segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Literal - Farewell Record (2016)





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Maru - Práxis EP (2016)...




A banda Maru trabalha essencialmente com composições próprias. O estilo musical do projeto tem como principal referência sonora o proto-punk, ska-punk e o art-rock americano do final da década de 1960 até a primeira cena punk britânica no final da década de 1970 e a inevitável influência poética da musica popular brasileira do mesmo período. Alusões cinematográficas, nostalgia, contemplação do ócio e epifanias da vida cotidiana são alguns dos temas que muitas vezes são abordados nas canções geralmente curtas e que dão a identidade ao projeto...
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domingo, 28 de agosto de 2016

Dudu Foxx - Um Sample de Cada Dia (2016)...




O enfrentamento vem de Cabo Frio (RJ), o nome do combatente é Dudu Foxx, beatmaker e integrante do Junção Exata. Dudu domina o Fruit Loops – programa de produção – e fabrica a munição instrumental beats para Mabu TramaVersos, Flavio XL, Skel Vozes, Fabio Emecê, Flor de Pernambuco. Dudu Foxx lançou recentemente o EP “Um Sample de Cada Dia”, trabalho cheio de beats alternativos e colagens de MPB. Pra quem que sair do lugar comum, este EP representa um momento de subversão, é apropriação reciclada para os periféricos e sedentos por novidades. Está esperando o que para dar o play?... VIA
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sábado, 27 de agosto de 2016

Bruna Mendez - O Mesmo Mar Que Nega a Terra Cede a Sua Calma (2016)




"A primeira metade de O Mesmo Mar que Nega a Terra Cede à Sua Calma parece desenrolar-se de uma só vez, em um só fôlego, denotando seu aspecto de desabafo romântico (o que é sempre mais interessante do que uma mera "declaração de amor") na voz de Bruna Mendez, um espírito que domina todo o álbum por entre versos sensíveis e belos. Sua voz carinhosa e interpretação sensível são as grandes protagonistas da obra ao cantar letras formadas por palavras simples, como "Acho que o meu sofá merece você" (em Sorte) e metáforas mais rebuscadas, como o verso que batiza obra (em Brisa). É um disco de canções de amor à moda antiga com uma roupagem muito contemporânea daquilo que é feito no Brasil e no mundo hoje", continue lendo no MonkeyBuzz.
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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Walverdes - Repuxo (2016)...




Alguns dias atrás, o Walverdes deu sinal de vida após longo período e lançou o EP Repuxo, trabalho que estava prometido desde o começo do ano pela banda e que sucede Breakdance, de 2010. Nós da redação gostamos tanto desses caras que acompanhamos o ritmo deles e somente agora vamos falar sobre o lançamento. O trabalho lançado pela Loop Discos foi produzido pelo guitarrista Júlio Porto e traz o Walverdes experimentando novos efeitos sobre as suas faixas, ganhando uma nova roupagem bem interessante, porém, sem perder a sua essência com a costumeira sonoridade bastante crua. Nos levando a pancadas garageiras e punks diretas acompanhadas de letras simples que parecem ser repetidas de outras músicas deles. Um padrão de produção que funciona bem para a proposta dos gaúchos... Leia Mais
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Não Ao Futebol Moderno - Vida Que Segue (2016)




"Claro que a “mudança de direção” por parte da banda em nenhum momento interfere na construção de pequenos atos criativos que apontam para o registro apresentado há dois anos. Basta se concentrar na quinta faixa do disco, a dolorosa Saia. Enquanto os versos sufocam pela temática existencialista – “Eu sei que o que eu vou fazer vocês já fizeram antes de eu nascer / Eu só quero tentar” –, musicalmente a canção parece romper com a trilha psicodélica que inaugura o álbum, apontando de maneira explícita para o rock alternativo do final dos anos 1990. Em Peso Pesar, sexta canção do registro, um curioso encontro entre o passado (recente) e a presente fase do grupo gaúcho. São arranjos que inicialmente esbarram na obra de veteranos como The Smiths, vozes mergulhadas em versos semi-declamados e doses controladas de psicodelia, ponte para o fechamento essencialmente letárgico da canção, íntimo de artistas como DIIV e até da banda carioca Séculos Apaixonados. Uma fina representação do mosaico criativo que cresce parece crescer no interior do álbum", continue lendo no Miojo Indie.
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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Sentidor - Memoro Fantomo_Rio Preto (2016)




"“Memoro Fantomo_Rio Preto” é um disco duplo sobre a queda num abismo e os momentos antes dela. Um diário sensorial sobre a depressão e um estudo artístico sobre a mente e as memórias. Compor essas músicas foi a minha forma de dar sentido a um período de perigosa dessignificação na minha vida. Elas funcionam como a trilha de migalhas de pão no meio do caos; são uma linha de acesso aos porquês e aos prelúdios que apenas agora consigo começar a compreender e acessar. Trilhando de alguma forma o mesmo caminho começado em “Dilúvio”, Memoro Fantomo – Memória Fantasma, em esperanto – é uma viagem a memórias não resolvidas. Cada uma das oito faixas representa de alguma forma uma dessas memórias que me acompanharam à força durante o processo de feitura dessa parte do álbum: Os meses de novembro e dezembro de 2015, e janeiro de 2016. As faixas são explorações sensoriais dessas lembranças, e funcionaram como tentativas de lidar com elas: durante esses meses, eu costumava voltar pra casa de madrugada, sem conseguir dormir; eu então pegava meu computador e compunha as paisagens sonoras até que as memórias se tornassem menos incômodas. Por isso o disco tem o tom tão ambiente e denso; antes de funcionarem como arte, “Memoro Fantomo” serviu pra mim como terapia emergencial. Na versão final do álbum, cada faixa é acompanhada por uma foto – com excessão de Dezembro, que vem acompanhada de um cena do filme “Walden”, de Jonas Mekas – e uma série de anotações. Todos os três conteúdos atuam da mesma forma, como abordagens, desabafos e reflexões a respeito das memórias fantasmas. “Rio Preto” por sua vez é um retrato – também abstrato e sensorial – da minha última crise depressiva, que teve início no fim de Maio de 2016. Ela se desencadeou poucos dias depois do meu retorno de uma viagem realizada à Reserva Estadual do Rio Preto, que fica próxima à cidade de São Gonçalo do Rio Preto. Durante os três dias que passei lá, visitando cachoeiras e sítios de pinturas rupestres, participando de um documentário como captador de som direto, as memórias fantasmas se tornaram mais intensas e se transformaram num curioso êxtase que durou quase os três dias. “Rio Preto” foi inteiramente composto no meu quarto, durante a crise de depressão, numa espécie de retrabalho das experiências vividas no Rio Preto. Cada uma das cinco faixas é também acompanhada de uma foto, todas elas tiradas no Rio Preto. As duas metades do disco são trechos de uma mesma crescente psicológica. As memórias fantasmas são a expressão de uma série de dilemas e questões envolvendo o tempo, a memória, o luto e a separação, questões que acabaram por desencadear o processo com o qual tenho lidado nos últimos meses, desde o retorno da viagem ao Rio Preto. São objetos de extremo valor emocional, e são músicas muito pessoais. Compartilho tudo isso em forma de um disco instrumental na esperança que possa tocar alguém, e que possa ajudar da mesma forma que me ajudou. Sem ter de se preocupar com as palavras, o corpo às vezes encontra outras formas de dizer o que precisa. É nisso que se resume esse disco: uma entrega radical de intimidade, a quem quiser tentar ouvir. Espero que a experiência seja rica."
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Dom Pescoço - Temperar (2016)...





Um dos destaques do cenário nacional da música independente, os joseenses do Dom Pescoço está prestes a lançar seu primeiro disco de estúdio. O EP “Temperar” saio do forno e ja está nos canais de streaming e nas mídias sociais do grupo. O trabalho traz cinco canções que personificam a pluralidade sonora da banda criada em 2014. O tempero é exótico, com combinações explosivas entre psicodelia, tropicalismo e aflorada brasilidade. O desafio é tirar do estúdio a mesma energia experimental que o grupo vem apresentando nos palcos de festivais pelo Brasil... VIA
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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

BETON - Ao vivo - Pé de Macaco S/A (2016)...





Apresentação da banda eslovaca BETON na sede da Pé de Macaco S/A (São Carlos-SP). O show foi parte da primeira turnê da banda pelo Brasil. A Beton foi formada na Eslováquia em 2004 com a ideia de reviver o crust e o disbeat sueco. A primeira formação gravou o material para o Split LP com CAD, viajou pelo norte da europa, Republica Tcheca e Eslováquia. Em 2007 e 2008 o Split LP ficou pronto e em 2009, já com uma nova formação, gravou os splits com Besthoven do Brasil e Skeleton do Canadá. O som foi ficando mais brutal e caminhando para o metal/punk, Em 2011 novamente mudou de formação e começou a tocar novamente pela europa e preparar novas musicas já com um pouco de death metal/crust e gravou algo novo em 2013 e que saiu em 2014...
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terça-feira, 23 de agosto de 2016

Rakta - III (2016)



Download: III.zip

"Apesar do título, “III” é o segundo disco da banda paulista Rakta, uma das preferidas aqui da casa há tempos. O primeiro, sem título, foi lançado em dezembro de 2013, mas durante o percurso entre um e outro o grupo ofereceu o EP “Rakta Em Transe”, em parceria com a Cadáver Em Transe", continue lendo no Floga-se.
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Jorge Curti - #Revoltz (2016)...




#Revoltz é um eco dos protestos de Junho de 2013, que jogaram consciência política numa juventude que não sabia muito bem o que era uma manifestação. Jorge Curti resumiu todos os textões de Facebook que não escreveu em sete canções que tratam de assuntos políticos relevantes como: onda de protestos contra o governo, a crise dos refugiados sírios, o desastre de Mariana, o hacktivism e a crise de espionagem global. Teclados de Curti e a guitarra de Edu Pavani criam um ambiente synth/pop/rock dando lucidez aos temas complicados...


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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Kalouv - Planar Sobre o Invisível (2016)...





No começo de 2016, a Kalouv fez uma turnê que passou por dez cidades brasileiras nas regiões Nordeste, Sul e Sudeste. Durante a estadia em São Paulo, o grupo participou do projeto Converse Rubber Tracks, onde teve um dia inteiro num dos mais bem equipados espaços de gravação da cidade, o Family Mob Studios. Duas músicas foram registradas e, no Recife, o trabalho foi completado no Estúdio CODA, junto ao produtor Roberto Kramer, que também mixou e masterizou as faixas. O resultado das gravações é um compacto denominado “Planar Sobre o Invisível”. O novo trabalho funciona como uma prévia do próximo álbum, que deve sair apenas no próximo ano. A capa, assinada pelo artista paulista Alexandre Palacio, somada ao modo como as músicas “Peixe Voador” e “Da Bravura, Inocência” foram construídas, evidenciam ainda mais algumas inspirações da Kalouv, como jogos eletrônicos, filmes e quadrinhos, além da predileção em criar espécies de trilhas sonoras pensando nesses universos. Para celebrar o lançamento, a Kalouv faz um novo giro pelo sul e sudeste. Se apresenta em cidades como Campinas, Piracicaba, Florianópolis, Curitiba e passa novamente por São Paulo...
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Mesa de Centro - História de uma vida (até aqui) (2016)




"Composta por quatro jovens multi-instrumentistas que se uniram para produzir músicas inovadoras e atraentes para os ouvintes, a Mesa de Centro surge com canções casuais que têm espaço na vida das pessoas e na cena musical brasileira. O EP “História de uma vida (até aqui)” é uma amostra da versatilidade e do caráter multifacetado do grupo. Com meia dúzia de músicas que trazem influências do pop, grunge, rock alternativo e até mesmo da bossa nova, a banda é uma promessa de sucesso esperando para ser apresentada ao público".
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domingo, 21 de agosto de 2016

Beli Remour - O Gigante Egoísta (2016)




"Nessa nova fase Beli utilizou o isolamento, instrumentos orgânicos e vários plugins pra criarem uma atmosfera de solitude/2016 que é e ao mesmo tempo não é um isolamento por conter computadores e redes sociais ao seu redor".
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sábado, 20 de agosto de 2016

REVERENDO T & Os Discípulos Descrentes - Puta B​.​O​.​C​.​A. Santa (2016)...




As impressionantes canções do EP Puta B.O.C.A Santa do grupo Reverendo T & os discípulos descrentes podem ser creditadas como a primeira crônica musical do tempo em que vivemos: do que venho chamando de “estado de excreção” (político, estético, religioso)! Que o rock brasileiro tenha se antecipado a descrever o nosso fim dos tempos (já que a mpb, tão preocupada com seus romantismos e saudosismos, está impossibilitada de investir nessa empreitada...) é uma potente reverberação do trabalho poético do cantor e pesquisador Tony Lopes e das amplas referencias musicais de seu parceiro - nesse inusitado projeto - o músico (e mago do estúdio!) Heitor Dantas. Ambos nos oferecem uma ambiência de extrema radicalidade poética, seja literária ou sonora, inusual em nossa modorrenta cena musical. Evocando a malignidade como estética norteadora do trabalho, as letras de Tony Lopes discorrem sobre o “estado excrecionário”: uma boca que se metamorfoseia em anus, ingerindo e excretando realidades e que “cheia de excrementos e injurias” espera “ pelo fim calada” (Boca Fechada); a “perda de rota” da beleza que, agora “se esconde no abandono/do jardim das flores mortas” (No abandono); no desencanto como condição de continuarmos, pois o que tínhamos de fé agora é a “indecência exposta num altar” (Amém). O desconcerto sonoro de Heitor Dantas nos atinge em desarranjos sucessivos, na alternância de estados, na imprevisibilidade de instrumentos e melodias: do lirismo de uma guitarra “blues” ao solo de um “cello”, do “riff” pesado ao ritmo dos atabaques, das “colagens” sonoras ao tratamento “sinistro” da voz do nosso pastor maldito. Esse EP surpreendente é a ultrassonografia de nossa perda e abandono. Como o parto do desprezível personagem do qual não sabemos a quem pertence “o ventre/que abrigou esse escroto” (Pai & mãe). Não seria essa a descrição de como nos sentimos frente aquilo que chamávamos de “brasil”? Não são as palavras e sons de nossa estupefação? Não será fácil ouvir o Reverendo T em sua pastoral do inferno. O que ele nos diz, em sua missa negra, é que em sua bíblia inversa, no fim estava o verbo cantado...
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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Blear - Blear (2016)



Download: Blear.zip

"Blear, quarteto paulistano de noise timbrado em guitar bands noventeiras, lançou seu aguardado primeiro álbum em maio passado. Auto-intitulado, o disco chegou com expectativa alta já que o Blear vem fazendo terreno para o lançamento há dois anos com várias apresentações e elogios de ouvintes pelo país todo - e até um salve da gringa chegou até a banda. Blear, o disco, é um compilado de canções que nasceram sem grande alvoroço mas que tomaram a forma necessária para expressar a urgência das confusões que passamos enquanto jovens. A dissonância das guitarras, o noise em contraposição à harmonia, os vocais abafados, os gritos: elementos de uma verdadeira questão dialética quando a tensão vem alta, o que não impede alguns momentos de calmaria - um estilo de composição que traduz as variadas emoções (e as reações) que temos às adversidades. Depois de alguns shows de lançamento durante junho, no mês de julho está previsto o lançamento do clipe de “Bathroom”, faixa cantada a plenos pulmões pelo público ao vivo e que ganha adaptação para o vídeo com roteiro e direção de Marcelo Kzm . Outros planos para o segundo semestre preveem mais shows em São Paulo (o próximo marcado para 6/8 na Funhouse), datas pelo interior paulista e uma esticada até o Rio de Janeiro. Blear é Anderson Lima (baixo/backing vocals), Erick Alves (guitarra/voz), Rodrigo Lima (guitarra/voz) e Vitor Kajiro (bateria)".
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Vintage Vantage - Neblina EP (2016)...




Há uma velha frase que diz que o ‘baixo é a alma da música’. Não deixa de ser verdade, mas também não quer dizer que os graves devem ser limitados às quatro cordas convencionais. A grande sacada é saber aproveitar as oportunidade e usar com criatividade o que tem, seja limitação técnica, de pessoas ou se realmente sua proposta é sair do formato padrão de banda. E se é para ousar, que se faça com estilo. Bateria, guitarra e piano. É assim, sem vocal, baixo e com um piano que a Vintage Vantage se apresenta para o mundo. O trio instrumental formado por Gabriela Ila (piano), Lucas Pacífico (guitarra) e Renan Magão (bateria) nasceu em Taguatinda-DF em 2010, lançando neste mês o seu segundo registro, o EP Neblina... Leia Mais
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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Hisbadself - Juntar as Ideias e Fazer Algo EP (2016)...




A inquietude de dois irmãos amapaenses vivendo sob o sol paraibano vendo a cidade estagnando para a movimentação hardcore underground fez surgir a Hisbadself tocando um hardcore punk oitentista influenciado por bandas como Minor Threat, Dead Kennedys, Black Flag, Circle Jerks e Off! do único jeito que eles não sabiam fazer. Estes sons fazem parte do EP box "Juntar as Ideias e Fazer Algo" que está sendo lançado pelo selo Subfolk em uma proposta bem legal junto a outras cinco bandas: Zefirina Bomba, Stress City, A.E.P., Urubu Trip e Venus in Fuzz, há ser completado ainda este ano com o lançamento dos outros volumes...
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Sacripantas e Rotundos - Desalento (2016)



Download: Desalento.zip

Sacripantas e Rotundos é uma banda de Canoas, RS.
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