sexta-feira, 11 de dezembro de 2020
Luccas Carlos - Solar (2020)...
Taco de Golfe - Nó Sem Ponto II (2020)...
quinta-feira, 10 de dezembro de 2020
Exclusive Os Cabides - Roubaram Tudo (2020)...
Coco de Oyá - Azeitado (2020)...
quarta-feira, 9 de dezembro de 2020
Florais da Terra Quente - Florais da Terra Quente (2020)...
Pelé do Manifesto - Gueto Flow, Preto Show (2020)...
Gueto Flow, Preto Show, novo disco de paraense Pelé do Manifesto, alia a força do Rap com a identidade brasileira da Black Music.O trabalho flerta com a sonoridade dos anos 80 e início dos 90, por isso o rapper explora a estética dessa época. As cores fortes, “camisas meio Will Smith” e outros elementos completam o conceito.Esse disco é diferente de tudo o que eu já tinha feito nesses 12 anos de rap. Eu quis trazer essa essência black music desde a estética do visual da capa até o vestuário, assim como nas músicas. Eu procurei botar em cada música as minhas influências.Pelé explica que artistas como Tupac, Edi Rock e Rincon Sapiência foram referências importantes no processo de criação do novo disco. No entanto, o álbum Boogie Naipe, de Mano Brown, deu o estalo inicial para abordar o gênero. “Apesar de meu disco não ser tão black music quanto o do Brown, tem essa pegada e referência, e essas são algumas das influências que esse disco carrega”, conta... Leia mais no TMDQA
terça-feira, 8 de dezembro de 2020
Transmissão Alma Beta - Cinestésico Pesadelo Pré-histórico (2020)...
O Quartinho - Compacto (2020)...
segunda-feira, 7 de dezembro de 2020
Allen Alencar - Aqui Onde (2020)...
Juyè - Do Desapego ao Amor (2020)...
domingo, 6 de dezembro de 2020
Hominis Canidae REC - SPLIT2021 (2020)...
sábado, 5 de dezembro de 2020
O Nó - Resquícios Cromáticos (2020)...
Depois de um longo período de preparação, os integrantes d’O Nó revelam ao público o primeiro álbum de estúdio da carreira. Intitulado Resquícios Cromáticos (2020), o trabalho produzido em um intervalo de mais de dois anos reflete o completo esmero do grupo formado por Alexandre Drobac (guitarra e vozes), Rodolfo Almeida (baixo e vozes), Matheus Perelmutter (sintetizadores e vozes) e Mateus Bentivegna (bateria). São canções que passeiam pelo pop psicodélico dos anos 1980, porém, de forma sempre autoral, conceito que tem sido explorado desde o introdutório EP1 (2015)... Via Miojo Indie
sexta-feira, 4 de dezembro de 2020
Viratempo - AUTOCURA (2020)...

Plutão Já Foi Planeta - Risco de Sol (2020)...
Já dizia Jammil e Uma Noites: ‘É verão, sei lá (…) / Tempo bom de ser feliz / Tempo bom de namorar’. Tempo bom também de tomar um banho de sol, curtir uma praia (com responsabilidade, por favor, olha o COVID-19 aí), mas também é tempo de refletir, colocar as coisas no lugar e redirecionar os planos. É meio isso o que a Plutão Já Foi Planeta está fazendo ao lançar o EP Risco de Sol. Depois da resposta positiva de A Última Palavra Feche A Porta (2017), de se mudarem para São Paulo, de tocar em grandes festivais (como o Lollapalooza) e de mudanças na formação do grupo, a PJFP resolveu descansar. Alguns meses curtindo os chãos de taco dos apartamentos paulistas e mantendo o low profile. Até que, em algum momento, deu saudade de casa. Talvez tenha sido o feixe de luz que inspirou Natália Noronha em “Risco De Sol” — única faixa do EP inédita e composta pelo grupo. As outras quatro canções são releituras pop de compositores potiguares: “O Roqueiro E A Hippie” (André Macambira / Luiz Gadelha / Simona Talma), “Demora Não” (Ângela Castro), “Quem Ama Perdoa” (Fernando Luiz / Geraldo Neri) e “Esses Meses” (Juão Nÿn)... Leia mais no You Me Dancing!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2020
Felipe Neiva - Tanto (2020)...
“Tanto” (ou “tanto.”, como é grafado) é o sétimo disco de Felipe Neiva, o Surpreendente de Niterói. O trabalho chega um ano depois de “Filho”, o trabalho de “micropolítica” do artista (leia e ouça aqui). O Surpreendente de Niterói não falha, surpreende. Parece não haver um disco igual ao outro – e pra artistas como ele, nem é pra ter, deixemos as previsibilidades pros que almejam as paradas de sucesso. Entretanto, eis que “Tanto” é surpreendente até nisso: ele é um disco que soa como “de AM”. Não sei se nos grandes centros urbanos as pessoas ainda escutam com tanta frequência rádios AM, mas por muito tempo foi ali que morava o fomento da música popular brasileira. Não a música popular que viaja pra Europa, mas a música popular que toca nos radinhos de pilha do povo. “Tanto” é surpreendente porque tem uma sonoridade “moderna” (o que quer que isso queira dizer) encorpando músicas pra dançar em muquifos, em calçadas distantes, lavando a louça, fumando um cigarro na laje olhando o passado... Continue Lendo no Floga-se



















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