terça-feira, 31 de março de 2026

Hominis Canidae #190 - Março (2026)...





Fechando o mês de março com a nossa #coleta190, que tem 16 faixas de álbuns e EPs postados em nosso blog ao longo deste mês que chega ao fim, somados a uma faixa inédita. O som inédito que abre a mix, é o novo single da banda baiana Ódio Mortal, que apresentar o primeiro álbum previsto pra esse ano. “Violência Inaceitável" é um som rápido e também um protesto contra a violência da Policia Militar, que armada e com suas fardas impõe a Lei que acham correto, repleta de abusos e crimes contra a população. Saca o Lyric aqui:


A bela e colorida arte de capa foi criada pelo designer gráfico paulista Denis Diosanto. Ele explicou a ideia pra capa e o processo, sacai:

"A arte da capa eu fiz pensando nessa estética bem solta e, pra mim, divertida de desenhar. São monstrinhos aleatórios, com bastante inspiração no artista Dirty Dony e álbuns de figurinhas dos anos 80, com esses bichos bem olhudos e expressivos. A ideia é uma imagem bem cheia de informações mesmo, muita coisa pra ver, pouco espaço vazio e um certo caos colorido."

O resultado ficou massa, né?! Curti muito as cores e personagens, sempre impressionante como tem artista foda nesse país. No site do Denis você vê todos os trabalhos que ele vem desenvolvendo, tem várias coisas fodas, clica aqui.

É isso, ouça nossa coleta onde for possível e como bem entender, espero que ela te traga boas surpresas, é um resumo do mês, então se curtir algum som, vale procurar o álbum/ EP que ele faz parte pra conhecer mais! Não esquece de disseminar nas suas redes e com os amigos!

Se curte nosso trabalho, fortaleça através do nosso PIX que a chave é o nosso mail de contato: hominiscanidae@gmail.com. Ou se preferir, entre para o nosso APOIA.SE e nos ajude a manter a firma funcionando.

Continue indo aos shows, comprando merch dos artistas que curte e disseminando a #musicabr!
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segunda-feira, 30 de março de 2026

GRINGOS DE MARÇO: essa mistura de línguas e sons é o melhor post gringo do ano (até agora)...


Penúltimo dia do mês (e do ano) e aportamos com nosso post gringo de Março de 2026, trazendo alguns álbuns e EPs bem interessantes e recém lançados na música esquisita do mundo pra vocês conhecerem. Desta vez, 6 trabalhos com sons de artistas de países diferentes, que vão da música erudita até a música eletrônica ambient, passando por experimentais abstratas que sinalizam novos estilos sonoros e muito mais!

Na capa deste post, um foco nos dedos do quadro The Creation of Adam (1508-1512),do do pintor italiano Michelangelo (1475 - 1564), que nasceu num mês de março.  Abaixo, os álbuns e EPs que curtimos muito neste mês. Todos lançados recentemente, quase todos lançados neste mês...

Vale ler sobre eles e ouvir na íntegra, porque música se ouve por completo e não a pedaços:

W-Berg - Highland Village (Álbum/ Alemanha)

Novo trabalho do músico e produtor que vive na Alemanha e é especializado na criação de música eletrônica, downbeat, dub e música ambiente. Em Highland Village, seu novo álbum lançado esse mês, ele apresenta 7 faixas instrumentais cheias de synths e ambiências interessantes. A composição que dá nome ao trabalho, pensada como uma faixa conjunta, foi dividida em cinco partes interligadas, cada uma das quais também foi individualmente remixado e remasterizado, explica o release do artista. A ideia é “criar uma experiência auditiva perfeita e uma série de faixas independentes com identidades sonoras e humores distintos”, complementa. Assim, o trabalho também direciona para a conexão sonora que você terá ao dar play no álbum no seu streaming preferido ou no bandcamp abaixo:



Max Foucher - Music For Landfill (Álbum/ Reino Unido - França)

Max é um especialista em áudio e gravador de campo francês, que vive no Reino Unido. Conhecido por colagista de som, pirata e artista de escuta profunda. Um compositor constantemente criativo e apaixonado pela experimentação. Em Music For Landfill, seu recém-lançado álbum de estreia, é uma ode a todas estas alcunhas do artista. São 15 faixas, construídas a partir de fragmentos do cotidiano ambientes. O disco mistura sons encontrados, gravações ambientais e texturas ambientais sutis em uma série de vinhetas sonoras vívidas. Falas soltas que remetem a uma ideia de espaço, tanto sideral, quando aquele vazio para o som e a escuta. “Music For Landfill transforma fragmentos esquecidos da vida cotidiana em um evocativo mosaico de som - onde o ruído ambiental torna-se atmosfera, memória e música”, comenta o artista. Ouça no seu streaming preferido ou no bandcamp do artista:



Maxwell Ijams - Sad Today, Gone Tomorrow (Album/ Estados Unidos - Coreia do Sul)

Maxwell é um multi-artista e professor americano que vive na Coreia do Sul há quase 10 anos. Sad Today, Gone Tomorrow é seu álbum mais recente, gravado ao vivo, em uma jornada instrumental abrangente de 45 minutos composta por nove movimentos distintos. O trabalho apresenta uma interação envolvente de cordas e metais, separada por profundos e melancólicos silêncios, inspirando-se tematicamente nas obras do autor alemão W.G. Sebald. Gosto da calma e do uso ambient do silêncio na composição das faixas. O trabalho foi lançado no início de março em todos os streamings e também está disponível no bandcamp do artista:



Case Against Time - Bee in the Cage (EP/ Chipre)

Este é um projeto eletrônico tátil do Chipre, centrado em peças tocadas à mão, criando sonoridades para uso e gravações de campo. Bee in the Cage, primeiro EP do projeto lançado esse mês, é uma ode às abelhas e também um equipamento com defeito. Um sintetizador que se recusou a aquecer e sintonizar adequadamente os osciladores do gerador, que mostra tais oscilações em 3 faixas instrumentais cheias de efeitos interessantes. “Em vez de procurar imediatamente uma solução, pareceu-me melhor continuar com overdubs e usar a falha como um recurso”, explica o release do projeto. Como está o sintetizador agora? Essa é uma questão para lançamentos futuros. Enquanto eles não chegam, ouça o trabalho no seu streaming favorito ou no bandcamp abaixo:



kravgé - AFTERTOUCH (EP/ Grécia)

Projeto solo de música ambiente eletrônico de um produtor grego, focado na liberação emocional. AFTERTOUCH, seu novo trabalho, é um EP de 4 faixas instrumentais e eletrônicas cheias de sentimento e com uma pegada meio lo-fi. “É um trabalho composto por quatro faixas, cada uma dedicada a um ser que marcou profundamente minha vida emocional e minha mentalidade”, explica o produtor. Tem canções para ex amor, em homenagem ao cachorro, para a filha do artista e até para um amigo e mentor. Cada som tem características dos seres homenageados, o que faz as faixas variarem de forma interessante entre elas. O trabalho está nos streamings e também no bandcamp, ouça aqui:



Margaret Hermant - Timeless - Pt.2 (EP/ Bélgica)

Compositora pós-clássica belga, que combina harpa e violino minimalistas com texturas eletrônicas sutis, criando paisagens sonoras ambientais cinematográficas e contemplativas. Além disso, a artista é membro co-fundadora do Echo Collective, no qual já colaborou com vários nomes fortes da música experimental. Seu trabalho solo, desenvolvido com o produtor Fabien Leseure, tece instrumentação acústica e camadas modulares de sintetizadores com forte foco na composição cinematográfica e audiovisual. Às vésperas de lançar seu primeiro álbum, previsto para Abril, no início do mês de março ela lançou Timeless – Pt.2, um EP de 3 faixas instrumentais muito boas, que estarão no álbum. São faixas que misturam experimentação sonora com música clássica, com ótima produção e composições maduras de uma artista em seu auge. O trabalho está em todos os streamings, ouça na playlist abaixo:


Curtiu os sons?! Diz pra nois seu preferido no comentários e espalha o post nas suas redes e pros seus amigs!!
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domingo, 29 de março de 2026

Coletânea NoiseRed - Diferentes Bandeiras, o mesmo Inimigo vol.2 (2026)...





O underground não conhece fronteiras quando o objetivo é a resistência. O portal e selo NoiseRed acaba de lançar oficialmente a coletânea “Diferentes Bandeiras, o Mesmo Inimigo Vol. 2”. Com mais de duas horas de duração, o material reúne 34 bandas que representam o que há de mais visceral no Brasil, EUA, França, Alemanha e Reino Unido. Curada e produzida por Paulo Henrique (Biano), a coletânea é um mosaico de subgêneros extremos: do Thrash e Death Metal ao Punk, Hardcore e Doom. Nomes consagrados e novas promessas se unem em uma frente única contra a opressão e o fascismo... Continue Lendo no Noise Red

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sábado, 28 de março de 2026

o espaço é um lugar frio e vazio - Semimetais (2026)...



Download: Semimetais (2026).zip (ou bote o mail no bandcamp acima)

 A banda "O espaço é um lugar frio e vazio" segue sua jornada imersiva na cena independente com o lançamento de seu segundo single, "Semimetais", agora disponível em todos os principais serviços de streaming. O trabalho chega em formato de single duplo, expandindo seu universo autoral com a faixa "Não é porque é zona que tem que ser bagunça", um complemento perfeito para quem já se rendeu aos hipnóticos drones e paredes sonoras que definem o projeto. A experimentação característica de "oeeulfv" alcança novos patamares com este lançamento. Mantendo as camadas de ruído, reverbs infinitos e improvisações livres que evocam a vastidão cósmica do nome da banda, "Semimetais" solidifica as influências que perpassam sua obra: do shoegaze onírico de My Bloody Valentine ao post-rock épico de Mogwai, passando pela densidade experimental de Can e NEU!. O resultado é uma proposta sonora que desafia o ouvinte a mergulhar sem concessões em sua atmosfera hipnótica e envolvente...

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sexta-feira, 27 de março de 2026

Cabaça Sonora - Cabaça Sonora 2 (2026)...




 Em sua 2ª edição, o projeto de EP Cabaça Sonora reúne cinco artistas do Centro Antigo de Salvador em um trabalho coletivo que reforça a força criativa, cultural e ancestral do território. Com produção musical de Felipe Guedes e influências do samba, reggae, arrocha e outras rítmicas populares brasileiras, o EP Cabaça Sonora 2 apresenta músicas inéditas dos artistas Ejigbo Oni, Iná Tupinambá, Jade Lu, Paulinho do Reco e Victor Badaró, além de uma faixa coletiva. Vinculado ao selo musical Cabaça Sonora e à Coliga Produções, o projeto tem como propósito fomentar a produção fonográfica baiana a partir do protagonismo negro e indígena, nas canções e bastidores, contribuindo para o dessenvolvimento de carreiras artísticas emergentes, na construção de memória da música negra e indígena e para o enfrentamento das desigualdades étnico-raciais no mercado da música... Continue Lendo no Pretessencias

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Fellini - Dance No Meu Quarto (2025)...




 Nada a ver com a banda paulistana, claro: Fellini é o sobrenome-nome artístico da paulistana Andressa Fellini, cujo som é uma dance music vintage, mas com texturas modernas. Dance no meu quarto, seu EP de estreia, tem até pop transante nacional oitentista, em Coisas aleatórias – mas a música vai devagar ganhando um ar hi-NRG. As referências dos anos 1980 são campeãs em Dance no meu quarto, mas aparecem sempre renovadas. Perco o ar tem flow atual e algo de funk nos vocais. Não dá é pop adulto de 40 anos atrás, mas com ar jazz. Baila une anos 1980 e 1990 no beat e no arranjo, além de guitarras que fazem lembrar Prince... Continue Lendo no Pop Fantasma

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quinta-feira, 26 de março de 2026

Vários Artistas - Marulho Vol. 1 (2025)...




O Marulho surge como uma articulação construída por artistas que vivem e criam no Norte, com o intuito de afirmar nossa própria voz e presença, e evitar que nossa arte seja tratada apenas como nota de rodapé ou cenário exótico em discursos prontos. Como primeiro gesto desse movimento, lançamos o EP Marulho Vol. 1, um álbum com 8 faixas que atravessam a sonoridade da cidade e carregam temas como o impacto da exploração ambiental no Pará, as tensões que atravessam nossos corpos e territórios, e a experiência de existir e criar de forma independente fora dos grandes centros. Mais do que um lançamento isolado, esse trabalho marca o início de uma movimentação coletiva que vem se consolidando como parte de uma nova geração de artistas que estão construindo seus próprios espaços e caminhos em Belém...

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Danni Guerra - CRISTOTOPIA (2026)...




“Cristotopia”é o álbum de estreia de Danni Guerra e se apresenta como uma obra conceitual que articula música, pensamento e experiência. Mais do que um conjunto de canções, o disco propõe um território de escuta pulsante onde som, corpo e ideia se encontram em movimento, convidando o ouvinte a perceber o espaço, o tempo e o sentido da vida contemporânea. Com doze faixas, o álbum se inscreve no campo do pop autoral brasileiro, fortemente influenciado pela Black Music, tendo soul, funk e R&B como matrizes centrais. O repertório transita entre grooves dançantes, baladas disco, baladas pop rock e faixas de atmosfera introspectiva, formando um corpo coeso em que sonoridade, letra e conceito caminham juntos... Continue Lendo no Entrementes

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quarta-feira, 25 de março de 2026

Banda Cucamonga - Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim (2025)...




Banda Cucamonga une o jazz e a brasilidade no álbum “Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim“. Quinteto de São Paulo apresenta fusão inédita de gêneros musicais revitalizando as possibilidades sonoras que refletem a diversidade cultural do Brasil . Uma explosão de alegria, improviso e criatividade, assim é “Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim”, álbum que a Banda Cucamonga lançou nas plataformas de música em 13 de setembro. Com uma proposta ousada e contagiante, o disco funde o espírito do jazz tradicional americano com sotaques tropicais e referências genuinamente brasileiras, em uma celebração sonora que é, ao mesmo tempo, brincadeira e reverência... Continue Lendo na Revista Prosa e Arte

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Criola beat - Isso É Criolabeat (2025)...




O coletivo maranhense Criola Beat apresenta Isso É Criolabeat, seu primeiro álbum, acompanhado de um documentário e de um visualizer que ampliam a experiência sonora para o campo audiovisual. Realizado com apoio do Edital Rumos Itaú Cultural 2023-2024 e produção da Upaon Mundo Produções, o projeto já está nas plataformas digitais. Mais do que um disco, o projeto se coloca como uma reverência ao Tambor de Crioula do Maranhão, patrimônio cultural afro-brasileiro, reinterpretado a partir de beats, timbres da world music e diálogos com a cultura hip-hop. A proposta parte da vivência do produtor Adnon Soares com mestres e mestras da cultura popular maranhense e conecta tradição e contemporaneidade sem diluir a força ritual da manifestação original... Continue Lendo no Minuto Indie

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terça-feira, 24 de março de 2026

Malditos Magrelos - Trabalho Todo Dia (2025)...




 A banda Malditos Magrelos, de Guarulhos (SP) formada por pai e filho, lança seu primeiro EP autoral, “Trabalho Todo Dia”. Esta obra é um marco na trajetória da banda, consolidando sua identidade estética como “Blues-Rock-Clássico-Moderno”, uma fusão que conecta a tradição do blues afro-americano com a energia crua do rock brasileiro. O EP “Trabalho Todo Dia” é um manifesto sonoro urbano e um retrato poético das lutas e contradições de quem vive e trabalha nas grandes cidades. A obra segue a jornada de um cidadão urbano, narrando suas tensões emocionais, desde a exaustão matinal até a busca constante por liberdade e sentido... Continue Lendo no Heavy Metal Online

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Serafim - Aqui pra nós (2026)...




 Em um mundo que insiste em correr, ainda é possível escolher o tempo da pausa. Em meio à lógica apressada que rege o presente - marcada por consumo veloz e escutas fragmentadas -, o cantor e compositor alagoano Serafim propõe a desaceleração em Aqui Pra Nós (2026), seu primeiro álbum. Como uma prosa em voz baixa, o disco aposta na profundidade e na intimidade como caminhos possíveis - e necessários - em tempos de superfície. Concebido como uma obra completa, com começo, meio e fim bem definidos, Aqui Pra Nós reafirma o álbum como espaço narrativo. As canções se organizam como capítulos de uma mesma história, conduzidas por uma sonoridade enxuta e por letras que buscam identificação direta com o ouvinte. “A ideia é que o ouvinte se sinta parte das músicas”, aponta Serafim, que constrói o disco como quem abre a própria sala... Continue Lendo no Desalinho Cultural

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segunda-feira, 23 de março de 2026

Dezert Horse - DEZERT HORSE (2026)...




Não é a primeira vez que a capa de um álbum faz a gente parar por alguns segundos e pensar: quem é essa pessoa? E quando o nome vem logo depois — DEZERT HORSE, com esse desert escrito com Z — a pergunta muda de tom: o que está acontecendo aqui? Foi assim que entramos no universo de Gabriel Martins. Antes mesmo de apertar o play, já dava pra sentir que esse não era só mais um disco. DEZERT HORSE não pede atenção: ele puxa, arrasta, hipnotiza. É um álbum que te olha de volta... Continue Lendo no Divergent Beats

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Brain Rot - Cérebro Podre (2025)...





Direto de São José dos Campos (SP), o guitarrista Paulinho — conhecido pelos trabalhos no Manger Cadavre? e Orgasmo de Porco — apresenta ao público sua nova face com o projeto solo Brain Rot, uma one-man-band que escancara o lado mais cru e brutal do Grindcore e do Death Metal. No dia 13 de setembro, ele lançou oficialmente o álbum de estreia “Cérebro Podre”, já disponível em todas as principais plataformas digitais. O trabalho reúne faixas rápidas, agressivas e cheias de energia, reverberando influências diretas de lendas como Napalm Death, Entombed, Cryptic Slaughter e Old Lady Drivers... Continue Lendo no Over Rocks

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domingo, 22 de março de 2026

Velha - Velha (2026)...



Download: Velha (2026).zip (ou bote o mail no bandcamp acima)

 Mas quem diabos é Velha? Ouvindo o disco de estreia talvez não fique claro imediatamente que se trata de Gustavo Seabra, vocalista e guitarrista da Pelvs. São menos guitarras, mais cordas, xilofones e piano, as letras não são aquele delicioso broken English mas sim um carioquíssimo português. Tem oboé, Exu, e um monte de temas e imagens que não apareciam na Pelvs. Mas sim, este é um disco do front man da Pelvs. Um disco que começou a ser composto 20 anos atrás. Roubando trechos do texto escrito pelo amigo de longa data André “Pelé” Tartarini (leia na íntegra aqui), “Velha sentiu (…) que era momento de se desafiar: compor em português, vontade antiga, e buscar um estilo próprio, que ampliasse os horizontes de seu universo(…)“... Continue Lendo no Site do Midsummer Records

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sábado, 21 de março de 2026

Tomentosa Tez - CANCÃO (2026)...




Download: CANCÃO (2026).zip (Ou vá no bandcamp acima)

Tomentosa Tez é Cancão que sobrevoa a urbe, atravessa-se da cidade com um fino e agudo canto, capaz de rasgar os fluxos cotidianos, os códigos e automações do mecanismo-cidade, sistemas de pressurização, controle y engaiolamento - y instaurar nova temporalidade, novo espaço, um respiro, um voo livre. Tomentosa Tez, vulgo Vitor, Cozilos Vitor, é corpo inquieto que atravessa a cidade de Fortaleza com ruído y palavra...

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sexta-feira, 20 de março de 2026

Godofredo - Tutorial (2025)...





O álbum Tutorial é o segundo da banda mineira Godofredo, destaque da cena mineira que vem, aos poucos, ganhando mais relevância e se destacando em algoritmos e presença em festivais. E sim, Tutorial, lançado em junho, é tudo o que o nome não sugere: ao invés de entregar um passo a passo enlatado de como soar indie em tempos de TikTok e presets, o quarteto de BH preferiu se jogar em timbres analógicos, distorções espontâneas e letras que observam o mundo com a calma de um jovem senhor de 30 e poucos anos... Continue Lendo no Under Floripa

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Yuri Costa - TUDO DEU INCRIVELMENTE ERRADO (2013-2017) (2026)...




A história é contada muitas vezes pela visão do vencedor, mas eu abraço a perda, as desilusões e o conflito. A coletânea TUDO DEU INCRIVELMENTE ERRADO (2013-2017) só é possível por conta da insistência do cantor e compositor Fluminense Yuri Costa, e da sua mania de preservar suas músicas em diversos suportes: Celular, Ipod, Notebook e aparelho de outras pessoas, tudo isso armazenado em lugares espalhados na Internet e agora reunidos em um único local. As músicas acompanham o processo de envelhecimento do artista, entrada e saída da adolescência, absorção de influências e até umas coisas que ele considero meio bobas, temas de paixão e desilusões amorosas, etc . No entanto, tudo isso é importante por fazer parte do que o Yuri é,,,

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quinta-feira, 19 de março de 2026

Petrilli - Beba Água E Coma Frutas (2026)...




O rapper Petrilli lança nesta quinta-feira (29) o EP “Beba Água e Coma Frutas”, segundo trabalho da carreira, disponível nas principais plataformas digitais. O projeto reúne sete faixas, sendo cinco inéditas, e marca a continuidade da parceria do artista com o produtor Noturno, responsável pela produção do disco. O trabalho já está disponível para pre-save. O título do EP nasceu de uma expressão que o rapper passou a usar nas redes sociais como uma forma leve de incentivar hábitos saudáveis. Com o tempo, a frase ganhou outro significado para o artista e passou a funcionar como um mantra, associado ao cuidado com o corpo e a mente e à busca por foco e equilíbrio para perseguir objetivos pessoais e profissionais... Continue Lendo na Revista Forum

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OS ELEFANTES ELEGANTES - Sobre Dor e Outros Prazeres (2026)...




No longínquo ano de 2013, Os Elefantes Elegantes ousaram lançar um Álbum quíntuplo: As 100 (sem) mais. 100 músicas ou algo muito parecido com isso. Claro que quase ninguém ouviu ou ficou sabendo. Mas a memória dos Elefantes não guarda mágoas e sim arquivos que agora estarão sendo disponibilizados um a um, mês a mês. Sobre Dor e Outros Prazeres. Esse é o primeiro dos cinco álbuns. A poesia ácida e irreverente de Tony Lopes, o Reverendo T, unida a musicalidade robótica (antes mesmo das IAs) d’Os Elefantes. Tá tudo aí. Batidas, guitarras, baixos, teclados e cordas orquestrais produzidas em um ipad que podem te levar a outros (i)mundos. E se não acontecer nada de importante pelo menos o trabalho foi feito. Cabe a você, e a mais ninguém, decidir seguir ou não a manada...

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quarta-feira, 18 de março de 2026

PriCler e as Panteronas - Bocaberta (2026)...




O grupo paraibano PriCler e as Panteronas lança nesta terça-feira (3), seu primeiro álbum de estúdio, “Bocaberta”, já disponível em todas as plataformas de streaming pela gravadora Taioba Music. O trabalho marca um novo momento na trajetória de PriCler, consolidando sua caminhada na música autoral com um álbum político e visceral. “Este álbum começou a nascer antes mesmo de eu saber que um dia ele existiria”, conta Pri. O poema mais antigo que deu origem a uma das faixas, Amor Cagado, foi escrito em 2015. A decisão de mergulhar na composição veio anos depois, em 2021, motivada pela participação no Festival de Música da Paraíba e também por uma inquietação: a disparidade de gênero entre compositores e compositoras no evento. “Isso me deu vontade de compor pra diminuir essa diferença”, relembra. Em 2021, Pri participou do festival com a canção Mardoce, que integra o álbum. No ano seguinte, voltou à disputa com Bocaberta e conquistou o primeiro lugar. Foi a partir dessa vitória que conheceu Pedro Medeiros, parceiro fundamental na construção do projeto. “A partir deste encontro maravilhoso, novas músicas foram surgindo, outras pessoas foram se chegando e assim nasceu PriCler e as Panteronas”, explica a vocalista... Continue Lendo no Site do Taioba Music

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Eric Be - Sigo Andando em Frente (2026)...




Eric Bê lançou nesta sexta-feira (23) o álbum de estreia “Sigo andando em frente”, com 14 faixas que transitam pela MPB e incorporam elementos de rock, reggae e jazz. As canções dialogam com experiências cotidianas, memória afetiva e observações sobre o tempo, a juventude e as relações humanas. Segundo o artista, muitas músicas seguem “um conceito estético que mistura o lírico com o popular”, explorando histórias e personagens que atravessam sua trajetória. “Parabelo”, por exemplo, é uma música gravada com um quarteto de cordas e fala sobre a primeira arma de um sujeito que se envolveu em uma briga de bar. Não é uma história real, mas trata de um tema que já foi recorrente na minha vida, quando morei por 18 anos na Cohab II de Itaquera”, revela. Natural da capital paulista e criado em bairros periféricos da cidade, Eric construiu sua formação musical a partir do contato com o rock clássico e, mais tarde, com a música brasileira. Com influências que vão de Beatles e Rolling Stones a Caetano Veloso, Gilberto Gil, Djavan e nomes como Zeca Baleiro e Nando Reis, Eric Bê define seu trabalho como uma busca por canções feitas “pelo sentimento e pela história”. “Sou entusiasta da arte feita por gente, misturando sentimentos com estética, letras com significados, sons com imagens, cheiros, sabores e toques”, diz... Continue Lendo no Noise Red

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terça-feira, 17 de março de 2026

António Vicente - DAMDARA (2026)...




O artista, compositor e investigador António Vicente apresenta a primeira amostra do seu EP de estreia, Damdara. O single escolhido para introduzir esta nova fase é a versão spoken word de Pra Tudo Parar, uma faixa que funciona como um grito de socorro e um manifesto sobre a fragilidade da vida trans e LGBTQIAPN+ na sociedade contemporânea. A faixa apresenta a personagem Damdara num momento limite. Segundo o artista, a música traduz o desespero de quem se vê encurralado pela violência e pelo descaso social. “Ela está a pedir a Deus: ‘me leva’, porque não aguento mais viver da forma que estou a viver, nesta sociedade podre… É um choro de desespero, a dizer: ‘eu estou a viver para quê se não me dão valor?’”, explica antónio... Continue Lendo no Blognroll

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Virgulados - Autorretrato (2025)...




Depois do anúncio de dois EPs ao longo de quatro meses, o quarteto pernambucano Virgulados enfim anuncia o terceiro e último ato de O Trem De Belo Jardim, aquele que, agora, se mostra seu novo e completo material. Intitulado Autorretrato (Ato 3), o novo EP conta com três músicas inéditas e fortalece a produção assinada por Benke Ferraz. Seu despertar já nasce com uma estrutura madura que chega a surpreender. Encorpada em razão da proeminência do baixo de Gledson Lamartine, a faixa já se mostra capaz de esbanjar uma sensualidade regional marcante que, de início, dá base para uma espécie de vinheta de apresentação entoada por David Biriguy e seu tom graciosamente agridoce. De maneira rápida, mas ao mesmo tempo sutil, a bateria de Heligeison Feitosa passa de um minimalismo oco para algo tão sensual quanto a desenvoltura do baixo. Saliente e sincopado, o instrumento traz consigo uma identidade rítmica nordestina inebriante que abraça, com agradável calor, o universo rítmico do forró. Nesse ínterim, a guitarra de Eduardo Albuquerque se posiciona na dianteira melódica oferecendo, com sua agudez contagiante, uma melodia swingada que traz consigo uma malemolência irresistível. Para os ouvidos atentos, se percebe a presença de outra voz acompanhando o desenrolar lírico dominado por Biriguy... Continue Lendo no site do Diego Pinheiro

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segunda-feira, 16 de março de 2026

Banda Chá da Tarde - A VIDA DISSE QUE É POSSÍVEL (2025)...




Em “A Vida Disse que É Possível”, a Banda Chá da Tarde transforma vivências em música e vulnerabilidade em força. O EP é uma travessia por dentro de uma jornada de autoconhecimento, afeto e transformação. As canções falam sobre duvidar e continuar, sobre amor e recomeço, sobre a coragem de seguir o próprio ritmo num mundo que cobra pressa e perfeição. Produzido de forma independente, orgânica e colaborativa, o projeto nasce do encontro entre músicos, amigos e afetos que acreditam no poder da criação livre. Cada som carrega a textura do real — instrumentos gravados em casa, arranjos espontâneos e letras que nascem do cotidiano...

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Una - Feito à Mão No Fim Do Mundo (2026)...




No próximo dia 08 de fevereiro, a partir das 18h, o Espaço Cultural Discodelia, no Rio Vermelho, será palco do lançamento de “Feito à Mão No Fim Do Mundo“, o novo EP da cantora, compositora e percussionista UNA. O evento contará com a abertura especial do coletivo Time Punany convida Maico Rasta. O trabalho é um manifesto em defesa do sensível e do manual, questionando a crescente automação dos afetos e da música contemporânea. Produzido no Estúdio Sem Freio, com assinaturas de Raonir Braz e Junior Falcão e direção criativa de Sista Katia, o EP reúne cinco faixas inéditas (SOL, CLOSET ARAMADO/T DIZER, ANOS 2000, PRIMEIRA VERSÃO e 2 CHUVAS DE JUNHO) que transitam entre o R&B, o Pop e as referências afro-brasileiras. Para abrir os caminhos, o coletivo de mulheres Time Punany, referência na cultura de sound system em Salvador, traz como convidado o cantor Maico Rasta. Esta junção reforça a proposta do projeto: uma música feita por pessoas e trocas reais, em contraposição à frieza dos algoritmos... Continue Lendo no Aldeia Nago

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domingo, 15 de março de 2026

Mateus Alves & Tomaz Alves Souza - Trilha Sonora dO Agente Secreto (2026)...



Download: Trilha Sonora dO Agente Secreto (2026).zip (ou vá no bandamp acima)

 Além da visão, o mais recente filme de Kleber Mendonça Filho convida o espectador a se atentar a outro sentido: o da audição. Não à toa, no dia do lançamento de O Agente Secreto, em 6 de novembro, o diretor compartilhou em suas redes sociais uma carta que enviou aos responsáveis pela projeção das mais de 1.300 salas de cinema que exibem o longa. “Meu pedido: que passem o filme com volume ALTO. Assim, terão os melhores resultados junto ao público e estaremos mais próximos do trabalho feito durante meses na mixagem sonora deste filme brasileiro. É garantia também de um impacto maior desse filme na programação”. Ambientado em 1977, O Agente Secreto traz em sua trilha canções que são um reflexo daquela década, intensa e efervescente, e também resgata tesouros da nossa música. Entre as cenas, esses sons são entrelaçados aos temas originais, assinados pelos irmãos Mateus Alves e Tomaz Alves Souza, antigos colaboradores do diretor. Descubra 5 curiosidades sobre a música do filme a seguir... Continue Lendo na Noize

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sábado, 14 de março de 2026

Roughyard - Empyrean Skyways (2026)...




Download: Empyrean Skyways (2026).zip (Ou vá no bandcamp acima)

Roughyard é um projeto do músico mineiro Matheus Magalhães. "Empyrean Skyways" é seu álbum mais recente com 7 faixas que misturam elementos de psicodelia, rock, folk e muito sentimento...
 

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sexta-feira, 13 de março de 2026

Um Resgate Não Será Possível - Um Resgate Não Será Possível EP (2026)...





Começando o ano arrancando na ladeira dos dias até o carnaval, o power trio coloca EP auto-intitulado para jogo em 19/01, com as inéditas IGREJA UNIVERSAL DOS DOENTES DE BRASIL e TÔ OUVINDO ALGUÉM ME CHAMAR. Gravado como os fenícios faziam, com a banda tocando ao vivo, 1 no quarto e 2 na sala - mais orgânico que isso só no Armazém do Campo - o EP completa o ciclo de canções compostas no borrão da pandemia, simpatizando com quem sente que não está fácil, já foi mais difícil, mas parece que agora piorou. Vai melhorar, uma hora vai, a gente sabe que vai - vai, né? Esses são os versos que abrem o EP, com IGREJA UNIVERSAL DOS DOENTES DE BRASIL sintonizando a época de sua composição com o atual estado das coisas: ainda que a vida tenha melhorado não tenha piorado, a gente continua numa "latinosurrealamentação do abismo aos nossos pés". Mas, tenha sua calma! Nem tudo é só desgraça, e há quem esteja disposto a estender a mão - e não é só pra empurrar, como já diria o saudoso poeta. Ainda que UM RESGATE NÃO SERÁ POSSÍVEL, somos convidados a cantar "me dê a mão!" a plenos pulmões, feito um louvor às avessas, entre guitarras sujas, coros doentes e a pregação febril de um pastor comungando sobre ser quem se é hoje em dia. É gospel? Auto-ajuda? BRock? Burgueses sem religião? Talvez apenas o cantar daqueles que foram o futuro da nação...

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Viégas - YAKECAN (2025)...




 ‘Yakecan‘, novo álbum de Viégas, chegou às plataformas como uma obra sonora que não busca conforto nem conciliação. O disco nasce de uma pesquisa profunda sobre as matrizes que conformam a música brasileira, entendida aqui em sentido expandido — atravessada por heranças afro-diaspóricas, indígenas e ibéricas — para, a partir delas, construir uma leitura crítica e brutal do Brasil contemporâneo. . Essas referências não aparecem como citação, resgate ou homenagem. Em ‘Yakecan‘, elas operam como matéria viva, tensionada, distorcida e reorganizada dentro de uma linguagem própria, marcada por instabilidade, fricção e ruptura. A música assume o papel de campo de conflito, refletindo a violência estrutural, o esvaziamento simbólico e a sensação constante de colapso que atravessam o presente... Continue Lendo no Prosa, Verso e Arte

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quinta-feira, 12 de março de 2026

rabolaser - corrupted (2025)...




O produtor, DJ e compositor rabolaser, figura ativa da cena alternativa paulista e integrante de projetos como MASTROBISO, DRAMMA e babyycult, anuncia o lançamento de seu novo EP instrumental de 3 faixas chamado "corrupted". O projeto nasce de uma história real de perda e caos digital: após uma falha catastrófica em seu HD, o artista perdeu diversas produções e trabalhos inéditos. Os únicos arquivos recuperados foram as bases corrompidas que deram origem às três faixas deste EP...

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Caio Castelo - V (2026)...



Download: V (2026).rar

A gente aqui da Divergent Beats sempre se emociona quando percebe que um álbum não nasceu de uma planilha, de uma pressa de mercado ou de uma lógica fria de lançamento, mas sim de um encontro real. Pessoas numa sala. Instrumentos ligados. Olho no olho. Respiração compartilhada. E foi exatamente essa sensação que tomou conta da gente desde o primeiro play em V, o novo álbum de Caio Castelo. Desde o primeiro segundo, parece que você não está apenas ouvindo um disco — você está dentro do estúdio, sentado ali na frente, acompanhando cada acorde, cada silêncio, cada intenção... Continue Lendo no divergent beats

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quarta-feira, 11 de março de 2026

Filhos - Vol. 1 (2025)...




Guilherme Granado e Bruno Abdala unem-se em FILHOS, uma colaboração há muito aguardada entre os dois músicos brasileiros. Após anos de amizade e colaborações esporádicas ao vivo, Granado (São Paulo) e Abdala (Goiânia) finalmente concretizaram sua sinergia criativa em um projeto completo. Apesar da distância geográfica, uma colaboração era inevitável — e agora, tornou-se realidade. O processo criativo fluiu rapidamente assim que a troca de ideias e arquivos começou. Embora a cronologia exata seja um tanto incerta, a inspiração permanece clara: a própria vida. As influências musicais estão em constante evolução, moldadas por experiências e pelo tempo, mas a essência deste projeto permanece enraizada em uma profunda conexão com a existência. A paisagem sonora é construída a partir de uma paleta eclética: samplers, sinos, sintetizadores, bateria, marimba, vibrafone, baixo, violas e muito mais, criando uma elegante tapeçaria sonora que homenageia o passado enquanto trilha novos caminhos.

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Bruxos de Nadí - A Fruta Que Tá Vindo (2025)...


Bruxos de Nadí, banda pernambucana-maranhense de rock psicodélico, vem se destacando na cena independente de Recife desde sua aparição no centro de artes e comunicação da UFPE, em setembro de 2022. A banda precisou se refazer diversas vezes com saídas de integrantes, mas se mantém unida em seu núcleo de criação: Caetano, Nadí e Guilherme vêm abordando em suas canções cada vez mais da necessidade do sonho e da presença, da canalização das próprias raízes em uma autenticidade eletrizante e ainda intimista. "A Fruta Que Tá Vindo" é o primeiro EP da banda, lançado no final de 2025...

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terça-feira, 10 de março de 2026

Poesia Abstrata - Eu, o Ego e as Sombras (2025)...





 “Somos o que contrasta de forma abstrata: uma poesia enigmática dentro do estilo musical que abordamos, com temas existencialistas — dor, perda, solidão, niilismo, paixão, amor, ódio, medos e traumas”, diz o trio Poesia Abstrata, lançamento de um selo do Rio, o Paranoia Musique, ligado a climas trevosos e a aclimatações pós-punk. Eu, o ego e as sombras, novo álbum do grupo, perde potência devido à gravação, que deixa o som dos vocais meio abafado em relação aos instrumentos – mas compensa nas boas canções e faz uma boa junção de referências de época. O disco percorre um imaginário gótico eletrônico bem reconhecível, abrindo com um Prelúdio curto, com teclados e batida eletrônica próxima do trip-hop. Em várias faixas o grupo aposta no dance-rock: Verdades e mentiras e Escolhas certas, erros perfeitos vão nessa trilha, apostando às vezes em guitarras distorcidas. Faixas como Estado do espírito e Quadro de ilusões, por sua vez, evocam Depeche Mode, só que nas facetas mais misteriosas do grupo britânico. Climas lembrando os discos menos solares do The Cure surgem em músicas como Nada além de histórias e romances e Cicatrizes… – esta, trazendo riffs de guitarra lado a lado com teclados graves e gélidos... Continue Lendo no Pop Fantasma

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Alee & Klisman - SPAM (2026)...




Dois dos principais nomes do trap nacional, Alee e Klisman lançam de “surpresa” o projeto “SPAM”. Composto por quatro faixas, o EP chegou às plataformas digitais. “SPAM” é mais um capítulo que retrata a parceria e entrosamento dos artistas da NADAMAL para compor e produzir hits. Em 2025, os cantores lançaram as faixas “Pirâmide”, no álbum “CHTC?”, e “São Paulo”, no disco “CAOS DLX, além de entrarem para o Top 50 Viral duas vezes, com as faixas “Party” e “Pagão”... Continue Lendo no Pretessencias

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segunda-feira, 9 de março de 2026

sativa - Conexão (2025)...




A Sativa acaba de lançar seu novo EP "Conexão", um trabalho que une rock, rap, trap e brasilidades em seis faixas que celebram força, sensibilidade e transformação. O projeto marca a nova fase da banda, e que tem seu lançamento distribuído pelo selo Lab Sonoro em parceria com a Ditto Music Brasil. A produção musical foi conduzida por Lou Reche com mixagem e masterização de Paulo Senoni no Estúdio Nimbus, onde também foram captadas as baterias. As letras e vozes são de Davi Lucas. Guitarras, baixos e elementos adicionais foram gravados por Lou, com participações de músicos convidados como Diogo Rampaso em arranjos, metais e elementos de apoio... Continue Lendo

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Neggs & Yangprj - LIBERTADOR PT2 (2025)...




Em seu último movimento, a dupla de artistas piauienses NEGGS & YANGPRJ, lançou o disco “Libertador part. II”, no final do ano passado. Encerrando um ciclo que consideramos importantíssimo para o rap e a cultura piauiense, nordestina e brasileira. Neste trabalho, eles trouxeram participações do beatmaker Hanzzo, e dos MC’s Donai, GTA, Pete MCee e da MC Preta Cakau. Tendo ouvindo nos últimos meses constantemente os três discos da dupla, abordados nestes primeiros três artigos de 2026 no Oganpazan, sua sujeira e insubmissão violenta nos inspiraram não apenas a escrever, mas a repensar nosso próprio papel na cultura, nossos modos de produção e nosso conteúdo e forma. O trabalho de NEGGS & YANGPRJ, seus três primeiros discos são um ponto fulcral do que acontece hoje na cultura Hip-Hop brasileira... Continue Lendo no Oganpazan

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