sexta-feira, 23 de junho de 2017

Fidell - Fidell EP 2017 (2017)




"Produzido de forma independente, com captação e mixagem de Christopher Scullion, o EP tem a intenção de registrar de maneira urgente as principais composições do autor antes que caiam no esquecimento. A captação feita com o gravador cassete "Tascam 424 4-track" dá o brilho na sonoridade simples e intimista, com letras de amor e cotidiano, reforçando a sinceridade da obra".
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Ximbra - A Maldição Desta Cidade Cairá Sobre Nós (2017)...




Gravado em dezembro de 2016, em Maceió, 'A Maldição Desta Cidade Cairá sobre Nós' conta com dez canções, que a Ximbra já vem tocando ao vivo e aperfeiçoando nos últimos dois anos. Para se aproximar o máximo da energia da banda o disco foi gravado ao vivo em estúdio, com exceção dos vocais e contou com o sensível apoio de Smhir Garcia, guitarrista da banda Amandinho e baixista das bandas Jorg e Karaokê Holanda, que teve bastante trabalho na realização da tarefa. A mixagem foi feita pelo amigo Joaquim Prado (ex-guitarrista da banda de rock instrumental Labirinto), que conseguiu dar ainda mais brilho e peso ao esforço de Smhir. As letras tratam de temas locais, como o desequilíbrio na concentração de renda, a relação amor-ódio dos maceioenses com sua cidade, angústia e solidão. Além disso arriscam-se a criticar o conservadorismo, o racismo e a brutalidade das forças de segurança. As canções da banda buscam trazer peso e melodia, com as letras chamando o tipo de instrumental a se fazer, chegando mesmo a ter um samba no repertório...
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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Vulgo Garbus - Ao Vivo no Teatro do Boi (2017)...




Formada em Teresina-PI em novembro de 2013 por Pádua Belo (guitarras), Fernando Castelo Branco (baixo) e Jean Sousa (bateria), a Vulgo Garbus tem um som calcado na sonoridade setentista do stoner rock, mas agregando outras vertentes como o thrash e o industrial; tudo isso sem vocais. Apos uma séries de shows na capital piauiense, a Vulgo Garbus passa a figurar em eventos de repercussão local e regional, ao lado de bandas locais e de outros estados do nordeste. Em 2015 lançam seu primeiro disco cheio "Sonitus", com sete regravações e quatro inéditas. No momento, além de seguir tocando as faixas do Sonitus, a banda já começa a preparar um novo material, que já esta sendo testado nos shows.

A banda representa o instrumental do Piauí no M.ar.the - A Mostra de Arte Sonora que acontece no sábado (24/06) no Espaço Cultural Noé Mendes (UFPI), dentro do dia da música 2017...
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Plano - Plano EP (2017)



Download: Plano EP.zip

"todas as músicas do projeto plano foram produzidas e mixadas por tássio e william moreira dos santos no estúdio distopia".
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quarta-feira, 21 de junho de 2017

A MÃE RUSSIA - Entre Você e o Universo (2017)





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Curumin - BOCA (2017)...



Download: BOCA (2017).zip

A sociedade que gera o Sertanejo Universitário é a mesma que gera Boca, quarto álbum de Curumin. É bom lembrar, porque parecem mundos opostos dissociados. Não seria exagero dizer que o são. O país que parece dançar enfeitiçado por uma tela de algumas dezenas de polegadas não deveria ser capaz de comportar tanta criatividade e capacidade de reagir a este mesmo encantamento. Mas, felizmente, é. Tal postulado leva a discussão sobre Boca para um outro plano, além do estético e isso só cabe em grandes álbuns políticos. Não que Curumin tenha pensado em fazer algum tipo de manifesto em seu mais recente disco, mas a inserção de tantas referências de música brasileira popular, de modo orgânico e com cuidados de produção, além de privilégio dado à criatividade, é, hoje em dia, uma declaração de intenções diante da mesmice. Por isso, novamente digo: a mesma São Paulo dos Sertanejos e derivados também comporta os cronistas do cotidiano injusto, que vivem como esponjas de informação pelas ruas da grande metrópole. Repito: ainda bem... VIA
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terça-feira, 20 de junho de 2017

Maria Sabina & a Pêia - Tempo Arruaceiro (2017)...





Primeiro lançamento da banda brasiliense Maria Sabina & a Pêia, após dois anos apresentando seu repertório autoral, o EP "Tempo Arruaceiro" é uma mistura de ritmos brasileiros e rock psicodélico, conduzido por mensagens rebeldes, eufóricas e românticas. Produzido por Kelton Gomes e Guilherme Negrão, a definição do ritmo diferente de cada música vem na base do cavaco, com a levada da bateria e da percussão, e o rock chega com a guitarra, o baixo e o sintetizador, pesando a sonoridade da banda. A primeira faixa, baião com rabeca que dá nome ao EP e gerou o primeiro vídeo clipe da banda, é um chamamento, abrindo com o som sagrado da tigela tibetana e a invocação da natureza representada pelo vento, em referência aos chamados dos cânticos dos rituais de ayuasca e à música "O vento", de Dorival Caymmi. A letra passeia pelas aflições provocadas pela passagem implacável do tempo e da força da natureza sobre os homens, chegando à superação destes medos por meio da compreensão da beleza dos processos naturais da vida. A aceitação do tempo liberta, permitindo o triunfo da euforia sobre a tristeza, com festa e arruaça para celebrar a vida. Mantendo o estilo sonoro próximo do sertão nordestino, num frevo temperado com slides de guitarra, “Herdeiras de Antônio Conselheiro” segue ressoando vocalizes de mantras, com forte influência de Alceu Valença, questionando o que aconteceu com a descendência dos sobreviventes da Guerra de Canudos. Inspirada no realismo fantástico, a música sugere que anjos ousados possam ter arrebatado os resistentes do arraial – salvado, assim, o sonho de uma comunidade justa e igualitária –, e que os descendentes dos sobreviventes estariam hoje espalhados pelo Brasil, mas lutando unidos contra a exploração social...
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Não, Não​-​Eu - Não, Não​-​Eu (2017)




"Não Não-Eu é um trio formado em Belo Horizonte que conta com os integrantes: Pâmilla Vilas Boas (vocal, guitarra, synths), Cláudio Valentin (baixo, synts), Thiago Carvalho (bateria)".
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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Lutre - Apego (2017)



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"Sem pressa, as guitarras e melodias instáveis da inaugural Céu detalham uma curiosa paisagem instrumental, estabelecendo possíveis limites e regras sentimentais que orientam o primeiro álbum de estúdio do power trio goiano Lutre, Apego (2017, Independente). Ruídos, batidas, a linha de baixo pulsante e guitarras versáteis que servem de base para a poesia dolorosa que se espalha pelo interior da composição — “Não precisa chorar / Foi você quem escolheu / ‘Rancar’ pétala por pétala / E no fim fingir que esqueceu“.", continue lendo.
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dronedeus - dronedeus (2016)...




dronedeus é um quarteto fortalezense que mistura spoken word, triphop e experimentalismos eletrônicos. Voz, textos, poesia, samples, distorções, tudo misturado para apresentar uma paisagem quase randômica, que conversa com a tradição da poesia sonora e do art rock, ou rock de vanguarda. Criada a partir do encontro dos textos de Lenildo Gomes e da música melancólica de Vitor Colares e Rodrigo Colares, a banda busca ultrapassar alguns limites dos gêneros artísticos que compõem seu escopo criativo. Música e literatura, textos e ruídos, imagens…
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domingo, 18 de junho de 2017

Mario The Alencar - Great Diary Things (2017)




"Seu histórico como Mario The Alencar (uma de muitas de suas personificações) mostra um trabalho calcado no folk com ”insights guitarrísticos”, tudo num clima lo-fi, termo que é bagunçado, eu admito, onde a gravação caseira faz questão de mostrar que é feita em casa. Seu novo trabalho vai além, muito além – amadurecido como produtor e compositor ele construiu para mim, sua melhor cria. Influências de Eliott Smith, Pedro The Lion, Daniel Johnston – Mário tem seu jeito de cantar um pouco desafinado/desleixado com um quê de Stephen Malkmus e Sufjan Stevens que são perceptíveis nesse álbum; disse perceptíveis, não copiados. O cara é ”full noventista” nas suas referências na maioria de seus projetos, mas principalmente como Mario The Alencar, assim também como sua banda Killing Surfers. Desde que aprendeu a lidar com programações de bateria sua evolução é gritante, suas guitarras ora levemente distorcidas ora carregadas de chorus, flangers, delays que lembram outros trabalhos seus como o Sketchquiet. Amigos, o cara criou seu estilo e isso é um diferencial. Com o auxilio de Reuel Albuquerque guitarrista da banda Jude, colocou de forma sensacional metais e sopros sampleados em algumas faixas, a diversidade do disco atingiu um patamar maior ainda, às vezes lembrando o trabalho solo de Neil Halstead, vocalista do Slowdive/Mojave 3 e o já citado Sufjan Stevens. O disco é produzido pelo próprio Alencar, ele gravou as guitarras, contrabaixo, vocais, baterias e as letras são de sua total autoria. Destaque para as belíssimas faixas Blankets, Pale Clouds, Summer’s Day e Longing. Em Breakfast Junkie e Feeling So Blue ele brinca de Pavement com um tom debochado/brincalhão. A música Hard Country que leva a um country mais alternativo com guitarras dissonantes também merece esse destaque. Uma coisa que observo, esse rapaz também é artista visual e designer gráfico, e o som de seus discos se relacionam com as capas, ora com ilustrações próprias ou com fotos ou montagens. Se a capa é mais sombria seu som será mais ”dark” (haha), se o desenho é mais singelo seu som será mais enxuto e nesse álbum, ele fez uma capa mais colorida, com pequenos detalhes que merecem um olhar mais atento e coincidentemente esse é seu disco mais virtuoso e diversificado até agora. Vai agradar quem curte os referidos artistas – é um som indie (no clichê mesmo), mas é de primeira. Embarquem nessa viagem deste artista que não tem medo ou vergonha de amadurecer".
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sábado, 17 de junho de 2017

Oto Gris - Avôa (2015)...




Download: Avôa (2015).zip

Pensando alto, aqui: o Brasil é um país de poesia! Na música então, ela sempre esteve bem presente. Desde os sambas antigos, as bossas, neo-bossas, pós-bossas. Mas muito pouco no rock. Ainda pensando alto e correndo um grande risco de cometer algum engano, Renato Russo e Cazuza foram os roqueiros que mais se dedicaram à escrita, ainda assim, nem sempre tinham um resultado musical poético. Em tempo, Arnaldo Antunes merece destaque, com sua poesia concreta, mas ainda dentro de um rock cru. A fusão poesia-papel com poesia-pauta é pra poucos. Do que eu vi e ouvi até hoje, nos meus 32 e poucos anos, acredito que a banda de rock Los Hermanos foi quem mais se aproximou dessa estética música-poesia. Os álbuns Bloco do Eu Sozinho, Ventura e IV realmente são memoráveis. As melodias, harmonias, letras e timbres das músicas desses três álbuns foram compostas da divisão de um único óvulo fecundado, como quadrigêmeos univitelinos. A marca principal de todos eles: a melancolia. Melancolia nas letras, nos timbres e no jeito de cantar. Melancolia no repertorio musical da juventude inquieta. Los Hermanos foi bom, mas a geração pós-LH tem se superado a cada disco lançado. Apanhador Só, Silva, Cícero, Baleia, Trupe Chá de Boldo... Cada banda no seu estilo, na sua pegada, mas todas tem um pé na tal da melancolia e expressando sentimento através da música. Oto Gris entra nessa leva de bandas pós-LH. O trio cearense tem um cuidado especial com os sons. As músicas não se limitam a ser melodia e harmonia. Elas são ambientes sonoros, têm narrativa que te levam para dentro da música. No momento que estou ouvindo “Avôa”, sou imediatamente transportado para outro universo, guiado por texturas, timbres, melodias, ritmos e letras provenientes da divisão do univitelino. Intenso e profundo mas nunca agressivo. É rock. É poesia musical... VIA
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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Fullreggae - Natureza (2011)...





Então vamos para a segunda postagem de hoje e agora iremos na vibe do Reggae com uma espetacular banda do estado do Piauí (estado onde resido!) mais precisamente de sua capital Teresina, lhe apresento a Fullreggae! Formada em 2001, a banda tem influências de vários artistas de Reggae, são eles: Alpha Blondy, Clinton Fearon, Israel Vibration, Morgan Heritage, Noisex, The Gladiotors, The Groundation, Tiken Jah e claro o rei Bob Marley. Em 2011, lançaram seu primeiro CD intitulado Natureza e após inúmeras apresentações de divulgação do álbum veio uma recompensa para a banda... VIA
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Vathlo - EP (2017)



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"Vathlo é Filipe Giraknob (guitarra e voz) e Kaue Ravaneda (sintetizador e sampler). Os dois se conheceram em 2006 e tocaram juntos na banda Supercordas. Os interesses sonoros em comum voltaram a conectá-los, mas desta vez numa busca por estruturas melódicas onde os timbres e as expressões fossem mais urgentes que os pulsos e os ritmos. Neste primeiro EP a banda se inspira na musica eletroacústica pra compor um tipo de rock alternativo onde a identificação da canção dentro do ambiente sonoro seja uma parte secundária no processo de audição. Neste processo, vozes em choque se afundam para o limite da percepção sonora. Massas de sons sintetizados/processados se repetem com a intenção de testar a atenção do ouvinte. Um disco para quem se interessa por espectros complexos, entranhas, Fogo Cruzado, cantos falados, rodas de pogo sem ritmo e uma certa revanche de pobreza instrumental. E também para o povo que frequenta o Hotel Bar. Fizemos pensando em vocês!".
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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Liquidificador da Morte - Tempo EP (2017)



Download: Tempo EP.zip
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FITA - Stick the crazy (2017)...




FITA é um projeto eletrônico experimental criado por André Ronca. A vontade de produzir e controlar todos os processos de criação somada a incansável vontade de tocar e compor sem interferências externas, fizeram com que o projeto criasse vida. A viagem é essa. Fazer tudo do jeito que se tem vontade, sem regras, sem palpites e sem opiniões externas destrutivas. É uma viagem solitária, uma viagem de uma só pessoa tentando se comunicar com o mundo e se encontrar consigo mesmo dentro dos sons que vem da mente direto para os sintetizadores e computadores. “ Mas o projeto capitaneado por André Ronca mergulha por outros oceanos. E a gama de estilos que ele vai atrás é um tanto quanto interessante de Trent Reznor, passando por trip hop, Synth Pop, industrial e os inferninhos do post-punk... 
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quarta-feira, 14 de junho de 2017

quieto - trópico (2016)...




O termo trópico vem do grego e significa "volta". Do ponto de vista geográfico, são linhas imaginárias que circundam a Terra e duas posições de latitudes: o trópico de Câncer, que se situa ao norte do equador ,e o trópico de Capricórnio - que se situa ao sul do equador...
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A Sea of Leaves - A Sea of Leaves (2017)




"Já nos primeiros acordes de “Over the Edge” nota-se uma enorme mudança, tanto sonora como em termos de banda. Com doses cavalares e rítmicas em riffs grudentos somados ao tradicional noise, o A Sea of Leaves dá a cartada inicial em seu homônimo álbum de estréia, primeiramente saindo do forno como um pré realese. Gravado no primeiro semestre de 2009 no estúdio Play/Rec em Santos, cidade natal dos caras, produzido pelos próprios com auxilio de Nando Baceto, Eduardo (guitarra e voz), Guzz Natale (baixo) e Enrico Bagnato (batera) atingiram a maturidade ideal, trazendo elementos do pos punk, notadamente pelo baixo de Guzz guiando a banda para caminhos mais obscuros adicionados ao shoegazer noise característico da banda".
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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Pitzan - PITZAN (2016)...




Trabalhando de maneira independente no mercado, o selo brasileiro Ukiyo Beat Tapes tem como foco principal lançar batidas de produtores nacionais no formato K7. Concebido no mês de fevereiro, o primeiro release dos caras no ano, a fita Circular Dreams, foi assinado pelo nosso camarada Tiago Frúgoli. Seguindo o fluxo de novos materiais da gravadora, o MC/produtor Pitzan, do Elo da Corrente, é o nome por trás da trilha Travessia. Retirada do forno no último dia 16, o registro teve a capa feita pela fotógrafa Greice Costa e traz 14 temas elaborados pelo paulistano. Tem como fazer o download de graça – name your price – na Bandcamp do projeto, mas você também pode valorizar o trabalho dos caras e arrematar vossa cópia física da fitinha. Música brasileira da melhor qualidade... VIA
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Cássio Figueiredo - Δ (2017)



Download: Δ.zip


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domingo, 11 de junho de 2017

Bravo - Bravo EP (2016)...




Bravo é um projeto que mistura algazarra e energia aos sintetizadores e a rima. Com elementos de trip hop, rap, ragga e dub somado a linhas melódicas que trazem vezes a canção, vezes a batida forte de pista, Bravo consegue soar original e orgânico, traduzindo em música um universo de base forte, porém despretensioso a partir de letras bem sacadas sobre realidades particulares e cotidianas...
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sexta-feira, 9 de junho de 2017

Trompa - trompa se apresenta #6: trompa vaga pela noite e é consumida pelo fogo (ao vivo minor house) (2017)




"toda vez que a trompa ameaça se desintegrar e hibernar em profundo não-vazio, começando a correr o perigo de carecer de sentido, sopra um vento tropical que reúne os trompístas. assim, ao serem convidados para dividirem a agradável noite do dia dezenove de maio do ano de dois mil e dezessete com as ondas escuras dos the completers, apresentando mais um ritual de abolição da lógica e de tudo que é prático em favor do pacificado estado de espírito em que tudo é igual e nada tem importância, pouco importava se tudo parecia mais incerto do que nunca. a trompa, ao performar, é abraçada pelo absoluto. não há respostas. absoluto, que aparece em experiências passageiras - o sorriso gentil de uma criança, o sorriso caloroso de uma pessoa que a outros olhos sugeriria rudez. em momentos tão miraculosos, mas extremamente frágeis, uma outra dimensão transparece na realidade dos trompístas. como tal, o absoluto é facilmente corroído. desliza muito facilmente através de nossos dedos e carece de ser experienciado com cuidado e delicadeza. dessa forma a trompa segue, sem ponto de partida ou chegada para ameaçar com suas sensações e significados o esvaziamento preenchido de seu absoluto, finalmente libertos da prisão da identidade, reduzidos a meras frequências, como qualquer outra coisa no universo, sem o ruído distorcido que a presença transmite à sua não-mensagem. o preço a se pagar é alto, mas a trompa o aceita: ser indistinguível das outras frequências que passeiam pelo imaculado espaço da minor house, cada uma com seu significado que se mantém oculto e indecifrável, por que, fora daqui, não há ninguém capaz de nos receber e entender agora. a trompa, assim como as corujas, não é o que parece".
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FLip - Falando Com Silêncio e a poesia rude (2017)...




O projeto musical Flip e Lp #rap #reggae #rock em contraste com a música brasileira começou no ano de 2013 e tem como linha de base a inovação e a criatividade em estro. Temos como referência artistas nacionais do rap, do reggae e do rock. Compomos e gravamos nossas canções de uma forma diferenciada dos demais artistas locais. Temos como base também a música eletrônica sound system, que misturamos com as batidas do nosso coração usando também nossos instrumentos musicais. Nossas música é resultado de muito suor e sacrifício. Levantamos a bandeira da sociedade alternativa e a bandeira do respeito aos jovens do nosso país. A banda Flip procura sempre inovar usando o RAP, com rimas e flows fluentes e com contextos e letras sociais e espirituais com nexo na realidade no qual nos encontramos no dia a dia...
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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Antiporcos - Seguimos no Front (2017)...




Em Maio/2017 a banda Antiporcos lançou o seu segundo EP, "Seguimos no Front". O EP conta com 05 (cinco) faixas de puro punk rock, sem muita firula, como de costume. Lançado pela Under Rock Records, com produção de Dill Pereira, esse EP é um complemento do EP de estréia "Enquanto houver injustiça estaremos no front" (tem aqui no blog)...
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Berna and The Gangsta's - Lalas (2017)



Download: lalas.zip

"O Berna and The Gangsta's lança nesta terça-feira (30) com exclusividade no Noisey o disco Lalas, com participação do Dinho, do Boogarins e que sai pela Propósito Records. O grupo aproveita a data e se apresenta às 20h no palco da Associação Cultural Cecília ao lado do Cuca Ferreira, sax barítono do Bixiga 70/Corte/Música de Selvagem", continue lendo no Noisey.
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quarta-feira, 7 de junho de 2017

ónar - incógnito (2017)



Download: incógnito.zip

ónar é o vocalista/guitarrista na banda Vertigem.
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unabomber - Massas & Manobras S.A. (2017)...




Theodore Kaczynski, quem se lembra? Quantos menos se lembrarem, melhor: o professor e matemático americano, assumiu uma paradoxal faceta terrorista, uma espécie de gênio do mal, preso nos anos 1990 e trancafiado até hoje. O pseudônimo do meliante, entretanto, deu a ideia para um grupo de jovens músicos da Baixada Fluminense, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, nos mesmos anos 1990, que formaram uma banda e lhe deram esse nome. Enquanto integravam outros grupos, os rapazes se reuniam no fim de semana para tocar, e daí começaram a surgir composições próprias. O batera Paulo Stocco (PC, figurinha fácil e querida no underground carioca) e os irmãos Sandro Luz (guitarra) e André Luz (vocais) convidaram o baixista Alan Vieira, e de cara já rolou uma alquimia. Após alguns shows, resolveram recrutar mais um guitarrista, e Jeff Barata se prontificou de imediato a assumir a posição. A partir de 1995, a banda iniciou uma reformulação no som e nas composições. Foi quando o Unabomber gravou sua primeira demo, com produção da própria banda. A repercussão foi forte, com resenhas em todas as revistas especializadas e zines. A imprensa roqueira na internet ainda engatinhava. O segundo tape foi gravado em agosto de 1997, com a produção do então iniciante Rafael Ramos (hoje um nome de peso da indústria da música no Brasil, sócio da gravadora Deck, de Pitty, Matanza e outros bichos), sendo lançado oficialmente em janeiro de 1998, novamente com bom eco na imprensa, que destacava a originalidade do som.No início de 2017, o unabomber gravou seis músicas selecionadas a partir das demo-tapes Dos anos 1990 - agora com um embrulho profissional, que dá total destaque ao instrumental preciso e aos vocais agressivos de André Luz - mais ou menos como se o cultuado disco "Titanomaquia" (1993), ganhasse vida própria e seguisse em frente. O material foi gravado, mixado e masterizado no Kólera Studio, com produção de Celo Oliveira (Hydria/Fleesh) e comporá um EP (a ser lançado exclusivamente em meio digital. A direção artística é do fotógrafo Marcos Hermes. E o Unabomber está aí, pronto para explodir de novo...
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terça-feira, 6 de junho de 2017

In Venus - Ruína (2017)...




Ano passado, fui ver uma apresentação do trio Rakta na Associação Santa Cecília, em São Paulo. Quando cheguei, o show que rolava ainda era o de abertura, conduzido pelas paulistanas da In Venus; o som tinha uma pegada punk e o vocal era urgente e agressivo, mas o que mais me chamou a atenção na apresentação do quarteto estava, na verdade, no público, formado em mais da metade por mulheres — muitas ali presentes para conferir justamente a banda de abertura, presumi por sua empolgação. A formação dessa plateia, incomum para shows de pequeno porte, reflete a missão inicial da In Venus. Formada por Cint Ferreira (vocal e teclados) e Camila Ribeiro (bateria) no final de 2015, a banda tinha como questão central incentivar os espaços seguros para mulheres no meio musical. "O fato de a gente colocar pras mulheres que elas podem, que elas são capazes, é muito importante. É o nosso papel principal. É importante saber que há qualidade na produção musical feminina", fala Cint... VIA
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miazzo - 01-75 (2017)



Download: 01-75.zip
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segunda-feira, 5 de junho de 2017

Saskap - Lambida de Cachorro (2017)




""O SASKAP é um quarteto formado por Edgar (Mataviva), BB Jupteriano (Cogumelo Panda e Baquira Sistema de Som) , Luciano Valério (MNTH e Nalesca Mantega) e Macio Moretti (LXMP e Mitch Mitch) e lança nesta quarta-feira (30) o EP Lambida de Cachorro com exclusividade no Altnewspaper", continue lendo no Altnewspaper.
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Órbita Móbile - Sonho Robô (2016)...





Nascida nas fronteiras de Alembaía nas terras de Forquilha Town - território de Paulo Afonso/BA - a banda costuma dizer-se de rock. Mas onde esse rock rola? Entre o reggae e a música minimalista, o baião e o jazz, maracatu e o funk, dubstep e o pagode: um mundo simulacro musical sampleado com muito rock. As referências partem de vários espaços transpassados: a obra do escritor russo de ficção científica Isaac Asimov, Admirável Mundo Novo, e Björk; Matrix, Tom Zé e Radiohead; Blade Runner e Mangue Beat; Laranja Mecânica, Secos e Molhados, Muse e Lenine. Em 2016, depois de uma produção conceitual de dez anos, a Órbita Móbile lança o seu primeiro álbum: Sonho Robô - uma poesia do agora que traz como tela de fundo a narrativa de uma humanidade que desistiu das utopias, e que com o auxílio da tecnologia tenta criar um algoritmo (Inteligência Artificial) que simula sonhos...
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domingo, 4 de junho de 2017

Kid Vinil - Kid Vinil e os Heróis do Brasil (1986)...




Pra quem não sabe, Marcelo Costa, o Mac do Scream & Yell, virou youtuber e tá usando o canal pra falar de uns discos que ele curte. Em homenagem ao já saudoso Kid Vinil, que deixou o plano terrestre recentemente, ele fez um programa falando dos discos do artista. E me relembrou esta pérola, o melhor disco que ouvi do Kid... 
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sexta-feira, 2 de junho de 2017

My Magical Glowing Lens - Cosmos (2017)...



Download: Cosmos (2017).zip

Tempo e espaço se confundem e se misturam em Cosmos, disco de estreia do My Magical Glowing Lens. “Tudo o que foi produzido para este álbum veio de visões, sonhos, sensações sobre outras dimensões”, explica a capixaba Gabriela Deptulski, mente por trás do projeto. “Acho que ele tem a ver com ocultismo, magia e com outras realidades que precisamos de um sentido diferente pra perceber.” Cosmos, cujas lisérgicas 11 faixas ganham vida nesta sexta, 26, com exclusividade pelo Sobe o Som, vem recheado de expectativas. Os primeiros experimentos de Gabriela – tocando violão/guitarra sozinha, que renderam um EP autointitulado, em 2013 – já foram indicativos, mas o single “Sideral”, lançado este ano, foi o que realmente abriu caminho para o primeiro álbum cheio do grupo... VIA
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Victor Mus - EP Chão de Terra (2017)




"Victor Mus começou sua trajetória na música há 11 anos, em bandas de Rock, nas quais participou como vocalista. Há 5 anos, iniciou seu trabalho solo, buscando eventos e criando uma rede que o ajudasse a disseminar sua arte. A partir do envolvimento com produtores culturais da cidade, passou a ser convidado a tocar em diversos eventos do Rio de Janeiro. O destaque na nova cena independente da MPB carioca chamou atenção da Rebuliço, produtora/selo da cidade, que veio a convidá­-lo para integrar seu casting de artistas, profissionalizando sua carreira".
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quinta-feira, 1 de junho de 2017

MRAR - Eu Vivo Por Tudo Aquilo Que Não Posso Ser (2017)




"MRAR, projeto do músico Iuri Maia, acaba de lançar o seu terceiro disco, “Eu Vivo Por Tudo Aquilo que Eu Não Posso Ser”. O disco, primeiro lançamento do selo portovelhense Desmanche, dá continuidade ao trabalho do artista portovelhense, que combina camadas de guitarras, barulhos e samples em sua estética minimalista. Sucessor de VOID, de 2015, o disco traz sete músicas, dentre elas a faixa-título, lançada como single no ano passado, que alternam momentos melancólicos e intensos, todos conduzidos pelas melodias pungentes trazidas pela guitarra do músico portovelhense. Nas próprias palavras de Iuri Maia, o material de MRAR consiste em um barulho torto e guitarras confusas. Lançou dois EPs no ano de 2015: Quiet Violent e VOID, e um split com o projeto Alienmachine em 2016".
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Sabine Holler - Mother of Transition (2017)...




Sabine Holler é uma cantora e compositora brasileira que divide seu tempo entre Nova Iorque, São Paulo e Berlim. Sua carreira iniciou em 2008, quando fez parte da fundação da Jennifer Lo-Fi, banda de rock experimental paulistana. Também faz parte da banda feminina Ema Stoned, e atualmente, além de seu trabalho solo, tem o Mawn, um projeto de musica eletrônica em Berlim. Com o uso de pedais, loops e samples, constrói, de forma hipnótica, camadas sonoras que criam o ambiente ideal para um canto visceral e emotivo. Em 2015 Sabine começa a trabalhar nas canções que fazem parte do seu ep de estréia, intitulado “Mother of Transition”. O lançamento, composto por sete músicas próprias, foi produzido por Sabine e Billy Comodoro, gravado no Estudio Aurora, masterizado por Alejandro Dale Figeman e conta com a participação de Luccas Vilela, no baixo e bateria, Victor Vieira-Branco no vibrafone e Desirée Marantes no violino. A arte da capa foi feita pela artista plástica Alessandra Duarte...
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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Hominis Canidae #84 - Maio (2017)...




Eis a nossa #Coleta84, referente ao enorme mês de maio de 2017. Não que o mês seja maior que os demais em dias, mas os acontecimentos deste ano arrastaram o mês como nunca, né não? Foi uma doideira! House Of Cards estilou na internet, Aecin passou de associação com o tráfico para um provável assassino a sangue frio, mesmo que sem coragem de apertar o gatilho. Lula foi lá no Moro e rolou só o mimimi de sempre. A mascara do Temer caiu, o cara meteu o exercito em cima da galera. Eu sei que estamos aqui pra falar e música, mas é meio foda ignorar tudo isso. Acreditamos que #DiretasJá é o caminho mais acertado no momento.

Mas falando de música, lá no blog foi um mês bem instrumental, por assim dizer. E isto refletiu em nossa mixtape deste mês. Não que seja uma mix post-rocker, mesmo porque existem vários tipos de sonoridades instrumentais né? Exemplos são os sons da Melies e do Bials Speech, além do vaporwave do Alex Lopes. Mas também teve rap com o Jé Santiago e um clássico de 20 anos do punk nacional da banda pernambucana Devotos (na Época do Ódio). Porem, a faixa inédita que fecha a coletânea, veio a calhar com a maior parte dela. Estamos falando do novo single da banda instrumental cearense Astronauta Marinho. O single "Da Peur", mostra os novos caminhos explorados pela banda no novo disco!

A baita arte de capa da mixtape, foi feita pelo artista paulistano Flavio Grão. Ele explicou a ideia: "A ideia para a arte da camiseta foi fazer uma releitura da capa da coletânea do Faces do Terceiro mundo com uma pegada Hominis Canidae. Para o cartaz, usei o mesmo desenho e acrescentei os recursos de escrita manual e cores únicas chapadas, que sempre foi o modo rápido que sempre utilizei para fazer e reproduzir cartazes de shows de bandas independentes. O amarelo remete ao papel sulfite chamequinho amarelo, que a gente usava para xerocar os cartazes e acrescentar um charme neles sem gastar muito." Alguém não lembra da capa do Faces? (tem aqui no blog, só procurar). Além de um baita disco split, a arte é bem bonita. Da pra sacar outros trampos do Flavio, no FLICKR dele.  

Continuem indo aos shows, ouvindo música e comprando discos!
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terça-feira, 30 de maio de 2017

Callado & Jorg - VLHS FRNDS (2017)...






Jorg é o novo projeto do músico lo-fi Caíque Guimarães (Bad Rec Project e integrante das bandas Ximbra e Baztian), de 30 anos. Com letras em português e processo de gravação com ritmos e equipamentos mais tradicionais.Jorg tenta passar com a clareza do português e de maneira mais centrada todas as angústias sonoras do Caíque. Callado é o projeto solo do músico e professor alagoano Eduardo Callado (Kaddish, stonegardens), de 50 anos. O projeto existe desde 2010 e é focado na sonoridade folk, com elementos de pop e rock bem anos 80, que se misturam com aquela onda post/power-alguma coisa que apareceu na mesma década... VIA
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SOX - Marabília (2017)



Download: Marabília.zip

"A SOX iniciou-se como um projeto em meados de 2013. Entre diversas idas e vindas, em fevereiro de 2015, a banda firmou-se com a atual formação e começou a fazer suas primeiras apresentações no cenário regional. São José dos Campos, Taubaté e Jacareí estiveram na rota da banda no último ano".
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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Giallos - BLAXXXPLOITATION (2017)




"De norte industrial, este trabalho chega mais minimal e conciso, um breve discurso sobre correntes que ainda nos prendem a preconceitos. Chegar em 2017 só poderia soar apócrifo. O noise ainda é marcante nessas três faixas inéditas mas é a hipnose sugerida pelos loops dos beats e samplers que garante nova linguagem ao EP. Isso porque estamos falando de uma banda que, em sua discografia (agora com 5 lançamentos), nunca se limitou a nada e é a real do experimentalismo, seja com os grooves de metais (característica do debut ¡CONTRA!) ou com ruído e silêncio, como neste novo trabalho. Direto e reto, Blaxxxploitation é mais uma peça do manifesto antropofágico que Giallos está criando, comendo o Brasil falido pelas bordas, digerindo o que ele tem de mais indigesto para devolver, em forma de arte, o que cabe a todos nós no presente: atacar".
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Melinna - Pedras no Sutiã (2016)...




Esse projeto começou a ser gravado e mixado em maio de 2016 por Melinna Guedes, no quarto. Ao contrario da ideia inicial, esse primeiro ep se encerra com essas 4 músicas mesmo, e mais pra frente espero postar outro de uma vez só...
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domingo, 28 de maio de 2017

Veenstra - Map of the Limbo (2016)




"Este álbum é sobre Ana, que se dedica à busca de um mapa para sua vida, instrumento de definições precisas e caminhos revelados. Não é possível encontrá-lo. Chega-se então a uma compreensão hipotética de que em outro mundo tal artefato não só é lógico como também palpável, e Ana parte por conta própria deste instante para o próximo".
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sábado, 27 de maio de 2017

O Feliz Amor do Felino - Konichiwa (2017)...





O Feliz Amor do Felino é uma banda aliterante, inquietante, alucinante, irritante, pedante, alto-falante, pata de elefante e tromba de iguana. Falando mais sobre eles, são um tanto quanto interessados e ousados, instigados e passados. Fazem shows para um público ensandecido e bem vestido, afinal, elegância é fundamental. Formada por 3 pseudo-intelectuais de barriga sarada, a banda baseia sua estratégia de venda na beleza exterior de seus integrantes. De maneira revolucionária e arbitrária, dançam felizes as notinhas que produzem seus cavacos. Suvacos peludos também fazem a cabeça, mas, contudo, não se esqueça, aproveite tudo, e logo, antes que apodreça!...
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sexta-feira, 26 de maio de 2017

IDYH - Ávidos Impulsos (2017)...




Passado a adolescência trancado em um quarto, IDYH descobriu a paixão pela música e pela poesia ao perceber que essas seriam as melhores formas de se comunicar com o mundo que acontecia lá fora. Ganhou seu primeiro violão aos treze anos de idade, e não demorou a aprender os primeiros acordes pra compor canções que já falavam muito sobre si e acasos gerais da vida cotidiana. Em 2017, Idyh decide lançar o seu primeiro EP, intitulado “Ávidos Impulsos”, explorando bastante a melancolia, a esperança e a impulsividade inerente à condição humana...
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Jé Santiago - Jé Santiago EP (2017)




"Cantor e compositor, natural de São Bernardo do Campo. Jé Santiago é um dos nomes mais promissores do R&B nacional, passeando também pelo trap e dono de uma das vozes mais marcantes da música no Brasil".
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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Rincon Sapiencia - Galanga Livre (2017)...




Chico-Rei é um personagem um tanto conhecido na tradição oral de Minas Gerais. A lenda do rei do Congo que veio para o Brasil como escravo já foi tema de filme, de samba-enredo, de música do Milton Nascimento e ainda apareceu em alguns poemas do livro O Romanceiro da Inconfidência (1953), da Cecília Meireles. Agora é a vez do rapper paulistano Rincon Sapiência de resgatar a história do herói negro para dar mote ao seu disco de estreia, o Galanga Livre, que sai nesta quinta-feira (25). Galanga seria o nome que Chico-Rei teria tido quando ainda era monarca na África, antes de ser capturado e vendido como escravo para trabalhar na extração de ouro em Vila Rica (atual Ouro Preto). A maior parte das histórias do folclore mineiro contam que Chico-Rei juntou ouro das minas para poder trocá-lo por sua alforria, de seu filho e de seus irmãos africanos, que posteriormente o proclamariam rei de Ouro Preto. Na faixa de introdução do disco e na musica seguinte, "Crime Bárbaro", no entanto, o rei-escravo mata seu senhor e é obrigado a fugir para, só assim, alcançar sua liberdade. "'Crime Bárbaro' é baseada num conto fictício de minha autoria. Tanto nele quanto na música, no lugar de Galanga simplesmente comprar sua libertação, como conta a lenda original, o escravo assassina aquele que o escraviza", explicou Rincon em entrevista ao Noisey. "Isso faz com com que o personagem passe a ter um mix de sentimentos: o de alívio e de heroísmo por estar finalmente livre, misturado com o de medo por ter que viver fugindo."... VIA
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Os Descordantes - Quietude (2017)...




Muita coisa aconteceu desde “Espera a Chuva Passar”, álbum de estreia d’Os Descordantes lançado em 2014. Já famosos no Acre por misturar a tradição dos cancioneiros do norte com o pop rock, a banda fez sua primeira tour nacional em 2015 e foi notícia no Brasil e na Europa quando lançou um vídeo combatendo a prática da cura gay no Brasil. Em 2016, foi indicada como aposta para o pop nacional pelo jornal O Estado de S. Paulo. Agora eles lançam “Quietude”, álbum gravado durante um retiro de 4 semanas no sítio Toa Toa no interior do estado. Levaram 4 canções prontas e retornaram com 11 faixas inéditas que confirmam a vocação da banda para o pop. O som aponta para influências como Chico César, Geraldo Azevedo, Maurício Pereira, Hermes de Aquino e o rock inglês de hoje e de ontem...
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