sexta-feira, 30 de setembro de 2022

Hominis Canidae #148 - Setembro (2022)...



Playlist de Destaques do Mês: Spotify | Deezer | Tidal

Download: Hominis Canidae #148 - Setembro (2022).zip (Ou vá no bandcamp acima)

Fechando esse Setembro lok, às vésperas do momento decisivo dessa década no Brasil. Com o último dia do mês tem coleta nova aqui pra vocês. Aproveitamos pra lembrar que atualizamos nossas playlists de "Destaques do Mês" com 30 sons de julho que ouvimos e curtimos. Ouça numa das 3 opções acima (vale seguir o link no spotify e no deezer).

O som inédito, que abre a nossa mixtape no bandcamp e tá no link pra download, é uma faixa exclusiva do novo EP da banda paulista O Campo. "Papo de Peixe e Gavião" é uma das faixas do EP "Tatarô", que chega dia 10 de Outubro nos streamings pelo selo Bangue Records (Faça Pré-save do EP aqui). O som mistura elementos de música brasileira, afrobeat e psicodelia. Ouça ai: 


A capa da nossa mixtape é trabalho do artista plástico e tatuador paulista André Caligari. Ele falou sobre a ideia pra capa: "Fiz uma arte digital misturando com midias fisicas que foram capturas e/ou criadas por mim, no trabalho falo sobre pensamentos, nos levam para lugares que nos ajudam, as vezes atrapalham e fazem realizar". Bem louco, né?! O André faz parte do @nuvematelie, um espaço multimidia massa de São Paulo, que fez contato com a gente querendo fazer umas artes. Da pra ver mais artes do André no perfil da Nuvem e nesse site aqui.

Agora o (quase de sempre): Essa mixtape não deve ser comercializada, apenas disseminada livremente na internet. Serve como resumo pra quem acompanha o blog, pra aliviar um pouco o trânsito no bus ou carro e também pra te apresentar um pedacinho da prolifica e maravilhosa música brasileira. Da até pra ir votar ouvindo essa e tentar resolver isso logo agora no primeiro turno ou pra tirar um pouco da sua ansiedade, caso tenha segundo turno (POR FAVOR PESSOAL, VOTA NO LULA, VAMOS ACABAR COM ISSO LOGO!).

Continue apoiando os artistas que você gosta, comprando merch, indo aos shows com cautela e virando voto do borsalino pro Lula!
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quinta-feira, 29 de setembro de 2022

Sylvia Patricia - Existe Amor Em Sp (2022)...




 Se há algo importante para um profissional é a capacidade de se adaptar às mudanças ocorridas em sua área de atuação. E essa é uma das marcas registradas de Sylvia Patricia. Esta cantora, compositora e musicista baiana viveu de tudo, em seus mais de 30 anos de uma bem-sucedida carreira musical. Seu início foi nos anos 1980, ainda na era de ouro das grandes gravadoras, e seus primeiros lançamentos foram por algumas das maiores (Sony e Warner). Com o tempo, partiu para a cena independente, opção que se mostrou das mais acertadas pelas dificuldades vividas pelos grandes selos e também pela total liberdade que conquistou para gerenciar os seus rumos artísticos. A partir de 2004, passou a investir com sucesso em uma carreira internacional, com direito a longos períodos no exterior, shows constantes, novos CDs e DVDs e várias músicas incluídas em mais de 70 compilações no exterior. O que ela não imaginava, no entanto, era ter de lidar com a pandemia da covid-19. Após voltar de mais uma dessas turnês, em outubro de 2019, Sylvia começou a planejar um novo trabalho, e veio com uma música pronta, “Vinho e Terroir”, composta na Espanha com um músico brasileiro radicado há muito tempo por lá, Danilo Pinheiro. Quando se preparava para entrar em estúdio, o isolamento social exigido pela pandemia afastou por um bom tempo os contatos presenciais entre as pessoas. E, dessa forma, Sylvia teve de se adaptar às gravações feitas em seu estúdio caseiro, e em trocar arquivos de áudio com outros músicos, via internet, como modus operandi para viabilizar seus novos trabalhos. E vieram também as lives, clipes caseiros etc. Foi nesse contexto que surgiu Existe Amor em SP, título que é uma brincadeira com a música “Não Existe Amor em SP”, do cantor e compositor Criolo, sendo que, no caso dela, SP são as iniciais do seu nome, a forma carinhosa como a mãe e também alguns amigos mais íntimos a chamam...

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Roberta Zerbini - Pedra Pássaro - Ato 2 (2022)...




Roberta Zerbini teve entre seus mestres vocais professores como Ná Ozzetti, Naná Vasconcelos, Letieres Leite e Badi Assad. Com essa bagagem, em 2013 lançou seu debut, Organika. Em 2021, Roberta mostrou a primeira parte do álbum Pedra Pássaro, projeto musical dividido em dois atos. No próximo dia 19, uma sexta-feira, a cantora estreia o segundo ato do disco com seis canções inéditas. Roberta começou a gravar Pedra Pássaro em 2019, mas com a chegada da pandemia seus planos tomaram novos rumos. Ao invés de lançar um álbum com 10 músicas, a cantora decidiu lançar o disco em dois atos. Escrito durante o puerpério, a primeira parte do álbum conta com cinco faixas, reunindo novas composições próprias e também canções que não são de sua autoria mas que dialogam com o renascimento de se tornar mãe. Já o segundo ato é composto por seis faixas inéditas, incluindo “Laser”, música de Zé Miguel Wisnik e Ricardo Breim: “escolhi trazê-la para o álbum pois foi a única música que tive vontade de cantar com o Muká recém-nascido. Imagino que a letra não se refira a nada parecido com maternidade, mas eu senti desse jeito”, reflete... Leia mais no Boomerang Music

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quarta-feira, 28 de setembro de 2022

Moisés Navarro - Aquele Abraço, Gilberto Gil, Vol. III (2022)...




Moisés Navarro disponibilizou nas principais plataformas digitais, seu novo EP, “Aquele Abraço, Gilberto Gil – Vol. III”, da série em que relê canções pouco exploradas por Gilberto Gil. Para este novo trabalho de carreira, o cantor e compositor, contou as participações especiais de, Áurea Martins, Margareth Menezes e do cantor pernambucano, Zé Manoel. “Aquele Abraço, Gilberto Gil – Vol. III”, dá continuidade do projeto ‘Aquele Abraço, Gilberto Gil’, que teve o primeiro volume lançado em outubro de 2021, e o segundo em maio de 2022. O trabalho que celebra a obra de Gilberto Gil é um lançamento do selo Alves Madeira e traz as assinaturas do maestro Jaime Alem, na direção musical e arranjos, do produtor Pedrinho Alves Madeira na criação e direção artística do projeto... Continue Lendo no Folhas Kariocas

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Brigida Rock - Brigida (2022)...




Cleyton Torres na voz e guitarra, Josias ‘’jojô’’ no baixo e Jampa Nascimento na bateria, formam a Brigida. A banda acaba de lançar seu debut EP “Brigida” em todas as plataformas de streaming via Electric Funeral Records. O power-trio de rock visceral e com influências que vão do punk ao grunge somadas a tudo de mais garageiro que rola no meio alternativo, está no seu melhor momento e pronto para promover seu primeiro EP, gravado no estúdio Bay Area, e mix e master por ‘’jojo’’ com as canções: Descartável, falso profeta, Visceras, influenciador digital, Retorno do rato e Fake News. Um cartão de visita poderoso que mostra a intensidade sincera de uma banda de rock de verdade, lutando contra a indiferença da indústria musical e pronta a conquistar muito mais. O que é notável tanto na audição do EP quanto nos shows incendiários que fazem por todos os inferninhos onde são bem-vindos... Continue Lendo no Stay Rock Brazil

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terça-feira, 27 de setembro de 2022

Rafael Dutra - Agora (2022)...



Download: Agora (2022).rar

Compositor, cantor e produtor musical nascido em Brasília mas radicado em Belo Horizonte, Rafael Dutra lança seu novo disco “Agora”, pelo selo Savassi Festival Records. O disco, disponível em todas as plataformas de referência, reúne algumas das sonoridades que habitam a criatividade do músico, de forma ousada e visceral, como a potência do rock, as harmonias inusitadas do jazz e da música mineira, texturas eletrônicas e brasilidades. De forma livre e intensa, Dutra expõe algumas de suas referências artísticas- de Caetano Veloso à Grizzly Bear, de Jeff Buckley à João Bosco, passando por Radiohead e Milton Nascimento, para citar apenas algumas- em busca de arquitetar um trabalho sem amarras estéticas, passando livremente por guitarras distorcidas e quartetos de cordas, acordes empenados e música pop, líricas psicodélicas e canções de amor...

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Marcos Paiva - Slamousike (2022)...





Contrabaixista, arranjador e produtor musical paulista, nascido em Tupã (SP), Marcos Paiva pisa em território pouco usual – para nomes da cena de música instrumental brasileira voltada para o jazz – com o álbum Slamousike. Gravado em março no estúdio paulistano Trama Nacena e programado para ser lançado em 5 de agosto, o álbum Slamousike mixa o universo do jazz afro-brasileiro com a cultura do hip hop, reunindo Paiva com o MP6 – sexteto com o qual o baixista iniciou a discografia há 15 anos com a edição do álbum São Mateus (2007) – com os rappers Max B.O., Kivitz, Killa Bi e com a slammer e performer Juliana Jesus... Continue Lendo no G1

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segunda-feira, 26 de setembro de 2022

Jean Medeiros - Contos de Terra e Sol (2022)...




Jean Medeiros é guitarrista, arranjador, compositor e educador musical. Atuante na esferas acadêmica e artística há pouco mais de uma década, Jean coleciona assinaturas em vários trabalhos fonográficos e audiovisuais de artistas piauienses dos mais diversos nichos e, após lançar um EP de estreia com o Monduá Quarteto em 2020 (“Floresta”), chega enfim ao seu primeiro trabalho solo, “Contos de Terra e Sol” (2022). Seu debute instrumental solo conta com oito músicas autorais marcadas pelo jazz brasileiro, pela música nordestina, o baião, o samba e o folclore. “Contos de Terra e Sol” fala sobre momentos marcantes vividos em sua terra natal, conhecida pelo calor do seu sol e de seu povo. “O que de fato fez com que minha viagem ao Piauí se tornasse apenas de ida foi, no fim das contas, a música piauiense. O Piauí vai bem demais e sempre foi”, afirma o artista. Para se aprofundar um pouco mais no álbum pedimos para Jean falar um pouco de cada uma das faixas, que além dele nas guitarras e algumas vozes conta com Frederico Heliodoro (baixo), Thiago Ueda (teclado) e Ajurinã Zwarg (bateria). Dê o play no álbum no seu streaming preferido clicando aqui e leia o faixa a faixa feito pelo Jean.. Continue Lendo no Scream Yell

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Forte Norte - Impulso (2022)...




 O EP “Impulso”, foi a saída encontrada pelo grupo Paulistano Forte Norte para não encerrar suas atividades durante a pandemia. O EP, composto por 4 faixas, foi produzido pela própria banda e grande parte das gravações aconteceram na casa dos integrantes. Já a fase final do EP foi realizada no estúdio LAB Sound, em Piracicaba - interior do estado de São Paulo -, e contou com a mixagem e masterização de Max Matta. “Impulso” marca a chegada dos novos integrantes Eduardo Zeineddine (baixo) e Junior Winne (bateria) e a substituição de Fernando Gutierrez por Wagner Alexandre na guitarra e é o primeiro EP do vocalista Felipe Lahm à frente do grupo, além de contar com a participação especial de Carlos Casagrande - integrante entre os anos de 2017 a 2018 - na bateria...

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domingo, 25 de setembro de 2022

Jan Felipe - Keys To The Kingdom Of Nothing (2022)...



Download: Keys To The Kingdom Of Nothing (2022).zip (Se der erro, vá no bandcamp acima)

Jan Feliz é um cantor, compositor e guitarrista, faz uma mistura de Rock, Trip-hop, Folk e MPB, produzindo suas próprias músicas. "Keys To The Kingdom Of Nothing" é o oitavo álbum do artista carioca, é um álbum que segue a linha de misturar músicas em diversos estilos. Com solos de guitarras e músicas sempre meio calmas com uma levada soft rock / trip-hop e às vezes instrumental...

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sábado, 24 de setembro de 2022

GRINGOS DA SEMANA: Mais um passeio pelo mundo através da música e destaques com direito a clipe sensacional!


Playlists: Spotify | Deezer | Tidal

Chegamos com mais um post de GRINGOS DA SEMANA por aqui! Pra começar, acima tem as playlists atualizadíssimas com 20 novos sons do indie mundial de 11 países do mundo pra vocês conhecerem e curtirem em 3 opções de plays. Abaixo os destaques da semana, 4 belos álbuns e um EP lok e um clipe fuderoso! Confere ai:

HOSTILE MIND - LIME (Álbum/ Estados Unidos)

Projeto one man band de Washington, criado no ano de 2013. LIME é o terceiro álbum do projeto, lançado na emblemática data do 11 de Setembro. São 10 faixas, que alternam momentos de beats com momentos caóticos, misturando elementos de Hardcore, death/ nu metal, música eletrônica e lo-fi. Tem alguma coisa dos anos 2000 e muita raiva acumulada com o mundo. As letras que eu entendi, passam por temas negativos cada vez mais comuns na sociedade e nos Estados Unidos e muita ironia. Meu eu adolescente e jovem iria adorar o show, meu eu atual se lembra de bandas como Cradle of Filth e Atari Teenage Riot, mas sem tantas amarras, afinal é som de jovem de agora. Vale ouvir e conhecer no bandcamp ou abaixo (ou no seu streaming favorito):



Jakob Lindhagen - Memory Constructions (Álbum/ Suécia)

Memory Constructions é o segundo álbum do compositor e multi instrumentista sueco Jakob Lindhagen, que nele está sendo acompanhado por um trio de músicos, 2 irmãos alemães (Sebastian e Daniel Selke) e a artista sueca Sofia Nystrand. O trabalho com 8 faixas, todas gravadas em equipamentos analógicos, mescla elementos da música neoclássica e ambiente, com foco no piano intimista que dialoga muito bem com violoncelo e sintetizador vocal, criando boas peças instrumentais de experimentos sonoros. “As memórias são um aspecto tão complicado quanto fascinante da mente humana. Depois de perceber que algumas memórias da minha infância simplesmente não se encaixavam - a linha do tempo não fazia sentido- fiquei um pouco obcecado com a pesquisa da memória”, comenta Jakob sobre de onde partiu a ideia do álbum. ”Nossas memórias desempenham uma parte tão grande de nossas identidades, mas são extremamente não confiáveis, mudam e desaparecem com o tempo e são facilmente influenciadas e manipuladas”, complementa. Ouça o álbum no soundcloud da piano and coffee records (ou no seu streaming favorito):



Amorphous Nature - Apocalyptica (Álbum/ Estados Unidos)

Não tenho muitas informações sobre o projeto. É um artista/ banda que se diz inspirado por trilhas de cinema, resolveu misturar diversos instrumentos e estilos sonoros para desenvolver suas próprias trilhas. Apocalyptica é o segundo álbum do projeto, com 10 temas instrumentais em alguns momentos apoteóticos e em outros contemplativos. Fazendo uso de temas distópicos, a ideia é criar ambientes sonoros para imagens em nossas mentes. Ouça ai (Liga o adblock ou vá no seu streaming preferido):



Walca - Walnut (Álbum/ Suécia)

Walca é uma banda independente de Estocolmo,  que produz música eletrônica/experimental, combinando instrumentos eletrônicos e acústicos com samplers para criar paisagens sonoras com alma. Walnut é seu novo trabalho, o primeiro álbum após a demo e vários singles. Com 13 faixas e várias participações, eles explicam que todos os convidados musicais do álbum improvisaram livremente, tocando ou cantando espontaneamente o que quisessem no momento da gravação. Nas palavras da dupla: “Estamos tentando criar um espelho para o ouvinte. Onde as pessoas podem se ver interferindo no nosso som”. “A ideia é fazer da WALCA é um espaço coletivo onde desconstruímos como fazer música. Sem amarras estéticas ou barreiras”, complementam. O resultado é uma variação sonora interessante. Ouça e siga o projeto no bandcamp:



DrinkMoreJuice - community Squelch Lab (EP/ Grécia)

Projeto do produtor e beatmaker que vive em Atenas. Misturando diversas vertentes de música eletrônica e experimentando bastante, ele vem lançando sons nos streamings desde 2020 com muita consistência. community Squelch Lab é seu quinto trabalho entre álbuns e EPs. Trata-se de um EP com 4 faixas, duas delas caindo mais pro breakbeat e as outras duas bem ácidas, indo mais pro techno. Tudo com boa produção, beats dinâmicos e muita experimentação. Vale ouvir ai:



Claudio Olachea - “Down Here” (Video/ Estados Unidos)

Down Here” é o primeiro lançamento solo de Claudio fora do ambiente da musica acadêmica. Com influências que vão do clássico ao psicodélico, ele demonstra um pouco dos caminhos do seu primeiro EP solo, que será lançado em novembro. O clipe do compositor Claudio Olachea e do diretor Omer Ben Shachar, retrata um cenário de pesadelo onde todos usam máscaras idênticas para se encaixar. Mas quando a máscara de um jovem começa a cair, ele questiona se esconder sua verdadeira identidade é realmente vale a pena. Tudo isso num clima poético/dark/cinematográfico, saca ai:



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Victor Huaz - Planos de paz e o louvor das pequenas coisas (2022)...



Download: Planos de paz e o louvor das pequenas coisas (2022).zip (se der erro, vá no bandcamp acima)

 Bossa Novinha Club apresenta: Planos de paz e o louvor das pequenas coisas. O 5º CD do Victor Huaz é um conjunto de canções que não entraram para os CD's anteriores, mas que sofreram novas gravações, remixagens e interpretações de amigos participando do processo de criação do álbum. As 6 canções são um retrocesso do músico ao MPB com Neo Soul, mas que em menos de 15 minutos, o disco decola para a música experimental...

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sexta-feira, 23 de setembro de 2022

Achados e Perdidos - Novidades em Breve (2022)...




Achados e perdidos é uma banda de rock quixadaense formada por quatro jovens em 2017, atualmente sua formação consiste em Matheus Cavalcante (voz/guitarra), Flávio Yuri (voz/guitarra) Mateus Felipe (baixo) e Emanuel Onofre (Bateria). O estilo musical da banda transita entre rock de garagem, hardcore, música regional e mais. A banda já tocou em diversos festivais da região e agora apresenta seu primeiro trabalho cheio, o seu primeiro EP...

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Faca Preta - Resistir (2022)...




A banda já tem um caminho percorrido, mas ainda pode ser considerada uma criança. Nascida em uma São Paulo de 2013, a banda, aos dois anos de idade, deu início à sua carreira fonográfica com o anúncio de Adversus, seu primeiro EP. Sete anos depois, o quarteto Faca Preta enfim anuncia Resistir, seu álbum de estreia. Ruído branco e pitadas de chiados. Ao fundo, um som áspero, distorcido e de energia em ebulição é percebido a partir da guitarra base de Anderson Boscari. Apesar de ainda sonolentas, as frases por ela pronunciadas já sugerem um ritmo mais elétrico e cadenciado. Quando a guitarra solo de Eduardo Elado entra em sincronia com o punch promovido pela bateria de Marcelo Sabino, a canção passa a ter uma silhueta bem definida enquanto seu corpo está prestes a ser finalizado. Trazendo a hipótese para realidade, a canção engrena em uma sonoridade excitante e alegre que contagia com sua levada cambaleante e hardcore. Recriando, com sabedoria e melodia, a sonoridade do rock de um Brasil do início dos anos 2000, a estrutura se mostra firme em sua simplicidade e consciente de seu papel no ramo do entretenimento. Oferecendo noções de influências de nomes como Green Day e The Offspring, Tiro Na Água consegue, inclusive, fazer o ouvinte se sentir à beira do mar californiano dos anos 90, com a máxima simplicidade, descompromisso e leveza que tanto marcaram nomes como Blink-182 e o próprio Green Day. Eis que, quando o ouvinte já se conscientiza estar admirando um produto instrumental, uma voz rasgada invade o ambiente entregando a textura que faltava para Tiro Na Água. Trazendo jovialidade, Fabiano Santos insere um lirismo que dialoga sobre liberdade e um senso de responsabilidade pelos atos misturado com sede de vida enquanto faz com que o ouvinte note, ainda, flertes de semelhança com a sonoridade de nomes da cena nacional como CPM 22 e Os Seminovos... Continue Lendo no site do Diego Pinheiro

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quinta-feira, 22 de setembro de 2022

Dramón - C É U S (2022)...




Dramón é Renan Vasconcelos. O músico hoje morando em São Paulo acaba de lançar seu segundo disco cheio, “Céus” (escrito “C É U S”), em 16 de agosto de 2022, pela Figa Music e Mystery Circles. O primeiro foi “Áspero”, de 2021 (vá aqui), mas ele tem também uma boa sacola de EPs que vem lançando desde 2018. “Céus” é incrivelmente enigmático e tentador. Suas faixas moldadas em ambiências eletrônicas deixam o ouvinte flutuando em algum pensamento que não estava necessariamente querendo ter. É uma viagem. É um sonho. É um passeio. É um encontro consigo mesmo, sem a chatice de autoajuda que isso possa parecer. Calmo e ciente do pouco alcance que sua música terá, pois não tem qualquer apelo comercial pra dias em que o jovem parece querer apenas algo menos de trinta segundos de rebolantes notas pro TikTok, Renan mergulha ainda mais no que poderia ser considerado “experimental”... Continue Lendo no Flogase

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Solto - Chave (2022)...




CHAVE é o primeiro projeto solo de Solto, multiartista da zona leste de São Paulo, no qual conta com cinco faixas. O artista trás através da obra uma forma de retratar a vida como sempre teve acesso, com uma ideia de dualidade, mostra o certo e o errado estando lado a lado, em equilíbrio, passando a mensagem de que temos que conhecer os dois lados e ter eles por perto. O EP conta uma história do início ao fim, começando pela faixa chamada “Caos”, produzida por Theus(@prod.th3us), narra uma vida conhecida pelas periferias de São Paulo, onde um jovem escolhe o caminho da criminalidade por estar ambientalizado com aquilo, finalizando-a com a descrição do que seria um assalto e dando início a segunda faixa, intitulada “Fuga”, contando com a participação de Tonyyymon (@tonyyymon) e produção de Ninja (@ninjanosbeats), a faixa diz como será a sequência do ato. “Contraste”, terceira faixa do projeto, produzida por Correria (@correri4) é uma analise do artista sobre duas realidades diferentes em um instrumental de samba. “LALALA”, quarta faixa, produzida também por Theus, seria a resposta, não se importando com tudo e todos, se opondo a imposição, contra a realidade, ao sistema, tudo, um momento em que “lalala” seria a resposta perfeita. O projeto finaliza com a faixa “Progresso” parceria do artista com Mt Jordan (_mtjordan) e Eddu Chaves (@edduchaves), trazendo a ideia de focar exatamente no que te faz progredir após passar por todos os momentos citados nas faixas anteriores, trazendo um ideal de melhoria de vida, almejando sucesso e acreditando no futuro, levando esperança e influenciando as periferias a irem do CAOS ao PROGRESSO...

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quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Banda Cambaia - Ofertório (2022)...




 As 5 faixas do novo EP apresentam a maturidade do grupo sem deixar de lado a premissa de mensagens existencialistas e cômicas Banda Cambaia, projeto que mescla lo-fi, indie rock e psicodelia, lança no dia 25/08 o EP Ofertório, trabalho totalmente produzido em casa, pelos próprios integrantes. Este é o 4º lançamento do grupo paranaense apenas em 2022, ano em que a Cambaia já marcou presença com o seu show em diversos lugares do sul do país. O novo EP traz as 5 faixas interligadas por elementos eletrônicos, beats, sintetizadores e a ironia e sagacidade características da banda. Como exemplares das diversas vertentes exploradas pelo trio, a sonoridade vai da melancolia lo-fi de Bem Vindo e o pop tecno de Golias, ao experimental ruidoso de Esquente e as influências de trap e funk de Mim de Papai e Shake Your Body... Continue Lendo no AgitoMax

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Tracajazz - Puro Veneno em Pessoa (2022)...




 Após 7 meses de processo, entre ensaios seguidos e composições, Tracajazz grava o álbum de inéditas ‘Puro Veneno em Pessoa‘. São 8 canções, que, de um modo geral, reagem ao sistema incivilizatório, também violento, que se impõe sob vários disfarces e propõem a pílula do despertar. ‘Fizemos um disco que fosse uma explosão, uma reação desordenada. Uma resposta aos que tentam colocar o povo dentro de suas caixinhas, cada vez mais apertadas. Não cabe mais. Explodiu!’. Tracajazz é um trio formado por Christian Euzébio (violão, guitarra e voz), Maurício Scaramal (contrabaixo, eletrônicos e voz) e Guilherme Azzi (bateria, eletrônicos e voz). Em 2019, quando lançaram o primeiro trabalho, o ‘Zero Um’, a sonoridade da banda era guiada principalmente pelo violão e, agora, em ‘Puro Veneno em Pessoa’, a guitarra assume o protagonismo – uma escolha do grupo: ‘No primeiro trabalho, por conta do violão, o disco ficou meio desfalcado de corpo, de intensidade, o analógico e o digital não conversaram muito bem. Nesse segundo, a coisa mudou. O som chegou onde o Tracajazz estava desde o princípio. Isso é normal, leva tempo mesmo. Pra amadurecer não tem atalho. Esse disco tem mais camadas: todos os integrantes têm seus instrumentos eletrônicos como loop station, MPC, controlador MIDI, pedais de efeitos. Isso cria a sensação de uma banda muito maior do que um trio. E tudo isso não é viagem de estúdio! A banda executa essas músicas com todas essas camadas ao vivo’. A produção e mixagem é assinada por Renato Cortez e a masterização por Fernando Sanches... Continue Lendo no PopNow

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terça-feira, 20 de setembro de 2022

Ombu - Certas Idades (2022)...




 A última vez que ouvimos falar sobre a Ombu, banda formada por João Viegas (teclados, baixo e voz), Santiago Obejero Paz (guitarra) e Thiago Barros (bateria), foi há seis anos, durante o lançamento de Pedro EP (2016). Na ocasião, o trio paulistano, sempre imerso na formação de guitarras labirínticas, batidas e vozes arrastadas, parecia transportar para dentro de estúdio parte das inquietações vividas durante o processo de criação do registro. Um repertório curto, porém, conceitualmente amplo, vide o material ancorado em memórias dolorosas de um passado ainda recente e conflitos típicos de um jovem adulto. Satisfatório perceber em Certas Idades (2022, Balaclava Records), primeiro álbum de estúdio do trio, um trabalho que preserva parte dessa essência, porém, se permite provar de novas possibilidades, ritmos e diferentes direções criativas. Como indicado logo no título da obra, trata-se de um exercício marcado pela temática do amadurecimento. São canções que tratam sobre as coisas simples da vida, detalhando cenas e acontecimentos de forma bastante sensível. “Canção de ninar, ir cedo na escola / Razão de viver, vê se não demora hoje“, canta Viegas na introdutória Pare, síntese conceitual dos temas explorados pela banda... Continue Lendo no Música Instantânea

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Rene Freire - Átrio (2022)...




 É difícil definir “Átrio”, segundo disco do pernambucano Renê Freire (o primeiro foi “Nevroses”, de 2020). A gente coça pra cravar “música clássica”, como se isso quisesse dizer alguma coisa, a não ser que as notas foram compostas e executadas séculos atrás. Não é o caso de Freire. O piano nos ilude e nos leva a essa impressão, mas “Atrio” parece mais “moderno” (assim, entre aspas, pois é difícil definir uma “música moderna”), com piano como ferramenta. Desde o início, com “Myosotis”, há uma certa lista de referências, que incluem ginga, trilha sonora, e “música clássica”. Parece mais um exercício e, de acordo com o comunicado à imprensa, é isso mesmo: “guiado pela exploração da composição como exercício criativo, musical e estético, o trabalho ganhou corpo quando o músico transformou suas composições e improvisos em diálogos diretos com suas questões de saúde mental – mesmo se tratando de faixas instrumentais. O piano ganha ares experimentais com intervenções eletrônicas. Não por acaso, ‘Átrio’ recebeu o nome das câmaras presentes nos dois lados do coração”... Continue Lendo no Flogase

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