domingo, 26 de março de 2017

Rios Voadores - Rios Voadores (2016)...




Cursos de água que pairam e se movimentam pelos ares, os rios voadores são um fenômeno natural conhecido por irrigar bacias hidrográficas de todo o mundo. É um acontecimento invisível, mas vital. Justamente por essa capacidade anônima de movimentar-se e gerar novas conexões essenciais ao bem-estar mundano, o termo serviu de descrição perfeita a banda brasiliense homônima que, desde 2014, tem chamado atenção de público e crítica de todo o país. Agora, a formação musical de Beto Ramos (contrabaixo), Gaivota Naves (vocais), Hélio Miranda (bateria e vocais), Marcelo Moura (guitarra, violão e vocais) e Tarso Jones (teclado, violão e vocais) lança o primeiro e aguardado disco. Autoral, enérgica e com potencial para trazer de volta à cidade o título de capital nacional do rock, a Rios Voadores levou dois anos no processo de gravação do álbum de estreia, carregado de dedicação e histórias. O tempo que, para alguns pode ser tido como demora, eles enxergam como empenho. Com a visibilidade que alcançaram em 2014, principalmente a partir da apresentação no Festival Porão do Rock daquele ano, os meninos psicodélicos surfaram em ondas gaúchas. Foi em Porto Alegre que gravaram o debute no formato tradicional, com os irmãos Gustavo Dreher e Thomas Dreher, parceiros de outros artistas da boa safra do rock brasileiro, como as bandas Júpiter Maçã, Bidê ou Balde e Graforréia Xilarmônica.... VIA
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sábado, 25 de março de 2017

Ktarse - Inflamando a Insurgência (2017)




"Uma guerra se instala enquanto (há muito) o capital se impõe, causando um ambiente degradado onde as pessoas estão cada vez menos capazes de se insurgir contra a classe dominante, sempre intocável, sempre distante de qualquer mudança. Policiais massacrando, limpeza étnicas nas periferias, famílias sendo dizimadas. O Ktarse sabe da queda deste tipo de humanidade – políticos, indústrias, culturas antigas. Há o frenesi constante de que tudo vai, inevitavelmente, cair e se estilhaçar, sobrando apenas projeções de esperanças em cada pedaço", continue lendo no Floga-se.
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sexta-feira, 24 de março de 2017

Tiago Frugoli - A Fita de Batidas (2014)...




Por volta de 1990, meu pai me ensinou a gravar músicas do rádio e de discos em fitas cassette, usando um gravador da Technics. Lembro-me de aprender a achar o timing certo usando o botão do pause e a acompanhar o meter de volume para ter altura suficiente, mas sem distorcer – ainda que não tivesse consciência disso. Entre julho de 2010 e junho de 2011, resolvi conhecer a fundo a coleção dos meus pais de LP’s de música brasileira, me apropriando de trechos de todas as faixas que podia nas minhas próprias recriações. Em julho de 2011, lancei a melhor parte dessas faixas em um projeto, com o título “A Fita de Batidas”. Agora, em 2014, remasterizo o projeto e o gravo em 20 fitas cassette (numeradas e assinadas), usando o mesmo Technics no qual aprendi a gravar. Estas 20 fitas estarão disponíveis a partir de hoje para venda, pela Beatz e pela Colex. O download do projeto é livre....
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Devilish Dear - These Sunny Days (2017)




"Devilish Dear é Braulio JOrge, Michelle Modesto e Rômulo Collopy".
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quinta-feira, 23 de março de 2017

Serge Erege - Scorpio (2017)



Download: Scorpio.zip

"Serge Erege precisa apenas da inaugural Harmony para introduzir o ouvinte ao ambiente temático que se espalha entre as canções de Scorpio (2016, Ganzá / Skol Music). Primeiro registro em estúdio do cantor e produtor piauiense, o trabalho que conta com lançamento pelo selo Ganzá — o mesmo de coletivos como Aldo e The Drone Lovers —, mostra o esforço do artista em visitar o passado de forma autoral, sempre curioso, replicando experiências, conceitos e melodias típicas da década de 1980", continue lendo.
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Amaro Freitas - Sangue Negro (2016)...




Rompendo com a toada do lugar comum de tentar traduzir a música popular pelo viés erudito, pianista pernambucano Amaro Freitas propõe em Sangue Negro, seu disco de estreia, uma inversão de diretrizes, orientando o erudito através do popular Para se perpetuar, a tradição acaba, repetidas vezes, por assimilar a modernidade, incorporando elementos contemporâneos ao legado histórico da cultura já produzida. O intento é o de promover uma ruptura com os aspectos obsoletos desta, tornando o tradicional coerente e passível de compreensão para as novas gerações. Isto, porém, nunca foi trabalho fácil, ou mesmo frutífero, não importa a esfera, seja na social ou na artística. Caso icônico é o do desbunde do southern rock nos fins da década de 1960 e início da década de 1970. Um dos mais interessantes fenômenos culturais de sua época, o rock sulista norte-americano surgiu buscando uma interface entre a celebração e o respeito ao tradicional e a assimilação aos avanços progressistas conquistados no âmbito social, lançando fora os ranços do racismo e da homofobia, por exemplo, enquanto que no campo sonoro absorvia, sem preconceito, as inovações musicais vigorosas propostas à época. Nascia então, uma novíssima e exclamativa geração, orgulhosa de sua própria história, mas que mantinha-se crítica quanto aos aspectos vis desta. Uma geração que cultuava o que de glorioso havia em seu passado, enquanto buscava limar seus contornos infames... VIA
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quarta-feira, 22 de março de 2017

Alternadores - Wanderlust (2017)...




Após dois anos do lançamento do EP Malverde, o trio paraibano de rock eletrônico Alternadores lança o EP Wanderlust , seu terceiro trabalho, formando assim uma trilogia que começou com o EP Beta (2014). Com 4 faixas, o novo EP do grupo foi produzido e executado inteiramente pela própria banda. Desde do EP Malverde, o grupo, formado por Carlos Eduardo Batista (Bidu), Igor Gadelha (Pepeu Guzman) e Gustavo Pozzobon, se encontra dividido entre João Pessoa e Brasília. Os três são músicos que também são produtores, nos quais se revezam entre instrumentos orgânicos, samples, beats e sintetizadores, proporcionando uma grande viagem ao mundo da música eletrônica, repleta de boas referências. “Cada música em Wanderlust teve um processo distinto, algumas ideias estavam mais consolidadas desde sua origem, outras foram tomando forma só durante a execução da produção, passando por vários estágios bem distintos (o que pode ser interessante para exploração posterior, quem sabe lançar versões alternativas). Foi o material que demoramos mais tempo para fechar, a expectativa era termos lançado no ano passado, mas acho demoramos mais por termos mais esmero na realização das etapas”, diz Carlos Eduardo (Bidu), por e-mail. O disco foi inteiramente gravado nos estúdios caseiros dos integrantes da banda. Sendo mixado e masterizado por Igor Gadelha (Pepeu Guzman) da Mardito Discos. Já a arte da capa do trabalho foi idealizado e realizado pelo designer Leandro Luna...
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LOMA - Meia Lua (2016)



Download: Meia Lua.zip

"Há mais de cinco anos seus integrantes criam música juntos. Em 2016 montaram o projeto LOMA e gravaram de forma independente o primeiro EP, "Meia Lua", abrangendo estilos que vão do funk norte-americano ao afrobeat em sete composições originais".
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terça-feira, 21 de março de 2017

C|E - N|U (2016)



Download: N|U.zip

"Somos C|E, um trio do Brasil/Barcelona. Começamos a banda há 5 meses quando nos mudamos pra Barcelona. juntamos Camaleônica (Brasil) e Éter (Espanha). C|E é o veículo que a gente encontrou para transitar em meio a experimentações sonoras e estéticas, que permitem também o flerte da música popular brasileira, guitarras caóticas e construções rítmicas eletrônicas/orgânicas".
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Orla Clan - Porradão de 5 XxX Aluados (2016)...




Orla Clan foi criado em 2014, representando Recife – PE no Rap brasileiro, o grupo é formado por 4 Integrantes: Gu$to, Maloca, Marola e Luiz Stek. “Orla Clan”, significa “Orla: nosso pico onde vemos toda á favela, Clan: por conta de ser uma crew, onde cada um representa em um movimento diferente” disse o grupo... VIA
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segunda-feira, 20 de março de 2017

domingo, 19 de março de 2017

Ale Amazônia - Falso Protagonismo (2017)




"Olhos abertos num filme, sonhei entrar de gaiata num navio rumo a China. No meio do caminho tinha um produtor independente que me disse estar voltando de uma turnê com uma de suas bandas, Dirty Fingers. Pasmei, foram 31 cidades da China e na sequencia preparava uma viagem com o duo Little Monster para tocar em várias cidades do Brasil, também de forma independente. Pensei, pelo amor de Dadá, quem diabo é esse cara para quem o mundo não tem limite. Alê Amazônia com certeza é alguém que leva às última consequências o modus vivendi Do it yourself. Entre as cidades, encaixamos Belo Horizonte e pude sentir a energia, o humor, o feeling e o tesão com que ele produz e toca. Passados alguns meses, estava eu encerrando ciclos pelas montanhas de cá, quando recebo links de seu projeto solo, "Falso Protagonismo". Bateu na hora, experimental, sujo, descomplicado e libertário. Lembrei de uma personagem de um filme que gritava: não há nada, nada, que saia do seu coração e vai direto para a sua boca? Em Falso Protagonismo há. Como se estivesse em uma das muitas jams que vivenciei com o Em Dias De Surto, mais uma vez ouvia um som capaz de presentificar uma vitalidade visceral, ácida e sarcástica. Por intensos 42 minutos, estive naquele quarto em Shangai transmutando emoções. Um álbum que de fato não é um produto artístico, como nos adverte, é puro punkjass do coração. Afinal, não há o que muda, não há quem mude, só há mudança”
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sábado, 18 de março de 2017

Camiranga - No tempo da escravidão (2016)...




Um tempo repleto de arestas, que não se fecha e não se deixa esquecer. Um tempo rugoso, que entorta as árvores, revolve os rios, deixa marcas pesadas nas pedras calçadas até hoje pisadas por quem padece dessa herança. “No tempo da escravidão” conta histórias que empoderam as sombras de outrora. As canções dão vida a personagens entremeados na teia do sistema escravagista brasileiro, acompanham as estratégias de resistência pelo romance, amizade, luta, fuga, malandragem, coragem, pelo apelo às forças da natureza e do destino. Por meio dessas canções, compostas por Andréa Sechini e Marcus Sacrini, o grupo Camiranga (e convidados) imerge nesse tempo que ainda perdura, e noz traz sambas, jongos, modas, tudo arranjado e executado com um esmero que certamente envolverá aqueles que buscam se emocionar ouvindo boa música....
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sexta-feira, 17 de março de 2017

Aláfia - São Paulo Não É Sopa (2017)




"Já existem muitas músicas e discos sobre São Paulo, mas quem andou a fundo por seus mais de 1.522 km² de vielas, becos, ruas e grandes avenidas adquire uma noção estranha do conceito de metrópole", continue lendo.
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Graxa - Canções de Protesto (2016)...




Terceiro disco do pernambucano Ângelo Souza, o Graxa, “Canções de Protesto” segue pela via folk e é excelente...
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quinta-feira, 16 de março de 2017

MOMO - Voá (2017)



Download: Voá.zip

"Marcelo Frota é um cidadão do mundo. Nascido em Minas Gerais, filho de pai cearense e dono de uma longa trajetória no Rio de Janeiro, o cantor e compositor decidiu aportar em Portugal, fixando residência na região de Alfama, um dos bairros mais tradicionais da capital Lisboa. Dessa mudança vem o recém-lançado Voá (2017, Universal Music), primeiro registro de inéditas do cantor em quatro anos e a busca declarada por um som marcado pelas possibilidades", continue lendo.
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Philippe Meyohas - A Arte do Retorno (2017)...




Experimentado dentro das formas tradicionais da música clássica, o compositor carioca Philippe Meyohas lança a suíte “A Arte do Retorno”, referência à “Arte da Fuga”, de J. S. Bach.  Nesse novo trabalho, ele tece uma densa narrativa a partir da exploração de diversas formas de minimalismo e suas expressividades particulares. Somando a fortes ecos da música litúrgica judaica, do flamenco e à música contemporânea, Meyohas gera uma obra de sonoridade única.O EP trata as composições em contextos e funções diferentes de forma linear, e exibe uma escrita dentro da linguagem polifônica, por isso a referência à obra clássica...
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quarta-feira, 15 de março de 2017

Fabio Emecê - Der na Telha (2017)...





Primeiro EP do ano do Fabio Emecê, assumindo a lógica Lo-Fi de produção, sem glamour, apenas fazendo o rap que lhe cabe. E o que lhe cabe? Rap de adulto com consistência, respeito, compromisso e conteúdo. Vamo que vamo que a porrada é na moleira...
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Sujera & Tristo - Classe Merda (2017)


Download: Classe Merda.zip

"Se 2016 foi um ano triste e cheio de baques-emocionais-causados-pela-morte-de-famosos, 2017 parece empenhado em superar seu antecessor. Mal começou o ano e um dos grupos cuja sonoridade mais me agrada acabou", continue lendo.
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