segunda-feira, 12 de março de 2018

El Efecto - Como Qualquer Outra Coisa (2004)




"Cinco caras instigados, malemolência sintática coerente e ritmos, vozes e instrumentos diferentes musicando tudo em harmonia. Você ouve agora El Efecto. Em 2002, deram o primeiro acorde. Afinados, música, pessoal e ideológicas-mentes, começaram a compor a banda: Bruno Danton (guitarra, cavaquinho, trompete e voz), Tomás Rosati (voz, percussão e clarinete) e Eduardo Baker (baixo). Depois de algumas mudanças na formação, Pablo Barroso (guitarra e voz) e Gustavo Loureiro (bateria) também compõem a banda – que nasceu e cresceu no Rio de Janeiro e vem ganhando espaço no cenário alternativo nacional. Mas quem são eles? El Efecto é plural, um remelexo no lixão da história mundial, são riffs, é flauta, é frevo, violino, sertão, cotidiano, cajón, cavaquinho, um batidão, tango argentino, subversão, cúmbia, catarse, religião, interrogação, transgressão, trompete, trapézio, blues, televisão, miséria, mazelas, pedras, sonhos, ciclos, o caçador e a caça, diversão de graça,fim de tarde na praça, domingo no circo, debate, abate, minoria, poesia, utopia, movimento anti-paralisia, as pessoas e suas (des)humanidades. Tudo junto e harmonizado, sem perder a coerência jamais. As letras cantam política, questões e patologias sociais, as cirandas sem fim, ou chamam à simplicidade e à beleza do silêncio. Com a elasticidade semântica que a língua permite, mesmo se repetem o que já foi dito, fazem jogos de palavras elaborados e reinventam trocadilhos e ditos populares. Questionam preceitos, o piloto automático nosso de cada dia, nossa tela, nossa cela, nossa solidão. Sussurram em surround. Vozes e vocais expressam-se em protesto contra a máquina e a maquinização. Falam do que não (se) fala. Gritam como quem não acha nada natural a ordem das coisas. Compartilham como podem. No site www.elefecto.com.br, todas as gravações da banda estão disponíveis gratuitamente para áudio e download. Nos palcos, nada de figurinos ou cenários elaborados. A mensagem é o meio. Liberdade de composição, um dos princípios. O movimento é o fim. Nas ruas, com ideias na cabeça e stencil à mão, fazem convites sutis a (re)parar, (re)pensar e (re)agir. Como Qualquer Outra Coisa, o primeiro álbum, nasceu em 2004, seguido de Cidade das Almas Adormecidas em 2008. O tempo passou e eles não estagnaram; em 2010 germinou o EP Novas Músicas Velhas Angústias. Mais maduros, com dez anos completos e consolidados, novos frutos: prelúdio à consagração da Primavera, brotam Pedras e Sonhos em setembro de 2012".
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sábado, 10 de março de 2018

Abril Belga - 99 (2018)...



Download: 99 (2018).zip

Abril Belga é o projeto solo do carioca Gabriel Franco, que já participou de bandas (Amsteradio, Cachorro Neon) desde o início da década. Neste trabalho, ele toca todos os instrumentos e faz o processo de gravação do início ao fim, caminho que tem sido cada vez mais comum - e mais fácil - para músicos independentes em todo o mundo. No disco “99”, Abril Belga transita por alguns gêneros dentro do Indie, seja Lo-fi, Pop, Psicodélico, ou brasileiro, enquanto algumas canções mais calmas têm violão e leves arranjos de cordas ou sopros. O disco trata, em músicas chave, de lembranças da infância, passada no final dos anos 90 e início dos 2000, ao passo que entra em temas pessoais nas outras faixas. Sonoramente, 99 tem canções longas, reverência a mestres do passado, como The Who ou Beach Boys, ou curtas (de duração normal) e calmas, aos moldes de Leonard Cohen, com violão. Sem se esquecer de algumas produções mais modernas, mas também revivalistas, como Car Seat Headrest ou Courtney Barnett...
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sexta-feira, 9 de março de 2018

Suicide Shower - Suicide Shower (2018)




Suicide Shower é Jonathan M.Rissi (guitarra, vox e piano) e Leonardo D. Destro (bateria, celo e baixo).
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Vacilant - Só me faça esquecer das coisas (2018)...





Há, desde a origem do que chamamos de mundo, a tentativa do homem de não se fazer esquecer, o medo inerente do desaparecimento. A memória como refúgio, o desejo de fazer de perpetuar as sensações, o sentido, a procura do que escapa. “Só me faça esquecer das coisas” se encontra no entre a tentativa de permanência através da memória e da pulsação do desejo de esquecer. O álbum, segundo trabalho do projeto Vacilant, contém as participações de Clau Aniz, cantora e compositora, com os clarinetes nas faixas ‘Autonomia do humor’, ‘Movimento e calor’ e ‘Escancara’ e de Júnior Quintela, músico percussionista, que adiciona com os seus atabaques, nas faixas ‘Caatinga Nights’, ‘Tudo tranquilo’ e ‘Cage’. Os timbres eletrônicos se misturam com sons orgânicos que perduram a investigação dos ambientes, proposta do primeiro álbum. As faixas foram criadas, produzidas, mixadas e masterizadas no quarto do artista Yuri Costa, e segue, em consonância, a proposta lo-fi do EP que precede “Só me faça esquecer das coisas”. Vacilant é sobre procurar um eixo, em continua oscilação de firmar-se em um chão que não é, e nunca será, firme. O álbum explora a rítmica de forma para que esse ser titubeante e vacilante seja desvendado e...
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terça-feira, 6 de março de 2018

El Efecto - Memórias do Fogo (2018)...





A descoberta do fogo provocou uma revolução na história da civilização. E é com o lançamento de “Memórias do Fogo” que a El Efecto também busca uma transformação. Em meio a uma época caótica de desinformação e inércia, a veia política da banda carioca pulsa forte. O disco é uma coletânea de ritmos, indo do samba ao metal, evocando a potência cultural da música brasileira. Cada canção pretende tornar-se uma chama, resgatando memórias para iluminar possíveis caminhos. O álbum, produzido por Patrick Laplan, Tomás Alem e a banda, e masterizado por Robert Carranza (Criolo, The Mars Volta, Ozomatli), é um lançamento Sagitta Records e já se encontra disponível para audição nas principais plataformas de streaming e para download gratuito no site da banda...
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Daniel Dante - Garbage Noise Fuck (2018)





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segunda-feira, 5 de março de 2018

Teofilo Lima - TEÓFILO (2018)...





“Um parnaibano de Magalhães de Almeida, Parnaíba e Teresina”, é assim que o músico Teófilo Lima se define! Nascido em Parnaíba, passou a maior parte da infância em Magalhães de Almeida, (cidadezinha maranhense, dos pais). Cresceu em Parnaíba e ainda muito jovem descobriu-se artista e criou a banda Rabiscos Urbanos nos anos 1990. Depois saiu em carreira solo, rumando para Teresina, capital do seu amado estado do Piauí. No início dos anos 2000, lançou seu primeiro trabalho profissional solo Com Fusão (2001), que foi muito bem recebido pelo público piauiense, repetindo boa aceitação com o seu sucessor Matulão (2005).Alçando voos maiores, passou um tempo morando no Rio de Janeiro e São Paulo, aperfeiçoando ainda mais sua composição escrita e musical, imergindo em novas influências e experiências. Para além da música, apresentou na rádio e na TV a Cultura do Piauí, “Piauizando” os conterrâneos, bandeira que sempre defendeu. Como animal politico que é, sempre se envolveu socialmente com o povo dos lugares por onde passou.TEÓFILO fala disso tudo ao longo dos seus quase quarenta minutos e dez canções. Existem histórias de seres errantes que se redimem e dão a volta por cima, como em “Estações e “Homem Só”, tem romances como “Armadura”, “Em Riba do Morro” e “Empalidecer”, crítica social como em “Globalidanão” e saudades de onde passou como em “Nós e o Jaraguá” e “Morro”, poesia escrita por Arimatan Martins e musicada pelo artista. E, principalmente amor por Parnaíba (cidade e rio), Magalhães de Almeida e Teresina, como “Amigo Monge” e “Redondo & Enquadrado”... VIA
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Melvin & os Inoxidáveis - Melvin & os Inoxidáveis (2018)



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domingo, 4 de março de 2018

Desgraça - Madrugada (2018)..




"Madrugada" é um disco conceitual de dance music da banda Desgraça. Como em seu primeiro disco, "Ladrão", o power trio usa a música como plataforma para contar histórias sobre o submundo brasileiro, dessa vez sobre a vida noturna de homens e mulheres em bares, boates e raves. Da meia-noite, com o funk do carro tunado de um playboy suburbano, até o amanhecer, com o uk bass do drogado ou drogada na rave que sonha em fugir do seu lugar, os rapazes da Desgraça apresentam um disco tenso e dançante que abre os horizontes da banda e conta histórias pesadas, sexuais, felizes, tristes e viscerais sobre a noite brasileira e sobre cada um de nós que já sentiu alguma coisa durante a madrugada...
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sexta-feira, 2 de março de 2018

Callado - Hopeful (2018)...




É indiscutível que o álbum independente “Hopeful” é o estado de mudança do cantor e compositor alagoano Eduardo Callado. Cheio de esperança, o veterano artista é muito consciente no que faz e revela em seu novo trabalho a aceitação da sua madureza interior e artística, revelando-se um autêntico romântico em rebuscadas canções popsters. Na belíssima música de abertura “Nothing, nothing, is gonna tear us apart”, quando diz nos primeiros versos “keep yourself alive and walking with me // try to keep me close to your heart”, declara-se numa legitima e particular ode ao bem querer; uma sútil manifestação de amor a existência que poucos sabem fazer. Callado é um experiente compositor indie forjado na sonoridade do pós-punk inglês anos 80, sua referência mais marcante na sua trajetória musical ficou destacada em seu combo rock noventista com o Stonegarden. Mas hoje, atingindo a maturidade em todos os aspectos, se auto-descobre realizando sua celebração com elegância e rebuscamento. Deixando claro, sem a chatice e arrogância que os termos podem impor, mas com a sensibilidade que todo artista deve possuir...
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dinopaper - CGCGCE (2018)



Download: CGCGCE.zip
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quinta-feira, 1 de março de 2018

Arthuri - Coelho Branco Vol 2 (2017)...




Aqui está uma viagem para você com um toque de ruído sem sentido e com esforços concertados para entrar nessa bolha, entendendo que há um espaço valioso para entrar nesse caminho, e agora o sonho atingiu metade dos meus botões de algum prazer por qualquer motivo. Se eu chamar sua atenção, verifique isso. Caso contrário, provavelmente não seja a sua xícara de chá agora. De qualquer forma, vamos nos conectar com as músicas que vivem por aqui. Aqui vamos nós. *O Coelho Branco Vol 2 foi gravado entre Abril/Setembro/2017. São 13 faixas mais um Bônus. Seja como for e como quiser, está tudo aí, espero que goste...
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Cansei de Rigby - 1417 (2018)



Download: 1417.zip

"1417 é o primeiro EP da Cansei de Rigby, com 4 músicas dentre essas idades, falando sobre ""armas"" na mão, mentir pros pais, dar uns *beijos*, ficar meio triste, (não) aguentar, ficar meio /de boa/ e sobre ainda ligar para o que dizem. É a primeira produção caseira de um projeto extremamente pessoal e, por isso, difícil de lidar. Rigby significa literalmente "fazenda sulcata" o que remete a um território com cerquinhas e, de certo modo, "rígido; rugoso". Primeiramente, a ideia realmente veio de Eleanor Rigby dos Beatles - e por isso que faz todo o sentido! nessa época jovem era tudo que escutava. Assim, tive um tempo para superar essas influências de rock clássico internacional como a melhor coisa do mundo... coisa que sempre ouvia pela família e afins, assim como outras escutas de espaços nada flexíveis. E eu cansei disso, ainda tendo bastante de mim. Cansei de pensar em outros nomes, cansei de ficar tanto tempo nessas músicas mas, com esse jeitinho, tudo fez sentido e valeu a pena. Não seria a mesma coisa se eu tivesse concluído um primeiro trabalho um ano atrás ou se essas músicas tivessem passado por bandas que tinha na época - e ainda bem que elas nunca foram valorizadas nesse contextos problemáticos que vivi. Afinal, é sobre adolescência. Mas o que me deixa bem é ver que é só um começo e eu não tô só".
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