quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

Kassin e Vovô Bebê - Kassin & Vovô Bebê (2021)...




 Dois dos nomes mais inventivos e malucos da cena carioca estão juntos em um homônimo registro colaborativo. De um lado, o cantor, compositor e produtor Kassin (Los Hermanos, Clarisse Falcão), no outro, o músico Vovô Bebê (Ana Frango Elétrico). Juntos, os dois artistas se revezam na formação das quatro faixas que abastecem o trabalho. São canções concebidas a partir da sobreposição de guitarras, vozes e efeitos sempre desconcertantes, conceito que se reflete com naturalidade até a música de encerramento, Tropeço... Continue Lendo no Música Instantânea

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Ailton - ElementoJ (2021)...





 Após trinta anos integrando a banda de rock Última Tribo, Ailton lança em novembro de 2021 seu primeiro álbum solo. Lançado em 03 de novembro, o EP "elementoj" conta com cinco faixas. O single "fajro" lançado em setembro também foi incluído no álbum. Inteiramente feito em casa e sozinho, inclusive os videoclipes, "elementoj" é um álbum instrumental com sonoridades vindas do extremo oriente mescladas com as harmonias ocidentais, tudo transpassando uma aura de tranquilidade que o equilíbrio dos elementos pode proporcionar... Leia mais no Whiplash

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terça-feira, 30 de novembro de 2021

Hominis Canidae #138 - Novembro (2021)...



Playlist de Destaques do Mês atualizada com sons de Novembro: Spotify | Deezer


É isso, acabou o ano! Entramos na era de Sagitário, o signo mais legal do zodíaco ou não, mas o décimo primeiro mês do ano acabou. Fechando Novembro, chegamos com a nossa #coleta138, com 17 faixas de diversos estilos e estados do Brasil (confira o setlist). A faixa inédita que abre os trabalhos da mix, é o novíssimo single do beatmaker gringoparaibano Riegulate, novo lançamento do nosso selo. "NOW" fala sobre as várias definições do AGORA, seja na construção do som ou na efemeridade da música nos streams, onde a faixa entrou hoje. Somos suspeitos, mas o som tá massa, sacai no bandcamp do selo:


A arte de capa é fruto da mente dx artista piauiense Frida Abraão, que explicou a ideia pro trabalho: "A ideia geral era passar uma sensação de solitude, de silêncio, em contraste com a proposta de ser capa de uma coleta musical. Ouvir música, pesquisar, conhecer novos sons é uma jornada solitária e, pra quem vê de fora, pode parecer uma jornada muito individual". Vocês concordam que é uma jornada solitária? Eu acho que na maioria das vezes é sim. Vale dizer que Frida também faz música e vale sacar os sons nos streams!

Essa mixtape não deve ser comercializada, apenas disseminada o máximo possível na internet! Se quiserem criar playlists nos streamings/ youtube da vida, caso estejam todas a faixas, manda pra gente que a gente dissemina! A coleta serve como um resumo do que rolou no blog esse mês e também é mais uma maneira de conhecer e sacar os novos sons feitos no Brasil, nesse momento tão complexo de nossa existência. 

Ouça música brasileira, apoie os artistas que você gosta como puder e dissemine!
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segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Vários Artistas - Some Underground Sounds From Brazil, Vol. 3 (2021)...





Projeto do selo carioca Paranoia Musique – que também é uma festa underground -, a serie Underground Sounds from Brazil chega em sua terceira edição (outras duas foram lançadas em 2018 e 2019, respectivamente) trazendo bandas da vasta e subestimada cena alternativa/underground nacional, especificamente aquelas ligadas a gêneros que bebem nas fontes oitentistas: Darkwave, Pós-Punk, Gothic-Rock e Synth-Pop, acrescentaria também o Lo-Fi e Psicodelia. No release de divulgação, assim o selo apresenta sua compilação: “Os artistas encontrados nessa coletânea se aventuram entre os beats e baixos sintetizados da música synth e coldwave, somando-se linhas de baixo marcantes da era de ouro do post-punk global e as guitarras fantasmagóricas do rock gótico. Texturas obscuras de teclados e guitarras distorcidas unem-se aos vocais que narram o cotidiano da vida em grandes metrópoles e a dificuldade nas relações modernas”... Continue Lendo no Urge!

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Mc Carol - Borogodó (2021)...




 Na capa de Borogodó, seu segundo álbum de estúdio, MC Carol toma o posto da Vênus do pintor italiano Botticelli e se ergue como a deusa negra do amor, da sexualidade e da afrodisia. Mas enquanto no quadro renascentista os anjos castos cerceiam a divindade romana, tentando ocultar-lhe o corpo e reprimir sua sexualidade, na releitura de Carol ela aparece com um sorriso malicioso de canto de boca e rodeada por homens negros chavosos (cabelo na régua, nike de molas no pé e lupa espelhada julliet) que se ajoelham aos seus pés, desdobrando-se para realizar seus desejos — um deles até lhe estende um Toddynho, que a MC de 27 anos revelou ser sua bebida favorita. Assinada pela Teto Lab, a capa é uma pista provocadora da potência subversiva que o Funk vem produzindo através do usos criativos do erótico em suas letras — sobretudo pelas MCs mulheres negras, e em especial por MC Carol e sua singular poética da putaria, uma mistura afiada de marra bandida (como em “Jorgin Me Empresta a 12”), senso de humor absurdo (“Bateu Uma Onda Forte”) e doses agudas de discursos feministas das periferias ( “Vou Largar de Barriga” e “Me Espancou”)... Continue Lendo no Monkeybuzz

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domingo, 28 de novembro de 2021

G.R.E.P. Unidos do Faça Você Mesmo - Death Samba (2021)...



Download: Death Samba (2021).zip (ou vá no bandcamp acima)

Você pode chamar de sambadélico, fundo de quintal lo-fi ou simplesmente de música experimental de bamba, o fato é que o Grêmio Recreativo Escola de Punk Unidos do Faça Você Mesmo, chegou para (tentar) causar. O grupo é formado por André Marques (voz e tamborim), Araki Yasusada (Pandeiro e Guacharaca), Izumi Todo (Surdo e Voz), Jane Doe (Piano elétrico e Coro), Luther Blissett (Pedais e efeitos), Rob Kidd (Cavaquinho e coro), Satoshi Nakamoto (Caixa e Apito), Timóteo Pinto (Bateria eletrônica e Agogô), Victor Appleton (Percussão e parede rítmica)  e Wu Ming (Percussão e parede rítmica). Diretamente do Bairro de Vasconcelos, bairro esquecido do Subúrbio carioca (mas que existe), chega o primeiro trabalho do grupo, inspirados em Mauricio Negão, Robô Gigante, Satanique Samba Trio e Bloco Vomit, este é o Death Samba...

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sábado, 27 de novembro de 2021

Guinebissau - Talvez pode ser quem sabe (2021)...



Download: Talvez pode ser quem sabe (2021).zip (Ou vá no bandcamp acima)

O duo paranaense Guinebissau, formado por Thiago Franzim e Douglas Labigalini, dois músicos das bandas Red Mess e Aminoacido, entre outras tantas, mistura do stoner ao jazz e do punk ao country nas cinco músicas do EP de estreia, “Talvez pode ser quem sabe”. O registro está disponível nas plataformas de streaming via Abraxas Records... Continue Lendo no Overrrocks

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sexta-feira, 26 de novembro de 2021

George Christian - La Grotte (2021)...





"Um Filme Polissemântico'', assim disse o crítico de um amigo artista, porque contém muitas camadas de consciência, de presença, de expressão, de significado, de luz. Novo primitivismo é o que George diz. Espero que você se encante e divertido, como nós. Eu gostaria que você pudesse ver o filme nestas imagens, sentir as emoções que eu sinto. Vamos conversar depois da visão - Antonella Porcelluzzi, diretora de La Grotte. O compositor multiinstrumentista George Christian (BA, 1981), natural de Salvador, tem se pautado entre as experimentações improvisativas e a música de concerto. Ele vem desenvolvendo um trabalho musical desde 2008, voltado especialmente para o violão e a guitarra instrumental, com uma discografia numerosa de álbuns virtuais. Bacharel em Composição pela UFBA desde 2020, atualmente trabalha com trilhas sonoras.

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Mariá Portugal - Erosão (2021)...





 Em Erosão (2021, Risco / Fun In The Church), primeiro em carreira solo da baterista, cantora, compositora e produtora Mariá Portugal, música é matéria em decomposição. Partindo de um lento processo criativo que teve início há dois anos, quando se reuniu em estúdio com diferentes nomes da cena paulistana, como Maria Beraldo, Joana Queiroz e Chicão, também parceiros de banda na Quartabê, Portugal decidiu se concentrar no uso de improvisos com instrumentos acústicos, fazendo dessa sobreposição de elementos o estímulo para um material que seria minuciosamente filtrado, formatado e completo pelo uso de vocais, acréscimos e efeitos durante um período de residência artística na região de Moers, na Alemanha. E isso fica bastante evidente logo nos primeiros minutos da obra, na introdutória Cheio/Vazio. São pouco mais de quatro minutos em que Portugal apresenta parte das regras, possibilidades e conceitos que serão incorporados e derrubados ao longo do álbum. Oscilações eletroacústicas e vozes que encolhem e crescem a todo momento, sempre de maneira imprevisível, como uma manifestação instrumental e lírica do caminho indicado no próprio título da canção. Instantes em que a artista, acompanhada pelo cantor Tó Brandileone (5 a Seco), utiliza justamente da incerteza como único elemento de garantia do registro... Continue Lendo no Música Instantânea

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quinta-feira, 25 de novembro de 2021

FBC & Vhoor - Baile (2021)...



Download: Baile (2021).rar

“Se a semana foi mal, se o dia foi ruim, esquece tudo e vem assim na pista do baile”: o refrão de “Quando o DJ Toca”, cantado por FBC com participação da cantora Uana, evoca o baile funk como uma válvula de escape da tensão social. Ao longo de suas 10 faixas, BAILE, o novo álbum da parceria entre o rapper mineiro e o beatmaker VHOOR aprofunda esse olhar e vai compondo um retrato colorido e multifacetado do baile funk como uma complexa organização social, sônica e histórica de resistência — e diversão, sobretudo — do povo negro e das quebradas do Brasil. A partir de uma caprichosa reelaboração das sonoridades oitentistas do Miami Bass, a dupla apresenta um mosaico de personagens, histórias e alegorias que acendem um vasto leque de tópicos, da solteirice à covardia da violência policial. BAILE é um álbum com um arco narrativo definido, como sugere o subtítulo “Uma ópera em Miami”. Acompanhamos o personagem do disco indo ao baile para curtir, mandar o passinho, apaixonar-se e ser trocado por outro, até o trágico desfecho quando o seu bairro é invadido por milicianos. Nesse percurso, as emoções fazem bruscamente dos lamentos de uma separação precoce (“não era amor, eram as suas projeções em mim”, canta suavemente Mariana Cavanellas no refrão de “Não Dá pra Explicar”) aos gritos de revolta e desamparo contra a violência (“a polícia covarde atirou na minha filha”, exclama FBC em “Polícia Covarde”)... Continue Lendo no MonkeyBuzz

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Ana Clara, Meio Amargo - Ruído Branco (2021)...




Com a união de Ana Clara e Meio Amargo (PA) surge "Ruído Branco", trabalho em colaboração entre a cantora e compositora e o músico e compositor Lucas Padilha. Com trajetórias e referências musicais semelhantes, que passam especialmente pelo indie, eles transitam no universo da canção e vêm realizando parcerias desde 2015. A partir daí, pelas afinidades, veio a vontade de lançar um álbum conjunto, que chega agora. ?Ruído Branco? reúne doze composições dos últimos seis anos, algumas interpretadas em duo, outras com a banda que conta com Eduardo Feijó, Rodrigo Sardo, Manuel Malvar, Deni Melo e Caio Feijó...

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quarta-feira, 24 de novembro de 2021

Káfila – Necropolítica (2021)...





O povo brasileiro passa pela fase mais negativa de sua existência se sujeitando ao pior governo de sua história. E isso é um exemplo claro da malignidade que o conceito da “necropolítica” vem sendo aplicado em nosso país. Para agravar a situação fomos acometidos por uma epidemia de caráter mundial, limitando no mínimo com isso as ações de protesto. Nessas circunstâncias, no meio musical, o punk rock sempre foi o bastião da sociedade oprimida com sua posição política bem definida. É um fato. Mesmo sem poder contrapor, ir às ruas para protestar, organizar eventos; sobrou o verbo como arma mais contundente e isso pouquíssimos, até então, o souberam fazer com propriedade e qualidade. “Necropolítica”, o título do recente EP do veterano trio punk/hardcore piauiense Káfila, me impressionou bastante. A banda tem história para contar e referências de sobra – como indicador respeitável tá inclusa no rol dos bons sons punk/hardcore como Cólera, R.D.P., Pastel de Miolos, Karne Krua, Rotten Flies, etc. O discurso em forma de protesto contundente das faixas “O Palhaço”, com boas guitarras e o refrão grudento “O palhaço te enganou, otário!”, “Permanecer ou Não” e “Familicia” vão direto ao assunto apontando o dedo contra o fascismo miliciano assentado no Planalto; como todos nós gostaríamos de dizer e não tivemos capacidade... Continue Lendo no Noiseland

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Céu - Um Gosto de Sol (2021)...




Há duas formas de avaliar o primeiro álbum de Céu como intérprete de músicas alheias, Um gosto de sol, lançado nesta sexta-feira, com dois interlúdios entre 14 faixas alinhadas com unidade estética. Injusta, a primeira é buscar o confronto das 12 interpretações da cantora com os registros originais ou mais emblemáticos das músicas abordadas pela artista paulistana com produção musical orquestrada pelo baterista Pupillo Oliveira com os músicos Andreas Kisser (no violão de sete cordas, e não na guitarra que lhe fama mundial no grupo Sepultura), Hervé Salters (teclados), Lucas Martins (baixo) e Jota Moraes (vibrafone). Mais sensata, a segunda forma é perceber o álbum Um gosto de sol como um inventário afetivo de Céu, uma playlist particular – ora tornada pública – dessa artista que, através da obra autoral como compositora, soube delinear assinatura pessoal na música brasileira do século XXI... Continue Lendo no G1

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terça-feira, 23 de novembro de 2021

D'Agua Negra - Erógena (2021)...




O trio amazonense D'Água Negra apresenta o EP de estreia "Erógena'' em parceria com o selo Amplifica Records. Uma obra jazzy, soul, indie, com notas psicodélicas, ou melhor, “psicotrópicas”. Profunda, com sonoridade sofisticada e letras provocantes, D'Água Negra e Erógena têm a mesma essência: as águas escuras que destinguem um dos maiores rios do mundo, o Rio Negro. Foi a partir desse ecossistema que nasceu a inspiração para conceber, durante os meses de pandemia, as 4 faixas - dentre elas, a já divulgada Acopalices, sobre o apocalipse que Manaus viveu durante o auge do surto de Coronavírus - os 2 interludes e o manifesto. Agora sob novo formato, o trio composto por Clariana Brandão Arruda, Bruno Barrozo Belchior e Melka, última a se juntar ao então duo, respondem, conjuntamente, pela assinatura de todas as composições do EP que refletem muito da génese da banda, profundamente vinculada ao rio que, não por acaso, foi escolhido para nomear o grupo. “D’Agua Negra é uma maneira de nos localizar, nos situar como um projeto nortista, do Amazonas e de Manaus, portanto, nada mais simbolico do que o Rio Negro para representar essa ideia de onde somos, daquilo que somos e do que expressamos em nosso trabalho”,  contou Clariana...

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Mmoneis - Nada Será Como Antes (2021)...




Durante um dos períodos mais complexos vividos pela humanidade nas últimas décadas, e em meio a um milhão de questões e problemáticas sociais e pessoais que vieram à tona sem pedir licença, MMONEIS tirou um tempo para organizar as ideias. Mesmo com todo o caos em volta, ele conseguiu transformar suas reflexões nos versos que compõem as 10 músicas do seu terceiro álbum, “Nada Será Como Antes”, que está disponível nas plataformas digitais. O ponto de partida foi uma série de músicas que tinham uma certa conexão entre si, e também com as diferentes tragédias enfrentadas pela sociedade brasileira atualmente, mas estavam guardadas para virem à tona no momento certo (agora). A elas, o MC juntou outras escritas mais recentes, incluindo a que intitula o disco, tendo em algumas delas influência de grandes clássicos do rap brasileiro e a participação da Elaine Aloha, Bonsai, Crial e DJ Éffi. “Nada será como antes não é um prelúdio ao fim, tão menos carrega um olhar pessimista do futuro, É sobre mudança, sobre estar atento aos sinais que a vida nos apresenta, porque tudo muda muito rápido”, diz ele...

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segunda-feira, 22 de novembro de 2021

silvrfruit - Nectar Haze (2021)...




silvrfruit é uma dupla da região metropolitana de Porto Alegre, RS, traz um som produzido por mulheres com influências de R&B contemporâneo. A produção do duo busca expressar a dualidade feminina, através da composição de elementos sintéticos, no instrumental e orgânicos, no vocal. A dupla silvrfruit, formada em 2020, após lançar sua primeira música, moan, em janeiro de 2021 na coletânea Deusa Vol. 1, da Deusa Coletiva, lança em Novembro de 2021 o EP Nectar Haze, composto por 4 faixas...

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Pseudo - Pseudo (2021)...




 Leo, Joca, Martin, Rocha e Rodrigo são os integrantes da Pseudo, banda paulista criada em 2017, durante a fase do ensino médio dos participantes. Hoje, quatro anos depois, mais maduros e com mais experiências dentro da cena independente, eles apresentam o álbum Pseudo, trabalho de estreia do grupo e disponível nas principais plataformas digitais. Com as temáticas do período da adolescência e da transição para o final dela, a Pseudo chega com honestidade, um tipo de desabafo roqueiro e debochado, que também abraça o pop e a MPB em doses criativas de produção musical. A banda surgiu quando os cinco integrantes decidiram se apresentar em um festival da escola, mas em pouco tempo a relação entre os membros se tornou muito mais forte e seus objetivos muito maiores. Sobre esse inicio, eles afirmam "Ao mesmo tempo que não éramos todos amigos do peito no primeiro ensaio, todos tinham muitos amigos em comum”, explicam os membros, que asseguram: desde então a relação de amizade e parceria entre eles só se fortificou. Ao longo do repertório da Pseudo é possível perceber diferentes momentos da vida dos rapazes, uma vez que as músicas foram compostas durante o colegial, um período de muitas mudanças e crescimento na vida de cada um da banda...

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domingo, 21 de novembro de 2021

Felipe Nizuma - velhas datas (2021)...



Download: velhas datas (2021).zip (Ou vá no bandcamp acima)

"velhas datas" é o 6ª EP do guitarrista felipe nizuma (@fnizuma). Dessa vez acompanhado de thiago babalu na bateria e gravado no estúdio móvel do mesmo, o EP mantém o punk/post-punk dos EPs anteriores - mais crus e gravados em lo-fi -, mas incorporando a psicodelia dos anos 60 e 80...

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sábado, 20 de novembro de 2021

Nosso Querido Figueiredo - Evereste (2021)...



Download: Evereste (2021).zip (ou vá no bandcamp acima)

“Evereste” é o disco que o Nosso Querido Figueiredo lança, mais uma vez de maneira independente. Junto com os detalhes do disco, Matheus Borges, a mente por trás do nome, oferece “Ruído Branco”, que encerra a obra, apresentada com um vídeo-letra, como a faixa anterior, “Buraco Negro”. “Dia X” também já conhecida. “Devo dizer, é uma das minhas preferidas dessa nova safra”, ele afirma em comunicado oficial. “Uma ode ao silêncio, uma exaltação do tédio, louvores ao espaço privado quando tudo lá fora segue um pavor”. Sobre o álbum, eles declara que são “dez canções escritas durante a pandemia. Eu poderia parar por aí e não estaria mentindo. ‘Evereste’ é isso, mas também não apenas isso. Formalmente, representa um esforço consciente de afastar a influência da música rock. O que busquei aqui, está bem evidente, é passear por um repertório de possíveis eletronismos lo-fi – algo que vai do synthpop ao bedroom pop e qualquer outra denominação que flutue no entorno”... Continue Lendo No Flogase

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sexta-feira, 19 de novembro de 2021

Giovanna Moraes - Manchaca, Vol. 3 (A Complication Of Boogarins Non Authorized Stems, Design, And Aesthetic From São Paulo, Sp) (2021)....




 A sequência de lançamentos quinzenais da cantora, compositora e musicista paulista Giovanna Moraes segue a toada de criativas experimentações desta vez a partir de uma releitura pessoal da música “Are You Crazy, Julian?”, faixa instrumental da banda roqueira Boogarins, de Goiânia (GO). Em Setembro de 2020, os rapazes da Boogarins fizeram uma chamada aberta com o desafio para que fãs e outros artistas criassem o vocal desta música, integrante do disco Manchaca, Vol.1, lançado na mesma época. “Gostei muito do resultado da música e para poder incluir no meu catálogo regravei o instrumental com minha banda, deixando o som um pouco mais groovado, mais na minha estética sonora. Adorei a ideia de lançar um disco de sobras e resolvi fazer o meu próprio Manchaca, gravado em São Paulo, incluindo algumas brincadeiras inspiradas no som dos Boogarins", conta Giovanna...

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