muitas vezes soa como qualquer coisa, menos um baixo. Se for ouvir apenas uma faixa, vá direto para “Solitude”... Continue Lendo no PopLoad

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Duo Vera Cruz - Duo Vera Cruz (2024)...





O flautista André Siqueira e o pianista Matheus Ribeiro, que formam o Duo Vera Cruz, lançam primeiro trabalho homônimo. O álbum traz o resultado do mergulho autoral do primeiro álbum dos instrumentistas mineiros, gravado entre 2019 e 2023, contando com as participações de Toninho Horta, da cantora chilena Claudia Manzo (BaianaSystem), da percussionista Natália Mitre, do trompetista português Diogo Duque e de Artur Andrés (flauta), membro fundador do Uakti, referência do duo. O instigante universo criativo da dupla teve produção de Alexandre Andrés, elevando o trabalho a um patamar de grande acuidade técnica, em diálogo com a rica música instrumental contemporânea. “Vejo o Duo como uma união muito feliz do André e do Matheus. Eles carregam e honram influências que transmutam para a música deles com frescor, excelência nos seus instrumentos, criatividade musical e artística muito grandes”, analisa Alexandre Andrés. Instrumentistas de destaque na cena belorizontina em projetos diversos na última década, o flautista e o pianista gestam em suas composições e performances uma paisagem sonora de imagens líricas e experimentais, por vezes minimalistas, mas de grande potência interpretativa, explorando tempos musicais complexos. Dentre as dez faixas estão três releituras, revisitando temas de Toninho Horta, Alexandre Andrés e Debussy. O Duo Vera Cruz surgiu em 2013, quando André e Matheus eram colegas na Escola de Música da UEMG, em Belo Horizonte. A escolha do nome buscou remeter às origens do Brasil e à emblemática canção de Milton Nascimento – ponto de interseção musical fundamental dos parceiros. Junto a releituras e projetos diversos de música brasileira, eles começaram a se aventurar nas composições autorais, sobretudo de Matheus inicialmente. “Isso inclusive me incentivou a criar as minhas composições”, relembra André... Continue Lendo no Jornal O Tempo

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