quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Divago - Resto do Fim (2016)...




Depois de intensas sessões de gravação do novo álbum da banda Huaska “Fim” (2016), o guitarrista Carlos Milhomem se viu com sobras de composições que iriam para a gaveta. Decidido a não enterrar as músicas, chamou amigos de outras bandas para fundar o projeto paralelo Divago, com Rafael Laguna (Capim Maluco), Fabio Thomazi (Alla Prima) e Ricardo Bocci (Ex-Viper). “Como é um projeto paralelo, a gente resolveu cada um cantar duas músicas, pra ficar bem variado. Foi tudo bem solto e democrático. Cada um falou o que achava mais legal e assim foi.” Ele explica que o Divago é um espaço que serve pra desaguar músicas que estavam paradas: “Espero que a gente continue produzindo coisas assim, só por prazer! Foi muito divertido gravar com os amigos”...
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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

N.A.D.A de Ruido - Ao Vivo no IRAQ (2015)...




N.A.D.A foi um evento que rolou durante vários anos toda sexta feira no IRAQ, casa de contra cultura do Recife. Numa Sexta-Feira de 2015, Yuri Bruscky (Estranhas Ocupações), Cássio Salles (ComosGrão), Felipe Zenícola (Chinese Cookie Poets), Bernardo Pacheco (Elma) e Thelmo Cristovam (Hrönir) se reuniram para improvisar e nasceu o N.A.D.A de Ruido. Eis o resultado neste bootleg tosco, gravado em um celular...

Arte por: Yuri Bruscky
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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Gaax - Senhor da Ciência (2016)




"Felipe Oliveira é um rapaz comum. Morador do Bairro Agostinho Porto em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, ele é formado em soldagem pelo Centro de Tecnologia SENAI Solda e pra se sustentar faz os famosos bicos na área da metalurgia. Seus colegas serralheiros, soldadores e funileiros nem imaginam o que se passa em sua cabeça quando não está trabalhando, porque é em seu tempo livre que Felipe Oliveira assume a alcunha de Gaax", continue lendo.
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Renato Inácio - Limbo (2016)...




Download: Limbo (2016).rar

Limbo é o segundo álbum autoral e independente de Renato Inácio. Um Rock de garagem cru em formato Power-Trio. Produzido pelo próprio artista em São Paulo e masterizado em Seattle por Chris Hanzek, que já trabalhou com Soundgarden, Melvins e Skin Yard. A capa Alone I é uma pintura da artista austríaca Soshana...
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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Murilo Sá & Grande Elenco - Durango! (2016)...





“Pra onde vai o mundo? Pra onde vai o mundo? Onde é que ele vai? Onde é que ele vai?”. Há 30 anos, Os Replicantes já se preocupavam com o rumo de tudo isso que está aí, como mostram os versos de “A Verdadeira Corrida Espacial”, faixa presente em seu clássico disco de estreia, O Futuro é Vortex (1986). Independente do destino, a trilha sonora está garantida graças a nomes como Murilo Sá. Lançando seu segundo álbum, o multiinstrumentista baiano deixa claro o amadurecimento em relação ao trabalho de estreia, Sentido Centro (2014). Durango!, que sai no início de setembro, é um mergulho em diferentes influências lisérgicas e psicodélicas, devidamente domesticadas pelo apelo pop onipresente. Com belas melodias e interpretações bastante pessoais, Murilo proporciona uma audição recompensadora ao ouvinte... Leia Mais
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Mystic Rainbow Project - Letting Go EP (2016)



Download: Letting Go.zip

"Um anúncio dos bons ventos do futuro, Mystic Rainbow Project é uma proposta sonorizada para a Nova Terra. Filhos índigos da Era de Aquário, o duo Sat Kriya Kaur e Gibran Sirena busca na transcendência dos corpos e mentes as camadas de vibração e harmonia que são apresentadas no trabalho de estreia, o EP Letting Go. Despertada pela cultura hindu védica, a primeira criação surgiu num ônibus lotado e foi induzida por uma kalimba (instrumento de origem angolana) adquirida por Sat numa viagem à Argentina. De volta ao Brasil, a ideia foi se materializando ao lado de Sirena, que, segundo Sat, traduz as ideias abstratas do MRP em existência musical. A influência jamaicana e indiana, mais a espiritualidade dos instrumentos tribais, respondem como base principal para o triphop orgânico de Sat e Gibran. Entre programações eletrônicas, efeitos bem colocados e marcação pulsando sutil do baixo, a atmosfera viva do MRP se deve ao uso de flauta, ukulele, kalimba e de tigelas tibetanas (peças usadas na meditação no Oriente). Os vocais são limpos e delicados (algo que lembra as interpretações de Beth Gibbons) e versam mantras, desejos, união entre os seres. Uma viagem pelas Pleíades ou pelos cinturões de Orion, o trabalho é homogêneo, o clima é contínuo e vai ganhando força ao longo de seus 20 minutos. Letting Go tem quatro faixas e poderia entrar em playlists de chillwave, eletrônico experimental, new age e trilhas de meditação. Após algumas ouvidas, você percebe que no fundo é música (inter)planetária alinhada com os novos estados de consciência e com a incessante busca pela luz. Bom para quem está procurando aquele algo a mais".
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domingo, 25 de setembro de 2016

INKY - Animania (2016)



Download: Animania.zip

"Desde o lançamento de Primal Swag em 2014, o Inky acabou surgindo no cenário underground como um som fresco e único. O quarteto — composto por Luiza Pereira (vocais e sintetizadores), Guilherme Silva (baixo), Stephan Feitsma (guitarra) e Luccas Villela (bateria) — compôs dez músicas em tornos de sintetizadores e loops eletrônicos, mas que sempre tinham o rock como base", continue lendo.
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sábado, 24 de setembro de 2016

No Abismo da Alma – Um Tributo ao Movimento UDIGRUDI (2016)...




Saiu a coletânea No Abismo da Alma, uma homenagem ao movimento de contra cultura UDIGRUDI. Iniciado nos anos 1970, no Recife, o movimento foi multicultural, incluindo elementos do universo underground e marginalizado da cidade, como o teatro, a poesia, o cinema e a música. A música estava intimamente ligada a psicodelia que tinha surgido nos anos anteriores e se espalhado pelo mundo. É sabido também que a escrita beatnik foi grande influenciadora de algumas das principais cabeças da cena. Mesmo tendo sido um movimentação localizada e disseminada rapidamente na cidade de Recife, diversos nomes do nordeste apareceram como nomes importantes da brincadeira. Alguns totens da música brasileira também tiveram seus primeiros acordes e canções entoadas durante este breve período de efervescência multicultural que tomou conta da capital pernambucana. Entre eles, nomes como Alceu Valença, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho. Este último, o paraibano Zé Ramalho junto com o Lula Côrtes foram responsáveis pela dita masterpiece musical do movimento, o disco “Paêbirú”, lançado em 1974 e dito o álbum em vinil mais raro da história da música brasileira. Isto por que cerca de mil copias do vinil foram-se na grande enchente que acometeu o Recife no ano posterior. Sobraram então algumas poucas centenas... Leia Mais
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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Séculos Apaixonados - O Ministério da Colocação (2016)




"Ao ouvir pela primeira vez O Ministério da Colocação, novo disco do Séculos Apaixonados, se pá você vai ficar com a sensação de que ele é "a mesma coisa" que o primeiro, Roupa Linda, Figura Fantasmagórica. Isso porque o jeitão Alpha FM, anos 80 e soul de karokê do primeiro se manteve no seu sucessor. Mas é só dar aquela segunda escutada pra perceber: o Séculos tá bem mais roqueiro e um pouco menos apaixonado no seu segundo álbum, que sai com exclusividade nesta sexta-feira (26) aqui no Noisey", continue lendo.

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Caffeine Boy - Caffeine Boy EP (2016)...




Ninguém nunca viu um caffeine boy. Eles nunca fizeram show, e poucos sabiam de sua existência. O EP CAFFEINE BOY, é o primeiro trabalho lançado pela banda. Muitas das composições surgiram inspiradas em audições madrugadas adentro de Guided By Voices, Sebadoh e Wire. Fugas, fracassos no Tinder, dor nas costas e férias de verão são temas que constroem a narrativa deste EP, todo costurado com melodias doces e microfonias . As gravações aconteceram quase que inteiramente no quarto do baterista Gustavo Vasconcelos, e também em um sítio em Juquiá-SP e no Delta C Studios em São Paulo. Mixado e masterizado por Raphael Bertazi, produtor musical, mestre dos mashups...
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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Paulo Francis Vai Pro Céu - Na cama com Ariano (1996)...




Paulo Francis Vai Pro Céu é uma banda nascida em Recife, Pernambuco, no ano de 1997. Ácidos e irreverentes, o grupo lançou durante sua trajetória oficial diversas fitas demos incluindo a impagável "Na Cama Com Ariano" e mais um CD oficial "Sasha". 20 anos se passaram e algumas músicas parece que foram feitas ontem, ouça alto esse rock despojado como apenas os anos 90 foi capaz de fazer...
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O Terno - Melhor do Que Parece (2016)




"O peso das guitarras, a clara evolução na construção dos versos e a busca declarada por novas sonoridades. Com o lançamento do segundo álbum de estúdio, em agosto de 2014, os integrantes d’O Terno deram um verdadeiro salto criativo em relação ao elogiado debut 66 (2012). Nada que se compare ao amadurecimento expresso nas canções de Melhor do Que Parece (2016, Independente), terceiro registro de inéditas da banda paulistana e um delicado conjunto de versos, referências extraídas de diferentes épocas e possibilidades que crescem do primeiro ao último instante do disco", continue lendo.
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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

New Order - Ao Vivo - Roskilde Festival (2016)




"New Order é uma banda inglesa de Rock e Synthpop formada em Manchester, no ano de 1980, por Bernard Sumner (vocais, guitarra e sintetizadores), Peter Hook (baixo e sintetizadores) e Stephen Morris (bateria, bateria eletrônica e sintetizadores) - os membros remanescentes da banda pós punk Joy Division, após o suicídio do vocalista Ian Curtis - com a adição de Gillian Gilbert (guitarra, sintetizadores)".
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terça-feira, 20 de setembro de 2016

Verjaut - Geographic Misanthropy (2016)...





Verjault acaba de lançar o seu novo álbum, GEOGRAPHIC MISANTHROPY, pela Seminal Records. O trabalho de drone/ambient apresenta faixas que fazem referência a algumas ilhas pouco habitadas ou totalmente desabitadas – com destaque para North Sentinel no Oceano Índico, cujos nativos hostilizam qualquer tentativa de aproximação humana; e o rochedo Oodaaq, no Ártico. As ilhas funcionam como metáfora para o isolamento, consequente do sentimento de rejeição e/ou insatisfação com o mundo...
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MARÉ - Queria respirar fumaça EP (2016)




"Experiências incomuns geram resultados incomuns – é uma expectativa plausível. Em relação à música em geral: como um som funda uma experiência em nós? Há teoria o suficiente pra alguém se ocupar uma vida toda, mas esse não é meu ponto. Experiências são possíveis através de sensações, sensações são reações quando provocadas pelo “objeto”. Efeitos visuais, sonoros e quaisquer outros: são truques de manipulação que provocam uma reação em determinada audiência. A música de Maré (que deve ser ouvida com fone de ouvidos) – os gentis e repetitivos versos de guitarra, a bateria pontuada e outros efeitos – indubitavelmente obriga a uma reação. É porque há algo nela (talvez o inconcebível artístico) que torna toda a dinâmica de “Queria Respirar Fumaça” (que não deixa de ter lá sua comicidade) em algo convidativo e acolhedor. Depois da primeira faixa, o efeito entra e sentimos o espaçamento, um alongamento do próprio efeito anterior (psicodelia)", continue lendo.
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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Carne Doce - Princesa (2016)



Download: Princesa.zip

"O caminho percorrido pelo Carne Doce em Princesa (2016, Independente) está longe de parecer o mesmo do trabalho que apresentou a banda em 2014. Ainda que a essência psicodélica do quinteto de Goiânia seja preservada em cada uma das canções do novo álbum, sobrevive na poesia feminista de Salma Jô, sussurros intimistas e instantes de puro experimento a base do presente trabalho. Uma colisão de fórmulas, ruídos e temas propositadamente instáveis, como se para além de um possível amadurecimento e da famigerada “prova do segundo disco”, o grupo continuasse a se reinventar", continue lendo.
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Meno - Barriga de 7 janta (2016)...





Músico e antropólogo, o trabalho de Meno Del Picchia atravessa o universo sonoro pela arte, a pesquisa acadêmica e a produção musical. Seu terceiro disco solo “Barriga de 7 Janta”, contemplado pelo Prêmio ProAC do Estado de São Paulo, foi lançado neste ano; ao mesmo tempo em que continua sua pesquisa musical no Douturado da Antropologia Social da Usp, investigando o Funk em São Paulo. Criado em Bragança Paulista, Meno conviveu de um lado com a família paterna e a herança modernista deixada por seu bisavô Menotti Del Picchia. De outro lado, com a catira, a moda de viola tocada pelo avô materno Zicão (que gravou um disco nos anos 80) e as festas tradicionais do interior de São Paulo...
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domingo, 18 de setembro de 2016

Fagner - Manera Fru Fru Manera (1973)...




O cantor cearense Raimundo Fagner Cândido Lopes despontou na cena musical brasileira no início dos anos 70, devido em grande parte à regravação de Mucuripe (Fagner/Belchior) por Elis Regina, que acabou estourando nas rádios do país. Em 1973, Fagner gravou pela Philips o seu primeiro LP, Manera Fru Fru Manera, que corre o risco de entrar para o livro dos recordes como o mais problemático da história da música popular brasileira. O fantástico álbum contou com participações de Nara Leão, Bruce Henry e o percussionista Naná Vasconcelos (que se tornara, tempos depois, mundialmente respeitado). Faixas como "Último Pau-de-Arara", "Pé de Sonhos", "Como se fosse", "Penas do Tiê", "Nasci para chorar" (pinçada do repertório de Roberto Carlos) e "Mucuripe" chamaram a atenção da crítica de todo o país... Leia Mais
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sábado, 17 de setembro de 2016

Catavento - CHA (2016)



Download: CHA.zip

"Nascidos na fria e industrial Caxias do Sul, na serra gaúcha, Leo Rech (guitarra/vocais), Leo Lucena (guitarra/vocais), Du Panozzo (baixo/vocais), Luquinhas Bustince (bateria) e Johhny Boaventura (teclados/synths/vocais) começaram a criar, no ano de 2012, uma espécie de fusão entre a psicodelia melódica e reverberante, com as distorções sujas e barulhentas vindas do garage e do noise rock - “...quase como um filhote de Os Mutantes com Sonic Youth” - como escreve Pedro Antunes pro jornal Estadão de São Paulo. Em janeiro de 2014 o grupo soltou na rede o resultado dessas experimentações: o álbum “Lost Youth Against The Rush”, primeiro full-length do selo independente Honey Bomb Records, produzido por Francisco Maffei, em seu home studio. O disco, composto por 9 faixas repletas de camadas, efeitos e vocais multiplicados, foi lançado em CD e fita Cassete, acompanhado também por quatro lisérgicos video clipes. O lançamento rendeu à banda menções em listas de melhores álbuns do ano, firmando seu nome entre as bandas da nova cena psicodélica brasileira, ao lado de Boogarins, O Terno, The Outs, entre outras. As ótimas críticas vieram de meios especializados como as revistas Rolling Stone Brasil e Noize, os jornais Estadão e O Globo, os sites Monkeybuzz, Rockinpress e Tenho Mais Discos que Amigos e os estrangeiros Independent Music News (UK) e Cochino Pop (Venezuela). Além disso o coletivo, como prefere ser chamado o grupo, realizou uma turnê de Kombi pelo Brasil, fez apresentadões elogiadas em festivais como Vaca Amarela, Morrostock e Manifestasol e passou por cidades como São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Já no começo do ano, a Catavento lançou um álbum ao vivo com duas músicas inéditas e duas versões: “Live Bootleg”, gravado no festival Manifestasol (Caxias do Sul). Atualmente, os cinco jovens estão em processo de gravação do segundo álbum e vem rodando bastante pelo circuito independente do interior do Rio Grande do Sul, movimentando a cena local com seus shows enérgicos e hipnotizantes. Essa mistura toda de referências sonoras e estéticas fez com que a banda gerasse seu próprio neologismo, a palavra GLIMB, que resume o movimento multicultural que a trupe vem desenvolvendo nas montanhas geladas do sul do país".
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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Esdras Nogueira - NaBarriguda (2016)...





NaBarriguda é o segundo trabalho solo do saxofonista Esdras Nogueira, usando o sax barítono na música brasileira. O disco conta com cinco composições autorais e em parceria com o gutiarrista Marcus Moraes, mais Ö Mundo é um Moínho “de Cartola, “Lôro”de Egberto Gismonti, e “Capricho de Raphael” de Hamilton de Holanda. O disco foi feito em 2016 e conta com a participação do trombonista Bocato em três faixas, “Tardinha”, “Chá de Bananeira”, a faixa que dá nome ao trabalho, “NaBarriguda”. Além do Bocato conta com Marcus Moraes na guitarra, Léo Barbosa na percussão, Thiago Cunha na bateria e Rodrigo Balduino no baixo, grandes músicos de Brasília...
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