sexta-feira, 11 de janeiro de 2019
Disaster Cities - Lowa (2018)...
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Na ativa há pouco mais de um ano e meio, o Disaster Cities surpreende o ouvinte. O trio, natural de Chapecó, é formado por Matheus Andrigui (vocal e guitarra), Rafael Panegalli (baixo) e Ian Bueno (bateria) e acabou de lançar o seu primeiro disco, Lowa.A sonoridade é um stoner bem pesado, com influências que vão desde o Black Sabbath e sua turma dos anos 1970 até referências mais recentes como Kyuss, Monster Magnet e afins. Cantando naturalmente em inglês, os catarinenses conseguem soar universais e, antenados com o mundo, contemporâneos e dentro do seu próprio tempo.O principal destaque da banda vem do ótimo trabalho de guitarra de Andrigui, que entrega constantes riffs criativos. A melodia, ingrediente essencial de uma boa canção - pelo menos no meu modo de ver as coisas -, é onipresente, o que torna a pancadaria do trio ainda mais eficiente. A dupla Panegalli e Bueno segura as pontas com um ótimo trabalho na cozinha, que é densa e soa com uma solidez absurda, como deve ser... VIA
Gal Costa - A Pele do Futuro (2018)...
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O amor é o componente central de A Pele do Futuro (2018, Biscoito Fino), novo trabalho da Gal Costa. Do momento em que tem início, na nostálgica Sublime (“Insistir em nós seria um crime / O amor que a gente sente / O amor na vida da gente / Não pode ser menos do que sublime“), passando pela composição de faixas exageradamente românticas, caso de Palavras no Corpo (“Esquecer, amor / Poucos versos são precisos / Ninguém diz eu te amo“), uma confessa homenagem à Amy Winehouse, cada elemento do disco encontra na força dos sentimentos, desilusões e poemas apaixonados o principal componente criativo para dialogar com o ouvinte. Sequência ao precioso Estratosférica (2015), obra em que decidiu revisitar o som produzido no início da carreira, A Pele do Futuro, trabalho conta com produção assinada pelo experiente Pupillo (Nação Zumbi) e direção artística de Marcus Preto, avança em relação ao tempo, lembrando os registros da cantora no final dos anos 1970 e início da década de 1980. Composições que transitam entre o samba, o jazz, o rock e o pop melancólico, proposta que muito se assemelha ao material entregue em obras como Água Viva (1978), Gal Tropical (1979) e Fantasia (1981)... VIA
quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
menores atos - Lapso (2018)...
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Em 2014 a banda carioca menores atos lançou Animalia, um disco urgente, pessoal, revelador e que foi responsável por colocar o nome da banda no mapa de uma forma bastante positiva.De lá pra cá os fãs da banda não cansaram de pedir por novas canções e elas finalmente chegaram com Lapso, segundo disco que, se de um lado não mostra a mesma abordagem “na cara” de seu antecessor, lida com temas similares e se aprofunda na arte de deixar os sentimentos à mostra e dialogar com o ouvinte.Nós conversamos com Cyro Sampaio, guitarrista e vocalista da banda, sobre o passado, o presente e o futuro... VIA
Tuyo - Pra Curar (2018)...
oituyo.bandcamp.com
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De mansinho, a Tuyo é uma daquelas bandas que vão amansando você e, quando menos espera, já arrebatam. Com uma sensibilidade orgânica à flor da pele combinada com os synths, eles lançaram o cativante EP Pra Doer (2017), tocaram muito, conquistaram muita gente e conversaram com a NOIZE no primeiro semestre do ano – entrevista que você precisa reler. Hoje, eles dão mais um passo em frente, mergulham ainda mais nas experimentações eletrônicas e lançam o seu primeiro e sedimentado álbum Pra Curar. Eles já experimentam o disco em um show em Santa Maria nesta sexta; dia 10, tocam no Agulha, em Porto Alegre, e no dia 11, estendem a parada no Rio Grande do Sul tocando em Caxias do Sul.Aqui, conversamos com a banda no melhor estilo pingue-pongue sobre a nova fase. Ouça o novo disco e confira o papo logo abaixo... VIA
quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
Séculos Apaixonados - Suspenso Graças Ao Princípio da Insignificância (2018)...
É curioso como, com o passar do tempo, um artista fica cada vez mais ambicioso em suas criações. A soma de experiências e a opção de poder revisitar sua própria obra, frequentemente impulsionam um olhar mais amplo sobre as possibilidades delineadas e, às vezes, temos a impressão que isso gera trabalhos cada vez maiores. Entretanto, isso não é uma regra, mas uma dinâmica comum que pode ser desafiada por qualquer um e, no caso, quem optou por ir contra este movimento foram os cariocas da banda Séculos Apaixonados. O grupo é conhecido por seu apego nostálgico aos anos 1980 e pode até ter mostrado uma expansão notável de sua sonoridade do primeiro disco, Roupa Linda, Figura Fantasmagórica para o segundo, O Ministério da Colocação. Mas agora, com seu terceiro disco, o que era para ser maior, ficou insignificante e, ironicamente, mais interessante. O apego por nomes enigmáticos permanece firme em Suspenso Graças ao Princípio da Insignificância, cuja origem vem da liberação de um acontecimento na justiça de um dos integrantes, justamente pela insignificância do caso. Esta, como o leitor pode ter notado, é uma palavra chave neste disco, tanto na sonoridade quando na história da banda. Gabriel Guerra comentou em entrevista recente que chegou a questionar o rumo da banda em meio a tantos projetos paralelos e conflito de agendas, e isso transparece bastante durante as oito composições do novo trabalho... VIA
Ana Cañas - TODXS (2018)...
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Ana Cañas está com trabalho novo! Politizada e consciente, a paulistana, de 38 anos, considerada um dos destaques da nova MPB se prepara para lançar o CD “TODXS”, que tem como capa uma foto de uma mulher com uma cobra no meio de suas pernas dando o bote no espectador! Em uma entrevista franca e direta ao POPline, Ana Canãs falou sem rodeios de política, artes e inspirações... VIA
terça-feira, 8 de janeiro de 2019
Julia Branco - Soltar os Cavalos (2018)...
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Mesmo longe de parecer a principal música de Soltar os Cavalos (2018, Independente), estreia em carreira solo da cantora e compositora mineira Julia Branco, Eu Sou Mulher, quarta composição do disco, diz muito sobre o material entregue pela artista. São poemas musicados que refletem os diferentes espectros da alma feminina. Instantes guiados pela autodescoberta do eu lírico, versos existencialistas, incertezas e gritos de libertação pessoal que acompanham o ouvinte até a derradeira Cheia de Dobras.Mais conhecida pelo trabalho como integrante da banda mineira Todos Os Caetanos do Mundo — com quem lançou o bom Pega a Melodia e Engole (2015) —, em nova fase, Branco segue uma trilha diferente dos antigos registros autorais. Enquanto os versos detalham as experiências particulares e interpretações sobre ser mulher, musicalmente, o álbum aponta para novas direções. Recortes minimalistas que se aproximam do jazz, sutilmente corrompem a MPB tradicional e fazem da voz o principal componente da obra... VIA
Marcelo D2 - Amar é para os fortes (2018)...
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Marcelo D2 lançou, na última sexta-feira de agosto (31), o décimo álbum de estúdio da sua carreira: “AMAR é para os FORTES”. O trabalho está com exclusividade na Apple Music, tanto como só áudio, como em forma de trabalho visual. Os vídeos foram divididos em 9 capítulos, enquanto o disco leva 10 faixas.O projeto leva o espírito de álbum visual, mas ele foi também transformado em filme – de mesmo nome – e exibido em alguns cinemas brasileiros. A direção é do próprio D2, que também assina o roteiro, a produção e, obviamente, a trilha sonora. O personagem principal, Sinistro, é interpretado por Stephan Peixoto, mais conhecido como Sain, filho do rapper que fez parte de “Loadeando”, em 2003. O primeiro recorte de clipe reúne as duas faixas iniciais: “INTRO (feat. Sant & Orochi)” e “PRELÚDIO EM RIMAS CARIOCAS”. A primeira é uma rima acapella e a segunda já entra com uma batida, sussurros e a apresentação de Sinistro, Snoopy (Mulato), Peixe e Rato. No filme, a câmera leva o ponto de vista do personagem principal, como se ele a carregasse e ela fosse seus olhos, enquanto os meninos descem o morro. A composição mostra que áudio e vídeo dependem um do outro e não podem ser separados. Quando a introdução está feita, Marcelo D2 dá voz à inúmeras referências por meio de rimas que são acompanhadas de um marcante trombone... VIA
segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
Rogério Skylab - NAS PORTAS DO CU (2019)...
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“Nas portas do cu” é o segundo volume da “Trilogia do Cu” de Rogerio Skylab (o primeiro volume, “O Rei do Cu”, foi lançado em 2018). Neste novo disco de Skylab, autor de todas as faixas do álbum, além do trio presente desde o disco anterior (Thiago Martins – violão e guitarra; Alex Curi – bateria; Yves Aworet – baixo), é marcante a participação do músico e artista Lívio Tragtenberg, que. além de interferir com vários sons, fez também a pré-mixagem do disco. A masterização e a mixagem ficou por conta de Vânius Marques e a gravação do disco foi feito nos estúdios Hi-Eight e no Centro da Música Carioca Artur da Távola. A fota da capa é de autoria de Solange Venturi...
Pense – Realidade, Vida e Fé (2018)...
Download: Realidade, Vida e Fé (2018).zip (Ou vá no site)
Incessante, crucial, cirúrgico e poético, é assim que o novo disco do Pense pode ser resumido. A cada ano que passa, sempre temos um disco forte do Hardcore, quando Pense anunciou que teríamos um lançamento neste ano, não tinha dúvidas, vinha pedrada. Dito e feito!Em 2015 quando a banda mineira anunciou que entraria em hiato, foi um choque, por todos os cantos do Brasil era falado a falta que faria. Mas o silêncio nunca se propagou, Pense sempre esteve presente nas playlists e no coração do público que criou ao longo dos anos em atividade. Em dezembro de 2016, surgiu um videoclipe "Revitalizar" que começava com "... Voltei pra te dizer, tudo aquilo que sentia e que esse silêncio nos fez bem, pra voltar melhor..." e não é que foi verdade?... VIA
domingo, 6 de janeiro de 2019
Cambriana - Manaus Vidaloka (2018)...
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Uma das bandas mais instigantes de Goiânia, a Cambriana, acaba de lançar nas plataformas digitais seu novo disco, Manaus Vidaloka. O trabalho é o primeiro do grupo desde o EP Worker (2013) e do álbum de estreia, House of Tolerance (2012). Desta vez, o sexteto desbrava ritmos de África, Cuba e Jamaica para criar músicas “com mais ginga”, segundo Luis Calil, vocalista e multi-instrumentista.“Tentamos correr do indie rock reto. De certa forma, os dois primeiros álbuns (eu considero EP álbum também) nos deram a coragem e confiança pra criar uma obra numa linguagem com a qual a gente não tinha intimidade mas admirava muito, que é a música africana. Desde o começo a gente falava de fazer coisas inspiradas em afrobeat, dub, chimurenga, mas demorou pra pôr em prática”... VIA
sábado, 5 de janeiro de 2019
macintop - c i d a d e d o v í c i o け陰ン (2018)...
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macintop é um projeto do músico de laptop Mario Alencar, direto de Maceió...
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
NENE BROWN - Raízes por Outras Óticas (2018)...
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Um dos mais respeitados percussionistas do Mundo do samba, Nene Brown está em estúdio gravando um CD instrumental de 12 faixas. No time de músicos só feras como Paulinho Rafael (Produtor do Alceu Valença), Jr Tostoi ( Produtor do Lenine) na guitarra, Marlon no trambone, Rafael dos Anjos e Tuca Alves no violino, Cidão Santos e Dudu Dias no baixo, na percução Pretinho da Serrinha, Marcelinho Moreira, Armando Marçal, Bruno Gama, Sandrinho, Cidinho e Marcelo do Quinho. Ainda tem logicamente Miudinho em uma das faixas, seu parceiro de Trio Preto. Vamos aguardar, veja o nome de umas das faixas do CD instrumental de Nene Brown...
Biu Roque - Hoje a Noite é Maior (2018)...
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Foi uma espera de quase dez anos, mas enfim saiu o álbum de Biu Roque. Para quem já conhecia sua voz maravilhosa e sua habilidade rítmica, é uma chance de reencontrar sua música. E para quem não teve o privilégio de vê-lo se apresentar ao vivo, é uma oportunidade de descobrir seu talento. O mestre morreu há oito anos e este é seu primeiro e único disco solo, que permaneceu inédito desde que a gravação foi finalizada, em 2009.Com produção de Alessandra Leão, Rodrigo Caçapa e Missionário José, o álbum "A noite agora é a maior" foi lançado pela Garganta Records e conta com participações especiais de outros artistas, como Siba Veloso, Renata Rosa, Iara Rennó, Cláudio Rabeca, Luiz Paixão, Juliano Holanda e Helder Vasconcelos... VIA
quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
ARCOFLUXO - ARCOFLUXO (2018)...
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ARCOFLUXO nasceu em 2015. uma larga subida ao fundo do céu e do mar. linhas que perpassam planos. matéria que transborda som e conjura monstros abissais.~aprofundamento no crono ~ seres marítimos ~ topázio ~ um peixe primitivo ~
~ mergulhar é a própria vida ~
bella : matéria + eletrônicos
sanannda acácia : eletrônicos + fita cassete
Nelson da Rabeca e Thomas Rohrer - Tradição Improvisada (2018)...
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O encontro entre Thomas Rohrer, Seu Nelson da Rabeca e Benedita dos Santos se deu, antes de qualquer coisa, pelas rabecas produzidas por Nelson dos Santos. O instrumento, de timbre tão peculiar, permitiu que as sensibilidades musicais dos músicos de Alagoas e da Suíça começassem uma conversa. A música chegou tarde para Nelson. Embora possua memória extensa do repertório da música popular executada no Alagoas, o instrumentista, compositor e luthier, voltou-se para as artes depois de décadas de trabalho penoso no corte de cana. Depois de se impressionar com o som do violino, pela televisão, ele decidiu reproduzir um instrumento de cordas, a ser tocado com arco... VIA
quarta-feira, 2 de janeiro de 2019
b-Alúria - caos com nome (2018)...
Download: caos com nome (2018).zip (Se der erro, clique em ouça)
O caos pode não se dar pela forma como a gente imagina o caos. Sem ruídos e sem uma ruptura, o caos pode simplesmente se emaranhar por entre aquilo que precisamos como acertado, estipulado e construído com forma e lógica. E de repente lá está ele, se endireitando e se agigantando.Não, o caos não é nem apresenta uma forma – e nem poderia, seria a sua própria negação – mas ele tampouco é uma entidade ou uma essência não identificável, porque o que o caracteriza é a contrariedade. A bagunça, a não-compreensão, a falta de comunicação, a violência, o ódio, o ruído, tudo pode ser caos e pode ser forma, basta ser contrário ao que desejamos como lógica. Eis o mecanismo da sua suficiência: por não se identificar, não se prepara pro que ele por ventura possa causar. Por outra, o caos também é oportunidade de reconstrução, de recomeço, de re-aceitação.Gabriela Nobre, a b-Alúria, chega a “Caos Com Nome”, seu trabalho pós “[vers]” (leia e ouça aqui) reforçando esse sentido de não-ruptura... VIA
Oruara - Ascendente (2018)...
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Ele me apresentou o Led Zeppelin, abriu os meus caminhos e quando eu não dava certo em emprego nenhum, me levou pra trabalhar com ele naquela sala que ele chamava de oficina e consertava todas aquelas malas, mochilas, cases e afins no centro do Rio. Mesmo eu não me dedicando ao mesmo oficio que o dele eu estava ali, ao seu lado, fazendo entregas de serviços, olhando a oficina quando ele saia, colocando uns rebites e ilhoses. Quando ele não precisava de mim eu me afundava em sebos abandonados atrás de revistas, livros e discos que custassem o mais barato possível. Foi nessa época que ele me apresentou o centro, eu nunca mais fui a mesma pessoa quando tomei gosto por todas aquelas ruas e perdi o medo de andar em qualquer horário.O Escritório fica a alguns passos da oficina dele, quando tive a ideia ele deu moral, apoiou e me ajudou em tudo, desde um vazamento no vaso até ir comprar cerveja pra evento de carro (coisa que fazíamos muito). Quando fizemos o primeiro evento na rua, estava chuviscando e ele foi até a oficina e voltou com uma lona pra cobrir pelo menos os instrumentos caso aumentasse a chuva (que aumentou)"Ascendente" presta uma singela e honesta homenagem a meu pai e simboliza a saudade em algumas letras e todo o momento que o disco se perde e se encontra. O disco foi composto e gravado de maneira espiritual, com ajuda do tempo e guiado por pessoas iluminadas, Bigú Medine, João Casaes, Phill Fernandes, Laura Lavieri, Cacá Amaral, Leandro Archela e Iládio Davesse...
Por Lê Almeida.
terça-feira, 1 de janeiro de 2019
Mamamute - Cinza Concreto (2018)...
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O Mamamute estreia muito bem em “Cinza Concreto”, confere aí e ouve que vale à pena.O álbum é cheio de riffs e começa justamente assim em Me Deixa já mostrando o tom energético que vamos acompanhar ao longo das oito músicas. Tempo Água lembra bastante o o tipo de rock mais pesado surgido nos anos 70.Pele Nua, como o nome sugere, é sexy e visceral (e pra mim, a melhor). A faixa, terceira de “Cinza Concreto” conta com o trompete Sidmar Vieira trazendo um climax dos melhores e um solo de guitarra de Ronaldo Aguiar que faz a música explodir, se é que me entendem.“Cinza Concreto” ainda passa pela pesada Ninguém Quer Saber e fecha com a instrumental e cheia de palmas Transições. A Mamamute faz de fato uma bela estreia, com muitas nuances e detalhes em cima do peso de um rock and roll que vale a audição... VIA
Michel Temer Trio - Michel Temer Trio (2019)...
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Michel Temer Trio é formado por Michel Temer na bateria, vocais e synths, Felipe Zenícola no baixo e Marcos Campello nas guitarras. A galera já tá com saudades do golpista favorito.
Feliz ano novo galere! Respirem bem fundo...
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