“
Memórias luso africanas” não merece ficar a ver navios. Belo, dramático e épico, o primeiro disco solo (e independente) de
Gui Amabis chega ao mundo como uma relíquia de tons cinematográficos. Tendo como ponto de partida as histórias que ouvia da avó, já falecida, o produtor paulista de 34 anos embarcou numa viagem no tempo e criou uma odisseia musical, na qual relembra sua trajetória familiar, pelas vozes de
Céu, sua esposa, e de amigos como
Criolo,
Lucas Santtana,
Tiganá e
Tulipa Ruiz...
Resenha
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