quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Maslow's Paradox - Prólogo EP (2017)



Download: Prólogo EP.zip


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Vitor Brauer - O Anjo Azul (2017)...





"O Anjo Azul" é o terceiro e último disco de spoken word de Vitor Brauer, que completa a trilogia com "Nosferatu" e "M". O disco foi produzido por Vitor com instrumentais produzidos por Cadu Tenório, João Victor Santana (Carne Doce), Hugo Noguchi (Ventre), Barulhista, Benke Teixeira (Boogarins), Bruno Abdala, Paola Rodrigues, Lise, Kastelijns, Victor Vieira-Branco (Trio Repelente), Cairê Rego (Baleia) e Sentidor...
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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Constantina - Codorna (2017)...





Memória. Esta é a palavra que define este álbum e as músicas aqui reunidas. Como aquelas cartas escritas de um só ato de improviso, para depois serem engavetadas por não cumprir o seu tempo de destinação, la lettre volée, pequena carta posta de lado, esperando o momento de ser encontrada por outras pessoas que não o seu destinatário oficial. E pra diante de si devolvê-la livremente ao sentido de seu próprio voo. O lançamento acabou por ser assim também. Um convite realizado fora de seu tempo, sem que esperássemos… Decidimos revirar estas cartas e deixar a "Codorna" ser livre! Destinada a voar! E para quem sabe encontrar Jaburu e Pelicano nesse emaranhado céu! E juntas, nos mostrar como ser mais livres… menos engessados… pois é uma das coisas que percebemos nestes anos. como os fonogramas podem engessar… mas para além disso, como podem guardar memórias. Assim como Jaburu e Pelicano. Cordona, é a reunião destas cartas sonoras feitas espontaneamente entre o período de 2006 a 2014, que nos faz lembrar de momentos livres onde as notas fluíam por nossos dedos e passavam sem que percebêssemos por nossa consciência. Por isso assim. Sem alvoroços…sem avisos e destino…Codorna nasceu e decidiu voar espontaneamente. decidimos não segurá-la. Voa!

La volée!
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Floating Kid - Dust in Time (2017)



Download: Dust In Time.zip

Nós somos o que pensamos o tempo todo. Começamos ensaiar as primeiras músicas desse disco em 2015, de lá pra cá foram muitos ensaios, e aos poucos a intenção de repetir tantas vezes, nos colocou em dúvida do nossos passos, onde nossos movimentos chegaram? Um longo tempo em encontros “distantes”, sem fotos, nem lembranças. Foram com as notas de bolso, em acordes que atravessam a cidade pra tocar por uma hora e meia com seus amigos, para voltar a pé pra casa por que nem sempre sobra grana pra pegar um ônibus. No final de 2016 concluimos a primeira “audição” do disco em 10 sons! Com os quais neste album retiramos duas para um próximo. Então, se até mesmo a palavra impossível, só existe por ser possível, nós decidimos gravar e fizemos todo o instrumental em dezembro, no Nicos Studio. Pela primeira vez, tivemos a chance de escutar nossas músicas em um formato que nos agradou muito, com assistencia de gravação e longas conversas com o Vinicius, este rapaz, que nos deu o suporte necessário para ficarmos a vontade com todos os detalhes de timbres e ajustes. Enfim, depois de todas as festas de ano novo e depois de responder as perguntas dos familiares; "qual estilo sua banda toca?", Nós voltamos em janeiro para terminar as guitarras adicionais e os vocais com o Xao na Lavanderia. É incrível o que se pode fazer em casa, ou na casa dos seus amigos. Terminamos em abril. Em maio enviamos essas músicas para o Yago Oliveira e o Adolph de BH mixar e masterizar pra gente. Essa parte é complicada, foram três meses de vai e volta de arquivo até ficar bom, mas conseguimos um consenso depois de algumas lagrimas. Ao fim de agosto achamos o denominador comum e decidimos que acabou (valeu Yago e Adolpho a paciência, ficou foda!). Escolhemos algumas fotos do nosso amigo Marquitos Sanabria de La Plata, que conhecemos na tour do Sitinglass em 2014, e pedimos para o Bilico (Rafael Bessa) fazer uma arte com aquele toque elegante que ele administra. Findado esse percurso que atravessou quase três anos estamos aqui com o "Dust in Time". Tem vários sentimentos ai.
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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Nosso Querido Figueiredo - Juventude (2017)...




Por dois anos eu vinha cultivando na minha cabeça uma canção esquisita que dizia diretamente ao ouvinte: Esse é o som do fim da sua juventude. A gravação do novo álbum, chamado “Juventude”, se deu na maior parte entre o outono e o inverno de 2017, um período de tédio e frio em que a umidade de Porto Alegre penetrava no teclado do meu computador. Eu acompanhava os acontecimentos do Brasil e do mundo nos noticiários, ao mesmo tempo em que lidava com minha própria ansiedade, minha própria depressão sazonal – não tão incomum entre os habitantes desta cidade que passa semanas sem receber ao menos um raio de sol nos meses de julho ou agosto. Ansiedade: Perceber que estou envelhecendo, mas não necessariamente amadurecendo. Amadurecer é uma condição anterior à velhice. Envelhecer é a resposta do corpo ao processo interno de aceitar a idade adulta. Senso comum: Primeiro, a sabedoria. Depois, os cabelos brancos. No entanto, tenho entradas na testa e ainda não me sinto sábio. Moro debaixo de um teto e tenho animais de estimação. Tenho livros, muitos livros, tenho uma palavra atrás da outra para justificar um momento que não chega. Tenho um diploma e um grande passado pela frente. Sim, esse é o fim da minha juventude. Mas isso não quer dizer que eu tenha amadurecido. Afinal de contas, o que é a juventude? É um recorte temporal na vida de alguém ou simplesmente um estado de espírito? Ansiedade: Não tenho paciência para as perguntas. Quero inventar minhas próprias respostas...

Nosso Querido Figueiredo.
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Marchioretto - Demos #1 (2017)



Download: Demos #1.zip

"como o nome já diz, apenas demos que eu nunca vou usar".
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domingo, 19 de novembro de 2017

The Cigarettes - Saturno Wins (2017)...





Saturno Wins é o sétimo disco de estúdio do The Cigarettes, encabeçado pelo carioca Marcelo Colares. Disco? Talvez fosse mais adequado dizer capítulo, episódio, momento de uma saga que já dura mais de duas décadas de independência, resistência e entrega. Mais intimista e cru do que os trabalhos anteriores, Saturno Wins deixa um pouco de lado as guitarras zuadentas de sempre e põe a interpretação em primeiro plano; voz, violão e palavras sob os holofotes. Com 10 faixas perdidas entre o folk, a música brasileira sem siglas e o indie, o álbum é uma sequência natural do poético The Waste Land, de 2015. Bom para noites chuvosas e saraus poéticos solitários... VIA
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sábado, 18 de novembro de 2017

Rio Sem Nome - Canções Nômades (2017)




"As ultimas semanas me fizeram pensar muito sobre a morte. O moinho que gira nossas vidas inteiras, e que nos recusamos a ouvir... O que é que realmente tememos nela? O que é que odiamos tanto, que inspira em nós tanto medo e que conhecemos tão pouco? Os xamãs e os pajés são vistos como aqueles que transitam entre os dois mundos: o dos vivos e o dos mortos. A existência como viagem; partida e chegada. Mas se nós, do lado de cá, temos tanto medo de partir, como chegar a algum lugar? Vivemos hoje num mundo só; inventamos portos seguros, casas. Mas a vida é ir e deixar ir. O Rio Sem Nome nasceu numa viagem. Ele nasceu da morte, cantando a morte. Talvez por isso a música ainda seja uma das nossas formas preferidas de lidar com o morrer e as despedidas: porque cantar na morte é deixar-se aproximar dela. E precisamos nos aproximar da morte, como de um ancião de muito respeito e sabedoria. Cantar, como viajar, é morrer um pouco. Morte é Movimento. E a arte de viver também é a arte de saber morrer. O nome disso, de alguma forma, creio, é Nomadismo. O ser humano é um nômade por natureza. Cantamos o passado e o futuro; aquilo que já não podemos tocar e aquilo que ainda não podemos. Tudo chega cedo ou tarde demais. Foi abandonando a minha casa e a segurança que eu aprendi a não ter tanto medo do movimento das coisas; e foi assim que aprendi a viver. Canções Nômades é um pleonasmo: porque cantar é abraçar a morte dentro da vida, a vida dentro da morte. Por isso as canções nos acalmam no luto. Hoje é meu aniversário. Completo 23 anos. Aos 4, me lembro que pela primeira vez chorei com a percepção da morte. Ela anda de mãos dadas, com o movimento e com a vida. Decidi me dar de presente o nascimento desse disco, em dias de tantos lutos e movimentos tão intensos. Peço que esse seja o meu presente: que cantemos mais para os nossos amores, ainda que seja sobre o movimento, sobre tudo que vai e que parte. É isso que peço, é isso que ofereço. Cantem para os seus amores e movam-se, sem medo de existir".
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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Coruja BC1 - No Dia dos Nossos (2017)...


Só Streaming pago, quando rolar youtube colamos aqui


Após grande período de hiato, Coruja BC1 voltou com tudo no final do ano passado lançando single "Passando a Limpo", e desde então ele tem se mantido em alta no cenário com trabalhos sólidos. Conseguindo há poucos meses contrato com a Laboratório Fantasma, hoje (17) o rapper finalmente colocou seu álbum No Dia Dos Nossos nas ruas. O disco é composto por 11 faixas... VIA
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Duben - Um Breve Resumo do Futuro (2017)...




Novo trabalho do projeto piauiense Duben. Um trio ou um músico, um breve resumo do futuro...

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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Lara Aufranc - Passagem (2017)...




Antes líder da banda Lara e os Ultraleves, Lara Aufranc decidiu que era hora de se desprender das amarras do passado e se lançar ao mar para navegar mares mais ousados, com a liberdade que só seu nome permite. O álbum “Passagem” é a primeira amostra dessa nova forma de velejar da cantora, que agora “encara o próprio sobrenome”, segundo o Trabalho Sujo, deixando a introversão natural um pouco de lado e encarando o público de peito aberto. O primeiro single, “Passagem”, fala sobre o cotidiano do paulistano e o deslocamento de pessoas e vontades. A faixa é a ligação ideal entre o álbum anterior com a banda Os Ultraleves (“Em Boa Hora”) e o novo trabalho, indo organicamente do piano e voz da MPB para os sintetizadores e guitarras do rock. O clipe foi inspirado por filmes soviéticos da década de 20 como ”Aelita, a Rainha de Marte” e “Um Homem com uma Câmera” e retrata a cidade como uma engrenagem formada por pessoas. “Existe uma solidão no movimento circular e repetitivo das cidades, ao mesmo tempo em que estamos cercados de gente”, comenta ela. O clipe foi realizado pela EdMadeira Filmes, dirigido e fotografado por Freddy Leal. A cantora assina o roteiro, a edição e a produção do projeto... VIA
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Ailew - The Last Dawn of The Earth (2017)




Projeto do Sávio, um rapaz de 17 anos que vive em Fortaleza.
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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Tantão e os Fita - Espectro (2017)



Download: Espectro.zip

"Definitivamente a maior surpresa do ano pra mim foi um dia desses abrir a rede social dos 140 caracteres e dar de cara com alguém falando sobre um disco novo do Tantão. Primeiro pensei ‘mas porra, será o mesmo Tantão, aquele do Black Future‘? Sim, é o próprio. Não fazia ideia de que o cara – batizado Carlos Antonio Mattos – ainda estava por aí fazendo música, aliás nem imaginava por onde andava Tantão. Descobri numa reportagem (do escavador musical GG Albuquerque) que o carioca trabalhou nos estaleiros, virou artista plástico, fez shows pelo submundo do Rio e recentemente se juntou aos Fita, também conhecidos como os produtores Cainã Bomilcar e Abel Duarte, para dar forma e conteúdo a Espectro, primeiro disco do trio lançado em junho último pelo selo Quintavant. Te dizer que o álbum é um tapa nas orelhas, daqueles que estalam. Mistura de poesia absurda, violenta e chapada com eletrônica sem rumo – mas sempre pesada – numa obra experimental e caótica. Não espere algo como uma ‘continuação’ do Black Future, a fita (hahahaha) aqui é outra; guarda algumas semelhanças – mais estéticas que musicais -, mas pode-se dizer que Espectro está mais para o futuro negro previsto lá em 1988. Duas toneladas de barra pesada… Altamente recomendado!", Pequenos Clássicos Perdidos.
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Rabujos - Desconforto (2017)...




Rabujos é uma banda de grindcore formada no Recife, Brasil, em 1994. Em 23 anos de banda, eis aqui o segundo trabalho cheio da banda, lançado este ano...

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terça-feira, 14 de novembro de 2017

Stereomotive - Truques velhos para cachorros velhos (2017)




"... quatro mentes e incontáveis visões sobre essa contraditória "arte" de se organizar acordes sobre a velha ou a nova fórmula, e enfim, todos os questionamentos que observamos nos remeteram ao novo, à tentativa de ser novo, mas... o que é novo?.. não temos a pretensão de mudar as tendências, queremos apenas tocar e ouvir nossos anseios conforme nossas personalidades... quem sabe não estamos apenas criando nossa própria música? em meados de setembro de 2003 conseguimos reunir esses quatro amigos em Suzano, São Paulo, e tornar real esse sonho tão antigo, para finalmente, em abril de 2005 lançar nosso tão esperado EP (em embalagem digipack, midia silkada e contendo as quatro primeiras canções que dão vida ao nome stereomotive). nosso "prelúdio a uma nova concepção aestética" representa exatamente isso: um estágio de uma constante evolução, a qual não pretendemos parar nunca... este EP foi gravado no Estúdio El Rocha, masterizado e mixado pelo Fernando Sanches e lançado pelo selo Midia Alternativa, de Mogi das Cruzes. precisamos rotular, não é? poderíamos chamar de math rock, indie, pós-hardcore (no sentido mais literal dessa expressão) - ou simplesmente de rock... independente, intenso e sincero... entre as influências para nosso trabalho podemos citar The Owls, Blacktop Cadence, Don Caballero, Cap'n Jazz, Lifetime, Hot Water Music, etc... é um pouco de injustiça deixar de mencionar algumas, mas as influências são tantas que fica difícil listar todas. a propósito, o nome "stereomotive" vem de uma máquina, uma câmera fotográfica com duas objetivas usada para tirar fotografias de um mesmo motivo visto por duas perspectivas diferentes, simultaneamente, de modo que se você observar essas duas fotos da maneira correta você verá uma única imagem sobreposta, com características diferentes das fotos isoladas... é interessante como a maneira como você se predispõe a ver, escutar, sentir ou interpretar a realidade pode fazer sua opinião variar tanto...".
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Nina Becker - Acrílico (2017)...




Você já parou para pensar na lógica de construção das estradas, rodovias, vicinais e autobahns e demais vias para veículos dotados de potentes motores? Uma pista vai, a outra vem, uma ao lado da outra. Que sejam três ou quatro pistas para uma mesma direção. Logo ao lado, ali, paralelamente a você, há mais uma faixa de asfalto para os carros e caminhões que trafegam na direção oposta. Às vezes, um carro sai da sua pista e se choca frontalmente com quem vinha do outro lado. Quase sempre resulta em tragédia. Acrílico, novo disco de Nina Becker, é mais ou menos assim. Ao ouvir esse álbum me senti o tempo todo indo em uma direção, acompanhando o fluxo da voz de Nina e da base mais elementar da harmonia. Mas em todas as faixas existiram instrumentos ou arranjos que pareciam vir na direção contrária, bagunçando e dificultando a audição. Claro que essa dificuldade não ocorre como algo negativo, como algo errado, mas como uma experiência, testando não só novas possibilidades, mas também, mesmo que indiretamente, a capacidade de nosso raciocínio e de nossas emoções em unir as coisas, mesmo que pareçam se chocar constantemente... VIA
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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

MONTEZUMA - rejected songs for rejected people (2017)



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Alma Root's - Buscando a Essência do Som (2017)...




Nascida em meados de 2014, a Banda “ALMA ROOT’S” que significa, Alma: Espírito – Root’s: Raízes, tenta trazer a mensagem espiritual que vem de Deus, uma mensagem das Raízes do Espírito, pregando amor, liberdade, humildade e positividade através de suas letras e canções. A banda nasceu desse desejo de levar até as famílias uma mensagem diferente do que hoje chega nos lares ,onde se prega ostentação, individualismo e outros valores distantes de Deus. A banda leva uma sonoridade simples com letras fortes e uma energia incomparável no palco, com muita verdade envolvida em suas mensagens...
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