quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Supervibe - Autóctone (2017)



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Bongar - Ogum Iê (2017)...






O disco Ogum Iê! traz oito faixas, sendo sete composições de Guitinho da Xambá, e uma com toadas para os Orixás Exú e Ogum, cantadas pelo babalorixá Ivo da Xambá no Terreiro Xambá, durante o Toque de Oyá, em dezembro de 2016. “É um CD que foi pensado, criado em 2009, e que foi amadurecendo e sendo lapidado. É um disco que apresenta o Bongar, no palco, em um formato diferente do que o público está acostumado a ver o grupo em suas apresentações”, conta Marileide Alves, produtora do Bongar. A concepção do repertório do disco busca levar o público a compreender o diálogo que o Bongar traz entre a criação tradicional e contemporânea da juventude de Terreiro. O disco tem produção musical do maestro baiano Letieres Leite, uma referência nacional no trabalho de interação da música tradicional de candomblé com a música erudita e formação musical de jovens. Os arranjos das composições foram construídos pelo maestro e os integrantes do Grupo Bongar, durante uma residência artística no Centro Cultural Grupo Bongar, em outubro do ano passado, na qual o músico fez uma imersão no cotidiano do povo xambá e na musicalidade do Bongar, oriunda do terreiro Xambá... VIA
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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Hermeto Pascoal & Grupo - No Mundo dos Sons (2017)...




É muito difícil escrever sobre Hermeto Pascoal sem resvalar nos clichês. “Bruxo”, “Campeão”, “música universal”, “alegria”, “experimentalismo”… Qualquer um desses termos é utilizado em quase todo texto já criado em referência a esse que é um dos grandes brasileiros de todos os tempos – faça uma busca por eles no Google, se quiser ver com os próprios olhos. Mas curioso mesmo é pensar que, se existe uma definição que não se encaixa na obra de Hermeto, essa definição é justamente a que tanto atrapalha quem tenta discorrer sobre sua obra: “clichê”. O compositor/multi-instrumentista/arranjador pernambucano, que acaba de lançar No Mundo dos Sons, seu 24º disco, segue desafiando estruturas e levando sua música ainda além. Primeiro lançamento com banda em quinze anos (Chimarrão com Rapadura, álbum de 2006, foi gravado apenas por Hermeto e sua esposa, a cantora, compositora e dançarina Aline Morena), No Mundo dos Sons traz um frescor impressionante aliado à qualidade já esperada do múltiplo artista Hermeto Pascoal... VIA
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Asdfasdc - 040717 (2017)



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terça-feira, 15 de agosto de 2017

Mariana Ponte - Goodbye Saturn (2017)




"Mariana Ponte Carvalho iniciou seus estudos em música aos sete anos de idade, na Escola de Música de Brasília, onde teve aulas de teoria musical, piano e coral. Aos 12 anos, ingressou no curso de teclado do Centro Musical Toque de Classe, concluindo-o cinco anos depois. Em 2003, continuou seus estudos tendo aulas de guitarra e canto. Em 2006, assumiu os teclados na banda feminina Dona Encrenca, que tocava covers de pop e rock dos anos 80/90. Desde então, tem tocado em vários pubs da cidade, tocando também em festivais e fazendo participações em shows de outras bandas, incluindo tributos a Iron Maiden e Ozzy Osbourne. Em 2007, ingressou na banda de death/black metal Mortaes, com a qual gravou o álbum Obsessive Visions. Em 2009, gravou duas demos com a banda autoral Duoletta, na qual toca teclado e canta com suas irmãs. Ainda em 2009, participou do projeto She Shakes the Earth, onde tocou ao lado de 20 mulheres importantes na cena do heavy metal brasiliense, e no ano seguinte, assumiu os teclados da banda Atmosfera, tributo ao Pink Floyd. Em 2011 formou-se em Desenho Industrial na Universidade de Brasília, onde teve a oportunidade de estudar também várias disciplinas do curso de Música. Em 2012 ingressou na banda Ricochet, tributo a Faith No More", continue lendo.
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The Sorry Shop - Softspoken (2017)...




Se você conhece alguém que goste de shoegaze, faça o exercício singelo da cabra-cega: coloque esse disco pra rolar e peça pra esse alguém tentar adivinhar qual é a banda e, mais importante, de onde ela é. “Softspoken” é o terceiro disco da gaúcha The Sorry Shop, lançado em 3 de agosto de 2017, numa parceria dos selos Lovely Noise Records e Crooked Tree Records, quatro anos depois do bom “Mnemonic Syncretism”, de 2013. O que acontece muito frequentemente nessas obras de shoegaze/dream pop é que elas tendem a cair facilmente no esquecimento, dada a minúscula variação entre elas. Quem faz shoegaze modo My Bloody Valentine na Escócia, faz shoegaze modo My Bloody Valentine no Azerbaidjão, nas Filipinas, na França, na Rússia ou no Rio Grande do Sul. Parece tudo uma coisa só, uma preguiça infindável que rumina sobre a mesma prática. Quase ninguém mais dá atenção... VIA
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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

André de Souza - Mojo Blues e Patuá (2017)...




Guitarrista, compositor, arranjador e professor de música de Teresina, Piauí, André de Sousa dedica-se profissionalmente a seu belo ofício desde 1996. Atuou como sideman de incontáveis artistas e bandas, subiu no palco ao lado de músicos do mundo inteiro nas mais diversas ocasiões, em shows e festivais, sobretudo no nordeste brasileiro. O popular Andrezinho é artista plural, virtuose, sensível e extremamente produtivo, e por causa desta vasta produção é que se torna difícil citar seu currículo em poucas palavras. O cantor, compositor e instrumentista lança o Álbum "Mojo, Blues e Patuá" em que passeia por autorais, revisita doces e velhos blues de tradição e temas populares e afia seus sons em cordas de aço de violões e guitarras selvagens. André de Sousa tem carreira consolidada e durante o show passeia pelo blues, rock'n pop, jazz e variações muito criativas de sua composição para o mundo... Entrevista
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5​:​18 - 5​:​18 (2017)



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domingo, 13 de agosto de 2017

Xoxoto - Saudade de Muzambinho (2017)




"Hoje vamos falar de uma história inusitada e de uma força maior por trilhar um novo caminho. Mas antes precisamos contar a história de duas pessoas que aceitaram alguns desafios para chegar aonde estão hoje. Por mais que o sonho ainda esteja no começo e tenham muitos passos para trilhar, tudo começou meio por acaso", continue lendo.
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sábado, 12 de agosto de 2017

E U : M A Q U I N A - De Dentro Pra Fora (2017)...




Você pode até achar estranho o nome da banda. Mas se você é fã de pop punk, a sugestão é conhecer o E U : M A Q U I N A. De Dentro Pra Fora, disco de estreia do grupo paulista, chega às plataformas digitais nesta quinta-feira (20). Eu tive a oportunidade de ouvir o material e por isso o PPA desta semana será um review sobre o álbum. A banda é formada por Gab Scatolin (guitarra e voz, FeijãoComArroz/Cueio Limão), Leon Martinez (baixo, Dinamite Club) e André Mattera (bateria, Cueio Limão). Nomes já conhecidos por quem acompanha a cena. E aqui o termo “power trio” faz total sentindo por conta da energia de todo o material... VIA
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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Tuca - O Vazio Pertence Ao Infinito (2017)




"O Vazio Pertence Ao Infinito" é um álbum de electrorock do projeto solo do multiartista Dellani Lima (TucA). Com participações de K Lacerda nas guitarras e Alex Pix no baixo".
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Chaiss Quarteto - Charas (2017)...




Chaiss é um projeto musical criado no ano de 2009 pelos músicos Fábio de Albuquerque e Robson Ashtoffen, com a ideia inicial de criar um grupo de música instrumental híbrido, misturando elementos da música negra como o jazz e o rock. Tanto que ao longo da vida, a Chaiss já foi trio, quarteto, quinteto e sexteto, mantendo sempre uma base para o melhor desenvolvimento sonoro. No formato de quinteto, a banda lançou Afrodisia (2015), seu primeiro registro, uma mistura de música afro com fusão jazzística que levou a banda à eventos como o Jazz na Fábrica e o Jazz na Kombi. Dois anos se passaram, o projeto retorna na formação de quarteto (se juntam a Fábio e Robson, Éder Hendrix Martins e Vinícius Chagas) com um novo trabalho, lançado em primeira mão aqui no altnewspaper, Charas apresenta cinco temas rápidos que conectam o jazz com o universo do rock experimental. Um disco feito de maneira rápida, que mostra a maturidade da banda e procura transcender as barreiras do som e ampliar ainda mais o trabalho sonoro dos integrantes do Chaiss. Depois de ouvir o belo trabalho algumas vezes, resolvemos bater um papo com os dois criadores do grupo, falando sobre o novo disco, as influências que permeiam o Chaiss, entre outras viagens... VIA
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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Almério - Desempena (2017)...





Com timbre andrógino que remete à linhagem de cantores descendentes da voz matricial de Ney Matogrosso, como Filipe Catto e João Fênix, o cantor e compositor pernambucano Almério lança esta semana a gravação da música Queria ter pra te dar, eleita o primeiro single do segundo álbum do artista, Desempena, previsto para ter sido lançado em 2016, mas ora programado para ser editado em março deste ano de 2017. Nascido há 36 anos em Altinho (PE), mas mais conhecido em Caruaru (PE), onde iniciou em 2003 a carreira de cantor e ator, Almério Rodrigo Menezes Feitosa dá voz em Desempena a músicas de compositores de Pernambuco. Gravada com os toques do violão de ação e do baixo de Juliano Holanda, produtor do álbum Desempena, a música Queria ter pra te dar é de autoria do compositor recifense Martins. De Isabela Moraes, Almério gravou Segredo. Já O chamado é parceria de Valdir Santos com o próprio Almério... VIA
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Coletânea Paranoia Musique - Paranoia Musique Vol. 1 (2017)




"Uma festa alternativa e agora um selo do Rio de Janeiro / Brasil, Paranoia Musique lançou sua primeira coletânea chamada “Paranoia Musique Vol. 1”. Fundado por Diego de Oliveira (da banda synth Cubüs), o selo traz nesse lançamento os melhores e mais inovadores artistas do underground"
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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Sweet Desastre - Sweet Desastre (2017)




"Sweet Desastre é uma dupla formada por Glauber Guimarães e Heitor Dantas. O álbum homônimo (Uma trilha sonora para um filme expressionista imaginário) possui 12 faixas gravadas entre abril e junho de 2017. Há ecos aqui e ali de Tom Waits, Kurt Weill, música étnica, Marc Ribot, maquinário industrial, Buñuel, Frank Zappa, Film Noir, música brasileira, David Lynch, música erudita de vanguarda e estética lo-fi".
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Far From Alaska - Unlikely (2017)...




Um impulso espontâneo, instintivo e natural deu origem as doze faixas de Unlikely (2017), o segundo disco do Far From Alaska. Sem deixar de lado o tradicional rock incendiário da banda potiguar, o trabalho passeia por diferentes sonoridades, que se abrem em novos caminhos e atmosferas. Unlikely chegou ao mundo em 4 de agosto e já está disponível em todas as plataformas digitais. Produzido, mixado e acompanhado de perto pela renomada produtora americana Sylvia Massy, Unlikely foi gravado em Ashland (Oregon, nos EUA) e revela um lado mais ousado e improvável do Far From Alaska, que é formado por Emmily Barreto (vocais), Cris Botarelli (steel guitar, sintetizador e vocais), Rafael Brasil (guitarra), Edu Filgueira (baixo) e Lauro Kirsch (bateria). Após o elogiado disco de estreia modeHuman, o grupo mergulhou em novas possibilidades... VIA
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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Criolina - Radiola Em Transe (2017)...





Depois de Criolina (2007), Cine Tropical (2011) e o EP Latino Americano (2016), Alê Muniz e Luciana Simões lançam agora o álbum Radiola em Transe. São 13 inéditas que vão do reggae do rock, do ragga à dança do lelê, entre outros gêneros e ritmos. As faixas têm autoria da dupla, duas delas em parceria com o poeta Celso Borges. Gravado no estúdio ParedeMeia, em Piracaia, a 100 km de São Paulo, em setembro e outubro deste ano, Radiola em Transe sai pelo selo paulistano Sete Sóis e tem direção de Rovilson Pascoal. O disco dialoga com a psicodelia dos anos 70 e experimenta novas texturas sonora...
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Letrux - Letrux Em Noite de Climão (2017)




"“Que engraçado / Sobrou tão pouco / Que tragédia / Foi tudo tanto / Que engraçado / Cê não tá louco / Que tragédia / Eu tô um pouco”. A soturna introdução de Vai Render, faixa de abertura de Letrux Em Noite de Climão (2017, Joia Moderna), pinta um curioso (e dramático) quadro do universo romântico, dançante e entristecido que abastece o primeiro álbum de Letícia Novaes em carreira solo. Entre sorrisos falsos, versos marcados pela libertação, ironia e sussurros eróticos, um convite a mergulhar nas pistas de dança", continue lendo.
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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Figueroas - Swing Veneno (2017)



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"Não poderia existir melhor época para o lançamento de Swing Veneno (2017, Deck Disc / Läjä Records). Segundo registro de inéditas do Figueroas, projeto comandado pela dupla alagoana Givly Simons (vocal) e Dinho Zampier (órgão, sintetizador), o trabalho de dez faixas funciona como um curioso rito de passagem para a chegada do Carnaval. Uma solução de versos, batidas e melodias quentes, sempre provocantes, ponto de partida para cada uma das canções dissolvidas no interior da obra".


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Graxa - A concorrência é demais! (2017)...




Graxa desde Molho, primeiro disco lançado, agrada a redação. Não de forma unânime, verdade seja dita. A Concorrência é Demais fecha uma trilogia começada com Molho e que teve Aquele Disco Massa na sequência. Este filho derradeiro é o mais bem acabado e um disco conceitual. Segundo Ângelo Souza, o Graxa, o disco fecha um ciclo que começou com um olhar interno (Molho), passou por um olhar geral (Aquele Disco Massa) e terminou na volta pra casa, o Jiquiá onde ele mora, aceitando que deu merda. A Concorrência é Demais é fruto de dois anos de experimentações que deveriam resultar em um disco duplo. Não rolou. Algumas músicas com o andar da carruagem nesses dois anos mudaram, mas não perderam a essência do todo. Cada música segue um caminho levando a seguinte e cada construção sonora segue o que as letras e ideias pedem. Ou seja, a diversificação do álbum é fruto da necessidade de se contar a história do disco e passar por momentos da infância, momentos de doideira, momentos de amor e até momentos reflexivos de pensar em desistir e meter o pé na jaca. Afinal, todo mundo precisa mais cedo ou mais tarde. As letras sempre abordam temas que levam o ouvinte a algo pessoal o que faz a assimilação mais fácil, não existe poesia cabeçuda, existe a essência em forma de música do que se passa no dia a dia. Uma curiosidade sobre o disco é que a capa original não pode ser utilizada no Spotify porque exigiram liberação do uso da imagem de todas as figuras presentes na capa. Complicado... VIA
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