terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Bernardo Bauer - Pelomenosum (2017)...





O mineiro Bernardo Bauer acaba de lançar seu primeiro álbum, batizado “pelomenosum”. O processo de concepção do disco foi despretensioso, artesanal e uma viagem solitária para dentro de suas questões. Bauer usou apenas voz, violão, percussão corporal e incorporou nas gravações o som ambiente dos sítios onde gravou. Ou seja, daquelas músicas que nos tiram do chão e nos transportam para lugares distantes e cheios de descobertas... VIA
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Desabar - fodasse (2017)



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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Chelplexx - Chelplexx (2017)...






Chelplexx é a união de dois dos projetos mais representativos da música experimental carioca: Chelpa Ferro e Duplexx. Agrupados como quinteto, os artistas voltam aos palcos para lançar, via selo QTV, o registro de um concerto feito em 2014 na Audio Rebel. Composto por oito faixas, Chelplexx, o disco, capta o trabalho artistas em torno da construção de esculturas e mosaicos sonoros. Entre as ferramentas utilizadas estão guitarras, sintetizadores, instrumentos inventados e apetrechos eletrônicos. As estratégias combinam o improviso livre e a utilização de técnicas estendidas aplicadas às guitarras, sintetizadores e percussões. As sonoridades telúricas (o ruído) e as percussões ritmadas (o ritmo) fornecem a chave para o trabalho, assim como o exercício da improvisação livre... VIA
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Distress Wonders - Need More Space (2017)



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sábado, 9 de dezembro de 2017

Teófilo - Com Fusão (2001)...





Teófilo Lima é músico de Parnaíba (PI), Teófilo fundou em 1990 a banda “Rabiscos Urbanos”. Suas composições logo o levariam a participar de vários festivais locais. Em 1994, resolveu seguir carreira-solo, participando em 1996 da etapa piauiense do Canta Nordeste. No ano de 1998 mudou-se para Teresina, onde, em 2001, gravou seu primeiro CD, Teófilo com Fusão...
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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Siso - Saturno Casa 4 (2017)...




A influência da astrologia no cotidiano vem se tornando uma constante nas rodas de conversa Brasil afora, e não é de se admirar que ela inspire artistas a produzirem obras que se alinhem ao zodíaco e a seus respectivos signos, ascendentes, e posicionamentos solares, lunares e planetários. David Dines, mais conhecido pela alcunha de Siso, mostra o impacto do mapa astral na condução de seu trabalho artístico da forma mais franca possível: logo no título do seu álbum de estreia, “Saturno Casa 4”, ele se refere à posição do sexto planeta do Sistema Solar, em relação à distância do Sol, nos quadrantes do zodíaco, a qual é, na astrologia, a casa dos problemas familiares na primeira infância e das inseguranças ao longo do crescimento do indivíduo... VIA
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Mahou Major - São Paulo (2017)



Download: São Paulo.zip


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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Tibério Azul - Líquido ou a vida pede mais abraço que razão (2017)...





Download: Líquido ou a vida pede mais abraço que razão (2017).zip

Seja como integrante do grupo Mula Manca & A Fabulosa Figura ou nas canções assinadas em parceria com diferentes nomes da cena pernambucana, Tibério Azul sempre foi um artista que acreditou na força do coletivo. Basta uma rápida passagem pelo primeiro registro de inéditas do cantor, o colorido Badarra (2011), para perceber a força das ideias, ritmos e diferentes mentes criativas que circulam pelo interior do trabalho, proposta que volta a se repetir nas canções de Líquido ou a vida pede mais abraço que razão (2017, Joinha Records), segundo álbum e mais recente álbum do músico em carreira solo. Longe da terra, árvores altas e outros elementos esverdeados da natureza que serviram de inspiração para o trabalho lançado há seis anos, o artista recifense encontra na temática da água, chuvas, corredeiras e mares o ponto de partida para a construção de parte expressiva das canções. Em parceria com o produtor Yuri Queiroga, uma fina coleção de músicas que reflete a composição mutável dos sentimentos, relações pessoais e conflitos que invadem a mente do cantor... VIA
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Valério - Água Pedra (2017)



Download: Água Pedra.zip

"Livre de possíveis regras, a música de Guilherme Valério se espalha curiosa, brilha e cresce. Em um diálogo particular com os ritmos e a cultura africana, o cantor e compositor paulista faz do primeiro álbum em carreira solo um curioso desvendar da própria essência. Canções marcadas pelo forte regionalismo além mar, mas que em nenhum momento se distanciam do pop-rock em sua composição mais honesta, fazendo de Água Pedra (2017, Desmonta) um colorido cardápio de ideias, fórmulas e sonoridades a serem exploradas pelo ouvinte", continue lendo.
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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Franco Mathson - Lagarta de Fogo (2017)...



Download: Lagarta de Fogo (2017).zip (Qualquer coisa só colocar o mail no bandcamp acima)

Lagarta de Fogo, é o primeiro disco de Franco Mathson e contou com a participação de diversos músicos da cena potiguar na sua gravação, como Samuel Matuzalem (tertuliê e Selenita Aparte), Jeckson Félix (Blood Spencio), Lázaro Cunha, Xablair, Nadjara Sotta (Tertuliê), Ricelle Bruno e Sidicley Santos (The Bridge). Franco é um músico potiguar, natural de Currais Novos e foi baterista das bandas Almanaárá, Mamute Sound, Cloud of the Sun e agora está se aventurando na guitarra...
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The Ex Files - Hide Your Feelings (2017)




"No verão de 2016 3 garotos decidiram se reunir para fazer um som com emoção, simplicidade e com algo especial que remetesse às bandas dos anos 90's do movimento melodic punk, e hoje reconhecido como emo. A junção do Pop Punk e emo torna a The Ex Files uma banda diferente. Uma ovelha cinza entre o melodic hardcore e as bandas alternativas/indie. E você acha que achamos isso ruim? Esse é o grande horizonte que pretendem explorar em todas as canções. Dinho, Festa e Gus iniciaram um trio que acabaria se tornando um quarteto com Chan assumindo o baixo. Não tem como negar. Era pra ser assim. Sempre foi, mesmo antes de ser. A banda lançou em 6 de Junho de 2016 o EP "Letters" independentemente, gravado semi ao vivo, num clima "do it yourself". Para 2017, mais um "arquivo da ex" vai surgir, exatamente como é para ser. Em Agosto, iniciam-se as gravações de "Hide your feelings" - EP de 6 músicas. É fácil ver o sorriso no rosto quando estão rodeados pelos amigos. Torna-se uma atmosfera de irreverência, diversão, simplicidade e emoção".
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terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Diomedes Chinaski & DJ Caique - Ressentimentos II (2017)...






Em 2010 Diomedes Chinaski lançava o EP Ressentimentos e agora 7 anos depois chega nas ruas uma continuação: Ressentimentos II (2017), numa excelente produção em parceria com um dos maiores produtores/beatmakers do país: Dj Caique. Uma primeira questão a nos chamar atenção é que muitos que passaram a conhecer o Diomedes D.S. (depois de Sulicídio) o consideram um mc da nova geração e agora estão descobrindo que a primeira parte desse ep tem 7 anos de lançado. Porém, antes não tinha youtube, mas sobretudo não existia um olhar mais interessado para as bandas do nordeste. Dj CaiqueEm entrevista ao site Ol’Darth Bástarde, o rapper pernambucano justificou um EP todo com beats boombap pela necessidade de homenagear os velhos fãs e ao mesmo tempo mostrar de onde veio ao novos. E a parceria com o Dj Caique se deu desde que o Diomedes foi convidado a participar do “grandioso” sobre todos os aspectos Coligações Expressivas Vol. 4, e recebeu uma porrada de beats para escolher. Terminou escolhendo/propondo essa missão ao Dj Caique, que ficou responsável pela impecável produção desta colaboração, recheando a construção dos beats com diversos samples orgânicos e muitas sonoridades oriundas do Jazz, Soul e Funk. Procedimento que confere os 50% da imensa qualidade que o extended play transpira desde a primeira audição. Num ano de produções musicais muito interessantes, o Ressentimentos II já disparou no páreo fortíssimo... VIA
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Batuca na Bituca - Acalanto Para o Mundo Moderno (2017)




"Projeto autoral de Lucas Nunes, contando com a colaboração de muitos amigos".
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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Satanique Samba Trio - Xenossamba (2017)...




Itamar Assumpção, Captain Beefheart, Martinho da Vila, Milton Banana, Chelpa Ferro. Eu poderia citar diversos nomes, e ainda assim não me aproximaria da riqueza híbrida que forma o Satanique Samba Trio, grupo natural de Brasília. Na verdade, o Satanique é um sexteto, composto por Lupa, Munha da 7, L. Sombrio, Don Chavez e Jota Dale. Com uma carreira iniciada em 2004, o grupo mantém-se firme como uma das melhores novidades tupiniquins dos últimos anos – tanto que já participou de coletâneas internacionais (como do jornal britânico The Guardian), além de participar de um documentário da BBC sobre nova música brasileira. O grupo ressurge com novo disco, Xenossamba, comercializado como LP 7″ duplo... VIA
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.oilage - Carols of The Damned, Vol.1 (2014)





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domingo, 3 de dezembro de 2017

Madame Rrose Sélavy - Festinha (2017)...



Download: Festinha (2017).rar (ou no bandcamp)

A Madame Rrose Sélavy reuniu seu novo time pra quebrar com tudo em FESTINHA. Apresentando as enérgicas baquetas de Raul Lanari na bateria, as linhas rítmicas de Marcos Batista no baixo, a conversa franca das guitarras de Rodrigo Lacerda e Alex Pix, e os irreverentes vocais de Ana Mo e Tuca. O novo álbum da banda foi gravado ao vivo em sessão única no estúdio Minotauro, em Belo Horizonte, trazendo a experiência do show com uma qualidade ímpar. Bote o mate couro pra gelar, arrede os móveis, acenda a velinha e divirta-se...
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sábado, 2 de dezembro de 2017

Tuer Lapin - Banho de Cavalo (2017)




"Tuer Lapin (Porto Velho/RO) é um projeto/banda de música instrumental inaugurado em meados de 2013 com o lançamento do álbum ‘Esporádico’, no qual foi apresentado um trabalho rítimico incomum tendo como matéria-prima a utilização de samples e sintetizadores digitais, aproximando conceitos da música eletrônica com o rock e outras vertentes da música experimental. Como banda, teve sua primeira apresentação em junho de 2014, se apresentou em São Paulo em duas ocasiões novembro do mesmo ano. Em 2015 realizou a apresentação do inédito cineconcerto do filme ‘A Última Gargalhada’ (F.W. Murnau), e realizou o lançamento do álbum-filme Chac, gravado ao vivo, e atualmente encontra-se em processo de produção de seu terceiro disco. Conta com cinco músicos em sua formação: Lucas Biêni (guitarra/sintetizador), Ramon Alves (contrabaixo/notebook), Raony Ferreira (guitarra/sintetizador), Rinaldo Santos (guitarra/sintetizador) e Rodolfo Bártolo (bateria/percussão/teclado)".
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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Dead Parrot - Inner Battles (2017)




"Segundo EP da banda de stoner/hard rock Dead Parrot Gravado no Dalla Sound Studio, por Cauê Pittorri e Maurício Figueiredo. Mixado e Masterizado por Cauê Pittorri".
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Tulipa Ruiz - Tu (2017)...



Download: Tu (2017).zip

Do universo de pequenos excessos, cores e melodias dançantes que marcam as canções de Dancê (2015), para o cenário de temas minimalistas, ambientações contidas e pequenas fugas conceituais de TU (2017, Independente). Misto de coletânea e trabalho de inéditas, o registro de essência acústica passeia por diferentes fases da carreira de Tulipa Ruiz. Um olhar atento, naturalmente intimista, sobre tudo aquilo que a cantora vem produzindo desde a estreia com Efêmera, de 2010, além desvios breves que ultrapassam os domínios autorais e dialogam com a obra de outros artistas. Inicialmente pensado como um trabalho intermediário e de retrospecto, adaptando parte do repertório acumulado pela cantora nos três primeiros discos de inéditas, TU acabou crescendo durante o período de gestação. Pequenos resgates e atos de puro ineditismo, como um produto direto do isolamento entre Ruiz, o irmão Gustavo e o percussionista francês Stéphane San Juan, parceiro de longa data da dupla, nos estúdios do nova-iorquino Scott Harding, artista que já trabalhou com nomes como Medeski Martin & Wood, The Jon Spencer Blues Explosion e Björk... VIA
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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Hominis Canidae #90 - Novembro (2017)...




E chegamos a nossa #Coleta90. Faltam dez para chegarmos nos 3 dígitos e quando começamos com essa brincadeira, nem sonhávamos em ir tão longe. Novembro sempre é um mês de vários lançamentos, é a correria pré-listas, geral tentando uma vaguinha no panteão do indie brasileiros, os sites e listas dos jornas. Coincidência ou não, foi um mês de vários lançamentos mineiros por aqui e alguns aparecem também em nossa mixtape. Por exemplo, o som do introspectivo Fernando Motta (por sinal, entrevistamos ele). A mix tem 17 faixas, todas elas deste ano, e tá bem misturada em estilos. Tem a mpb/ jazzistica da carioca Nina Becker, o grindcore dos pernambucanos da Rabujos, a guitarrada do paraense Lucas Estrela, entre outras baita canções (Sacai o Setlist). A canção inédita que fecha a coletânea, é o novo single do músico carioca Marcelo Callado. Em "Olhando para Baixo", Marcello mostra mais um pouco do seu lado cancioneiro, saca o som ai...


A linda arte deste mês, foi feita pelo ilustrador piauiense de União, Rubens Nery. Como ele mandou a arte em duas cores, resolvemos criar um gif para postagem, por que além de acharmos a capa foda, também adoramos gifs! Ele explicou a ideia do desenho: "Comecei a pensar no que o mês de novembro me lembrava e depois de pensar muito me veio o zodíaco (signos). Esse mês é o mês dos nascidos do nono mês segundo o calendário romano, que começava em março. E o signo representado é o "sagitário" , criatura mitológica que tem uma parte do corpo de um cavalo e um humano. Lembrando disso resolvi criar minha história: "Segundo a astrologia sagitário é um signo do fogo onde ele pode se relacionar com signos semelhantes ou os que estão ligados na outra categoria a do Ar. Sendo que os signos nas categorias da Terra e da Água, nunca poderia dar certo. Mas o amor é algo inexplicável até mesmo para a Astrologia; Sagitário (Fogo) que é um signo mais agitado e vibrante por natureza se encanta por outro signo Touro (Terra), que é um signo mais calmo e paciente; onde todos diziam que não podia e era errado nos costumes e tradições dos astros. Mas sagitário não deu ouvidos ao que os outros diziam assim como Touro também, e viu que astrologia é uma bobagem!". Achamos a explicação massa também, e vocês?! Vocês devem acompanhar um pouco mais o trabalho do camarada, seguindo ele no instagram.

Agora o de siempre, que nunca é demais repetir na terra brasilis. Esta mixtape não deve ser comercializada, apenas repassada livremente na internet. Você pode ripar um CD ou k7 (já que tá na moda) e presentear aquela gatinha ou gatinho que você curte e sabe que gosta de música. Também rola ouvir no carro, de bicicleta ou de busão. Trata-se de um resumo mensal pra quem acompanha o blog e pode ter deixado algum som que curta passar. O ano está acabando, vocês já sabem onde irão passar o réveillon e o natal olhando pro celular, sentado em algum sofá?

Continue indo aos shows, comprando discos e ouvindo música!
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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Liniker e os Caramelows - Remonta (2016)



Download: Remonta.zip

"“Remonta”, o primeiro álbum de Liniker e os Caramelows, está na rua! Quase um ano depois do cantor e sua banda encantarem alguns bons milhares de corações com uma série de vídeos no Facebook e um EP gravado em um clima praticamente caseiro, eles soltam seu primeiro álbum completo de estúdio. Gravado no Red Bull Studios de São Paulo com produção de Marcio Arantes, “Remonta” apresenta as três faixas do EP “Cru” em novos arranjos e mais dez faixas inéditas, algumas conhecidas de quem viu a primeira leva de shows da trupe", continue lendo.
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Cadelas Magnéticas - Encruzilhada (2017)...




Unindo rock e poesia marginal, as Cadelas Magnéticas mostram, pela primeira vez, o caldeirão de palavras tortas e ritmos esquisitos no seu primeiro EP, “Encruzilhada”. A história das Cadelas começa em 2016. Naquele ano, integrantes do Herói do Mal, Carmem Fem, Pelos, Carolina Diz e Desejo Terrível, todas representantes do atual cenário alternativo da capital mineira, se reuniram em torno de um projeto comum: musicar textos do poeta César Gilcevi, que estava lançando o livro “Os Ratos Roeram o Azul”. De tão surpreendente, o projeto acabou se transformando numa banda fixa, formada por Gilcevi (vocais), Mauro Novais (bateria), Vinícius França (baixo), Fábio Correa (guitarra, sintetizador), Kim Gomes (guitarras), Francesco Napoli (guitarras). O nome, diga-se de passagem, foi inspirado em duas personagens do conto “Johnny Mnemonic”, do escritor de ficção científica William Gibson. Nele, Cadelas Magnéticas são duas transexuais que tomam conta de uma boca de fumo num universo distópico e cruel. Não por acaso, uma pitada dessa utopia às avessas se reflete na sonoridade noise das guitarras de Kim Gomes e Fábio Corrêa, nos versos ácidos de Gilcevi, na cozinha pesada e pós-punk de Mauro Novaes e Vinícius França. As letras revisitam personagens e imagens confessionais, sob o pano de fundo de uma Belo Horizonte às margens e na penumbra. Gilcevi conta que o título do álbum carrega um vínculo com o próprio contexto brasileiro. “Ele tem relação com essa encruzilhada social e política que o país está vivendo, o retorno de fundamentalismos, além da ligação com a cultura ancestral brasileira” “Cria da palafita de asfalto / Beira BR, beirada de linha / Fui erê pulando muro da usina”, canta Gilcevi em “Canto para Oxóssi e Oxum”, para depois completar, em “Sangue Ruim”, citando “O bandido da luz verlmelha”, de Rogério Sganzerla: “O terceiro mundo vai explodir, quem tiver de sapato não vai sobrar”. As Cadelas Magnéticas estão dando o recado...
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terça-feira, 28 de novembro de 2017

Fabio Emecê & Dudu Foxx - Melodia do Luiz (2017)...




Download: Melodia do Luz (2017).rar (Ou no bandcamp do Fabio)

Fabio Emecê volta à cena, a caudalosa e arenosa cena, com uma pequena homenagem àquele que interpretou melhor o subúrbio carioca, no quesito lírico. Luiz Melodia foi esse artista, que projetou o bairro de Estácio, o lugar da encruzilhada das idéias, para o Mundo. Se pensarmos no afrofuturismo como entender o passado que nos trouxe ao novo território (Américas), o presente e seus percalços e o futuro e seus filamentos, Luiz Melodia foi nosso grande afrofuturista. Emecê chamou seu fiel parceiro, Dudu Foxx (beatmaker) e sampleou algumas músicas do Luiz Melodia e tentou passar aquela visão de preto mergulhado no local e pensando no global. Pensamento considerado afrofuturista? Pode ser também. 6 faixas de trocas, reflexões, sem pretensões além de fazer rap, um pouco fora das temáticas egocêntricas que estão em voga no nosso atual momento. Sem inventar a roda, apenas rap, apenas música, apenas idéias. Licença seu Luiz e vamos, porque a caminhada é longa...
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Trupe Chá de Boldo - Verso (2017)



Download: Verso.zip

"Dez anos se passaram desde que nasceu a Trupe Chá de Boldo e é certo que, se não fosse pela pequena ajuda dos seus amigos, essa década de música não seria possível. O quarto álbum deles, Verso, lançado em junho, homenageia o círculo de amizade criativa que envolve a banda trazendo onze de composições de autores de fora, como André Abujamra, Iara Rennó, Negro Leo, Alzira E. e Pélico", continue lendo na NOIZE.
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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

CORTE - Corte (2017)



Download: Corte.zip

"Alzira Espíndola, que atualmente assina como Alzira E, é uma artista de carreira longa e sólida no underground brasileiro optando quase sempre pelos caminhos mais obtusos e corajosos. Integrante do clã sul-mato-grossense dos Espíndola, ela estreou ao lado dos irmãos em “Tetê e o Lírio Selvagem”, no final dos anos 70. Na década de 80, já residindo em São Paulo, enveredou-se pela Vanguarda Paulista, lançando seu disco de estreia produzido pelo amigo Almir Sater em 1987. Nos anos 90, Alzira viajou pela Europa ao lado de Itamar Assumpção e lançou, com ele, o disco “AMME” (1991), pelo selo loja Baratos Afins, depois mais dois discos ao lado de sua irmã Tetê Espíndola. No início do novo século recuperou o repertório da cantora Maysa em “Ninguém Pode Calar” (2000) e ao lado da poeta Alice Ruiz gravou “Paralelas” (2005). Em 2007 assumiu a alcunha Alzira E e iniciou uma parceria com o poeta arrudA, que segue até esse disco “Corte”, encontro da artista com músicos da nova geração de São Paulo. “CORTE”, a banda, o show, o disco, surgiu de um convite do músico Marcelo Dworecki – integrante do Bixiga 70 e que já tocava ao lado de Alzira há alguns anos – para que juntos eles fizessem algo novo e diferente. Para o show, eles chamaram Daniel Gralha (trompete) e Cuca Ferreira (flauta e saxofone), ambos também do Bixiga 70, e o baterista Fernando Thomaz, parceiro de Marcelo na banda Strombólica. O repertório ficou todo por conta de músicas de Alzira, compostas ao lado de arrudA e Tiganá Santana. Tocando juntos desde 2015, o grupo se reuniu em maio de 2016 e, em apenas quatro dias, gravou o disco, de forma ao vivo e crua. Essa gravação veloz transmite a intensidade que permeia o som de “CORTE”, algo híbrido entre o rock e o free jazz, apresentando ao ouvinte uma luta entre os instrumentos de sopro, mesclando distorções e criando um caminho de espinhos em torno da voz de Alzira. Ela, aliás, estreia aqui também como baixista, instrumento com o qual geralmente compõe", continue lendo no Scream Yell.
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Luísa & os Alquimistas - Vekanandra (2017)...





O segundo disco de Luisa e os Alquimistas está no ar. Vekanandra chega embalado pelo show do Festival DoSol e com mais misturas sonoras. As influências vão do Pará a jamaica passando pela África. Trilha certa pra abrir a primeira ampola ou até cair na noite... VIA
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domingo, 26 de novembro de 2017

Cátia de França - 20 Palavras Ao Redor Do Sol (1979)...




Cátia de França é compositora, cantora e instrumentista paraibana de João Pessoa. Aprendeu na infância a tocar piano, violão, sanfona, flauta e percussão. Foi professora de música em sua cidade natal por algum tempo, até começar a compor em parceria com o poeta Diógenes Brayner. Participou de festivais de música popular na década de 60, época em que viajou à Europa com um grupo folclórico. Em 1970 saiu o primeiro compacto duplo, com músicas vencedoras de um festival estadual. De volta ao Brasil, foi para o Rio de Janeiro, onde travou contato com outros músicos nordestinos, como Zé Ramalho, Amelinha e Sivuca. O primeiro LP solo, "20 Palavras ao Redor do Sol", foi lançado em 1979, com músicas compostas sobre poemas de João Cabral de Melo Neto...
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sábado, 25 de novembro de 2017

Quarto Ácido - Paisagens e Delírios (2017)




"Formado em Panambi, noroeste do RS, o trio instrumental Quarto Ácido busca inspiração tanto no rock dos anos 1970, quanto no stoner das últimas décadas, além de promover um flerte com o post-rock. Soma-se a essa influência a união entre timbres pesados e o som psicodélico. Com dois EPs no currículo (2013 e 2014), a Quarto Ácido já incursionou por importantes festivais de música autoral no Sul do Brasil. Em 2014, “Euphrates”, um dos temas da banda, integrou a trilha sonora do programa Rota Explosiva da MTV. No ano seguinte lançou “33”, single que se tornou o primeiro videoclipe do trio, lançado em homenagem póstuma ao baixista Flávio Mecking, integrante falecido em 2015, e que gravou sua última participação nessa faixa. Em 2016, a dupla remanescente junta os cacos e convida Vinícius Brum (Rinoceronte) para assumir o baixo. Com músicas inéditas e repertório revigorado, a QA surge agora com o álbum instrumental "Paisagens & Delírios" (2017), CD independente materializado via campanha de financiamento coletivo. A atual formação conta ainda com os membros fundadores Pedro Paulo (guitarra) e Alex Przyczynski (bateria)".
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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Aldan - daDAdaDAdaDAdaDAdaDAdaDA... (2017)




O novo disco da Aldan parece uma espécie de batismo. Aceitação e participação louca e espiritual de um mistério escondido que, obviamente, não pode ser transcrito completamente. Era, antes mesmo do término da minha primeira audição, o meu disco favorito deles. Talvez por causa dessa sincronia biofísica que existe entre uma obra visceral e o seu criador, ou da capacidade inexplicável que determinadas palavras encontram de veicular mensagens diferentes para pessoas diferentes, acho que é um retrato muito preciso de onde nos encontramos atualmente, no tempo e no espaço; nas épocas em que ouvi os discos anteriores, sempre tive muitas dúvidas sobre o aspecto cômico das canções. Em daDAdaDAdaDAdaDAdaDAdaDA..., pela primeira vez me pareceu óbvio como os pontos de mais alta loucura, de mais óbvia ironia e da mais despropositada comédia ressoam em formas finais que não poderiam ser mais verdadeiras, sinceras, e assustadoramente reais... VIA
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DeSales - Cohabina EP (2017)



Download: Cohabina EP.zip

"Compositor, multi instrumentista e produtor musical".
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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Maslow's Paradox - Prólogo EP (2017)



Download: Prólogo EP.zip


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Vitor Brauer - O Anjo Azul (2017)...





"O Anjo Azul" é o terceiro e último disco de spoken word de Vitor Brauer, que completa a trilogia com "Nosferatu" e "M". O disco foi produzido por Vitor com instrumentais produzidos por Cadu Tenório, João Victor Santana (Carne Doce), Hugo Noguchi (Ventre), Barulhista, Benke Teixeira (Boogarins), Bruno Abdala, Paola Rodrigues, Lise, Kastelijns, Victor Vieira-Branco (Trio Repelente), Cairê Rego (Baleia) e Sentidor...
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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Constantina - Codorna (2017)...





Memória. Esta é a palavra que define este álbum e as músicas aqui reunidas. Como aquelas cartas escritas de um só ato de improviso, para depois serem engavetadas por não cumprir o seu tempo de destinação, la lettre volée, pequena carta posta de lado, esperando o momento de ser encontrada por outras pessoas que não o seu destinatário oficial. E pra diante de si devolvê-la livremente ao sentido de seu próprio voo. O lançamento acabou por ser assim também. Um convite realizado fora de seu tempo, sem que esperássemos… Decidimos revirar estas cartas e deixar a "Codorna" ser livre! Destinada a voar! E para quem sabe encontrar Jaburu e Pelicano nesse emaranhado céu! E juntas, nos mostrar como ser mais livres… menos engessados… pois é uma das coisas que percebemos nestes anos. como os fonogramas podem engessar… mas para além disso, como podem guardar memórias. Assim como Jaburu e Pelicano. Cordona, é a reunião destas cartas sonoras feitas espontaneamente entre o período de 2006 a 2014, que nos faz lembrar de momentos livres onde as notas fluíam por nossos dedos e passavam sem que percebêssemos por nossa consciência. Por isso assim. Sem alvoroços…sem avisos e destino…Codorna nasceu e decidiu voar espontaneamente. decidimos não segurá-la. Voa!

La volée!
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Floating Kid - Dust in Time (2017)



Download: Dust In Time.zip

Nós somos o que pensamos o tempo todo. Começamos ensaiar as primeiras músicas desse disco em 2015, de lá pra cá foram muitos ensaios, e aos poucos a intenção de repetir tantas vezes, nos colocou em dúvida do nossos passos, onde nossos movimentos chegaram? Um longo tempo em encontros “distantes”, sem fotos, nem lembranças. Foram com as notas de bolso, em acordes que atravessam a cidade pra tocar por uma hora e meia com seus amigos, para voltar a pé pra casa por que nem sempre sobra grana pra pegar um ônibus. No final de 2016 concluimos a primeira “audição” do disco em 10 sons! Com os quais neste album retiramos duas para um próximo. Então, se até mesmo a palavra impossível, só existe por ser possível, nós decidimos gravar e fizemos todo o instrumental em dezembro, no Nicos Studio. Pela primeira vez, tivemos a chance de escutar nossas músicas em um formato que nos agradou muito, com assistencia de gravação e longas conversas com o Vinicius, este rapaz, que nos deu o suporte necessário para ficarmos a vontade com todos os detalhes de timbres e ajustes. Enfim, depois de todas as festas de ano novo e depois de responder as perguntas dos familiares; "qual estilo sua banda toca?", Nós voltamos em janeiro para terminar as guitarras adicionais e os vocais com o Xao na Lavanderia. É incrível o que se pode fazer em casa, ou na casa dos seus amigos. Terminamos em abril. Em maio enviamos essas músicas para o Yago Oliveira e o Adolph de BH mixar e masterizar pra gente. Essa parte é complicada, foram três meses de vai e volta de arquivo até ficar bom, mas conseguimos um consenso depois de algumas lagrimas. Ao fim de agosto achamos o denominador comum e decidimos que acabou (valeu Yago e Adolpho a paciência, ficou foda!). Escolhemos algumas fotos do nosso amigo Marquitos Sanabria de La Plata, que conhecemos na tour do Sitinglass em 2014, e pedimos para o Bilico (Rafael Bessa) fazer uma arte com aquele toque elegante que ele administra. Findado esse percurso que atravessou quase três anos estamos aqui com o "Dust in Time". Tem vários sentimentos ai.
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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Nosso Querido Figueiredo - Juventude (2017)...




Por dois anos eu vinha cultivando na minha cabeça uma canção esquisita que dizia diretamente ao ouvinte: Esse é o som do fim da sua juventude. A gravação do novo álbum, chamado “Juventude”, se deu na maior parte entre o outono e o inverno de 2017, um período de tédio e frio em que a umidade de Porto Alegre penetrava no teclado do meu computador. Eu acompanhava os acontecimentos do Brasil e do mundo nos noticiários, ao mesmo tempo em que lidava com minha própria ansiedade, minha própria depressão sazonal – não tão incomum entre os habitantes desta cidade que passa semanas sem receber ao menos um raio de sol nos meses de julho ou agosto. Ansiedade: Perceber que estou envelhecendo, mas não necessariamente amadurecendo. Amadurecer é uma condição anterior à velhice. Envelhecer é a resposta do corpo ao processo interno de aceitar a idade adulta. Senso comum: Primeiro, a sabedoria. Depois, os cabelos brancos. No entanto, tenho entradas na testa e ainda não me sinto sábio. Moro debaixo de um teto e tenho animais de estimação. Tenho livros, muitos livros, tenho uma palavra atrás da outra para justificar um momento que não chega. Tenho um diploma e um grande passado pela frente. Sim, esse é o fim da minha juventude. Mas isso não quer dizer que eu tenha amadurecido. Afinal de contas, o que é a juventude? É um recorte temporal na vida de alguém ou simplesmente um estado de espírito? Ansiedade: Não tenho paciência para as perguntas. Quero inventar minhas próprias respostas...

Nosso Querido Figueiredo.
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Marchioretto - Demos #1 (2017)



Download: Demos #1.zip

"como o nome já diz, apenas demos que eu nunca vou usar".
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domingo, 19 de novembro de 2017

The Cigarettes - Saturno Wins (2017)...





Saturno Wins é o sétimo disco de estúdio do The Cigarettes, encabeçado pelo carioca Marcelo Colares. Disco? Talvez fosse mais adequado dizer capítulo, episódio, momento de uma saga que já dura mais de duas décadas de independência, resistência e entrega. Mais intimista e cru do que os trabalhos anteriores, Saturno Wins deixa um pouco de lado as guitarras zuadentas de sempre e põe a interpretação em primeiro plano; voz, violão e palavras sob os holofotes. Com 10 faixas perdidas entre o folk, a música brasileira sem siglas e o indie, o álbum é uma sequência natural do poético The Waste Land, de 2015. Bom para noites chuvosas e saraus poéticos solitários... VIA
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sábado, 18 de novembro de 2017

Rio Sem Nome - Canções Nômades (2017)




"As ultimas semanas me fizeram pensar muito sobre a morte. O moinho que gira nossas vidas inteiras, e que nos recusamos a ouvir... O que é que realmente tememos nela? O que é que odiamos tanto, que inspira em nós tanto medo e que conhecemos tão pouco? Os xamãs e os pajés são vistos como aqueles que transitam entre os dois mundos: o dos vivos e o dos mortos. A existência como viagem; partida e chegada. Mas se nós, do lado de cá, temos tanto medo de partir, como chegar a algum lugar? Vivemos hoje num mundo só; inventamos portos seguros, casas. Mas a vida é ir e deixar ir. O Rio Sem Nome nasceu numa viagem. Ele nasceu da morte, cantando a morte. Talvez por isso a música ainda seja uma das nossas formas preferidas de lidar com o morrer e as despedidas: porque cantar na morte é deixar-se aproximar dela. E precisamos nos aproximar da morte, como de um ancião de muito respeito e sabedoria. Cantar, como viajar, é morrer um pouco. Morte é Movimento. E a arte de viver também é a arte de saber morrer. O nome disso, de alguma forma, creio, é Nomadismo. O ser humano é um nômade por natureza. Cantamos o passado e o futuro; aquilo que já não podemos tocar e aquilo que ainda não podemos. Tudo chega cedo ou tarde demais. Foi abandonando a minha casa e a segurança que eu aprendi a não ter tanto medo do movimento das coisas; e foi assim que aprendi a viver. Canções Nômades é um pleonasmo: porque cantar é abraçar a morte dentro da vida, a vida dentro da morte. Por isso as canções nos acalmam no luto. Hoje é meu aniversário. Completo 23 anos. Aos 4, me lembro que pela primeira vez chorei com a percepção da morte. Ela anda de mãos dadas, com o movimento e com a vida. Decidi me dar de presente o nascimento desse disco, em dias de tantos lutos e movimentos tão intensos. Peço que esse seja o meu presente: que cantemos mais para os nossos amores, ainda que seja sobre o movimento, sobre tudo que vai e que parte. É isso que peço, é isso que ofereço. Cantem para os seus amores e movam-se, sem medo de existir".
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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Coruja BC1 - No Dia dos Nossos (2017)...


Só Streaming pago, quando rolar youtube colamos aqui


Após grande período de hiato, Coruja BC1 voltou com tudo no final do ano passado lançando single "Passando a Limpo", e desde então ele tem se mantido em alta no cenário com trabalhos sólidos. Conseguindo há poucos meses contrato com a Laboratório Fantasma, hoje (17) o rapper finalmente colocou seu álbum No Dia Dos Nossos nas ruas. O disco é composto por 11 faixas... VIA
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Duben - Um Breve Resumo do Futuro (2017)...




Novo trabalho do projeto piauiense Duben. Um trio ou um músico, um breve resumo do futuro...

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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Lara Aufranc - Passagem (2017)...




Antes líder da banda Lara e os Ultraleves, Lara Aufranc decidiu que era hora de se desprender das amarras do passado e se lançar ao mar para navegar mares mais ousados, com a liberdade que só seu nome permite. O álbum “Passagem” é a primeira amostra dessa nova forma de velejar da cantora, que agora “encara o próprio sobrenome”, segundo o Trabalho Sujo, deixando a introversão natural um pouco de lado e encarando o público de peito aberto. O primeiro single, “Passagem”, fala sobre o cotidiano do paulistano e o deslocamento de pessoas e vontades. A faixa é a ligação ideal entre o álbum anterior com a banda Os Ultraleves (“Em Boa Hora”) e o novo trabalho, indo organicamente do piano e voz da MPB para os sintetizadores e guitarras do rock. O clipe foi inspirado por filmes soviéticos da década de 20 como ”Aelita, a Rainha de Marte” e “Um Homem com uma Câmera” e retrata a cidade como uma engrenagem formada por pessoas. “Existe uma solidão no movimento circular e repetitivo das cidades, ao mesmo tempo em que estamos cercados de gente”, comenta ela. O clipe foi realizado pela EdMadeira Filmes, dirigido e fotografado por Freddy Leal. A cantora assina o roteiro, a edição e a produção do projeto... VIA
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Ailew - The Last Dawn of The Earth (2017)




Projeto do Sávio, um rapaz de 17 anos que vive em Fortaleza.
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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Tantão e os Fita - Espectro (2017)



Download: Espectro.zip

"Definitivamente a maior surpresa do ano pra mim foi um dia desses abrir a rede social dos 140 caracteres e dar de cara com alguém falando sobre um disco novo do Tantão. Primeiro pensei ‘mas porra, será o mesmo Tantão, aquele do Black Future‘? Sim, é o próprio. Não fazia ideia de que o cara – batizado Carlos Antonio Mattos – ainda estava por aí fazendo música, aliás nem imaginava por onde andava Tantão. Descobri numa reportagem (do escavador musical GG Albuquerque) que o carioca trabalhou nos estaleiros, virou artista plástico, fez shows pelo submundo do Rio e recentemente se juntou aos Fita, também conhecidos como os produtores Cainã Bomilcar e Abel Duarte, para dar forma e conteúdo a Espectro, primeiro disco do trio lançado em junho último pelo selo Quintavant. Te dizer que o álbum é um tapa nas orelhas, daqueles que estalam. Mistura de poesia absurda, violenta e chapada com eletrônica sem rumo – mas sempre pesada – numa obra experimental e caótica. Não espere algo como uma ‘continuação’ do Black Future, a fita (hahahaha) aqui é outra; guarda algumas semelhanças – mais estéticas que musicais -, mas pode-se dizer que Espectro está mais para o futuro negro previsto lá em 1988. Duas toneladas de barra pesada… Altamente recomendado!", Pequenos Clássicos Perdidos.
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Rabujos - Desconforto (2017)...




Rabujos é uma banda de grindcore formada no Recife, Brasil, em 1994. Em 23 anos de banda, eis aqui o segundo trabalho cheio da banda, lançado este ano...

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terça-feira, 14 de novembro de 2017

Stereomotive - Truques velhos para cachorros velhos (2017)




"... quatro mentes e incontáveis visões sobre essa contraditória "arte" de se organizar acordes sobre a velha ou a nova fórmula, e enfim, todos os questionamentos que observamos nos remeteram ao novo, à tentativa de ser novo, mas... o que é novo?.. não temos a pretensão de mudar as tendências, queremos apenas tocar e ouvir nossos anseios conforme nossas personalidades... quem sabe não estamos apenas criando nossa própria música? em meados de setembro de 2003 conseguimos reunir esses quatro amigos em Suzano, São Paulo, e tornar real esse sonho tão antigo, para finalmente, em abril de 2005 lançar nosso tão esperado EP (em embalagem digipack, midia silkada e contendo as quatro primeiras canções que dão vida ao nome stereomotive). nosso "prelúdio a uma nova concepção aestética" representa exatamente isso: um estágio de uma constante evolução, a qual não pretendemos parar nunca... este EP foi gravado no Estúdio El Rocha, masterizado e mixado pelo Fernando Sanches e lançado pelo selo Midia Alternativa, de Mogi das Cruzes. precisamos rotular, não é? poderíamos chamar de math rock, indie, pós-hardcore (no sentido mais literal dessa expressão) - ou simplesmente de rock... independente, intenso e sincero... entre as influências para nosso trabalho podemos citar The Owls, Blacktop Cadence, Don Caballero, Cap'n Jazz, Lifetime, Hot Water Music, etc... é um pouco de injustiça deixar de mencionar algumas, mas as influências são tantas que fica difícil listar todas. a propósito, o nome "stereomotive" vem de uma máquina, uma câmera fotográfica com duas objetivas usada para tirar fotografias de um mesmo motivo visto por duas perspectivas diferentes, simultaneamente, de modo que se você observar essas duas fotos da maneira correta você verá uma única imagem sobreposta, com características diferentes das fotos isoladas... é interessante como a maneira como você se predispõe a ver, escutar, sentir ou interpretar a realidade pode fazer sua opinião variar tanto...".
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Nina Becker - Acrílico (2017)...




Você já parou para pensar na lógica de construção das estradas, rodovias, vicinais e autobahns e demais vias para veículos dotados de potentes motores? Uma pista vai, a outra vem, uma ao lado da outra. Que sejam três ou quatro pistas para uma mesma direção. Logo ao lado, ali, paralelamente a você, há mais uma faixa de asfalto para os carros e caminhões que trafegam na direção oposta. Às vezes, um carro sai da sua pista e se choca frontalmente com quem vinha do outro lado. Quase sempre resulta em tragédia. Acrílico, novo disco de Nina Becker, é mais ou menos assim. Ao ouvir esse álbum me senti o tempo todo indo em uma direção, acompanhando o fluxo da voz de Nina e da base mais elementar da harmonia. Mas em todas as faixas existiram instrumentos ou arranjos que pareciam vir na direção contrária, bagunçando e dificultando a audição. Claro que essa dificuldade não ocorre como algo negativo, como algo errado, mas como uma experiência, testando não só novas possibilidades, mas também, mesmo que indiretamente, a capacidade de nosso raciocínio e de nossas emoções em unir as coisas, mesmo que pareçam se chocar constantemente... VIA
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