quarta-feira, 28 de junho de 2017

Bratislava - Fogo (2017)...




Download: Fogo (2017).zip

Fogo é o terceiro disco da banda paulista de rock alternativo Bratislava. Mais curto do que o anterior, o novo trabalho é também mais abrasivo, com músicas de letras fortes e mensagens claras. O Sonho é a temática mais presente, abordada de diferentes formas nas faixas Sonhando, Trancado, Dança de Doido e na spoken Fala Prescindível. Outras temáticas abordadas são o Lugar de Fala, o Niilismo e os relacionamentos amorosos que machucam....
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Açúcar Mascavo - Açúcar Mascavo - EP (2017)





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terça-feira, 27 de junho de 2017

ehoro - P2P3P4



Download: P2P3P4.zip

"6. música para lugares. memória que falha".
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Mombojó & Laetitia Sadier - Summer Long EP (2017)...




Summer Long é fruto de um projeto aprovado em uma lei estadual de incentivo à cultura, e foi criado durante uma temporada de confinamento da banda Mombojó e da artista em uma casa na região de Aldeia, no município pernambucano de Camaragibe. Lá foram registradas as quatro canções inéditas do EP, que trazem Laetitia cantando em francês e em inglês. A parceria entre os músicos começou em 2014, quando Laetitia participou de “Summer Long”, faixa de mesmo nome do novo trabalho, integrante do disco Alexandre (2014). A união foi retomada no ano passado, quando a música ganhou um elaborado videoclipe. E a relação entre Mombojó e Laetitia vai além da colaboração musical. Isso porque o Stereolab é declaradamente a maior influência dos integrantes do grupo pernambucano desde o começo da carreira, há mais de uma década. Depois de se juntarem para a canção de Alexandre, os brasileiros foram atrás da cantora novamente, desta vez para algo mais sólido... VIA
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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Plipp - Ephemeral (2017)




Download: Ephemeral.zip

PLIPP é um projeto paralelo do baterista mineiro Felipe Continentino, que já vinha explorando a música eletrônica há algum tempo, ligado a composições de trilhas sonoras. Ephemeral é o resultado de 2 anos de experimentos e traz elementos que vão do acid ao ambient, downtempo, IDM, synthpop. O disco apresenta linhas muito bem elaboradas, ora harmônicas ora darks, com batidas originais que, para além do eletrônico, contam com intervenções nas baterias acústicas, dando um toque original ao álbum, que conta com 13 faixas. Nas influências, Aphex Twin, Boards of Canada, Bibio, Flying Lotus e por aí vai. Tudo, tudo, do álbum à capa, feito em seu próprio homestudio, fazendo jus ao estilo DIY.
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domingo, 25 de junho de 2017

Automnymous - Juice Metal (2017)...




As batidas, ruídos e loops reprocessados e distorcidos foram resultado de um objetivo primordial: a criação de sons que remetessem ao 'metal', sem que estes tivessem a obrigação de possuir uma estrutura tradicional de bandas de 'metal'. As influências principais na hora de pensar o esqueleto de cada faixa foram Emperor, Pyramids, Altaar, Nunslaughter e Beherit (no qual foi coverizado "The Gate of Inanna")...
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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Fidell - Fidell EP 2017 (2017)




"Produzido de forma independente, com captação e mixagem de Christopher Scullion, o EP tem a intenção de registrar de maneira urgente as principais composições do autor antes que caiam no esquecimento. A captação feita com o gravador cassete "Tascam 424 4-track" dá o brilho na sonoridade simples e intimista, com letras de amor e cotidiano, reforçando a sinceridade da obra".
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Ximbra - A Maldição Desta Cidade Cairá Sobre Nós (2017)...




Gravado em dezembro de 2016, em Maceió, 'A Maldição Desta Cidade Cairá sobre Nós' conta com dez canções, que a Ximbra já vem tocando ao vivo e aperfeiçoando nos últimos dois anos. Para se aproximar o máximo da energia da banda o disco foi gravado ao vivo em estúdio, com exceção dos vocais e contou com o sensível apoio de Smhir Garcia, guitarrista da banda Amandinho e baixista das bandas Jorg e Karaokê Holanda, que teve bastante trabalho na realização da tarefa. A mixagem foi feita pelo amigo Joaquim Prado (ex-guitarrista da banda de rock instrumental Labirinto), que conseguiu dar ainda mais brilho e peso ao esforço de Smhir. As letras tratam de temas locais, como o desequilíbrio na concentração de renda, a relação amor-ódio dos maceioenses com sua cidade, angústia e solidão. Além disso arriscam-se a criticar o conservadorismo, o racismo e a brutalidade das forças de segurança. As canções da banda buscam trazer peso e melodia, com as letras chamando o tipo de instrumental a se fazer, chegando mesmo a ter um samba no repertório...
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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Vulgo Garbus - Ao Vivo no Teatro do Boi (2017)...




Formada em Teresina-PI em novembro de 2013 por Pádua Belo (guitarras), Fernando Castelo Branco (baixo) e Jean Sousa (bateria), a Vulgo Garbus tem um som calcado na sonoridade setentista do stoner rock, mas agregando outras vertentes como o thrash e o industrial; tudo isso sem vocais. Apos uma séries de shows na capital piauiense, a Vulgo Garbus passa a figurar em eventos de repercussão local e regional, ao lado de bandas locais e de outros estados do nordeste. Em 2015 lançam seu primeiro disco cheio "Sonitus", com sete regravações e quatro inéditas. No momento, além de seguir tocando as faixas do Sonitus, a banda já começa a preparar um novo material, que já esta sendo testado nos shows.

A banda representa o instrumental do Piauí no M.ar.the - A Mostra de Arte Sonora que acontece no sábado (24/06) no Espaço Cultural Noé Mendes (UFPI), dentro do dia da música 2017...
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Plano - Plano EP (2017)



Download: Plano EP.zip

"todas as músicas do projeto plano foram produzidas e mixadas por tássio e william moreira dos santos no estúdio distopia".
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quarta-feira, 21 de junho de 2017

A MÃE RUSSIA - Entre Você e o Universo (2017)





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Curumin - BOCA (2017)...



Download: BOCA (2017).zip

A sociedade que gera o Sertanejo Universitário é a mesma que gera Boca, quarto álbum de Curumin. É bom lembrar, porque parecem mundos opostos dissociados. Não seria exagero dizer que o são. O país que parece dançar enfeitiçado por uma tela de algumas dezenas de polegadas não deveria ser capaz de comportar tanta criatividade e capacidade de reagir a este mesmo encantamento. Mas, felizmente, é. Tal postulado leva a discussão sobre Boca para um outro plano, além do estético e isso só cabe em grandes álbuns políticos. Não que Curumin tenha pensado em fazer algum tipo de manifesto em seu mais recente disco, mas a inserção de tantas referências de música brasileira popular, de modo orgânico e com cuidados de produção, além de privilégio dado à criatividade, é, hoje em dia, uma declaração de intenções diante da mesmice. Por isso, novamente digo: a mesma São Paulo dos Sertanejos e derivados também comporta os cronistas do cotidiano injusto, que vivem como esponjas de informação pelas ruas da grande metrópole. Repito: ainda bem... VIA
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terça-feira, 20 de junho de 2017

Maria Sabina & a Pêia - Tempo Arruaceiro (2017)...





Primeiro lançamento da banda brasiliense Maria Sabina & a Pêia, após dois anos apresentando seu repertório autoral, o EP "Tempo Arruaceiro" é uma mistura de ritmos brasileiros e rock psicodélico, conduzido por mensagens rebeldes, eufóricas e românticas. Produzido por Kelton Gomes e Guilherme Negrão, a definição do ritmo diferente de cada música vem na base do cavaco, com a levada da bateria e da percussão, e o rock chega com a guitarra, o baixo e o sintetizador, pesando a sonoridade da banda. A primeira faixa, baião com rabeca que dá nome ao EP e gerou o primeiro vídeo clipe da banda, é um chamamento, abrindo com o som sagrado da tigela tibetana e a invocação da natureza representada pelo vento, em referência aos chamados dos cânticos dos rituais de ayuasca e à música "O vento", de Dorival Caymmi. A letra passeia pelas aflições provocadas pela passagem implacável do tempo e da força da natureza sobre os homens, chegando à superação destes medos por meio da compreensão da beleza dos processos naturais da vida. A aceitação do tempo liberta, permitindo o triunfo da euforia sobre a tristeza, com festa e arruaça para celebrar a vida. Mantendo o estilo sonoro próximo do sertão nordestino, num frevo temperado com slides de guitarra, “Herdeiras de Antônio Conselheiro” segue ressoando vocalizes de mantras, com forte influência de Alceu Valença, questionando o que aconteceu com a descendência dos sobreviventes da Guerra de Canudos. Inspirada no realismo fantástico, a música sugere que anjos ousados possam ter arrebatado os resistentes do arraial – salvado, assim, o sonho de uma comunidade justa e igualitária –, e que os descendentes dos sobreviventes estariam hoje espalhados pelo Brasil, mas lutando unidos contra a exploração social...
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Não, Não​-​Eu - Não, Não​-​Eu (2017)




"Não Não-Eu é um trio formado em Belo Horizonte que conta com os integrantes: Pâmilla Vilas Boas (vocal, guitarra, synths), Cláudio Valentin (baixo, synts), Thiago Carvalho (bateria)".
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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Lutre - Apego (2017)



Download: Apego.zip

"Sem pressa, as guitarras e melodias instáveis da inaugural Céu detalham uma curiosa paisagem instrumental, estabelecendo possíveis limites e regras sentimentais que orientam o primeiro álbum de estúdio do power trio goiano Lutre, Apego (2017, Independente). Ruídos, batidas, a linha de baixo pulsante e guitarras versáteis que servem de base para a poesia dolorosa que se espalha pelo interior da composição — “Não precisa chorar / Foi você quem escolheu / ‘Rancar’ pétala por pétala / E no fim fingir que esqueceu“.", continue lendo.
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dronedeus - dronedeus (2016)...




dronedeus é um quarteto fortalezense que mistura spoken word, triphop e experimentalismos eletrônicos. Voz, textos, poesia, samples, distorções, tudo misturado para apresentar uma paisagem quase randômica, que conversa com a tradição da poesia sonora e do art rock, ou rock de vanguarda. Criada a partir do encontro dos textos de Lenildo Gomes e da música melancólica de Vitor Colares e Rodrigo Colares, a banda busca ultrapassar alguns limites dos gêneros artísticos que compõem seu escopo criativo. Música e literatura, textos e ruídos, imagens…
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domingo, 18 de junho de 2017

Mario The Alencar - Great Diary Things (2017)




"Seu histórico como Mario The Alencar (uma de muitas de suas personificações) mostra um trabalho calcado no folk com ”insights guitarrísticos”, tudo num clima lo-fi, termo que é bagunçado, eu admito, onde a gravação caseira faz questão de mostrar que é feita em casa. Seu novo trabalho vai além, muito além – amadurecido como produtor e compositor ele construiu para mim, sua melhor cria. Influências de Eliott Smith, Pedro The Lion, Daniel Johnston – Mário tem seu jeito de cantar um pouco desafinado/desleixado com um quê de Stephen Malkmus e Sufjan Stevens que são perceptíveis nesse álbum; disse perceptíveis, não copiados. O cara é ”full noventista” nas suas referências na maioria de seus projetos, mas principalmente como Mario The Alencar, assim também como sua banda Killing Surfers. Desde que aprendeu a lidar com programações de bateria sua evolução é gritante, suas guitarras ora levemente distorcidas ora carregadas de chorus, flangers, delays que lembram outros trabalhos seus como o Sketchquiet. Amigos, o cara criou seu estilo e isso é um diferencial. Com o auxilio de Reuel Albuquerque guitarrista da banda Jude, colocou de forma sensacional metais e sopros sampleados em algumas faixas, a diversidade do disco atingiu um patamar maior ainda, às vezes lembrando o trabalho solo de Neil Halstead, vocalista do Slowdive/Mojave 3 e o já citado Sufjan Stevens. O disco é produzido pelo próprio Alencar, ele gravou as guitarras, contrabaixo, vocais, baterias e as letras são de sua total autoria. Destaque para as belíssimas faixas Blankets, Pale Clouds, Summer’s Day e Longing. Em Breakfast Junkie e Feeling So Blue ele brinca de Pavement com um tom debochado/brincalhão. A música Hard Country que leva a um country mais alternativo com guitarras dissonantes também merece esse destaque. Uma coisa que observo, esse rapaz também é artista visual e designer gráfico, e o som de seus discos se relacionam com as capas, ora com ilustrações próprias ou com fotos ou montagens. Se a capa é mais sombria seu som será mais ”dark” (haha), se o desenho é mais singelo seu som será mais enxuto e nesse álbum, ele fez uma capa mais colorida, com pequenos detalhes que merecem um olhar mais atento e coincidentemente esse é seu disco mais virtuoso e diversificado até agora. Vai agradar quem curte os referidos artistas – é um som indie (no clichê mesmo), mas é de primeira. Embarquem nessa viagem deste artista que não tem medo ou vergonha de amadurecer".
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sábado, 17 de junho de 2017

Oto Gris - Avôa (2015)...




Download: Avôa (2015).zip

Pensando alto, aqui: o Brasil é um país de poesia! Na música então, ela sempre esteve bem presente. Desde os sambas antigos, as bossas, neo-bossas, pós-bossas. Mas muito pouco no rock. Ainda pensando alto e correndo um grande risco de cometer algum engano, Renato Russo e Cazuza foram os roqueiros que mais se dedicaram à escrita, ainda assim, nem sempre tinham um resultado musical poético. Em tempo, Arnaldo Antunes merece destaque, com sua poesia concreta, mas ainda dentro de um rock cru. A fusão poesia-papel com poesia-pauta é pra poucos. Do que eu vi e ouvi até hoje, nos meus 32 e poucos anos, acredito que a banda de rock Los Hermanos foi quem mais se aproximou dessa estética música-poesia. Os álbuns Bloco do Eu Sozinho, Ventura e IV realmente são memoráveis. As melodias, harmonias, letras e timbres das músicas desses três álbuns foram compostas da divisão de um único óvulo fecundado, como quadrigêmeos univitelinos. A marca principal de todos eles: a melancolia. Melancolia nas letras, nos timbres e no jeito de cantar. Melancolia no repertorio musical da juventude inquieta. Los Hermanos foi bom, mas a geração pós-LH tem se superado a cada disco lançado. Apanhador Só, Silva, Cícero, Baleia, Trupe Chá de Boldo... Cada banda no seu estilo, na sua pegada, mas todas tem um pé na tal da melancolia e expressando sentimento através da música. Oto Gris entra nessa leva de bandas pós-LH. O trio cearense tem um cuidado especial com os sons. As músicas não se limitam a ser melodia e harmonia. Elas são ambientes sonoros, têm narrativa que te levam para dentro da música. No momento que estou ouvindo “Avôa”, sou imediatamente transportado para outro universo, guiado por texturas, timbres, melodias, ritmos e letras provenientes da divisão do univitelino. Intenso e profundo mas nunca agressivo. É rock. É poesia musical... VIA
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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Fullreggae - Natureza (2011)...





Então vamos para a segunda postagem de hoje e agora iremos na vibe do Reggae com uma espetacular banda do estado do Piauí (estado onde resido!) mais precisamente de sua capital Teresina, lhe apresento a Fullreggae! Formada em 2001, a banda tem influências de vários artistas de Reggae, são eles: Alpha Blondy, Clinton Fearon, Israel Vibration, Morgan Heritage, Noisex, The Gladiotors, The Groundation, Tiken Jah e claro o rei Bob Marley. Em 2011, lançaram seu primeiro CD intitulado Natureza e após inúmeras apresentações de divulgação do álbum veio uma recompensa para a banda... VIA
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