domingo, 2 de dezembro de 2018

Cubüs - Synths, Distorção, Caos & Bootlegs: Ao Vivo Na Juventude Depressiva (2018)...




Download: Synths, Distorção, Caos & Bootlegs (2018).zip (só botar o mail nos bandcamps acima)

O selo carioca Paranoia Musique acaba de lançar as gravações feitas no Asteroid Entretenimento, na melhor tradição dos bootlegs, da apresentação do Cubüs em Sorocaba // Brazil dentro da festa Juventude Depressiva. Uma das últimas noites com Karlos Junior ainda nos teclados, o concerto mostra a energia que a dupla sempre teve nos palcos com sua mistura de sintetizadores, distorção e performances catárticas. Os teclados formam uma parede sonora remetendo a climas soturnos e ao mesmo tempo violentos com as letras de Diego de Oliveira que exploram a insatisfação de muitos com os ditames do mundo moderno. E fechando o álbum, a nova versão de Flores Mortais para aqueles que queriam uma versão cantada igual a dos shows...
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sábado, 1 de dezembro de 2018

Borealis - Swoon EP (2018)...



Download: Swoon EP (2018).zip (ou vá no bandcamp acima)

Swoon é o novo trabalho do projeto Borealis, do produtor carioca Marco Barbosa. Ouça alto...
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sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Hominis Canidae #102 - Novembro (2018)...




Novembro é um mês caótico dentro do esquema mercadológico musical brasileiro, porque é como se fosse o último mês útil do ano pra muita banda/produtora. Isto porque amanhã começarão a aparecer listas de melhores do ano, por mais que ainda exista um mês pela frente, a ansiedade parece dominar, né?! Ainda bem que existem artistas que preferem aproveitar os 12 meses que existem no ano, mas a questão é que novembro tem mais lançamentos que o normal.

Tanto que nossa #coleta102 tem vários sons recém-lançados, misturado a alguns outros que saíram meses atrás. Tem som do novo álbum do rapper baiano Baco Exu do Blues, dos mineiros da Lupe de Lupe, o instrumental classudo dos paranaenses da ruido/mm, entre outros sons fodas (Sacai o setlist). A faixa inédita que fecha a mixtape de novembro, é o novo single do grupo paulistano Bazar Pamplona, depois de uma pausa de 6 anos nas atividades da banda. Em "Dias Gordos", o grupo mostra um pouco do que esta por vir em Banda Vende Tudo, novo disco do grupo que sai em janeiro de 2019, saca ai...


A linda arte de capa da mix deste mês, foi feita pela artista plástica e tatuadora paraibana radicada no Rio de Janeiro, Ane Santos. A Ane acompanha o blog tem um tempo já e curtimos muito o resultado do trampo dela. Inclusive, o traço dela cairia bem como tatuagem e também numa camiseta, né não?! Ela explicou um pouco da viagem para chegar neste trampo: "A concepção da capa veio de uma colagem que fiz e terminei no photoshop. Pra mim é o encontro entre as formas de buscar e encontrar algo, ter foco e determinação. O terceiro olho é a chave para uma percepção profunda de si, do outro e do todo. Essas formas geométricas que vão de encontro ao olho são portais extra-sensoriais, ondas de intuição, premonição, iluminação e auto consciência, onde não existem seres duais, tudo é vivo e vive em perfeita sincronicidade na conexão entre o mundo visível e o mundo espiritual". A explicação dela deixa claro quão sensivel e sensitiva ela é na concepção dos seus traços, concordam?! Aconselhamos geral conhecerem e acompanharem o trabalho da Ane no seu instagram. Porém, fica a advertência: as tatuagens são fodas, o traço é delicado e provavelmente você vai querer se riscar depois! Por sinal, aproveitem que ela tá viajando pelo Brasil tatuando!

Aqui o de sempre: esta coletânea não deve ser vendida, apenas disseminada sem moderação na internet enquanto ainda podemos fazer isso. Serve pra quem acompanha o blog ter um resumo do mês, mas também animar seus passeios pela cidade no busão lotado, no trânsito parado, te ajudar nos estudos ou trampo. Repassa praquele amigo que você não fala tem tempo e pergunta se ta tudo bem com ele...

Continue comprando merch, indo aos shows e ouvindo música!
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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Fabrício Beck & Bando Alabama - Fabrício Beck & Bando Alabama (2018)...




Depois de 17 anos como vocalista da conhecida banda de Rock Sulista, Vera Loca, Fabrício Beck lança seu primeiro álbum solo. Acompanhado por aclamados músicos da cena Blues/rock do Rio Grande do Sul, Fabrício Beck & Bando Alabama, trazem neste álbum muito Blues, Blues/Rock e Folk. Todas as composições são assinadas por Fabrício, exceto o clássico do Gênio Cartola, "As Rosas Não Falam", que ganhou nessa versão, uma roupagem elegante em um Blues Shuffle . O Bando Alabama é formado por, Sergio Selbach no Contrabaixo, Marcelo Garcia na Guitarra Solo, e Clark Carballo no Bateria...
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André Prando - Voador (2018)...




O cantor André Prando faz um rock autoral com bastante personalidade. Em seu primeiro álbum, o elogiado Estranho Sutil (2015), o artista se destacou trazendo composições irônicas e sagazes acompanhadas por sua voz marcante. Em 2018, se prepara para lançar seu segundo álbum, Voador, que contou com uma campanha de financiamento coletivo. Adiantado pelo single Ode à Nudez, o trabalho que foi produzido por Jr. Tostoi e Henrique Paoli, traz um amadurecimento na sonoridade do cantor, evidenciando a música psicodélica e carregado também por fortes composições. O MultimodoBR conversou com o André Prando que adiantou alguns detalhes de seu segundo disco... VIA
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quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Devilish - Superfreaktion (2018)...





O Devilish é uma banda razoavelmente nova. Tendo seu primeiro EP lançado em 2017 e para muitos que irão ler este texto acredito que seja ainda novidade. Seu coração vive nas guitarras de Paul Ratkiewicz que nas apresentações costuma ser inclusive performático.Deixando claras as influências do grupo que funde o selvagem da garagem de grupos como The Stooges e The Cramps, ao punk rock, do The Damned e Dead Boys, e carrega elementos do Stoner que podemos ver em bandas como Black Sabbath, Kyuss e The Shrine.Ainda no front o trio conta com Éder Chapolla (bateria) e Caíque Fermentão (baixo), que também toca no Corona Kings e no novíssimo Ator Morto... VIA
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Jota Dale Combo - Exú (2018)...




Após anos de investigação em terreiros, muita pesquisa e até mesmo conversas com entidades, Jota Dale – pseudônimo do músico Marcus Ferreira – lança Exu, seu primeiro trabalho autoral. Nas oito faixas do álbum, o compositor reveste com arranjos primorosos para um sexteto instrumental os cantos e as complexas batidas percussivas dos terreiros, homenageando, subvertendo e testando ao limite as possibilidades oferecidas pelas músicas tradicionais.“A religião serviu de mote, mas o viés do disco não é religioso. Ele contempla muito mais aquela visão do Villa-Lobos, de conhecer a música tradicional brasileira e, a partir dela, criar a sua própria música”, explica Jota Dale, que é formado em Composição pela Universidade de Brasília (UnB).Ainda assim, o músico tomou alguns cuidados antes de produzir o trabalho. “Conversei com as entidades durante uma sessão em Brumado, na Bahia, e elas me pediram certas coisas, como pedir permissão às divindades antes de gravar e botar uma cachacinha para Exu”, revela o guitarrista.Além do baixista Munha da Sete e do baterista Thiago Totem, que compõem a espinha dorsal do Jota Dale Combo, o time que foi ao estúdio conta com George Lacerda (percussão), Marcos Cohen (clarineta) e Adil Silva (trombone), todos músicos reconhecidos na cena da capital federal...
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terça-feira, 27 de novembro de 2018

Baco Exu do Blues - Bluesman (2018)...




Muita gente usa a frase "não acredite no hype" como um mantra. Porém, com o álbum Bluesman do rapper baiano Diogo Moncorvo, conhecido como Baco Exu do Blues, você deve, precisa mergulhar no hype.Nove faixas, 30 minutos. Esse é o tempo e o percurso que ele precisa para mostrar tudo o que tem para dizer. Uma lufada de ar fresco e música sem rodeios, já que cada faixa bate direto, arrebata. Nada desse negócio de mil músicas (grande parte desimportante) e muitos minutos só pra construir a sensação de uma playlist. Em Bluesman, desde o contato com a capa do álbum, só rola a mensagem rasgada pros ouvidos e pro coração... VIA
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ruído/mm - A É Concavo B É Convexo (2018)...





A é Côncavo, B é Convexo, novo álbum do ruído/mm, evoca uma reflexão sobre perspectivas, paralaxes, a aparente dualidade entre diferentes enfoques: um mesmo objeto pode parecer maior ou menor dependendo de que lado da lente esteja o observador; um cilindro, visto ortogonalmente, pode ser percebido tanto como um retângulo quando como um círculo. Percepções distintas podem ser igualmente válidas – pares de opostos são complementares, não excludentes. A verdade é uma falácia, o paradoxo é real. O absurdo reina absoluto.No microcosmo da banda, a jornada de produção envolveu um distanciamento da sua zona de conforto, uma desconstrução de métodos e a consequente atribulação com que costumam se deparar os que decidem trilhar caminhos não familiares... VIA
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segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Carcaju - Carcaju (2018)...




Gravado ao fim de 2017, Carcaju - quinteto paulistano integrado por Claudia Nishiwaki Dantas (vocais, composições e synth), Felipe Rezende (bateria), Ivan Liberato (violão, composições e backing vocals), Pedro Canales (baixo) e Rodrigo Passos (guitarra e backing vocals) - lança seu disco de estreia. Homônimo e viabilizado a partir de uma bem-sucedida campanha de financiamento coletivo cuja meta foi superada (atingindo 115% de arrecadações), o álbum foi concebido no estúdio Submarino Fantástico.Carcaju tem a gênese de seu nome no mito da mulher sagrada que surgiu em diferentes lugares mundo como la loba, luz del abyss, rio abajo rio e amaterassu omikami. Na lenda, Carcaju (do húngaro Rozsomák) recolhe os ossos das lobas que morreram e entoa seu canto para curar o que está doente ou carece de restauração. Assim, as lobas renascem e saem correndo pela floresta em sua nova forma: de mulher.Ao longo de dez faixas autorais, o disco é iniciado por "Matriz", canção sobre a gênese da vida em ventres ancestrais para, em seguida, ramificar-se com "Desaparecença", canção inspirada no poema autointitulado de Paulo Leminski e autorizada pela poeta Alice Ruiz. A seguir, "Ronco" e "Mergulho" enaltecem caminhos de ressignificação pessoal conduzidos pela água, elemento místico presente na identidade da banda. "Sampaulo", quinta faixa da obra, chama atenção para sutilezas cotidianas eventualmente despercebidas diante de olhares enrijecidos pelo ritmo da metrópole. Com riffs coléricos, "Eta Lelê" surge como a sexta canção da obra e, em seguida, abre espaço para "Gratidão", mantra em que a chuva se manifesta como alento sonoro. Em "La Loba", o canto visceral de Claudia Dantas conclama sua matilha de irmãs, sendo tal uivo orgânico item também indelével de "Mestruluar". "Gole", faixa final do disco e, ainda, primeiro single lançado por Carcaju em julho de 2018, tem sua gênese no saber tradicional - considerado "de raiz" - e versa sobre a auto-descoberta, principalmente feminina...
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Algarobas - José (2018)...



Download: José (2018).zip (ou em ouça)

 Primeiro lançamento do projeto Algaroba, de Juazeiro do Norte para o mundo...
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domingo, 25 de novembro de 2018

Acauã - Canoeiro (2018)...




Download: Canoeiro (2018).zip (ou no bandcamp acima)

Natural de Ilhabela, litoral norte de São Paulo, Acauã lança hoje nas plataformas digitais seu primeiro disco. Em Canoeiro, o cantor e compositor acerta-se em seu “não-lugar” e começa aceitar pra si a condução do trabalho. Por não-lugar, entenda o fato de mesmo que o disco traga seu nome, Acauã é resistente e taxativo ao apresentar o trabalho:“Trata-se de uma construção coletiva com uma parte importante de cada um em complemento a minha” diz. No disco, exceto “Chuva de Olorum”, de Michel de Moura, todas as letras são de Acauã.O conheci pessoalmente há exato um mês, na casa do Michel, em São Paulo. Nesse dia, fizemos a audição do disco e ele, acompanhado do Yuri Braga, do Fernando Fidura e do Michel, comentou o processo de construção de Canoeiro. Acauã que tem forte influência de rap e funk, chega com uma banda de sete músicos experientes e que, por acreditarem, o reverenciam com a entrega de suas criações. Assim, ele contraria a lógica do mc que surge sozinho a partir das bases de um produtor muitas vezes. Além de Michel (guitarra e voz), Yuri (percussão) e Fidura (guitarra e voz), o acompanham neste trabalho Fernando Santive (cavaco e bandolim), Rodrigo Dário (mpc e programações), Thiago Babalu (bateria) e Thiago MLK (baixo)... VIA
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sábado, 24 de novembro de 2018

ISSO - Atalaia (2018)...




Download: Atalaia (2018).zip (ou no bandcamp acima)

Novo EP da banda mineira ISSO. Em Atalaia, muito barulho, cabeça batendo e riffs de guitarras...
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sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Hiran - Tem Mana no Rap (2018)...




Historicamente, o rap é política: desde a sua gênese, o gênero evidencia a realidade das periferias urbanas e denuncia o preconceito sofrido por seus expoentes. Mas a própria cena sempre foi — e ainda é — predominantemente heterossexual e machista. Contexto muito diferente do que é visto em outros estilos musicais (como o pop), em que a presença de artistas LGBT+ cada vez mais em ascensão. Às vésperas de uma eleição presidencial com cada vez mais discursos retrógrados inflamados, a importância da resistência hip hop contra a homofobia é ainda mais crítica. A presença de gays no rap não é inédita. Nos Estados Unidos o estilo foi apelidado de queer rap e nomes como o do Rico Dalasam foram precursores do movimento aqui no Brasil. O paulistano foi o primeiro rapper LGBT+ a chegar no mainstream (ou muito próximo dele) rimando sobre sua vivência repleta de militância e preconceito. Com isso, a cena tem se transformado e angariado outros rappers que tem como ponto comum a missão de tornar obsoletos esses estereótipos. Um deles é o baiano Hiran, de apenas 23 anos. Seu álbum de estreia Tem Mana no Rap foi lançado em março deste ano e sua segunda faixa, "Muda", acaba de ganhar o próprio clipe... VIA
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Renascentes - Dia Real Inventado (2018)...




Novo álbum da banda de rock gaucha Renascentes...
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quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Violet Soda - Tangerine (2018)...







A banda paulistana de garage rock Violet Soda, formada por Karen Dió (vocal e guitarra), Murilo Benites (guitarra), André Dea (bateria) e Tuti AC (baixo), lançou em novembro o EP “Tangerine”. Esse é o segundo trabalho do grupo em menos de seis meses de existência, novamente com produção de Alexandre “Capilé” Zampieri e gravado no Estúdio Costella, em São Paulo. A sonoridade segue as características do elogiado EP de estreia, “Here We Go Again”, com influências grunge, punk e do rock de garagem dos anos 90/00.Todas as faixas do novo trabalho vieram acompanhadas de vídeos no formato Motion Audio e lançadas no YouTube. “São clipes não-oficiais que nós mesmos produzimos, para apresentarmos as músicas com um recurso visual, sem ser daquela maneira estática que as pessoas estão acostumadas. Todos os vídeos foram gravados no Family Mob e têm alguma relação com as letras das canções”, explica Karen Dió... VIA


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Oral - Oral EP (2018)...



Download: Oral (2018).zip (bote o mail no bandcamp acima)

Felipe Zenicola (Chinese Cookie Poets) juntou-se a Marcela Lucatelli (vocais) e Ole Mofjell (bateria) pra criar um disco impactante. O EP “Oral”, com pouco mais de dez minutos, é um grito, literalmente.O vocal de Lucatelli, ambientado pela desconstrução sonora de Zenicola e Mofjell, é um desabafo. Deve ter sido libertador gravar isso.O trio se aninha nas estampas de “grindcore livre” e “no-wave progressivo”, o que é bastante apropriado. Os temas são exatamente isso, embora a derradeira “Lunacy” seja um mistério que instiga por mais – o mal do disco é ser muito curto, com cada canção entre dois e três minutos.Mesmo assim a tríade amor-vida-luxúria é adornada pelos gritos aterrorizados e aterrorizantes de Lucatelli, a expressão verbal do instrumento “ser humano”. O ser vivo na forma singular de expressão... VIA
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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Merdada - Hang Loose para Jesus (2018)...




Antes de voarem ao encontro do baterista Alex Vieira para juntos embarcarem numa turnê portuguesa, Fabio Mozine (voz e guitarra) e Rogério “Japonês” Araújo (voz e baixo)—os outros dois terços da banda Merda—fizeram uma apresentação diferente no mês de março durante o festival Garage Sounds, em Fortaleza. Por lá, eles se juntaram aos músicos Carlos James (voz), Dangelo Feitosa (bateria) e Danyel Noir (guitarra), do grupo Facada, e se apresentaram sob o codinome Merdada.“As coisas foram acontecendo e acabaram dando nisso. O pessoal do Garage sondou o Merda, mas estamos sem baterista, aí sondei o Dangelo, botamos o James e depois o Danyel na roda, virou o Merdada”, disse Mozine em entrevista ao blog Microfonia Underground sobre a origem do projeto. “Estamos encantados com o que aconteceu, gostamos muito de ensaiar, somos amigos”... VIA
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Banda Cigarra - Cigarra (2018)...




Cigarra, banda paulista que já falamos por aqui no Portal Das Percepções, lançou seu primeiro álbum no começo de 2018. Com 12 faixas o álbum de estreia, que leva o nome da banda traz referências dos ritmos latino-americanos em sua sonoridade e ainda com participação dos músicos Samuca, de Samuca e a Selva (que também já falamos por aqui no NA-NU), e Givly Simons, da banda Figueroas... VIA
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terça-feira, 20 de novembro de 2018

Skarimbó - Emaranhado (2018)...




Download: Emaranhado (2018).zip (ou no bandcamp acima)

Skarimbó é mais que uma banda, é um emaranhado de forças unidas pelo poder da música. O grupo faz parte do cenário musical de Natal-RN desde 2014 e em 2015 lançou seu EP de estréia (DoSol) com 4 músicas. De lá pra cá foram muitas apresentações, mudança de formação e uma constante vibração de entrega, amor e resistência que ganhou as ruas da cidade com uma sonoridade instigante e letras contundentes. 2018 é o ano de lançamento de "Emaranhado", primeiro álbum do Skarimbó, que contou com a Produção Musical de Gabriel Souto. Nele, os ritmos da América Latina, do Nordeste e da África se encontram numa grande celebração entre nossa ancestralidade e as idas e vindas da existência mundana...
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